George W. Bush, Dick Cheney e Donald Rumsfeld esconderam que foram enviados centenas de homens inocentes para a prisão de Guantánamo porque temiam que, ao libertarem-nos, poderiam prejudicaria o "empurrão para guerra no Iraque e a ampla Guerra Contra o Terror, de acordo com um novo documento obtido pelo The Times.
As acusações foram feitas por Lawrence Wilkerson, um assistente superior de Colin Powell, o antigo Secretário de Estado Republicano, numa declaração que suportava uma acção judicial arquivada de um detido em Guantánamo. É a primeira vez que ste tipo de alegações são proferidas por um alto membro da Administração Bush. [leia a notícia na íntegra].
Na sequência da proclamação do Estado de Israel, os habitantes da aldeia de Ein Hod são expulsos das suas casas e levados à força para um campo de refugiados administrado pelas Nações Unidas. Entre eles encontra-se Dalia, uma palestina lindíssima com dois filhos pequenos - Yousef e Ismael - que chama a atenção de um soldado israelita cuja mulher não pode ter filhos. No caminho para o campo de Jenin, entre a multidão em fuga, Ismael desaparece. É Amal - nascida em Jenin alguns anos depois - quem vai contar-nos o destino trágico dos dois irmãos. Porque Ismael vai ser criado por uma família judia que o baptiza como David e, durante a guerra de 1967, achar-se-á frente a frente com Yousef, que o reconhecerá pela cicatriz que lhe atravessa o rosto e que ele próprio lhe causou na infância. E as consequências desse encontro serão irremediáveis. Passado durante um dos conflitos políticos mais brutais da História, este romance magnificamente escrito e traduzido em várias línguas aborda questões como a amizade e o amor, a identidade perdida, o terrorismo, a rendição e a coragem de lutar pelos direitos mais básicos. SUSAN ABULHAWA é filha de refugiados da Guerra dos Seis Dias, altura em que a sua família foi separada e a terra onde viviam confiscada. Antes de ir para os Estados Unidos, viveu em inúmeros sítios, incluindo o Kuwait, a Jordânia e Jerusalém Oriental. Frustrada com as notícias tendenciosas sobre a condição precária dos palestinos, começou a escrever artigos de opinião para jornais americanos como o 'New York Daily News', o 'Chicago Tribune', o 'Christian Science Monitor' e o 'Philadelphia Inquirer'. Participou em duas antologias: "Shattered Illusions" (Amal Press 2002) e "Searching Jenin" (Cune Press 2003). Venceu o prémio Edna Andrade Fiction and Creative Nonfiction em 2006. Além disso, fundou a Playgrounds for Palestine, uma ONG que defende o direito das crianças palestinas a poderem brincar, mesmo sob ocupação. [podem adquirir o livro aqui]
Gideon Levy (Tel-Aviv, 1953) é um controverso jornalista israelita, membro da direcção do jornal Ha'aretz.
Entre 1978 e 1982, Gideon Levy foi conselheiro de Shimon Peres.
Como jornalista, foi correspondente de guerra do Ha'aretz em Sarajevo, durante a Guerra dos Balcãs.
Muito crítico em relação à política do governo de Israel em relação aos territórios ocupados, Levy publica semanalmente, na sua coluna Twilight Zone, uma crónica sobre a violações dos direitos civis dos palestinianos. O seu tema preferido é a denúncia do recurso sistemático à violência, por parte do governo de Israel, e do que considera manipulação da opinião pública do seu país - o que, segundo a sua opinião, desumaniza tanto o povo israelita como os seus adversários.
Levy já recebeu prémios pela sua actuação na defesa de direitos humanos, mas, por outro lado, já foi também acusado pelo governo israelita de ser um possível risco para a segurança do seu país. É apelidado de "propagandista do Hamas", por uns, e de "heróico jornalista", por outros. [adaptado daqui]
Aqui podem ler uma entrevista (em Inglês) de Levy.
A seguir, dois vídeos com algumas das suas declarações:
Um tribunal Alemão condenou o ultra-conservador Bispo Britânico Richard Williamson, na sexta-feira passada, por negação do Holocausto numa entrevista dada à televisão. O tribunal de cidade Bávara de Regensburg deliberou que Williamson era culpado de incitamento por afirmar, numa entrevista dada em 2008 a um canal Sueco, que não acreditava que os Judeus tivessem sido mortos em câmaras de gás durante a Segunda Guerra Mundial. Williamson tem agora que pagar uma multa de 10,000 Euros. [leia a notícia na íntegra]
O sinal apenas pode ser visto na cena do filme "Fist of Fury, com Bruce Lee...
Durante muitos anos foi considerado um dos melhores exemplos para demonstrar a forma racista como os Chineses eram tratados no seu próprio país durante o início do século passado. Numa altura em que os Europeus, e especialmente os Britânicos, dominavam grande parte da China, um sinal à entrada do Huangpu Park, em Shanghai avisava (supostamente): "Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses”.
Durante décadas esta história foi amplamente divulgada. Está citada em numerosos livros, inclusivamente nos escritos do primeiro presidente republicano Chinês, Sun Yat-Sen. John K. Fairbank, historiador da Universidade de Harvard, refere-se, no seu estudo de 1986, The Great Chinese Revolution (p. 147) ao “muito mencionado (mas nunca fotografado?) sinal no Jardim Público de Shanghai, 'Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses'”.
Mais: parece que não existe qualquer registo de alguém que tenha visto o sinal infame e que a origem precisa dessa história foi sempre obscura.
A questão voltou a levantar furor quando um jornalista Chinês [há uns anos] anunciou que, após uma investigação mais aprofundada, tinha chegado à conclusão de que o sinal nunca tinha existido… Podem continuar a ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.
(...) Houve um amplo apoio para o bem-estar animal na Alemanha Nazi, e os Nazis tomaram várias medidas para assegurar a protecção dos animais. Muitos dos seus lídere, incluindo Adolf Hitler e Hermann Goering, eram defensores dos direitos dos animais. Vários Nazis eram mesmo ambientalistas e a defesa e protecção das espécies e das suas condições foram questões significantes no regime Nazi. Heinrich Himmler fez todos os esforços para acabar com a caça de animais. Goering era um amante dos animais e um conservacionista. As actuais leis de protecção animal na Alemanha são, com uma ou outra alteração, as mesmas introduzidas pelos Nazis. [leiam mais sobre este assunto aqui]
Se estavam à espera de encontrar este assunto num site Nazi, enganaram-se. Isto está publicado (por enquanto) na Wikipédia. Não deixa de ser estranho a preocupação de um regime "bárbaro e assassino" com os animais... Tantos anos depois, a legislação ainda é, practicamente, a mesma. Muito curioso.
O autor falou durante o Revolution Books Town Hall Meeting na Ethical Culture Society, no dia 13 de Janeiro do ano passsado, e condenou Israel e os EUA pela cumplicidade na destruição assassina e pelo genocídio de homens, mulheres e crianças inocentes em Gaza.
(...) "No fundo, eu acredito que um pouco de anti-Semitismo é uma coisa boa para os Judeus - lembra-lhes quem eles são… Anti-Semitismo significa oprimir os Judeus ainda mais do que aquilo que eles merecem". (New York Times Magazine, 12 de Fevereiro, 1995 p. 65).
Estes comentários foram proferidos por Jay Lefkowitz, um político e advogado Judeu Ortodoxo Americano, que trabalhou como Enviado Especial do Presidente Bush para os Direitos Humanos na Coreia do Norte. O facto dos comentários terem vindo de um advogado é esquisito, mas ainda é mais se observarmos o seu papel no Judaísmo Ortodoxo e o seu status como Enviado Especial para os Direitos Humanos na Coreia do Norte.
O que os comentários realmente demonstram é que existe uma quantidade desejável de anti-Semitismo – Mr. Lefkowitz precisa de “um pouco de anti-Semitismo“, não muito – sempre que ausente, pode e deve ser induzido por provocação para perpectuar a causa do Sionismo. Sr. Lefkowitz compartilha este pensamento com Theodor Herzl, o fundador do Sionismo moderno, que testemunhou o anti-Semitismo, mas que, em vez de o combater, abertamente, declarado: "Em Paris … adoptei uma atitude mais livre em direcção ao anti-Semitismo, que agora comecei a entender historicamente e a perdoar. Acima de tudo, reconheci o vazio e a futilidade de tentar "combater" o anti-Semitismo". [podem continuar a ler aqui]
Em 1877, a Rússia Imperial foi responsável pela morte de 40% da população Chechena (cerca de 220,000 pessoas). Quatrocentos mil habitantes de Cherkass foram expulsos por Estaline, por estarem perto da Georgia, odiada da Chechénia. Ele dividiu este país e criou a República da Ingushetia. Em Julho de 1937, a sua polícia secreta, a NKVD, abateu a tiro cerca de 14,000 Chechenos.
Em 1944, Estaline ordenou que toda a população Chechena se reunisse e fosse transportada para os campos de concentração na Sibéria ou deixada para morrer nos campos de gelo. Seguiram-se outros Muçulmanos: Ingush, Tatars, Karachai, Balkars.
Estaline não precisou nem de balas nem de câmaras de gás nos seus campos de concentração. Um terço dos prisioneiros morria, todos os anos, de frio, de fome ou de doenças. No total, cerca de 2,5 milhões de Muçulmanos Soviéticos terão sido mortos por Estaline, entre os quais metade da população Chechena.
No meu novo livro, American Raj, dediquei um capítulo à situação Chechena (“Genocídio no Cáucaso”).
Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991, a Chechénia exigiu a sua independência, tal como outras repúblicas Soviéticas. Em vez disso, o governo de Boris Yeltsin invadiu aquele país, matou cerca de 100,000 civis Chechenos através de bombardeamentos massivos. [podem ler o artigo na íntegra aqui]
O grupo Bilderberg irá realizar o seu encontro anual entre os dia 3 e 6 de Junho em Sitges, Espanha (uma pequena e exclusiva 'cidade resort', a cerca de 20 milhas de Barcelona) e por detrás de um autêntico muro de guardas armados que manterão fechadas as portas do local o tempo necessário para manter o evento em secredo. Leiam mais sobre este assunto aqui.
Já outrora nos salvaram... dizem alguns. Já outrora nos "libertaram" das "bestas racistas" que se queriam apoderar do mundo (e que tal dizer-lhes que passados 20 anos os negros do seu país não tinham quaisquer direitos, nem sequer sentarem-se no mesmo autocarro dos brancos?...). Mas não vamos dizer-lhes. Porque eles são, afinal, os nossos "salvadores" - e onde até os criminosos de guerra passam por heróis.
Por isso não me admirei mesmo nada do que todos poderam ver aqui. Os EUA são muito grandes. E poderosos. Umas grandes bestas e poderosamente cobardes! Sim, porque é tão "terrorista" e "cobarde" o que leva bombas em volta da cintura ou em mochilas para provocar vítimas civis como os que bombardeiam indiscriminadamente e que provocam as mesmas (ou muito mais) vítimas - mas que,neste caso, passam a ser "danos colaterais"!
EUA: realmente muito grandes e muito poderosos. Grandes assassinos e poderosamente impunes!!!
Por isso há quem queira controlar, sanear, censurar, quem contesta este tipo de "política". Por isso há quem queira "ridicularizar" ou simplesmente "rotular" ou "descredibilizar", os que lutam pela verdade histórica. Mas nós gostamos de insistir... e de lhes fazer frente. À nossa maneira.
Tanto com estas (e outras) publicações, como com algumas notícias que nunca farão a abertura dos telejornais, gostamos mesmo é de ser IMPERTINENTES! E quando se preocupam connosco, é sinal que estamos a incomodar alguém...
Mark Weber, director do IHR (The Institute for Historical Review) e Michael Shermer, editor e fundador da revista Skeptic, debatem as posições que cercam o denominado "Holocausto". Weber defende que a história da destruição em massa dos Judeus durante o Terceiro Reich foi propaganda de guerra, e Shermer defende a linha de que a "Solução Final" de Hitler resultou no genocídio de milhões de Judeus.
"Vacinação: A Verdade Oculta" é um filme produzido em 1998, mas nunca foi tão atual.
Vários pontos são abordados neste filme. Autoridades da saúde brandam aos sete ventos como a vacina erradicou várias doenças. Neste filme é mostrado como várias doenças já vinham diminuindo antes do início das campanhas de vacinação, ou como o diagnóstico das doenças mudaram de forma a diminuir os casos estatisticamente.
Mostra também como as vacinas podem levar consigo vírus de outros animais, que podem chegar ao ponto de geneticamente combinar com os genes humanos.
Muitas pessoas simplesmente se recusam a acreditar na verdade, independentemente de quão evidente ela é, mas a documentação impecável apresentada neste fantástico vídeo mudou a opinião de muitos que o viram.
O vídeo apresenta respostas bem documentado para perguntas como:
* Foi realmente as vacinas que nos salvaram? * Por que eles são apenas contraproducente? * Como muitas estatísticas são enganosas? * O que as vacinas contêm? * O que elas estão fazendo para nossos órgãos, o sistema imunológico, mesmo em nossos genes? * São doenças da infância realmente perigosas para as crianças saudáveis? * Por que a vacinação continua? * Quais são os nossos direitos? * Os danos da vacina pode ser avaliado e combatido? * Qual é a verdadeira chave para a imunidade?
Quando o regime Israelita sente a necessidade de criar um Ministério da Propaganda nós percebemos que eles começam a ficar preocupados...
Esta preocupação é partilhada pelos sempre dedicados Sionistas e outras pessoas espalhadas pelo mundo. Esta sua preocupação é simples: o mundo está a começar a perceber que o regime Israelita e as suas políticas, tanto no passado como no presente, não passam, de um regime discriminatório (um autêntico APARTHEID)!
Sobre a "legitimidade" do estado de Israel, podem ler este artigo muito interessante.
Um das afirmações mais chocantes e caluniosas sobre o Holocausto é a história de que os Alemães teriam manufacturado sabão através dos corpos das suas vítimas (o embuste voltou a ser notícia aqui). Embora uma afirmação semelhante, durante a Primeira Guerra Mundial, tivesse sido exposta como uma mentira, pouco anos depois, o assunto foi ressuscitado e amplamente divulgado na Segunda Guerra Mundial.
Mais importante ainda foi que esta acusação foi "provada" no principal julgamento de Nuremberga de 1945-1946 e endossado autoritariamente por numerosos historiadores nas décadas seguintes.
Mais recentemente, como parte de uma ampla retirada de aspectos mais evidentemente insustentáveis da história "ortodoxa" do extermínio exterminação, os historiadores do Holocausto admitiram relutantemente que a fábula do sabão humano é uma mentira de propaganda de guerra. Apesar de tudo, na sua retirada, estes historiadores tentaram terminar a história do sabão como um mero “rumor” do tempo de guerra, esquecendo-se de mencionar (de forma negligente) que as organizações Judias internacionais e governos Aliados da altura defenderam essa mentira difamatória.
David Cole é um talentoso judeu revisionista que visita Auschwitz para verificar a existência das alegadas câmaras de gás para extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler.
Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.
Em visita ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que conhecer o local era "quase obrigatório" para qualquer chefe de Estado do mundo.
(...) "Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse o presidente na saída do local.
(...)
Recusa polêmica
A ida ao museu ocorreu no mesmo dia em que a chancelaria israelense havia programado uma visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
O fato de a comitiva brasileira ter rejeitado o convite gerou duras críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, teria boicotado o discurso que o presidente brasileiro fez no Parlamento israelense.
O chanceler também boicotou um encontro entre Lula e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultra-nacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. [leia a notícia na íntegra]
Eustace Mullins, o lendário autor de centenas de livros e panfletos que procuraram demolir as mentiras vindas da guerra entre os meios de comunicação social, morreu no dia 2 de Fevereiro deste ano. (...) Considerado por muitos o maior historiador político do séc. XX, as meticulosas investigações de Mullins denunciaram e atingiram mais segredos políticos do que ualquer outro alguma vez se atreveu a fazê-lo. [podem continuar a ler mais sobre este assunto aqui]
5 Formas em que sua TV esta lentamente matando você
1. TV deixa você mais morto.
Ver TV é um passatempo bastante mortal, a pesquisa sugere. Não importa quanto tempo você gasta na musculação, cada hora que você gasta em frente da televisão aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas, segundo um relatório recente na publicação "Circulação: Jornal da Associação Americana do Coração". (...)
2. TV faz você bêbado.
TV faz você beber mais. Quando se trata de beber, estamos aparentemente muito suscetíveis ao que vemos na televisão, segundo um relatório publicado em "Álcool e Alcoolismo". (...)
3. TV pode fazer o seu filho engravidar/ sua filha ficar grávida.
Os adolescentes que assistiram a uma série de TV que incluía conteúdos sexuais tinham duas vezes mais probabilidade de engravidar, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics. (...)
4. TV enfraquece os ossos.
Horas gastas assistindo a TV podem resultar em uma criança com os ossos frágeis, de acordo com um estudo publicado no Journal of Pediatrics. Até chegarmos por volta dos 25 anos, nós acumulamos massa óssea em uma espécie de conta poupança. Quanto mais osso que construímos quando somos jovens, menor a probabilidade de que estamos a desenvolver osteoporose. (...)
5. TV torna você menos empenhado.
Um estudo recente descobriu que enquanto a TV está ligada - mesmo que seja apenas de fundo - os pais interagem menos com seus filhos. Para saber mais sobre os efeitos da TV, os investigadores trouxeram 51 crianças e bebês, cada um acompanhado por um dos pais a um centro de estudo da criança, de acordo com o relatório publicado Child Development. (...)
Apesar do Sionismo representar tipicamente por si próprio a solução para o anti-semitismo, a verdade é diferente. Aliás, a hostilidade contra os Judeus é indispensável à causa do nacionalismo Judaico. Se o anti-semitismo não existisse, os Sionistas teriam que inventá-lo. E, em muitos casos, foi exactamente isso que eles fizeram.
Ao contrário da percepção comum de que o Sionismo se opõe ao anti-semitismo, os seus seguidores, de vez em quando, revelam uma atitude ambivalente para com o ódio aos Judeus.
Em 1895, Theodor Herzl, o fundador do Sionismo moderno, escreveu de forma profética nos seus Diários: “Os anti-semitas tornar-se-ão os nossos amigos mais chegados e os países anti-semitas os nossos aliados”. Mesmo o sofrimento infligido aos Judeus Europeus pelo Holocausto Nazi não parece ter acalmado tal cepticismo. Em 1995, Jay Lefkowitz, um funcionário americano do governo, relatou à revista New York Times Magazine que "no fundo, acredito que um pequeno acto anti-semita é uma coisa boa para os Judeus se lembrarem de quem eles são”. [leia tudo aqui]
Há duas definições de anti-semitismo no contexto Judeu. Uma nasceu com uma história real e representa uma verdade. A outra é parcial e encomendada da mitologia Sionista e foi inventada para chantagear os Europeus não-Judeus e os norte-americanos para que se abstenham de criticar Israel ou, para ser mais preciso, permanecerem em silêncio quando os seus líderes recorrem ao terrorismo de Estado e demonstram das mais várias maneiras o seu completo desprezo pela lei internacional.
O anti-semitismo definido de forma adequada e honesta é um preconceito contra e até mesmo um ódio aos Judeus, a todos Judeus de toda a parte, somente porque são Judeus.
O anti-semitismo, definido pelos Sionistas, o colonialismo, a limpeza étnica empreendida por alguns Judeus, veio passar a querer dizer quase toda a crítica às políticas e às acções de Israel, em particular a sua opressão contra os Palestinianos e também a crítica baseada em revelações recolhidas da documentada verdade histórica expõem a propaganda Sionista pela sua própria falta de senso.
De outra forma, o anti-semitismo definido pelos defensores de Israel é algo escrito ou dito por qualquer pessoa que desafie e contradiga a versão sionista dos acontecimentos. Na prática, os Sionistas dizem, "Se discorda de nós, é anti-semita“. [leia o artigo na íntegra]
Quando iniciei aqui uma série de 'posts' sobre o "SIONISMO DESMASCARADO", a ideia era, para aqueles que insistem em misturar tudo, demonstrar que CRITICAR A POLÍTICA INTERNACIONAL DE ISRAEL, POR EXEMPLO, PARA COM A QUESTÃO PALESTINIANA, NÃO PODE SER CONSIDERADO ANTI-SEMITISMO. Mais: o que se condena não são os Judeus e o seu culto, mas sim os Sionistas e os tentáculos do seu lobby, especialmente na política internacional dos EUA. Portanto, a acusação de que este blogue é um local de "ódio a Israel e ao Judaísmo", ou de puro "anti-semitismo", não cola e só serve para desviar as atenções do verdadeiro problema.
A estratégia de certos crentes é sempre a mesma. Veja-se no caso de Robert Faurisson. É anunciado com "negacionista do Holocausto", alguém que "já foi punido pelos Tribunais", alguém que "apela ao ódio", etc. Mas não vejo nenhum daqueles crentes confrontar as suas ideias com outras respostas. Nem precisam. Actualmente, se Faurisson (ou aguém que partilhe da sua opinião) abre a boca, é multado ou preso, pois o facto histórico denominado Holocausto é o único que não permite uma discussão aberta.
Vamos a mais um exemplo simples. Vejam este vídeo -que se encontrava inicialmente aqui, mas que foi removido por ser considerado um "discurso de ódio":
O vídeo nunca será analisado pelo tema em si, pela questão levantada - o último filme de Tarantino - mas sim por quem fala e pelo seu passado. Inglourious Basterds não passa de um filme doente, sádico, que defende a tortura. Em resumo, é um filme de ódio Judaico. No entanto, com a aprovação que tem merecido dos principais média, só vem demonstrar o quanto doente anda Hollywood e os média controlados pelos lobbys Sionistas. Porém, David Duke pode falar do que quiser, porque os crentes exterminacionistas apenas falarão do seu passado de militância no KKK. Irão sempre rotular as suas palavras de "ódio" e censurarão os seus vídeos. Ou seja, mesmo que seja tudo verdade o que ele diz, como ele pertenceu a um grupo ou associação "criminosa" passa a ser mentira ou a não ter credibilidade.
Posso afirmar que as diferenças entre o nacionalismo Judaico (Sionismo) e o de outros países e culturas, neste caso, são a quadruplicar:
1. O Sionismo é uma espécie de verdadeiro fermento feiticeiro de xenofobia, racismo, ultra-nacionalismo e militarismo que o coloca bem fora de um "mero" contexto nacionalista - por exemplo, quando estava na Irlanda (em ambas as partes), não vi qualquer indicação do PIRA [Provisional Irish Republican Army], nem de qualquer outro que lute e pressione para uma Irlanda unida, com algum projecto em que o objectivo fosse empurrar os Protestantes para campos nem para fora do país - embora pudesse haver alguns que quisessem isso - e ainda vai para mais além da miséria que atingiu alguns devido aos Nazis;
2. O Sionismo consegue subverter a lealdade cívica entre os seus seguidores noutros países de uma forma que outros movimentos nacionalistas (e mesmo movimentos ultra-nacionalistas, como o Nazismo) não fizeram - por exemplo, uma grande maioria dos Judeus Americanos, inclusivamente aqueles que não estão abertos à dupla nacionalidade, abraçam esta forma de bigamia política denominada "lealdade dupla" (a Israel e aos EUA). Ela é tão desonesta quanto a bigamia conjugal (…) e não existe nenhum paralelo no que diz respeito a identidade nacional e cultural abraçada por qualquer outro grupo étnico ou racial na América (…).
3. O "inimigo" dos movimentos nacionalistas normais é o poder de ocupação e talvez permita, uma vez conseguida a independência, as relações normais com o poder dos ocupantes (passa a ser a norma). Porém, para o Sionismo, quase todo o mundo é um inimigo real ou potencial, diferindo só em proximidade e colocação na sua muito longa lista de inimigos (que é agora também a lista de alvo da América);
Por onde andam os paladinos dos "direitos humanos" (que pelos vistos só existem para alguns!) quando são confrontados com estas fotografias? Responda quem souber...
Se você se satisfaz in ad hominem com ataques (atacar a pessoa em vez da questão) deve estar à espera de receber o mesmo em retorno. As questões relacionadas com o rótulo do “anti-semitismo” são muitas. Inicialmente, a expressão "anti-semita" não passava de um termo impróprio. Era definido como “ódio aos Judeus ou ‘Judeophobia’”. O rótulo do "anti-semitismo" está errado porque nem todos os Judeus são Semitas e muitos Árabes são.
Em 2004, o Congresso dos EUA elaborou o Global Anti-Semitism Review Act [Acto Global de Revisão do Anti-Semitismo]. O Acto define uma pessoa como sendo anti-semita por possuir uma série de crenças. Os meus comentários seguem depois cada um dos 14 itens que, supostamente, revelam anti-semitismo.
1) Qualquer afirmação de "que a comunidade Judaica controla o governo, os média, os negócios internacionais e o mundo financeiro". De acordo com isto, não importa se a afirmação é verdadeira ou não. A verdade não é um assunto. A simples declaração transgride o Acto. Em si, este facto fornece claras provas do controlo do governo dos EUA.
2) A expressão de "Forte sentimento anti-Israel". Assim qualquer crítica a Israel pode ser considerada anti-semita. Israel pode mutilar Gaza e escapar às consequências.
3) Expressar uma "Crítica virulenta" aos líderes de Israel, do passado ou presente.
Menachem Begin pode ter conduzido o massacre de Irgun e a expulsão de milhares de Palestinianos, mas é considerado anti-semita dizer isso.
4) Qualquer crítica à religião Judia ou ao seus líderes religiosos com ênfase no Talmud e Kabbala. É perfeitamente aceitável, como liberdade de expressão, difamar o Islão, mas qualquer crítica ao Judaísmo transgride o Acto. [podem continuar a ler sobre este assunto aqui]
Um fenómeno sem explicação ocorreu em Pont-Saint-Esprit, uma pequena localidade a sul de França em 1951. De repente, cinco pessoas morreram misteriosamente, dezenas foram internadas em hospícios e centenas sentiram-se mal. Agora alega-se que a CIA seria responsável pelos factos.
(...)
O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.
Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.
Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria. [leia a notícia na íntegra]
O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição. Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos. Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
Uma mulher Alemã com 80 anos rompeu agora o tabu antigo do silêncio sobre as violações que ela própria sofreu nas mãos de soldados Soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial com a publicação de um livro onde revela os crimes do Exército Vermelho quando este marchou em direcção a Berlim.
"Why Did I Have To Be A Girl" ["Por Que é Que Eu Haveria de Ser Uma Rapariga?"], de Gabriele Koepp, é o primeiro livro publicado sobre as violações sob o verdadeiro nome da vítima. Mrs. Koepp foi uma dos cerca de dois milhões de vítimas, raparigas e mulheres Alemães, que foram violadas pelos soldados Soviéticos, encorajados pelo seu líder Estaline que via nesse crime uma vingança e um espólio de guerra depois da invasão de Hitler que deixou 26 milhões de mortos Russos. "Frau. Komm" eram as palavras que as mulheres mais temiam ouvir dos soldados do Exército Vermelho. [leiam a notícia na íntegra]
Podem ler outra notícia sobre o mesmo assunto aqui.
O Revisionismo em Linha aguarda (sentado...) a tradução deste livro para Português...
Este ensaio pretende lançar um olhar detalhado para a campanha secreta do Presidente Roosevelt dos EUA para provocar uma guerra na Europa antes de terem começado as hostilidades em Setembro de 1939.
Destaca os seus esforços para pressionar a Grã-Bretanha, a França e a Polónia para a guerra contra a Alemanha em 1938 e 1939. Franklin Roosevelt não apenas envolveu a América de forma criminosa numa guerra que já tinha engolido a Europa, como suportou a grave responsabilidade pela continuidade da epidemia da guerra mais destrutiva de todos os tempos. Este papel acentuou-se ainda mais com a revelação dos documentos secretos Polacos que caíram nas mãos dos Alemães quando Varsóvia foi capturada, em 1939.
Estes reveladores documentos também confirmam o papel crucial de poder Judeu em influenciar a política externa dos EUA durante estes anos. [leia tudo aqui]
Não precisamos de pesquisar muito para encontrarmos no Youtube a "explicação" para esta suposta "teoria da conspiração" (de que o assassino de JFK teria sido o motorista da limusine).
Neste vídeo, Bob Harris pretende desmascarar tal teoria.
[Este texto não é de minha autoria e desconheço o seu autor]
Para aqueles que ainda têm algumas ilusões de que a Política pode ser minimamente limpa, vejam este vídeo. Para o Poder tudo é permitido.
E se pensavam que os políticos eram donos do Poder, não se iludam, pois o Poder é o dono da Política.
Neste vídeo vê-se que o condutor da limusina que leva o Presidente J.F.Kenedy e a sua mulher, a 22 de Novembro de 1963 em Dallas no Texas, dispara uma pistola, a partir do acento, contra o presidente.
Nesse dia, John F. Kennedy recebeu vários disparos. Este feito foi denunciado em várias oportunidades por William Cooper, ex membro da equipa de informação de dos Serviços Secretos da Marinha dos Estados Unidos, tendo sido assassinado pelo Departamento de Estado no ano de2001, por revelar diferentes segredos obscuros da CIA, do Departamento de Estado, da NASA, de diferentes governantes, etc.
Cooper menciona no seu livro a existência de um vídeo em particular, ao qual ele teve aceso devido ao seu trabalho nos Serviços Secretos da Marinha e que é o único vídeo que mostra como o próprio condutor dispara contra o presidente dos Estados Unidos.
Este é o vídeo de que tanto falou Cooper e foi ocultado da opinião pública pelo Departamento de Estado e pela CIA durante décadas.
Assumimos que o vídeo foi "libertado" por esta obscura agência dos Serviços Secretos, da mesma forma que desclassifica documentos.
Ao observarem o vídeo poderão tirar as vossas própias conclusões.
Neste vídeo pode ver-se CLARAMENTE, que o condutor da limusina É QUEM MATA John.F.Kenedy. Com um segundo disparo na frente, que o aniquila.
Sempre me perguntei porquê JACKIE deslisava o tronco naquela direcção. De maneira aparentemente ILÓGICA (os disparos de Oswald (???) foram feitos por detrás) o crânio move-se como se tivessem disparado da frente..!!!
Aqui fica CLARÍSSIMO porquê...!
[Fim de citação]
Teoria da conspiração? Apenas um louco? Ou alguém muito incómodo por saber demais?
O Revisionismo em Linha vai dedicar, mesmo assim, esta semana a William Cooper, para que todos vós possam tirar as suas conclusões.
O vídeo que defende que foi o motorista o assassino está aqui:
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Gregory Jay
Gregory Jay é professor de Inglês na Universidade de Wisconsin-Milwaukee. Não sei como é que isso o qualifica ao ponto de querer bater nos brancos por os considerar a causa de todos os males do mundo. O certo é que ele o faz.
Jay propõe-se elaborar “estudos sobre os brancos” que, como podem imaginar, não tem nada a ver com a apreciação da raça branca ou da sua cultura. No ensaio entitulado "Who Invented White People?" [“Quem Inventou a Raça Branca?] uma ilusão insana sem qualquer fundamentação científica, afirma que somos todos uma mistura de raças e insiste que os brancos beneficiaram injustamente de privilégios.
Se "a raça não existe", será que o Professor Jay considera isto tudo o “descarregar de uma acção afirmativa”? E alguma vez ouviu essa afirmação de que “a raça não existe” dirigida directamente para os Negros ou os Hispânicos, acrescentando que a “negrura é uma construção social” ou que ser Hispânico ou Latino uma “ilusão” e que La Raza deveria fazer as malas e voltar para casa? Engraçado, nunca ouvi isso.
E podemos acrescentar que Gregory Jay nunca teve a sua aula sabotada ou colegas membros da faculdade a fazerem encontros sombrios os quais não passam de racismo anti-branco. Anteriormente, o presidente da CSULB, F. King Alexander, e o seu Senado Académico fizeram declarações onde se distanciavam das posições de MacDonald. Mas para ter crédito, este estabelecimento de ensino aparece a dar o seu apoio à liberdade de investigação e escreve tópicos sobre esse assunto. "Liberdade académica, liberdade de expressão... Nós não mudaremos", disse-me um porta-voz da universidade ao telefone. CSULB fez referência que tais interrupções e sabotagens às aulas são uma violação à política da universidade. A Polícia do Campus está a corrente da situação e está pronta a responder aos telefonemas (562-985-5049 ou 911).
Fica o meu conselho aos agitadores e sabotadores: tentem antes debater as questões. Façam discursos a seu tempo. Escrevam cartas. Escrevam nos blogues socialistas. E convidem Jensen, Ignatiev e Jay para um fórum universitário anti-brancos. Tenho a certeza que ninguém aparecerá lá a barafustar ou a sabotar.
No dia 1 de Março de 2010, depois de estar preso sete anos e três semanas apenas pelas suas convicções e crenças em seis prisões em três estados em dois continentes, Ernst Zundel foi libertado da Penitenciária de Mannheim!
Conheçam um pouco mais sobre este homem "tão perigoso" neste vídeo produzido pelo seu 70º aniversário, a 24 de Abril de 2009.
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Ignatiev, professor de história do Colégio de Artes de Massachusetts, é fundador de um jornal chamdo Race Traitor Motto: treason to whiteness is loyalty to humanity) e colaborador do Harvard's W.E.B. DuBois Institute. Ele escreveu no Harvard Magazine que "abolir a raça branca" é "é tão desejável que alguns até irão achar inacreditável" que apenas os "supremacistas brancos" se irão opor. [ Abolish the White Race, Setembro-Outubro 2002 ] Mais uma vez, o silêncio… Será anormal um estudante branco ficar algo incomodado? Não. Mesmo assim, ninguém lhe chamou a atenção.
Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).
O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.
O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).
Mais do que nunca, vamos exigir que esses preciosos registos sejam publicados!
Esta fotografia foi tirada logo a seguir à sua libertação e mostra Zundel com o seu advogado Herbert Schaller (com 87 anos!), que lutou como um verdadeiro leão pela sua liberdade!
(…) [Norman] Finkelstein incita à violência? As suas opiniões violam as normas legais ou os direitos humanos? Nada disso. Pelo contrário. A razão para essa proibição vem do veto de certos grupos que procuram evitar as críticas a Israel, ligando este assunto com a questão do anti-semitismo. Isto é uma velha associação sem sequer ser interessante. O que é interessante, no entanto, é que o público Alemão compra esta estupidez e nega a vinda de um homem, que perdeu parte da sua família em campos de concentração Alemães, para conversar em solo Alemão, tolerando o que é rotulado de anti-semita: as suas reflexões sobre a violência de Israel. Na realidade, aconteceu o mesmo alguns meses atrás ao historiador Israelita Ilan Pappe em Munique, quando o responsável pela cidade cancelou um debate programado. Pappe respondeu na altura numa carta aberta que o seu pai "tinha sido silenciado de maneira semelhante como Judeu Alemão no início dos anos 30. [leia a notícia na íntegra]
"Se o Hamas faz explodir um autocarro em Tel Aviv e diz: 'o nosso objectivo era destruir o veículo e não matar os passageiros', as pessoas riem-se...
Mas é tudo tão diferente [já ninguém se ri!...] quando Israel lança uma tonelada de bombas sobre Gaza e em bairros densamente povoados, como fez em Julho de 2002, e depois dizem: 'nós não queríamos matar civis, apenas queríamos matar terroristas Palestinianos'"...