sábado, 4 de dezembro de 2010

WikiLeaks: Há Bombas de Fragmentação Americanas em Solo Britânico



Apesar de alguns desvalorizarem os documentos revelados pelo site WikiLeaks e de outros os considerarem "bombásticos", o certo é que há mesmo muita coisa que não interessa vir ao de cima.

A estratégia de alguns é sempre a mesma: desviar a atenção do verdadeiro problema. Descredibiliza-se primeiro a fonte (Julian Assange, criador do WikiLeaks, passou a ser um violador, um anarquista, um extremista, um radical, um menino mimado, etc., etc., etc.) e depois, com uma descarada e vergonhosa "lata", censura-se a informação porque... "não se pode permitir que alguém que colocou em xeque o equilíbrio, a nossa segurança e a paz no mundo possa revelar estas coias e sair impune"!

MAS... AONDE? E COMO? Aonde e como colocou ele em xeque a nossa segurança, podem dizer-me?...

Será com a notícia que partilho a seguir?...
Vejamos:

O governo britânico autorizou os Estados Unidos a armazenar bombas de fragmentação em seu solo, apesar do Reino Unido ser signatário de um tratado que proíbe este tipo de arma, segundo mensagem americana vazada pelo site WikiLeaks e publicada nesta quinta-feira pelo jornal The Guardian.

Washington, que se opõe à proibição das bombas com submunições, e Londres chegaram a um acordo para que o exército americano pudesse beneficiar-se de uma "isenção temporária" e armazenar assim suas BASM no território britânico.

"O deslocamento de bombas de fragmentação em barcos de Diego Garcia para aviões lá (...) exigirá uma isenção temporária", assinala a mensagem diplomática citada pelo jornal britânico.
A ilha de Diego Garcia no Oceano Índico é um território britânico de 27 km2 que abriga uma das bases aeronavais mais importantes no exterior. Serve de ponto de apoio para o exército americano para qualquer intervenção na Ásia Central e Golfo.

"Seria melhor que o governo americano e o governo de Sua Majestade (o governo britânico) não cheguem a um acordo final sobre este acerto temporária, enquanto o processo de ratificação (do tratado que proíbe as bombas de fragmentação) não esteja concluído no parlamento (britânico)", afirma um alto funcionário do ministério britânico das Relações Exteriores, Nicholas Pickard, citado numa mensagem que data de maio de 2009.

O Reino Unido assinou em dezembro de 2008 um tratado que proibia as bombas de fragmentação, devastadoras para as populações civis.

Essas bombas podem conter centenas de submunições que se dispersam num extenso perímetro sem que todas explodam, o que as converte de fato em minas antipessoais, proibidas pela Convenção de Ottawa de 1997.

Segundo a organização Handicap International, 100.000 pessoas, 98% das quais civis, morreram ou ficaram mutiladas pela explosão das submunições em todo o mundo desde 1965. Mais de 25% das vítimas são crianças que ficam intrigadas pelas formas e cores dessas bombas.
[leiam a notícia na íntegra].

Claro que isto é uma das muitas coisas "perigosas" que colocam em xeque a nossa segurança...

TENHAM VERGONHA! Numa simples e básica frase... CAMBADA DE NOJENTOS!!!

Porque é Que os "Amigos dos Animais" RARAMENTE Vêm a Público Falar disto?!!!

Sim, porque apesar da notícia ter sido retirada de um site de luta pelos direitos dos animais, é mais do que sabido que apenas as touradas parecem incomodar estes senhores...
O tal rótulo denominado de "anti-semitismo" é bem pior do que revelar OUTRAS ATROCIDADES, certo?...

[Retirado daqui]

“Esta é minha mudança, este é meu substituto, esta é minha expiação”, murmuram os fiéis judeus enquanto dão três voltas por cima de suas cabeças com um animal que, minutos depois, é morto como forma de expiar os pecados.

No ritual das Kaparot, uma expiação simbólica dos pecados, milhares de galos e galinhas são degolados em Israel para lembrar os judeus que, a qualquer momento, Deus pode tirar a vida como forma de compensação por seus pecados.

As mulheres usam galinhas; os homens, galos; e as grávidas, um exemplar de cada um. As Kaparot são vividas nos dias anteriores ao Yom Kippur, a data mais solene do judaísmo, destinada ao arrependimento e ao pedido de perdão.

“Neste momento do ano, que é nosso Ano Novo Judaico (Rosh Hashana), uma das coisas que fazemos é começar uma vida nova e refletir sobre o que fizemos no passado”, explica à Agência Efe o judeu de origem americana Menachen Persoff antes de fazer suas Kaparot.

“Pegamos uma galinha e dizemos: ‘Em vez de que eu seja castigado e destruído neste mundo, deixe que seja esta galinha’. E então temos que pensar que, quando essa galinha morre, poderíamos ter morrido em seu lugar”, acrescenta.

Para Persoff, as Kaparot são uma oportunidade para “ser uma pessoa melhor, pensar nas coisas que fizemos de errado e fazer as coisas de um jeito melhor no futuro”.

Depois que a ave escolhida – que deve ser branca, para simbolizar a purificação do pecado – é girada sobre a cabeça, o animal é degolado com um rápido e certeiro movimento com uma faca afiada cuja lâmina não pode ter a menor fenda, seguindo os preceitos judeus do “kashrut”.

Os penitentes costumam doar as aves mortas para a caridade se têm uma boa situação econômica. Caso contrário, as levam para comer em casa.

Alguns criticam os que comem ou doam as aves aos pobres ao entender que os pecados de quem toma parte no ritual foram transferidos ao animal e, portanto, este não deve ser comido.

Após o ritual, as vísceras das aves devem ser colocadas em algum lugar onde possam servir de alimento a outros pássaros, a fim de demonstrar piedade em relação a todas as coisas vivas.

“Nas Kaparot, rezamos para ser perdoados. Nos mostramos envergonhados diante de Deus e lembramos que ele pode nos tirar a vida, mas nos dá a oportunidade de pedir perdão”, aponta a judia ultraortodoxa Devorah Leah.

Para ela, esta tradição ajuda a “pensar com mais profundidade” sobre si mesmo e seus atos.

Na antiguidade, as Kaparot eram feitas com cabras, o que deu origem à expressão “bode expiatório”.

Hoje em dia, mamíferos não são usados, mas se não é possível ou não se quer usar galinhas ou galos, estes podem ser substituídos por qualquer outra ave, exceto pombos – para não lembrar os ritos de sacrifício no templo –, ou mesmo por um peixe.

Também são muitas as famílias que fazem as Kaparot com dinheiro que depois é doado aos pobres. O fato de os rabinos permitirem que o rito seja celebrado sem necessidade de matar animais é o principal argumento das organizações defensoras dos animais contra esta prática, que consideram como cruel e abusiva.

“Muitos religiosos argumentam que não há motivo para fazê-lo com dinheiro quando se pode matar uma galinha, porque estas não sofrem. Mas isso não está certo. Todo mundo sabe que os animais têm sentimentos e querem viver, igual a nós”, diz Gene Peretz, uma jovem estudante vegetariana que se manifesta em Jerusalém contra o uso de animais vivos nas Kaparot.

Frente a esta postura, os seguidores da tradição, como Leah, argumentam que “os animais estão na terra para serem utilizados pelos seres humanos, sempre que seja de modo correto”, e que comer “os animais que Deus nos deu é uma forma de fazer com que o mundo seja mais espiritual”.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Livros Para Este Natal


Raça Humana, Ergue-te!
David Icke assinala o seu vigésimo ano de revelação de segredos chocantes e de informação escondida, com a publicação do seu livro mais espantoso até à data.
Pegando na manipulação de que os seres humanos são alvo e na natureza da realidade para instaurar novos níveis de compreensão, David apela à humanidade para que se erga e recupere o mundo das mãos das sinistras redes de famílias e de entidades nãohumanas que nos controlam secretamente, desde o berço até ao túmulo.
A sua revelação mais estonteante é a de que a Terra e a mente colectiva humana, são manipuladas a partir da Lua, a qual, segundo diz, não é um ‘corpo celeste’, mas uma construção artificial – uma ‘nave-espacial’ gigante – que serve de base para o grupo extraterrestre que tem vindo a manipular a humanidade há eras.
A Humanidade encontra-se numa encruzilhada e é chegado o momento de fazer uma escolha. Uma das escolhas irá levar-nos à liberdade e a um potencial de uma grandeza que não imaginaríamos ser possível, enquanto que a outra irá condenar-nos - e aos nossos filhos - a uma ditadura global fascista/comunista, a uma escala que faria corar
o próprio George Orwell.

Inclui 32 páginas a cores de trabalho gráfico de Neil Hague.




Chacras e Cristais, de Jennie Harding.

Editado pela Booksmile, este é um guia completo para encontrar o seu equilíbrio físico e emocional. Tendo por base os sete chacras (centros de energia) do corpo humano, um guia que explora o valor dos cristais e o ensina a encontrar o seu equilíbrio físico e emocional. Oferta de estojo com 7 cristais.




A FICÇÃO CIENTÍFICA DE AL GORE - Um Guia Céptico para Uma Verdade Inconveniente, Por MARLO LEWIS Jr.
Marlo Lewis Jr. contraria neste livro a corrente alarmista do aquecimento global e tem a coragem de pôr em causa, de forma sistemática e minuciosamente documentada, o livro que abriu a Al Gore as portas de um prémio Nobel.
Em Portugal a corrente alarmista do aquecimento global tem vindo a encontrar acolhimento nas entidades oficiais e institucionais e a comunicação social não tem dado destaque a opiniões críticas, ainda que emitidas por cientistas tão ou mais qualificados e credíveis do que aqueles que suportam a tese do aquecimento global de origem antropogénica.
Numa Carta Aberta divulgada por ocasião da Conferência de Bali, dirigida ao Secretário Geral das Nações Unidas – com cópia a todos os chefes de Estado dos países a que pertencem os signatários – cerca de uma centena de cientistas critica os relatórios alarmistas do IPCC, manifesta a convicção de que o ser humano não é responsável pelas alterações climáticas e refere a inutilidade das acções em curso para as combater.
Este trabalho de Marlo Lewis Jr., além de fazer uma análise exaustiva do livro de Gore, constitui um excelente manual sobre muitos dos temas climatológicos, na medida em que faculta uma lista de mais de três centenas de referências, com múltiplos endereços de internet, o que oferece ao leitor interessado uma oportunidade para aprofundar os conhecimentos de climatologia e prosseguir outras leituras de modo a tirar as suas próprias conclusões.
Para Marlo Lewis o trabalho de Al Gore é manipulador das consciências de cidadãos, de decisores políticos, de profissionais da comunicação social e, infelizmente, de cientistas de vários campos da Ciência. Al Gore não possui conhecimentos para escrever um livro ou produzir um filme abordando temas científicos em geral e do domínio da climatologia em particular.
Mas é um autêntico profissional do espectáculo político e foi certamente apoiado por cientistas e ambientalistas adeptos do apocalipse climático.
O alarmismo associado ao aquecimento global de origem alegadamente “antropogénica”, isto é, da responsabilidade do ser humano, constitui um exemplo flagrante de mais uma das imposturas que recorrentemente procuram explorar a crendice de muitas pessoas. Mas o que se torna mais lamentável é a atitude de responsáveis políticos, nacionais e internacionais, que se deixam impressionar por uma propaganda dogmática como esta, a ponto de serem atribuídos prémios Nobel (da paz!) a pessoas e entidades que mais não fazem do que promover e difundir o pânico nas populações.

"Feel The Hate in Jerusalem"!

O vídeo foi "banido" do Youtube...

Não sei se nos vão "banir" também por divulgarmos o vídeo...

Feeling the Love in Jerusalem from Joseph Dana on Vimeo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E Se no Dia 7 Dezembro, Nós Levantamos Todo o Nosso Dinheiro dos Bancos?

O Revisionismo em Linha apesar de ser um espaço de leitura "alternativa" à história oficial de inúmeros acontecimentos mundiais (muito para além da análise sem tabus do facto histórico denominado "Holocausto", durante a Segunda Guerra Mundial), nunca se debruçou concreta e directamente sobre intervenção política e social. Porque esse nunca foi o nosso verdadeiro objectivo.

No entanto, perante toda uma série de acontecimentos que nos rodeiam, somos obrigados a também colocar aqui algumas propostas que consideramos serem pertinentes e até, podemos dizer, curiosas e polémicas.



Sobre este assunto, podem mais aqui e também aqui.

Channel 4 Apresenta Vídeo Com Alegadas Execuções de Prisioneiros Tamil



Leiam mais sobre este assunto aqui.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cientistas Nucleares São Alvo de Atentado no Irão

Um cientista nuclear iraniano foi morto e outro ficou ferido em ataques à bomba separados, mas semelhantes, segundo a imprensa do país.

O site da TV estatal iraniana chamou os episódios de “atos terroristas” perpetrados por “agentes do regime sionista”, em referência a Israel, adversário do Irã na região, sem no entanto apresentar provas específicas.

A TV relatou que os cientistas – Majid Shahriari, do departamento de energia nuclear da Universidade Shahid Beheshti, em Teerã, e Fereydoon Abbasi, membro da Guarda Revolucionária iraniana – estavam dirigindo rumo ao trabalho nesta segunda-feira quando homens em motocicletas prenderam bombas às janelas de seus carros.

Shahriari morreu, e Abbasi ficou ferido e está sendo tratado. [leia a notícia na íntegra]

A seguir, dois vídeos sobre este assunto.





Apenas Menos Uns Alemães à Face da Terra...

Resumidamente, não se conseguem escrever outras palavras sem ser estas: A HISTORIOGRAFIA CONTINUA A NÃO SE INTERESSAR PELOS CRIMES "DOS BONS"!...
Por outras palavras, David Vondracek, um realizador Checo, dificilmente terá honras de destaque nos principais média porque o documentário que realizou,
apesar de ter ganho Franz Werfel Human Rights Award, "apenas" se refere à morte de centenas de civis alemães na antiga Checoslováquia, crime esse ocorrido já depois da Segunda Guerra Mundial.
As penas de prisão para os criminosos de guerra estão numa gaveta apenas para ser aberta e atribuídas a oficiais ou soldados "nazis", os "maus do costume". Mesmo quando já têm 80 ou mais anos de vida. Para esses nunca há perdão. Para os outros, há o assobiar para o lado e uma estranha "falta de memória"...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (Conclusão)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XII)


(CONTINUAÇÃO)



Argumento 14: Os Nazis assassinaram cerca de 2,5 milhões de prisioneiros de guerra Soviéticos.

Resposta: A grande maioria dos prisioneiros de guerra Soviéticos que morreram no cativeiros da Alemanha não foram “assassinados”, mas sucumbiram de fome, exaustão e doenças, tal com vasta maioria dos prisioneiros de guerra Alemães que não sobreviveram aos cativeiros Soviéticos.
Não tendo estudado este assunto, somos incapazes de comentar os números mencionados pelo Dr. Karsai, mas realmente todas as fontes registam que a mortalidade entre os prisioneiros de guerra Soviéticos foi extremamente alta. Para esta tragédia existem, basicamente, duas razões: após as rápidas vitórias Alemãs na primeira fase da guerra, milhões de soldados Soviéticos foram feitos prisioneiros. Os Alemães não possuíam comida suficiente para esses prisioneiros. Mas mesmo mais tarde, os prisioneiros de guerra Soviéticos receberam rações de comida insuficientes acabando por morrer em grande quantidade, ao contrário dos prisioneiros de guerra dos países Ocidentais, que foram tratados correctamente. Não pode haver qualquer dúvida que esta política para com os prisioneiros Soviéticos (que Alexander Solzhenitsyn, no livro “The Gulag Archipelag”, explica esse facto por a URSS não ter assinado a Convenção de Genebra) era criminosa. E que o facto de prisioneiros de guerra Alemães em campos Soviéticos terem sido tratados de forma sombria, morrendo igualmente em quantidades enormes, não é justificação, porque um crime não desculpa o outro.


Argumento 15: De acordo com o "Plan Ost", os Nazis planearam assassinar 30 milhões de cidadãos Soviéticos.

Resposta: Essa afirmação é baseada numa declaração de Erich von dem Bach-Zelewski, antigo ‘SS-Obergruppenführer’ e Höherer ‘SS- und Polizeiführer Russland-Mitte‘, durante o julgamento de Nuremberga. Em Nuremberga, von dem Bach-Zelewski afirmou que no início de 1941, Heinrich Himmler referiu em Wewelsburg que o objectivo da campanha que se avizinhava para a Rússia seria a redução da população Eslava para 30 milhões [82]. O problema é que tal declaração feita depois da guerra é totalmente inútil, porque os poderes vencedores poderiam facilmente forçar qualquer Alemão a confessar qualquer coisa. Em muitas ocasiões, as confissões foram extraídas pela tortura. O caso mais famoso foi o de Rudolf Höss, o primeiro comandante de Auschwitz, que declarou no cativeiro britânico que até Novembro de 1943 tinham sido gaseadas no campo Auschwitz cerca de dois milhões e meio de pessoas, enquanto que outras 500.000 teriam desaparecido de fome e de doenças [83]. (Deve ser relembrado que actualmente os “historiadores do Holocausto” reclamam cerca de um milhão de vítimas em Auschwitz, o que continua a ser um exagero insano, uma vez que o real número de pessoas mortas naquele campo, tanto Judeus como não-Judeus, foi de cerca de 135.000 pessoas [84]). No seu livro “Legions of Death” [85], o escritor Britânico Rupert Butler documentou como é que os Britânicos obtiveram a confissão de Höss: eles bateram-lhe sem piedade durante três dias antes dele assinar finalmente o texto que tinham preparado para ele!
Naturalmente, nem todos os réus Alemães foram torturados para que se obtivessem a desejadas confissões. Existiram outros muito mais refinados métodos. Vamos olhar mais atentamente para o destino de ‘Oberstgruppenführer von dem Bach-Zelewski’ [86]. De acordo com a história oficial do “holocausto”, ele foi um dos piores criminosos. É suposto ele ter ordenado o assassinato de 27.800 Judeus perto de Riga e o massacre de dezenas de milhares de civis Soviéticos. Dadas estas circunstâncias, presumimos que ele foi naturalmente levado a tribunal e sentenciado a enforcamento após a guerra, mas isso não aconteceu. No julgamento de Nuremberga, ele foi usado como testemunha pela acusação e depois foi libertado. Obviamente que este tratamento foi a recompensa pelos depoimentos como os que foram referidos atrás e que permitiram aos Aliados acusarem os Alemães de terem planeado não apenas o total extermínio dos Judeus, mas também o horrível genocídio de dezenas de milhões de Eslavos.
É verdade que von dem Bach-Zelewski foi mais tarde julgado pela justiça Ocidental, mas não pelo seu alegado papel no “holocausto” ou o massacre de cidadãos Soviéticos. Ele foi julgado pela acusação de dois assassínios supostamente cometidos em 1934 [87].


Referências:

1 - Communique of the Polish-Soviet Extraordinary Commission for investigating the crimes committed by the Germans in the Majdanek concentration camp, Foreign Language Publishing House, Moscow 1944.
2 - USSR-29.
3 - Zdzislaw Lukaszkiewicz, „Oboz koncentracyjny i zaglady Majdanek“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni Niemieckich w Polsce, Volume 4, Warsaw 1948, p. 63-105.
4 - Czeslaw Rajca, „Problem liczby ofiar w obozu na Majdanku“, in: Zeszyty Majdanka, IV, 1992, p. 122-132.
5 - Tomasz Kranz, „Ewidencja zgonow i smiertelnosc wiezniow KL Lublin“, in: Zeszyty Majdanka, 23 (2005).
6 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998, chapter 4.
7 - Samuel Zylberstztain, „Pamietnik wieznia diesieciu obozow“, in: Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, Nr. 68, Warsaw 1968, p. 53 ff.
8 - Benedikt Kautsky, Teufel und Verdammte, Büchergilde Gutenberg, Zürich 1948.
9 - Staatliches Museum Auschwitz-Birkenau (ed.), Die Sterbebücher von Auschwitz, Saur Verlag, Munich 1995.
10 - Germar Rudolf, Vorlesungen über den Holocaust, Castle Hill Publishes, Hastings 2005, p. 271-273.
11 - Archiwum Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Warsaw, NTN, 134, p. 277 f.
12 - Gosudarstevenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-108-32, p. 76.
13 - Henryk Swiebocki, „Widerstand“, in: Auschwitz. Studien zur Geschichte des Konzentrations- und Vernichtungslagers, Band IV, Verlag des Staatlichen Museums Auschwitz-Birkenau 1999, p 330.
14 - Miklos Nyiszli, Boncoloorvosa voltam az Auschwitz-i krematoriumban, Vilag, Budapest 1946.
15 - Filip Müller, Sonderbehandlung, Verlag Steinhausen, Frankfurt a.M. 1979.
16 - Factors which affect the process of cremation“, in: Annual Cremation Conference Report, Cremation Society of Great Britain, 1975, p. 81.
17 - Georges Wellers, „Essai de détermination du nombre des juifs morts au camp d’Auschwitz“, in: Le Monde Juif, Octobre-Décembre 1983.
18 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt am Main 1997, p. 1000 (Volume 3).
19 - John Ball, Air Photo Evidence, Ball Resource Services, Delta, Canada 1992.
20 - Carlo Mattogno, „Die Leichenkeller der Krematorien von Birkenau im Licht der Dokumente“, in: Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, Nr. 3, 4/2003.
21 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 262, 263.
22 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 260.
23 - Danuta Czech, Kalendarium der Ereignisse im Konzentrationslager Auschwitz-Birkenau 1939-1945, Rowolt Verlag, Reinbek bei Hamburg 1989.
24 - Jan Karski, Story of a Secret State, Houghton Mifflin Company, Boston 1944, p. 339 f.
25 - Stefan Szende, Der letzte Jude aus Polen, Europa Verlag, Zürich 1945, p. 290 f.
26 - Alexander Petscherski, „La rivolta di Sobibor“, in: Y. Suhl, Ed essi si ribellarono, Milano 1969, p. 31.
27 - N. Blumental, Dokumenty i Materialy, Lodz 1946, p. 17.
28 - K. Marczewska, W. Wazniewski, „Treblinka w swietle akt Delegatury Rzadu RP na Kraj“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Volume XIX, Warsaw 1968, p. 137 f.
29 - Ibidem, p. 138 f.
30 - Gosudarstvenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-115-9, p. 108.
31 - K. Marczewska, W. Wazniewski, op. cit. p. 139 f.
32 - A. Kola, „Badania archeologiczne terenu bylego obozu zaglady zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i pamiec. Biuletyn Rady Ochrony Pamieci Walk i Meczenstwa, Nr. 4 (21), 2001.
33 - Julius Schelvis, Vernietigingskamp Sobibor, De Bataafsche Leeuw, Amsterdam 2008, p. 125.
34 - I. Gilead, Y. Haimi, W. Mazurek, „Ecavating Nazi extermination centers“, in: Present Pasts, vol. 1, 2009.
35 - Idem
36 - Amtliches Material zum Massenmord von Katyn, Berlin 1943.
37 - Amtliches Material zum Massenmord von Winniza, Berlin 1944.
38 - Adolf Hitler, Mein Kampf, Franz Eher Verlag, 1933, p. 13, 14.
39 - Max Domarus, Hitlers Reden und Proklamationen 1932-1945, Löwit, Wiesbaden 1973, Band II, p. 1058.
40 - R. G. Reuter, Joseph Goebbels. Tagebücher, Band IV, München 1991.
41 - Magnus Brechtkens, „Madagaskar für die Juden“. Antisemitische Idee und politische Praxis, R. Oldenbourg Verlag, München 1998.
42 - According to the revisionists, Chelmno was a transit camp. See Carlo Mattogno, Il campo di Chelmno tra storia e propaganda, Effepi, Genua 2009.
43 - R. M. Kempner, Eichmann und Komplizen, Europa Verlag, Zürich, Stuttgart, Wien 1961, S. 289, 290.
44 - Idem, p. 290.
45 -Idem, p. 291, facsimile of the document.
46 - Idem, p. 292. Nuremberg document NG-3354.
47 - Idem.
48 - Idem, p. 293.
49 - H. Krausnick, H. H. Wilhelm, Die Truppe des Weltanschauungskrieges, Deutsche Verlags-Anstalt, Stuttgart 1981, p. 621.
50 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, p. 409 f.
51 - Patrick Desbois, Porteur de mémoires: Sur la trace de la Shoa par balles, Michel Lafon, Paris 2007.
52 - http://www.stormfront.org/forum/showthread.php?t=578569
53 - Idem.
54 - Gerald Fleming, Hitler und die Endlösung, Limes Verlag, Wiesbaden und München 1982.
55 - http://dss.ucsd.edu/-lzamosc/chelm00.htm
56 - Ingrid Weckert, „The Gas Vans. A critical assessment of the evidence“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
57 - Pierre Marais, Les camions à gas en question, Polémiques, Paris 1994.
58 - Nuremberg document PS-501.
59 - E. Kogon, H. Langbein, A. Rückerl and others, Nationalsozialistische Massentötungen durch Giftgas, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1983.
60 - Bundesarchiv Koblenz, R 58/871.
61 - William B. Lindsay, „Zyklon B, Auschwitz, and the Trial of Dr. Bruno Tesch“, Journal of Historical Review, volume 4, nr. 3, Fall 1983, p. 261 f.
62 - Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, Moscow, 502-1-336, p. 227.
63 - Jean-Claude Pressac, Auschwitz. Technique and Operation of the Gas Chambers, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1989, p. 188.
64 - Fred A. Leuchter, An Engineering Report on the alleged „Gas Chambers“ at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988.
65 - Germar Rudolf, The Rudolf Report. Expert Report on Chemical and Technical Aspects of the „Gas Chambers“ of Auschwitz, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
66 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine wissenschaftliche und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998.
67 - Nuremberg document NG-5770.
68 - Jüdisches Historisches Institut Warschau (ed.), Faschismus – Ghetto – Massenmord, Röderberg Verlag, Frankfurt am Main 1981, p. 269 f.
69 Raul Hilberg, Sonderzüge nach Auschwitz, Dumjahn, Munich 1981, p. 181.
70 - Nuremberg document NO-482.
71 - Andrzej Kola, Belzec. The Nazi Camp for Jews in the Light of Archeological Sources. Excavations from 1997 – 2000, Warsaw/Washington 2000. – Andrzej Kola, „Badania Archeologiczne terenu bylego obozu zaglady Zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i Pamiec, No 4 (21), 2001.
72 - Herman Kruk, The last days of the Jerusalem of Lithuania, Yale University Press, New Haven/London 2002.
73 - Adam Raisky, La presse antiraciste sous l’occupation hitlérienne, Paris 1950, p. 179.
74 - Serge Klarsfeld, Le mémorial de la déportation des juifs de France, Paris 1978.
75 - Walter Sanning, The Dissolution of Eastern European Jewry, IHR. New Port Beach 1983.
76 - Wolfgang Benz (ed.) Dimension des Völkermords, Verlag Oldenbourg, Munich 1991.
77 - Nuremberg document N0-5194.
78 - Germar Rudolf, „Statistisches über die Holocaust-Opfer“, in: Ernst Gauss (Hg.), Grundlagen zur Zeitgeschichte, Grabert Verlag, Tübingen 1983.
79 - Jürgen Graf, „National Socialist Concentration Camps. Legends and Reality“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
80 - Einsatzgruppe A. Tätigkeitsbericht für den Zeitraum vom 16. Oktober 1941 bis zum 31. Januar 1942. Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, 500-4-92, p. 57 f.
81 - Vilnius Ghetto: List of prisoners, Volume 1, Vilnius 1996.
82 - Internationales Militärgericht (IMG), Band IV, p. 535/536.
83 - Nuremberg document 3868-PS.
84 - Carlo Mattogno, „Franciszek Piper und die Zahl der Opfer von Auschwitz“, Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung 1/2003.
85 - Rupert Butler, Legions of Death, Arrow Books Ltd., London 1986, p. 235 f.
86 - http://de.wikipedia.org/wiki/Erich_von_dem_Bach-Zelewski
87 - Idem.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Estaline Preparava-se Para Atacar a Alemanha em 1941, Defende Historiador Russo


Igor Bunich, historiador russo, defende que Estaline preparava activamente a invasão da Europa Ocidental em 1941, antes de estarem feitos os planos da Alemanha para a "Operação Barbarossa" contra a União Soviética. Em três volumes publicados com o título "Operatsia Groza" ("Operação Tempestade"), Bunich documenta o plano de Estaline para uma intensa operação militar contra Europa Central e Ocidental, para ser iniciada em 10 de Julho de 1941. Bunich não é o único historiador russo que rejeitou a lenda de que "o ataque surpresa e traiçoeiro de Hitler contra a pacífica e amada União Soviética". Podem continuar a ler sobre este assunto aqui e também aqui.

"Israel é a Raiz Principal do Terrorismo"!


No segundo ataque a Israel feito por políticos Democratas Liberais na mesma semana em que o líder do partido afirmou que este estava errado quanto a Israel, Jenny Tonge alegou na sexta-feira que o tratamento de Israel para com os Palestinianos é a principal causa do terrorismo mundial. Provavelmente, a "culpa do Holocausto" permita que este tratamento não tenha fim, disse Tonge, acrescentando que também talvez seja o "poder do lobby pro-Israel no Reino Unido e nos EUA. (...) Na semana passada, o Democrata Lord Phillips referiu numa reunião de uma Campanha de Solidariedade para a Palestina no Parlamento que "a Europa não pode pensar correctamente sobre Israel por causa do Holocausto, e América é o ninho do bem organizado lobby Judeu". [leia a notícia na íntegra]

Talvez por isso não possamos ficar admirados com uma petição norueguesa que exige um boicote institucional cultural e académico a Israel e que já reuniu 100 assinaturas, no mínimo, impressionantes - acadêmicos, escritores, músicos, outros agentes culturais, assim como algumas celebridades do desporto, inclusivamente Egil "Drillo" Olsen, o treinador da equipa de futebol norueguesa. Este facto levou a que alguns políticos e os assalariados do lobby Sionista se colocassem em bicos dos pés ou aos pulinhos num histerismo já normal de quem vê o acordar das pessoas um perigo para as suas mentiras!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Climategate: Um Ano Depois, O Que Mudou?

Retirado daqui.

Siegfried Verbeke Libertado

Siegfried Verbeke foi preso na mesma altura que Ernst Zündel e Germar Rudolf, e todos os três foram acusados de “incitamento às massas” ("Volksverhetzung") por declarações não conformistas sobre o Holocausto. Apesar de Zundel e Rudolf terem sido condenados severamente, Verbeke foi libertado a 5 de Maio de 2006, depois de três meses de prisão em Amesterdão, mais seis meses de prisão em Heidelberg, e teve que pagar uma caução de milhares de Euros. Agora, numa moção elaborada pelo promotor público, a acção legal contra Verbeke caiu por terra. [leia a notícia na íntegra]

Revisionismo em Linha DE VOLTA!!!

Por motivos profissionais, fui obrigado a abandonar quase completamente este espaço.

Mas agora estou de volta!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Verdade e a Investigação

A Verdade e a Investigação. Tantas vezes de mãos dadas, mas tantas vezes separadas à nascença... Ou nunca estiveram de mãos dadas?... Ou apenas disseram adeus uma à outra?...
Escolham. Pensem. Estudem. Leiam. Cruzem os dados. Não se deixem intoxicar e pensem pela vossa cabeça.

A Verdade. A Investigação. A partilha de muitos dados. Sempre importante. Mas há quem não goste. Percebe-se.

Retirei isto do blog "Anti Nova Ordem Mundial". Não é actual, mas era importante que não caísse em esquecimento, especialmente quando os nossos "amigos" da NATO vêm passear à nossa terra... Talvez também para nos "libertar" e "proteger"...


O site WikiLeaks divulgou o maior vazamento de da história militar. Os 391.832 relatórios ("Os Registros da Guerra do Iraque'), documentam a guerra e a ocupação no Iraque, a partir de 1 de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2009 (exceto para os meses de maio de 2004 e março de 2009), como relatado por soldados do Exército dos Estados Unidos. Cada um é um 'SIGACT' ou "Ação Significativa" na guerra. Eles detalham eventos como foram vistos e ouvidos pelas tropas militares dos EUA no Iraque e sao a primeira visão real sobre a história secreta da guerra que o governo dos Estados Unidos tem mantido em segredo até agora.

Os relatórios detalham 109.032 mortes no Iraque, sendo 66.081 "civis", 23.984 "inimigo" (aqueles rotulados como "insurgentes); 15196 das tropas do governo iraquiano e 3.771 das forças da coalizão. A maioria dos óbitos (66.000, mais de 60%) destes são de civis. Isto corresponde a 31 civis morrendo todos os dias durante o período de seis anos. Para efeito de comparação, o "Diário de Guerra do Afeganistão", divulgado anteriormente pela WikiLeaks, cobrindo o mesmo período, detalham a morte de cerca de 20.000 pessoas. O Iraque teve, durante o mesmo período, cinco vezes mais mortes com o tamanho da população equivalente.

Principais pontos destes documentos após análises realizadas por AFP, The New York Times, The Guardian e Le Monde:

- MORTES DE CIVIS: Os documentos informam que 109.032 pessoas morreram no Iraque, sendo 66.081 civis (deste total, 15 mil não foram revelados), 23.984 "inimigos", 15.196 membros das forças iraquianas e 3.771 soldados aliados.

- TORTURA: O fundador do site, Julian Assange, qualificou de "banho de sangue" a ação das forças iraquianas, que agiram com o conhecimento do Exército americano, que fechou os olhos para barbáries.
Em um dos documentos, um preso revela como "foi golpeado com um cabo por um policial iraquiano durante duas noites consecutivas". Outro detido apanhou "na planta dos pés com um objeto".
Mas nem todos os abusos são de responsabilidade das forças iraquianas. Assange destaca "mais de 300 casos documentados de tortura cometidos pelas forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e não apenas em (na prisão) Abu Ghraib, mas por todos os lados".
Violações e assassinatos cometidos pelas forças iraquianas foram constatados pelo Exército americano, mas nenhuma investigação ocorreu para se apurar estes casos.

- OUTROS CRIMES DE GUERRA: As forças americanas mataram entre 600 e 700 civis em postos de controle instalados em todo o Iraque, ou com disparos feitos contra civis por engano. Um helicóptero americano matou em 2007 dois rebeldes que se renderam, após um advogado do Exército concluir que ninguém pode se entregar a um helicóptero.
Alguns documentos revelam casos de assassinatos de civis por agentes da empresa privada americana de segurança Blackwater, cuja reputação foi gravemente abalada após a morte de 14 civis em um incidente em 2007 no Iraque.


Hacking

Enquanto a organização se preparava no início desta semana para uma entrevista coletiva no sábado, um funcionário informou quarta-feira pelo twitter do wikileaks que a sua "infra-estrutura de comunicações estaria sob ataque". adicionando a enigmática mensagem "Projeto BO move para coms canal Reston5 S. Ativar".

Uma fonte do Wikileaks, que pede anonimato, diz agora que o servidor XMPP (para troca de mensagens) da organização em Amsterdam, usado para hospedar comunicações de mensagens instantâneas criptografados , foi comprometido no início desta semana por um atacante desconhecido, e o serviço de chat teve de ser transferida para outro servidor na Alemanha . "O servidor foi atacado, cortado, e as chaves privadas foram expostas", diz a fonte. "Precisávamos de novas chaves privadas. Agora ele está de volta on-line e segura."

A fonte acrescentou que o ataque representou a primeira brecha na história Wikileaks "e que as pessoas que estão por trás disso são muito qualificadas ", recusando-se a dar mais comentários sobre os detalhes da ação.

Fim de citação ou da recordação...


A Verdade. A Investigação. Mortas à nascença?

Talvez. Vejam esta notícia do The Guardian. "O Pianista" serve de propaganda anti-Nazi (como muitos outros filmes e documentários baseados em "factos reais"). Mas... REAIS? Parace que não. A Verdade e a Investigação parecem agora mostrar que o nosso amigo pianista foi colaborador da Gestapo. Ops... Estes revisionistas chatos estragam a historiografia toda!...


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"O Objectivo dos 'Não-Judeus' é Servir os Judeus"!

De acordo com o Rabi Ovadia Yosef, responsável máximo do Shas’s Council of Torah Sages, o único propósito dos não-Judeus é servir os Judeus.

“Os 'goyim' nasceram apenas para nos servir. Sem esse objectivo, não teriam lugar na Terra - ou seja, existem apenas para servir o Povo de Israel", acrescentou ele. [leia a notícia na íntegra]

O REVISIONISMO EM LINHA CONSIDERA CURIOSO QUE OS MESMOS JORNALISTAS ATENTOS QUE ENCONTRARAM UM PADRE PROTESTANTE DE UMA CONGREGAÇÃO MINÚSCULA DUMA TERRIOLA AMERICA QUE NINGUÉM TINHA OUVIDO FALAR E QUE PRETENDIA INCENDIAR UM CORÃO, NÃO DIVULGUEM ESTAS DECLARAÇÕES!!!

Curiosidades...

Invasão do Iraque - Crime de Guerra Sem Castigo

A ONU pediu que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordene uma investigação completa sobre o envolvimento de militares americanos em abusos dos direitos humanos na Guerra do Iraque. Documentos militares secretos divulgados na sexta-feira (22) pela organização Wikileaks detalham torturas, execuções e crimes de guerra.

O relator especial da ONU sobre a tortura, Manfred Nowak, afirmou que o governo Obama tem obrigação de tomar as atitudes necessárias quando há “sérias acusações de tortura contra qualquer funcionário dos EUA. “Eles devem ser processados", disse Nowak à rádio BBC. Segundo o relator, a investigação só pode ser feita pelo governo americano, pois o país não reconhece o Tribunal Penal Internacional.

Podem continuar a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

FEMA - O Que Escondem Eles Afinal?



Police State 4: The Rise of FEMA - Documentário (em Inglês)

Kennedy e Alex Jones - A Nova Ordem Mundial Desmascarada!





sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Saiba Como a TV Manipula Você

Alguém ainda tinha dúvidas sobre quem está por detrás da Fox News?!!!





Assembleia da ONU: UMA VERGONHA!

[Retirado daqui quase na íntegra PELA SUA IMPORTÂNCIA!]

Se alguém necessita mais uma prova sobre em qual proporção as mídias ocidentais são totalmente controladas, então este deve apenas observar o que elas reportaram sobre a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, ou melhor, o que elas não reportaram.

Na quarta-feira, a comissão de direitos humanos da ONU condenou severamente Israel por causa do assassinato de 9 ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária e pela transgressão do direito internacional. Ao investigar as condições do ataque, a comissão da ONU encarregada do assunto chegou ao resultado que existe uma crise humanitária em Gaza e

“apenas por causa disto, este bloqueio é ilegal e não pode ser sustentado juridicamente. O comportamento dos militares israelenses e de outras pessoas em relação aos passageiros do comboio não foi proporcional para esta ação, mas mostrou uma violência desnecessária e inacreditável. Mostra um nível inaceitável de brutalidade.”

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

Como reação ao relatório da ONU, o presidente turco Abdullah Gul exigiu em seu discurso na Assembléia Geral um pedido formal de desculpas por parte de Israel por causa do ataque de 31 de maio e uma indenização financeira aos participantes. Ele caracterizou o assassinato a bordo do Mavi Marmara como um “ato inaceitável contra o direito internacional” e a Turquia espera por parte de Israel “um pedido formal de desculpas e indenização para as famílias em luto das vítimas e para os feridos”. Gul disse que é difícil encontrar na região uma paz duradoura caso “nós não cessemos a tragédia humanitária em Gaza”.

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

Israel não se desculpou, ao contrário, se apresentou novamente como uma pobre vítima e deu uma desculpa ridícula: os soldados armados até os dentes, os quais atacaram o navio em ato de pirataria no meio da noite, tiveram que se defender com assassinatos pontuais contra os passageiros que queriam apenas defender seu navio. Justamente os campeões mundiais em exigir indenizações, se recusam a pagar o que aprontaram. Por isso o presidente Gul cancelou a reunião com o presidente israelense Shimon Peres em Nova York, num encontro paralelo à Assembléia Geral da ONU. Como alguém pode estender as mãos ao representante máximo de um país, cujas mãos estão repletas de sangue de inocentes cidadãos turcos? Este criminoso de guerra não tem apenas dignidade em se desculpar pelas mortes, mas tem ainda a cara de pau e arrogância de dizer aos turcos, que eles não devem se comportar assim e simplesmente esquecer o incidente, que equivale a uma declaração de guerra para qualquer país.

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

E sobre o que as mídias reportam e chamam de escândalo em grandes manchetes? O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad mencionou em seu discurso que muitas pessoas mundo afora acreditam que os EUA estão atrás dos atentados de 11 de setembro. Alguns iriam achar que os atos terroristas foram praticados apenas para assegurar a sobrevivência de Israel e poder justificar as guerras de agressão. Ele disse, “alguns elementos do governo norte-americano orquestraram o ataque para salvar a decadente economia americana e sua participação no Oriente Médio, assim como o regime sionista. A maioria dos povos na América assim como em outros países compartilham desta opinião.” O presidente iraniano criticou duramente por isso a guerra conduzida pelos EUA no Iraque e Afeganistão. Na seqüência, a delegação norte-americana deixou o plenário, seguido de seus fiéis lacaios dos países bélicos da OTAN, como Alemanha e Canadá.

E onde está o escândalo? Ele só falou a verdade e é um dos poucos que tem a coragem em dizer isso. O que é falso em seu discurso, onde todos nós sabemos que é exatamente assim? Ele exigiu diante dos 192 delegados que a ONU deveria “constituir uma comissão independente” para investigar os acontecimentos do 11 de setembro. Perfeito, é exatamente isso que nós também exigimos. O relatório da comissão do 11/9 é um conto de lendas, uma maquiagem para encobrir os verdadeiros culpados. As lacunas neste relatório são tão grandes que até um Boeing pode através por ele.

E Ahmadinejad disse ainda: “outras partes do mundo sofreram sob a dominância do ocidente.” Ele acusou o ocidente de “crimes inacreditáveis” e falou sobre “centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão”. Por séculos estiveram outros países ocupados, seus povos reprimidos e assassinados e milhões de pessoas foram escravizados.

Isso está correto, somente o assim chamado ocidente civilizado conduz guerras, promove genocídio e bombardeia países inteiros fazendo-os retroceder à idade das pedras. Aqueles que iniciaram guerras de agressão com mentiras descaradas, como Bush e Blair, invocaram nisso sua crença cristã e Deus; este teria os ordenado a fazer isso. Continentes inteiros foram assaltados ao longo dos séculos, as populações dizimadas e suas culturas destruídas, com a missão de converter os “hereges”. Qual parte do mandamento “não matarás” estes supostos cristãos não entenderam?

Então ele mostrou a todos uma Bíblia e um Corão, e disse: “a energia atômica é limpa e barata e muito superior à energia fóssil. Mas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança querem criar um monopólio para não permitir que outros tenham acesso a esta fonte de energia. E isso, embora eles até possuam armas atômicas, a mais desumana das armas.” Ele quer fazer de 2011 o ano do desarmamento: “Energia atômica para todos, bombas atômicas para ninguém”.

Então seu discurso foi abafado por problemas técnicos. A tradução simultânea foi interrompida para os delegados presentes. Uma sabotagem premeditada? Isto também é uma forma de se calar alguém, à media que ninguém entenda o discurso.

As mídias também representaram falsamente seu discurso. Ele disse e foi traduzido em inglês:

“It was said that some three thousands people were killed on the 11th of September for which we are all very saddened. Yet, up until now, in Afghanistan and Iraq hundreds of thousands of people have been killed, millions wounded and displaced and the conflict is still going on and expanding.”

“Foi dito que cerca de três mil pessoas foram mortas a 11 de setembro, e nós sentimos muito este fato. Mas desde então até hoje, centenas de milhares de pessoas foram mortas no Afeganistão e no Iraque, milhões foram feridas e deslocadas, e o conflito ainda continua e se expande.”

Como a mídia alemã mentirosa Schmiergel deturpa esta passagem? “Provocou também indignação, quando o presidente iraniano compensou as cerca de 3.000 mortes do ataque terrorista contra ‘centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão’.” Claramente uma falsa reprodução do que foi dito na realidade.

Não é necessário ser um fã de Ahmadinejad e, se quisermos ser sinceros, o que ele disse está correto em muitos pontos. Qual é o único país que possui realmente armas atômicas no Oriente Médio e quem se esquivou novamente a assinar o Tratado de Não-Proliferação de armas atômicas, além de recusar qualquer tipo de inspeção em suas instalações nucleares? Qual país afinal, a não ser aquele que aponta o dedo para o Irã e ameaça atacá-lo.

O verdadeiro escândalo é que as mídias nada relatam, não revelam quem são os verdadeiros criminosos e assassinos mundiais, ao contrário, elas apresentam tudo de tal forma a levar à conclusão que o Irã ou o islamismo seriam os agressores e não o ocidente que espalha guerra por toda parte. Além disso, a campanha contra os turcos na Alemanha é uma clara tática para desviar o foco do assassinato de ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária por Israel.

Aliás, os “representantes” de 27 países deixaram a Assembléia Geral da ONU. O que as mídias não relatam é que 163 delegados permaneceram sentados. E estes criminosos do mundo + seus 26 obedientes escravos têm a cara-de-pau em determinar a opinião mundial.





Vejam também aqui mais um exemplo dos "crimes do povo eleito" sempre esquecidos pelos principais orgãos de comunicação social. Um "esquecimento covarde" ou uma "cumplicidade hipócrita" são preferíveis a uma acusação de "anti-semitismo".

UMA VERGONHA!!!

Irão! Irão Irão!... E o Que Esconde os EUA?...

Alguém já ouviu falar neste programa chamado de SAFEGUARD PROGRAM, literalmente PROGRAMA DE PROTEÇÃO, um sistema de instalações de segurança do Governo Americano, situado em Nekoma, North Dakota, desenvolvido nos anos 60 e destinado à proteção antibalística - ou seja, além de uma poderosa estação de rastreamento por radares, armazenamento de mísseis retaliatórios para fins de defesa dos EUA em caso de um "ataque inimigo"!

Podem continuar a ler aqui.


terça-feira, 19 de outubro de 2010

David Duke Fala da Chocante Relação dos Judeus Com a Escravatura

Sempre que o nome de David Duke aparece, os principais orgãos de comunicação social optam por falar apenas do seu passado. Outras figuras do mundo político (e não só) também possuem um passado algo "controverso", mas isso nunca é referido em quase lado nenhum. O caso de David Duke é particularmente curioso, pois a sua passagem pelo KKK nunca mais permitiu o "perdão" dos média sempre tão tolerantes para com os outros quadrantes políticos. Vejam aqui um dos exemplos de como ele é "incómodo" para certas pessoas:



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XII)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)



Argumento 13: O que aconteceu aos judeus se não foram gaseados? Depois da guerra, a maioria dos judeus europeus tinham desaparecido.

Resposta: Apenas existem dois estudos detalhados sobre as perdas da população judaica durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1983, o revisionista Walter Sanning escreveu a obra The Dissolution of Eastern European Jewry [75] a qual chegou à conclusão de que o número de vítimas judias foi de cerca de 300.000. Oito anos mais tarde, Walter Benz editou um volume de vários autores com o título Dimension des Völkermords [76]; de acordo com as suas estatísticas, terão morrido entre 5,29 e 6,01 milhões de judeus como resultado da perseguição Nacional Socialista.
O livro de Sanningk está longe de ser perfeito. Ele ignora um documento vital Alemão o relatório Korherr [77], e deposita demasiada confiança nos depoimentos do propagandista Soviético Judaico, David Bergelson, que defendia que 80% dos Judeus do território Soviético conquistados mais tarde pelos Alemães tinham sido evacuados e, deste modo, “salvos”. O número real de evacuados foi, provavelmente, muito mais baixo. Os próprios números de Sanning de 300.000 vítimas Judaicas é demasiado baixo. Apesar dessas falhas óbvias, o livro de Sanning continua a ser o mais credível sobre esta questão, enquanto que o livro de Benz é completamente fraudulento.


Num artigo, onde se compara Sanning e Benz [78], Germar Rudolf mostrou os métodos usados pelo vigarista Benz e pela sua equipa para corroborar com a estatística oficial de "holocausto":

a) Para Benz e para a sua equipa, todos os Judeus que morreram na Segunda Guerra Mundial são “vítimas do Holocausto”. Deste modo, se um soldado judeu do Exército Vermelho foi morto em combate ou se um judeu evacuado para a Sibéria antes da chegada das tropas alemãs morrer de frio ou de fome, ele foi uma vítima do racismo Nacional Socialista!

b) Como toda a gente sabe, inúmeros territórios da Europa de Leste mudaram de ‘donos’ durante a Segunda Guerra Mundial. Na maioria dos casos, Benz e a sua equipa contabilizam a dobrar os judeus que (realmente ou alegadamente) desapareceram nestes territórios, como cidadãos de estado A e cidadãos de estado B! Graças a este truque barato, Benz obtém mais de 500.000 "judeus exterminados".

c) Benz ignora virtualmente a larga emigração judaica do pós-guerra para a Palestina, para os EUA e para numerosos outros países (o contrário de Sanning, que trata esta questão fundamental com grande detalhe).

O facto da maioria dos judeus terem desaparecido da Europa de Leste não foi devido apenas à guerra, perseguição e emigração. Muitos polacos, soviéticos, etc., judeus desapareceram nas estatísticas. Nos anos a seguir ao fim da Segunda Guerra Mundial assistiu-se a uma rápida assimilação dos judeus. Na URSS, qualquer cidadão poderia escolher a nacionalidade que quisesse, por isso, no ‘census’ do pós-guerra, muitos judeus, que não possuíam quaisquer laços emocionais com a doutrina dos seus antepassados, chamavam-se a si próprios de “Russos”, "Ucranianos”, etc. Como podemos observar, a definição da palavra “judeu” varia muito.
Por esta simples razão, as estatísticas oficiais sobre a população não nos podem ajudar na verificação da magnitude real das perdas Judias. Um método mais racional consiste em calcular quantos judeus morreram em consequência de actos concretos de perseguição. O que diz respeito aos judeus que morreram nos campos de concentração Nacional Socialistas, o número pode ser estabelecido com alguma exactidão, porque grande parte dos documentos alemães pertencentes aos campos sobreviveram. O número aproximado é de 340,000.[79].

Por outro lado, é impossível determinar quantos judeus foram mortos a tiro na frente Oriental. Para provar a suposta chacina cometida pelas tropas alemãs, especialmente o "Einsatzgruppen", assim chamado porque a sua tarefa principal era a luta contra os ’partisans’, os historiadores do "holocausto" citam com regularidade os relatórios dos “Einsatzgruppen”, que foram encontrados no ‘Reichskanzlei’ em 1945 (porque é que os Alemães não destruíram estes documentos incriminatórios???).

Porém, os relatórios são altamente duvidosos para duas razões:

a) O seu conteúdo não está confirmado por provas forenses.

b) Contém anomalias óbvias e entram e contradição com outros documentos.

Um exemplo bastará para ilustrar o segundo ponto. De acordo com um relatório dos ‘Einsatzgruppe’ A de Fevereiro de 1942, existiam 153,743 judeus na Lituânia antes do começo da guerra Germano-Soviética. Desde aí, 136,421 tinham sido mortos e 34,500 ainda viviam em guetos [80]. Uma simples observação destes dados mostra que algo está errado. Mas isto não é a única coisa inexplicável. Os alemães ao permitirem que uma fracção de judeus lituanos tivesse sobrevivido, explica que isso se deveu ao facto dos alemães quererem usá-los como trabalho barato e escravo; então era esperado que só os judeus robustos fossem poupados. No entanto, em finais de Maio de 1942 14,545 judeus viviam no gueto de Vilnius, 3.693 dos quais crianças com menos de 16 anos. Havia também muitas pessoas idosas entre eles; a mais velha, uma mulher, tinham nascido em 1852 [81]. Depois de analisar estes factos, cada historiador digno e credível deverá tratar os relatórios ‘Einsatzgruppen’ com muito mais cuidado. Os dois últimos argumentos do Dr. Karsai não têm nada a ver com o suposto extermínio dos judeus, mas nós iremos responder na mesma.


[CONTINUA]


A Morte de Castan

Uma grande falha que apenas pode ser justificada pela minha vida pessoal e profissional que me impede de actualizar com mais frequência este espaço.

Comunico aos Amigos o falecimento do escritor e editor, meu amigo pessoal e cliente por mais de 20 anos, Siegfried Ellwanger Castan.

No final da década de 80, logo quando comecei a advogar, fui procurador por Ellwanger, o qual havia sido expulso da Câmara Riograndense do Livro. Nenhum advogado, no Rior Grande do Sul, e, acredito, no Brasil, queria pegar sua causa. Eu aceitei, não por comungar com suas idéias - ele era socialista, inclusive admirador de Fidel Castro (mas não era comunista), e eu, um ferrenho combatente contra a esquerda. Mas aceitei a causa, não uma, mas inúmeras, porque entendi que Ellwanger estava sendo massacrado, não pela direita, mas, pior, pelo SIONISMO INTERNACIONAL, que eu também não engulo. Vencemos inúmeras batalhas judiciais, aqui no Rio Grande e também em São Paulo. Perdemos, posteriormente, em Brasília, mas não de forma unânime. Defendi-o, várias vezes, contra as maiores arbitrariedades policiais que já presenciei, tendo ele a editora invadida, com livros presos, existindo, ainda, mais de 4.000 livros de sua editora presos no Foro Central de Porto Alegre.

Pela defesa que fiz do Ellwanger, fui taxado de nazista, fascista e tudo o mais que o diabo cagou na Terra. Que beleza! Ora, para quem me conhece, nada de estranho, pois a coisa que mais desprezo é a covardia ou subserviência. Grande Ellwanger, que o Patrão lá de riba o tenha na santa paz. Ninguém mais do que eu para afirmar que tinhas um grande coração e uma alma humana grandiosa. E, mais do que isto: foste um rebelde, um lutador incansável, um verdadeiro Don Quixote dos nossos tempos. Ele faleceu no dia 11 de setembro de 2010.

Carancho


Podem ler mais depoiumentos sobre a morte de Castan aqui.






domingo, 10 de outubro de 2010

O Sionismo Controla os Média no Brasil

... mas dizer isso é, claro, "anti-semitismo"...
Mesmo quando se confirma que os donos dos principais jornais, revistas e televisões são realmente... JUDEUS E/OU SIONISTAS"!

Alerta Sobre o Flúor Pelo Dr. Bill Osmunson

Para todos aqueles que ainda têm alguma dúvida sobre a nocividade do flúor aqui o depoimento de um profissional, o DR. Bill Osmunson, que está numa campanha pelos EUA para pedir o fim da fluoretação na água.


FARMABURGUER

Vídeo de Mike Adams, Natural News, sobre o plano sinistro da indústria farmacêutica que intenciona submeter a humanidade debaixo de uma engenharia de doença.

Sem Comentários...

Cabe a cada um ver, analisar, comentar, escrever o que quer que seja sobre este vídeo.

Só vos peço uma única coisa: procurem modificar os intervenientes da acção, ou seja, imaginar que eram um Palestiniano que conduzia o carro... Será que o vídeo ficaria esquecido pelos restantes senhores jornalistas e directores de (des)informação???



Podem ler mais sobre este assunto aqui.

Ruínas na Lua?

O Revisionismo em Linha aposta, essencialmente, na divulgação da informação alternativa que, na esmagadora maioria dos casos, não se encontra disponível nos principais média.

Por essa razão, somos acusados de "nazis e branqueadores da História" quando divulgamos teorias revisionistas da Segunda Guerra Mundial, em particular sobre o facto histórico denominado "Holocausto"; por essa razão somos acusados de "anti-semitas" quando divulgamos outras interpretações sobre a política internacional Israelita, particularmente na Palestina; por essa razão somos acusados de "teóricos da conspiração" ou "maluquinhos" quando divulgamos outras interpretações de factos que vão da ida à Lua ou à Nova Ordem Mundial.

Mas é também essa a razão da nossa existência: INCOMODAR AS CONSCIÊNCIAS PASSIVAS E COMODISTAS! A verdade não teme a investigação, por mais absurda que possa parecer o alvo e por mais loucos que possam parecer os seus defensores!

Já aqui revelamos inúmeras teorias que procuram demonstrar o embuste da ida à Lua. Porém, não temos qualquer problema em agora revelar a teoria de outros que defendem que "eles foram lá... mas não revelaram a verdade sobre o que encontraram!".
Estamos a entrar em contradição? Negativo. Apenas estamos a revelar que defendemos a LIBERDADE DE EXPRESSÃO E INFORMAÇÃO, algo que, infelizmente, é desconhecido para alguns. Basta ver o que o tem acontecido a inúmeros revisionistas.

Mas passemos à questão do 'post':

Provas de ruínas na Lua?

O ex-gerente de Dados e do Departamento de Controle de Fotografia do Laboratório Receptor Lunar da Nasa durante o Programa Lunar tripulado Apollo, Ken Johnston, liberou totalmente recentemente várias declarações sensacionais nos EUA. O especialista disse que os astronautas norte-americanos acharam ruínas antigas de origem artificial e uma tecnologia previamente desconhecida para controlar a gravitação quando a missão pousou na Lua. Os astronautas tiraram fotos dos objetos que eles acharam, mas a NASA ordenou que Johnston destruísse as imagens. Johnston não seguiu a ordem. Ele disse que o governo norte-americano estava mantendo esta informação um segredo durante 40 anos.

As alegações assustadoras de Johnston sobre a missão Apollo apareceram recentemente em um novo livro chamado "Dark Mission: the Secret History of NASA", (A Missão Escura: a História Secreta da NASA) de co-autoria com o consultor da NASA e Conselheiro científico da CBS, Richard C. Hoagland e Mike Bara, um consultor de engenharia aeroespacial. De acordo com Kay Ferrari, Diretor da JPL do Programa SSA (em um telefonema para Johnston semana passada), foi Johnston que era citado como crítico da NASA no livro novo de Hoagland, "Dark Mission" (Missão Escura), isso a incitou pedir a resignação de Johnston do Programa SSA. Quando Johnston se recusou, citando primeiro as proteções da Emenda de liberdade de expressão a disposição de todos os empregados da NASA, até mesmo aos que pertencem a JPL, Ferrari decidiu removê-lo arbitrariamente do Programa SSA esta semana sem uma real causa aparente.

As fotos de baixa qualidade que estão no livro mostram ruínas de edifícios, uma enorme cúpula como se fossem objetos feitos de vidro, torres de pedra e castelos pendurados no ar.

"Não tenho nada que perder. Briguei com a NASA e fui despedido", Ken Johnston disse.

Realmente, a NASA acredita que as alegações sobre a civilização antiga achada na Lua não são sérias. Os autores do livro controverso também dizem que o presidente John F. Kennedy que lançou a corrida lunar com a União soviética realmente pretendia compartilhar tecnologias extraterrestres com Moscou. Fazendo um discurso nas Organizações das Nações Unidas em setembro de 1963, Kennedy ofereceu supostamente para a URSS para organizar uma missão em conjunto à Lua.

Richard Hoagland acredita que o interesse de Washington na exploração de Lua que apareceu de repente depois de 30 anos de silêncio está baseado nos achados lunares que o governo norte-americano tem mantido em segredo durante 40 anos. Rússia, China, Japão e até mesmo a Índia anunciaram publicamente os seus planos para trabalhar na exploração da Lua. O EUA, Hoagland disse, quer ser neste momento o primeiro.

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domingo, 3 de outubro de 2010

EUA Pede Desculpa Por Estudo Onde Foram Infectados Centenas de Guatemaltecos à 40 Anos

Mais um crime "dos bons" que ficará na prateleira...

Os Estados Unidos pediram desculpas por financiar um estudo nos anos 40 envolvendo centenas de guatemaltecos, que foram infectados com sífilis e gonorréia sem seu consentimento.

O estudo, realizado entre 1946 e 1948 na Guatemala, foi "claramente uma falha ética condenável", afirmou a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, ao pedir desculpas a "todos os indivíduos que foram afetados por estas práticas repugnantes".

O presidente da Guatemala, Alvaro Colom, qualificou as experiências como "um crime contra a humanidade" e não descartou a possibilidade de denunciar o caso. [leia a notícia na íntegra]



O REVISIONISMO EM LINHA GOSTARIA DE SABER SE UM "PEDIDO DE DESCULPAS" É SUFICIENTE PARA FAZER ESQUECER UMA DAS MUITAS "PONTAS DE ICEBERGS" - QUANTOS CASOS SEMELHANTES OU PIORES FALTARÃO REVELAR?! - DOS SUPOSTOS "SENHORES DO MUNDO"?!!!

Vejam este documentário que lhes permitirá perceber como funciona a sua "estratégia política" para a América Latina:

[Este é o primeiro de uma série de nove disponíveis no Youtube]

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Norman Finkelstein - A Indústria do Holocausto

Retirado (pelo Stefano) do livro "A Indústria do Holocausto" de Norman Finkelstein


" (…) Na verdade, o único que realmente nega o Holocausto é Bernard Lewis. Uma corte francesa até condenou Lewis por negar o genocídio. Mas Lewis negou o genocídio turco dos armênios durante a Primeira Guerra Mundial, não o genocídio nazista dos judeus, e Lewis é pró-Israel.

Por conseqüência, este exemplo de negação do Holocausto não suscitou fúria nos Estados Unidos. A Turquia é aliada dos israelenses. Mencionar o genocídio armênio é, portanto, um tabu. Elie Wiesel e o rabino Arthur Hertzberg, assim como o AJC e o Yad Vashem, se retiraram de uma conferência internacional em Tel Aviv sobre genocídio porque os patrocinadores acadêmicos, contra as advertências do governo israelense, incluíram sessões sobre o caso armênio. Wiesel também quis, unilateralmente, abortar a conferência e, segundo Yehuda Bauer, fez um lobby pessoal para que outros não comparecessem. Agindo sob ordens de Israel, o US Holocaust Council (Conselho do Holocausto dos EUA) praticamente eliminou a menção aos armênios do Museu Memorial do Holocausto de Washington, e os lobistas judeus no Congresso impediram um dia de lembrança ao genocídio armênio.

Questionar o testemunho de um sobrevivente, denunciar o papel dos
colaboradores judeus, sugerir que os alemães sofreram durante o bombardeio deDresden ou que todos os países além da Alemanha cometeram crimes na Segunda Guerra Mundial — é tudo evidência, segundo Lipstadt, da negação do Holocausto. E sugerir que Wiesel se aproveitou da indústria do Holocausto, ou mesmo questioná-lo, também é negar o Holocausto.

Lipstadt diz que as formas mais “insidiosas” de negação do Holocausto são as “equivalências imorais”: ou seja, a negação da singularidade do Holocausto.
Este argumento tem implicações intrigantes. Daniel Goldhagen argumenta que as ações dos sérvios em Kosovo “diferem, em sua essência, daquelas da Alemanha nazista apenas em escala”. Isto faria de Goldhagen “em essência” um dos quenegam o Holocausto. O fato é que, do ponto de vista político, os comentaristas israelenses compararam as ações da Sérvia em Kosovo com as dos israelenses em 1948 contra os palestinos.59 Pela avaliação de Goldhagen, então, Israel cometeu um Holocausto. Nem um só palestino jamais reivindicou isso.

"Dia Anual de Lembrança do Holocausto é um evento nacional. Todos os 50 estados patrocinam comemorações, com freqüência nas câmaras legislativas estaduais. A Association of Holocaust Organization (Associação das Organizações do Holocausto) relaciona mais de 100 instituições ligadas ao Holocausto nos Estados Unidos. Sete grandes museus do Holocausto se espalham pela paisagem americana. A peça central deste exercício de memória é o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos em Washington.

A primeira pergunta é por que existe até um Museu do Holocausto fundado pelo governo federal na capital do país? Sua presença no Washington Mall é incongruente com a ausência de um museu aos crimes no curso da história americana. Imagine os protestos de acusação de hipocrisia aqui se a Alemanha construísse um museu nacional em Berlim para relembrar, não o genocídio nazista, mas a escravidão americana ou o extermínio dos índios americanos.

O planejador do Museu do Holocausto escreveu: “Ele tenta meticulosamente evitar qualquer tentativa de doutrinação, a partir da manipulação de impressões ou emoções.” De sua concepção a sua conclusão, no entanto, o museu se atolou na política.
No início da campanha de reeleição, Jimmy Carter iniciou o projeto para
agradar os contribuintes e eleitores judeus, irritados com o reconhecimento, pelo presidente, dos “direitos legítimos” dos palestinos. O diretor da Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations, rabino Alexander Schindler, deplorou o reconhecimento de Carter dos direitos humanos palestinos como uma iniciativa “chocante”. Carter anunciou os planos para o museu durante a visita do
primeiro-ministro Menachem Begin a Washington e em meio a uma quente batalha no Congresso sobre a proposta do governo de venda de armas para a Arábia Saudita.

Outras implicações políticas também nasceram com o museu. Ele calou as bases cristãs do anti-semitismo europeu de modo a não ofender um poderoso eleitorado. Ele minimizou as cotas discriminatórias americanas de imigração antes da guerra, exagerou o papel dos americanos na libertação dos campos de concentração e silenciou sobre o maciço recrutamento de criminosos nazistas pelos EUA no final da guerra.
A mensagem que cobre com um arco o Museu é que “nós” sequer podemos entender, abandonados ao confinamento, tais maldades. O Holocausto “macula as sementes do ethos americano”, observa Michael Berembaum no livro que acompanha o museu.
“Vemos em (sua) execução uma violação de todos os valores americanos essenciais.” O Museu do Holocausto sinaliza a lição sionista de que Israel foi “a resposta apropriada ao nazismo” com as cenas finais de sobreviventes judeus lutando para entrar na Palestina.

A politização começa mesmo antes que alguém cruze a entrada do museu. Ele está situado na Raoul Wallenberg Place. Wallenberg, um diplomata sueco, é homenageado porque resgatou milhares de judeus e acabou numa prisão soviética. Seu colega sueco, conde Folke Bernadotte, não é honrado porque, embora ele também tenha resgatado milhares de judeus, o ex-primeiro-ministro israelense Yitzak Shamir ordenou seu assassinato por ser igualmente “pro-árabe”.

A charada política do Museu do Holocausto, no entanto, é que devia ser
lembrada. Teriam sido os judeus as únicas vítimas do Holocausto, ou outros que também morreram na perseguição nazista deveriam entrar como vítimas?

Durante os estágios de planejamento do museu, Elie Wiesel (com Yehuda Bauer do Yad Vashem) comandou a ofensiva para homenagear apenas os judeus. Aclamado como “especialista incontestável do período do Holocausto”, Wiesel argumentou com tenacidade a favor da proeminência dos judeus como vítimas. “Como sempre, eles começam pelos judeus”, sublinhou. “Como sempre, eles não param nos judeus.” Mesmo não tendo sido os judeus mas os comunistas as primeiras vítimas
políticas, não os judeus, mas os deficientes físicos e mentais as primeiras vítimas do genocídio nazista. Justificar a não inserção do genocídio cigano foi o principal desafio do Museu do Holocausto. Os nazistas mataram quase meio milhão de ciganos com perdas proporcionais iguais ao do genocídio judeu. Escritores do Holocausto como Yehuda Bauer sustentaram que os ciganos não foram vítimas do mesmo genocídio furioso dos judeus. Historiadores respeitados do Holocausto como Henry Friedlander e Raul Hilberg, no entanto, afirmam o contrário.

Múltiplas razões estiveram por trás da marginalização por parte do museu genocídio cigano.
Primeiro: não se pode comparar a perda de ciganos com a vida judaica. Ridicularizando o apelo por uma representação dos ciganos no US Holocaust Memorial Council (Conselho Americano do Memorial do Holocausto) como “lunático”, o diretor-executivo, rabino Seymour Siegel, duvidou até da “existência” deles como povo: “Deve haver algum reconhecimento ou conhecimento do povo cigano (...) se é que isso existe.” Ele admitiu, no entanto, ter “havido algum sofrimento sob os nazistas”. Edward Linenthal lembra as “profundas suspeitas” dos representantes ciganos do conselho, “abastecidas pela clara evidência de que alguns membros do conselho sentiram a participação deles no museu da mesma forma como uma família lida com os indesejáveis, embaraçando os parentes”.
Segundo: reconhecer o genocídio cigano significava a perda de uma marca exclusiva dos judeus no Holocausto, com uma considerável perda do “capital moral” judaico.
Terceiro: se os nazistas perseguiram tanto ciganos quanto judeus, ficava insustentável o dogma de que O Holocausto marcou o clímax do ódio não-judeus estimulou o genocídio judaico, não teria ela igualmente incitado o genocídio cigano? Na exposição permanente do museu, as vítimas não-judaicas do nazismo recebem apenas um tostão de reconhecimento."

Não se esqueçam que Norman Finkelstein vai estar em Lisboa, no dia 29 de Setembro às 18h30 no Auditório da Escola Secundário Luís de Camões para uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".

Também no Porto, dia 30 de Setembro às 18h00 na Cooperativa Árvore: uma conferência com o título “The repercussions of Israel’s Cast Lead Operation for the future of its occupation of the Palestinian territories".

Finalmente, no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, dia 1 de Outubro às 11h00: uma conferência com o título “Mythsand Realities of the Israel-Palestinian conflict”.