terça-feira, 10 de agosto de 2010

Porque Não Gostamos de Mentiras... (II)

Haverá Coragem Para Reescrever a História?

... O documento está na sua posse e agora a história de Segunda Guerra Mundial pode ter que ser reescrita: A CULPA FOI DE ESTALINE. O documento, datado de Outubro de 1939, é composto por três páginas em inglês e que, supostamente, refere-se a um diálogo em Moscovo entre uma delegação de Checoslováquia e um alto funcionário do Ministério das Relações Exteriores Soviético. Os Checos tentaram descobrir porque é que a URSS tinha assinado o tratado de não-agressão com a Alemanha Nazi, o Pacto Molotov-Ribbentrop em Agosto de 1939. Alguns dias mais tarde os Alemães invadiram Polónia e a Segunda Guerra Mundial começou. O funcionário Soviético, cujo nome era Alexandrov, explicou à delegação Checa que se a União Soviética tivesse assinado um acordo com o Ocidente, Hitler não se teria atrevido a começar uma guerra, e sem essa guerra o Comunismo não teria tido nenhuma possibilidade de se impor na Europa. Ele também elaborou uma lista com os benefícios para a União Soviética com o pacto com Alemanha nazi e também com a guerra.
[Leia a notícia na íntegra]




Podem ainda ler mais sobre este assunto aqui.

Porque Não Gostamos de Mentiras...

“Dez Grandes Mentiras” Sobre Israel

Michel Collon, um jornalista e autor belga, criticou a mídia européia em seu livro “Israel, let’stalk about it”, de estar “mentindo” há décadas para as pessoas com o intuito de fornecer suporte a Israel.

Collon, em seu livro, relacionou “10 grandes mentiras” disseminadas pela mídia ocidental com objetivo de “justificar a existência e ações de Israel”, as quais são apresentadas concisamente abaixo:

1. A primeira mentira é que o Estado de Israel foi estabelecido em reação ao massacre de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Esta noção é completamente errônea. Israel é, de fato, um projeto dominador que foi aprovado no Primeiro Congresso Sionista, na Basiléia, Suíça, 1897, quando judeus nacionalistas decidiram ocupar a Palestina.


2. A segunda justificativa para estabelecer e legitimar Israel é que os judeus estão retornando para a terra de seus antepassados, de onde foram expulsos no ano 70 DC.

Isto é uma lenda. Eu tenho conversado com o famoso historiador israelense Shlomo Sand e outros historiadores, e eles todos acreditam que não aconteceu nenhum “êxodo”, portanto, não tem sentido falar em “retorno”. As pessoas que moram na Palestina não deixaram suas terras na antiguidade.

De fato, os descendentes de judeus residindo na Palestina são as pessoas que sempre moraram na Palestina. Aqueles que reclamam querer retornar a sua terra são originários da Europa ocidental e oriental e do norte da África.

Sand diz que não existe nação judaica. Os judeus não têm uma história, língua ou cultura em comum. Eles têm somente coisas em comum em sua religião, e religião não faz uma nação.

[Podem continuar a ler aqui]

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alimentos: O Último Segredo Exposto

Alex Jones fala sobre os alimentos e o que estão a fazer à nossa comida.




terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Revisionismo em Linha Está Solidário Com Gerd Honsik


E estamos solidários porque também existimos para denunciar esta vergonha que faz aproximar, por um lado, e afastar, por outro, a LIBERDADE DE EXPRESSÃO e a HIPOCRISIA!

Confusos? Vamos explicar.

Há mais de um ano, podíamos ler:

"Não há mais palavras para exprimir o que acontece em nossos países. Nenhum relato de horrores pode encontrar palavras cabíveis para descrever como os mais dignos entre nós são exterminados. Somente a comparação com desgraçados períodos da história pode nos fazer entender a dimensão deste desprezo pelo ser humano na atualidade.

Gerd Honsik foi condenado a 27 de abril de 2009 através do veredicto dos jurados (unanimidade) a mais cinco anos de prisão fechada. Para não sobrecarregar os jurados com uma pena de 20 anos, partes da acusação foram retiradas e reservadas para um novo processo. Novos processos estão planejados, com novos jurados, para ver Honsik morrer na masmorra.
[Podem continuar a ler o artigo aqui]

Gerd Honsik, apesar de tudo, NÃO SE VERGA! E luta por tudo aquilo em que acredita!

Sabemos que as armas não são as mesmas (LONGE DISSO!). Sabemos que o campo de batalha é demasiado adverso para ele! Mas fica aqui a nossa solidariedade.

PORQUE A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

O vídeo que se segue explica bem onde pode chegar a hipocrisia, não só dos tribunais, mas também dos média.




Percebem agora?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Área 51

Esta é uma megaprodução que mostra por dentro e em detalhes segredos nunca antes revelados sobre o resgate de UFOs acidentados e levados à base militar mais secreta do mundo, a Área 51. Este é o documentário mais completo, profundo, informativo e elogiado sobre o tema, derivado do famoso Dreamland. Você verá nele fatos inéditos e imagens estarrecedoras sobre o local onde os ufólogos e cientistas norte-americanos acusam seu governo de levar e esconder inclusive UFOs abatidos por aviões de caça e os seres capturados. Nenhum outro DVD de qualquer país, igualou a este vídeo, que recebeu inúmeros prêmios por sua maneira clara de mostrar, com grande profissionalismo, um tema tão conturbado.










Estudo Indica Que Oceanos Podem Estar Escondidos Sob a Crosta da Terra



Um estudo que mediu a eletrocondutividade no interior do planeta indica que talvez haja imensos oceanos sob a superfície da Terra.

A água rica em sais minerais ionizados é um condutor extremamente eficiente de eletricidade.

Por isso, cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre - região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo - poderiam ser um indício da presença de água.

Os pesquisadores criaram o primeiro mapa global tridimensional de condutividade elétrica do manto. Os resultados do estudo foram publicados nesta semana na revista científica Nature.


[LEIA A NOTÍCIA NA ÍNTEGRA]

Estaremos novamente perante a teoria que defende que "a Terra é 'oca'"?...


domingo, 1 de agosto de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 8: Os ‘Einsatzgruppen’ usaram camiões onde os gases de combustão saídos dos mesmos assassinaram uma grande quantidade de Judeus na Frente Leste.

Resposta: Ninguém alguma vez conseguiu provar que uma única pessoa, Judia ou não-Judia, tenha sido assassinada pelos Alemães daquela forma. Não foi encontrado alguma vez algum veículo com aquelas características. O enorme corpo da literatura do “holocausto” não contém uma única fotografia ou desenho desse veículo. (A única excepção é o livro de Gerald Fleming, “Hitler und die Endlösung” [54], que mostra um desenho de um camião alegadamente usado como ‘camião de gás’. Mas como referiu um investigador anti-revisionista, Jerzy Halberstadt, o veículo mostrado por Fleming foi encontrado em Novembro de 1945, numa fábrica em território Polaco, e depois examinado por uma comissão Polaca para crimes de guerra, que chegou à conclusão que ele não tinha sido usado com propósitos homicidas, mas apenas para transportar mobílias [55].)
Os historiadores do “holocausto” apresentam normalmente dois documentos que, alegadamente, provam o uso de ‘camiões de gás’ para o assassinato de Judeus. Tal como o alemão Ingrid Weckert[56] e o francês Pierre Marais[57] demonstraram, estes documentos não passam de falsificações grotescas. De acordo com o primeiro deles, o “Documento Becker”[58], estes veículos apenas poderiam circular com bom tempo e tornavam-se absolutamente inúteis quando começava a chover! O alegado autor deste documento ridículo, supostamente um oficial Alemão, descreve como ele teve que subornar outros alemães para obter as peças sobressalentes necessárias para estes veículos assassinos! Neste caso, a falsificação é tão descarada que E. Kogon, H. Langbein e A. Rückerl não se atreveram a incluir este exemplo de “prova” na sua conhecida “documentação” Nationalsozialistische Massentötungen durch Giftgas [59] ("Assassinatos em Massa Nacional Socialistas Com Gás Venenso”). Mas a segunda “prova documental”, o “Documento Just” [60], o qual está cheio de absurdos técnicos, é igualmente patético.
Se o Dr. Karsai persistir no seu argumento de que os Alemães usaram veículos homicidas com gás para o assassinato de Judeus, pensamos que é sua obrigação dizer-nos onde é que podemos ver um desses veículos. Se ele não conseguir fazer isso, deixemos, pelo menos, que ele nos mostre uma impressão digital, dessa altura. de um Alemão ou um documento que prove o uso desses veículos – um documento genuíno, por favor, e não uma vulgaríssima falsificação!


Argumento 9: A quantidade de Zyclon B entregue em Auschwitz era demasiado elevada para ser usada exclusivamente em acções de desinfestação.

Resposta: Não, não era. Em 1942, foram entregues em Auschwitz cerca de 7,500 kg de Zyklon B e em 1943 cerca de 12,000 kg [61]. (A quantidade para 1944 não é conhecida). Auschwitz foi infestada por piolhos, que dão origem a altas e perigosas febres, as quais foram a causa principal para a alta mortalidade no campo. Centenas de barracões e um grande número de oficinas tiveram que ser desinfestadas regularmente e Auschwitz tinha cerca de 30 campos satélites.
Um relatório escrito a 22 de Julho de 1943 pelo SS-Untersturmführer Johann Schwarzhuber, Schutzhaftlagerführer da secção masculina do campo de Birkenau, demonstra a extensão do uso de Zyklon B para a desinfestação:


"A meio de Maio de 1943, o antigo campo masculino de Birkenau, B 1 b, estava quase livre de piolhos e – com algumas poucas excepções – também livre das febres altas. Isto apenas foi alcançado pelo uso diário das instalações de desinfestação. Começando a meio de Maio, todo o campo de ciganos, mais os sacos de palha, cobertores, roupas, assim como o campo feminino, foram desinfestados." [62]


A propósito, Jean-Claude Pressac, que chegou a ser reconhecido pelos média como o principal especialista de Auschwitz, escreveu que 97 a 98% do Zyclon B entregue naquele campo foi usado para procedimentos de desinfestação e que apenas 2 a 3% para gaseamentos homicidas [63]. Tendo em conta que a diferença entre 100% e 97-98% não é estatisticamente significativa, mesmo de acordo com Pressac, a quantia de Zyklon B entregue nos campos Auschwitz não prova que ele tenha sido usado para matar seres humanos.


(CONTINUA)




sábado, 31 de julho de 2010

Atlântida - As Primeiras Narrativas

Grande ilha ou continente que, segundo narrativa de Platão, estaria localizada além das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar). Conforme a lenda, a ilha coubera a Netuno, quando, nos primeiros tempos, os deuses fizeram entre si a partilha do mundo. Netuno, que viveu na ilha por longo tempo em companhia da jovem Clito, dividiu a região em dez partes, cedendo-as a cada um dos dez filhos que tivera de sua união com a jovem mortal. Todos os reis de Atlântida, contudo, obedeciam ao irmão Atlas, filho mais velho de Netuno. Os soberanos da misteriosa ilha, explorando suas riquezas, como o ferro, o cobre e o ouro, fundaram grandes e ricas cidades, alcançando progresso e grande poderio. Mas fracassaram na sua tentativa de dominar os atenienses, que os repeliram com uma poderosa armada. Ainda segundo a narrativa de Platão (baseada em informações obtidas de sacerdotes egípcios), os atlantes entregaram- se aos vícios e perverssões, o que, atraindo a coléra dos deuses, redundou na sua destruição, com grandes maremotos e tremores de terra. Houve uma época em que o Delta do Egito e a África do Norte faziam parte da Europa. Antes que a formação do Estreito de Gilbratar e o levantamento interior do Continente alterassem por completo o mapa da Europa.

A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida. A destruição da famosa Ilha de Ruta e da ilha menor de Daitya - que se deu há cerca de 850.000 anos, no fim do período Plioceno, não deve ser confundida com a submersão do continente principal da Atlântida, durante o período Mioceno.

A causa do desaparecimento da Atlântida, foram as perturbações sucessivas do eixo de rotação. Este cataclismo começou nos primeiros tempos da era Terciária e, continuando durante muito tempo, determinou a extinção, pouco a pouco, dos últimos vestígios da Atlântida, com a exceção provavelmente de Ceilão, e de uma pequena parte do que agora é a África.

O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua explêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras têm servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente.

[PODEM CONTINUAR A LER AQUI]










sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Denominado "Sol de Pouca-Dura"...


"O LOBBY JUDAICO CONTROLA A POLÍTICA INTERNACIONAL DE WASHINGTON!"

"AS ACÇÕES DE HITLER DEVEM SER COLOCADAS NO DEVIDO CONTEXTO!"

Certamente que o mais comum dos cidadãos pensará que estas duas frases pertencerão a algum Nazi, anti-semita ou qualquer pessoa ou partido "mais radical à direita" ou coisa do género. O normal... Mas não. Oliver Stone surpreendeu tudo e todos ao afirmar aquilo mesmo. Porém, como se costuma dizer por cá, "foi Sol de pouca-dura" e o senhor lá apareceu a pedir desculpa, curvando-se em vénias e arrependimentos hipócritas, pois isto de ofender o "povo eleito" trás muitas e nefastas consequências - que o diga também Mel Gibson.

Leiam mais sobre este assunto aqui.

Vejam também este debate sobre o assunto:







"- Os Judeus dominam os média?"

"- Bem, isso é uma velha história"...

E a conversa avança e ela não diz mais nada sobre esse assunto em particular!!!!
COMO SEMPRE, O ASSUNTO TABU... PERMANECE TABU!!!!

David Icke - Desprogramação de "Hipnose-Social"


Este video é uma brilhante sequência de desprogramação básica e inicial. Serve de iniciação aos temas e a aprofundamento futuro. Servida aqui como apresentação do autor da Lux-Citania de "Eu sou Eu, Eu Sou Livre"; "Filhos da Matriz" e "Guia Global da Conspiração". Este video serve também de introdução para o proximo livro que terá lançamento global em 2010.




O carismático investigador de criptopolitica, globalização, espiritualidade e conspiração global, vai estar em Portugal!

David Icke estará pela primeira vez em Portugal com o tema "Raça Humana, Ergue-te". Esta conferência enquadra-se no seu tour mundial de lançamento do seu último livro com o mesmo título.

David Icke fará uma apresentação de 8 horas com mais de 1000 ilustrações, na sala Petropólis do Hotel Altis em 30 de Outubro de 2010.
Ele irá expor a conspiração global e a natureza da nossa realidade de uma forma mais abrangente do que nunca.David Icke é autor e foi jornalista da BBC e é autor de 4 vídeos e 15 livros traduzidos em mais de 8 línguas, sobre a conspiração global, e tem sido orador nos EUA, Inglaterra e outros países.

Bilheteira:
www.ticketline.pt


Reservas 707 234 234
Venda nas Lojas: FNAC, Worten, C. C. Dolce Vita, El Corte Inglés e Abreu.
(Lugares Limitados à lotação da sala)


Bilhetes com ou sem tradução simultânea.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

ENDGAME: JOGO FINAL- PLANO PARA ESCRAVIDÃO GLOBAL

Este é o primeiro de uma série de vídeos que todos deverão ver e analisar com muita atenção.


Cientistas Descobrem Novo Fenómeno Natural: o Terremoto Espacial

Utilizando dados de uma frota de cinco satélites científicos, pesquisadores da Nasa descobriram uma nova manifestação de clima espacial. O fenômeno é produzido pelo vento solar ao atingir a magnetosfera da Terra e por sua semelhança ao que ocorre no solo, foi batizado de "terremoto espacial".

De modo bem simplificado, um terremoto espacial (ou spacequake) é um forte tremor no campo magnético da Terra e que apesar de ser observado com mais intensidade na órbita do planeta, não é exclusivo do espaço e seus efeitos podem se propagar por todo o caminho até a superfície.

"As reverberações magnéticas podem ser detectadas em todo o globo, da mesma forma que os sismômetros detectam um grande terremoto", disse Vassilis Angelopoulos, principal investigador dos dados dos satélites THEMIS e ligado à Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

No entender de Evgeny Panov, do Instituto de Pesquisas da Áustria, "essa analogia é excelente, pois a energia total contida em um spacequake pode até superar a energia contida em um terremoto de magnitude 5 ou 6". Os resultados do trabalho de Panov já haviam sido reportados em abril de 2010 na edição do periódico científico Geophysical Research Letters.

[leia aqui o artigo na íntegra]


terça-feira, 6 de julho de 2010

Ron Paul: "Uma Guerra... Que Não É Uma Guerra!"

"(...) Que tipo de guerra é esta! Se fosse uma guerra verdadeira, já teria sido vencida por nós!"





Podem ler mais sobre este discurso aqui.

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 5: Paul Wurm escreveu uma carta a Franz Rademacher na qual declarava que os Judeus seriam assassinados “com métodos especiais”.

Resposta: A 23 de Outubro de 1941, Paul Wurm, membro da Anti-Jewish World League [Liga Mundial Anti-Judaica], escreveu a Franz Rademacher: "Na minha viagem de regresso a Berlim, conheci um antigo camarada de partido que estava a trabalhar na solução para a questão Judaica a Leste. Num futuro próximo, muitos dos vermes dos Judeus serão aniquilados através de métodos especiais" ("In nächster Zeit wird von dem jüdischen Ungeziefer durch besondere Massnahmen manches vernichtet werden").
Deve ser referido que este não é um documento oficial. Paul Wurm, que era um completa nulidade e que não tinha qualquer influência na política de liderança Alemã, nem sequer mencionou o nome do “antigo camarada de partido” a quem ele dirigia esta mesma informação! Dadas estas circunstâncias, a sua carta prova muito pouco.
É evidente que isso não significa que nenhum Judeu tenha sido morto na Frente Leste; nenhum revisionista alguma vez fez tal absurda afirmação. Os revisionistas, basicamente, contestam duas coisas:

1) Que existiu uma política para assassinar todos os Judeus por causa da sua raça e/ou religião.

2) Que o número de Judeus assassinados a Leste tivesse sido tão elevado como os historiadores do “holocausto” referem (2,2 milhões, de acordo com H. Krausnick e H. H. Wilhelm[49], 1,3 milhões de acordo com R. Hilberg[50]). Uma vez que não existem documentos credíveis (como veremos mais tarde, os relatórios Einsatzgruppen são altamente suspeitos), o número real não pode ser determinado sem que apareçam novas provas.


Argumento 6: Por que é que a emigração Judaica nos países controlados pela Alemanha foi proibida passou a ser proibida em Outubro de 1941? Obviamente porque os Nazis pretendiam exterminar os Judeus!

Resposta: Se os Judeus fossem autorizados a emigrar naturalmente que eles iriam apoiar o esforço de guerra dos Aliados como soldados, técnicos e cientistas. Esse foi principalmente o objectivo dos Alemães.


Argumento 7: O padre francês Patrick Desbois localizou mais de 600 sepulturas em massa com Judeus assassinados na Ucrânia. Isto é uma forte prova da realidade do Holocausto.

Resposta: No sentido de avaliar o livro de Patrick Desbois sobre o “holocausto através das balas” [51], não podemos fazer mais do que referir aquilo que dois revisionistas franceses, Vincent Reynourd e o Prof. Robert Faurisson, escreveram sobre este assunto com o título "Father Desbois is one hell of a prankster" [“O Padre Desbois é um travesso dos Diabos”] :
Vincent Reynouard: “As alegadas sepulturas em massa não foram escavadas nem nunca o virão a ser. […] As pessoas que dizem ter descoberto as ‘sepulturas em massa’ não efectuaram, na realidade, quaisquer escavações e, deste modo, não existe nenhum inventório dos restos mortais, nenhuma verificação, certificação ou forense ou física ou material, realizada em inquérito após esta descoberta a um único cadáver ou esqueleto. Nenhum polícia ou oficial de justiça esteve em algum dos locais para fazer um exame sequer. […] Duas associações Judaicas […] trataram de arranjar ‘testemunhos’ […] Aldeões ucranianos, juntos para a ocasião, são filmados a darem os seus relatos sobre o assunto. Como consequência disto, apenas as partes desses relatos que interessam serão escolhidas . […] Mas, voltando às alegadas sepulturas em massa, como é o valor de um testemunho pode ser avaliado se a realidade material dos factos não foi estabelecida de antemão”. [52]

Robert Faurisson: "Estas supostas sepulturas em massa não serão abertas; não serão no disinternment ou qualquer material de verificação será utilizados, tudo sobre a pretence de que a religião Judaica proíbe que se toque nos cadáveres de Judeus; no entanto, basta olharmos para a Enciclopédia Judaica (1978) na entrada ‘Autópsias’ (plural) e ‘Dissecação’ (Singular) para ver que não existe qualquer proibição." [53]


(CONTINUA)




quarta-feira, 30 de junho de 2010

IHR - A Sua Missão e o Seu Trabalho (em Inglês)

domingo, 27 de junho de 2010

Humor (Ou Mau Gosto) e Contrariedades

Problemas pessoais e profissionais tèm tornado impossível a actualização deste espaço. A juntar a tudo isso, tenho ainda alguns problemas informáticos que não consigo resolver e que me impedem de colocar, por exemplo, fotografias no blogue.

Mas temos que enfrentar tudo isto com muito humor (ou mau gosto, cabe a vocês avaliar isso)...






quarta-feira, 16 de junho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 3: No dia 27 de Março de 1942, Joseph Goebbels escreveu no seu diário que “métodos bárbaros”, que ele preferia não descrever, eram usados contra os Judeus e que 60% dos mesmos seriam aniquilados; os restantes 40% seriam utilizados para trabalhar.

Resposta: Nenhum revisionista foi alguma vez capaz de fornecer uma explicação satisfatória para esta passagem. Mas vamos comparar com aquilo que Goebbels escreveu no mesmo diário apenas 20 dias antes, precisamente no dia 7 de Março de 1942: “Existem cerca de 11 milhões de Judeus na Europa [um número altamente exagerado!]. Mais tarde será necessário concentrá-los a Leste. Após a guerra, alguma ilha, como Madagáscar, poderá servir para eles”. [40]
A deportação dos Judeus Europeus para Madagáscar não foi uma ideia original do Dr. Dr. Goebbels. O denominado “plano Madagáscar” foi tomado muito a sério pelos líderes Nacional Socialistas, mas foi abandonado porque era impraticável [41]. Os historiadores do "holocausto" podem argumentar que o governo Alemão abandonou este plano entre 7 a 27 de Março e que decidiram antes exterminar os Judeus; isso explicaria a discrepância entre as duas entradas do diário. No entanto, este argumento é insustentável pela seguinte razão: de acordo com a história do Holocausto, o primeiro “campo de extermínio”, Chelmno, começou a funcionar nos inícios de Dezembro de 1941. Uma vez que é impensável que o comandante local tenha montado um “campo de extermínio” sem uma ordem vinda das autoridades superiores, teria que ter existido uma política de extermínio em finais de 1941, se as afirmações sobre Chelmno estiverem correctas (o que os revisionistas contestam [42]). Sendo uma das figuras de topo do Terceiro Reich, o Dr. Goebbels teria que ter conhecimento dessa política de extermínio. Por isso, como é que os historiadores do “holocausto” explicam o facto dele ter falado da concentração de Judeus a Leste e defendido o seu envio para Madagáscar (ou outra ilha) a 7 de Março de 1942?
Vamos resumir: enquanto que os revisionistas são incapazes de explicar a segunda entrada do diário de Goebbels, os historiadores do “holocausto” também não explicam a primeira! É improvável que este mistério alguma vez seja resolvido.


Argumento 4: Numa endereçada a Franz Rademacher, o chefe do "Judenreferat" do Ministério dos Negócios Estrangeiros Alemão, Adolf Eichmann escreveu que os Judeus Sérvios deveriam ser abatidos.

Resposta: Na Sérvia, o movimento guerrilheiro (‘partizans’) era muito activo; isso criava muitos problemas às potências ocupantes (Alemanha e Itália). Como represália pelos ataques efectuados pelos guerrilheiros, o exército Alemão e Italiano fuzilava, com frequência, reféns, entre os quais muitos Judeus (porque a percentagem de Judeus no movimento de resistência era particularmente elevado).
A 8 de Setembro de1941, o embaixador Alemão em Belgrada, Felix Benzler, madou um telegrama ao Ministro dos Negócios estrangeiros no qual afirmava que os Judeus Sérvios estavam envolvidos em numerosos actos de sabotagem e de revolução. Por essa razão, era necessária a “remoção” (Entfernung) desse mal Judaico (cerca de 8,000). Era aconselhável deportá-los para uma ilha no Delta do Danúbio, no território Romeno [43].
A 11 de Setembro de 1941, Martin Luther dos Ministério dos Negócios Estrangeiros respondeu que a expulsão dos Judeus para a Roménia não era desejável. Benzler teria que tomar as medidas necessárias para esses Judeus fossem internados em campos de trabalho [44]. No dia seguinte, Benzler mandou outro telegrama para Berlim, no qual se opunha a essa solução, pois não era viável por razões de segurança, uma vez que os campos de trabalho constituíam uma ameaça para as tropas Alemãs. Por essa razão, o campo de trabalho de Sabac teria que ser dissolvido, pois estava situado numa zona de combate e cercado por milhares de rebeldes. No caso do seu pedido de deportar os Judeus para a Roménia ser outra vez rejeitado, teriam que ser expulsos para o “General Government” [parte do território Polaco dominado pelos Alemães] ou para a Rússia [45].
Franz Rademacher, chefe do "Judenreferat" no Ministério dos Negócios Estrangeiros chamou então Eichmann e pediu-lhe um conselho, tendo depois resumido os resultados da sua discussão: de acordo com Eichmann, a deportação dos Judeus para o “General Governement” ou para a Rússia era impossível; Eichmann sugeriu abatê-los a tiro [46]. A 2 de Outubro, Joachim Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros, decidiu contactar Himmler no sentido de verificar se ele poderia tratar dos 8.000 Judeus Sérvios, deportá-los para a zona Leste da Polónia ou para outro sítio qualquer [47]. A 25 de Outubro, Rademacher resumiu as negociações que tinha seguido: o mal Judaico seria abatido. No que dizia respeito aos restantes 20.000 Judeus Sérvios (mulheres, crianças e idosos), seriam evacuados por navio para os campos situados a Leste ("auf dem Wasserwege in die Auffanglager im Osten abgeschoben") [48].

Que conclusões podemos tirar destes factos documentados?

a) Na Sérvio um grande número de Judeus foram, realmente, abatidos a tiro.

b) Que essas mortes não fizeram parte de qualquer política que tivesse como objectivo a total destruição dos Judeus por causa da sua raça e/ou religião, mas sim de uma brutal e excessiva reacção à actividade dos ‘partizans’, entre os quais estavam numerosos Judeus.

c) A “abatimento do mal dos Judeus Sérvios” foi precedido de longas discussões, durante as quais medidas menos brutais foram sugeridas (e, no final, rejeitadas).

d) Mulheres e crianças Judias, assim como Judeus idosos, não foram mortos.


(CONTINUA)

As Crianças de Gaza

Infelizmente, este documentário não possui legendagem em Português, mas a sua importância e relevo são fundamentais para perceber uma outra realidade que os média não passam diáriamente quando abordam este assunto.










terça-feira, 15 de junho de 2010

As Torres Foram o Quê, Sr. Primeiro Ministro?!...

Oiçam o discurso do Pimeiro Ministro Britânico no Afghanistão. Depois... nunca mais foi transmitido!





"In/on 9-11 when the twin towers were blown up"...

"Blown up"!

Como trabaho de casa, vão buscar um dicionário ou procurem na Tnternet...