No segundo ataque a Israel feito por políticos Democratas Liberais na mesma semana em que o líder do partido afirmou que este estava errado quanto a Israel, Jenny Tonge alegou na sexta-feira que o tratamento de Israel para com os Palestinianos é a principal causa do terrorismo mundial. Provavelmente, a "culpa do Holocausto" permita que este tratamento não tenha fim, disse Tonge, acrescentando que também talvez seja o "poder do lobby pro-Israel no Reino Unido e nos EUA. (...) Na semana passada, o Democrata Lord Phillips referiu numa reunião de uma Campanha de Solidariedade para a Palestina no Parlamento que "a Europa não pode pensar correctamente sobre Israel por causa do Holocausto, e América é o ninho do bem organizado lobby Judeu". [leia a notícia na íntegra]
Siegfried Verbeke foi preso na mesma altura que Ernst Zündel e Germar Rudolf, e todos os três foram acusados de “incitamento às massas” ("Volksverhetzung") por declarações não conformistas sobre o Holocausto. Apesar de Zundel e Rudolf terem sido condenados severamente, Verbeke foi libertado a 5 de Maio de 2006, depois de três meses de prisão em Amesterdão, mais seis meses de prisão em Heidelberg, e teve que pagar uma caução de milhares de Euros. Agora, numa moção elaborada pelo promotor público, a acção legal contra Verbeke caiu por terra. [leia a notícia na íntegra]
A Verdade e a Investigação. Tantas vezes de mãos dadas, mas tantas vezes separadas à nascença... Ou nunca estiveram de mãos dadas?... Ou apenas disseram adeus uma à outra?... Escolham. Pensem. Estudem. Leiam. Cruzem os dados. Não se deixem intoxicar e pensem pela vossa cabeça.
A Verdade. A Investigação. A partilha de muitos dados. Sempre importante. Mas há quem não goste. Percebe-se.
Retirei isto do blog "Anti Nova Ordem Mundial". Não é actual, mas era importante que não caísse em esquecimento, especialmente quando os nossos "amigos" da NATO vêm passear à nossa terra... Talvez também para nos "libertar" e "proteger"...
O site WikiLeaks divulgou o maior vazamento de da história militar. Os 391.832 relatórios ("Os Registros da Guerra do Iraque'), documentam a guerra e a ocupação no Iraque, a partir de 1 de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2009 (exceto para os meses de maio de 2004 e março de 2009), como relatado por soldados do Exército dos Estados Unidos. Cada um é um 'SIGACT' ou "Ação Significativa" na guerra. Eles detalham eventos como foram vistos e ouvidos pelas tropas militares dos EUA no Iraque e sao a primeira visão real sobre a história secreta da guerra que o governo dos Estados Unidos tem mantido em segredo até agora.
Os relatórios detalham 109.032 mortes no Iraque, sendo 66.081 "civis", 23.984 "inimigo" (aqueles rotulados como "insurgentes); 15196 das tropas do governo iraquiano e 3.771 das forças da coalizão. A maioria dos óbitos (66.000, mais de 60%) destes são de civis. Isto corresponde a 31 civis morrendo todos os dias durante o período de seis anos. Para efeito de comparação, o "Diário de Guerra do Afeganistão", divulgado anteriormente pela WikiLeaks, cobrindo o mesmo período, detalham a morte de cerca de 20.000 pessoas. O Iraque teve, durante o mesmo período, cinco vezes mais mortes com o tamanho da população equivalente.
Principais pontos destes documentos após análises realizadas por AFP, The New York Times, The Guardian e Le Monde:
- MORTES DE CIVIS: Os documentos informam que 109.032 pessoas morreram no Iraque, sendo 66.081 civis (deste total, 15 mil não foram revelados), 23.984 "inimigos", 15.196 membros das forças iraquianas e 3.771 soldados aliados.
- TORTURA: O fundador do site, Julian Assange, qualificou de "banho de sangue" a ação das forças iraquianas, que agiram com o conhecimento do Exército americano, que fechou os olhos para barbáries. Em um dos documentos, um preso revela como "foi golpeado com um cabo por um policial iraquiano durante duas noites consecutivas". Outro detido apanhou "na planta dos pés com um objeto". Mas nem todos os abusos são de responsabilidade das forças iraquianas. Assange destaca "mais de 300 casos documentados de tortura cometidos pelas forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e não apenas em (na prisão) Abu Ghraib, mas por todos os lados". Violações e assassinatos cometidos pelas forças iraquianas foram constatados pelo Exército americano, mas nenhuma investigação ocorreu para se apurar estes casos.
- OUTROS CRIMES DE GUERRA: As forças americanas mataram entre 600 e 700 civis em postos de controle instalados em todo o Iraque, ou com disparos feitos contra civis por engano. Um helicóptero americano matou em 2007 dois rebeldes que se renderam, após um advogado do Exército concluir que ninguém pode se entregar a um helicóptero. Alguns documentos revelam casos de assassinatos de civis por agentes da empresa privada americana de segurança Blackwater, cuja reputação foi gravemente abalada após a morte de 14 civis em um incidente em 2007 no Iraque.
Hacking
Enquanto a organização se preparava no início desta semana para uma entrevista coletiva no sábado, um funcionário informou quarta-feira pelo twitter do wikileaks que a sua "infra-estrutura de comunicações estaria sob ataque". adicionando a enigmática mensagem "Projeto BO move para coms canal Reston5 S. Ativar".
Uma fonte do Wikileaks, que pede anonimato, diz agora que o servidor XMPP (para troca de mensagens) da organização em Amsterdam, usado para hospedar comunicações de mensagens instantâneas criptografados , foi comprometido no início desta semana por um atacante desconhecido, e o serviço de chat teve de ser transferida para outro servidor na Alemanha . "O servidor foi atacado, cortado, e as chaves privadas foram expostas", diz a fonte. "Precisávamos de novas chaves privadas. Agora ele está de volta on-line e segura."
A fonte acrescentou que o ataque representou a primeira brecha na história Wikileaks "e que as pessoas que estão por trás disso são muito qualificadas ", recusando-se a dar mais comentários sobre os detalhes da ação.
Fim de citação ou da recordação...
A Verdade. A Investigação. Mortas à nascença?
Talvez. Vejam esta notícia do The Guardian. "O Pianista" serve de propaganda anti-Nazi (como muitos outros filmes e documentários baseados em "factos reais"). Mas... REAIS? Parace que não. A Verdade e a Investigação parecem agora mostrar que o nosso amigo pianista foi colaborador da Gestapo. Ops... Estes revisionistas chatos estragam a historiografia toda!...
De acordo com o Rabi Ovadia Yosef, responsável máximo do Shas’s Council of Torah Sages, o único propósito dos não-Judeus é servir os Judeus.
“Os 'goyim' nasceram apenas para nos servir. Sem esse objectivo, não teriam lugar na Terra - ou seja, existem apenas para servir o Povo de Israel", acrescentou ele. [leia a notícia na íntegra]
O REVISIONISMO EM LINHA CONSIDERA CURIOSO QUE OS MESMOS JORNALISTAS ATENTOS QUE ENCONTRARAM UM PADRE PROTESTANTE DE UMA CONGREGAÇÃO MINÚSCULA DUMA TERRIOLA AMERICA QUE NINGUÉM TINHA OUVIDO FALAR E QUE PRETENDIA INCENDIAR UM CORÃO, NÃO DIVULGUEM ESTAS DECLARAÇÕES!!!
A ONU pediu que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordene uma investigação completa sobre o envolvimento de militares americanos em abusos dos direitos humanos na Guerra do Iraque. Documentos militares secretos divulgados na sexta-feira (22) pela organização Wikileaks detalham torturas, execuções e crimes de guerra.
O relator especial da ONU sobre a tortura, Manfred Nowak, afirmou que o governo Obama tem obrigação de tomar as atitudes necessárias quando há “sérias acusações de tortura contra qualquer funcionário dos EUA. “Eles devem ser processados", disse Nowak à rádio BBC. Segundo o relator, a investigação só pode ser feita pelo governo americano, pois o país não reconhece o Tribunal Penal Internacional.
Podem continuar a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.
Se alguém necessita mais uma prova sobre em qual proporção as mídias ocidentais são totalmente controladas, então este deve apenas observar o que elas reportaram sobre a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, ou melhor, o que elas não reportaram.
Na quarta-feira, a comissão de direitos humanos da ONU condenou severamente Israel por causa do assassinato de 9 ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária e pela transgressão do direito internacional. Ao investigar as condições do ataque, a comissão da ONU encarregada do assunto chegou ao resultado que existe uma crise humanitária em Gaza e
“apenas por causa disto, este bloqueio é ilegal e não pode ser sustentado juridicamente. O comportamento dos militares israelenses e de outras pessoas em relação aos passageiros do comboio não foi proporcional para esta ação, mas mostrou uma violência desnecessária e inacreditável. Mostra um nível inaceitável de brutalidade.”
O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.
Como reação ao relatório da ONU, o presidente turco Abdullah Gul exigiu em seu discurso na Assembléia Geral um pedido formal de desculpas por parte de Israel por causa do ataque de 31 de maio e uma indenização financeira aos participantes. Ele caracterizou o assassinato a bordo do Mavi Marmara como um “ato inaceitável contra o direito internacional” e a Turquia espera por parte de Israel “um pedido formal de desculpas e indenização para as famílias em luto das vítimas e para os feridos”. Gul disse que é difícil encontrar na região uma paz duradoura caso “nós não cessemos a tragédia humanitária em Gaza”.
O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.
Israel não se desculpou, ao contrário, se apresentou novamente como uma pobre vítima e deu uma desculpa ridícula: os soldados armados até os dentes, os quais atacaram o navio em ato de pirataria no meio da noite, tiveram que se defender com assassinatos pontuais contra os passageiros que queriam apenas defender seu navio. Justamente os campeões mundiais em exigir indenizações, se recusam a pagar o que aprontaram. Por isso o presidente Gul cancelou a reunião com o presidente israelense Shimon Peres em Nova York, num encontro paralelo à Assembléia Geral da ONU. Como alguém pode estender as mãos ao representante máximo de um país, cujas mãos estão repletas de sangue de inocentes cidadãos turcos? Este criminoso de guerra não tem apenas dignidade em se desculpar pelas mortes, mas tem ainda a cara de pau e arrogância de dizer aos turcos, que eles não devem se comportar assim e simplesmente esquecer o incidente, que equivale a uma declaração de guerra para qualquer país.
O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.
E sobre o que as mídias reportam e chamam de escândalo em grandes manchetes? O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad mencionou em seu discurso que muitas pessoas mundo afora acreditam que os EUA estão atrás dos atentados de 11 de setembro. Alguns iriam achar que os atos terroristas foram praticados apenas para assegurar a sobrevivência de Israel e poder justificar as guerras de agressão. Ele disse, “alguns elementos do governo norte-americano orquestraram o ataque para salvar a decadente economia americana e sua participação no Oriente Médio, assim como o regime sionista. A maioria dos povos na América assim como em outros países compartilham desta opinião.” O presidente iraniano criticou duramente por isso a guerra conduzida pelos EUA no Iraque e Afeganistão. Na seqüência, a delegação norte-americana deixou o plenário, seguido de seus fiéis lacaios dos países bélicos da OTAN, como Alemanha e Canadá.
E onde está o escândalo? Ele só falou a verdade e é um dos poucos que tem a coragem em dizer isso. O que é falso em seu discurso, onde todos nós sabemos que é exatamente assim? Ele exigiu diante dos 192 delegados que a ONU deveria “constituir uma comissão independente” para investigar os acontecimentos do 11 de setembro. Perfeito, é exatamente isso que nós também exigimos. O relatório da comissão do 11/9 é um conto de lendas, uma maquiagem para encobrir os verdadeiros culpados. As lacunas neste relatório são tão grandes que até um Boeing pode através por ele.
E Ahmadinejad disse ainda: “outras partes do mundo sofreram sob a dominância do ocidente.” Ele acusou o ocidente de “crimes inacreditáveis” e falou sobre “centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão”. Por séculos estiveram outros países ocupados, seus povos reprimidos e assassinados e milhões de pessoas foram escravizados.
Isso está correto, somente o assim chamado ocidente civilizado conduz guerras, promove genocídio e bombardeia países inteiros fazendo-os retroceder à idade das pedras. Aqueles que iniciaram guerras de agressão com mentiras descaradas, como Bush e Blair, invocaram nisso sua crença cristã e Deus; este teria os ordenado a fazer isso. Continentes inteiros foram assaltados ao longo dos séculos, as populações dizimadas e suas culturas destruídas, com a missão de converter os “hereges”. Qual parte do mandamento “não matarás” estes supostos cristãos não entenderam?
Então ele mostrou a todos uma Bíblia e um Corão, e disse: “a energia atômica é limpa e barata e muito superior à energia fóssil. Mas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança querem criar um monopólio para não permitir que outros tenham acesso a esta fonte de energia. E isso, embora eles até possuam armas atômicas, a mais desumana das armas.” Ele quer fazer de 2011 o ano do desarmamento: “Energia atômica para todos, bombas atômicas para ninguém”.
Então seu discurso foi abafado por problemas técnicos. A tradução simultânea foi interrompida para os delegados presentes. Uma sabotagem premeditada? Isto também é uma forma de se calar alguém, à media que ninguém entenda o discurso.
As mídias também representaram falsamente seu discurso. Ele disse e foi traduzido em inglês:
“It was said that some three thousands people were killed on the 11th of September for which we are all very saddened. Yet, up until now, in Afghanistan and Iraq hundreds of thousands of people have been killed, millions wounded and displaced and the conflict is still going on and expanding.”
“Foi dito que cerca de três mil pessoas foram mortas a 11 de setembro, e nós sentimos muito este fato. Mas desde então até hoje, centenas de milhares de pessoas foram mortas no Afeganistão e no Iraque, milhões foram feridas e deslocadas, e o conflito ainda continua e se expande.”
Como a mídia alemã mentirosa Schmiergel deturpa esta passagem? “Provocou também indignação, quando o presidente iraniano compensou as cerca de 3.000 mortes do ataque terrorista contra ‘centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão’.” Claramente uma falsa reprodução do que foi dito na realidade.
Não é necessário ser um fã de Ahmadinejad e, se quisermos ser sinceros, o que ele disse está correto em muitos pontos. Qual é o único país que possui realmente armas atômicas no Oriente Médio e quem se esquivou novamente a assinar o Tratado de Não-Proliferação de armas atômicas, além de recusar qualquer tipo de inspeção em suas instalações nucleares? Qual país afinal, a não ser aquele que aponta o dedo para o Irã e ameaça atacá-lo.
O verdadeiro escândalo é que as mídias nada relatam, não revelam quem são os verdadeiros criminosos e assassinos mundiais, ao contrário, elas apresentam tudo de tal forma a levar à conclusão que o Irã ou o islamismo seriam os agressores e não o ocidente que espalha guerra por toda parte. Além disso, a campanha contra os turcos na Alemanha é uma clara tática para desviar o foco do assassinato de ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária por Israel.
Aliás, os “representantes” de 27 países deixaram a Assembléia Geral da ONU. O que as mídias não relatam é que 163 delegados permaneceram sentados. E estes criminosos do mundo + seus 26 obedientes escravos têm a cara-de-pau em determinar a opinião mundial.
Alguém já ouviu falar neste programa chamado de SAFEGUARD PROGRAM, literalmente PROGRAMA DE PROTEÇÃO, um sistema de instalações de segurança do Governo Americano, situado em Nekoma, North Dakota, desenvolvido nos anos 60 e destinado à proteção antibalística - ou seja, além de uma poderosa estação de rastreamento por radares, armazenamento de mísseis retaliatórios para fins de defesa dos EUA em caso de um "ataque inimigo"!
Sempre que o nome de David Duke aparece, os principais orgãos de comunicação social optam por falar apenas do seu passado. Outras figuras do mundo político (e não só) também possuem um passado algo "controverso", mas isso nunca é referido em quase lado nenhum. O caso de David Duke é particularmente curioso, pois a sua passagem pelo KKK nunca mais permitiu o "perdão" dos média sempre tão tolerantes para com os outros quadrantes políticos. Vejam aqui um dos exemplos de como ele é "incómodo" para certas pessoas:
Argumento 13: O que aconteceu aos judeus se não foram gaseados? Depois da guerra, a maioria dos judeus europeus tinham desaparecido.
Resposta: Apenas existem dois estudos detalhados sobre as perdas da população judaica durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1983, o revisionista Walter Sanning escreveu a obra The Dissolution of Eastern European Jewry [75] a qual chegou à conclusão de que o número de vítimas judias foi de cerca de 300.000. Oito anos mais tarde, Walter Benz editou um volume de vários autores com o título Dimension des Völkermords [76]; de acordo com as suas estatísticas, terão morrido entre 5,29 e 6,01 milhões de judeus como resultado da perseguição Nacional Socialista. O livro de Sanningk está longe de ser perfeito. Ele ignora um documento vital Alemão o relatório Korherr [77], e deposita demasiada confiança nos depoimentos do propagandista Soviético Judaico, David Bergelson, que defendia que 80% dos Judeus do território Soviético conquistados mais tarde pelos Alemães tinham sido evacuados e, deste modo, “salvos”. O número real de evacuados foi, provavelmente, muito mais baixo. Os próprios números de Sanning de 300.000 vítimas Judaicas é demasiado baixo. Apesar dessas falhas óbvias, o livro de Sanning continua a ser o mais credível sobre esta questão, enquanto que o livro de Benz é completamente fraudulento.
Num artigo, onde se compara Sanning e Benz [78], Germar Rudolf mostrou os métodos usados pelo vigarista Benz e pela sua equipa para corroborar com a estatística oficial de "holocausto":
a) Para Benz e para a sua equipa, todos os Judeus que morreram na Segunda Guerra Mundial são “vítimas do Holocausto”. Deste modo, se um soldado judeu do Exército Vermelho foi morto em combate ou se um judeu evacuado para a Sibéria antes da chegada das tropas alemãs morrer de frio ou de fome, ele foi uma vítima do racismo Nacional Socialista!
b) Como toda a gente sabe, inúmeros territórios da Europa de Leste mudaram de ‘donos’ durante a Segunda Guerra Mundial. Na maioria dos casos, Benz e a sua equipa contabilizam a dobrar os judeus que (realmente ou alegadamente) desapareceram nestes territórios, como cidadãos de estado A e cidadãos de estado B! Graças a este truque barato, Benz obtém mais de 500.000 "judeus exterminados".
c) Benz ignora virtualmente a larga emigração judaica do pós-guerra para a Palestina, para os EUA e para numerosos outros países (o contrário de Sanning, que trata esta questão fundamental com grande detalhe).
O facto da maioria dos judeus terem desaparecido da Europa de Leste não foi devido apenas à guerra, perseguição e emigração. Muitos polacos, soviéticos, etc., judeus desapareceram nas estatísticas. Nos anos a seguir ao fim da Segunda Guerra Mundial assistiu-se a uma rápida assimilação dos judeus. Na URSS, qualquer cidadão poderia escolher a nacionalidade que quisesse, por isso, no ‘census’ do pós-guerra, muitos judeus, que não possuíam quaisquer laços emocionais com a doutrina dos seus antepassados, chamavam-se a si próprios de “Russos”, "Ucranianos”, etc. Como podemos observar, a definição da palavra “judeu” varia muito. Por esta simples razão, as estatísticas oficiais sobre a população não nos podem ajudar na verificação da magnitude real das perdas Judias. Um método mais racional consiste em calcular quantos judeus morreram em consequência de actos concretos de perseguição. O que diz respeito aos judeus que morreram nos campos de concentração Nacional Socialistas, o número pode ser estabelecido com alguma exactidão, porque grande parte dos documentos alemães pertencentes aos campos sobreviveram. O número aproximado é de 340,000.[79].
Por outro lado, é impossível determinar quantos judeus foram mortos a tiro na frente Oriental. Para provar a suposta chacina cometida pelas tropas alemãs, especialmente o "Einsatzgruppen", assim chamado porque a sua tarefa principal era a luta contra os ’partisans’, os historiadores do "holocausto" citam com regularidade os relatórios dos “Einsatzgruppen”, que foram encontrados no ‘Reichskanzlei’ em 1945 (porque é que os Alemães não destruíram estes documentos incriminatórios???).
Porém, os relatórios são altamente duvidosos para duas razões:
a) O seu conteúdo não está confirmado por provas forenses.
b) Contém anomalias óbvias e entram e contradição com outros documentos.
Um exemplo bastará para ilustrar o segundo ponto. De acordo com um relatório dos ‘Einsatzgruppe’ A de Fevereiro de 1942, existiam 153,743 judeus na Lituânia antes do começo da guerra Germano-Soviética. Desde aí, 136,421 tinham sido mortos e 34,500 ainda viviam em guetos [80]. Uma simples observação destes dados mostra que algo está errado. Mas isto não é a única coisa inexplicável. Os alemães ao permitirem que uma fracção de judeus lituanos tivesse sobrevivido, explica que isso se deveu ao facto dos alemães quererem usá-los como trabalho barato e escravo; então era esperado que só os judeus robustos fossem poupados. No entanto, em finais de Maio de 1942 14,545 judeus viviam no gueto de Vilnius, 3.693 dos quais crianças com menos de 16 anos. Havia também muitas pessoas idosas entre eles; a mais velha, uma mulher, tinham nascido em 1852 [81]. Depois de analisar estes factos, cada historiador digno e credível deverá tratar os relatórios ‘Einsatzgruppen’ com muito mais cuidado. Os dois últimos argumentos do Dr. Karsai não têm nada a ver com o suposto extermínio dos judeus, mas nós iremos responder na mesma.
Uma grande falha que apenas pode ser justificada pela minha vida pessoal e profissional que me impede de actualizar com mais frequência este espaço.
Comunico aos Amigos o falecimento do escritor e editor, meu amigo pessoal e cliente por mais de 20 anos, Siegfried Ellwanger Castan.
No final da década de 80, logo quando comecei a advogar, fui procurador por Ellwanger, o qual havia sido expulso da Câmara Riograndense do Livro. Nenhum advogado, no Rior Grande do Sul, e, acredito, no Brasil, queria pegar sua causa. Eu aceitei, não por comungar com suas idéias - ele era socialista, inclusive admirador de Fidel Castro (mas não era comunista), e eu, um ferrenho combatente contra a esquerda. Mas aceitei a causa, não uma, mas inúmeras, porque entendi que Ellwanger estava sendo massacrado, não pela direita, mas, pior, pelo SIONISMO INTERNACIONAL, que eu também não engulo. Vencemos inúmeras batalhas judiciais, aqui no Rio Grande e também em São Paulo. Perdemos, posteriormente, em Brasília, mas não de forma unânime. Defendi-o, várias vezes, contra as maiores arbitrariedades policiais que já presenciei, tendo ele a editora invadida, com livros presos, existindo, ainda, mais de 4.000 livros de sua editora presos no Foro Central de Porto Alegre.
Pela defesa que fiz do Ellwanger, fui taxado de nazista, fascista e tudo o mais que o diabo cagou na Terra. Que beleza! Ora, para quem me conhece, nada de estranho, pois a coisa que mais desprezo é a covardia ou subserviência. Grande Ellwanger, que o Patrão lá de riba o tenha na santa paz. Ninguém mais do que eu para afirmar que tinhas um grande coração e uma alma humana grandiosa. E, mais do que isto: foste um rebelde, um lutador incansável, um verdadeiro Don Quixote dos nossos tempos. Ele faleceu no dia 11 de setembro de 2010.
Carancho
Podem ler mais depoiumentos sobre a morte de Castan aqui.
... mas dizer isso é, claro, "anti-semitismo"... Mesmo quando se confirma que os donos dos principais jornais, revistas e televisões são realmente... JUDEUS E/OU SIONISTAS"!
Para todos aqueles que ainda têm alguma dúvida sobre a nocividade do flúor aqui o depoimento de um profissional, o DR. Bill Osmunson, que está numa campanha pelos EUA para pedir o fim da fluoretação na água.
Vídeo de Mike Adams, Natural News, sobre o plano sinistro da indústria farmacêutica que intenciona submeter a humanidade debaixo de uma engenharia de doença.
Cabe a cada um ver, analisar, comentar, escrever o que quer que seja sobre este vídeo.
Só vos peço uma única coisa: procurem modificar os intervenientes da acção, ou seja, imaginar que eram um Palestiniano que conduzia o carro... Será que o vídeo ficaria esquecido pelos restantes senhores jornalistas e directores de (des)informação???
O Revisionismo em Linha aposta, essencialmente, na divulgação da informação alternativa que, na esmagadora maioria dos casos, não se encontra disponível nos principais média.
Por essa razão, somos acusados de "nazis e branqueadores da História" quando divulgamos teorias revisionistas da Segunda Guerra Mundial, em particular sobre o facto histórico denominado "Holocausto"; por essa razão somos acusados de "anti-semitas" quando divulgamos outras interpretações sobre a política internacional Israelita, particularmente na Palestina; por essa razão somos acusados de "teóricos da conspiração" ou "maluquinhos" quando divulgamos outras interpretações de factos que vão da ida à Lua ou à Nova Ordem Mundial.
Mas é também essa a razão da nossa existência: INCOMODAR AS CONSCIÊNCIAS PASSIVAS E COMODISTAS! A verdade não teme a investigação, por mais absurda que possa parecer o alvo e por mais loucos que possam parecer os seus defensores!
Já aqui revelamos inúmeras teorias que procuram demonstrar o embuste da ida à Lua. Porém, não temos qualquer problema em agora revelar a teoria de outros que defendem que "eles foram lá... mas não revelaram a verdade sobre o que encontraram!". Estamos a entrar em contradição? Negativo. Apenas estamos a revelar que defendemos a LIBERDADE DE EXPRESSÃO E INFORMAÇÃO, algo que, infelizmente, é desconhecido para alguns. Basta ver o que o tem acontecido a inúmeros revisionistas.
Mas passemos à questão do 'post':
Provas de ruínas na Lua?
O ex-gerente de Dados e do Departamento de Controle de Fotografia do Laboratório Receptor Lunar da Nasa durante o Programa Lunar tripulado Apollo, Ken Johnston, liberou totalmente recentemente várias declarações sensacionais nos EUA. O especialista disse que os astronautas norte-americanos acharam ruínas antigas de origem artificial e uma tecnologia previamente desconhecida para controlar a gravitação quando a missão pousou na Lua. Os astronautas tiraram fotos dos objetos que eles acharam, mas a NASA ordenou que Johnston destruísse as imagens. Johnston não seguiu a ordem. Ele disse que o governo norte-americano estava mantendo esta informação um segredo durante 40 anos.
As alegações assustadoras de Johnston sobre a missão Apollo apareceram recentemente em um novo livro chamado "Dark Mission: the Secret History of NASA", (A Missão Escura: a História Secreta da NASA) de co-autoria com o consultor da NASA e Conselheiro científico da CBS, Richard C. Hoagland e Mike Bara, um consultor de engenharia aeroespacial. De acordo com Kay Ferrari, Diretor da JPL do Programa SSA (em um telefonema para Johnston semana passada), foi Johnston que era citado como crítico da NASA no livro novo de Hoagland, "Dark Mission" (Missão Escura), isso a incitou pedir a resignação de Johnston do Programa SSA. Quando Johnston se recusou, citando primeiro as proteções da Emenda de liberdade de expressão a disposição de todos os empregados da NASA, até mesmo aos que pertencem a JPL, Ferrari decidiu removê-lo arbitrariamente do Programa SSA esta semana sem uma real causa aparente.
As fotos de baixa qualidade que estão no livro mostram ruínas de edifícios, uma enorme cúpula como se fossem objetos feitos de vidro, torres de pedra e castelos pendurados no ar.
"Não tenho nada que perder. Briguei com a NASA e fui despedido", Ken Johnston disse.
Realmente, a NASA acredita que as alegações sobre a civilização antiga achada na Lua não são sérias. Os autores do livro controverso também dizem que o presidente John F. Kennedy que lançou a corrida lunar com a União soviética realmente pretendia compartilhar tecnologias extraterrestres com Moscou. Fazendo um discurso nas Organizações das Nações Unidas em setembro de 1963, Kennedy ofereceu supostamente para a URSS para organizar uma missão em conjunto à Lua.
Richard Hoagland acredita que o interesse de Washington na exploração de Lua que apareceu de repente depois de 30 anos de silêncio está baseado nos achados lunares que o governo norte-americano tem mantido em segredo durante 40 anos. Rússia, China, Japão e até mesmo a Índia anunciaram publicamente os seus planos para trabalhar na exploração da Lua. O EUA, Hoagland disse, quer ser neste momento o primeiro.
O estudo, realizado entre 1946 e 1948 na Guatemala, foi "claramente uma falha ética condenável", afirmou a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, ao pedir desculpas a "todos os indivíduos que foram afetados por estas práticas repugnantes".
O presidente da Guatemala, Alvaro Colom, qualificou as experiências como "um crime contra a humanidade" e não descartou a possibilidade de denunciar o caso. [leia a notícia na íntegra]
O REVISIONISMO EM LINHA GOSTARIA DE SABER SE UM "PEDIDO DE DESCULPAS" É SUFICIENTE PARA FAZER ESQUECER UMA DAS MUITAS "PONTAS DE ICEBERGS" - QUANTOS CASOS SEMELHANTES OU PIORES FALTARÃO REVELAR?! - DOS SUPOSTOS "SENHORES DO MUNDO"?!!!
Vejam este documentário que lhes permitirá perceber como funciona a sua "estratégia política" para a América Latina:
[Este é o primeiro de uma série de nove disponíveis no Youtube]
Retirado (pelo Stefano) do livro "A Indústria do Holocausto" de Norman Finkelstein
" (…) Na verdade, o único que realmente nega o Holocausto é Bernard Lewis. Uma corte francesa até condenou Lewis por negar o genocídio. Mas Lewis negou o genocídio turco dos armênios durante a Primeira Guerra Mundial, não o genocídio nazista dos judeus, e Lewis é pró-Israel.
Por conseqüência, este exemplo de negação do Holocausto não suscitou fúria nos Estados Unidos. A Turquia é aliada dos israelenses. Mencionar o genocídio armênio é, portanto, um tabu. Elie Wiesel e o rabino Arthur Hertzberg, assim como o AJC e o Yad Vashem, se retiraram de uma conferência internacional em Tel Aviv sobre genocídio porque os patrocinadores acadêmicos, contra as advertências do governo israelense, incluíram sessões sobre o caso armênio. Wiesel também quis, unilateralmente, abortar a conferência e, segundo Yehuda Bauer, fez um lobby pessoal para que outros não comparecessem. Agindo sob ordens de Israel, o US Holocaust Council (Conselho do Holocausto dos EUA) praticamente eliminou a menção aos armênios do Museu Memorial do Holocausto de Washington, e os lobistas judeus no Congresso impediram um dia de lembrança ao genocídio armênio.
Questionar o testemunho de um sobrevivente, denunciar o papel dos colaboradores judeus, sugerir que os alemães sofreram durante o bombardeio deDresden ou que todos os países além da Alemanha cometeram crimes na Segunda Guerra Mundial — é tudo evidência, segundo Lipstadt, da negação do Holocausto. E sugerir que Wiesel se aproveitou da indústria do Holocausto, ou mesmo questioná-lo, também é negar o Holocausto.
Lipstadt diz que as formas mais “insidiosas” de negação do Holocausto são as “equivalências imorais”: ou seja, a negação da singularidade do Holocausto. Este argumento tem implicações intrigantes. Daniel Goldhagen argumenta que as ações dos sérvios em Kosovo “diferem, em sua essência, daquelas da Alemanha nazista apenas em escala”. Isto faria de Goldhagen “em essência” um dos quenegam o Holocausto. O fato é que, do ponto de vista político, os comentaristas israelenses compararam as ações da Sérvia em Kosovo com as dos israelenses em 1948 contra os palestinos.59 Pela avaliação de Goldhagen, então, Israel cometeu um Holocausto. Nem um só palestino jamais reivindicou isso.
"Dia Anual de Lembrança do Holocausto é um evento nacional. Todos os 50 estados patrocinam comemorações, com freqüência nas câmaras legislativas estaduais. A Association of Holocaust Organization (Associação das Organizações do Holocausto) relaciona mais de 100 instituições ligadas ao Holocausto nos Estados Unidos. Sete grandes museus do Holocausto se espalham pela paisagem americana. A peça central deste exercício de memória é o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos em Washington.
A primeira pergunta é por que existe até um Museu do Holocausto fundado pelo governo federal na capital do país? Sua presença no Washington Mall é incongruente com a ausência de um museu aos crimes no curso da história americana. Imagine os protestos de acusação de hipocrisia aqui se a Alemanha construísse um museu nacional em Berlim para relembrar, não o genocídio nazista, mas a escravidão americana ou o extermínio dos índios americanos.
O planejador do Museu do Holocausto escreveu: “Ele tenta meticulosamente evitar qualquer tentativa de doutrinação, a partir da manipulação de impressões ou emoções.” De sua concepção a sua conclusão, no entanto, o museu se atolou na política. No início da campanha de reeleição, Jimmy Carter iniciou o projeto para agradar os contribuintes e eleitores judeus, irritados com o reconhecimento, pelo presidente, dos “direitos legítimos” dos palestinos. O diretor da Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations, rabino Alexander Schindler, deplorou o reconhecimento de Carter dos direitos humanos palestinos como uma iniciativa “chocante”. Carter anunciou os planos para o museu durante a visita do primeiro-ministro Menachem Begin a Washington e em meio a uma quente batalha no Congresso sobre a proposta do governo de venda de armas para a Arábia Saudita.
Outras implicações políticas também nasceram com o museu. Ele calou as bases cristãs do anti-semitismo europeu de modo a não ofender um poderoso eleitorado. Ele minimizou as cotas discriminatórias americanas de imigração antes da guerra, exagerou o papel dos americanos na libertação dos campos de concentração e silenciou sobre o maciço recrutamento de criminosos nazistas pelos EUA no final da guerra. A mensagem que cobre com um arco o Museu é que “nós” sequer podemos entender, abandonados ao confinamento, tais maldades. O Holocausto “macula as sementes do ethos americano”, observa Michael Berembaum no livro que acompanha o museu. “Vemos em (sua) execução uma violação de todos os valores americanos essenciais.” O Museu do Holocausto sinaliza a lição sionista de que Israel foi “a resposta apropriada ao nazismo” com as cenas finais de sobreviventes judeus lutando para entrar na Palestina.
A politização começa mesmo antes que alguém cruze a entrada do museu. Ele está situado na Raoul Wallenberg Place. Wallenberg, um diplomata sueco, é homenageado porque resgatou milhares de judeus e acabou numa prisão soviética. Seu colega sueco, conde Folke Bernadotte, não é honrado porque, embora ele também tenha resgatado milhares de judeus, o ex-primeiro-ministro israelense Yitzak Shamir ordenou seu assassinato por ser igualmente “pro-árabe”.
A charada política do Museu do Holocausto, no entanto, é que devia ser lembrada. Teriam sido os judeus as únicas vítimas do Holocausto, ou outros que também morreram na perseguição nazista deveriam entrar como vítimas?
Durante os estágios de planejamento do museu, Elie Wiesel (com Yehuda Bauer do Yad Vashem) comandou a ofensiva para homenagear apenas os judeus. Aclamado como “especialista incontestável do período do Holocausto”, Wiesel argumentou com tenacidade a favor da proeminência dos judeus como vítimas. “Como sempre, eles começam pelos judeus”, sublinhou. “Como sempre, eles não param nos judeus.” Mesmo não tendo sido os judeus mas os comunistas as primeiras vítimas políticas, não os judeus, mas os deficientes físicos e mentais as primeiras vítimas do genocídio nazista. Justificar a não inserção do genocídio cigano foi o principal desafio do Museu do Holocausto. Os nazistas mataram quase meio milhão de ciganos com perdas proporcionais iguais ao do genocídio judeu. Escritores do Holocausto como Yehuda Bauer sustentaram que os ciganos não foram vítimas do mesmo genocídio furioso dos judeus. Historiadores respeitados do Holocausto como Henry Friedlander e Raul Hilberg, no entanto, afirmam o contrário.
Múltiplas razões estiveram por trás da marginalização por parte do museu genocídio cigano. Primeiro: não se pode comparar a perda de ciganos com a vida judaica. Ridicularizando o apelo por uma representação dos ciganos no US Holocaust Memorial Council (Conselho Americano do Memorial do Holocausto) como “lunático”, o diretor-executivo, rabino Seymour Siegel, duvidou até da “existência” deles como povo: “Deve haver algum reconhecimento ou conhecimento do povo cigano (...) se é que isso existe.” Ele admitiu, no entanto, ter “havido algum sofrimento sob os nazistas”. Edward Linenthal lembra as “profundas suspeitas” dos representantes ciganos do conselho, “abastecidas pela clara evidência de que alguns membros do conselho sentiram a participação deles no museu da mesma forma como uma família lida com os indesejáveis, embaraçando os parentes”. Segundo: reconhecer o genocídio cigano significava a perda de uma marca exclusiva dos judeus no Holocausto, com uma considerável perda do “capital moral” judaico. Terceiro: se os nazistas perseguiram tanto ciganos quanto judeus, ficava insustentável o dogma de que O Holocausto marcou o clímax do ódio não-judeus estimulou o genocídio judaico, não teria ela igualmente incitado o genocídio cigano? Na exposição permanente do museu, as vítimas não-judaicas do nazismo recebem apenas um tostão de reconhecimento."
Não se esqueçam que Norman Finkelstein vai estar em Lisboa, no dia 29 de Setembro às 18h30 no Auditório da Escola Secundário Luís de Camões para uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".
Também no Porto, dia 30 de Setembro às 18h00 na Cooperativa Árvore: uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".
Finalmente, no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, dia 1 de Outubro às 11h00: uma conferência com o título “Mythsand Realities of the Israel-Palestinian conflict”.
Com a cortesia do Stefano, que nos enviou este vídeo.
André Zucca tirou fotografias para a Alemanha durante a ocupação Nazi da França. Essas fotografias mostram uma realidade "cor-de-rosa" de uma Paris da Segunda Guerra Mundial nada parecida com aquela que os livros de História nos pretendem mostrar. Não existem cruzes amarelas nas roupas dos Judeus e a vida dos cidadãos decorre normalmente e com uma calma espectacular. Isso irritou muita gente que logo se colocaram em bicos dos pés a exigir o fim da exposição. "Propaganda de guerra", gritaram logo! Uma coisa é certa, meus amigos, de propaganda de guerra percebem eles MUITO BEM!
Também achei curioso e interessante estes dois comentários:
"Comparem estas fotografias com a Paris actual. Paris com os Nazis era uma cidade livre. Uma cidade de Europeus, sem a pressão dos Afroasiáticos. A Paris actual é uma cidade onde os Europeus são reprimidos e aterrorizados pelos Afroasiáticos. A resistência apenas existiu por parte dos Judeus que eram os Afroasiáticos da altura, ou seja, os inimigos do povo europeu."
"Os franceses renderam-se passado apenas 5 semanas porque pensaram que o NAcional Socialismo era uma boa ideia. Não exitiu realmente uma resistÊncia. O que nos é dito hoje são apenas mentiras."
Fica ao vosso critério os comentários ao vídeo e a estas opiniões.
Com o agradecimento ao Stefano e da partilha com o Vessas.
Documentário fundamental para entender a actual questão nuclear do Irão! O Irão é uma ameaça aos EUA e seus aliados?
Quando o Irão foi colocado pelo Governo Bush no "Eixo do Mal", a grande maioria da população iraniana, que até então era pró-Estados Unidos ficou indignada, a mesma população, que após o 11 de Setembro, fez vigília em respeito às vítimas dos ataques.
Por que essa obstinação dos EUA em querer abrir um novo fronte?
Será que é por causa do Programa de Energia Nuclear do Irão (comprovado ser para fins pacíficos pelos técnicos da Agência Internacional de Energia Atómica), ou será porque o país é a terceira maior reserva de petróleo no mundo, ficando atrás somente da Arábia Saudita e o Iraque, ambos controlados por governos fantoches dos EUA? Por que todos os países tem direito de explorar energia nuclear, menos o Irão?
Por que o Irão, que sempre respeitou o Acordo de Não-Proliferação de Armas Nucleares, é alvo da Mídia Tradicional, enquanto países como a Índia, o Paquistão e Israel, que tem apoio dos EUA para programas nucleares, só que para fins bélicos, não nem sequer citados por ela? Israel, por exemplo, ofereceu-se e, vender ogivas para o ex-governo do Apartheid na África do Sul.
E finalmente, por que os EUA, o país que mais desrespeita esse acordo, pode exigir alguma coisa?
Um acirramento nas relações entre os conservadores americanos e os conservadores iranianos só irá fortalecê-los mais diante desse panorama violento. Quem perde são os povos e a democracia de todo o mundo.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, declarou nesta quinta-feira (23) que “a maioria das pessoas concordam” que os ataques de 11 de Setembro de 2001 foram planejados por “segmentos do governo norte-americano”.
Em discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente iraniano lembrou os inúmeros registros em vídeo dos ataques que derrubaram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e atingiram o Pentágono.
“Quase todos os governos e figuras proeminentes condenaram fortemente o incidente”, prosseguiu. “Mas então a máquina de propaganda veio com força total. Ficou implícito que todo o mundo estava exposto a um enorme perigo, ou seja, o terrorismo, e que a única maneira de salvar o mundo seria enviar forças militares para o Afeganistão”.
“Fala-se em três mil mortos no 11 de Setembro, pelos quais todos nós estamos tristes. Ainda assim, até agora, centenas de milhares de pessoas foram assassinadas no Afeganistão e no Iraque, milhões ficaram feridas ou se tornaram refugiadas, e o conflito ainda está acontecendo e se expandindo”, acrescentou Ahmadinejad. [leia a notícia na íntegra]
Como temos referido nos 'posts' mais recentes, a questão em si (neste caso, os ataques de 11/9) nunca é analisada pelos paladinos da justiça e vulgarmente conhecidos como "polícias do mundo" (os tais que ajudaram a escrever a "história dos vencedores") ou pelos seus "tentaculares" sionistas quando são confrontados com o seu envolvimento nos mesmos. Em vez disso, e como sempre, atiram-se os rótulos do costume. O mais curioso é que esses rótulos ("racistas", "xenófobos", "portadores do ódio" - o "anti-semita" é muito particular...) nunca se aplicam a eles, mesmo quando existem tantos casos em que tal acontece. Podem ver como neste acontecimento igualmente de 2001, se nos resumir-mos aos comentários dos jornalistas, em nenhuma parte encontramos a definição de "actos declaradamente racistas contra brancos"... Claro que ao salientar essa ausência smo nós os acusados de "racistas e xenófobos"... É absolutamente de loucos!
Como tal, gostaríamos que vissem (mais uma vez) estes dois documentários.
No primeiro, chamamos a particular importância para o epílogo (por volta da 1h14m) - um resumo claro e perfeitamente explicativo de como o ataque ao Pentágono foi também UMA GRANDE MENTIRA E UM TRABALHO INTERNO.
O segundo vídeo "é um clássico", mas nunca é demais revê-lo. Não me esqueço da raiva de um certo comentador político português que deu, na altura, saltos histéricos por a televisão estatal transmitir "documentários sensacionalistas", "simples teorias da conspiração sem qualquer credibilidade". O tal comentador (NATURALMENTE!) não disse onde estava o sencionalismo nem quais eram as teorias da conspiração. Nem disse que parte não tinha credibilidade. Não disse nada! Como de costume, limitou-se a desviar a atenção para a essência da questão. Porque ele também tinha o tal poder, o tal espaço que os seus patrões lhe davam para falar. Tinha o poder de falar e não ser questionado, porque os patrões dos outros jornalistas que o cercavam eram os mesmos que elaboraram aquela estação televisiva... Os mesmos que legislam e aprovam leis no Parlamento, os mesmos... Sempre os mesmo...
[Este é apenas o primeiro vídeo, os restantes podem ser retirados do Youtube]
Agora, também (a nossa) pergunta do costume: DO QUE É QUE ELES TÊM MEDO???!!!
Agora, também (a nossa) frase do costume: A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!!!
Terá lugar em Portugal uma série de conferências pelo Professor Norman Finkelstein, activista e estudioso internacionalmente conhecido do conflito israelo-palestiniano.
O programa de conferências:
Em Lisboa, dia 29 de Setembro às 18h30 no Auditório da Escola Secundária Luís de Camões: uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".
No Porto, dia 30 de Setembro às 18h00 na Cooperativa Árvore: uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".
No Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, dia 1 de Outubro às 11h00: uma conferência com o título “Myths and Realities of the Israel-Palestinian conflict”.
Como promotores do conjunto de conferências temos a Comissão Nacional de Apoio ao Tribunal Russell para a Palestina, o Centro de Estudos Sociais, o Grupo de Acção Palestina, o Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, o Sindicato dos Professores do Norte e a Fundação Mário Soares e a Cooperativa Árvore.
Uma nota biográfica sobre Norman Finkelstein:
Internacionalmente conhecido, Norman Finkelsten é um estudioso de temas que dizem respeito ao Sionismo, a Palestina e a ocupação israelita dos territórios palestinianos. É autor de vários artigos e livros com muito interesse nesse campo e é conferencista activo a favor dos direitos políticos e humanos do povo palestiniano e contra a ocupação israelita. Judeu americano, filho de sobreviventes do Holocausto, Finkelstein aplica um humanismo universalista radical e consistente à sua crítica da ocupação israelita. A sua crítica implacável da ocupação e dos seus apologistas tem-lhe custado muito, tendo a recusa da DePaul University em conceder-lhe tenure sido o resultado de intervenções sem precedentes e pressões notórias de lobbyistas sionistas (nomeadamente Alan Dershowitz).
A vida e o trabalho do Finkelstein foram objecto de um documentário recente com o título “American Radical”.
O seu livro mais recente, This Time We Went Too Far: Truth and Consequences of the Gaza Invasion (OR Books, New York, 2010) é uma análise crítica do massacre perpetrado por Israel em Gaza de Dezembro 2008-Janeiro 2009 com a Operação Chumbo Fundido. O seu livro The Holocaust Industry (A Indústria do Holocausto, traduzido para o português no Brasil pela editora Record, 2001) analisa criticamente as várias formas de aproveitamento oportunista da realidade do Holocausto pelo Estado de Israel e os seus apologistas para encobrir os crimes cometidos pela ocupação aos palestinianos.
* Image and Reality of the Israel-Palestine Conflict, Verso, 1995, 2001, 2003. * The Rise and Fall of Palestine: A Personal Account of the Intifada Years. Minneapolis: U of Minnesota P, 1996. * “Whither the `peace process'?”, New Left Review, 218, July-August (1996). * A Nation on Trial: The Goldhagen Thesis and Historical Truth (com Ruth Bettina Birn) Henry Holt and Co., 1998. * The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering, Verso, 2000; 2001; 2003. * Beyond Chutzpah: On the Misuse of Anti-Semitism and the Abuse of History. U of California P, 2005. * “Disinformation and the Palestine Question: The Not-So-Strange Case of Joan Peter's From Time Immemorial” in Blaming the Victims: Spurious Scholarship and the Palestinian Question. Ed. Edward W. Said e Christopher Hitchens. Verso Press, 1988. * This Time We Went Too Far: Truth and Consequences of the Gaza Invasion, OR Books, New York, 2010.
É evidente que se nos limitássemos a falar de descobertas novas, de livros novos ou abordagens novas, poucos se importariam connosco. Éramos mais uns "simples curiosos"... Mas nós não somos assim! E incomodamos. Por isso nos procuram contrariar constantemente. Porém, essa "contrariedade" não é feita com argumentos. É feita com censura, com multas e penas de prisão! Muitas vezes até com a ridicularização e saneamento das pessoas e das suas ideias! Apenas e só porque eles têm poder para isso. Não porque tenham algum tipo de argumento. Eles sabem que não precisam...
Vejam este exemplo. Se alguém pretender contrariar este artigo, basta pegar na sua origem. Vão dizer que não tem credibilidade, que são "palavras e frases de simples ódio", um artigo "racista e anti-semita", etc. Porém, não discutem ponto por ponto o que lá vem! Porém, não mostram que o artigo apresenta mentiras! Não precisam! Têm poder! Têm os "amigos" que legislam em seu favor! Têm os "amigos" que controlam os restantes mídia! Basta-lhes meia dúzia de rótulos e já está!
Tudo ou quase tudo é considerado "anti-semitismo", o maior barco ou a maior caixa do mundo no que diz respeito à violação da liberdade de expressão e informação. Do que alguns se esqueceram é que os barcos também se afundam e as caixas podem ter um fundo frágil... Tal como os castelos de cartas que, com um simples sopro, caiem!
No documentário “Good Food” [“Boa Comida”] , Melissa Young e Mark Dworkin não oferecem unicamente a visão de somente mais alguns factos sobre as nossas fontes alimentares, Em vez disso, compartilham um retrato íntimo emotivo, talvez mesmo um movimento espiritual que floresce nos Estados Unidos à procura de fortes e interiores ligações em redor de uma necessidade humana fundamental: a comida. Recomendo que vejam este documentário e compartilhe a sua mensagem. [leia a notícia na íntegra]
A empresa Google, como todos sabem, é parceira da Nova Ordem Mundial. E não precisa ser nenhum expert em conspiração pra saber disso. Basta saber que ela foi a segunda maior financiadora da campanha do presidente Obama (a.k.a Barry Soetoro), com uma doação vultuosa de 803,436US$ (isso, oitocentos e três mil dólares), além, é claro, de bloquear blogs contra a Nova Ordem Mundial.
Recebi um aviso para retirar meu site do sistema blogger.com antes que eles me bloqueassem. E o fiz a tempo. Hoje infelizmente tenho que pagar por um plano de hospedagem, que utilizo na revenda, está saindo pra mim por R$ 11,00 por mês, tenho espaço e banda suficientes para atingir meu público alvo: você. Porém tenho uma despesa por isso.
Passei a utilizar a plataforma do WordPress (descobrir uma maravilha do mundo moderno), muito mais fácil, rápida, lógica e discreta.
O Libertário. org mantém uma política de não fazer propagandas no site. Não temos adsense, ou qualquer outra ferramenta de monetização, tudo isto para proteger a mim e aos meus leitores da famosa Justiça Brasileira.
Bom, a questão é a seguinte, outros blogs Contra a Nova Ordem Mundial estão sendo deliberadamente bloqueados pela Google sem qualquer aviso anterior. O proprietário tenta acessar a conta mais não consegue, recebe uma notícia de que o conteúdo de seu site tem características de SPAM.
Que nenhum outro parceiro passe a fazer parte desta lista.
Aconselho a todos Contra a Nova Ordem Mundial que deixem de utilizar a plataforma blogger imediatamente em razão do risco que há em ter todo seu trabalho perdido nas mãos dos inimigos.
Se precisarem de ajuda para sair da blogger, entre em contato, irei lhes mostrar o caminho das pedras.
Outros blogs Contra a Nova Ordem Mundial, apareçam, apareçam.
O Revisionismo em Linha está consciente de que, mais tarde ou mais cedo, este será o mesmo destino reservado a nós... Não pode haver ilusões. No entanto, iremos lutar até ao fim, porque A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!
E se alguns argumentam ter 6 milhões de motivos para libertarem o seu ódio, nós também temos 6 milhões de razões para restabelecer a VERDADE HISTÓRICA!
[Para lerem mais sobre uma das causas para a cada vez maior censura à liberdade de expressão na Internet, podem ler isto. ISTO É UMA DAS MUITAS COISAS QUE ALGUNS QUEREM MANTER ESCONDIDO DA OPINIÃO PÚBLICA! É POR ISSO QUE NOS QUEREM SILENCIAR! PORQUE NÓS DIVULGAMOS AS SUA MENTIRAS E OS SEUS EMBUSTES!!!]
Avram Noam Chomsky é um cientista, linguista e ativista político americano. Seu trabalho no campo de linguagens formais é impressionante e muitos de nós que estudamos linguagens formais deve se lembrar de sua classificação de linguagens formais.
A matéria abaixo foi retirado do site http://www.institutojoaogoulart.org.br/ e resume as idéias de chomsky a respeito do uso da mídia para manipulação do povo.
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
A petição exigindo a revogação do Acto Gayssot e a libertação do revisionista Vincent Reynouard, lançada na Internet a 6 de Agosto (uma iniciativa do historiador Paul-Eric Blanrue), recebeu agora um notável apoio com a assinatura do linguista e filósofo americano Noam Chomsky.
"Eu percebi que Vincent Reynouard foi condenado e preso baseado na Lei de Gayssot e que estava a circular uma petição em protesto contra estas acções", escreveu o defensor incansável da liberdade de expressão numa declaração proferida a 5 de Setembro. Chomsky tinha estado em França na primavera passada para uma conferência na Faculdade de França e e para vários outros acontecimentos.
"Não sei nada sobre o Sr. Reynouard, mas considero que a Lei de Gayssot completamente ilegítima e inconsistente com os princípios básicos de uma sociedade livre”, acrescentou.
Noam Chomsky salientou que "esta lei garante ao Estado o direito em determinar a verdade histórica e punir os contestatários, um princípio que faz recordar os dias negros do Estalinismo e do Nazismo".
Chomsky acabou a sua declaração demonstrando o seu apoio à iniciativa do historiador francês Blanrue: "Consequentemente, eu gostaria de registar o meu apoio à petição como forma de protesto contra a aplicação desta lei neste ou em qualquer outro caso".
Ao entrar em vigor no dia 13 de Julho de 1990, o Acto de Gayssot proíbe a "discussão (...) da existência de um ou mais crimes contra a humanidade tal como está definido no Artigo 6 do alvará do tribunal internacional militar [conhecido como Nuremberga], anexado ao Acordo de Londres de 8 de Agosto 1945."
Em 2007, o revisionista Vincent Reynouard, pai de oito crianças, foi condenado por um tribunal em Saverne (Alsácia) a um ano de prisão por ter escrito um panfleto com 16 páginas com o título ‘Holocauste? Ce que l’on vous cache…’ (‘Holocausto? Aqui está é o que está a ser escondido de você…’). No ano seguinte essa sentença foi mantida pelo Tribunal de Apelo, em Colmar, que também impôs uma multa e despesas, o equivalente a um total de 60.000 euros. Reynouard está actualmente está detido na prisão de Valencienne.
Foi descoberta uma sepultura em massa na Eslovénia do final da Segunda Guerra Mundial.
Com 20 metros de extensão e situada perto da ocalidade de Prevalje, acredita-se que contenha os restos mortais de cerca de 700 homens e mulheres, referiu o representante governamental Marko Strovs.
Algumas das pessoas enterradas nessa sepultura aparentam ter sido fuziladas e outras parecem ter sido enterradas vivas, acrescentou. Os investigadores acreditam que as vítimas eram suspeitas de terem sido colaboradores dos Nazis que foram mortas por elementos comunistas anti-fascistas.
Pelo calçado encontrado, pensa-se que parte deles eram civis, disse Mr. Strovs, que trabalha para a comissão governamental para a exumação de sepulturas em massa.
As primeiras impressões mostram que as mãos deles estavam atadas atrás das costas.
É o trabalho eugenista do Discovery Channel, multiplicado por um milhão. Não é simplesmente um solitário dizendo "bebês humanos parasitas" devem morrer, mas uma das maiores instituições financeiras internacionais, exigindo isso. Para fazer o contraste ainda mais notável, James J. Lee assustado no The Living Daylights e alguns funcionários Discovery Channel, do FMI e do Banco Mundial, querem tomar como refém nações inteiras.
No seu Relatório sobre Desenvolvimento Mundial em 1984, o Banco Mundial ameaça as nações que são lentas na execução das políticas do Banco Mundial de "população" com "medidas drásticas, menos compatíveis com a escolha individual e liberdade".
O relatório, literalmente está saturado com propostas desumanizantes, é inteiramente dedicado às estratégias de longo prazo do Banco Mundial em relação ao controle da população:
"(...) A política econômica e o desempenho na próxima década será assunto para o crescimento da população nos países em desenvolvimento por várias décadas e mais além; política da população e as mudanças no resto deste século irão definir os termos para o conjunto da estratégia de desenvolvimento nos próximos. "
Para ilustrar a gravidade na consecução dos objetivos da estratégia global de controle populacional do Banco Mundial, o relatório não se coíbe de ameaças definitivas:
"A política da população tem um prazo longo, outras políticas de desenvolvimento devem entretanto, adaptar-se. Inação hoje exclui "opções para o amanhã", na estratégia de desenvolvimento global e na política de futuro da população. O pior de tudo, a fome hoje pode significar que medidas mais drásticas e menos compatível com a escolha individual e a liberdade, vai parecer amanhã necessárias para desacelerar o crescimento da população. "
No prefácio, o então presidente, do Banco Mundial em 1985 e membro bilderberg, Alden W. Clausen, declarou:
"(...), Embora os custos diretos dos programas do Banco Mundial para redução do crescimento populacional sejam grandes, um maior compromisso da comunidade internacional é extremamente necessário para ajudar os países em desenvolvimento, o grande desafio de desaceleração do crescimento da população."
"(...) Os governos podem utilizar incentivos e desincentivos para assinalar a sua política sobre o tamanho das famílias", afirma o relatório. "Com os incentivos, a sociedade como um todo compensa os casais dispostos a renunciar os benefícios privados de mais uma criança, ajudando a reduzir o fosso entre os ganhos privados e sociais de alta fertilidade."