
Podem saber mais sobre este assunto aqui e aqui.


As condições carcerárias de Bradley Manning, o soldado americano acusado de vazar ao site WikiLeaks milhares de documentos secretos do departamento de Estado, são "desumanas", e sua saúde física e mental estão se deteriorando, afirmou nesta quinta-feira uma pessoa próxima ao soldado.
"Parece evidente que a saúde física e mental de Manning estão se deteriorando, escreveu David House no blog Firedoglake.
De acordo com House, um analista de sistemas que o visita duas vezes por mês, as condições carcerárias de Manning em uma prisão de Marines em Quántico (no estado da Virgínia) são "rigorosas e desumanas", apesar do que o Pentágono afirma. [leiam aqui a notícia na íntegra]


[PODEM CONTINUAR A LER AQUI]
Sobre a possibilidade da Lua ser algo mais do que pensávamos até hoje, aconselho a leitura disto e disto.




"Se os Judeus estão a ser colocados em câmaras de gás na União Soviética, isso não é do interesse dos Americanos".
Podem ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

O livro The New Pearl Harbor – Disturbing Questions about the Bush-Administration and 9/11 (2004), de David Ray Griffin, Professor de Teologia na Claremont School of Theology de Claremont, Califórnia, apresenta uma interessante e extraordinária comparação das diferentes opiniões sobre o que realmente pode ter acontecido no 9/11.
Uma premissa chave que ele apresenta no livro é que a responsabilidade pelos ataques podem, em grande medida, ser atribuída a antigos membros do think tank neoconservador Project for a New American Century (PNAC), que foram actores chave na administração Bush.
No documento "Rebuilding America's defences: strategies, forces and resources for a New American Century" (2000), escrito por membros do PNAC, é afirmado que: "O processo de transformação, mesmo que provoque mudança revolucionária, provavelmente será longo se faltar um evento catastrófico e catalisador como um novo Pearl Harbour".
O título do livro de Griffin menciona a declaração do PNAC de que a transformação dos militares americanos precisava "um novo Pearl Harbour". Griffin encara esta citação à luz do princípio legal do cui bono? (a quem aproveita?) e conclui que o 11 de Setembro foi precisamente o catalisador que a administração Bush precisava.
Portanto, para Griffin, é provável que os EUA orquestraram um incidente deste tipo a fim de justificar a invasão do Iraque e do Afeganistão, bem como a redução das liberdades civis nos EUA através do Patriot Act. E que a invasão de países no Médio Oriente deve ser encarado como uma extensão da cooperação que os EUA já tinham com a elite do poder na Arábia Saudita, com a inteligência paquistanesa (ISI), com o regime Taliban e com regime da Ásia Central.
Sobre o incidente em Pearl Harbour podem ler mais aqui e aqui.

