quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Será Que Um Pouco de Anti-Semitismo é Benéfico Para os Judeus?

(...) "No fundo, eu acredito que um pouco de anti-Semitismo é uma coisa boa para os Judeus - lembra-lhes quem eles são… Anti-Semitismo significa oprimir os Judeus ainda mais do que aquilo que eles merecem". (New York Times Magazine, 12 de Fevereiro, 1995 p. 65).
segunda-feira, 12 de abril de 2010
11 de Março: Mais Uma Operação "Falsa Bandeira"?
Chechénia: Uma Realidade Desconhecida

Em 1877, a Rússia Imperial foi responsável pela morte de 40% da população Chechena (cerca de 220,000 pessoas). Quatrocentos mil habitantes de Cherkass foram expulsos por Estaline, por estarem perto da Georgia, odiada da Chechénia. Ele dividiu este país e criou a República da Ingushetia. Em Julho de 1937, a sua polícia secreta, a NKVD, abateu a tiro cerca de 14,000 Chechenos.
Em 1944, Estaline ordenou que toda a população Chechena se reunisse e fosse transportada para os campos de concentração na Sibéria ou deixada para morrer nos campos de gelo. Seguiram-se outros Muçulmanos: Ingush, Tatars, Karachai, Balkars.
Estaline não precisou nem de balas nem de câmaras de gás nos seus campos de concentração. Um terço dos prisioneiros morria, todos os anos, de frio, de fome ou de doenças. No total, cerca de 2,5 milhões de Muçulmanos Soviéticos terão sido mortos por Estaline, entre os quais metade da população Chechena.
No meu novo livro, American Raj, dediquei um capítulo à situação Chechena (“Genocídio no Cáucaso”).
Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991, a Chechénia exigiu a sua independência, tal como outras repúblicas Soviéticas. Em vez disso, o governo de Boris Yeltsin invadiu aquele país, matou cerca de 100,000 civis Chechenos através de bombardeamentos massivos. [podem ler o artigo na íntegra aqui]
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Grupo Bilderberg - Este Ano é em Espanha!

quarta-feira, 7 de abril de 2010
Mais Um Crime "dos Intocáveis Bons Aliados" e Outros Assuntos

Já outrora nos salvaram... dizem alguns. Já outrora nos "libertaram" das "bestas racistas" que se queriam apoderar do mundo (e que tal dizer-lhes que passados 20 anos os negros do seu país não tinham quaisquer direitos, nem sequer sentarem-se no mesmo autocarro dos brancos?...). Mas não vamos dizer-lhes. Porque eles são, afinal, os nossos "salvadores" - e onde até os criminosos de guerra passam por heróis.
Por isso não me admirei mesmo nada do que todos poderam ver aqui. Os EUA são muito grandes. E poderosos. Umas grandes bestas e poderosamente cobardes! Sim, porque é tão "terrorista" e "cobarde" o que leva bombas em volta da cintura ou em mochilas para provocar vítimas civis como os que bombardeiam indiscriminadamente e que provocam as mesmas (ou muito mais) vítimas - mas que,neste caso, passam a ser "danos colaterais"!
EUA: realmente muito grandes e muito poderosos. Grandes assassinos e poderosamente impunes!!!

Por isso há quem queira controlar, sanear, censurar, quem contesta este tipo de "política". Por isso há quem queira "ridicularizar" ou simplesmente "rotular" ou "descredibilizar", os que lutam pela verdade histórica. Mas nós gostamos de insistir... e de lhes fazer frente. À nossa maneira.
No Revisionismo em Linha gostamos te lutar pelo equilíbrio da balança. Gostamos de divulgar aquilo que, de outra forma, nunca ficaria disponível no "circuito normal" da informação e do conhecimento.
Tanto com estas (e outras) publicações, como com algumas notícias que nunca farão a abertura dos telejornais, gostamos mesmo é de ser IMPERTINENTES! E quando se preocupam connosco, é sinal que estamos a incomodar alguém...
"Holocaust Debat"
Sobre este vídeo e sobre a sua mostragem ao público, vejam a reacção aqui.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Vacinação: A Verdade Oculta
"Vacinação: A Verdade Oculta" é um filme produzido em 1998, mas nunca foi tão atual.
Vários pontos são abordados neste filme. Autoridades da saúde brandam aos sete ventos como a vacina erradicou várias doenças. Neste filme é mostrado como várias doenças já vinham diminuindo antes do início das campanhas de vacinação, ou como o diagnóstico das doenças mudaram de forma a diminuir os casos estatisticamente.
Mostra também como as vacinas podem levar consigo vírus de outros animais, que podem chegar ao ponto de geneticamente combinar com os genes humanos.
Muitas pessoas simplesmente se recusam a acreditar na verdade, independentemente de quão evidente ela é, mas a documentação impecável apresentada neste fantástico vídeo mudou a opinião de muitos que o viram.
O vídeo apresenta respostas bem documentado para perguntas como:
* Foi realmente as vacinas que nos salvaram?
* Por que eles são apenas contraproducente?
* Como muitas estatísticas são enganosas?
* O que as vacinas contêm?
* O que elas estão fazendo para nossos órgãos, o sistema imunológico, mesmo em nossos genes? * São doenças da infância realmente perigosas para as crianças saudáveis?
* Por que a vacinação continua?
* Quais são os nossos direitos?
* Os danos da vacina pode ser avaliado e combatido?
* Qual é a verdadeira chave para a imunidade?
[Podem adquirir o DVD aqui.]
Uma Canção de Amor Israelita
Esta preocupação é partilhada pelos sempre dedicados Sionistas e outras pessoas espalhadas pelo mundo. Esta sua preocupação é simples: o mundo está a começar a perceber que o regime Israelita e as suas políticas, tanto no passado como no presente, não passam, de um regime discriminatório (um autêntico APARTHEID)!
Sobre a "legitimidade" do estado de Israel, podem ler este artigo muito interessante.
sábado, 3 de abril de 2010
O Sabão da Mentira Caluniosa
Mais importante ainda foi que esta acusação foi "provada" no principal julgamento de Nuremberga de 1945-1946 e endossado autoritariamente por numerosos historiadores nas décadas seguintes.
Mais recentemente, como parte de uma ampla retirada de aspectos mais evidentemente insustentáveis da história "ortodoxa" do extermínio exterminação, os historiadores do Holocausto admitiram relutantemente que a fábula do sabão humano é uma mentira de propaganda de guerra. Apesar de tudo, na sua retirada, estes historiadores tentaram terminar a história do sabão como um mero “rumor” do tempo de guerra, esquecendo-se de mencionar (de forma negligente) que as organizações Judias internacionais e governos Aliados da altura defenderam essa mentira difamatória.
Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.
Sobre algumas outras mentiras da Alemanha Nazi, podem ver o vídeo a seguir:
terça-feira, 30 de março de 2010
Recordando David Cole
Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.
quinta-feira, 25 de março de 2010
A Mossad Israelita e o Seu Envolvimento no 9/11
Católicos Contra Presença Sionista em Notre Dame de Paris
Podem ler mais sobre este assunto aqui.
Lula da Silva "Politicamente Correcto" Apenas Até Certo Ponto

(...) "Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse o presidente na saída do local.
(...)
Recusa polêmica
A ida ao museu ocorreu no mesmo dia em que a chancelaria israelense havia programado uma visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
O fato de a comitiva brasileira ter rejeitado o convite gerou duras críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, teria boicotado o discurso que o presidente brasileiro fez no Parlamento israelense.
O chanceler também boicotou um encontro entre Lula e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultra-nacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. [leia a notícia na íntegra]
quarta-feira, 24 de março de 2010
As Vítimas do Costume...
Recordando Eustace Mullins
A última entrevista de Eustace Mullins:
Eustace Mullins fala sobre a Nova Ordem Mundial:
segunda-feira, 22 de março de 2010
Alan Sabrosky: "A Mossad Cometeu os Ataques de 9/11
A Televisão da Morte

Ver TV é um passatempo bastante mortal, a pesquisa sugere. Não importa quanto tempo você gasta na musculação, cada hora que você gasta em frente da televisão aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas, segundo um relatório recente na publicação "Circulação: Jornal da Associação Americana do Coração". (...)
2. TV faz você bêbado.
TV faz você beber mais. Quando se trata de beber, estamos aparentemente muito suscetíveis ao que vemos na televisão, segundo um relatório publicado em "Álcool e Alcoolismo". (...)
3. TV pode fazer o seu filho engravidar/ sua filha ficar grávida.
Os adolescentes que assistiram a uma série de TV que incluía conteúdos sexuais tinham duas vezes mais probabilidade de engravidar, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics. (...)
4. TV enfraquece os ossos.
Horas gastas assistindo a TV podem resultar em uma criança com os ossos frágeis, de acordo com um estudo publicado no Journal of Pediatrics. Até chegarmos por volta dos 25 anos, nós acumulamos massa óssea em uma espécie de conta poupança. Quanto mais osso que construímos quando somos jovens, menor a probabilidade de que estamos a desenvolver osteoporose. (...)
5. TV torna você menos empenhado.
Um estudo recente descobriu que enquanto a TV está ligada - mesmo que seja apenas de fundo - os pais interagem menos com seus filhos. Para saber mais sobre os efeitos da TV, os investigadores trouxeram 51 crianças e bebês, cada um acompanhado por um dos pais a um centro de estudo da criança, de acordo com o relatório publicado Child Development. (...)
O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - O Alibi Indispensável (IV)

Apesar do Sionismo representar tipicamente por si próprio a solução para o anti-semitismo, a verdade é diferente. Aliás, a hostilidade contra os Judeus é indispensável à causa do nacionalismo Judaico. Se o anti-semitismo não existisse, os Sionistas teriam que inventá-lo. E, em muitos casos, foi exactamente isso que eles fizeram.
sexta-feira, 19 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - Mito Sionista VS Verdade e Realidade (III)

O anti-semitismo definido de forma adequada e honesta é um preconceito contra e até mesmo um ódio aos Judeus, a todos Judeus de toda a parte, somente porque são Judeus.
O anti-semitismo, definido pelos Sionistas, o colonialismo, a limpeza étnica empreendida por alguns Judeus, veio passar a querer dizer quase toda a crítica às políticas e às acções de Israel, em particular a sua opressão contra os Palestinianos e também a crítica baseada em revelações recolhidas da documentada verdade histórica expõem a propaganda Sionista pela sua própria falta de senso.
De outra forma, o anti-semitismo definido pelos defensores de Israel é algo escrito ou dito por qualquer pessoa que desafie e contradiga a versão sionista dos acontecimentos. Na prática, os Sionistas dizem, "Se discorda de nós, é anti-semita“. [leia o artigo na íntegra]
"Crimes de Ódio" Só Para Alguns
A estratégia de certos crentes é sempre a mesma. Veja-se no caso de Robert Faurisson. É anunciado com "negacionista do Holocausto", alguém que "já foi punido pelos Tribunais", alguém que "apela ao ódio", etc. Mas não vejo nenhum daqueles crentes confrontar as suas ideias com outras respostas. Nem precisam. Actualmente, se Faurisson (ou aguém que partilhe da sua opinião) abre a boca, é multado ou preso, pois o facto histórico denominado Holocausto é o único que não permite uma discussão aberta.
Vamos a mais um exemplo simples. Vejam este vídeo -que se encontrava inicialmente aqui, mas que foi removido por ser considerado um "discurso de ódio":
O vídeo nunca será analisado pelo tema em si, pela questão levantada - o último filme de Tarantino - mas sim por quem fala e pelo seu passado. Inglourious Basterds não passa de um filme doente, sádico, que defende a tortura. Em resumo, é um filme de ódio Judaico. No entanto, com a aprovação que tem merecido dos principais média, só vem demonstrar o quanto doente anda Hollywood e os média controlados pelos lobbys Sionistas. Porém, David Duke pode falar do que quiser, porque os crentes exterminacionistas apenas falarão do seu passado de militância no KKK. Irão sempre rotular as suas palavras de "ódio" e censurarão os seus vídeos. Ou seja, mesmo que seja tudo verdade o que ele diz, como ele pertenceu a um grupo ou associação "criminosa" passa a ser mentira ou a não ter credibilidade.
quarta-feira, 17 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: A Face Negra do Nacionalismo Judaico (II)

Posso afirmar que as diferenças entre o nacionalismo Judaico (Sionismo) e o de outros países e culturas, neste caso, são a quadruplicar:
1. O Sionismo é uma espécie de verdadeiro fermento feiticeiro de xenofobia, racismo, ultra-nacionalismo e militarismo que o coloca bem fora de um "mero" contexto nacionalista - por exemplo, quando estava na Irlanda (em ambas as partes), não vi qualquer indicação do PIRA [Provisional Irish Republican Army], nem de qualquer outro que lute e pressione para uma Irlanda unida, com algum projecto em que o objectivo fosse empurrar os Protestantes para campos nem para fora do país - embora pudesse haver alguns que quisessem isso - e ainda vai para mais além da miséria que atingiu alguns devido aos Nazis;
2. O Sionismo consegue subverter a lealdade cívica entre os seus seguidores noutros países de uma forma que outros movimentos nacionalistas (e mesmo movimentos ultra-nacionalistas, como o Nazismo) não fizeram - por exemplo, uma grande maioria dos Judeus Americanos, inclusivamente aqueles que não estão abertos à dupla nacionalidade, abraçam esta forma de bigamia política denominada "lealdade dupla" (a Israel e aos EUA). Ela é tão desonesta quanto a bigamia conjugal (…) e não existe nenhum paralelo no que diz respeito a identidade nacional e cultural abraçada por qualquer outro grupo étnico ou racial na América (…).
3. O "inimigo" dos movimentos nacionalistas normais é o poder de ocupação e talvez permita, uma vez conseguida a independência, as relações normais com o poder dos ocupantes (passa a ser a norma). Porém, para o Sionismo, quase todo o mundo é um inimigo real ou potencial, diferindo só em proximidade e colocação na sua muito longa lista de inimigos (que é agora também a lista de alvo da América);
terça-feira, 16 de março de 2010
Angola, 15 de Março de 1961

Por onde andam os paladinos dos "direitos humanos" (que pelos vistos só existem para alguns!) quando são confrontados com estas fotografias?
Responda quem souber...
segunda-feira, 15 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: O Rótulo do "Anti-Semitismo" Que Impede Qualquer Crítica a Israel (I)

Em 2004, o Congresso dos EUA elaborou o Global Anti-Semitism Review Act [Acto Global de Revisão do Anti-Semitismo]. O Acto define uma pessoa como sendo anti-semita por possuir uma série de crenças. Os meus comentários seguem depois cada um dos 14 itens que, supostamente, revelam anti-semitismo.
1) Qualquer afirmação de "que a comunidade Judaica controla o governo, os média, os negócios internacionais e o mundo financeiro".
De acordo com isto, não importa se a afirmação é verdadeira ou não. A verdade não é um assunto. A simples declaração transgride o Acto. Em si, este facto fornece claras provas do controlo do governo dos EUA.
2) A expressão de "Forte sentimento anti-Israel".
Assim qualquer crítica a Israel pode ser considerada anti-semita. Israel pode mutilar Gaza e escapar às consequências.
3) Expressar uma "Crítica virulenta" aos líderes de Israel, do passado ou presente.
4) Qualquer crítica à religião Judia ou ao seus líderes religiosos com ênfase no Talmud e Kabbala.
É perfeitamente aceitável, como liberdade de expressão, difamar o Islão, mas qualquer crítica ao Judaísmo transgride o Acto. [podem continuar a ler sobre este assunto aqui]
Norman Finkelstein Contra as "Lágrimas de Crocodilo"
Como complemento a este vídeo, aconselho a leitura deste texto.
domingo, 14 de março de 2010
CIA Utilizou Franceses Como Cobaias

(...)
O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.
Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.
Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria. [leia a notícia na íntegra]
sexta-feira, 12 de março de 2010
Recordando William Cooper (III)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Recordando Rachel Corrie
É obrigatório a visualização deste vídeo (infelizmente não consegui colocar directamente o vídeo aqui).
O REVISIONISMO EM LINHA QUESTIONA AS RAZÕES PORQUE ESTA PEÇA SOBRE RACHEL CORRIE FOI CENSURADA.
"ANTI-SEMITISMO"????
Inacreditável!!!!
Prioridade de Certas Democracias: Os Crimes de Pensamento!

O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição.
Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos.
Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
Violações Sem Castigo... Porque Foi Um Crime de Guerra "Dos Bons"!

terça-feira, 9 de março de 2010
A Campanha de Roosevelt Para Incitar a Guerra na Europa - Os Documentos Polacos

Recordando William Cooper (II)
Neste vídeo, Bob Harris pretende desmascarar tal teoria.
Recordando William Cooper (I)
Para aqueles que ainda têm algumas ilusões de que a Política pode ser minimamente limpa, vejam este vídeo. Para o Poder tudo é permitido.
E se pensavam que os políticos eram donos do Poder, não se iludam, pois o Poder é o dono da Política.
Neste vídeo vê-se que o condutor da limusina que leva o Presidente J.F.Kenedy e a sua mulher, a 22 de Novembro de 1963 em Dallas no Texas, dispara uma pistola, a partir do acento, contra o presidente.
Nesse dia, John F. Kennedy recebeu vários disparos. Este feito foi denunciado em várias oportunidades por William Cooper, ex membro da equipa de informação de dos Serviços Secretos da Marinha dos Estados Unidos, tendo sido assassinado pelo Departamento de Estado no ano de2001, por revelar diferentes segredos obscuros da CIA, do Departamento de Estado, da NASA, de diferentes governantes, etc.
William Cooper detalha no seu livro 'Behold a Pale Horse', como o presidente Kennedy foi assassinado.
Cooper menciona no seu livro a existência de um vídeo em particular, ao qual ele teve aceso devido ao seu trabalho nos Serviços Secretos da Marinha e que é o único vídeo que mostra como o próprio condutor dispara contra o presidente dos Estados Unidos.
Este é o vídeo de que tanto falou Cooper e foi ocultado da opinião pública pelo Departamento de Estado e pela CIA durante décadas.
Assumimos que o vídeo foi "libertado" por esta obscura agência dos Serviços Secretos, da mesma forma que desclassifica documentos.
Ao observarem o vídeo poderão tirar as vossas própias conclusões.
Neste vídeo pode ver-se CLARAMENTE, que o condutor da limusina É QUEM MATA John.F.Kenedy. Com um segundo disparo na frente, que o aniquila.
Sempre me perguntei porquê JACKIE deslisava o tronco naquela direcção. De maneira aparentemente ILÓGICA (os disparos de Oswald (???) foram feitos por detrás) o crânio move-se como se tivessem disparado da frente..!!!
Aqui fica CLARÍSSIMO porquê...!
[Fim de citação]
Teoria da conspiração? Apenas um louco? Ou alguém muito incómodo por saber demais?
O Revisionismo em Linha vai dedicar, mesmo assim, esta semana a William Cooper, para que todos vós possam tirar as suas conclusões.
O vídeo que defende que foi o motorista o assassino está aqui:
sexta-feira, 5 de março de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (III)

Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.

CSULB fez referência que tais interrupções e sabotagens às aulas são uma violação à política da universidade. A Polícia do Campus está a corrente da situação e está pronta a responder aos telefonemas (562-985-5049 ou 911).
E convidem Jensen, Ignatiev e Jay para um fórum universitário anti-brancos. Tenho a certeza que ninguém aparecerá lá a barafustar ou a sabotar.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Vídeo do Momento da Libertação de Ernst Zundel
Conheçam um pouco mais sobre este homem "tão perigoso" neste vídeo produzido pelo seu 70º aniversário, a 24 de Abril de 2009.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (II)

Mais uma vez, o silêncio… Será anormal um estudante branco ficar algo incomodado? Não. Mesmo assim, ninguém lhe chamou a atenção.
Os Registos das Mortes em Auschwitz

O jornal Francês France-Soir publicou um artigo com o título “Raphaël Feigelson, ce Français qui a conduit les Russes à Auschwitz” [“Raphaël Feigelson, o Francês que conduziu os Russos a Auschwitz”]. Sempre disse que Raphaël Feigelson mentiu sempre que respirava. Em 1945, ele afirmou que em Auschwitz, tinham morrido 7 (sete!) milhões de pessoas. (R. Faurisson, Ecrits révisionnistes (1974-1998), 1999, p. 1731, onde fontes e explicações são fornecidas: http://robertfaurisson.blogspot.com/1995/12/combien-de-morts-auschwitz.html).
Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).
O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.
O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).
segunda-feira, 1 de março de 2010
Zundel Já Está Em Liberdade!

Esta fotografia foi tirada logo a seguir à sua libertação e mostra Zundel com o seu advogado Herbert Schaller (com 87 anos!), que lutou como um verdadeiro leão pela sua liberdade!
Finkelstein Banido em Berlim: Uma Democracia Que Não é Uma Democracia


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (I)

Adaptado daqui.
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.
O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Robert Jensen
Jensen é um professor de jornalismo na Universidade do Texas cujo ódio contra os Brancos irradia praticamente pelo seu corpo. Declarou uma vez, no livro Heart of Whiteness: Confronting Race, Racism and White Privilege, que "Penso que os Brancos não deveriam amar a sua brancura. O melhor para todos, penso eu, seria dar-nos um tiro a nós próprios ainda antes de nos odiarmos". Imaginem a reacção se um professor substituísse “brancura” por “negritude”! Jensen continua: "Quero viver num mundo onde eu possa imaginar, ao menos, que um dia consiga deixar de ser Branco”.
Os Judeus possuem um termo para isto: o “self-hating Jew” [Judeu que se odeia a si próprio]. Os Brancos, aparentemente, também possuem um nome para isso: professor de jornalismo estável e intocável.
Como podemos ver no seu site, Jensen não tem qualquer problema em mostrar as suas posições anti-raça branca ou o seu envolvimento político. No entanto, ignoro que tivesse havido algum estudante que o incomodasse nas aulas ou que colegas membros do corpo docente o tenham denunciado.
Colocando de lado as qualidades e habilidades pedagógicas, a diferença é que estão em lados opostos no que diz respeito à questão da raça na América. Jensen está no “lado correcto” e poderá sempre dizer o que quer, pois é intocável. MacDonald está no “lado errado” e encontra-se na posição de alvo para inúmeros ataques.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O Genocídio Esquecido

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A Maior Mentira Tem Pés de Barro!

Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:
“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia aqui.
Surpreendidos? Só pode ficar surpreendido quem nunca viu O MAIS IMPORTANTE SITE VISUAL DO MUNDO SOBRE O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO DO MUNDO - 9 horas de vídeos que mostram como o holocausto é um mito: uma grande mentira que justifica guerras, militarismo e colonialismo Judaico.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Mossad: Licença Para Matar
Entre os assassinatos a soldo de Israel contam-se uma grande quantidade de militantes pró-Palestinia em Paris, Nicosia, Beirute e Atenas, desenvolvidos como resposta [???!!!] à crise de reféns durante as Olimpíadas de Munique, em 1972, que resultou na morte de 11 Israelitas. Os métodos incluem telefones e camas armadilhadas com bombas e um raide em Beirute durante o qual o actual Ministro da Defesa se vestiu de mulher.
Os carrascos da Mossad poderão ter apenas sentido satisfação quando rebentou a notícia de que o assassinato de Mahmoud al-Mabhouh (no mês passado, no Dubai), comandante militar do Hamas, tinha sido um sucesso. O governo Israelita recusou-se a comentar esta morte que foi, mais uma vez, publicitada mundialmente como da responsabilidade da Mossad, o seu temido serviço de "inteligência secreta". Os seus assassinatos implacáveis ficaram famosos com o filme Munique, que mostrou em detalhe os ataques da Mossad contra os terroristas que mataram os atletas Israelenses na Olimpíada de 1972. Há muito tempo que aquela agência tinha adoptado a táctica de que o silêncio é a maneira mais eficaz de espalhar o terror entre os seus inimigos Árabes.
A seguir podem assistir ao registo das imagens compiladas pelas autoridades do Dubai e que mostram como é que o esquadrão Israelita realizou o assassinato daquele comandante do Hamas. As filmagens recolhidas pelas câmaras do hotel, onde o assassinato ocorreu, e pelas câmaras do aeroporto do Dubai, permitiram à polícia daquele país fazer uma cronologia do tempo e da preparação do assassinato pelo esquadrão, assim como a sua fuga.
A Verdade Dói... Mesmo em Escultura...

Uma escultura que traz elementos religiosos católicos, judeus e muçulmanos foi v
endida em três minutos na feira de arte contemporânea de Madri, Arco 2010, e se tornou a obra de arte mais polêmica do evento.Chamada Stairway to Heaven (Escadaria para o Paraíso), a obra do artista espanhol Eugenio Merino retrata três homens rezando, um em cima do outro: um muçulmano, sobre ele um sacerdote católico e acima dos dois um rabino judeu, todos eles segurando os livros sagrados de suas religiões – o Alcorão, a Bíblia e a Torá.
A obra foi vendida por 45 mil euros (R$ 112 mil) a um colecionador belga cuja identidade não foi divulgada. A escultura provocou a ira dos fiéis na Espanha e recebeu queixas oficiais.
Ao lado dela, aparece outra escultura que une uma metralhadora Uzi com uma menorá (candelabro ritual judaico). [leia a notícia na íntegra]


