terça-feira, 25 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)



Fotografia de Dachau, na altura da libertação



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


(CONTINUAÇÃO)


8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?


9) De acordo com o Judeu Francês Georges Wellers, o número de Judeus Húngaros gaseados em Birkenau entre Maio e Julho de 1944 atingiu o total de 409.640 [17], enquanto que o proeminente historiador Judeu do Holocausto Raul Hilberg se contenta com “mais de 180.000” [18].
Onde estarão os restos mortais das vítimas cremadas? No sentido de esclarecer esta questão, temos que ter em consideração os seguintes factos:

a) Na altura, existiam quatro crematórios em Birkenau (Krema II, III, IV e V; o Crematório I no campo principal de Auschwitz I esteva inactivo desde Julho de 1943).

b) O Crematório II e III tinha 15 fornalhas cada, o Crematório IV e V tinha 8 fornalhas cada. Por isso, os 4 crematórios tinham 46 fornalhas na totalidade.

c) Se tivermos em conta que a incineração de um corpo leva 60 minutos, que o crematório estava activo 20 horas por dia e que eles funcionaram perfeitamente durante todo esse período, (uma completa e irrealista presunção!), eles cremariam cerca de 920 corpos por dia. Com a presença de corpos de crianças, iremos aumentar esse número para 1000.

d) Nos 55 dias entre 15 de Maio e 9 de Julho, o crematório incineraria, teoricamente, 55.000 cadáveres. Se os números de Wellers sobre os Judeus Húngaros estiverem correctos, existirão (409.000 – 55.000 =) 354.000 cadáveres por cremar em Birkenau depois de 9 de Julho. Se os números de Hilberg estiverem correctos, existirão, mesmo assim, (180.000 – 55.000 =) 125.000 cadáveres por cremar. Os historiadores do “Holocausto” não podem argumentar que estes corpos foram incinerados depois de 9 de Julho porque, segundo eles, os gaseamentos continuaram o mais tardar até Outubro de 1944, embora numa escala inferior. Mais ainda, os corpos dos prisioneiros que morreram de causas naturais em Auschwitz-Birkenau tinham que ser também incinerados. Como é que os Alemães fizeram desaparecer essas montanhas de cadáveres?


10) Baseado nas declarações de “testemunhas”, tais como Filip Müller e Szlama Dragon, os historiadores do “Holocausto” defendem que os cadáveres dos Judeus Húngaros foram parcialmente queimados em grandes fossas perto do crematório. Durante o período crítico, Birkenau foi fotografado várias vezes por aviões aliados. Nenhuma dessas fotografias mostram quaisquer "fossas de incineração" ou grandes fogueiras [19]. Como se explica este facto?


11) Dois documentos Alemães do tempo da guerra analisados por Carlo Mattogno num dos seus artigos [20] provam, de forma inequívoca, que as morgues do crematório de Birkenau não foram usadas como câmaras de gás homicidas, tal como defendem os historiadores oficiais. No dia 20 de Julho de 1943, o Dr. Wirths, médico das SS, pediu ao Departamento Central de Construções de Auschwitz para a construção de morgues provisórias em vários pontos de do campo de Birkenau. Naquela altura, os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido eram guardados em barracões de madeira antes de serem levados para o crematório. Como Birkenau estava infestado de ratos, estes roedores foram atraídos pelos corpos e serviram-lhes de banquetes. Nessa carta, o Dr. Wirths afirmou que os ratos eram os responsáveis pelo alastramento de pragas e uma epidemia de doenças teria consequências terríveis para o pessoal e para os prisioneiros. A 4 de Agosto de 1943, Karl Bischoff, chefe dos Departamento Central de Construções, respondeu que não eram necessárias morgues provisórias, pois os cadáveres dos prisioneiros falecidos passariam a ir para os crematórios duas vezes por dia [21]. Isto prova que as morgues do crematório poderiam ser usadas a qualquer altura e que não foram usadas como câmaras de gás homicidas. Em Maio de 1944, o problema apareceu novamente. No dia 22 desse mês, o novo chefe do Departamento Central de Construções de Auschwitz, Jothann, escreveu uma carta na qual realçou que os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido no campo seriam removidos todas as manhãs, por isso não havia necessidade de da construção de morgues provisórias [22]. Jothann não especificou que os cadáveres seriam levados para o crematório, mas o contexto não nos pode dar outra explicação. A data desta carta é particularmente importante. De acordo com o “Danuta Czech’s Kalendarium” [23], 62.000 Judeus Húngaros foram deportados para Auschwitz-Birkenau, entre 17 e 22 de Maio de 1944, 41.000 dos quais “gaseados sem registo”, o que significa que as morgues do crematório teriam que ser usadas como câmaras de gás dia e noite durante todo o período. Como é que os cadáveres dos prisioneiros que morreram de causas naturais durante o mesmo período poderiam ter sido guardados nas mesmas morgues?

(CONTINUA)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Afinal "os Bons" Também Tinham Armas Biológicas...


Cientistas britânicos experimentaram diversas maneiras de espalhar doenças que afectassem os pés e a boca e infecções letais, tal como disenteria, cólera e febre tifóide, dados dum julgamento de guerra secreto sobre acções biológicas durante a Segunda Guerra Mundial. Uma lista extensa de agentes contagiosos e pragas que se transformaram em armas de destruição de massa são revelados em ficheiros de um comité do Gabinete de Guerra divulgados agora pelos Arquivos Nacionais. O governo teve conhecimento da produção de cinco milhões de bolos com anthrax com o objectivo de infectar o gado na Alemanha durante a guerra, mas os últimos documentos mostram que a acção foi desenvolvida para uma variedade muito maior de doenças, principalmente em Porton Down, perto de Salisbury, e Pirbright em Surrey. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 23 de maio de 2010

A Morte Por "Fogo Cruzado" ou "Podemos Assassinar Porque Eles São Nazis"...


A Rússia acusou, na última segunda-feira, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de permitir que algumas pessoas reabilitem os Nazis, referindo-se concretamente ao exemplo do que aconteceu na Letónia no caso de um veterano Soviético da Segunda Guerra Mundial. Vasily Kononov, de 87 anos, que conduziu um grupo de resistentes contra a Alemanha Nazi no estado do Báltico durante aquele período, foi preso na Letónia em 1998 depois de ter sido condenado por ter ordenado a morte de nove aldeões em 1944. Ele admitiu o assassinato, mas acrescentou que os mortos eram colaboradores Nazis apanhados no fogo cruzado (...). "A Grande Câmara do Tribunal , na realidade, está na mesma linha daqueles que lutam por rever os resultados da Segunda Guerrra Mundial e a reabilitação dos Nazis e dos seus colaboradores", referiu num depoimento o Ministro dos Negócios Estrangeiros Russo". [leia a notícia na íntegra]

Vamos ver se percebo: existe um grupo de resistentes que DECIDE (não foi nenhum tribunal militar) que os aldeões eram "colaboradores dos Nazis" e assassina-os. Um dos membros confessa o crime... mas "explica" que, afinal, eles terão morrido no "fogo cruzado"... Um político com um alto cargo de responsabilidade aparece em praça pública a criticar os tribunais, a dizer que existe "branqueamento do Nazismo"... Será que estou a ver mal ou existe mesmo aqui uma descarada e vergonhosa hipocrisia, misturada com cinismo e dualidade de critérios???!!!!

É que há bem pouco tempo, um oficial Alemão foi condenado a PRISÃO PERPÉCTUA por ter sido responsável pela morte de 3 Holandeses durante a Segunda Guerra Mundial! Portanto, a morte de civis, para algumas pessoas, só é bem aceite se forem, supostamente, aliados "dos maus"!

Mais um exemplo de que os denominados "direitos humanos" é mesmo algo muito vago e atribuído não a todos, mas apenas aos que convém!

Em duas palavras, TENHAM VERGONHA!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

Câmara de gás com... uma porta de MADEIRA???!!!
Para acabar a anedota,
só falta um forno com uma porta de papel!

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)


(CONTINUAÇÃO)

6) A 27 de Julho de 1944, a administração do campo de Auschwitz elaborou uma compilação de estatísticas sobre os prisioneiros "temporariamente aquartelados no campo dos Judeus Húngaros". O documento mostra que, até àquela data, 3.138 Judeus Húngaros tinham recebido tratamento médico no hospital do campo, 1.426 dos quais com difíceis operações cirúrgicas [12]. De acordo com a história do “Holocausto”, um grande número de Judeus Húngaros foram gaseados em Auschwitz, entre 15 de Maio e 9 de Julho de 1944. Enquanto que nem um único destes alegados homicídios numa câmara de gás está confirmado em algum documento Alemão, o tratamento médico de 3.138 Judeus Húngaros em Auschwitz até 27 de Julho está, realmente, documentado. Quais as conclusões a que uma pessoa com um pensamento lógico poderá chegar após estes factos?

7) Henryk Swiebocki , historiador Polaco, registou e documentou 11.246 prisioneiros sujeitos a intervenções cirúrgicas em Auschwitz, entre Setembro de 1942 e 23 de Fevereiro de 1944 [13]. Que tipo de “campo de extermínio” foi aquele onde mais de 11.000 prisioneiros não apenas não foram exterminados, como também foram operados no mesmo, num período de apenas 18 meses?

8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?
(CONTINUA)

"Assassínios ao Estilo Checo" - Os "Crimes dos Bons" Sem Castigo!


A televisão pública da República Checa irá passar um documentário com o título "Zabíjení po česku," ou "Assassínio ao Estilo Checo". Trata-se da filmagem de um massacre de mais de 40 pessoas de descendência Alemã em Praga, em Maio de 1945, pouco depois do fim da guerra. Os seus autores dizem que querem chamar a atenção para as atrocidades cometidas contra a população Alemã no pós-guerra na Checoslováquia. Alguns historiadores acreditam que que este crime em particular foi da responsabilidade das tropas Soviéticas! Podem ver o vídeo aqui.

Podem ler mais sobre este assunto aqui.

O Revisionismo em Linha sabe que NUNCA os responsáveis por este crime cobarde serão alguma vez castigados pelos tribunais internacionais. Essencialmente e especialmente porque os criminosos não eram Nazis e porque as vítimas não eram Judias!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vincent Reynouard e "A VERDADE DE ORADOUR"



[Retirado e adaptado daqui]

Um leitor do portal de notícias nacionalistas em língua alemã, de.altermedia.info, conversou neste primeiro de maio com o revisionista francês Vincent Reynouard, conhecido por ter escrito o livro “A verdade sobre Oradour”. Nesta obra, Reynouard desvenda o mito do Massacre de Oradour sur Glane criado pela propaganda de guerra aliada e descreve o que realmente aconteceu em junho de 1944.

Não chega a impressionar ninguém que se interessa pela história da SGM o fato de Vincent Reynouard ter sido perseguido por esta e outras publicações de cunho revisionista. Há cerca de dois anos, ele foi condenado devido às suas atividades revisionistas em Bruxelas e em Kolmar (Alsácia) a um ano de prisão.

Também não nos impressiona o fato da mídia estabelecida, que tanto defende o direito à liberdade de expressão de homossexuais, comunistas, drogados, assassinos, estupradores, ladrões, seqüestradores etc, não comentar nem defender a aplicação de sanções inquisitórias contra os revisionistas da Segunda Guerra Mundial. Elas são nosso inimigo comum.

Podem ler a entrevista
aqui e ficar a saber toda a verdade sobre Oradour aqui.

A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

O Despertar Urgente das Consciências


Este é o mundo onde os “donos da História” - os mesmo autores ou seguidores da “história dos vencedores” - sempre que encontram alguém que, segundo eles, pretende reescrever a sua sempre factual História, explodem de raiva, com espadas e lanças de censura apontadas em riste. O seu principal alvo, claro, são os revisionistas.

Mas depois existem as excepções que os fazem assobiar e olhar para o lado. Aí já não há qualquer problema em “reescrever” e, de certa forma, “reparar os erros”…

Este é o mundo em que alguns filhos desses “donos da História” andam sempre preocupados com os Direitos Humanos. Mas apenas de alguns, porque existem algumas excepções que levam esses filhos também a assobiar e a olhar para o lado

Mas este é o mundo em que nem todos dormem. E o Revisionismo em Linha gosta de ser também um pequeno despertador para as mentes mais distraídas. Um despertador que não gosta de assobiar nem de olhar para o lado.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)


(CONTINUAÇÃO)

2) Na sua edição em Inglês, o jornal Israelita Ha’aretz referiu, no dia 18 de Abril de 2004, que os 687.000 Judeus que tinham vivido nos países sob o controlo da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial ainda estavam vivos naquele momento. Como consequência, deveriam ter existido vários milhões de Judeus nesses mesmos países em Maio de 1945. Como é que estes números encaixam na política de extermínio?

3) Se os Nacional Socialistas tivessem, realmente, a intenção de exterminar os Judeus, praticamente nenhum deles teria sobrevivido nos campos de concentração. Mas os “relatos dos sobreviventes” enchem quase todas as livrarias. Muitos desses antigos prisioneiros Judeus foram transferidos de campo para campo sem terem sido exterminados. Um caso extremo é o do Judeu Polaco Samuel Zylberstztain, que sobreviveu a dez campos: ao “campo de extermínio” de Majdanek, ao "campo de extermínio" de Auschwitz e a mais oito "campos de concentração normais" [7]. O Judeu Socialista Austríaco Benedikt Kautsky passou seis anos nos campos (Dachau, Buchenwald, Auschwitz e, novamente, Buchenwald) antes de ser libertado na Primavera de 1945 [8]. O Judeu e resistente anti-Nazi Arno Lustiger é um “sobrevivente dos campos de concentração e de extermínio”" (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 27 de Abril de 1995). O jornal não revela em quais “campos de extermínio” foi Lustiger internado, mas ele não foi exterminado em nenhum deles porque encontrava-se em perfeita saúde em 1995. Estes exemplos podem ser multiplicados. Onde é que isto se enquadra na afirmação de que os líderes da Alemanha pretendiam a eliminação física dos Judeus?

4) De acordo com a história do “Holocausto”, a partir da Primavera de 1942, em Auschwitz, todos os Judeus incapazes de trabalhar eram gaseados logo após a sua chegada, sem qualquer registo prévio. Se esta afirmação fosse verdadeira, não existiriam nomes de Judeus idosos ou crianças Judias nos registos de ‘Sterbebücher’, em Auschwitz. Mas um estudo desses documentos, que foram publicados em 1995 [9], revela que muitos Judeus idosos, assim como idosos, foram registados em Auschwitz:

- 2 Judeus com mais de 90 anos de idade;
- 73 Judeus entre os 80 e 90 anos de idade;
- 482 Judeus dos 70 aos 80 anos de idade;
- 2.083 Judeus dos 60 aos 70 anos de idade;
- 2.584 Judeus dos 0 aos 10 anos de idade [10].

Se considerarmos estas estatísticas, como é que alguém pode, com seriedade, afirmar que os Judeus incapazes de trabalhar eram imediatamente gaseados sem qualquer registo em Auschwitz?

5) Os documentos administrativos do campo de Auschwitz mostram que, a 31 de Dezembro de 1943, encontravam-se 85.298 detidos no campo de concentração Auschwitz-Birkenau. Menos de 19.699, ou seja, mais de 20%, pertencia à categoria dos “incapazes de trabalhar” [11]. Por que é que estas “bocas inúteis” não foram exterminadas, como defende a lenda do Holocausto”?


(CONTINUA)

sábado, 15 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)



[Retirado e traduzido daqui]

Em Março de 2010 o Parlamento da Hungria adoptou uma lei anti-revisionista tornando-o ilegal e impossibilitando a disputa com a versão oficial ortodoxa do “holocausto”. Ao mesmo tempo, o nacionalista e revisionista (Húngaro) Otto Perge sugeriu um debate sobre esse tópico. Um dos mais proeminentes estudiosos do país sobre o “holocausto”, o Dr. Laszlo Karsai, aceitou o desafio. Após tomar conhecimento disto, contactei Perge, que felizmente tem conhecimentos de Inglês (no meu caso, não leio nem falo Húngaro) e ofereceu-lhe a minha assistência, que acabou por ser aceite. Posteriormente, enviei-lhe 17 questões para o seu oponente. O Dr. Perge fez a sua tradução para Húngaro e publicou-as posteriormente no site do partido nacionalista Jobbik (http://kuruc.info/). Após a sua leitura, o Dr. Karsai disse a Perge não tinha qualquer intenção de responder às questões e que não havia grandes probabilidades de o fazer num futuro próximo.

Pela sua parte, o Dr. Karsai procurou refutar a visão revisionista, elaborando 15 pontos, os quais enviou a Otto Perge. Mr. Perge, que tem algum conhecimento sobre o assunto, mas que não é um especialista, traduziu estes pontos para Inglês e reencaminhou-os para mim. Como alguns daqueles argumentos são frequentemente utilizados pelos nossos adversários, tomei algum cuidado em responder de forma detalhada. A 24 de Abril, as minhas respostas aos primeiros oito pontos foram publicadas no site Jobbik. As restantes seguir-se-ão dentro de poucos dias.
Um dos mais notáveis historiadores Húngaros, o Dr. Krisztian Ungvary, ofereceu ajuda ao Dr. Karsai e preparou oito questões para Otto Perge. Perge encontra-se agora a fazer a tradução para Inglês; assim que as receber, responder-lhe-ei e a tradução em Húngaro será publicada no já referido site. Todos vocês serão mantidos a par dos desenvolvimentos
Apelo a todos que espalhem este texto deste debate. Brevemente irei fazer a tradução para Alemão e publicá-la-ei no meu site.

Jürgen Graf, 25 de Abril de 2010


Questões ao Dr. Laszlo Karsai

1) Em Agosto de 1944, poucas semanas depois da libertação do campo de concentração de Majdanek pelo Exército Vermelho, uma comissão Polaco-Soviética elaborou um “relatório especial” sobre o campo no qual defendia que tinham ali sido mortos cerca de 1,5 milhões de prisioneiros [1]. O documento foi apresentado plos Soviéticos como prova no julgamento de Nuremberga [2]. No início do ano de 1948, o historiador Polaco Zdzislaw Lukaszkiewicz reduziu os números de Majdanek para 360.000 [3]. Outra redução teve lugar em 1992, quando o historiador Polaco Czeslaw Rajca referiu cerca de 235.000 vítimas. [4].
Passados 13 anos, em 2005, Thomas Kranz, director do departamento de investigação do museu de Majdanek, afirmou que tinham desaparecido cerca de 78.000 prisioneiros no campo [5]. Para fazer uma comparação: no seu livro de 1998, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, os autores revisionistas Jürgen Graf e Carlo Mattogno chegaram à conclusão de que tinham morrido aproximadamente 42.200 pessoas em Majdanek [6]. Deste modo, os números do museu de Majdanek ainda estão acima cerca de 35.800 mortos em relação aos números revisionistas, mas mais baixos cerca de 1.422.000 mortos em relação aos apresentados em Nuremberga e mais baixo cerca de 157.000 mortos do que o número oficial apresentado no museu de Majdanek até 2005. - Algum comentário?

(CONTINUA)

A Nova Ordem Mundial a Todo o Custo


A Comissão Trilateral foi criada pelo mega-bilionário e membro da elite David Rockefeller, sendo uma bifurcacao do CFR (Conselho para relacoes exteriores) para permitir a entrada do Japão. Ela faz parte do governo obscuro paralelo mundial, juntamente com o CFR e o Bilderberg.

O membro da Comissão Trilateral (CT) Mikhail Slobodovsici, conselheiro-chefe para a liderança da Rússia, involuntariamente forneceu uma perspectiva reveladora sobre os planos da elite global durante a recente reunião do grupo em Dublin, Irlanda, quando ele por engano disse a um ativista do grupo We are Change da Irlanda, que ele pensava ser um companheiro trilateral, que os globalistas estariam planejando uma guerra com o Iran.

De acordo com o fascinante artigo de Jim Tucker sobre o acontecido, Slobodovsici também deixou escapar ao ativista do We Are Change Irlanda Alan Keenan que os Trilateralistas e os seus contrapartes Bilderbergs têm a intenção de explorar a crise econômica para finalizar os planos para um governo mundial, mas que essa agenda está sendo severamente dificultada pelos chamados "nacionalistas", que estão se tornando cada vez mais conscientes do impacto global que o governo terá à sua liberdade e em seus padrões de vida.

"Estamos decidindo o futuro do mundo", disse Slobodovsici a Keenan. "Precisamos de um governo mundial", disse ele, mas referindo-se ao Irã disse que "nós precisamos nos livrar deles".
"De repente, Slobodovsici reparou que o crachá Keenan tinha um rótulo diferente do que o da reuniao trilateral e disse: 'Eu não posso falar, nós operamos sob regras da Chatham House'", relata Tucker.
Esta regra diz respeito ao sigilo total do que é discutido em reuniões, sob o pretexto de incentivar o debate livre. O mesmo acontece nas reuniões do clube Bilderberg. [podem continuar a ler aqui]

Leiam mais sobre este assunto aqui e aqui.

Conselho de Leitura - Recordando Giles MacDonogh


Por considerar uma das obras mais corajosas lançadas nos últimos anos, volto a referir-me a ela. After the Reich, de Giles MacDonogh, merece um olhar atento e de reflexão.

As Runas Nórdicas e o Terceiro Reich


Alguns dos símbolos analisados neste artigo podem ser interpretados, em certos contextos, como fazendo parte da ideologia Nazi. Porém, o seu uso no presente artigo nada tem a ver com ela. Tal comparação e associação são recentes se compararmos com a longa história da maioria desses símbolos. A seguir poderão ver o significado original da cultura Nórdica Viking e a sua utilização e tratamento pela Alemanha Nazis, com o objectivo de demonstrar que a tradição original é muito mais antiga.

Deve ser realçado que o interesse no que diz respeito à runalogia, tão característica nos círculos da Alemanha Nazi durante o início do séc. XX, ficou mais “quente” com os trabalhos de Guido von List, ocultista e revivalista rúnico. Von List criou a sua própria versão do Futhark, conhecido pelas runas de Armanen, supostamente reveladas para o seu “olho interior”. Mais tarde, Karl Maria Willigut foi responsável pela sua utilização durante o Terceiro Reich. Armanen Futhark deriva de runas históricas, mas não pertence à lista de runas escandinavas. De notar que alguns destes símbolos estão incluídos na lista de símbolos proibidos na Alemanha. No entanto, os símbolos Nórdicos não são símbolos de ódio. (...) [leia o artigo na íntegra]

segunda-feira, 3 de maio de 2010

DE FÉRIAS!!!


Vou de férias... porque também mereço!

Voltarei dia 15 com a promessa de MUITO TRABALHO!

sábado, 1 de maio de 2010

Decisão Sobre 'Arquitecto do Holocausto' é Ilegal


Um tribunal alemão decretou na sexta-feira que o governo não tem bases legais para manter em sigilo a documentação secreta referente a Adolf Eichmann, o homem que ficou conhecido como o ‘arquitecto do holocausto judeu’.

O governo mantém os arquivos em segredo com o argumento que o seu conhecimento público pode prejudicar as relações internacionais, pôr em perigo os que divulguem o seu conteúdo ou trazer problemas com agências secretas estrangeiras. [retirado daqui]

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Recordando Subhas Chandra Bose

Quando pensamos no movimento independentista da Índia dos anos 30 e princípios dos anos 40, vem-nos à memória duas figura proeminentes: Mahatma Gandhi, muito popular e "santificado" pacifista e o seu muito respeitado acólito socialista Jawaharlal Nehru.

Menos popular no Ocidente é Subhas Chandra Bose, um homem com um estatuto comparável e que admirava Gandhi, mas cujos objectivos e métodos fizeram dele um rival de Nehru. Bose desempenhou um papel muito activo e saliente na vida polítita da Índia durante os anos 30s. Por exemplo, foi duas vezes (em 1938 e em 1939) eleito Presidente do Congresso Nacional Indiano, a mais importante força política para a liberdade do Raj do domínio Britânico.

nquanto a sua memória ainda é mantida na longínqua Índia, no Ocidente Bose é muito menos referenciado, especialmente pela sua colaboração na Segunda Guerra Mundial com as forças do Eixo. Antes e durante o conflito World War, Bose trabalhou arduamente para assegurar que a Alemanha e o Japão ajudassem a libertar a sua pátria amada do domínio estrangeiro. Durante os dois últimos anos da guerra, Bose - com um considerável apoio Japonês - comandou as forças do Exército Nacional Indiano contra os Britânicos. [Podem continuar a ler sobre este assunto
aqui e saber mais também aqui ou aqui].








terça-feira, 27 de abril de 2010

Foram Mesmo os Egípcios Que Começaram a Guerra de 1967, Como Afirmam os Israelistas?



"O antigo comandante da Força Aérea, o General Ezer Weitzman, conhecido como o ‘falcão’, afirmou que ´não existiu nenhuma ameaça de destruição´ e que ´o ataque contra o Egipto, a Jordânia e a Síria foi, apesar de tudo, justificado para que Israel ´pudesse existir conforme a escala, o espírito e a qualidade ela agora personifica´.

(…)

Menahem Begin fez a seguinte afirmação: 'Em Junho de 1967, tivemos de novo uma oportunidade. A aproximação e concentração do exército Egípcio no Sinai não prova que Nasser estava a preparar-se para nos atacar. Temos que ser honestos connosco. Nós decidimos atacá-los'." - Noam Chomsky, The Fateful Triangle

Podem continuar a ler aqui.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conselho de Leitura



American Conspiracies - Lies, Lies and More Lies That the Government Tells Us

Podem adquirir o livro aqui.

Cheney e Rumsfeld Disseram aos Investigadores Para "Esquecerem" o 11/9


Uma organização defensora dos direitos humanos "desenterrou" um documento oficial que data da administração Bush e que vem provar que altas e poderosas figuras da Casa Branca tudo fizeram para desencorajar todas as investigações relacionadas com os ataques de 11 de Setembro.

Em Março, através de uma petição da FOIA, a ACLU obteve um documento esclarecedor com 42 páginas que expõe a duplicidade da administração Bush no que diz respeito aos factos dos dos ataques de 11/9, às detenções em Guantánamo e outras questões. Escondido na página 26 deste documento está uma carta que revela que altos funcionários da administração Bush advertiram a Comissão do 11/9 desaprovando uma investigação demasiadamente profunda daqueles ataques terroristas.
[leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Recordando o Massacre de Deir Yasin

Desde a chegada do primeiro Sionista à Palestina, foram cometidos centenas de massacres contra civis Palestinianos desarmados em nome de "Israel", fazendo disso um sinónimo de morte e destruição. Um dos piores massacres dos Sionistas cometidos contra os Palestinianos foi o massacre de Deir Yasin. Infensivos civis Palestinianos foram torturados antes de serem massacrados e os seus corpos mutilados. Mulheres e crianças foram violadas, bébés foram mortos de forma cruel e mulheres grávidas foramaunhaladas com as baionetas.



Podem ler mais sobre este assunto aqui.

Esconderam a Verdade... Mas Depois Está Sempre Tudo Bem!


George W. Bush, Dick Cheney e Donald Rumsfeld esconderam que foram enviados centenas de homens inocentes para a prisão de Guantánamo porque temiam que, ao libertarem-nos, poderiam prejudicaria o "empurrão para guerra no Iraque e a ampla Guerra Contra o Terror, de acordo com um novo documento obtido pelo The Times.

As acusações foram feitas por Lawrence Wilkerson, um assistente superior de Colin Powell, o antigo Secretário de Estado Republicano, numa declaração que suportava uma acção judicial arquivada de um detido em Guantánamo. É a primeira vez que ste tipo de alegações são proferidas por um alto membro da Administração Bush.
[leia a notícia na íntegra].

Conselho de Leitura


Na sequência da proclamação do Estado de Israel, os habitantes da aldeia de Ein Hod são expulsos das suas casas e levados à força para um campo de refugiados administrado pelas Nações Unidas. Entre eles encontra-se Dalia, uma palestina lindíssima com dois filhos pequenos - Yousef e Ismael - que chama a atenção de um soldado israelita cuja mulher não pode ter filhos. No caminho para o campo de Jenin, entre a multidão em fuga, Ismael desaparece. É Amal - nascida em Jenin alguns anos depois - quem vai contar-nos o destino trágico dos dois irmãos. Porque Ismael vai ser criado por uma família judia que o baptiza como David e, durante a guerra de 1967, achar-se-á frente a frente com Yousef, que o reconhecerá pela cicatriz que lhe atravessa o rosto e que ele próprio lhe causou na infância. E as consequências desse encontro serão irremediáveis. Passado durante um dos conflitos políticos mais brutais da História, este romance magnificamente escrito e traduzido em várias línguas aborda questões como a amizade e o amor, a identidade perdida, o terrorismo, a rendição e a coragem de lutar pelos direitos mais básicos. SUSAN ABULHAWA é filha de refugiados da Guerra dos Seis Dias, altura em que a sua família foi separada e a terra onde viviam confiscada. Antes de ir para os Estados Unidos, viveu em inúmeros sítios, incluindo o Kuwait, a Jordânia e Jerusalém Oriental. Frustrada com as notícias tendenciosas sobre a condição precária dos palestinos, começou a escrever artigos de opinião para jornais americanos como o 'New York Daily News', o 'Chicago Tribune', o 'Christian Science Monitor' e o 'Philadelphia Inquirer'. Participou em duas antologias: "Shattered Illusions" (Amal Press 2002) e "Searching Jenin" (Cune Press 2003). Venceu o prémio Edna Andrade Fiction and Creative Nonfiction em 2006. Além disso, fundou a Playgrounds for Palestine, uma ONG que defende o direito das crianças palestinas a poderem brincar, mesmo sob ocupação. [podem adquirir o livro aqui]


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Recordando Gideon Levy

Gideon Levy (Tel-Aviv, 1953) é um controverso jornalista israelita, membro da direcção do jornal Ha'aretz.

Entre 1978 e 1982, Gideon Levy foi conselheiro de Shimon Peres.

Como jornalista, foi correspondente de guerra do Ha'aretz em Sarajevo, durante a Guerra dos Balcãs.

Muito crítico em relação à política do governo de Israel em relação aos territórios ocupados, Levy publica semanalmente, na sua coluna Twilight Zone, uma crónica sobre a violações dos direitos civis dos palestinianos. O seu tema preferido é a denúncia do recurso sistemático à violência, por parte do governo de Israel, e do que considera manipulação da opinião pública do seu país - o que, segundo a sua opinião, desumaniza tanto o povo israelita como os seus adversários.

Levy já recebeu prémios pela sua actuação na defesa de direitos humanos, mas, por outro lado, já foi também acusado pelo governo israelita de ser um possível risco para a segurança do seu país. É apelidado de "propagandista do Hamas", por uns, e de "heróico jornalista", por outros. [adaptado daqui]

Aqui podem ler uma entrevista (em Inglês) de Levy.

A seguir, dois vídeos com algumas das suas declarações:



A Face Oculta do Facebook

A Liberdade de Expressão Acaba Quando Começa o Holocausto...

Um tribunal Alemão condenou o ultra-conservador Bispo Britânico Richard Williamson, na sexta-feira passada, por negação do Holocausto numa entrevista dada à televisão. O tribunal de cidade Bávara de Regensburg deliberou que Williamson era culpado de incitamento por afirmar, numa entrevista dada em 2008 a um canal Sueco, que não acreditava que os Judeus tivessem sido mortos em câmaras de gás durante a Segunda Guerra Mundial. Williamson tem agora que pagar uma multa de 10,000 Euros. [leia a notícia na íntegra]








Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

Nem Cães, Nem Chineses, Nem Sinal... Apenas Propaganda de Guerra e de Ódio!


O sinal apenas pode ser visto na cena do filme "Fist of Fury, com Bruce Lee...


Durante muitos anos foi considerado um dos melhores exemplos para demonstrar a forma racista como os Chineses eram tratados no seu próprio país durante o início do século passado. Numa altura em que os Europeus, e especialmente os Britânicos, dominavam grande parte da China, um sinal à entrada do Huangpu Park, em Shanghai avisava (supostamente): "Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses”.

Durante décadas esta história foi amplamente divulgada. Está citada em numerosos livros, inclusivamente nos escritos do primeiro presidente republicano Chinês, Sun Yat-Sen. John K. Fairbank, historiador da Universidade de Harvard, refere-se, no seu estudo de 1986, The Great Chinese Revolution (p. 147) ao “muito mencionado (mas nunca fotografado?) sinal no Jardim Público de Shanghai, 'Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses'”.

Mais: parece que não existe qualquer registo de alguém que tenha visto o sinal infame e que a origem precisa dessa história foi sempre obscura.

A questão voltou a levantar furor quando um jornalista Chinês [há uns anos] anunciou que, após uma investigação mais aprofundada, tinha chegado à conclusão de que o sinal nunca tinha existido… Podem continuar a ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

As Leis de Protecção Animal na Alemanha Nazi


(...) Houve um amplo apoio para o bem-estar animal na Alemanha Nazi, e os Nazis tomaram várias medidas para assegurar a protecção dos animais. Muitos dos seus lídere, incluindo Adolf Hitler e Hermann Goering, eram defensores dos direitos dos animais. Vários Nazis eram mesmo ambientalistas e a defesa e protecção das espécies e das suas condições foram questões significantes no regime Nazi. Heinrich Himmler fez todos os esforços para acabar com a caça de animais. Goering era um amante dos animais e um conservacionista. As actuais leis de protecção animal na Alemanha são, com uma ou outra alteração, as mesmas introduzidas pelos Nazis. [leiam mais sobre este assunto aqui]


Se estavam à espera de encontrar este assunto num site Nazi, enganaram-se. Isto está publicado (por enquanto) na Wikipédia. Não deixa de ser estranho a preocupação de um regime "bárbaro e assassino" com os animais... Tantos anos depois, a legislação ainda é, practicamente, a mesma. Muito curioso.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

"Holocausto" ou "Holohoax"?

Os Números Que Estão Sempre a Descer!

Esta é uma das razões porque alguns pretendem evitar, a todo o custo, o debate aberto e sem tabús do facto histórico denominado Holocausto...

Os Revisionistas - Homens e Mulheres de Corpo e Alma

quarta-feira, 14 de abril de 2010

América: O Silêncio de Uma Nação

O autor falou durante o Revolution Books Town Hall Meeting na Ethical Culture Society, no dia 13 de Janeiro do ano passsado, e condenou Israel e os EUA pela cumplicidade na destruição assassina e pelo genocídio de homens, mulheres e crianças inocentes em Gaza.

Pedofilia Apenas na Igreja Católica?

Imagem de um judeu chupando o penis de um bébé num ritual de circuncisão.

Leiam mais sobre este assunto aqui.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Será Que Um Pouco de Anti-Semitismo é Benéfico Para os Judeus?



(...) "No fundo, eu acredito que um pouco de anti-Semitismo é uma coisa boa para os Judeus - lembra-lhes quem eles são… Anti-Semitismo significa oprimir os Judeus ainda mais do que aquilo que eles merecem". (New York Times Magazine, 12 de Fevereiro, 1995 p. 65).

Estes comentários foram proferidos por Jay Lefkowitz, um político e advogado Judeu Ortodoxo Americano, que trabalhou como Enviado Especial do Presidente Bush para os Direitos Humanos na Coreia do Norte. O facto dos comentários terem vindo de um advogado é esquisito, mas ainda é mais se observarmos o seu papel no Judaísmo Ortodoxo e o seu status como Enviado Especial para os Direitos Humanos na Coreia do Norte.

O que os comentários realmente demonstram é que existe uma quantidade desejável de anti-Semitismo – Mr. Lefkowitz precisa de “um pouco de anti-Semitismo“, não muito – sempre que ausente, pode e deve ser induzido por provocação para perpectuar a causa do Sionismo. Sr. Lefkowitz compartilha este pensamento com Theodor Herzl, o fundador do Sionismo moderno, que testemunhou o anti-Semitismo, mas que, em vez de o combater, abertamente, declarado: "Em Paris … adoptei uma atitude mais livre em direcção ao anti-Semitismo, que agora comecei a entender historicamente e a perdoar. Acima de tudo, reconheci o vazio e a futilidade de tentar "combater" o anti-Semitismo". [podem continuar a ler aqui]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

11 de Março: Mais Uma Operação "Falsa Bandeira"?







Chechénia: Uma Realidade Desconhecida


(...)

Em 1877, a Rússia Imperial foi responsável pela morte de 40% da população Chechena (cerca de 220,000 pessoas). Quatrocentos mil habitantes de Cherkass foram expulsos por Estaline, por estarem perto da Georgia, odiada da Chechénia. Ele dividiu este país e criou a República da Ingushetia. Em Julho de 1937, a sua polícia secreta, a NKVD, abateu a tiro cerca de 14,000 Chechenos.

Em 1944, Estaline ordenou que toda a população Chechena se reunisse e fosse transportada para os campos de concentração na Sibéria ou deixada para morrer nos campos de gelo. Seguiram-se outros Muçulmanos: Ingush, Tatars, Karachai, Balkars.

Estaline não precisou nem de balas nem de câmaras de gás nos seus campos de concentração. Um terço dos prisioneiros morria, todos os anos, de frio, de fome ou de doenças. No total, cerca de 2,5 milhões de Muçulmanos Soviéticos terão sido mortos por Estaline, entre os quais metade da população Chechena.

No meu novo livro,
American Raj, dediquei um capítulo à situação Chechena (“Genocídio no Cáucaso”).

Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991, a Chechénia exigiu a sua independência, tal como outras repúblicas Soviéticas. Em vez disso, o governo de Boris Yeltsin invadiu aquele país, matou cerca de 100,000 civis Chechenos através de bombardeamentos massivos. [
podem ler o artigo na íntegra aqui]

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Grupo Bilderberg - Este Ano é em Espanha!


O grupo Bilderberg irá realizar o seu encontro anual entre os dia 3 e 6 de Junho em Sitges, Espanha (uma pequena e exclusiva 'cidade resort', a cerca de 20 milhas de Barcelona) e por detrás de um autêntico muro de guardas armados que manterão fechadas as portas do local o tempo necessário para manter o evento em secredo. Leiam mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Mais Um Crime "dos Intocáveis Bons Aliados" e Outros Assuntos



Já outrora nos salvaram... dizem alguns. Já outrora nos "libertaram" das "bestas racistas" que se queriam apoderar do mundo (e que tal dizer-lhes que passados 20 anos os negros do seu país não tinham quaisquer direitos, nem sequer sentarem-se no mesmo autocarro dos brancos?...). Mas não vamos dizer-lhes. Porque eles são, afinal, os nossos "salvadores" - e onde até os criminosos de guerra passam por heróis.

Por isso não me admirei mesmo nada do que todos poderam ver aqui. Os EUA são muito grandes. E poderosos. Umas grandes bestas e poderosamente cobardes! Sim, porque é tão "terrorista" e "cobarde" o que leva bombas em volta da cintura ou em mochilas para provocar vítimas civis como os que bombardeiam indiscriminadamente e que provocam as mesmas (ou muito mais) vítimas - mas que,neste caso, passam a ser "danos colaterais"!

EUA: realmente muito grandes e muito poderosos. Grandes assassinos e poderosamente impunes!!!



Por isso há quem queira controlar, sanear, censurar, quem contesta este tipo de "política". Por isso há quem queira "ridicularizar" ou simplesmente "rotular" ou "descredibilizar", os que lutam pela verdade histórica. Mas nós gostamos de insistir... e de lhes fazer frente. À nossa maneira.

No Revisionismo em Linha gostamos te lutar pelo equilíbrio da balança. Gostamos de divulgar aquilo que, de outra forma, nunca ficaria disponível no "circuito normal" da informação e do conhecimento.

Tanto com estas (e outras) publicações, como com algumas notícias que nunca farão a abertura dos telejornais, gostamos mesmo é de ser IMPERTINENTES! E quando se preocupam connosco, é sinal que estamos a incomodar alguém...

"Holocaust Debat"

Mark Weber, director do IHR (The Institute for Historical Review) e Michael Shermer, editor e fundador da revista Skeptic, debatem as posições que cercam o denominado "Holocausto". Weber defende que a história da destruição em massa dos Judeus durante o Terceiro Reich foi propaganda de guerra, e Shermer defende a linha de que a "Solução Final" de Hitler resultou no genocídio de milhões de Judeus.



Sobre este vídeo e sobre a sua mostragem ao público, vejam a reacção aqui.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Vacinação: A Verdade Oculta

Retirado daqui.

"Vacinação: A Verdade Oculta" é um filme produzido em 1998, mas nunca foi tão atual.

Vários pontos são abordados neste filme. Autoridades da saúde brandam aos sete ventos como a vacina erradicou várias doenças. Neste filme é mostrado como várias doenças já vinham diminuindo antes do início das campanhas de vacinação, ou como o diagnóstico das doenças mudaram de forma a diminuir os casos estatisticamente.

Mostra também como as vacinas podem levar consigo vírus de outros animais, que podem chegar ao ponto de geneticamente combinar com os genes humanos.

Muitas pessoas simplesmente se recusam a acreditar na verdade, independentemente de quão evidente ela é, mas a documentação impecável apresentada neste fantástico vídeo mudou a opinião de muitos que o viram.

O vídeo apresenta respostas bem documentado para perguntas como:

* Foi realmente as vacinas que nos salvaram?
* Por que eles são apenas contraproducente?
* Como muitas estatísticas são enganosas?
* O que as vacinas contêm?
* O que elas estão fazendo para nossos órgãos, o sistema imunológico, mesmo em nossos genes? * São doenças da infância realmente perigosas para as crianças saudáveis?
* Por que a vacinação continua?
* Quais são os nossos direitos?
* Os danos da vacina pode ser avaliado e combatido?
* Qual é a verdadeira chave para a imunidade?

[Podem adquirir o DVD aqui.]

















Uma Canção de Amor Israelita

Quando o regime Israelita sente a necessidade de criar um Ministério da Propaganda nós percebemos que eles começam a ficar preocupados...

Esta preocupação é partilhada pelos sempre dedicados Sionistas e outras pessoas espalhadas pelo mundo. Esta sua preocupação é simples: o mundo está a começar a perceber que o regime Israelita e as suas políticas, tanto no passado como no presente, não passam, de um regime discriminatório (um autêntico APARTHEID)!





Sobre a "legitimidade" do estado de Israel, podem ler este artigo muito interessante.

sábado, 3 de abril de 2010

O Sabão da Mentira Caluniosa

Um das afirmações mais chocantes e caluniosas sobre o Holocausto é a história de que os Alemães teriam manufacturado sabão através dos corpos das suas vítimas (o embuste voltou a ser notícia aqui). Embora uma afirmação semelhante, durante a Primeira Guerra Mundial, tivesse sido exposta como uma mentira, pouco anos depois, o assunto foi ressuscitado e amplamente divulgado na Segunda Guerra Mundial.

Mais importante ainda foi que esta acusação foi "provada" no principal julgamento de Nuremberga de 1945-1946 e endossado autoritariamente por numerosos historiadores nas décadas seguintes.

Mais recentemente, como parte de uma ampla retirada de aspectos mais evidentemente insustentáveis da história "ortodoxa" do extermínio exterminação, os historiadores do Holocausto admitiram relutantemente que a fábula do sabão humano é uma mentira de propaganda de guerra. Apesar de tudo, na sua retirada, estes historiadores tentaram terminar a história do sabão como um mero “rumor” do tempo de guerra, esquecendo-se de mencionar (de forma negligente) que as organizações Judias internacionais e governos Aliados da altura defenderam essa mentira difamatória.

Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.

Sobre algumas outras mentiras da Alemanha Nazi, podem ver o vídeo a seguir:


As Armas Secretas da Alemanha Nazi















Sobre este assunto, podem ler mais aqui.

terça-feira, 30 de março de 2010

Para Compreender Melhor o Crescimento Geográfico de Israel

Recordando David Cole

David Cole é um talentoso judeu revisionista que visita Auschwitz para verificar a existência das alegadas câmaras de gás para extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler.

Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.











quinta-feira, 25 de março de 2010

A Mossad Israelita e o Seu Envolvimento no 9/11




Católicos Contra Presença Sionista em Notre Dame de Paris

No dia 21 de Março deste ano, jovens pertencentes a um grupo Católico impediram o discurso de um Rabino Sionista em Notre Dame de Paris.









Podem ler mais sobre este assunto aqui.

Lula da Silva "Politicamente Correcto" Apenas Até Certo Ponto


Em visita ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que conhecer o local era "quase obrigatório" para qualquer chefe de Estado do mundo.

(...) "Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse o presidente na saída do local.

(...)

Recusa polêmica

A ida ao museu ocorreu no mesmo dia em que a chancelaria israelense havia programado uma visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.

O fato de a comitiva brasileira ter rejeitado o convite gerou duras críticas de alguns setores da sociedade israelense.

Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, teria boicotado o discurso que o presidente brasileiro fez no Parlamento israelense.

O chanceler também boicotou um encontro entre Lula e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.

Lieberman, líder do partido ultra-nacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. [leia a notícia na íntegra]

Pode ler mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 24 de março de 2010

As Vítimas do Costume...


David e Golias, A Versão Actualizada
- Lembra-te de que eu sou sempre a vítima...
Sobre este assunto, podem ler mais aqui.

Recordando Eustace Mullins

Eustace Mullins, o lendário autor de centenas de livros e panfletos que procuraram demolir as mentiras vindas da guerra entre os meios de comunicação social, morreu no dia 2 de Fevereiro deste ano. (...) Considerado por muitos o maior historiador político do séc. XX, as meticulosas investigações de Mullins denunciaram e atingiram mais segredos políticos do que ualquer outro alguma vez se atreveu a fazê-lo. [podem continuar a ler mais sobre este assunto aqui]


A última entrevista de Eustace Mullins:




Eustace Mullins fala sobre a Nova Ordem Mundial:



segunda-feira, 22 de março de 2010

Alan Sabrosky: "A Mossad Cometeu os Ataques de 9/11



Leiam mais sobre este assunto aqui.

A Televisão da Morte


[Retirado daqui]


5 Formas em que sua TV esta lentamente matando você

1. TV deixa você mais morto.

Ver TV é um passatempo bastante mortal, a pesquisa sugere. Não importa quanto tempo você gasta na musculação, cada hora que você gasta em frente da televisão aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas, segundo um relatório recente na publicação "Circulação: Jornal da Associação Americana do Coração". (...)


2. TV faz você bêbado.

TV faz você beber mais. Quando se trata de beber, estamos aparentemente muito suscetíveis ao que vemos na televisão, segundo um relatório publicado em "Álcool e Alcoolismo". (...)


3. TV pode fazer o seu filho engravidar/ sua filha ficar grávida.

Os adolescentes que assistiram a uma série de TV que incluía conteúdos sexuais tinham duas vezes mais probabilidade de engravidar, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics. (...)


4. TV enfraquece os ossos.

Horas gastas assistindo a TV podem resultar em uma criança com os ossos frágeis, de acordo com um estudo publicado no Journal of Pediatrics. Até chegarmos por volta dos 25 anos, nós acumulamos massa óssea em uma espécie de conta poupança. Quanto mais osso que construímos quando somos jovens, menor a probabilidade de que estamos a desenvolver osteoporose. (...)


5. TV torna você menos empenhado.

Um estudo recente descobriu que enquanto a TV está ligada - mesmo que seja apenas de fundo - os pais interagem menos com seus filhos. Para saber mais sobre os efeitos da TV, os investigadores trouxeram 51 crianças e bebês, cada um acompanhado por um dos pais a um centro de estudo da criança, de acordo com o relatório publicado Child Development. (...)

O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - O Alibi Indispensável (IV)



Apesar do Sionismo representar tipicamente por si próprio a solução para o anti-semitismo, a verdade é diferente. Aliás, a hostilidade contra os Judeus é indispensável à causa do nacionalismo Judaico. Se o anti-semitismo não existisse, os Sionistas teriam que inventá-lo. E, em muitos casos, foi exactamente isso que eles fizeram.

Ao contrário da percepção comum de que o Sionismo se opõe ao anti-semitismo, os seus seguidores, de vez em quando, revelam uma atitude ambivalente para com o ódio aos Judeus.

Em 1895, Theodor Herzl, o fundador do Sionismo moderno, escreveu de forma profética nos seus Diários: “Os anti-semitas tornar-se-ão os nossos amigos mais chegados e os países anti-semitas os nossos aliados”. Mesmo o sofrimento infligido aos Judeus Europeus pelo Holocausto Nazi não parece ter acalmado tal cepticismo. Em 1995, Jay Lefkowitz, um funcionário americano do governo, relatou à revista New York Times Magazine que "no fundo, acredito que um pequeno acto anti-semita é uma coisa boa para os Judeus se lembrarem de quem eles são”. [leia tudo aqui]

sexta-feira, 19 de março de 2010

O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - Mito Sionista VS Verdade e Realidade (III)



Há duas definições de anti-semitismo no contexto Judeu. Uma nasceu com uma história real e representa uma verdade. A outra é parcial e encomendada da mitologia Sionista e foi inventada para chantagear os Europeus não-Judeus e os norte-americanos para que se abstenham de criticar Israel ou, para ser mais preciso, permanecerem em silêncio quando os seus líderes recorrem ao terrorismo de Estado e demonstram das mais várias maneiras o seu completo desprezo pela lei internacional.

O anti-semitismo definido de forma adequada e honesta é um preconceito contra e até mesmo um ódio aos Judeus, a todos Judeus de toda a parte, somente porque são Judeus.

O anti-semitismo, definido pelos Sionistas, o colonialismo, a limpeza étnica empreendida por alguns Judeus, veio passar a querer dizer quase toda a crítica às políticas e às acções de Israel, em particular a sua opressão contra os Palestinianos e também a crítica baseada em revelações recolhidas da documentada verdade histórica expõem a propaganda Sionista pela sua própria falta de senso.

De outra forma, o anti-semitismo definido pelos defensores de Israel é algo escrito ou dito por qualquer pessoa que desafie e contradiga a versão sionista dos acontecimentos. Na prática, os Sionistas dizem, "Se discorda de nós, é anti-semita“.
[leia o artigo na íntegra]

"Crimes de Ódio" Só Para Alguns

Quando iniciei aqui uma série de 'posts' sobre o "SIONISMO DESMASCARADO", a ideia era, para aqueles que insistem em misturar tudo, demonstrar que CRITICAR A POLÍTICA INTERNACIONAL DE ISRAEL, POR EXEMPLO, PARA COM A QUESTÃO PALESTINIANA, NÃO PODE SER CONSIDERADO ANTI-SEMITISMO. Mais: o que se condena não são os Judeus e o seu culto, mas sim os Sionistas e os tentáculos do seu lobby, especialmente na política internacional dos EUA. Portanto, a acusação de que este blogue é um local de "ódio a Israel e ao Judaísmo", ou de puro "anti-semitismo", não cola e só serve para desviar as atenções do verdadeiro problema.

A estratégia de certos crentes é sempre a mesma. Veja-se no caso de Robert Faurisson. É anunciado com "negacionista do Holocausto", alguém que "já foi punido pelos Tribunais", alguém que "apela ao ódio", etc. Mas não vejo nenhum daqueles crentes confrontar as suas ideias com outras respostas. Nem precisam. Actualmente, se Faurisson (ou aguém que partilhe da sua opinião) abre a boca, é multado ou preso, pois o facto histórico denominado Holocausto é o único que não permite uma discussão aberta.

Vamos a mais um exemplo simples. Vejam este vídeo -que se encontrava inicialmente aqui, mas que foi removido por ser considerado um "discurso de ódio":





O vídeo nunca será analisado pelo tema em si, pela questão levantada - o último filme de Tarantino - mas sim por quem fala e pelo seu passado. Inglourious Basterds não passa de um filme doente, sádico, que defende a tortura. Em resumo, é um filme de ódio Judaico. No entanto, com a aprovação que tem merecido dos principais média, só vem demonstrar o quanto doente anda Hollywood e os média controlados pelos lobbys Sionistas. Porém, David Duke pode falar do que quiser, porque os crentes exterminacionistas apenas falarão do seu passado de militância no KKK. Irão sempre rotular as suas palavras de "ódio" e censurarão os seus vídeos. Ou seja, mesmo que seja tudo verdade o que ele diz, como ele pertenceu a um grupo ou associação "criminosa" passa a ser mentira ou a não ter credibilidade.