Vozes contra a globalização - Outro Mundo é Possível? - Consta de sete capítulos documentários, de uma hora de duração cada um, frutos de conversações mantidas entre o diretor da Série, Carlos Estévez e 54 personalidades relevantes, provenientes de âmbitos distintos.
A Série Vozes Contra a Globalização combina as filmagens em diferentes lugares do mundo, com arquivos documentais, crônicas de informativos, trabalhos cinematográficos de diretores como Win Wenders, Avi Lewis, Pino Solanas, Jorge Drexler, poemas de Mário Benedetti e a atuação de Loucas de Pedra, de Pernambuco/Brasil.
Outras das vozes da série são os economistas Jeremy Rifikin (EEUU), ecologistas como o espanhol Ramon Fernandez Duran, o relator das Nações Unidas para a Fome no Mundo, Jean Ziegler, o ex-portavoz do Fórum Social de Gênova, Vitório Agnolletto, o Prêmio Príncipe de Astúrias, de Ciências Sociais, Giovanni Sartori, o especialista em Química Atmosférica, James Lovelock, o Analista Social José Vidal Beneyto, entre outros.
9/11 Truth - Hollywood Speaks Out poderia ser traduzido como A Verdade Sobre o 11 de Setembro - Chegou a Vez de Hollywood Falar Sobre Isso
Este filme (infelizmente sem estar legendado), com algumas caras bem conhecidas, como Charlie Sheen, entre outros intervenientes, procura contrariar uma versão oficial que é, no mínimo, um atentado à inteligência de qualquer pessoa!
PARABÉNS A TODOS E OBRIGADO, ESPECIALMENTE, PELA TUA CORAGEM, SHEEN!!!
Mais um exemplo que a "liberdade de expressão" é apenas para alguns. Brendon O'Connell atreveu-se a criticar a política de Israel no Médio Oriente (participou inclusivamente numa acção na Palestina em que se opunham à importação de fruta para a Austrália) e colocou um vídeo no Youtube onde apresentava várias frases de extremistas Judeus/Sionistas. O resultado não se fez esperar...
Vejam a seguir um vídeo de Fredrik Töben que explica a situação:
A seguir, o vídeo em que várias figuras judias (sionistas e não só) fazem afirmações radicais que ninguém questiona. O que se questiona é divulgá-las. A "promoção do ódio" está na divulgação do vídeo, segundo os legisladores! VERGONHOSO!
Para Pedro Varela não há "Direitos Humanos", não há "Amnistias", não há "Organizações Humanitárias"! Apenas há ódio para quem pensa de forma diferente e divulga obras literárias que apoiam os seus pontos de vista! Esse é o seu crime!
A entrevista abaixo foi publicada neste site russo e mostra de forma reveladora como os poderosos membros da elite estão dispostos a tudo para manter o controlo, inclusive assassinar presidentes.
Veja ao fim do texto a entrevista de John Perkins, um assassino económico ("hit-man") contratado pela CIA, e cujas informações confirmam a entrevista abaixo:
Q: Pode nos dizer algo sobre o seu envolvimento no negócio bancário suíço? R: Eu trabalhei para os bancos suíços durante muitos anos. Eu fui designado como um dos principais diretores de um dos maiores bancos suíços. Durante o meu trabalho eu estava envolvido no pagamento direto em dinheiro a uma pessoa que matou o presidente de um país estrangeiro. Eu estava na reunião onde foi decidido dar esse dinheiro em espécie para o assassino. Isto deu-me dramáticas dores de cabeça e deixou muito conturbada a minha consciência. Não foi o único caso que foi muito ruim, mas foi o pior. Foi uma instrução de pagamento por ordem de um serviço secreto estrangeiro escrito à mão que ordenava pagar uma certa quantia para uma pessoa que matou o líder de um país estrangeiro. E não foi o único caso. Recebemos em mão várias cartas escritas provenientes de serviços secretos estrangeiros dando ordens de pagamento em dinheiro a partir contas secretas para financiar revoluções ou o assassinato de pessoas. Posso confirmar que John Perkins escreveu no seu livro “Confissões de um Hit Man Económico” (veja vídeo com uma entrevista com Perkins ao final deste post). E realmente só existe um sistema e os bancos suíços estão envolvidos em tais casos.
Q: O livro de Perkins é também traduzido e disponível em russo. Você pode nos dizer qual foi o banco e quem foi o responsável? R: Foi um dos três maiores bancos suíços na época e era o presidente de um país de terceiro mundo. Mas eu não quero dar muitos detalhes, porque eles irão me achar muito facilmente se eu disser o nome do presidente e o nome do banco. Eu iria arriscar a minha vida.
Q: Você também não pode nomear qualquer pessoa do banco? R: Não, eu não posso, mas posso assegurar-vos que isso aconteceu. Éramos várias pessoas na sala de reuniões. A pessoa encarregada do pagamento físico do dinheiro veio até nós e nos perguntou se ele tinha permissão para pagar uma quantia tão grande em dinheiro a essa pessoa e um dos diretores explicou o caso e todos os outros disseram “ok, você pode fazê-lo“.
Q: Será que isso aconteceu muitas vezes? Era este um tipo de fundo clandestino? R: Sim. Este foi um fundo especial administrado em um lugar especial no banco onde todas as cartas codificadas vinham do exterior. As cartas mais importantes eram escritas à mão. Tivemos de decifrá-las e nelas estava a ordem de pagar uma certa quantia de dinheiro das contas para o assassinato de pessoas, o financiamento de revoluções, combates, de todos os tipos de coisas. Eu sei que certas pessoas que fazem parte do grupo Bilderberg estavam envolvidas em tais ordens. Quer dizer, eles deram as ordens para matar.
Q: Pode nos dizer em que ano ou década que isso aconteceu? R: Eu prefiro não dar-lhe o ano exato, mas foi na década de 80.
Q: Você teve algum problema com este trabalho? R: Sim, um problema muito grande. Eu não conseguia dormir por muitos dias e depois de um tempo eu saí do banco. Se eu lhe dar muitos detalhes, eles vão me seguir. Vários serviços secretos estrangeiros, falando principalmente o inglês, deram ordens para financiar atos ilícitos, até mesmo o assassinato de pessoas por meio de bancos suíços. Tivemos que pagar por ordem de potências estrangeiras para a matança de pessoas que não seguem as ordens dos Bilderbergs ou o FMI ou o Banco Mundial, por exemplo.
Q: Esta revelação que você está fazendo é muito alarmante. Por que você sente o impulso de dizer isso agora? R: Porque os Bilderbergs estão reunidos na Suíça. Porque a situação mundial está ficando cada vez pior. E porque os maiores bancos da Suíça estão envolvidos em atividades anti-éticas. A maioria destas operações estão fora do balanço. Ela é um múltiplo do que está oficialmente declarado. Estas operações não são auditadas e isto acontece o pagamento de quaisquer impostos. Os valores envolvidos tem um monte de zeros. São enormes somas de dinheiro.
Q: Então são bilhões? R: É muito mais, são trilhões, completamente não-auditados, ilegais e fora do sistema fiscal. Basicamente é um roubo de todo mundo. Eu quero dizer a maioria das pessoas normais pagam impostos e respeitam as leis. O que está acontecendo aqui é completamente contra os nossos valores suíços, como honestidade imparcialidade e boa fé. Nas reuniões em que eu estava envolvido, as discussões eram completamente contra os nossos princípios democráticos. Veja você, a maioria dos diretores dos bancos suíços não são mais locais, eles são estrangeiros, principalmente anglo-saxões, ou americanos ou britânicos, E eles não respeitam a nossa neutralidade, não respeitam os nossos valores, eles são contra os nossa democracia direta, eles apenas usam os bancos suíços para os seus meios ilegais. Eles usam grandes quantidades de dinheiro criado do nada e destroem a nossa sociedade e os povos no mundo inteiro apenas por ganância. Eles buscam o poder e destruem países inteiros, como Grécia, Espanha, Portugal ou a Irlanda e a Suíça será uma das últimas da fila. E eles usam a China como seus escravos trabalhadores. E uma pessoa como Josef Ackermann (foto), que é um cidadão suíço, é o homem mais forte em um banco alemão e ele usa seu poder para a ganância e não respeita as pessoas comuns. Ele tem alguns casos jurídicos na Alemanha e agora também nos Estados Unidos. Ele é um Bilderberg e não se preocupa com a Suíça ou qualquer outro país.
Q: Você está dizendo que algumas dessas pessoas que você está mencionando irão estar participando da reunião do Grupo Bilderberg que acontecerá em junho, em St. Moritz? R: Sim.
Q: Então, eles estão atualmente em uma posição de poder? R: Sim. Eles têm grandes quantidades de dinheiro disponível e irão usá-lo para destruir países inteiros. Eles destroem a nossa indústria e a constroem na China. Por outro lado, eles abriram as portas na Europa para todos os produtos chineses. A população trabalhadora da Europa está ganhando cada vez menos. O verdadeiro objetivo é destruir a Europa.
Q: Você acha que a reunião de Bilderberg em St. Moritz tem valor simbólico? Porque em 2009 eles se na Grécia, em 2010, em Espanha e olha o que aconteceu com eles. Será que isso significa a Suíça pode esperar algo de ruim? R: Sim. A Suíça é um dos países mais importantes para eles, porque há tanto dinheiro aqui. Eles estão se reunindo lá, porque para além de outras coisas eles querem destruir todos os valores que a Suíça representa. Você vê que é um obstáculo para eles, não fazer parte da União Europeia ou do Euro, não são totalmente controlado por Bruxelas, e assim por diante. Quanto aos valores eu não estou falando sobre os grandes bancos suíços, porque eles não são mais suíços, a maioria deles são lideradas pelos norte-americanos. Eu estou falando sobre o verdadeiro espírito suíço que as pessoas comuns valorizam e mantem. E é claro que tem um valor simbólico, como você disse, sobre a Grécia e a Espanha. Seu objetivo é ser uma espécie de clube de elite exclusivo que tem todo o poder e todo o resto das pessoas são pobres e decadentes .
Q: Você acha que o objetivo de Bilderberg é criar uma espécie de ditadura global, controlada por grandes corporações globais, onde não exista mais estados soberanos? R: Sim, e a Suíça é o único lugar com uma democracia direta e está no seu caminho. Eles usam a chantagem do “muito grande para cair”, como no caso da UBS para deixar o nosso país endividado, assim como fizeram com muitos outros países. No final, talvez eles queiram fazer com a Suíça o que eles fizeram com a Islândia, deixando todos os bancos e o país inteiro falido.
Q: E também para trazer a Suíça para a União Européia (UE)? R: Claro que sim. A União Européia está sob as garras de ferro do grupo Bilderberg.
Q: O que você acha que poderia parar este plano? R: Bem, esta é a razão de eu estar falando com você. É verdade. E a verdade é o único caminho. Colocar uma luz sobre esta situação, expô-la. Eles não gostam de estar no centro das atenções. Temos de criar transparência no setor bancário e em todos os níveis da sociedade.
Q: O que você está dizendo é que existe um lado correto no negócio bancário suíço e há alguns grandes bancos que estão abusando do sistema financeiro para suas atividades ilegais. R: Sim. Os grandes bancos estão treinando seus funcionários com os valores anglo-saxões. Eles estão treinando para serem gananciosos e cruéis. E a ganância está destruindo a Suíça e todos os outros países. Como país, nós temos a maioria dos bancos que operam mais corretamente no mundo, se você olhar para os bancos pequenos e médios. São apenas os grandes que operam globalmente que são um problema. Eles não são mais suíços e não se consideram como tal.
Q: Você acha que é uma coisa boa que as pessoas estão expondo os Bilderbergs e mostrando quem eles realmente são? R: Acho que o caso de Strauss-Kahn é uma boa oportunidade para nós, porque mostra que estas pessoas são corruptas, doentes em suas mentes, tão doente que eles estão cheios de vícios e estes vícios são mantidos em sigilo sob suas ordens. Alguns deles, estupram como Strauss-Kahn, outros são sadomasoquismo, ou pedófilos e muitos estão envolvidos no satanismo. Quando você vai em alguns bancos que você vê estes símbolos satanistas, como no Banco Rothschild, em Zurique. Estas pessoas são controladas através de chantagens por causa das fraquezas que têm. Elas precisam seguir as ordens ou eles serão expostos, destruídos ou até mesmo mortos. A reputação de Strauss-Kahn não foi destruída apenas morta mídia de massa, ele poderia ser morto também literalmente.
Q: Já que Ackermann está no comité de direção do Grupo Bilderberg, você acha que ele é um grande tomador de decisão lá? R: Sim. Mas existem muitos outros, como Lagarde, este provavelmente será o próximo chefe do FMI, também membro do Bilderberg, em seguida, Sarkozy e Obama. Eles têm um novo plano para censurar a internet, porque a internet ainda é livre. Eles querem controlá-la e usam o terrorismo ou qualquer outra coisa como uma justificativa. Eles poderiam até mesmo planejar algo horrível para que eles tenham uma desculpa.
Q: Então esse é o seu medo? R: Não é apenas um receio, estou certo disso. Como eu disse, eles deram ordens para matar, então eles são capazes de coisas terríveis. Se eles têm a sensação de que estão perdendo o controle, como o levante agora na Grécia e na Espanha e, talvez a Itália será a próxima, então eles podem fazer outra rede Gladio (exército secreto europeu sob o comando da CIA e MI6, deixado dormente depois da 2º Guerra Mundial até que fosse necessário). Eu estava perto da rede Gladio. Como você sabe instigaram o terrorismo pago com dinheiro americano para controlar o sistema político na Itália e de outros países europeus. Em relação ao assassinato de Aldo Moro, o pagamento foi feito através do mesmo sistema que eu te falei.
Q: Ackermann foi parte deste sistema de pagamentos em bancos suíços? R: (sorri)… você que é o jornalista. Olhe para a sua carreira e quão rápido ele chegou ao topo.
Q: O que você acha que pode ser feito para impedi-los? R: Bem, existem muitos livros bons lá fora, que explicam a fundo e conectam os pontos, como o que mencionei do Perkins. Essas pessoas realmente têm assassinos que são pagos para matar. Alguns deles recebem o seu dinheiro através de bancos suíços. Mas não é só isso, eles têm um sistema instituído em todo o mundo. Estas pessoas estão preparadas para fazer qualquer coisa para manter o controle. E eu quero dizer realmente qualquer coisa.
Q: Através da exposição podemos detê-los? R: Sim, dizendo a verdade. Estamos confrontando com criminosos realmente cruéis, e também grandes criminosos de guerra. É pior que genocídio. Eles estão prontos e capazes de matar milhões de pessoas apenas para permanecer no poder e no controle.
Q: O senhor pode explicar a partir do seu ponto de vista, porque a mídia de massa no ocidente é completamente omissa quanto ao Grupo Bilderberg? R: Porque há um acordo entre eles e os donos dos meios de comunicação. Você não fala sobre isso. Eles os compram. Além disso, alguns dos grandes chefes da mídia são convidados para as reuniões, mas eles não ordenados a não relatar nada do que eles vêem e ouvem.
Q: Na estrutura do Grupo Bilderberg, há um círculo que sabe dos planos, e então há uma maioria que apenas seguem as ordens? R: Sim. Você tem o círculo interno que estão envolvidos no satanismo e depois há as pessoas ingênuas ou menos informados. Algumas pessoas ainda pensam que estão fazendo algo de bom, o círculo exterior.
Q: De acordo com documentos expostos e as próprias declarações, o grupo Bilderberg decidiu em 1955 criar a União Européia e o euro, e desta forma tomou decisões importantes e de grande alcance. R: Sim, e você sabe que Bilderberg foi fundado pelo príncipe Bernard, um antigo membro das SS nazista e do partido nazista e ele também trabalhou para a IG Farben, cuja subsidiária produzia o Cyclone B (o pesticida utilizaqo nas câmaras de gás dos campos de extermínio). O outro homem era o chefe da Occidental Petroleum, que tinha relações estreitas com os comunistas na Sowjetunion. Trabalharam com ambos os lados, mas realmente estas pessoas são fascistas que querem controlar tudo e qualquer um que fique em seu caminho é removido.
Q: O sistema de pagamento você explicou está fora das operações normais, compartimentada e em segredo? R: Nos bancos suíços trabalhadores normais não sabem que isso está acontecendo. É como um departamento segreto dentro do banco. Como eu disse estas operações estão fora do balanço, sem nenhuma supervisão. Alguns estão situados no mesmo edifício, outros estão de fora. Eles têm sua própria segurança e área especial, onde somente pessoas autorizadas podem entrar.
Q: Como eles mantêm estas transações fora do sistema Swift internacional? R: Bem, algumas das listas Clearstream eram verdadeiras no início. Eles apenas incluiram nomes falsos para fazer as pessoas acreditarem que toda a lista fosse falsa. Você vê que eles também erram. A primeira lista era verdadeira e você pode rastrear um monte de coisas. Você vê, existem pessoas ao redor que descobrem irregularidades, a verdade, e as reportam. Depois é claro que existem ações judiciais e essas pessoas são forçadas a se calar. A melhor maneira de pará-los é dizer a verdade, colocar o holofote sobre eles. Se não impedi-los, vamos acabar como os seus escravos.
Q: Obrigado por esta entrevista.
Peter Odintsov
Moscovo, 30 de Maio de 2011
Assista a seguir a entrevista de John Perkins no filme Zeitgeist:
Esta é uma megaprodução que mostra por dentro e em detalhes segredos nunca antes revelados sobre o resgate de UFOs acidentados e levados à base militar mais secreta do mundo, a Área 51. Este é o documentário mais completo, profundo, informativo e elogiado sobre o tema, derivado do famoso Dreamland. Você verá nele fatos inéditos e imagens estarrecedoras sobre o local onde os ufólogos e cientistas norte-americanos acusam seu governo de levar e esconder inclusive UFOs abatidos por aviões de caça e os seres capturados. Nenhum outro DVD de qualquer país, igualou a este vídeo, que recebeu inúmeros prêmios por sua maneira clara de mostrar, com grande profissionalismo, um tema tão conturbado.
[Retirado e adaptado daqui] Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de "A indústria do holocausto", Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de "A indústria do antissemitismo".
Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa "indústria". A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos grupos oriundos das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta. Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis.
O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.
Este ‘post’ tem o objectivo de responder ao que me foi dirigido pessoalmente num comentário que deixei aqui.
O meu objectivo era apenas saber a opinião de alguém que apenas se identifica como “Anónimo” sobre o Movimento Zeitgeist, mas essa pessoa entrou em campos que considero, no mínimo, curiosos e que não podem deixar de ser respondidos.
1) “Todas as pessoas querem o lucro, ou qualquer forma análoga de obter distinção social, a nível estatutário e/ou material; é a natureza humana; não é característica exclusiva da "Banca";
Falso. Já viu, por exemplo, algum budista preocupar-se com o lucro ou com a distinção social??? Existem comunidades que nem sequer conhecem essa palavra e que a sua ambição é, naturalmente, limitada às suas espectativas e aspirações de vida. Não há uma “natureza humana”, mas sim um comportamento condicionado por uma série de factores.
A inveja, o ódio, a descriminação, etc., só existem porque as sociedades evoluem com governos e sistemas políticos que não se preocupam com a escassez de recursos que irá originar, a médio ou a longo prazo, uma diferenciação social cada vez mais profunda.
Se tivesse REALMENTE visto os filmes que lhe recomendei tinha percebido isso. Ficando pelo primeiro, não ficou a perceber nada de nada!
2) “Quem critica a parte "histórica" não se baseia na Bíblia. Bem pelo contrário.”
Falso. Questionar tabus religiosos tem as suas consequências. Até no Youtube apareceram uns supostos eruditos que tentaram descredibilizar o que é afirmado.
Apresente-me uma prova CONCRETA de que o que é dito no início do primeiro vídeo está completamente errado. Há uma interpretação e uma suposta explicação para determinados acontecimentos. Tão válida(s) como outras.
“Baseia-se num conjunto enorme de autores contemporâneos dos factos aludidos, pré-historiadores da Antiguidade e autoridades modernas nos assuntos.”
Então diga lá exemplos desse “conjunto enorme”...
Essa conversa é semelhante aos “milhares de testemunhos e provas de que existiram câmaras de gás para matar seres humanos”. Começa-se a espremer… e o que sai? Uma legislação que condena quem questione esse facto histórico (legislação essa que não existe para mais nenhum outro facto histórico!). Mas sobre isso falarei mais à frente…
“A parte "histórica" é de uma incompetência assustadora e baseia-se na repetição de lugares comuns difundidos por pessoas sem qualquer formação em investigação histórica.”
Exemplos?... Não há! Sabe porquê? Porque você limita-se a copiar o que alguns críticos do Movimento Zeitgeist dizem! Bla bla bla! Mas não formaliza nada nem fala directamente de nada porque tenta falar do que não sabe! “Formação histórica”??? Cristo teria alguma formação em Cristianismo ou Marx em Marxismo? Curiosa essa preocupação com a formação… Que formação o senhor tem em História para falar sobre o Revisionismo Histórico? Tem formação em Química para saber as consequências da utilização, por exemplo, do ZyKlon B? Se fossemos por aí…
3) “Não há nenhuma "versão oficial" sobre assunto nenhum, no sentido em que vivemos em sociedades abertas e ninguém lhe impõe que aceite as conclusões institucionais como um dogma.”
Falso. Só um absoluto desconhecimento sobre esta matéria em particular (9/11) pode levar a dizer isso. Procure ler sobre o que acontece a quem questiona o 9/11 (Veja aqui a razão porque Charlie Sheen passou a ser alguém “desprezível” no mundo de Hollywood). Procure ler sobre o que acontece a alguém que questione a versão oficial do Holocausto (O bispo Richard Williamson ou Vincent Reynouard são dois dos mais recentes exemplos).
Procure saber que existem centenas de académicos (a lista aumenta quase diariamente) que questionam a versão OFICIAL do 9/11, que existem inúmeras associações, grupos, representantes, sites, blogues, sei lá mais o quê, de figuras públicas, e não só, que procuram denunciar aquele embuste. Quer exemplos: http://stj911.org/ http://ae911truth.org/ http://mp911truth.org/
E a lista não pára!
“Por outro lado, não conheço nenhuma autoridade cognitiva séria que perfilhe qualquer das teorias da conspiração constantes desse documentário. Até porque são ridículas.”
Qual é a parte que é ridícula? Pode dar exemplos? Vamos falar sobre isso CONCRETAMENTE?
4) “Quais foram os "fundadores dos Estados Unidos" que quiseram "acabar com a dependência da Banca" que foram assassinados?”.
Eu não disse que foram assassinados apenas por isso. Mas posso dar o exemplo de George Wythe, amigo de Jefferson (coincidência…). O seu envenenamento foi algo muito mal explicado. Ou você pensa que por serem quase todos maçons que todos pensavam o mesmo? John Adams, igualmente um grande amigo de Jefferson (coincidência) não foi assassinado, mas era igualmente um crítico da dependência dos Estados aos banqueiros! Tudo isto é referido especialmente nestas duas biografias de Thomas Jefferson: The Portable Thomas Jefferson, de Merrill D. Peterson e The life and selected writings of Thomas Jefferson, de Adrienne Koch e William Peden. Josiah Bartlett, cuja que se distinguiu pela sua carreira de médico, só faltou ser canonizado pelo seu trabalho junto dos mais desfavorecidos; era igualmente um “fervoroso crítico da alienação do Estado ao dever de ajudar o povo e os mais desfavorecidos”. Arthur Middleton, cujas biografias são estranhamente omissas sobre a verdadeira causa da sua morte, era considerado um “radical” já na sua época e fez inúmeras afirmações contra “certos poderosos que só viam moedas a brilharem em frente dos olhos” - só por curiosidade, um seu descendente, Baldur von Schirach, foi comandante da Juventude Hitleriana! Existem mais nomes cujas mortes foram, no mínimo, “estranhas, mas que como não existem provas, sou obrigado a ficar por aqui.
“Já está a cometer um anacronismo ridículo, porque a ladaínha contra "a banca" só apareceu no final do século XIX”.
Falso. A crítica à banca, como a entendemos hoje, pode realmente só ter começado no final do século XIX, mas, diga-me, o que foram também os Templários?... Apenas uma ordem religiosa? Ou um dos exemplos históricos reveladores dos primórdios da manipulação monetária contra o verdadeiro interesse das pessoas? “Anacronismo ridículo”? Não. Você teve foi azar porque pensava ser uma espécie de “génio da lâmpada do conhecimento económico”, mas apenas consegue fazer o copy/paste de teorias económicas, algumas falidas! O problema não está no erro, está na persistência do erro!
“você limita-se a repetir uma velha ladaínha e pensa que é uma análise muito moderna.”
Falso. Se alguém aqui repete “ladainhas” ou “cassetes” não sou eu. Como costumo dizer, não falo de agricultura porque não percebo. E você, um pouco mais à frente, vai entrar num campo onde é particularmente ignorante.
“Deve estar a confundir tudo com a crítica do Jefferson a um défice que comprometa as gerações seguintes - ora, isso não tem absolutamente nada a ver com "a banca" como a concebemos hoje.”
Penso que esta parte já foi explicada atrás. Mas mesmo assim volto a dizer que É EVIDENTE que tem a ver! Mesmo que você diga o contrário. O peso da Maçonaria já era muito forte naquela altura, tal como ainda é hoje, e as coisas não podem ser ditas tão abertamente como se pensa. Ou a Maçonaria também não existe?...
“Conhece a história de vida do JFK e as ligações perigosas da família dele à Máfia? Ou está só a pegar na versão que lhe dá jeito e a ignorar todas as outras?”
JFK foi uma marioneta dos Illuminatis que conseguiu cortar alguns fios da sua ligação e dependência aos que o colocaram no poder. Quando pretendeu ser autónomo e corresponder aos verdadeiros interesses das pessoas, pagou bem caro essa ousadia. Disse bem, ligações da família dele, mas pode apresentar provas DA SUA LIGAÇÃO EM PARTICULAR COM A MÁFIA? E o que tem a dizer sobre este discurso? E sobre a sua visão sobre a Banca, sobre a guerra do Vietname, sobre a Guerra Fria, etc.? Sobre isso já não fala?
“Sobre "Revisionismo": é o maior atentado à investigação histórica do século XX.”
A sério? Meu caro, tendo em conta que já passei alguns anos da minha vida a estudar esta parte, estou disponível para o elucidar naquilo que puder. Os livros que recomenda são naturalmente uma ajuda. MAS TEM QUE LER MUITOS MAIS! E cruzar informações, dados e todo o tipo de estudos. Ora, é aqui que começam os problemas. O facto histórico denominado “Holocausto” É O ÚNICO que não permite uma discussão e um debate livre! Não existe mais nenhum facto histórico que esteja sujeito a uma legislação que pune com penas de multa e de prisão quem possa ter alguma interpretação diferente da “oficial”. E depois ainda temos aquela “coisa” chamada ADL (Anti-Difamation League), exclusiva dos judeus/sionistas e que mais nenhuma outra religião possui, que controla tudo o que é dito em todo o mundo sobre os judeus. Claro que qualquer crítica é sempre “anti-semitismo”… Primeiro precisa de saber o que é e o que é que não é o Revisionismo Histórico (que não se limita ao “Revisionismo do Holocausto”). Esta página pode ajudar.
A partir daqui, estou disponível para discutir consigo O QUE QUISER sobre este assunto: números de mortos, câmaras de gás, propaganda de guerra, o que quiser!
Sobre “críticas demolidoras”, aconselho que se lembre do que aconteceu nas florestas de Katyn ou o que foi escrito sobre o campo de Dachau ou sobre o número de mortos em Auschwitz (placas substituídas, mas que fazem manter eternamente o célebre número de “6 milhões”! E há depois ainda TANTOS exemplos de “testemunhos” que foram desmascarados que houve necessidade de criar mais uma lei que condena quem “menospreze o sofrimento dos sobreviventes” e “desvalorize os crimes de guerra”… Temos o “sabão de gordura humana”, os “abajures de pele humana”, enfim… “Testemunhos” em que já nenhum historiador sério pega porque se verificaram ser “propaganda de guerra”.
Para finalizar, lembre-se que a verdade não teme a investigação! E que procurar apurar a verdade não tem nada a ver com o branqueamento do que quer que seja ou apologia de nada! Norman Finkelstein diz-lhe alguma coisa?
Há pouco preocupou-se com a “formação”. Grande parte dos sociólogos e historiadores têm formação e influências marxistas e ninguém se sente melindrado com isso, mas quando aparece um David Irving as coisas são diferentes e ele perde a sua credibilidade porque… tem simpatias nacional-socialistas! Não interessa se até teve acesso a documentos importantíssimos, não interessa se obteve informações de fontes envolvidas directamente no conflito! Questiona “os dogmas do Holocausto”, tribunal com ele!
A Skull and Bones (Caveira e Ossos, em Português) é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.
Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado numa sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale de sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Baviera, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.
A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.
Em 1846, Russell tornou-se membro da assembleia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional. Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876 e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. O seu filho,William Howard Taft, tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.
Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniores, ou seja, antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key ("Chave e Pergaminho") e Wolf's Head ("Cabeça de lobo"). Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, o seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.
Influência na política
Caveira e Ossos, em 1947, com GEORGE H. W. BUSH à esquerda do relógio
Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filme The Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociedade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O Bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.
Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.
George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.
Integrantes famosos
William Howard Taft - Secretário da guerra (1904-1908) e 27º presidente dos EUA, filho de Alphonso Taft, fundador do grupo.
William Averell Harriman - Embaixador dos EUA na URSS (1943-1946), secretário de comércio (1946-1948) e governador de NY (1955-1958)
Henry Robinson Luce - Fundador de Time-Life, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos EUA.
George Herbert Walker Bush - Fazendeiro e empresário do petróleo no Texas. Foi o 11º diretor da CIA e 41º Presidente dos EUA.
George Walker Bush - Governador do Texas (1995-2000) e 43º presidente dos EUA.
É importante perceber o Sionismo não apenas porque é uma ideologia influente e um movimento politico e social poderoso, mas também porque existe muita ignorância, confusão e desinformação sobre esse assunto. Se fizerem uma busca sobre a palavra “Sionismo” num dicionário comum Americano, aquilo que encontrarão está, provavelmente, incorrecto ou nem sequer corresponde à verdade. Por exemplo, o popular e supostamente credível dicionário Americano que possuo no meu escritório define o Sionismo como “um movimento inicialmente para restabelecer, agora para apoiar, o estado nacional Judaico de Israel.” / 1 Esta definição, que é comum em trabalhos de referência americanos, é mais do que apenas incorrecto. É enganador.
O fundador do Sionismo moderno foi um escritor judaico chamado Theodor Herzl. Em 1890, vivia em Paris, onde era jornalista num grande jornal de Viena. Ele estava extremamente preocupado com a proliferação do anti-semitismo e com o sentimento anti-judaico em França, naquela altura. Ele pensou muito sobre o padrão da tensão, desconfiança e conflito entre Judeus e não-Judeus que tinha persistido durante séculos e descobriu o que ele acreditava ser uma solução para este problema antigo. Herzl apresentou os seus pontos de vista num livro, escrito em Alemão, com o título The Jewish State (Der Judenstaat). Publicado em 1896, este trabalho é o manifesto ou o documento básico do movimento Sionista. Um ano depois, Herzl organizou a primeira conferência internacional Sionista. Cinquenta depois, quando o “Estado de Israel” foi proclamado solenemente num encontro em Tel Aviv, na conferência, por cima do pódio dos oradores, estava, adequadamente, um grande retrato de Herzl. No seu livro, Herzl explicou que independentemente de onde possam viver, ou da sua cidadania, os Judeus não constituem apenas uma comunidade religiosa, mas uma nacionalidade, um povo. Ele usou a palavra Alemã Volk. Apesar de um grande número de Judeus viver entre não-Judeus, acrescentou, o conflito não é apenas provável, é inevitável. Ele escreveu: "A questão Judaica existe independentemente do número de Judeus. Onde não existe, é trazida pelos novos Judeus que chegam... Eu acredito, eu percebo o anti-Semitismo, que é um fenómeno muito complexo. Considero que o seu desenvolvimento como Judeu sem ódio ou medo." / 2
Nos seus escritos públicos e privados, Herzl explicou que o anti-Semitismo não é uma aberração, mas, pelo contrário, uma resposta natural dos não-Judeus para alienar o comportamento e as atitudes do Judeus. O sentimento anti-judaico, disse ele, não está relacionado com a ignorância ou o fanatismo, como muita gente refere. Em vez disso, concluiu, o antigo e aparentemente intratável conflito entre Judeus e não-Judeus é completamente compreensível, porque os Judeus são um povo distinto e separado, com interesses diferentes, e que frequentemente discordam com os interesses das pessoas entre as quais eles vivem. A origem do sentimento anti-Judaico moderno, acreditou Herzl, foi a denominada “emancipação” dos Judeus nos séculos XVIII e XIX: a confinada vida no gueto para a sociedade moderna urbana levou-os directamente para a competição económica com os não-Judeus das classes médias. O anti-semitismo, escreveu Herzl, é "uma reacção compreensível aos defeitos dos Judeus". No seu diário, escreveu: "Acho que os anti-semitas estão no seu pleno direito". /3
Herzl defendeu que os Judeus deviam parar de fingir - a si próprios e aos não-Judeus - que eles são como todos os outros, e, em vez disso, deviam reconhecer de forma franca que eles são pessoas distintas e separadas, com metas distintas e diferentes interesses. A única solução praticável a longo prazo, disse ele, é os judeus reconhecerem a realidade e viverem, finalmente, como pessoas "normais" num estado próprio separado. Num memorando ao Czar da Rússia, Herzl escreveu que Sionismo é a "solução final da questão Judaica". / 4
Ao longo dos anos, muitos outros líderes Judaicos confirmaram a perspectiva de Herzl. Louis Brandeis, juíz do Supremo Tribunal dos EUA e um conceituado Sionista americano, afirmou: "Deixem-nos reconhecer que nós, os Judeus, pertencemos a uma nacionalidades distinta em que cada Judeu, independentemente do seu País, da sua estação ou sombra de crença, é necessariamente um membro". / 5 Stephen S. Sábio, presidente do Congresso Americano Judaico e do Congresso Mundial Judaico, referiu em Nova Iorque em Junho de 1938: "Eu não sou um cidadão americano com fé Judia. Eu sou um Judeu... Hitler estava certo numa coisa. Ele chamou “raça” às pessoas Judias, e nós somos uma raça". / 6 O primeiro presidente de Israel, Chaim Weizmann, escreveu nas suas memórias: "Sempre que a quantidade de Judeus em qualquer país alcançar o ponto de saturação, esse país reage contra eles … [Essa] reacção … não pode ser considerada como anti-semitismo no sentido comum dessa palavra; é um concomitante social e económico da imigração Judaica, e nós não podemos sacudi-la". / 7 Em harmonia com a cosmovisão Sionista, o primeiro-ministro Israelita Ariel Sharon referiu, numa reunião de Judeus Americanos, em Jerusalém, em Julho de 2004, que todos os Judeus em redor do mundo deveriam mudar-se para Israel o quanto antes. E porque o anti-semitismo era particularmente comum em França, ele acrescentou que os Judeus desse país deveriam ir para Israel imediatamente. Responsáveis Franceses responderam, rápida e previsivelmente, rejeitando as observações de Sharon, considerando-as "inaceitáveis". / 8 Mas imaginem se os líderes da França, dos Estados Unidos e de outros países tivessem de responder a essas observações de Sharon, e de outros Sionistas que afirmaram o mesmo, por se manifestarem favoravelmente. Imaginem se um presidente americano tivesse de responder, afirmando: "Você está certo, Sr. Sharon. Nós concordamos com você. Nós concordamos que o Judeus não pertencem aos Estados Unidos. Aliás, nós estamos prontos para demonstrar o nosso apoio ao que você diz fazendo tudo o que podermos para promover e incentivar todos os Judeus a deixarem o nosso país e partirem para Israel". Isso seria a atitude lógica e honesta de líderes políticos não-judeus que dizem que apoiam Israel e o Sionismo. Mas os líderes políticos dos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, e de outros países, não são nem honestos nem coerentes.
Durante os anos 30, um governo europeu que foi honesto e coerente na sua atitude sobre este assunto foi o governo do Terceiro Reich Alemão. Judeus Sionistas e Alemães Nacional Socialistas partilharam visões semelhantes sobre como melhor lidar com aquilo que denominou de chamou "a questão Judaica". Eles concordaram que Judeus e Alemães eram de nacionalidades distintamente diferentes e que os Judeus não pertenciam à Europa, mas sim à denominada "terra natal Judia", na Palestina. Na base das suas perspectivas compartilhadas, Alemães e Judeus trabalharam juntos naquilo em que cada comunidade acreditada ser o melhor para o seu interesse nacional. O governo de Hitler apoiou de forma vigorosa o Sionismo e a emigração Judia para a Palestina de 1933 até 1940-41, quando a Segunda Guerra mundial impediu uma colaboração adicional mais extensa. / 9 (Durante as anos da guerra, as atitudes endureceram e a política mudou drasticamente. A política Alemã de colaboração com os Sionistas e de apoio para emigração Judia para a Palestina deu seguimento a uma dura política de "solução final").
Durante os anos 30, o principal jornal das SS, Das Schwarze Korps, repetia constantemente o seu apoio ao Sionismo. Num artigo publicou em 1935, por exemplo, podia ler-se: / 10 "O reconhecimento do Judaísmo como uma comunidade racial baseada no sangue e não na religião levou o governo Alemão a garantir, sem qualquer reserva, a separação racial dessa comunidade. O governo está completamente de acordo com o grande movimento espiritual dentro do Judaísmo, denominado de Sionismo, com o seu reconhecimento da solidariedade do Judaísmo em redor do mundo, e sua rejeição a todas as noções de assimilação. Nesta base, a Alemanha empreenderá medidas que, certamente, terão um papel significativo no futuro da resolução do problema Judaico em todo o mundo".
Em finais de 1933, uma linha principal de embarque alemã começou a realizar o serviço directo de passageiros de Hamburgo para Haifa, Palestina, fornecendo "comida estritamente kosher" a bordo. Em Setembro de 1935 de Setembro, o governo alemão promulgou as "Leis de Nuremberga" que proibiam casamentos e relações sexuais entre Judeus e Alemães e, como consequência, proclamou os Judeus um grupo estrangeiro minoritário. / 11 Alguns dias após a Leis de Nuremberga serem promulgadas, o principal jornal Sionista Alemão, o Jüdische Rundschau, deu as boas vindas a estas medidas no seu editorial. Explicou aos leitores: / 12 "A Alemanha... Vai de encontro às exigências do Congresso Mundial Sionista quando declara que os Judeus que vivem agora na Alemanha são uma minoria nacional. Uma vez que os Judeus foram rotulados como minoria nacional é agora novamente possível estabelecer relações normais entre a nação Alemã e o Judaísmo. As novas leis dão à minoria Judaica na Alemanha uma vida cultural própria, a sua própria vida nacional. No futuro, será possível criar as nossas próprias escolas, nosso próprio teatro e as nossas próprias associações de desporto. Resumidamente, pode ser criado o nosso próprio futuro em todos os aspectos de vida nacional..."
Durante os anos 30, grupos de Sionista, trabalhando em conjunto com as autoridades do Terceiro Reich, organizaram uma rede de aproximadamente quarenta campos e centros agrícolas por toda a Alemanha onde os potenciais colonizadores foram treinados para as suas novas vidas na Palestina. A peça chave da cooperação de Germano-Sionista durante a era de Hitler foi o Acordo de Transferência, um pacto que permitiu que dezenas de milhares de Judeus Alemães migrassem para a Palestina com a sua riqueza. O Acordo, também conhecido como o Ha’avara - "transferência" em Hebraico - foi concluído em Agosto de 1933 em seguimento de conversas entre funcionários Alemães e um funcionário da Agência Judaica, o centro Palestino da Organização Mundial Sionista. / 13 Entre 1933 e 1941, cerca de 60.000 Judeus Alemães emigraram para a Palestina pelo Ha'avara e por outros acordos Germano-Sionistas, ou seja, aproximadamente dez por cento da população Judia na Alemanha em 1933. Alguns emigrantes do Ha'avara transferiram um considerável riqueza pessoal da Alemanha para a Palestina. Tal como referiu o historiador Judeu Edwin Black: "Muitas destas pessoas, especialmente nos finais dos anos 30, foram autorizadas a transferir autênticas réplicas das suas casas e fábricas - autênticas réplicas da sua existência". / 14 O Acordo de Transferência foi o maior exemplo de cooperação entre a Alemanha de Hitler e o Sionismo internacional. Através deste pacto, o Terceiro Reich de Hitler fez mais de que qualquer outro governo durante os anos 30 para apoiar o movimento Sionista e desenvolvimento Judaco na Palestina.
A essência do Sionismo, ou nacionalismo Judaico, é que os Judeus de toda parte - sem ter em conta onde e que eles vivem, sem ter em conta a sua perspectiva religiosa e sem ter em conta a sua cidadania - são membros do “povo” ou "nação" Judaica, a quem todos os Judeus devem uma prioritária lealdade. A esmagadora maioria dos Judeus nos Estados Unidos identifica-se hoje com Israel a apoia este país, e são filiados em grupos e organizações Sionistas. Cada grupo ou associação significante Judaico nos Estados Unidos, e cada proeminente político ou líder comunitário Americano Judeu apoia Israel e o Sionismo, a maioria dos casos de forma fervorosa. Com muito poucas excepções, mesmo os Judeus Americanos que são críticos a algumas políticas de Israel mais embaraçosas, apoiam aquele país e a ideologia nacionalista sobre o qual estado Sionista é assente. Um Judeu Sionista, por definição, deve a sua lealdade primária à comunidade Judia e a Israel. O Sionismo não é compatível com o patriotismo a nenhum país nem entidade sem ser a Israel e à comunidade Judia mundial. Essa é a razão pela qual é difícil de aceitar como sincero ou honesto as garantias dos líderes Judaicos nos Estados Unidos de que os Judeus Americanos são igualmente leais aos EUA como todos os outros. Nos Estados Unidos, quase todo o proeminente líder político - Judeu e não-Judeu, Democrata e Republicano - apoia ardentemente Israel e a ideologia Judaica nacionalista sob a qual se baseia. Em Washington, os líderes políticos de ambos os partidos importantes insistem no apoio dos EUA a Israel como um estado etnicamente Judeu. Eles apoiam fervorosamente e procuram afincadamente ser favorecidos pelos grupos influentes de Judeus-Sionista, tal como o American Israel Public Affairs Committee [Comité Público Americano de Negócios de Israel] (AIPAC) e a Anti-Defamation League [Liga de Anti-Difamação] (ADL).
Todos - independentemente de serem Judeus ou não-Judeus - que alegam apoiar Israel deveriam, se fossem honestos e coerentes, associar-se aos pontos de vista do primeiro ministro Israelita Sharon, assim como de outros líderes Sionistas, e apoiar a migração de Judeus de toda parte para Israel. Mas, claro, não é o que acontece. No que diz respeito ao Sionismo e a Israel, a atitude e as políticas de quase todos líderes políticos americanos, Judeus e não-Judeus, são caracterizadas pela hipocrisia e pelo engano. Dizendo de outra forma, os Judeus Sionistas e os seus apoiantes não-Judeus adoptam descaradamente um padrão duplo. As organizações de Judeus-Sionistas, juntamente com os seus aliados não-Judeus, apoiam uma ideologia social e política para Israel e para a comunidade Judia mundial, e uma completamente diferente para os Estados Unidos e para os outros países não-Judaicos. Eles insistem que o nacionalismo étnico é mau e demoníaco para os não-Judeus, enquanto ao mesmo tempo apoiam o nacionalismo étnico - que é o Sionismo - para judeus. Eles insistem que Israel é, e tem que ser, um estado nacionalista Judaico, com um estatuto privilegiado para a sua população Judaica, inclusivamente com leis imigratórias que discriminem os não-Judeus. Ao mesmo tempo, os líderes e os grupos de Judeus-Sionista, assim como os não-Judeus que os apoiam, insistem que nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha e noutros países, não deve haver um estatuto privilegiado para ninguém baseado na raça, etnia ou religião. Os nossos líderes políticos dizem-nos que os Judeus Americanos devem ser incentivados pensar em si próprios como um grupo nacional distinto, com uma identidade e interesses de comunidade separados dos outros Americanos. Ao mesmo tempo, os políticos Americanos insistem para que sejam dados aos Judeus Sionistas todos os plenos e iguais direitos como cidadãos dos EUA. Com base neste duplo padrão, é dado aos Judeus um estatuto privilegiado na vida política e cultural Americana.
Os americanos são levados a acreditar que Sionismo é uma perspectiva benigna de apoio altruísta e justo a uma chamada terra natal Judia. Na realidade, o Sionismo é uma ideologia e um movimento com base étnica nacionalista Judaica que reforça a identidade e a sua própria imagem dos Judeus como uma comunidade distinta e separada com interesses diferentes dos não-Judeus; e isso fortalece a comunidade mundial Judaica, já por si poderosa.
Notas:
1.New World Dictionary of the American Language, Second College Edition (1978?), p. 1654. 2.Th. Herzl, Der Judenstaat. (http://de.wikisource.org/wiki/Der_Judenstaat/Einleitung / http://www.zionismus.info/judenstaat/02.htm ) Também aqui: M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, p. 29. ( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html ) 3.Kevin MacDonald, Separation and Its Discontents (Praeger,1998), pp. 45, 48. 4.Memorando de 22 de Nov., 1899. R. Patai, ed., The Complete Diaries of Theodor Herzl (New York: 1960), Vol. 3, p. 888. 5.Louis D. Brandeis, “The Jewish Problem and How to Solve It.” Speech of April 25, 1915. ( http://www.pbs.org/wnet/supremecourt/personality/sources_document11.html / http://www.law.louisville.edu/library/collections/brandeis/node/234 ) 6.“Dr. Wise Urges Jews to Declare Selves as Such,” New York Herald Tribune, 13 de Junho de 1938, p. 12. 7.Chaim Weizmann, Trial and Error (1949), p. 90. Retirado daqui: Albert S. Lindemann, The Jew Accused (1991), p. 277. 8.“French Jews Must `Move to Israel’,” BBC News, 18 de Julho de 2004 (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3904943.stm ) Ver também: “Sharon Urges Jews to Go to Israel,” BBC News, 17 de Nov. de 2003. (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3275979.stm ) 9.M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993 (Vol. 13, No. 4), pp. 29-37. ( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html ) 10.Das Schwarze Korps, 26 de Set. de 1935. Retirado de: Francis R. Nicosia, The Third Reich and the Palestine Question (Univ. of Texas, 1985), p. 56-57. 11. Actualmente, as Leis de Nuremberga são frequentemente retratadas como impondo uma discriminação ultrajante e desumana contra os Judeus. Mas para ter isto em consideração, há que mencionar dois pontos. Primeiro: as Leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus são coerentes com a lei actual em Israel, onde tais casamentos não são permitidos, assim como a proibição de tais casamentos tal como é exposto nas escrituras hebraicas. (Ver, por exemplo: Números 25: 6-8; Deuteronomy 7:3; Ezra 9: 12; 10: 10-11; Nehemiah 10: 30; 13: 25.) Segundo, em 1935, menos de um por cento da população Alemã era Judia, o que quer dizer que as leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus era irrelevante para a vasta maioria da população do país. Pelo contrário, nos Estados Unidos, durante os 30, a maioria dos estados de americanos tiveram leis que proibiam o casamento entre pessoas de raças diferentes. Porque a percentagem da população americana que era racialmente minoritária era muito maior do que na Alemanha, as leis raciais nos EUA tiveram um impacto muito maior na população americana. 12.Jüdische Rundschau, 17 de Set. de 1935. Retirado de: Y. Arad, and others, Documents on the Holocaust (Jerusalem: 1981), pp. 82-83. 13.W. Feilchenfeld, “Ha’avara,” New Encyclopedia of Zionism and Israel (Herzl Press, 1994), pp. 535-536; M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, pp. 33-34. 14.Edwin Black, The Transfer Agreement (1984), p. 379.
Pessoalmente, não gosto deste tipo de música, mas o que conta e o que me interessa neste caso É O CONTEÚDO. E a letra e as imagens desta música dizem tudo!
Construído em cima das "Treze Técnicas para Suprimir a Verdade" de David Martin, a lista que se segue pode ser útil para o iniciado no mundo de verdades veladas e meias verdades, mentiras e supressão da verdade, que acontecem quando crimes graves são discutidos em fóruns públicos. Isto, infelizmente, inclui todos os meios de comunicação de hoje em dia, que são as maiores fontes de desinformação.
Sempre que o crime envolver uma conspiração, ou uma conspiração para encobrir um crime, haverá invariavelmente uma campanha de desinformação lançada contra aqueles que procuram descobrir e expor a verdade e/ou conspiração. Existem táticas específicas que artistas da desinformação tendem a aplicar, as quais apresentarei em seguida.
Os artistas da desinformação e aqueles que os controlam (aqueles que irão sofrer se o crime for resolvido) devem procurar evitar um exame completo e racional de qualquer cadeia de provas que fosse incriminá-los. Uma vez que fatos e verdades raramente caem por conta própria, eles devem ser superados com mentiras e enganos. Aqueles que são profissionais na arte da mentira e do engano, como a comunidade de inteligência, as autoridades governamentais e obviamente a mídia corporativa, tendem a aplicar neste processo ferramentas razoavelmente bem definidas e observadas. No entanto, o público em geral não é bem armado contra essas armas, e é muitas vezes facilmente enganado por essas táticas.
Surpreendentemente, nem os meios de comunicação nem as autoridades legais foram treinados para lidar com estas questões. Na maior parte do tempo, apenas os desinformantes compreendem as regras do jogo.
1. Não ouça o mal, não veja o mal, não fale do mal. Independentemente do que você sabe, não discuta, especialmente se você é uma figura pública, âncora de TV, etc. Se você não for informado é porque não aconteceu, e você nunca terá que lidar com os problemas.
2. Torne-se incrédulo e indignado. Evite discutir os principais problemas e ao invés foque em questões laterais que podem ser utilizadas para mostrar o tema como sendo crítico de algum grupo ou tema intocável. Este método é também é conhecido como o "Como você se atreve!". Um bom exemplo é quando alguém questiona a versão oficial do 11 de setembro e a mídia diz isto é uma afronta às famílias das vítimas.
3. Crie boateiros. Evite discutir os problemas, descrevendo todas as acusações, independentemente das provas, como meros rumores e acusações selvagens. Outros termos depreciativos mutuamente exclusivos da verdade podem funcionar muito bem. Este método funciona especialmente bem com a silenciosa imprensa, porque a única maneira que o público poderá conhecer os fatos são através destes "boatos incertos". Se você puder associar o material com a Internet, use isto para certificar a acusação como uma "fofoca" que não pode ter base na realidade. Isto foi muito usado pela rede globo durante a falsa pandemia da gripe suína.
4. Use um "espantalho". Ache ou crie um elemento do argumento de seu oponente que você possa facilmente derrubar para você se sair bem e o seu adversário ficar em uma posição desfavorável. Ou então crie um problema que você possa implicar com segurança que exista com base na sua interpretação do adversário, nos argumentos do adversário ou da situação, ou então selecione o aspecto mais fraco das acusações mais fracas. Amplifique o seu significado e as destrua de uma forma que pareça desmentir todas as acusações, reais e as fabricada, enquanto na verdade evita a discussão das questões reais.
5. Desvie os adversários através de xingamentos e ridicularização. Isso também é conhecido como o estratagema do "ataque ao mensageiro" , embora outros métodos qualifiquem como variantes dessa abordagem. Associe adversários com títulos impopulares, como "malucos", "de direita", "liberal", "esquerda", "terroristas", "teóricos da conspiração", "radicais", "milícias", "racistas", "religiosos fanáticos ", "drogados", "desviados sexuais", e assim por diante. Isso faz com que outros removam o seu apoio com medo de receber o mesmo rótulo, e assim você evita lidar com os problemas. Esta tática foi muito utilizada quando Charlie Sheen veio a público questionando a versão oficial do 11 de setembro.
"John Demjanjuk Culpado das Mortes nos Campos de Concentração Nazis", pode-se ler nas manchetes da BBC. E começa assim: "Um tribunal Alemão considerou John Demjanjuk culpado por ter ajudado à morte de mais de 28,000 Judeus no campo da morte Nazi na Polónia". No parágrafo 17 encontramos este facto curioso: "Não foi produzida qualquer prova que demonstre que ele tenha cometido um crime específico". Isso está correcto. Não foi encontrada qualquer prova, não apareceu qualquer testemunha que tivesse visto Demjanjuk ameaçar alguém. E a prova principal que colocou Demjanjuk em Sobibor veio... do KGB. [Podem continuar a ler a notícia aqui]
Podem ver aqui uma entrevista do filho de Demjanjuk, que considera esta decisão judicial "absolutamente vergonhosa".
Podem ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.
Não há qualquer dúvida de que Israel criou um desumano, ilegal e totalmente vergonhoso Estado de Apartheid, e que a comunidade internacional nunca se poderá desculpar de nunca ter tomado qualquer atitude contra esta descarado e contínuo crime contra a humanidade!
Parece que hoje se comemora por aí uma ocupação de 63 anos, cuja cumplicidade de alguns me enoja e me repugna! Este vídeo é dedicado a todos os que gostam de chamar facilmente "terroristas" a uns e "gente que se limita a defender-se" a outros... Acho que não é preciso dizer mais nada!
Esta brochura custou ao seu autor anos de prisão e muitas centenas de euros de multas.
Reynouard nasceu em França, em 1969, e é um qualificado engenheiro químico e graduado no ISMRA (Institute of Sciences of Atomic Matter and Radiation”) em Caen. Ela foi escrita em 2005, em França, e distribuída por um número considerável de locais públicos daquele país. As suas 16 páginas possuem dramáticas (e fáceis de ler) explicações dos argumentos revisionistas, que confrontam as histórias construídas em redor dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial.
O ex-vice-secretário assistente de Estado em três administrações diferentes Steve R. Pieczenik diz que está preparado para dizer a um júri federal o nome de um general de topo, que lhe disse directamente 11/09 foi um falso ataque.
O criador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmou que o Facebook é uma das "máquinas de espionagem mais terríveis que já foi inventada" em uma entrevista à rede de TV Russian Today. Na entrevista, Assange falou também sobre o papel das mídias sociais nos recentes distúrbios no mundo árabe. As informações são do site The Next Web.
Para o criador do WikiLeaks, o Facebook é o banco de dados mais abrangente do mundo sobre as pessoas, seus relacionamentos, seus nomes, endereços, localização, relações pessoais e familiares, "todos acessíveis à Inteligência dos Estados Unidos". Assange afirma que isso não acontece somente com o Facebook, já que Google, Yahoo e outras grandes organizações americanas têm construído interfaces para o setor de Inteligência americana. [leia a notícia na íntegra]