domingo, 12 de dezembro de 2010

Explicação Mais Clara é Impossível!


sábado, 11 de dezembro de 2010

O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel (II)


Cerca de trinta rabinos de topo Israelitas apoiaram, na última terça-feira, a decisão de impedir os Judeus de venderem ou alugarem casas a não-Judeus - uma decisão que indica claramente o aumento do radicalismo dentro da própria comunidade rabina, numa altura já de grande fricção entre Árabes Israelitas e Judeus.
A acção levada a cabo pelos chefes clericais rabinos em algumas das grandes cidades Israelitas e de grande influência religiosa encontra-se coberta por grandes e graves acusações de racismo.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel


No cartaz da rapariga pode ler-se: "Sou de Austin, Texas. Israel pagar-me-ia para eu ir para a terra dele porque eu sou judia".
No cartaz do rapaz pode ler-se: "Sou Palestiniano. Não posso regressar à minha terra porque não sou judeu".
SEM MAIS COMENTÁRIOS...

Leiam mais sobre este assunto aqui.

David Icke - Palestras e Conversas Para analisar Com Atenção



Idade Média - Mais Um Exemplo de Condenação Sem Investigação


Parece que afinal os Britânicos da Idade Média teriam mais riqueza do que os países considerados pobres nos tempos modernos. A notícia é avançada pelos economistas da Universidade de Warwick.

Esta notícia é curiosa porque a ideia pré-concebida que possuímos da Idade Média é que que esta foi um período "obscuro", um período "das trevas".
Estes estigmas perduraram por bastante tempo. Porém, graças ao trabalho de vários historiadores, especialmente a partir do século XX, hoje podemos abordar a Idade Média com uma perspectiva mais interessante. Por exemplo, foi nessa época que boa parte da filosofia, como a de Aristóteles, foi encontrada e recuperada; é na Idade Média onde estão as raízes de nossa ciência, quando o homem começou a pensar de forma mais metódica; lá foram construídas as grandes catedrais e no medievo nasceram as grandes cidades européias, suas universidades; há a Cavalaria, seus feitos e ideais, suas lendas e muito mais. As conquistas medievais lançaram os homens europeus às grandes navegações e permitiram a estes a descoberta de novos mundos. Foi a Idade Média que formou e nos deu Nicolau Copérnico (1473—1543) e, de certo modo, foi sua cosmologia a responsável por lançar o homem em busca de mais conhecimento.
Em resumo, a Idade Média foi mais um exemplo de que condenar sem investigar é MESMO UMA FORMA DE IGNORÂNCIA!
Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.
As informações sobre a "outra Idade Média" foram adaptadas daqui.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Judía Admite Rituais Satânicos!

É uma entrevista já com alguns anos, pois até a conhecida apresentadora e entrevistadora parece ter menos 30 quilos, mas certamente estará nas mais profundas gavetas dos armários dos "jornalistas de investigação" de todo o mundo.
A relação de certos núcleos judaico/sionistas com o satanismo há muitos anos que é falada, mas é evidente que, neste caso, os "testemunhos" já não irão ser considerados credíveis. Há os outros que o são, os tais com pijamas às riscas, maçãs invisiveis e sonhadoras ou simplesmente câmaras de gás bem fechadinhas com uma porta de madeira...

Um Novo Nelson Mandela?...


Estou perfeitamente de acordo com Christopher King quando ele afirma que Julian Assange poderá ser o "Nelson Mandela da Europa". E que o seu direito a uma "defesa legal" não passa de mais um embuste! Só nos resta esperar que este "menino mimado e anarquista radical" (definição de uma comentadora política (???!!!) de um canal televisivo português) tenho também um "acidente" ou um "problema de saúde"...

Julian Assange, o tal perigoso "radical" terá, segundo certos "comentadores" (ou serão apenas e só "repetidores"? - expressão muito bem empregue por David Icke para definir a maioria dos jornalistas e políticos), colocado em perigo a "segurança do mundo inteiro"... DESCULPE?????
Mas... ele colocou em xeque QUAL SEGURANÇA???
Só se for a dos ASSASSINOS GENOCIDAS, AUTÊNTICOS CRIMINOSOS DE GUERRA, que até à bem pouco tempo podiam glorificar-se impunemente, por todo o lado, das suas grandes façanhas em nome duma "guerra contra o eixo do mal"!

Porém, existem outras teorias que também não são de menosprezar:
Wikileaks e a sua ligação com Tel Aviv.

Vejamos, qualquer investigador forense começaria por perguntar: quem são os principais beneficiados? Seguidamente, abordaria os meios, os motivos e a oportunidade... a juntar a uma presença de um estável serviço de inteligência, autêntico "estado-nacão", dentro dos EUA.

Que outro país sem ser Israel, poderás ser o candidato mais credível?... Reparem como, rapidamente, o papel de Israel no processo de paz desapareceu das notícias. Actualmente, é o Irão, Irão e mais Irão. Quem benificiam com isto?


Tel Aviv sabe que a falsa inteligência no Iraque comanda de forma habilidosa o empreendimento numa guerra "pela forma do engano" -o lema da Mossad Israelita. Porém, é estranho o que falta na Wikileaks: a ausência de qualquer material que danifique os objectivos de Israel. Mas ainda assim Tel Aviv encara um perigo nunca visto: a transparência. Os americanos sabem que foram iludidos. E Israel teme que os americanos compreendam rapidamente por quem.

Independentemente de tudo isto, aconselhamos vivamente a leitura deste livro que vos poderá ajudar a compreender melhor certos tentáculos obscuros da política externa norte-americana e israelita.

Olha!... Tantos "Maluquinhos"!...

É muito comum pensar-se que todos aqueles que questionam a versão oficial dos acontecimentos ocorridos a 11 de Setembro não passam de... "maluquinhos das teorias da conspiração". É muito comum os orgãos de comunicação social (perfeitamente controlados e manipulados) atribuirem a "meia dúzia" de "maluquinhos" as teorias "radicais, absurdas" que falam de "inside job" ou de algum "lobby"...
Pois bem, como podem verificar aqui, a lista dos "maluquinhos" é bem grande e das mais variadas formas e feitios! De militares a cientistas, de políticos a actores, existem uma quantidade ENORME de pessoas que questionam aquilo que qualquer um poderia verificar por si mesmo ser um EMBUSTE, se não viessem os representantes da "teoria oficial" ridicularizar e menosprezar uma série de provas e dados CONCRETOS. Pior do que o encobrimento de tamanha monstruosidade, é a cumplicidade dos principais orgãos de comunicação social, os tais "jornaistas de investigação" que nunca aparecem sempre que se fala do 11 de Setembro.

A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO! E CONDENAR SEM INVESTIGAR É A PRINCIPAL FORMA DE IGNORÂNCIA!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Os Verdadeiros Assassinos de Katyn


A câmara baixa do parlamento russo adoptou [no dia 26 de Novembro] uma resolução que reconhece o massacre Katyn, em 1940.

A resolução, há muito reclamada pela Polónia, foi baseada na consulta de documentos, dos arquivos secretos.

Varsóvia mostrou o horror dos corpos sepultados em valas comuns. Mas mesmo depois disso, Moscovo mostrou-se sempre renitente.

Uma comissão parlamentar reconheceu agora a responsabilidade de Staline, concluindo que foi o ditador que, pessoalmente, ordenou o massacre de milhares de oficiais polacos.

Durante muitos anos, a Rússia atribuiu o crime às forças nazis.

Quando, em 1939, as forças soviéticas invadiram algumas regiões da Polónia, 22 mil oficiais polacos foram presos e acabaram por ser sumariamente executados.

Em Abril de 1990, o então presidente da União Soviética, Mikhail Gorbatchev já tinha reconhecido as responsabilidades de Moscovo.

O então presidente polaco, Lech Kaczinsky morreu num desastre de avião, a 10 de Abril deste ano, quando pretendia assinalar os 70 anos do massacre.

[vejam a notícia na íntegra]

ESTA FOI UMA DAS MUITAS VITÓRIAS DO REVISIONISMO HISTÓRICO, MAS NENHUM ORGÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL TEVE CORAGEM PARA FALAR DISSO!

Nada que não estejamos já habituados...


Entrevista Com Vincent Reynouard



O jornal francês Rivarol visitou Vincent Reynouard na prisão de Valenciennes (França) e realizou uma entrevista, cuja tradução segue abaixo.

Rivarol: Você já está agora quase três meses na prisão. Como você se sente?

Vincent Reynouard: Bem. Os primeiro quinze dias em Valenciennes foram bastante difíceis, mas eu devo reconhecer que o motivo foi minha impaciência. Eu ainda não tinha entendido que numa nova prisão você deve ficar calmo no início e conhecer primeiro as “regras do jogo”. Uma vez que você as entendeu e aceitou, você recebe melhor o que lhe servem e tira da cabeça aquilo que está além da disponibilidade, então tudo melhora.

Rivarol: Você tem a impressão que os responsáveis na prisão lhe perseguem?

Vincent Reynouard: De forma alguma. Eu sou considerado e tratado como qualquer outro. Até um pouco melhor, porque eu estou numa cela individual, onde posso estabelecer meu próprio ritmo de vida (levantar cedo, dormir cedo). Eu gozo dos mesmos acessos às atividades que os outros. Eu utilizo a biblioteca e vou poder ter em breve um curso de alemão de seis horas através do CNED. Eu só posso me felicitar pela forma como sou tratado aqui. O dever para com a objetividade me obriga a falar isto em alto e bom tom.

Rivarol: Exato, falemos sobre suas atividades. Como você se ocupa durante o dia?

Vincent Reynouard: Meus dias são preenchidos com o aprendizado da língua alemã, responder as correspondências, orar, desenhar e os passeios (três horas diárias: uma hora e meia pela manhã e uma hora e meia à tarde). Além disso, tenho ainda os deveres normais da vida: comer, tomar banho, limpar a cela e minhas roupas uma vez por semana. Toda segunda-feira eu passo ainda uma hora na biblioteca.

Rivarol: Em sua primeira carta a Rivarol, você disse que estaria esperando pelo pior. O que nos diz agora sobre isso?

Vincent Reynouard: Eu estava equivocado. Claro que a biblioteca é pequena (do tamanho de uma biblioteca escolar), mas podemos encontrar lá livros interessantes, principalmente sobre questões sociais (suicídio, o islamismo, o problema Israel-Palestina, o futuro da humanidade...). Esta semana emprestei o livro “A República” de Platão. Você pode ver, existe o suficiente para se instruir.


Podem ler a notícia na íntegra aqui.

Finis Mundi



A Antagonista Editora comunica o lançamento do primeiro número da revista cultural Finis Mundi, em cujo Conselho Consultivo podemos encontrar António Marques Bessa, UTL-ISCSP-UAL; Sónia Margarida Sebastião, UTL-ISCSP, Sandra Rodrigues Balão, UTL-ISCSP e Miguel Varela, ISNP-GL.

Numerosa a lista dos colaboradores:

- o filósofo francês Alain de Benoist, que estará em Portugal para o lançamento da revista, a 9 de Dezembro, no Palácio da Independência, autor, entre outros, do “Nova Direita, Nova Cultura”,

- o politólogo Aleksandr Dugin (Centro de Estudos Conservadores da Universidade Estatal de Moscovo, ex-conselheiro do presidente da Duma e presidente do Centro de Análise Geopolítica),


-James Petras (Universidade de Binghamton, Nova Iorque, e Saint Mary’s, Canadá, ex-conselheiro de Estado dos governos da Grécia, da Venezuela e do Chile, revista “Foreign Policy”),

- Matthias Chang (ex-Secretário de Estado do primeiro-ministro da Malásia, Mahathir Mohamad),

- Paul Craig Roberts (ex-editor do “Wall Street Journal” e da “Business Week”, ex-secretário adjunto do Tesouro no governo de Ronald Reagan),

- Leonid Savin (Un. Estatal de Moscovo, editor da revista “Geopolítica” e colaborador do “Journal of Internacional Affairs”),


- Tiberio Graziani (director da “Eurásia”, revista académica de estudos geopolíticos e da colecção Cadernos de Geopolítica, Itália).

É também prevista uma sessão de lançamento, que decorrerá em Lisboa no dia 9 de Dezembro às 21h30m no Palácio da Independência; evento que contará com intervenções temáticas ao título da revista a cargo de António Marques Bessa e Alain de Benoist.

Leiam mais sobre este assunto
aqui.

sábado, 4 de dezembro de 2010

WikiLeaks: Há Bombas de Fragmentação Americanas em Solo Britânico



Apesar de alguns desvalorizarem os documentos revelados pelo site WikiLeaks e de outros os considerarem "bombásticos", o certo é que há mesmo muita coisa que não interessa vir ao de cima.

A estratégia de alguns é sempre a mesma: desviar a atenção do verdadeiro problema. Descredibiliza-se primeiro a fonte (Julian Assange, criador do WikiLeaks, passou a ser um violador, um anarquista, um extremista, um radical, um menino mimado, etc., etc., etc.) e depois, com uma descarada e vergonhosa "lata", censura-se a informação porque... "não se pode permitir que alguém que colocou em xeque o equilíbrio, a nossa segurança e a paz no mundo possa revelar estas coias e sair impune"!

MAS... AONDE? E COMO? Aonde e como colocou ele em xeque a nossa segurança, podem dizer-me?...

Será com a notícia que partilho a seguir?...
Vejamos:

O governo britânico autorizou os Estados Unidos a armazenar bombas de fragmentação em seu solo, apesar do Reino Unido ser signatário de um tratado que proíbe este tipo de arma, segundo mensagem americana vazada pelo site WikiLeaks e publicada nesta quinta-feira pelo jornal The Guardian.

Washington, que se opõe à proibição das bombas com submunições, e Londres chegaram a um acordo para que o exército americano pudesse beneficiar-se de uma "isenção temporária" e armazenar assim suas BASM no território britânico.

"O deslocamento de bombas de fragmentação em barcos de Diego Garcia para aviões lá (...) exigirá uma isenção temporária", assinala a mensagem diplomática citada pelo jornal britânico.
A ilha de Diego Garcia no Oceano Índico é um território britânico de 27 km2 que abriga uma das bases aeronavais mais importantes no exterior. Serve de ponto de apoio para o exército americano para qualquer intervenção na Ásia Central e Golfo.

"Seria melhor que o governo americano e o governo de Sua Majestade (o governo britânico) não cheguem a um acordo final sobre este acerto temporária, enquanto o processo de ratificação (do tratado que proíbe as bombas de fragmentação) não esteja concluído no parlamento (britânico)", afirma um alto funcionário do ministério britânico das Relações Exteriores, Nicholas Pickard, citado numa mensagem que data de maio de 2009.

O Reino Unido assinou em dezembro de 2008 um tratado que proibia as bombas de fragmentação, devastadoras para as populações civis.

Essas bombas podem conter centenas de submunições que se dispersam num extenso perímetro sem que todas explodam, o que as converte de fato em minas antipessoais, proibidas pela Convenção de Ottawa de 1997.

Segundo a organização Handicap International, 100.000 pessoas, 98% das quais civis, morreram ou ficaram mutiladas pela explosão das submunições em todo o mundo desde 1965. Mais de 25% das vítimas são crianças que ficam intrigadas pelas formas e cores dessas bombas.
[leiam a notícia na íntegra].

Claro que isto é uma das muitas coisas "perigosas" que colocam em xeque a nossa segurança...

TENHAM VERGONHA! Numa simples e básica frase... CAMBADA DE NOJENTOS!!!

Porque é Que os "Amigos dos Animais" RARAMENTE Vêm a Público Falar disto?!!!

Sim, porque apesar da notícia ter sido retirada de um site de luta pelos direitos dos animais, é mais do que sabido que apenas as touradas parecem incomodar estes senhores...
O tal rótulo denominado de "anti-semitismo" é bem pior do que revelar OUTRAS ATROCIDADES, certo?...

[Retirado daqui]

“Esta é minha mudança, este é meu substituto, esta é minha expiação”, murmuram os fiéis judeus enquanto dão três voltas por cima de suas cabeças com um animal que, minutos depois, é morto como forma de expiar os pecados.

No ritual das Kaparot, uma expiação simbólica dos pecados, milhares de galos e galinhas são degolados em Israel para lembrar os judeus que, a qualquer momento, Deus pode tirar a vida como forma de compensação por seus pecados.

As mulheres usam galinhas; os homens, galos; e as grávidas, um exemplar de cada um. As Kaparot são vividas nos dias anteriores ao Yom Kippur, a data mais solene do judaísmo, destinada ao arrependimento e ao pedido de perdão.

“Neste momento do ano, que é nosso Ano Novo Judaico (Rosh Hashana), uma das coisas que fazemos é começar uma vida nova e refletir sobre o que fizemos no passado”, explica à Agência Efe o judeu de origem americana Menachen Persoff antes de fazer suas Kaparot.

“Pegamos uma galinha e dizemos: ‘Em vez de que eu seja castigado e destruído neste mundo, deixe que seja esta galinha’. E então temos que pensar que, quando essa galinha morre, poderíamos ter morrido em seu lugar”, acrescenta.

Para Persoff, as Kaparot são uma oportunidade para “ser uma pessoa melhor, pensar nas coisas que fizemos de errado e fazer as coisas de um jeito melhor no futuro”.

Depois que a ave escolhida – que deve ser branca, para simbolizar a purificação do pecado – é girada sobre a cabeça, o animal é degolado com um rápido e certeiro movimento com uma faca afiada cuja lâmina não pode ter a menor fenda, seguindo os preceitos judeus do “kashrut”.

Os penitentes costumam doar as aves mortas para a caridade se têm uma boa situação econômica. Caso contrário, as levam para comer em casa.

Alguns criticam os que comem ou doam as aves aos pobres ao entender que os pecados de quem toma parte no ritual foram transferidos ao animal e, portanto, este não deve ser comido.

Após o ritual, as vísceras das aves devem ser colocadas em algum lugar onde possam servir de alimento a outros pássaros, a fim de demonstrar piedade em relação a todas as coisas vivas.

“Nas Kaparot, rezamos para ser perdoados. Nos mostramos envergonhados diante de Deus e lembramos que ele pode nos tirar a vida, mas nos dá a oportunidade de pedir perdão”, aponta a judia ultraortodoxa Devorah Leah.

Para ela, esta tradição ajuda a “pensar com mais profundidade” sobre si mesmo e seus atos.

Na antiguidade, as Kaparot eram feitas com cabras, o que deu origem à expressão “bode expiatório”.

Hoje em dia, mamíferos não são usados, mas se não é possível ou não se quer usar galinhas ou galos, estes podem ser substituídos por qualquer outra ave, exceto pombos – para não lembrar os ritos de sacrifício no templo –, ou mesmo por um peixe.

Também são muitas as famílias que fazem as Kaparot com dinheiro que depois é doado aos pobres. O fato de os rabinos permitirem que o rito seja celebrado sem necessidade de matar animais é o principal argumento das organizações defensoras dos animais contra esta prática, que consideram como cruel e abusiva.

“Muitos religiosos argumentam que não há motivo para fazê-lo com dinheiro quando se pode matar uma galinha, porque estas não sofrem. Mas isso não está certo. Todo mundo sabe que os animais têm sentimentos e querem viver, igual a nós”, diz Gene Peretz, uma jovem estudante vegetariana que se manifesta em Jerusalém contra o uso de animais vivos nas Kaparot.

Frente a esta postura, os seguidores da tradição, como Leah, argumentam que “os animais estão na terra para serem utilizados pelos seres humanos, sempre que seja de modo correto”, e que comer “os animais que Deus nos deu é uma forma de fazer com que o mundo seja mais espiritual”.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Livros Para Este Natal


Raça Humana, Ergue-te!
David Icke assinala o seu vigésimo ano de revelação de segredos chocantes e de informação escondida, com a publicação do seu livro mais espantoso até à data.
Pegando na manipulação de que os seres humanos são alvo e na natureza da realidade para instaurar novos níveis de compreensão, David apela à humanidade para que se erga e recupere o mundo das mãos das sinistras redes de famílias e de entidades nãohumanas que nos controlam secretamente, desde o berço até ao túmulo.
A sua revelação mais estonteante é a de que a Terra e a mente colectiva humana, são manipuladas a partir da Lua, a qual, segundo diz, não é um ‘corpo celeste’, mas uma construção artificial – uma ‘nave-espacial’ gigante – que serve de base para o grupo extraterrestre que tem vindo a manipular a humanidade há eras.
A Humanidade encontra-se numa encruzilhada e é chegado o momento de fazer uma escolha. Uma das escolhas irá levar-nos à liberdade e a um potencial de uma grandeza que não imaginaríamos ser possível, enquanto que a outra irá condenar-nos - e aos nossos filhos - a uma ditadura global fascista/comunista, a uma escala que faria corar
o próprio George Orwell.

Inclui 32 páginas a cores de trabalho gráfico de Neil Hague.




Chacras e Cristais, de Jennie Harding.

Editado pela Booksmile, este é um guia completo para encontrar o seu equilíbrio físico e emocional. Tendo por base os sete chacras (centros de energia) do corpo humano, um guia que explora o valor dos cristais e o ensina a encontrar o seu equilíbrio físico e emocional. Oferta de estojo com 7 cristais.




A FICÇÃO CIENTÍFICA DE AL GORE - Um Guia Céptico para Uma Verdade Inconveniente, Por MARLO LEWIS Jr.
Marlo Lewis Jr. contraria neste livro a corrente alarmista do aquecimento global e tem a coragem de pôr em causa, de forma sistemática e minuciosamente documentada, o livro que abriu a Al Gore as portas de um prémio Nobel.
Em Portugal a corrente alarmista do aquecimento global tem vindo a encontrar acolhimento nas entidades oficiais e institucionais e a comunicação social não tem dado destaque a opiniões críticas, ainda que emitidas por cientistas tão ou mais qualificados e credíveis do que aqueles que suportam a tese do aquecimento global de origem antropogénica.
Numa Carta Aberta divulgada por ocasião da Conferência de Bali, dirigida ao Secretário Geral das Nações Unidas – com cópia a todos os chefes de Estado dos países a que pertencem os signatários – cerca de uma centena de cientistas critica os relatórios alarmistas do IPCC, manifesta a convicção de que o ser humano não é responsável pelas alterações climáticas e refere a inutilidade das acções em curso para as combater.
Este trabalho de Marlo Lewis Jr., além de fazer uma análise exaustiva do livro de Gore, constitui um excelente manual sobre muitos dos temas climatológicos, na medida em que faculta uma lista de mais de três centenas de referências, com múltiplos endereços de internet, o que oferece ao leitor interessado uma oportunidade para aprofundar os conhecimentos de climatologia e prosseguir outras leituras de modo a tirar as suas próprias conclusões.
Para Marlo Lewis o trabalho de Al Gore é manipulador das consciências de cidadãos, de decisores políticos, de profissionais da comunicação social e, infelizmente, de cientistas de vários campos da Ciência. Al Gore não possui conhecimentos para escrever um livro ou produzir um filme abordando temas científicos em geral e do domínio da climatologia em particular.
Mas é um autêntico profissional do espectáculo político e foi certamente apoiado por cientistas e ambientalistas adeptos do apocalipse climático.
O alarmismo associado ao aquecimento global de origem alegadamente “antropogénica”, isto é, da responsabilidade do ser humano, constitui um exemplo flagrante de mais uma das imposturas que recorrentemente procuram explorar a crendice de muitas pessoas. Mas o que se torna mais lamentável é a atitude de responsáveis políticos, nacionais e internacionais, que se deixam impressionar por uma propaganda dogmática como esta, a ponto de serem atribuídos prémios Nobel (da paz!) a pessoas e entidades que mais não fazem do que promover e difundir o pânico nas populações.

"Feel The Hate in Jerusalem"!

O vídeo foi "banido" do Youtube...

Não sei se nos vão "banir" também por divulgarmos o vídeo...

Feeling the Love in Jerusalem from Joseph Dana on Vimeo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E Se no Dia 7 Dezembro, Nós Levantamos Todo o Nosso Dinheiro dos Bancos?

O Revisionismo em Linha apesar de ser um espaço de leitura "alternativa" à história oficial de inúmeros acontecimentos mundiais (muito para além da análise sem tabus do facto histórico denominado "Holocausto", durante a Segunda Guerra Mundial), nunca se debruçou concreta e directamente sobre intervenção política e social. Porque esse nunca foi o nosso verdadeiro objectivo.

No entanto, perante toda uma série de acontecimentos que nos rodeiam, somos obrigados a também colocar aqui algumas propostas que consideramos serem pertinentes e até, podemos dizer, curiosas e polémicas.



Sobre este assunto, podem mais aqui e também aqui.

Channel 4 Apresenta Vídeo Com Alegadas Execuções de Prisioneiros Tamil



Leiam mais sobre este assunto aqui.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cientistas Nucleares São Alvo de Atentado no Irão

Um cientista nuclear iraniano foi morto e outro ficou ferido em ataques à bomba separados, mas semelhantes, segundo a imprensa do país.

O site da TV estatal iraniana chamou os episódios de “atos terroristas” perpetrados por “agentes do regime sionista”, em referência a Israel, adversário do Irã na região, sem no entanto apresentar provas específicas.

A TV relatou que os cientistas – Majid Shahriari, do departamento de energia nuclear da Universidade Shahid Beheshti, em Teerã, e Fereydoon Abbasi, membro da Guarda Revolucionária iraniana – estavam dirigindo rumo ao trabalho nesta segunda-feira quando homens em motocicletas prenderam bombas às janelas de seus carros.

Shahriari morreu, e Abbasi ficou ferido e está sendo tratado. [leia a notícia na íntegra]

A seguir, dois vídeos sobre este assunto.





Apenas Menos Uns Alemães à Face da Terra...

Resumidamente, não se conseguem escrever outras palavras sem ser estas: A HISTORIOGRAFIA CONTINUA A NÃO SE INTERESSAR PELOS CRIMES "DOS BONS"!...
Por outras palavras, David Vondracek, um realizador Checo, dificilmente terá honras de destaque nos principais média porque o documentário que realizou,
apesar de ter ganho Franz Werfel Human Rights Award, "apenas" se refere à morte de centenas de civis alemães na antiga Checoslováquia, crime esse ocorrido já depois da Segunda Guerra Mundial.
As penas de prisão para os criminosos de guerra estão numa gaveta apenas para ser aberta e atribuídas a oficiais ou soldados "nazis", os "maus do costume". Mesmo quando já têm 80 ou mais anos de vida. Para esses nunca há perdão. Para os outros, há o assobiar para o lado e uma estranha "falta de memória"...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (Conclusão)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XII)


(CONTINUAÇÃO)



Argumento 14: Os Nazis assassinaram cerca de 2,5 milhões de prisioneiros de guerra Soviéticos.

Resposta: A grande maioria dos prisioneiros de guerra Soviéticos que morreram no cativeiros da Alemanha não foram “assassinados”, mas sucumbiram de fome, exaustão e doenças, tal com vasta maioria dos prisioneiros de guerra Alemães que não sobreviveram aos cativeiros Soviéticos.
Não tendo estudado este assunto, somos incapazes de comentar os números mencionados pelo Dr. Karsai, mas realmente todas as fontes registam que a mortalidade entre os prisioneiros de guerra Soviéticos foi extremamente alta. Para esta tragédia existem, basicamente, duas razões: após as rápidas vitórias Alemãs na primeira fase da guerra, milhões de soldados Soviéticos foram feitos prisioneiros. Os Alemães não possuíam comida suficiente para esses prisioneiros. Mas mesmo mais tarde, os prisioneiros de guerra Soviéticos receberam rações de comida insuficientes acabando por morrer em grande quantidade, ao contrário dos prisioneiros de guerra dos países Ocidentais, que foram tratados correctamente. Não pode haver qualquer dúvida que esta política para com os prisioneiros Soviéticos (que Alexander Solzhenitsyn, no livro “The Gulag Archipelag”, explica esse facto por a URSS não ter assinado a Convenção de Genebra) era criminosa. E que o facto de prisioneiros de guerra Alemães em campos Soviéticos terem sido tratados de forma sombria, morrendo igualmente em quantidades enormes, não é justificação, porque um crime não desculpa o outro.


Argumento 15: De acordo com o "Plan Ost", os Nazis planearam assassinar 30 milhões de cidadãos Soviéticos.

Resposta: Essa afirmação é baseada numa declaração de Erich von dem Bach-Zelewski, antigo ‘SS-Obergruppenführer’ e Höherer ‘SS- und Polizeiführer Russland-Mitte‘, durante o julgamento de Nuremberga. Em Nuremberga, von dem Bach-Zelewski afirmou que no início de 1941, Heinrich Himmler referiu em Wewelsburg que o objectivo da campanha que se avizinhava para a Rússia seria a redução da população Eslava para 30 milhões [82]. O problema é que tal declaração feita depois da guerra é totalmente inútil, porque os poderes vencedores poderiam facilmente forçar qualquer Alemão a confessar qualquer coisa. Em muitas ocasiões, as confissões foram extraídas pela tortura. O caso mais famoso foi o de Rudolf Höss, o primeiro comandante de Auschwitz, que declarou no cativeiro britânico que até Novembro de 1943 tinham sido gaseadas no campo Auschwitz cerca de dois milhões e meio de pessoas, enquanto que outras 500.000 teriam desaparecido de fome e de doenças [83]. (Deve ser relembrado que actualmente os “historiadores do Holocausto” reclamam cerca de um milhão de vítimas em Auschwitz, o que continua a ser um exagero insano, uma vez que o real número de pessoas mortas naquele campo, tanto Judeus como não-Judeus, foi de cerca de 135.000 pessoas [84]). No seu livro “Legions of Death” [85], o escritor Britânico Rupert Butler documentou como é que os Britânicos obtiveram a confissão de Höss: eles bateram-lhe sem piedade durante três dias antes dele assinar finalmente o texto que tinham preparado para ele!
Naturalmente, nem todos os réus Alemães foram torturados para que se obtivessem a desejadas confissões. Existiram outros muito mais refinados métodos. Vamos olhar mais atentamente para o destino de ‘Oberstgruppenführer von dem Bach-Zelewski’ [86]. De acordo com a história oficial do “holocausto”, ele foi um dos piores criminosos. É suposto ele ter ordenado o assassinato de 27.800 Judeus perto de Riga e o massacre de dezenas de milhares de civis Soviéticos. Dadas estas circunstâncias, presumimos que ele foi naturalmente levado a tribunal e sentenciado a enforcamento após a guerra, mas isso não aconteceu. No julgamento de Nuremberga, ele foi usado como testemunha pela acusação e depois foi libertado. Obviamente que este tratamento foi a recompensa pelos depoimentos como os que foram referidos atrás e que permitiram aos Aliados acusarem os Alemães de terem planeado não apenas o total extermínio dos Judeus, mas também o horrível genocídio de dezenas de milhões de Eslavos.
É verdade que von dem Bach-Zelewski foi mais tarde julgado pela justiça Ocidental, mas não pelo seu alegado papel no “holocausto” ou o massacre de cidadãos Soviéticos. Ele foi julgado pela acusação de dois assassínios supostamente cometidos em 1934 [87].


Referências:

1 - Communique of the Polish-Soviet Extraordinary Commission for investigating the crimes committed by the Germans in the Majdanek concentration camp, Foreign Language Publishing House, Moscow 1944.
2 - USSR-29.
3 - Zdzislaw Lukaszkiewicz, „Oboz koncentracyjny i zaglady Majdanek“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni Niemieckich w Polsce, Volume 4, Warsaw 1948, p. 63-105.
4 - Czeslaw Rajca, „Problem liczby ofiar w obozu na Majdanku“, in: Zeszyty Majdanka, IV, 1992, p. 122-132.
5 - Tomasz Kranz, „Ewidencja zgonow i smiertelnosc wiezniow KL Lublin“, in: Zeszyty Majdanka, 23 (2005).
6 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998, chapter 4.
7 - Samuel Zylberstztain, „Pamietnik wieznia diesieciu obozow“, in: Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, Nr. 68, Warsaw 1968, p. 53 ff.
8 - Benedikt Kautsky, Teufel und Verdammte, Büchergilde Gutenberg, Zürich 1948.
9 - Staatliches Museum Auschwitz-Birkenau (ed.), Die Sterbebücher von Auschwitz, Saur Verlag, Munich 1995.
10 - Germar Rudolf, Vorlesungen über den Holocaust, Castle Hill Publishes, Hastings 2005, p. 271-273.
11 - Archiwum Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Warsaw, NTN, 134, p. 277 f.
12 - Gosudarstevenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-108-32, p. 76.
13 - Henryk Swiebocki, „Widerstand“, in: Auschwitz. Studien zur Geschichte des Konzentrations- und Vernichtungslagers, Band IV, Verlag des Staatlichen Museums Auschwitz-Birkenau 1999, p 330.
14 - Miklos Nyiszli, Boncoloorvosa voltam az Auschwitz-i krematoriumban, Vilag, Budapest 1946.
15 - Filip Müller, Sonderbehandlung, Verlag Steinhausen, Frankfurt a.M. 1979.
16 - Factors which affect the process of cremation“, in: Annual Cremation Conference Report, Cremation Society of Great Britain, 1975, p. 81.
17 - Georges Wellers, „Essai de détermination du nombre des juifs morts au camp d’Auschwitz“, in: Le Monde Juif, Octobre-Décembre 1983.
18 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt am Main 1997, p. 1000 (Volume 3).
19 - John Ball, Air Photo Evidence, Ball Resource Services, Delta, Canada 1992.
20 - Carlo Mattogno, „Die Leichenkeller der Krematorien von Birkenau im Licht der Dokumente“, in: Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, Nr. 3, 4/2003.
21 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 262, 263.
22 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 260.
23 - Danuta Czech, Kalendarium der Ereignisse im Konzentrationslager Auschwitz-Birkenau 1939-1945, Rowolt Verlag, Reinbek bei Hamburg 1989.
24 - Jan Karski, Story of a Secret State, Houghton Mifflin Company, Boston 1944, p. 339 f.
25 - Stefan Szende, Der letzte Jude aus Polen, Europa Verlag, Zürich 1945, p. 290 f.
26 - Alexander Petscherski, „La rivolta di Sobibor“, in: Y. Suhl, Ed essi si ribellarono, Milano 1969, p. 31.
27 - N. Blumental, Dokumenty i Materialy, Lodz 1946, p. 17.
28 - K. Marczewska, W. Wazniewski, „Treblinka w swietle akt Delegatury Rzadu RP na Kraj“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Volume XIX, Warsaw 1968, p. 137 f.
29 - Ibidem, p. 138 f.
30 - Gosudarstvenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-115-9, p. 108.
31 - K. Marczewska, W. Wazniewski, op. cit. p. 139 f.
32 - A. Kola, „Badania archeologiczne terenu bylego obozu zaglady zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i pamiec. Biuletyn Rady Ochrony Pamieci Walk i Meczenstwa, Nr. 4 (21), 2001.
33 - Julius Schelvis, Vernietigingskamp Sobibor, De Bataafsche Leeuw, Amsterdam 2008, p. 125.
34 - I. Gilead, Y. Haimi, W. Mazurek, „Ecavating Nazi extermination centers“, in: Present Pasts, vol. 1, 2009.
35 - Idem
36 - Amtliches Material zum Massenmord von Katyn, Berlin 1943.
37 - Amtliches Material zum Massenmord von Winniza, Berlin 1944.
38 - Adolf Hitler, Mein Kampf, Franz Eher Verlag, 1933, p. 13, 14.
39 - Max Domarus, Hitlers Reden und Proklamationen 1932-1945, Löwit, Wiesbaden 1973, Band II, p. 1058.
40 - R. G. Reuter, Joseph Goebbels. Tagebücher, Band IV, München 1991.
41 - Magnus Brechtkens, „Madagaskar für die Juden“. Antisemitische Idee und politische Praxis, R. Oldenbourg Verlag, München 1998.
42 - According to the revisionists, Chelmno was a transit camp. See Carlo Mattogno, Il campo di Chelmno tra storia e propaganda, Effepi, Genua 2009.
43 - R. M. Kempner, Eichmann und Komplizen, Europa Verlag, Zürich, Stuttgart, Wien 1961, S. 289, 290.
44 - Idem, p. 290.
45 -Idem, p. 291, facsimile of the document.
46 - Idem, p. 292. Nuremberg document NG-3354.
47 - Idem.
48 - Idem, p. 293.
49 - H. Krausnick, H. H. Wilhelm, Die Truppe des Weltanschauungskrieges, Deutsche Verlags-Anstalt, Stuttgart 1981, p. 621.
50 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, p. 409 f.
51 - Patrick Desbois, Porteur de mémoires: Sur la trace de la Shoa par balles, Michel Lafon, Paris 2007.
52 - http://www.stormfront.org/forum/showthread.php?t=578569
53 - Idem.
54 - Gerald Fleming, Hitler und die Endlösung, Limes Verlag, Wiesbaden und München 1982.
55 - http://dss.ucsd.edu/-lzamosc/chelm00.htm
56 - Ingrid Weckert, „The Gas Vans. A critical assessment of the evidence“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
57 - Pierre Marais, Les camions à gas en question, Polémiques, Paris 1994.
58 - Nuremberg document PS-501.
59 - E. Kogon, H. Langbein, A. Rückerl and others, Nationalsozialistische Massentötungen durch Giftgas, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1983.
60 - Bundesarchiv Koblenz, R 58/871.
61 - William B. Lindsay, „Zyklon B, Auschwitz, and the Trial of Dr. Bruno Tesch“, Journal of Historical Review, volume 4, nr. 3, Fall 1983, p. 261 f.
62 - Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, Moscow, 502-1-336, p. 227.
63 - Jean-Claude Pressac, Auschwitz. Technique and Operation of the Gas Chambers, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1989, p. 188.
64 - Fred A. Leuchter, An Engineering Report on the alleged „Gas Chambers“ at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988.
65 - Germar Rudolf, The Rudolf Report. Expert Report on Chemical and Technical Aspects of the „Gas Chambers“ of Auschwitz, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
66 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine wissenschaftliche und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998.
67 - Nuremberg document NG-5770.
68 - Jüdisches Historisches Institut Warschau (ed.), Faschismus – Ghetto – Massenmord, Röderberg Verlag, Frankfurt am Main 1981, p. 269 f.
69 Raul Hilberg, Sonderzüge nach Auschwitz, Dumjahn, Munich 1981, p. 181.
70 - Nuremberg document NO-482.
71 - Andrzej Kola, Belzec. The Nazi Camp for Jews in the Light of Archeological Sources. Excavations from 1997 – 2000, Warsaw/Washington 2000. – Andrzej Kola, „Badania Archeologiczne terenu bylego obozu zaglady Zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i Pamiec, No 4 (21), 2001.
72 - Herman Kruk, The last days of the Jerusalem of Lithuania, Yale University Press, New Haven/London 2002.
73 - Adam Raisky, La presse antiraciste sous l’occupation hitlérienne, Paris 1950, p. 179.
74 - Serge Klarsfeld, Le mémorial de la déportation des juifs de France, Paris 1978.
75 - Walter Sanning, The Dissolution of Eastern European Jewry, IHR. New Port Beach 1983.
76 - Wolfgang Benz (ed.) Dimension des Völkermords, Verlag Oldenbourg, Munich 1991.
77 - Nuremberg document N0-5194.
78 - Germar Rudolf, „Statistisches über die Holocaust-Opfer“, in: Ernst Gauss (Hg.), Grundlagen zur Zeitgeschichte, Grabert Verlag, Tübingen 1983.
79 - Jürgen Graf, „National Socialist Concentration Camps. Legends and Reality“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
80 - Einsatzgruppe A. Tätigkeitsbericht für den Zeitraum vom 16. Oktober 1941 bis zum 31. Januar 1942. Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, 500-4-92, p. 57 f.
81 - Vilnius Ghetto: List of prisoners, Volume 1, Vilnius 1996.
82 - Internationales Militärgericht (IMG), Band IV, p. 535/536.
83 - Nuremberg document 3868-PS.
84 - Carlo Mattogno, „Franciszek Piper und die Zahl der Opfer von Auschwitz“, Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung 1/2003.
85 - Rupert Butler, Legions of Death, Arrow Books Ltd., London 1986, p. 235 f.
86 - http://de.wikipedia.org/wiki/Erich_von_dem_Bach-Zelewski
87 - Idem.