domingo, 12 de dezembro de 2010
A Quem Interessa, Realmente, os Dados da Wikileaks?...

Seguidamente, partilhamos dois textos que justificam essas mesmas dúvidas e incertezas.
Este é o primeiro:
Reflectem acerca de quê? Acerca dum simples pormenor: Julian Assange está vivo.
Talvez para a maioria dos leitores isso possa parecer como um facto normal, mas não é: se Assange fosse verdadeiramente um perigo para os Estados Unidos e, sobretudo, para Israel, estaria debaixo de dois metros de terra. E não desde agora. Pelo contrário, Assange é vivo e saudável. Por enquanto no Reino Unido, onde Scotland Yard teve a cortesia de esperar antes de prende-lo, depois veremos. Se os militares ingleses tivessem o mesmo respeito quando for altura de capturar os alegados terroristas inimigos do Ocidente, Guantanamo estaria meia vazia.
Mas como é possível duvidar de Wikileaks?
Quer dizer, isso é o que está a acontecer, certo?
Uma série de revelações históricas, não é?
Pois não é.
O que acontece é que os média estão a difundir notícias já velhas e incompletas. Só que agora têm uma camada de credibilidade graças ao bom Julian Assange, alto, louro, olhos azuis, um perfeito proto-mártir. O que verdadeiramente consegue surpreender-me é o facto de sites de notícias alegadamente alternativas estarem a funcionar como um poderos eco para estas mentiras. Difundem a história de Wikileaks sem algum espírito crítico.
Não vamos fazer nomes, não é simpático: mas falamos de sites que a cada dia podem contar com dezenas de milhares de visitantes. Um movimento impressionante para defender o mártir australiano. Tudo sem parar, sem pensar, sem duvidar, sem perguntar. [Podem continuar a ler aqui].
O segundo pertence a Daniel Estulin. Nascido na Rússia, é um autor especializado no Clube Bilderberg, uma conferência anual à que só assistem os convidados das elites nos campos dos negócios, finanças, midia e política. Ele é conhecido pelos seus extensos trabalhos sobre este grupo e os seus livros sobre técnicas de comunicação.
EUA Protegeram Agentes da Gestapo

O relatório é da autoria de historiadores contratados pelo Departamento Administrativo para os arquivos e Registos Nacionais dos EUA e foi enviado para o Congresso esta quinta-feira.
"Os registos da CIA dá-nos uma melhor imagem dos movimentos dos criminosos de guerra Nazis do período do pós-guerra. Os registos do Exército são volumosos e vão manter as pessoas ocupadas durante muitos anos ", referiu Richard Breitman, da Universidade Americana de Washington, D.C., que é co-autor do relatório com Norman J.W. Goda, da Universidade da Florida.
Podem continuar a ler aqui.
sábado, 11 de dezembro de 2010
O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel (II)

A acção levada a cabo pelos chefes clericais rabinos em algumas das grandes cidades Israelitas e de grande influência religiosa encontra-se coberta por grandes e graves acusações de racismo.
O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel

No cartaz da rapariga pode ler-se: "Sou de Austin, Texas. Israel pagar-me-ia para eu ir para a terra dele porque eu sou judia".
No cartaz do rapaz pode ler-se: "Sou Palestiniano. Não posso regressar à minha terra porque não sou judeu".
SEM MAIS COMENTÁRIOS...
Leiam mais sobre este assunto aqui.
Idade Média - Mais Um Exemplo de Condenação Sem Investigação

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Judía Admite Rituais Satânicos!
A relação de certos núcleos judaico/sionistas com o satanismo há muitos anos que é falada, mas é evidente que, neste caso, os "testemunhos" já não irão ser considerados credíveis. Há os outros que o são, os tais com pijamas às riscas, maçãs invisiveis e sonhadoras ou simplesmente câmaras de gás bem fechadinhas com uma porta de madeira...
Um Novo Nelson Mandela?...
Estou perfeitamente de acordo com Christopher King quando ele afirma que Julian Assange poderá ser o "Nelson Mandela da Europa". E que o seu direito a uma "defesa legal" não passa de mais um embuste! Só nos resta esperar que este "menino mimado e anarquista radical" (definição de uma comentadora política (???!!!) de um canal televisivo português) tenho também um "acidente" ou um "problema de saúde"...
Julian Assange, o tal perigoso "radical" terá, segundo certos "comentadores" (ou serão apenas e só "repetidores"? - expressão muito bem empregue por David Icke para definir a maioria dos jornalistas e políticos), colocado em perigo a "segurança do mundo inteiro"... DESCULPE?????
Mas... ele colocou em xeque QUAL SEGURANÇA??? Só se for a dos ASSASSINOS GENOCIDAS, AUTÊNTICOS CRIMINOSOS DE GUERRA, que até à bem pouco tempo podiam glorificar-se impunemente, por todo o lado, das suas grandes façanhas em nome duma "guerra contra o eixo do mal"!
Porém, existem outras teorias que também não são de menosprezar: Wikileaks e a sua ligação com Tel Aviv.
Vejamos, qualquer investigador forense começaria por perguntar: quem são os principais beneficiados? Seguidamente, abordaria os meios, os motivos e a oportunidade... a juntar a uma presença de um estável serviço de inteligência, autêntico "estado-nacão", dentro dos EUA.Que outro país sem ser Israel, poderás ser o candidato mais credível?... Reparem como, rapidamente, o papel de Israel no processo de paz desapareceu das notícias. Actualmente, é o Irão, Irão e mais Irão. Quem benificiam com isto?
Tel Aviv sabe que a falsa inteligência no Iraque comanda de forma habilidosa o empreendimento numa guerra "pela forma do engano" -o lema da Mossad Israelita. Porém, é estranho o que falta na Wikileaks: a ausência de qualquer material que danifique os objectivos de Israel. Mas ainda assim Tel Aviv encara um perigo nunca visto: a transparência. Os americanos sabem que foram iludidos. E Israel teme que os americanos compreendam rapidamente por quem.
Independentemente de tudo isto, aconselhamos vivamente a leitura deste livro que vos poderá ajudar a compreender melhor certos tentáculos obscuros da política externa norte-americana e israelita.
Olha!... Tantos "Maluquinhos"!...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Os Verdadeiros Assassinos de Katyn
A câmara baixa do parlamento russo adoptou [no dia 26 de Novembro] uma resolução que reconhece o massacre Katyn, em 1940.
A resolução, há muito reclamada pela Polónia, foi baseada na consulta de documentos, dos arquivos secretos.
Varsóvia mostrou o horror dos corpos sepultados em valas comuns. Mas mesmo depois disso, Moscovo mostrou-se sempre renitente.
Uma comissão parlamentar reconheceu agora a responsabilidade de Staline, concluindo que foi o ditador que, pessoalmente, ordenou o massacre de milhares de oficiais polacos.
Durante muitos anos, a Rússia atribuiu o crime às forças nazis.
Quando, em 1939, as forças soviéticas invadiram algumas regiões da Polónia, 22 mil oficiais polacos foram presos e acabaram por ser sumariamente executados.
Em Abril de 1990, o então presidente da União Soviética, Mikhail Gorbatchev já tinha reconhecido as responsabilidades de Moscovo.
O então presidente polaco, Lech Kaczinsky morreu num desastre de avião, a 10 de Abril deste ano, quando pretendia assinalar os 70 anos do massacre.
ESTA FOI UMA DAS MUITAS VITÓRIAS DO REVISIONISMO HISTÓRICO, MAS NENHUM ORGÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL TEVE CORAGEM PARA FALAR DISSO!
Nada que não estejamos já habituados...
Entrevista Com Vincent Reynouard

O jornal francês Rivarol visitou Vincent Reynouard na prisão de Valenciennes (França) e realizou uma entrevista, cuja tradução segue abaixo.
Rivarol: Você já está agora quase três meses na prisão. Como você se sente?
Vincent Reynouard: Bem. Os primeiro quinze dias em Valenciennes foram bastante difíceis, mas eu devo reconhecer que o motivo foi minha impaciência. Eu ainda não tinha entendido que numa nova prisão você deve ficar calmo no início e conhecer primeiro as “regras do jogo”. Uma vez que você as entendeu e aceitou, você recebe melhor o que lhe servem e tira da cabeça aquilo que está além da disponibilidade, então tudo melhora.
Rivarol: Você tem a impressão que os responsáveis na prisão lhe perseguem?
Vincent Reynouard: De forma alguma. Eu sou considerado e tratado como qualquer outro. Até um pouco melhor, porque eu estou numa cela individual, onde posso estabelecer meu próprio ritmo de vida (levantar cedo, dormir cedo). Eu gozo dos mesmos acessos às atividades que os outros. Eu utilizo a biblioteca e vou poder ter em breve um curso de alemão de seis horas através do CNED. Eu só posso me felicitar pela forma como sou tratado aqui. O dever para com a objetividade me obriga a falar isto em alto e bom tom.
Rivarol: Exato, falemos sobre suas atividades. Como você se ocupa durante o dia?
Vincent Reynouard: Meus dias são preenchidos com o aprendizado da língua alemã, responder as correspondências, orar, desenhar e os passeios (três horas diárias: uma hora e meia pela manhã e uma hora e meia à tarde). Além disso, tenho ainda os deveres normais da vida: comer, tomar banho, limpar a cela e minhas roupas uma vez por semana. Toda segunda-feira eu passo ainda uma hora na biblioteca.
Rivarol: Em sua primeira carta a Rivarol, você disse que estaria esperando pelo pior. O que nos diz agora sobre isso?
Vincent Reynouard: Eu estava equivocado. Claro que a biblioteca é pequena (do tamanho de uma biblioteca escolar), mas podemos encontrar lá livros interessantes, principalmente sobre questões sociais (suicídio, o islamismo, o problema Israel-Palestina, o futuro da humanidade...). Esta semana emprestei o livro “A República” de Platão. Você pode ver, existe o suficiente para se instruir.
Podem ler a notícia na íntegra aqui.
Finis Mundi

A Antagonista Editora comunica o lançamento do primeiro número da revista cultural Finis Mundi, em cujo Conselho Consultivo podemos encontrar António Marques Bessa, UTL-ISCSP-UAL; Sónia Margarida Sebastião, UTL-ISCSP, Sandra Rodrigues Balão, UTL-ISCSP e Miguel Varela, ISNP-GL.
Numerosa a lista dos colaboradores:
- o filósofo francês Alain de Benoist, que estará em Portugal para o lançamento da revista, a 9 de Dezembro, no Palácio da Independência, autor, entre outros, do “Nova Direita, Nova Cultura”,
- o politólogo Aleksandr Dugin (Centro de Estudos Conservadores da Universidade Estatal de Moscovo, ex-conselheiro do presidente da Duma e presidente do Centro de Análise Geopolítica),
-James Petras (Universidade de Binghamton, Nova Iorque, e Saint Mary’s, Canadá, ex-conselheiro de Estado dos governos da Grécia, da Venezuela e do Chile, revista “Foreign Policy”),
- Matthias Chang (ex-Secretário de Estado do primeiro-ministro da Malásia, Mahathir Mohamad),
- Paul Craig Roberts (ex-editor do “Wall Street Journal” e da “Business Week”, ex-secretário adjunto do Tesouro no governo de Ronald Reagan),
- Leonid Savin (Un. Estatal de Moscovo, editor da revista “Geopolítica” e colaborador do “Journal of Internacional Affairs”),
- Tiberio Graziani (director da “Eurásia”, revista académica de estudos geopolíticos e da colecção Cadernos de Geopolítica, Itália).
É também prevista uma sessão de lançamento, que decorrerá em Lisboa no dia 9 de Dezembro às 21h30m no Palácio da Independência; evento que contará com intervenções temáticas ao título da revista a cargo de António Marques Bessa e Alain de Benoist.
Leiam mais sobre este assunto aqui.
sábado, 4 de dezembro de 2010
WikiLeaks: Há Bombas de Fragmentação Americanas em Solo Britânico

Apesar de alguns desvalorizarem os documentos revelados pelo site WikiLeaks e de outros os considerarem "bombásticos", o certo é que há mesmo muita coisa que não interessa vir ao de cima.
MAS... AONDE? E COMO? Aonde e como colocou ele em xeque a nossa segurança, podem dizer-me?...
Será com a notícia que partilho a seguir?...
Vejamos:
O governo britânico autorizou os Estados Unidos a armazenar bombas de fragmentação em seu solo, apesar do Reino Unido ser signatário de um tratado que proíbe este tipo de arma, segundo mensagem americana vazada pelo site WikiLeaks e publicada nesta quinta-feira pelo jornal The Guardian.
Washington, que se opõe à proibição das bombas com submunições, e Londres chegaram a um acordo para que o exército americano pudesse beneficiar-se de uma "isenção temporária" e armazenar assim suas BASM no território britânico.
"O deslocamento de bombas de fragmentação em barcos de Diego Garcia para aviões lá (...) exigirá uma isenção temporária", assinala a mensagem diplomática citada pelo jornal britânico.
A ilha de Diego Garcia no Oceano Índico é um território britânico de 27 km2 que abriga uma das bases aeronavais mais importantes no exterior. Serve de ponto de apoio para o exército americano para qualquer intervenção na Ásia Central e Golfo.
"Seria melhor que o governo americano e o governo de Sua Majestade (o governo britânico) não cheguem a um acordo final sobre este acerto temporária, enquanto o processo de ratificação (do tratado que proíbe as bombas de fragmentação) não esteja concluído no parlamento (britânico)", afirma um alto funcionário do ministério britânico das Relações Exteriores, Nicholas Pickard, citado numa mensagem que data de maio de 2009.
O Reino Unido assinou em dezembro de 2008 um tratado que proibia as bombas de fragmentação, devastadoras para as populações civis.
Essas bombas podem conter centenas de submunições que se dispersam num extenso perímetro sem que todas explodam, o que as converte de fato em minas antipessoais, proibidas pela Convenção de Ottawa de 1997.
Segundo a organização Handicap International, 100.000 pessoas, 98% das quais civis, morreram ou ficaram mutiladas pela explosão das submunições em todo o mundo desde 1965. Mais de 25% das vítimas são crianças que ficam intrigadas pelas formas e cores dessas bombas. [leiam a notícia na íntegra].
Porque é Que os "Amigos dos Animais" RARAMENTE Vêm a Público Falar disto?!!!
O tal rótulo denominado de "anti-semitismo" é bem pior do que revelar OUTRAS ATROCIDADES, certo?...
[Retirado daqui]
“Esta é minha mudança, este é meu substituto, esta é minha expiação”, murmuram os fiéis judeus enquanto dão três voltas por cima de suas cabeças com um animal que, minutos depois, é morto como forma de expiar os pecados.
No ritual das Kaparot, uma expiação simbólica dos pecados, milhares de galos e galinhas são degolados em Israel para lembrar os judeus que, a qualquer momento, Deus pode tirar a vida como forma de compensação por seus pecados.
As mulheres usam galinhas; os homens, galos; e as grávidas, um exemplar de cada um. As Kaparot são vividas nos dias anteriores ao Yom Kippur, a data mais solene do judaísmo, destinada ao arrependimento e ao pedido de perdão.
“Neste momento do ano, que é nosso Ano Novo Judaico (Rosh Hashana), uma das coisas que fazemos é começar uma vida nova e refletir sobre o que fizemos no passado”, explica à Agência Efe o judeu de origem americana Menachen Persoff antes de fazer suas Kaparot.
“Pegamos uma galinha e dizemos: ‘Em vez de que eu seja castigado e destruído neste mundo, deixe que seja esta galinha’. E então temos que pensar que, quando essa galinha morre, poderíamos ter morrido em seu lugar”, acrescenta.
Para Persoff, as Kaparot são uma oportunidade para “ser uma pessoa melhor, pensar nas coisas que fizemos de errado e fazer as coisas de um jeito melhor no futuro”.
Depois que a ave escolhida – que deve ser branca, para simbolizar a purificação do pecado – é girada sobre a cabeça, o animal é degolado com um rápido e certeiro movimento com uma faca afiada cuja lâmina não pode ter a menor fenda, seguindo os preceitos judeus do “kashrut”.
Os penitentes costumam doar as aves mortas para a caridade se têm uma boa situação econômica. Caso contrário, as levam para comer em casa.
Alguns criticam os que comem ou doam as aves aos pobres ao entender que os pecados de quem toma parte no ritual foram transferidos ao animal e, portanto, este não deve ser comido.
Após o ritual, as vísceras das aves devem ser colocadas em algum lugar onde possam servir de alimento a outros pássaros, a fim de demonstrar piedade em relação a todas as coisas vivas.
“Nas Kaparot, rezamos para ser perdoados. Nos mostramos envergonhados diante de Deus e lembramos que ele pode nos tirar a vida, mas nos dá a oportunidade de pedir perdão”, aponta a judia ultraortodoxa Devorah Leah.
Para ela, esta tradição ajuda a “pensar com mais profundidade” sobre si mesmo e seus atos.
Na antiguidade, as Kaparot eram feitas com cabras, o que deu origem à expressão “bode expiatório”.
Hoje em dia, mamíferos não são usados, mas se não é possível ou não se quer usar galinhas ou galos, estes podem ser substituídos por qualquer outra ave, exceto pombos – para não lembrar os ritos de sacrifício no templo –, ou mesmo por um peixe.
Também são muitas as famílias que fazem as Kaparot com dinheiro que depois é doado aos pobres. O fato de os rabinos permitirem que o rito seja celebrado sem necessidade de matar animais é o principal argumento das organizações defensoras dos animais contra esta prática, que consideram como cruel e abusiva.
“Muitos religiosos argumentam que não há motivo para fazê-lo com dinheiro quando se pode matar uma galinha, porque estas não sofrem. Mas isso não está certo. Todo mundo sabe que os animais têm sentimentos e querem viver, igual a nós”, diz Gene Peretz, uma jovem estudante vegetariana que se manifesta em Jerusalém contra o uso de animais vivos nas Kaparot.
Frente a esta postura, os seguidores da tradição, como Leah, argumentam que “os animais estão na terra para serem utilizados pelos seres humanos, sempre que seja de modo correto”, e que comer “os animais que Deus nos deu é uma forma de fazer com que o mundo seja mais espiritual”.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Livros Para Este Natal

o próprio George Orwell.


Para Marlo Lewis o trabalho de Al Gore é manipulador das consciências de cidadãos, de decisores políticos, de profissionais da comunicação social e, infelizmente, de cientistas de vários campos da Ciência. Al Gore não possui conhecimentos para escrever um livro ou produzir um filme abordando temas científicos em geral e do domínio da climatologia em particular.
"Feel The Hate in Jerusalem"!
Não sei se nos vão "banir" também por divulgarmos o vídeo...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
E Se no Dia 7 Dezembro, Nós Levantamos Todo o Nosso Dinheiro dos Bancos?
No entanto, perante toda uma série de acontecimentos que nos rodeiam, somos obrigados a também colocar aqui algumas propostas que consideramos serem pertinentes e até, podemos dizer, curiosas e polémicas.
Sobre este assunto, podem mais aqui e também aqui.

