A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida. A destruição da famosa Ilha de Ruta e da ilha menor de Daitya - que se deu há cerca de 850.000 anos, no fim do período Plioceno, não deve ser confundida com a submersão do continente principal da Atlântida, durante o período Mioceno.
A causa do desaparecimento da Atlântida, foram as perturbações sucessivas do eixo de rotação. Este cataclismo começou nos primeiros tempos da era Terciária e, continuando durante muito tempo, determinou a extinção, pouco a pouco, dos últimos vestígios da Atlântida, com a exceção provavelmente de Ceilão, e de uma pequena parte do que agora é a África.
O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua explêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras têm servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente.
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