sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mulher do Ex-chanceler Alemão Helmut Kohl Violada Com 12 Anos Por Soldados Soviéticos



A mulher do antigo chanceler Alemão Helmut Kohl foi violada com a idade de 12 anos por soldados Soviéticos, revela uma nova biografia.
Hannelore Kohl e a sua mãe foram atacadas pelas tropas do Exército Vermelho depois da derrota Alemã em Maio de 1945.


Ela confessou ao editor Herbert Schwan como é que tinha sido 'lançada como um saco de batatas pela janela do primeiro andar' depois de a terem libertado.
Ela nunca recuperou completamente deste drama do seu passado e ficou sempre traumatizada para o resto da sua vida.

Mrs. Kohl ficou sempre assombrada com o 'cheiro da transpiração dos homens, com o cheiro a aalho, a álcool e até mesmo com a voz da língua Russa'.
Schwan passou a ter acceso ilimitado a ela e transformou-se no seu confidente até à sua morte com a idade de 68 anos, em 2001, de acordo com o Independent.

Ela cometeu suicídio com uma overdose de drogas após ter contraído uma alergia à luz que a fez perder o cabelo. Nem sequer conseguia ver televisão sem ter dores.
[Leia a notícia na íntegra]





Soldados Soviéticos "libertadores" posam para a fotografia depois da derrota da Alemanha Nazi em 1945.

The Last Days of the Big Lie - Documentário Revisionista

Este vídeo já tinha sido colocado no Revisionismo em Linha aqui. Porém, a política do Youtube no que diz respeito à liberdade de informação e de expressão é aquilo que se sabe.

Volto a colocá-lo pela sua importância na minha perspectiva de lutar sempre pela verdade histórica sem censura para quem interpreta e analisa de forma diferente o mesmo facto histórico.

Os vários testemunhos que aparecem no documentário original são COMPLETAMENTE DEMOLIDOS pela confrontação e cruzamento com outros dados, documentos e evidências, tudo ignorado pela historiagrafia oficial e pelo próprio Spielberg. Mais uma vez se percebe o porquê de pretenderem criminalizar o Revisionismo do Holocausto!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O Livro da Quinta



O Lobi de Israel e a Política Externa dos EUA - John Mearsheimer e Stephen Walt quebraram um tabu de raízes históricas profundas e puseram o dedo na ferida: nas últimas décadas, a política dos EUA para o Médio Oriente tem sido comandada por um princípio orientador altamente questionável – o do apoio incondicional a Israel.
Reunindo um manancial de testemunhos, documentos e factos, os autores defendem que há um conjunto de pessoas e instituições cujas actividades e laços políticos concorrem para influenciar a opinião pública, o Governo e o Congresso norte-americanos em benefício de Israel. Deste complexo cenário saem prejudicados o interesse nacional e estratégico dos EUA, mas também, a médio e longo prazo, o dos próprios israelitas.

A Relação Promíscua Entre a Maçonaria e os Serviços Secretos do Estado



No centro do templo, coberto de panos negros e sob a luz de um candelabro, está um caixão. Lá dentro, um lenço branco manchado de vermelho tapa o rosto de um homem. A cabeça está virada para Ocidente e emoldurada por um esquadro aberto e por um ramo de acácia. A porta do templo abre-se e o mestre-de-cerimónias faz ajoelhar o maçom que entrou de costas na sala. Tudo está preparado para o fazer subir mais um degrau na ordem secreta. O mestre experto aproxima-se e cruza a espada com o bastão do mestre-de-cerimónias acima da cabeça do candidato, formando um esquadro. Ouvem-se, em sequência, as pancadas de três malhetes. “De pé e à Ordem, meus irmãos”, diz o venerável da loja. De uma mesa próxima, em forma de triângulo, exige-se o juramento que o maçom faz de imediato: “Eu, Jorge Jacob Silva Carvalho, de minha livre vontade, na presença do Grande Arquitecto do Universo e desta Respeitável Assembleia de Mestres Maçons, juro e prometo solene e sinceramente nunca revelar a qualquer profano, ou mesmo a qualquer Aprendiz ou Companheiro, os segredos do Grau de Mestre.”

Há muito que o actual director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), a secreta que actua fora de Portugal, disse estas palavras num templo da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP). E reiterou, como se faz sempre nos 33 graus maçónicos, os pact
os secretos de silêncio e auxílio: “Renovo a promessa de amar os meus irmãos, de os socorrer e ir em seu auxílio. Se alguma vez me tornar perjuro que, segundo o castigo tradicional, o meu corpo seja cortado em dois e que eu seja desonrado para sempre e que não fique de mim memória junto dos maçons.”

Após o compromisso, o venerável mestre colocou-lhe a espada sobre a cabeça e informou-o em voz alta que a partir de então passava a ter poderes para “comandar” os companheiros e os aprendizes, os dois degraus inferiores da maçonaria. Seguiram-se mais golpes de malhete cruzados com a sequência de palavras de um rito escocês com séculos que lhe passou a contar novos segredos: os cinco pontos perfeitos da mestria, um toque, duas palavras e quatro sinais. O Sinal de Socorro foi um deles. “Se alguma vez te encontrares em grave perigo, chama os irmãos em teu socorro, com o seguinte sinal: atira o pé direito para trás, com o busto inclinado, ergue ambas as mãos acima da cabeça, tendo os dedos entrelaçados, as palmas viradas para cima, e exclama: A. M. O. F. D. V!” Hoje, aos 42 anos, Jorge Silva Carvalho, espião requisitado ao Serviço de Informações e Segurança (SIS) e ex-chefe de gabinete de Júlio Pereira, secretário-geral do Sistema das Informações da República Portuguesa (SIRP), já está a meio dos altos graus da maçonaria (que vão do 4.º ao 33.º) e é apenas um dos responsáveis de topo dos serviços secretos portugueses que fazem parte da GLLP e do Grande Oriente Lusitano (GOL), as duas principais correntes maçónicas portuguesas.

Rituais maçónicos à parte, um agente secreto vive da discrição, de códigos e de simulação. O Estado faculta-lhe identificações fictícias, forma-o para se infiltrar em organizações criminais e praticar contra-informação, investiga-lhe a vida profissional e pessoal, exige-lhe declaração de rendimentos e património como a um político e pode dispensá-lo alegando meras “razões de segurança”. Mas fora das paredes do SIS e do SIED há espiões que fornecem fotografias de rosto e se identificam antes de assinarem testamentos espirituais.

São vendados e
iniciados numa ordem que lhes permite usar sinais, passaporte maçónico e cartão de solidariedade no estrangeiro e em Portugal. Em segredo, usam à cintura aventais decorativos e juram fidelidade e auxílio a uma irmandade composta por políticos, assessores de ministros, empresários, polícias, juízes e jornalistas.

Jorge Silva Carvalho é apenas um deles. Integrou a Loja Mercúrio – que iniciou o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais –, mas acabou por transitar para a Mozart n.º 49, porventura hoje a mais poderosa loja da GLLP e que, segundo documentos internos consultados pela SÁBADO, terá entrado em funcionamento em Setembro de 2006 pela mão de Paulo Noguês, vice-presidente do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação e secretário-geral da Associação de Amizade Portugal/EUA, e pela de António Neto da Silva, empresário, ex-deputado do PSD e presidente daquela associação. Organizações que, juntamente com o Instituto Transatlântico Democrático, dirigido por Rui Paulo Figueiredo (venerável da Loja Mercúrio), têm uma forte presença de maçons entre os dirigentes.

No ano passado, Silva Carvalho desempenhou na Mozart o cargo de venerável, uma espécie de director em funções. É uma loja tão discreta que nem sequer se faz representar em sessões colectivas como o Conselho de Veneráveis e a Assembleia Geral da Grande Loja – que decorreu na sede da GLLP, a 27 de Setembro deste ano, e que foi acompanhada pela SÁBADO (ver caixa e filme). É em salas de hotéis como o Marriott, Vip Zurique ou Penta, ou no 1.º andar de um discreto edifício, na Rua Pereira da Rosa, no Bairro Alto, alugado pelos altos graus da GLLP – designados Supremo Conselho para Portugal –, que se juntam outros “irmãos” membros dos serviços de informações.

Um deles será F. R., um tenente-coronel da GNR que já integrou o SIS e que, em 2007, quando Silva Carvalho era chefe de gabinete do SIRP, foi nomeado por Júlio Pereira director do Departamento de Segurança, um dos novos quatro departamentos comuns do SIS e do SIED. Outro é o operacional J. A., técnico superior de informações do SIS.

Os três não responderam aos contactos da SÁBADO. O mesmo aconteceu com outros operacionais dos serviços de informações que a SÁBADO detectou a partir do cruzamento de largas dezenas de nomes de maçons mencionados nos documentos internos da GLLP. No SIS, o director de área T. C. tem vários anos de maçonaria e foi inclusivamente eleito venerável da Loja Jerusalém no equinócio de Outono de 2006, cumprindo o mandato até Junho de 2007. Por outro lado, o ex-pára-quedista J. F., funcionário do SIS há mais de 10 anos e actual director de área, é uma conquista relativamente recente da maçonaria. Foi iniciado na Loja Fernando Pessoa da GLLP, para onde entrou juntamente com outros dois aprendizes iniciados entre Outubro de 2005 e Janeiro de 2006, como revela um documento de novas entradas da GLLP. Outro irmão da Loja Mercúrio é R. N. P., um operacional do SIED e membro do Instituto Luso-Árabe.

“A maçonaria é equilíbrio e, por isso, tudo permanece bem desde que não haja uma avalancha de gente dos serviços de informações”, diz à SÁBADO um dos mais influentes maçons da GLLP, solicitando o anonimato. A mesma fonte garante que o número de espiões maçons não deve ultrapassar uma dúzia. “Nas democracias mais maduras, como nos EUA, Inglaterra ou França, é também normal encontrar gente dos serviços de informações nas respectivas maçonarias”, conclui.

Podem continuar a ler sobre este assunto
aqui.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

'A Espionagem de Israel aos EUA é Perigosa', Afirma Antigo Responsável da CIA




Philip Giraldi, antigo oficial da CIA para assuntos de contra-terrorismo, afirmou que Israel desenvolveu mais acções de espionagem contra os EUA do que qualquer outro aliado americano. O antigo oficial da CIA explicou a um repórter da Press TV em Washington como é que Israel rouba tanto tecnologias como segredos aos EUA e depois os vende a outros países. (...)


"Isto quase que devia ser visto como um acto de guerra", realçou Giraldi. Ele também referiu a forte influência permitida ao lobby Judaico para actuar em Washington . O ex-oficial da CIAL, que actualmente desempenha funções como Director Executivo do Concelho para a Fundação do Interesse Nacional, é o autor do relatório "The Spy Who Loves Us".

Veja um vídeo sobre este assunto e leia a notícia na íntegra
aqui.

Estudo da NASA Aponta para Possível Conexão do HAARP com o Terremoto/Tsunami do Japão

Dados recentes divulgados por Dimitar Ouzounov e seus colegas do Centro Espacial da NASA Goddard Space em Maryland destacam algumas estranhas anomalias atmosféricas sobre o Japão poucos dias antes do terremoto e tsunami do dia 11 de março.

O aquecimento rápido e aparentemente inexplicável da ionosfera diretamente acima do epicentro alcançou um máximo apenas três dias antes do terremoto, de acordo com observações de satélite, sugerindo que a energia direcionada emitida por transmissores utilizados no HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) poderia ter sido responsável pela indução do terremoto.

Publicado no Technology Review do MIT (Massachusetts Institute of Technology) ,
os resultados são apresentados juntamente com uma teoria diferente chamada “Acoplamento Litosfera-Atmosfera-Ionosfera“, que levanta a hipótese de que o aquecimento da ionosfera poderia ter sido causado pelo terremoto iminente, durante o tempo que as falhas geológicas lançavam radônio radioativo.

Esta teoria, é claro, não é realmente comprovada no estudo, mas é em vez disso apresentada como uma possível explicação para a presença da alta densidade de elétrons e a emissão de radiação infravermelha, que foram observados nas imagens de satélites.

Outra explicação para esse estranho aquecimento – e que após análise, parece muito mais provável – é que estas revelações foram uma indicação de que a energia concentrada foi usada para induzir o terremoto, e não o contrário.

Diversos relatórios confiáveis e observações científicas revelam que a tecnologia HAARP é plenamente capaz de ser utilizada como uma arma escalar, o que significa que pode emitir fortes bombas de pulso eletromagnético, pode alterar o clima ou ainda desencadear falhas sísmicas.

Prova de que o HAARP não só é capaz de induzir terremotos, mas parece realmente ter sido usado no Japão

Um olhar casual para os gráficos apresentados como parte dos dados da pesquisa do grupo de Ouzounov (na figura abaixo) mostra anéis de calor quase perfeitos acima do epicentro do terremoto. Se as emissões de Rádon da falha geológica foram verdadeiramente responsáveis pela criação dessas zonas de calor, estas zonas teriam muito provavelmente aparências irregulares e espalhadas, ao invés de círculos concêntricos como foi observado. Isto também me lembra círculos bem semelhantes que antecederam a onda de tornados nos EUA, que foi inicialmente relatado pelo usuário do youtubedutchsinse.

Podem continuar a ler sobre este assunto
aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Demolição dos Eruditos Anónimos



Este 'post' é uma resposta (final) a uma troca de comentários - já anteriormente referida aqui.

Voltei a ler com atenção tudo aquilo que escreveu nestes últimos tempos, em particular no que diz respeito à nossa troca de argumentos e fiquei com a clara sensação que existe da sua parte um completo esvaziar do balão de argumentos, se é que alguma vez os teve.
No início, tudo era arrogância e prepotência, tudo era refutado facilmente com “livros, definições e teorias das academias”, da minha parte eram só “maluquices”. E o tempo foi passando e o que ficou? A sua falta de tempo… Agora com poucas linhas se resume ao que eu não li, a que não sei, aos gurus que sigo sem nada mais ver à volta, às teorias da conspiração e afins.



Vou começar pelo seu último ponto, onde escreve, em tom perfeitamente demagógico tendo em conta ao que tem escrito anteriormente e até nos pontos anteriores deste seu texto: “Por mim...retirem-se as leis que proíbem a "negação do Holocausto". Para acabar de vez com a ladaínha.”.

Não sei se por ignorância ou por má fé escreve tal coisa. EXACTAMENTE por os argumentos “exterminacionistas” serem FACILMENTE DEMOLIDOS há a necessidade de criar uma legislação que pune quem questiona a versão oficial do Holocausto! Só por isso! Não existe para mais nenhum outro facto histórico! (Se estiver atento, irei postar brevemente algumas traduções sobre essa situação).


Vamos analisar, por partes, o que escreveu.


“Mas já li a sua resposta e mantenho tudo o que disse e sinceramente não me parece que tenha lido nenhum dos livros que lhe indiquei. Limita-se à ladaínha revisionista, que como já lhe expliquei fica à porta das Academias.”


Vou utilizar a mesma estratégia (errada): leu algum livro revisionista? Disse que “tinha lido tudo isso quando era jovem”, mas pelo que aqui vejo, está a fugir à verdade pela completa FALTA DE ARGUMENTOS (lancei o desafio de falarmos sobre as câmaras de gás, fugiu; lancei o desafio de falarmos sobre os erros e omissões do Julgamento de Nuremberga, fugiu; lancei o desafio de falarmos sobre as várias vitórias dos argumentos revisionistas, fugiu…). A “ladaínha” é, afinal, tudo aquilo que não conhece, não leu e lhe trás apenas a ideia preconcebida de que os revisionistas são todos pró-nazis e apenas os move as questões políticas. Quanto às “Academias”… Existem “academias” que defendiam que a Terra era plana, não sei se se refere a essas… Ou às que dão prémios Nóbeis a terroristas e a assassinos genocidas! É dessas que fala?!!!


"1) Falei-lhe em académicos COM FORMAÇÃO EM HISTÓRIA. Você fala-me em químicos, bispos e afins. Não me venha com recortes de jornal, polémicas de imprensa ou livros sensacionalistas. Estou a falar de eruditos, não de aprendizes de historiador que fazem espalhafato público para chamar a atenção para a sua "causa" quando sabem que estão a infringir leis (bastante contraproducentes e até imbecis) de determinados países. De facto, é uma questão de credibilidade das fontes.”


Gostaria que me indicasse uma Universidade em todo o mundo em que forneça cadeiras de Química aos estudantes de História… Santa ignorância e estupidez, caro Anónimo! O recurso a estudiosos em Química serve para demonstrar DE FORMA DEMOLIDORA que existe uma IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA (para além da humana) no modo de funcionamento das supostas câmaras de gás homicidas! Para além do ERRO DEMOGRÁFICO sobre a quantidade de Judeus que habitavam na Europa e a sua movimentação, junta-se esse outro erro. O exemplo dos estudos do Químico Germar Rudolf (entre outros) vai de encontro a isso. Por isso foi multado e preso. NÃO PORQUE FICASSE PROVADO QUE ELE ESTAVA ERRADO! Mas porque QUESTIONOU o que NÃO SE PODE QUESTIONAR! Desafio-o (mais outro desafio!) a apresentar-me um trabalho CREDÍVEL da sua “academia” em que mostrem que Germar Rudolf estava errado! Opsss! Não tem tempo… Opsss! Estou a lançar “postas de pescada”… Opsss! Não se pode falar destas coisas num blogue de “fanáticos”…

Portanto, caro Anónimo, os seus “eruditos” nem se preocupam em esforçar-se muito porque, logo à partida, os “fanáticos” estão logo condenados à partida! (Repito: esteja atento, porque irei postar brevemente algo sobre Deborah Lipstadt que o irá espantar…).


Eu não tenho “causa” se por “causa” entender “questões políticas de branquear a Alemanha Nazi”. Com essa estratégia (errada), eu poderia também argumentar que os historiadores “exterminacionistas” defendem a causa Sionista porque os seus patrões lhes mandam escrever livros atrás de livros, com testemunhos que nunca podem ser questionados!
Como e que pode falar de credibilidade de fontes se as fontes revisionistas nunca são aceites? Mas criticam sempre os revisionistas por não aceitarem outras fontes…


“2) O seu problema - e dos seus pares "revisionistas" - é que não sabem distinguir polémicas políticas e recortes de jornal dos meios realmente eruditos onde se estudam os assuntos sem preconceitos. Durante o Estado Novo, Marx era proibido - excepto para estudos académicos. Tirando os regimes totalitários, esta regra costuma ser de ouro. Por mim, que se dê a informação às pessoas - depois é preciso é ter paciência para aturar todo o tipo de maluqueira.”


Portanto, quando multam e prendem revisionistas pelo “CRIME DE PENSAMENTO”, e essa situação é denunciada, o caro Anónimo diz que isso não passa de “polémicas políticas e recortes de jornais”… Fantástico! Mais: afirma que os “eruditos” estudam os assuntos sem preconceitos… Isso que diz é absolutamente incrível! Acredita mesmo no que escreveu?


Talvez se esteja a referir a Giles MacDoonogh (“After the Reich”), James Bacque (Outras Perdas”) ou a Samuel Mitcham e Stephen Von Stauffenberg (“The Battle of Sicily”), entre muitos outros que se atreveram a denunciar “o outro lado dos Aliados”. Ou só gosta de falar nos que se adaptam aos seus argumentos?


Podemos também falar de “eruditos” (tal como referiu no ponto anterior) como Norman Finkelstein (mais um desafio que lhe tentei mandar, mas que, consciente ou inconscientemente, preferiu ignorar). Este homem é um cientista político norte-americano graduado pela Universidade do Estado de Nova Iorque em, estudou na École Pratique des Hautes Études, em Paris, e obteve o seu doutorado em Ciência Política na Universidade Princeton. Ensinou no Brooklyn College e no Hunter College, ambos da Universidade da Cidade de Nova Iorque. Também leccionou na Universidade de Nova Iorque e, finalmente, na Universidade DePaul, em Chicago, até Setembro de 2007 (um verdadeiro erudito!). O problema é que as suas ideias (é verdade, ele também foi vítima do crime de pensamento!) já lhe custaram o emprego de professor universitário (coisa que o caro Anónimo afirma ser uma “ladainha de mártir”), entre outros problemas. Em 23 de Maio de 2008, Finkelstein foi impedido de entrar em Israel por “suspeitas de que tivesse contacto com ‘elementos hostis a Israel’”. Na sua chegada ao Aeroporto Internacional Ben Gurion, perto de Tel Aviv, Finkelstein foi interrogado e mandado de volta para Amsterdão, o seu ponto de origem. Segundo funcionários da imigração, a decisão de deportar Finkelstein estava relacionada com as suas "opiniões anti-sionistas" e críticas ao governo israelita” (ele está proibido de entrar em Israel nos próximos 10 anos).


E porque faço eu esta pequena biografia dele? Porque Norman Finkelstein é filho de judeus sobreviventes do Holocausto: a sua mãe, Maryla Husyt Finkelstein, filha de um judeu ortodoxo, sobreviveu ao gueto de Varsóvia, ao campo de concentração de Majdanek e a dois campos de trabalhos forçados, além de ter perdido toda a sua família durante a Segunda Guerra Mundial. O pai de Norman, Zacharias Finkelstein, também foi um sobrevivente, tanto do gueto quanto do campo de concentração de Auschwitz. Apesar de metade da família ter morrido no Holocausto, OS PAIS NUNCA FALARAM DE CÂMARAS DE GÁS! MAS QUE ESTRANHO!


Mais: Norman Finkelstein tornou-se conhecido pelos seus escritos sobre o conflito israelo-palestiniano e pelas polémicas suscitadas pelo seu livro A indústria do Holocausto (QUE ACONSELHO VIVAMENTE A LER!) no qual critica organizações e personalidades judias (especialmente o Congresso Mundial Judeu e Elie Wiesel) que, segundo ele, instrumentalizam a Shoah com objectivos políticos (sustentar a política de Israel), ou mercantis (obter reparações financeiras por parte da Alemanha e da Suíça). Estre os seus apoiantes estão, adivinhe… Raul Hilberg, Avi Shlaim, e Mouin Rabbani (entre outros)! – pode ler mais sobre ele até na Wikipédia.


Falemos de eruditos como o Dr. Alfred M. Lilienthal, historiador, jornalista e conferencista, graduado da Cornell University e pela Columbia Law School (Judeu, mas anti-sionista) e que afirmou sempre que os Judeus não eram uma raça! Podia continuar a falar de tantos eruditos, mas… Opsss! Maluqueiras…



“3) Se acha que historiadores judeus não conseguem ser imparciais...então estamos conversados sobre os limites do seu conhecimento."

EU NÃO DISSE ISSO! Limitei-me a comentar aquela autora e a sua personalidade. Verifique melhor as suas fontes! Veja melhor os trabalhos dela não apenas pelo que escreve mas, por exemplo, como são as suas palestras e o contexto dos seus argumentos! Mas posso ainda acrescentar que é muito difícil para um historiador, cientista, investigador ou um simples comentador judeu abstrair-se da sua história e de tudo aquilo pelo qual passaram os seus antepassados. É evidente que isso não é focado. Afinal, eles são “o povo eleito”, são “especiais”, e portanto, tudo é “anti-semitismo” quando alguém denuncia qualquer situação.
Quanto aos “limites do meu conhecimento”, posso dizer em absoluto que em matéria de revisionismo histórico são CLARAMENTE superiores aos seus!


“4) O que é que Ghandi tem a ver com Marx? Ghandi propunha uma ética, Marx propunha uma análise científica da realidade. É de facto uma comparação demonstrativa da sua extrema simplicidade intelectual.”

Já são muitos os anos em chats, foruns, blogues e sites onde as mais breves e simples conversas e trocas de opinião sobre História ou Revisionismo acabam, quase sempre, nesta troca de “mimos”. Claro que quem tem argumentos, não precisa de ir por aí. O caríssimo Anónimo já tentou mostrar que eu não percebia nada de Economia, já tentou ridicularizar-me falando em “anacronismo histórico” e já tentou passar por conhecedor de matéria revisionista…

No primeiro caso, apenas e só procurei saber a sua opinião sobre uma alternativa ao sistema monetário… e foi o que se viu! Para quem dizia perceber de Economia… Bla, bla bla! Para si, a “natureza humana” até explica porque não pode haver alternativas ao dinheiro, ao lucro, ao capital, à Banca, etc. Como os “documentários não são conhecimento”, limitou-se a ver uns minutos do que recomendei, a criticar a parte que todos criticam e a ignorar a parte que todos pretendem ignorar…

No segundo caso, o “anacronismo” revelou-se ser antes uma COMPLETA FALTA DE PREPARAÇÃO sobre o que julgava saber e… não sabia nada! Os livros dos seus “eruditos” levantavam as pontas e depois era só seguir os trilhos de leituras paralelas. Mas… opsss! Não havia tempo… Tentou esquecer o assunto, como se não tivesse borrado a pintura toda com a SUA – SIM, A SUA! - EXTREMA SIMPLICIDADE E INTELECTUAL!

Sobre o seu suposto conhecimento em matéria revisionista… Bem, aí confesso que já me ri um bom bocado com tanta estupidez! A cereja no bolo foi a de que sobre História só podem falar os Historiadores! A inter e a multidisciplinaridade, a troca de informações entre as diversas áreas (antropologia, sociologia, arqueologia, biologia, física, química, etc.) é algo que lhe passa ao lado! No caso do Revisionismo Histórico, não há nenhum investigador que não recorra a testes forenses ou a análises e estudos químicos. Mas, opsss! Tiro no pé! Se alguém aqui tem uma simplicidade intelectual, esse alguém é anónimo e não percebe nada disto!


“5) A tese mais aceite neste momento na Academia sobre a relação de Hitler com o Holocausto é que a fragmentação das estruturas de tomada de decisão no seio do III Reich produziu uma dinâmica de radicalização cumulativa que levou a que, no quadro da Guerra, a solução final acabasse por se impor como a única opção viável para o fim ideológico de "remover os judeus". Ninguém defende que em 1933 se preparava 1943, o que se defende é que o caminho até 1943 estava implícito nas premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934. Afinal, ninguém pode negar que a Alemanha se começou a preparar para a Guerra mais atroz de sempre logo em 1933.”


Especialmente sobre esta parte – “(…) é que o caminho até 1943 estava implícito nas premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934.” – gostaria de recordar o caro Anónimo que havia igualmente “uma convergência de provas evidentes” que “provavam” que teriam assassinados em massa prisioneiros em câmaras de gás no campo de concentração de Dachau – onde agora se sabe que nunca existiram para tais propósitos.

Gostaria de recordar o caro Anónimo que havia igualmente uma “convergência de provas evidentes” (acompanhadas de testemunhas oculares, relatórios de especialistas, estudos da própria máquina assassina, etc.) que “provavam” que os Alemães teriam assassinado prisioneiros em câmaras de vapor em Treblinka. Actualmente, sabe-se que tal não aconteceu (pelo menos dessa maneira) e que essa “convergência” era FALSA!

Aliás, as evidências usadas para “provar” a existência de câmaras de gás em Auschwitz-Birkenau, Treblinka, etc., não são muito diferentes das evidências que “provaram os gaseamentos em Dacha e as estranhas “câmaras de vapor” de Trablinka.
As “premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934” e/ou a “convergência de provas evidentes” são COMPLETAMENTE REFUTADAS nos trabalhos de Carlo Mattogno.

“6) O resto dos seus comentários são palha, menções arbitrárias a factos históricos ou a "mártires revisionistas". Habitue-se a uma coisa: se quer escrever alguma coisa a sério sobre História, deixe de moralizar ou politizar os factos. Limite-se a estudá-los. A forma mais fácil de identificar quem não tem preparação para estas coisas é ver que a primeira coisa que fazem é procurar julgar à maneira das crianças ("os americanos também fizeram maldades"; "os ingleses também fizeram maldades", etc.).”


São palha para quem não tem argumentos, são palha para está formatado apenas para uma versão das coisas, são palha para quem se limita a repetir o que lhe ensinaram na suposta “academia” ou simplesmente faz de papagaio como sucede com os principais meios de comunicação social. Dou exemplos de autênticas perseguições pelo CRIME DE PENSAMENTO, por apenas interpretarem um facto histórico de forma diferente, e você responde ironicamente com “mártires”. Quem moraliza e politicaliza a questão são todos aqueles que impedem o livre debate sobre o Holocausto; são aqueles que entendem como “anti-semitismo” qualquer crítica à política de Israel!


É fácil de identificar quem não tem qualquer preparação para este tipo de assuntos: limitam-se a rotular de “extremistas e maluquinhos” todos aqueles que questionam a matéria formatada nas suas mentes! Julgam as coisas da forma mais simplista possível: “questiona o Holocausto? É nazi! Além disso não tem formação!”… Tudo roda à volta disto. Nada roda à volta DA QUESTÃO EM SI, DA DÚVIDA! Rodeiam tudo com a ridicularização e com o saneamento de quem se atreve a duvidar de alguma coisa!


O caro Anónimo nunca aceitou o desafio (mais um!) de falar sobre os crimes de guerra dos Aliados porque a sua formatação leva-o a escrever apenas dos crimes de uns dos lados!Para si, os Aliados agiram sempre bem! Afinal, “vieram libertar-nos!”.
Vou dar-lhe uma pequena lista e depois diga-me se denunciar isto é “pensar como as crianças”:


• De acordo com Mitcham e von Stauffenberg, a unidade do exército canadiana, "The Loyal Edmonton Regiment", teria assassinado prisioneiros de guerra alemães.
• Tropas franco-marroquinas, conhecidas como "Goumiers", teriam cometido estupros e outros crimes de guerra, às proximidades de Monte Cassino.
• Massacre de Treuenbritzen: execução em massa, pelos soviéticos, de mais de 1000 civis alemães na cidade de Treuenbritzen, em Abril de 1945.
• Massacre de Katyn: execução, pelos soviéticos, de prisioneiros polacos (oficiais e soldados), em 1940, no ano seguinte à Invasão Soviética da Polónia.
• Estupros em massa de mulheres alemãs pelo Exército Vermelho.
• Bombardeamento de Dresden: Segundo o historiador e revisionista alemão, Jörg Friedrich, a decisão de Winston Churchill de bombardear Dresden e outras cidades alemãs, entre Janeiro e Maio de 1945 (quando a guerra já estava definida), foi um crime de guerra.
• Sob as ordens do general George Kenney, da Força Aérea dos Estados Unidos, os norte-americanos teriam assassinado sobreviventes japoneses dos navios afundados: Nachi, Kumano, Yamato e Yahagi.
• Afundamentos do Wilhelm Gustloff (navio), Goya (navio), Cap Arcona (navio),Thielbek (navio) e SS General von Steuben
• Massacre de Canicattí: assassinato de civis italianos por oficiais americanos.
• Massacre de Biscari: assassinato de prisioneiros do eixo na Guerra da Sicília.
• Massacre de Dachau: assassinato de guardas do Campo de concentração de Dachau, capturados pelos soldados norte-americanos. Cerca de 35 alemães da divisão SS-Totenkopfverbände foram mortos enquanto se rendiam. Além disso, os americanos teriam entregue armas aos prisioneiros do campo que, segundo testemunhas, torturaram e mataram outros 40 soldados alemães.
• Segundo um estudo publicado pelo pesquisador britânico, Bob Lilly, cerca de 14 mil mulheres foram estupradas por soldados ingleses e norte-americanos.
• Prisioneiros alemães na Noruega teriam sido obrigados a limpar campos minados. Quando a "limpeza" terminou, 392 estavam feridos e 275 morreram.
• Tratamento desumano de prisioneiros alemães em campos de concentração nos Estados Unidos. Segundo estatísticas governamentais, 3.000 morreram de fome e desidratação.
• Massacre das populações civis de Hiroshima e Nagasaki, atingidas por bombas atómicas lançadas pelos EUA.

O Anónimo foge de tudo aquilo que não pode responder porque responder significava admitir que existiram crimes de guerra de ambos os lados! Porém, a sua “academia” e os seus “eruditos” preferiram sempre ignorá-los! Opssss! Isto é “julgar à maneira das crianças”… Que tristeza! Que limitação intelectual!


“7) Por mim...retirem-se as leis que proíbem a "negação do Holocausto". Para acabar de vez com a ladaínha. Nenhum historiador que eu citei precisa de "leis para o proteger". Basta a crítica de outros historiadores sérios, fundamentada com métodos de investigação válidos (em vez de propaganda política mascarada de investigação). Essa crítica tem acontecido e continuará a acontecer. Mas você continuará a ler os livros dos "mártires" e a passar ao lado da História a sério.”


Este ponto é a cereja do bolo! O ponto alto da hipocrisia e do cinismo! Algo em que o Anónimo é imbatível! Os (poucos) historiadores de que falou NÃO PODEM SER CONTRARIADOS porque sabem que se alguém o fizer está a violar a lei! Você e eles sabem isso perfeitamente! Quem vai ser o historiador que se vai atrever a colocar em causa a sua sobrevivência? Será imediatamente saneado e proibido até de entrar na própria faculdade e em certos países, como aconteceu com Norman Finkelstein. Quanto à “crítica de historiadores sérios”, o que eles fazem baseia-se no apoio aos parceiros de grupo, citando os livros uns dos outros, mostrando a ideia de um vasto apoio académico e literário! Existem naturalmente livros e historiadores sérios, mas acontece que eles partem sempre da ideia preconcebida de que tudo aquilo aconteceu… e pronto!


Eu não passo “ao lado da História a sério”. Quem afirma isso pertencem à mesma linha académica que defendia que o Sol circulava em redor da Terra ou que esta era plana! A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO! Mas você e os seus “eruditos académicos” temem. E muito!


PS. Uma última referência a este artigo de Paul Craig Roberts (a tradução pode ser lida aqui). Julgo que vai gostar.

Fotografias a Cores da Anexação da Áustria Pela Alemanha Nazi em 1938



É tido como normal em quase todos os livros que abordam a Segunda Guerra Mundial e até nos manuais escolares a utilização de fotografias para provar este ou aquele facto ou momento histórico, esta ou aquela situação mais ou menos esclarecida. Particularmente, e no que fiz respeito ao facto histórico denominado "Holocausto", é sabido que bastam as fotografias das pilhas de cadáveres e dos fornos crematórios para se "provar" que existiram "câmaras de gás homicidas"...

Curiosamente, sempre que existem fotografias do apoio popular a Hitler, as mesmas são desvalorizadas e a informação é sempre manipulada para que passe a ideia de que as pessoas eram "obrigadas a ir" ou "teriam medo das consequências se não fossem"...



Podem ver aqui uma série de fotografias a cores da revista Life e que mostram nitidamente a disposição popular dos Austríacos quando eles se uniram ao Reich Alemão em 1938. Estas fotografias reflectem o fervor do apoio popular a Hitler e à união (Anschluss) com a Alemanha Nacional Socialista. Estas imagens também ajudam a desacreditar a constante e repetida mentira de que a "Anschluss" foi uma "agressão e uma "violação".

Administração Obama Encobre Acidente Nuclear no Nebraska?

Os EUA poderão ter nas mãos uma emergência nuclear catastrófica no Nebraska e a Administração Obama está encobrir tudo, afirmam correspondentes da Rússia.
O jornal diário paquistanês "The Nation" cita uma agência russa, dizendo que os EUA estão tendo, actualmente, uma emergência nuclear grave na fábrica inundada no Nebraska e que a Administração Obama está a tentar encobri-lo.

O relatório descreve esta situação como um dos piores acidentes nucleares da história dos Estados Unidos.

Tenha em mente que este relatório vem da Rússia e do Paquistão – dois países que não estão particularmente felizes com Obama neste momento.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo

Vozes contra a globalização - Outro Mundo é Possível? - Consta de sete capítulos documentários, de uma hora de duração cada um, frutos de conversações mantidas entre o diretor da Série, Carlos Estévez e 54 personalidades relevantes, provenientes de âmbitos distintos.

A Série Vozes Contra a Globalização combina as filmagens em diferentes lugares do mundo, com arquivos documentais, crônicas de informativos, trabalhos cinematográficos de diretores como Win Wenders, Avi Lewis, Pino Solanas, Jorge Drexler, poemas de Mário Benedetti e a atuação de Loucas de Pedra, de Pernambuco/Brasil.

Outras das vozes da série são os economistas Jeremy Rifikin (EEUU), ecologistas como o espanhol Ramon Fernandez Duran, o relator das Nações Unidas para a Fome no Mundo, Jean Ziegler, o ex-portavoz do Fórum Social de Gênova, Vitório Agnolletto, o Prêmio Príncipe de Astúrias, de Ciências Sociais, Giovanni Sartori, o especialista em Química Atmosférica, James Lovelock, o Analista Social José Vidal Beneyto, entre outros.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

9/11 Truth - Hollywood Speaks Out

9/11 Truth - Hollywood Speaks Out poderia ser traduzido como A Verdade Sobre o 11 de Setembro - Chegou a Vez de Hollywood Falar Sobre Isso

Este filme (infelizmente sem estar legendado), com algumas caras bem conhecidas, como Charlie Sheen, entre outros intervenientes, procura contrariar uma versão oficial que é, no mínimo, um atentado à inteligência de qualquer pessoa!

PARABÉNS A TODOS E OBRIGADO, ESPECIALMENTE, PELA TUA CORAGEM, SHEEN!!!

domingo, 12 de junho de 2011

Brendon O'Connell - Mais Um Criminoso de Pensamento!

Mais um exemplo que a "liberdade de expressão" é apenas para alguns. Brendon O'Connell atreveu-se a criticar a política de Israel no Médio Oriente (participou inclusivamente numa acção na Palestina em que se opunham à importação de fruta para a Austrália) e colocou um vídeo no Youtube onde apresentava várias frases de extremistas Judeus/Sionistas. O resultado não se fez esperar...

Vejam a seguir um vídeo de Fredrik Töben que explica a situação:



A seguir, o vídeo em que várias figuras judias (sionistas e não só) fazem afirmações radicais que ninguém questiona. O que se questiona é divulgá-las. A "promoção do ódio" está na divulgação do vídeo, segundo os legisladores! VERGONHOSO!

Pedro Varela - O Criminoso de Pensamento!

Cumpriram-se hoje seis meses da prisão e Pedro Varela, um dos mais recentes "criminosos do pensamento - viu negado o pedido de direito de ver a sua Filha e a sua Mãe!

Para Pedro Varela não há "Direitos Humanos", não há "Amnistias", não há "Organizações Humanitárias"! Apenas há ódio para quem pensa de forma diferente e divulga obras literárias que apoiam os seus pontos de vista! Esse é o seu crime!

sábado, 11 de junho de 2011

Banqueiro Suíço Desmascara os Bilderbergs em Entrevista

A entrevista abaixo foi publicada neste site russo e mostra de forma reveladora como os poderosos membros da elite estão dispostos a tudo para manter o controlo, inclusive assassinar presidentes.

Veja ao fim do texto a entrevista de John Perkins, um assassino económico ("hit-man") contratado pela CIA, e cujas informações confirmam a entrevista abaixo:


Q: Pode nos dizer algo sobre o seu envolvimento no negócio bancário suíço?
R: Eu trabalhei para os bancos suíços durante muitos anos. Eu fui designado como um dos principais diretores de um dos maiores bancos suíços. Durante o meu trabalho eu estava envolvido no pagamento direto em dinheiro a uma pessoa que matou o presidente de um país estrangeiro. Eu estava na reunião onde foi decidido dar esse dinheiro em espécie para o assassino. Isto deu-me dramáticas dores de cabeça e deixou muito conturbada a minha consciência. Não foi o único caso que foi muito ruim, mas foi o pior.
Foi uma instrução de pagamento por ordem de um serviço secreto estrangeiro escrito à mão que ordenava pagar uma certa quantia para uma pessoa que matou o líder de um país estrangeiro. E não foi o único caso. Recebemos em mão várias cartas escritas provenientes de serviços secretos estrangeiros dando ordens de pagamento em dinheiro a partir contas secretas para financiar revoluções ou o assassinato de pessoas. Posso confirmar que John Perkins escreveu no seu livro “Confissões de um Hit Man Económico” (veja vídeo com uma entrevista com Perkins ao final deste post). E realmente só existe um sistema e os bancos suíços estão envolvidos em tais casos.


Q: O livro de Perkins é também traduzido e disponível em russo. Você pode nos dizer qual foi o banco e quem foi o responsável?
R: Foi um dos três maiores bancos suíços na época e era o presidente de um país de terceiro mundo. Mas eu não quero dar muitos detalhes, porque eles irão me achar muito facilmente se eu disser o nome do presidente e o nome do banco. Eu iria arriscar a minha vida.


Q: Você também não pode nomear qualquer pessoa do banco?
R: Não, eu não posso, mas posso assegurar-vos que isso aconteceu. Éramos várias pessoas na sala de reuniões. A pessoa encarregada do pagamento físico do dinheiro veio até nós e nos perguntou se ele tinha permissão para pagar uma quantia tão grande em dinheiro a essa pessoa e um dos diretores explicou o caso e todos os outros disseram “ok, você pode fazê-lo“.


Q: Será que isso aconteceu muitas vezes? Era este um tipo de fundo clandestino?
R: Sim. Este foi um fundo especial administrado em um lugar especial no banco onde todas as cartas codificadas vinham do exterior. As cartas mais importantes eram escritas à mão. Tivemos de decifrá-las e nelas estava a ordem de pagar uma certa quantia de dinheiro das contas para o assassinato de pessoas, o financiamento de revoluções, combates, de todos os tipos de coisas. Eu sei que certas pessoas que fazem parte do grupo Bilderberg estavam envolvidas em tais ordens. Quer dizer, eles deram as ordens para matar.


Q: Pode nos dizer em que ano ou década que isso aconteceu?
R: Eu prefiro não dar-lhe o ano exato, mas foi na década de 80.


Q: Você teve algum problema com este trabalho?
R: Sim, um problema muito grande. Eu não conseguia dormir por muitos dias e depois de um tempo eu saí do banco. Se eu lhe dar muitos detalhes, eles vão me seguir. Vários serviços secretos estrangeiros, falando principalmente o inglês, deram ordens para financiar atos ilícitos, até mesmo o assassinato de pessoas por meio de bancos suíços. Tivemos que pagar por ordem de potências estrangeiras para a matança de pessoas que não seguem as ordens dos Bilderbergs ou o FMI ou o Banco Mundial, por exemplo.


Q: Esta revelação que você está fazendo é muito alarmante. Por que você sente o impulso de dizer isso agora?
R: Porque os Bilderbergs estão reunidos na Suíça. Porque a situação mundial está ficando cada vez pior. E porque os maiores bancos da Suíça estão envolvidos em atividades anti-éticas. A maioria destas operações estão fora do balanço. Ela é um múltiplo do que está oficialmente declarado. Estas operações não são auditadas e isto acontece o pagamento de quaisquer impostos. Os valores envolvidos tem um monte de zeros. São enormes somas de dinheiro.


Q: Então são bilhões?
R: É muito mais, são trilhões, completamente não-auditados, ilegais e fora do sistema fiscal. Basicamente é um roubo de todo mundo. Eu quero dizer a maioria das pessoas normais pagam impostos e respeitam as leis. O que está acontecendo aqui é completamente contra os nossos valores suíços, como honestidade imparcialidade e boa fé. Nas reuniões em que eu estava envolvido, as discussões eram completamente contra os nossos princípios democráticos. Veja você, a maioria dos diretores dos bancos suíços não são mais locais, eles são estrangeiros, principalmente anglo-saxões, ou americanos ou britânicos, E eles não respeitam a nossa neutralidade, não respeitam os nossos valores, eles são contra os nossa democracia direta, eles apenas usam os bancos suíços para os seus meios ilegais.
Eles usam grandes quantidades de dinheiro criado do nada e destroem a nossa sociedade e os povos no mundo inteiro apenas por ganância. Eles buscam o poder e destruem países inteiros, como Grécia, Espanha, Portugal ou a Irlanda e a Suíça será uma das últimas da fila. E eles usam a China como seus escravos trabalhadores. E uma pessoa como Josef Ackermann (foto), que é um cidadão suíço, é o homem mais forte em um banco alemão e ele usa seu poder para a ganância e não respeita as pessoas comuns. Ele tem alguns casos jurídicos na Alemanha e agora também nos Estados Unidos. Ele é um Bilderberg e não se preocupa com a Suíça ou qualquer outro país.


Q: Você está dizendo que algumas dessas pessoas que você está mencionando irão estar participando da reunião do Grupo Bilderberg que acontecerá em junho, em St. Moritz?
R: Sim.


Q: Então, eles estão atualmente em uma posição de poder?
R: Sim. Eles têm grandes quantidades de dinheiro disponível e irão usá-lo para destruir países inteiros. Eles destroem a nossa indústria e a constroem na China. Por outro lado, eles abriram as portas na Europa para todos os produtos chineses. A população trabalhadora da Europa está ganhando cada vez menos. O verdadeiro objetivo é destruir a Europa.


Q: Você acha que a reunião de Bilderberg em St. Moritz tem valor simbólico? Porque em 2009 eles se na Grécia, em 2010, em Espanha e olha o que aconteceu com eles. Será que isso significa a Suíça pode esperar algo de ruim?
R: Sim. A Suíça é um dos países mais importantes para eles, porque há tanto dinheiro aqui. Eles estão se reunindo lá, porque para além de outras coisas eles querem destruir todos os valores que a Suíça representa. Você vê que é um obstáculo para eles, não fazer parte da União Europeia ou do Euro, não são totalmente controlado por Bruxelas, e assim por diante. Quanto aos valores eu não estou falando sobre os grandes bancos suíços, porque eles não são mais suíços, a maioria deles são lideradas pelos norte-americanos. Eu estou falando sobre o verdadeiro espírito suíço que as pessoas comuns valorizam e mantem.
E é claro que tem um valor simbólico, como você disse, sobre a Grécia e a Espanha. Seu objetivo é ser uma espécie de clube de elite exclusivo que tem todo o poder e todo o resto das pessoas são pobres e decadentes .


Q: Você acha que o objetivo de Bilderberg é criar uma espécie de ditadura global, controlada por grandes corporações globais, onde não exista mais estados soberanos?
R: Sim, e a Suíça é o único lugar com uma democracia direta e está no seu caminho. Eles usam a chantagem do “muito grande para cair”, como no caso da UBS para deixar o nosso país endividado, assim como fizeram com muitos outros países. No final, talvez eles queiram fazer com a Suíça o que eles fizeram com a Islândia, deixando todos os bancos e o país inteiro falido.


Q: E também para trazer a Suíça para a União Européia (UE)?
R: Claro que sim. A União Européia está sob as garras de ferro do grupo Bilderberg.


Q: O que você acha que poderia parar este plano?
R: Bem, esta é a razão de eu estar falando com você. É verdade. E a verdade é o único caminho. Colocar uma luz sobre esta situação, expô-la. Eles não gostam de estar no centro das atenções. Temos de criar transparência no setor bancário e em todos os níveis da sociedade.


Q: O que você está dizendo é que existe um lado correto no negócio bancário suíço e há alguns grandes bancos que estão abusando do sistema financeiro para suas atividades ilegais.
R: Sim. Os grandes bancos estão treinando seus funcionários com os valores anglo-saxões. Eles estão treinando para serem gananciosos e cruéis. E a ganância está destruindo a Suíça e todos os outros países. Como país, nós temos a maioria dos bancos que operam mais corretamente no mundo, se você olhar para os bancos pequenos e médios. São apenas os grandes que operam globalmente que são um problema. Eles não são mais suíços e não se consideram como tal.


Q: Você acha que é uma coisa boa que as pessoas estão expondo os Bilderbergs e mostrando quem eles realmente são?
R: Acho que o caso de Strauss-Kahn é uma boa oportunidade para nós, porque mostra que estas pessoas são corruptas, doentes em suas mentes, tão doente que eles estão cheios de vícios e estes vícios são mantidos em sigilo sob suas ordens. Alguns deles, estupram como Strauss-Kahn, outros são sadomasoquismo, ou pedófilos e muitos estão envolvidos no satanismo. Quando você vai em alguns bancos que você vê estes símbolos satanistas, como no Banco Rothschild, em Zurique. Estas pessoas são controladas através de chantagens por causa das fraquezas que têm. Elas precisam seguir as ordens ou eles serão expostos, destruídos ou até mesmo mortos. A reputação de Strauss-Kahn não foi destruída apenas morta mídia de massa, ele poderia ser morto também literalmente.


Q: Já que Ackermann está no comité de direção do Grupo Bilderberg, você acha que ele é um grande tomador de decisão lá?
R: Sim. Mas existem muitos outros, como Lagarde, este provavelmente será o próximo chefe do FMI, também membro do Bilderberg, em seguida, Sarkozy e Obama. Eles têm um novo plano para censurar a internet, porque a internet ainda é livre. Eles querem controlá-la e usam o terrorismo ou qualquer outra coisa como uma justificativa. Eles poderiam até mesmo planejar algo horrível para que eles tenham uma desculpa.


Q: Então esse é o seu medo?
R: Não é apenas um receio, estou certo disso. Como eu disse, eles deram ordens para matar, então eles são capazes de coisas terríveis. Se eles têm a sensação de que estão perdendo o controle, como o levante agora na Grécia e na Espanha e, talvez a Itália será a próxima, então eles podem fazer outra rede Gladio (exército secreto europeu sob o comando da CIA e MI6, deixado dormente depois da 2º Guerra Mundial até que fosse necessário). Eu estava perto da rede Gladio. Como você sabe instigaram o terrorismo pago com dinheiro americano para controlar o sistema político na Itália e de outros países europeus. Em relação ao assassinato de Aldo Moro, o pagamento foi feito através do mesmo sistema que eu te falei.


Q: Ackermann foi parte deste sistema de pagamentos em bancos suíços?
R: (sorri)… você que é o jornalista. Olhe para a sua carreira e quão rápido ele chegou ao topo.


Q: O que você acha que pode ser feito para impedi-los?
R: Bem, existem muitos livros bons lá fora, que explicam a fundo e conectam os pontos, como o que mencionei do Perkins. Essas pessoas realmente têm assassinos que são pagos para matar. Alguns deles recebem o seu dinheiro através de bancos suíços. Mas não é só isso, eles têm um sistema instituído em todo o mundo. Estas pessoas estão preparadas para fazer qualquer coisa para manter o controle. E eu quero dizer realmente qualquer coisa.


Q: Através da exposição podemos detê-los?
R: Sim, dizendo a verdade. Estamos confrontando com criminosos realmente cruéis, e também grandes criminosos de guerra. É pior que genocídio. Eles estão prontos e capazes de matar milhões de pessoas apenas para permanecer no poder e no controle.


Q: O senhor pode explicar a partir do seu ponto de vista, porque a mídia de massa no ocidente é completamente omissa quanto ao Grupo Bilderberg?
R: Porque há um acordo entre eles e os donos dos meios de comunicação. Você não fala sobre isso. Eles os compram. Além disso, alguns dos grandes chefes da mídia são convidados para as reuniões, mas eles não ordenados a não relatar nada do que eles vêem e ouvem.


Q: Na estrutura do Grupo Bilderberg, há um círculo que sabe dos planos, e então há uma maioria que apenas seguem as ordens?
R: Sim. Você tem o círculo interno que estão envolvidos no satanismo e depois há as pessoas ingênuas ou menos informados. Algumas pessoas ainda pensam que estão fazendo algo de bom, o círculo exterior.


Q: De acordo com documentos expostos e as próprias declarações, o grupo Bilderberg decidiu em 1955 criar a União Européia e o euro, e desta forma tomou decisões importantes e de grande alcance.
R: Sim, e você sabe que Bilderberg foi fundado pelo príncipe Bernard, um antigo membro das SS nazista e do partido nazista e ele também trabalhou para a IG Farben, cuja subsidiária produzia o Cyclone B (o pesticida utilizaqo nas câmaras de gás dos campos de extermínio). O outro homem era o chefe da Occidental Petroleum, que tinha relações estreitas com os comunistas na Sowjetunion. Trabalharam com ambos os lados, mas realmente estas pessoas são fascistas que querem controlar tudo e qualquer um que fique em seu caminho é removido.


Q: O sistema de pagamento você explicou está fora das operações normais, compartimentada e em segredo?
R: Nos bancos suíços trabalhadores normais não sabem que isso está acontecendo. É como um departamento segreto dentro do banco. Como eu disse estas operações estão fora do balanço, sem nenhuma supervisão. Alguns estão situados no mesmo edifício, outros estão de fora. Eles têm sua própria segurança e área especial, onde somente pessoas autorizadas podem entrar.


Q: Como eles mantêm estas transações fora do sistema Swift internacional?
R: Bem, algumas das listas Clearstream eram verdadeiras no início. Eles apenas incluiram nomes falsos para fazer as pessoas acreditarem que toda a lista fosse falsa. Você vê que eles também erram. A primeira lista era verdadeira e você pode rastrear um monte de coisas. Você vê, existem pessoas ao redor que descobrem irregularidades, a verdade, e as reportam. Depois é claro que existem ações judiciais e essas pessoas são forçadas a se calar.
A melhor maneira de pará-los é dizer a verdade, colocar o holofote sobre eles. Se não impedi-los, vamos acabar como os seus escravos.


Q: Obrigado por esta entrevista.

Peter Odintsov

Moscovo, 30 de Maio de 2011


Assista a seguir a entrevista de John Perkins no filme Zeitgeist:



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Soldados Americanos Assassinaram Civis Inocentes e Colocaram-lhes Armas

"A primeira vítima da guerra é sempre a verdade!"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Revelando Os Segredos Da Area 51 (Legendado)

Esta é uma megaprodução que mostra por dentro e em detalhes segredos nunca antes revelados sobre o resgate de UFOs acidentados e levados à base militar mais secreta do mundo, a Área 51. Este é o documentário mais completo, profundo, informativo e elogiado sobre o tema, derivado do famoso Dreamland. Você verá nele fatos inéditos e imagens estarrecedoras sobre o local onde os ufólogos e cientistas norte-americanos acusam seu governo de levar e esconder inclusive UFOs abatidos por aviões de caça e os seres capturados. Nenhum outro DVD de qualquer país, igualou a este vídeo, que recebeu inúmeros prêmios por sua maneira clara de mostrar, com grande profissionalismo, um tema tão conturbado.

Difamacao (Defamation) - A Indústria do Antissemitismo - Yoav Shamir (Legendado)

[Retirado e adaptado daqui]
Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de "A indústria do holocausto", Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de "A indústria do antissemitismo".

Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa "indústria". A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos grupos oriundos das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta. Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis.

O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Resposta a Eruditos Anónimos




Este ‘post’ tem o objectivo de responder ao que me foi dirigido pessoalmente num comentário que deixei aqui.

O meu objectivo era apenas saber a opinião de alguém que apenas se identifica como “Anónimo” sobre o Movimento Zeitgeist, mas essa pessoa entrou em campos que considero, no mínimo, curiosos e que não podem deixar de ser respondidos.

1) “Todas as pessoas querem o lucro, ou qualquer forma análoga de obter distinção social, a nível estatutário e/ou material; é a natureza humana; não é característica exclusiva da "Banca";


Falso. Já viu, por exemplo, algum budista preocupar-se com o lucro ou com a distinção social??? Existem comunidades que nem sequer conhecem essa palavra e que a sua ambição é, naturalmente, limitada às suas espectativas e aspirações de vida. Não há uma “natureza humana”, mas sim um comportamento condicionado por uma série de factores.

A inveja, o ódio, a descriminação, etc., só existem porque as sociedades evoluem com governos e sistemas políticos que não se preocupam com a escassez de recursos que irá originar, a médio ou a longo prazo, uma diferenciação social cada vez mais profunda.

Se tivesse REALMENTE visto os filmes que lhe recomendei tinha percebido isso. Ficando pelo primeiro, não ficou a perceber nada de nada!




2) “Quem critica a parte "histórica" não se baseia na Bíblia. Bem pelo contrário.”


Falso. Questionar tabus religiosos tem as suas consequências. Até no Youtube apareceram uns supostos eruditos que tentaram descredibilizar o que é afirmado.
Apresente-me uma prova CONCRETA de que o que é dito no início do primeiro vídeo está completamente errado. Há uma interpretação e uma suposta explicação para determinados acontecimentos. Tão válida(s) como outras.



“Baseia-se num conjunto enorme de autores contemporâneos dos factos aludidos, pré-historiadores da Antiguidade e autoridades modernas nos assuntos.”




Então diga lá exemplos desse “conjunto enorme”...

Essa conversa é semelhante aos “milhares de testemunhos e provas de que existiram câmaras de gás para matar seres humanos”. Começa-se a espremer… e o que sai? Uma legislação que condena quem questione esse facto histórico (legislação essa que não existe para mais nenhum outro facto histórico!). Mas sobre isso falarei mais à frente…



“A parte "histórica" é de uma incompetência assustadora e baseia-se na repetição de lugares comuns difundidos por pessoas sem qualquer formação em investigação histórica.”

Exemplos?... Não há! Sabe porquê? Porque você limita-se a copiar o que alguns críticos do Movimento Zeitgeist dizem! Bla bla bla! Mas não formaliza nada nem fala directamente de nada porque tenta falar do que não sabe!
“Formação histórica”??? Cristo teria alguma formação em Cristianismo ou Marx em Marxismo? Curiosa essa preocupação com a formação… Que formação o senhor tem em História para falar sobre o Revisionismo Histórico? Tem formação em Química para saber as consequências da utilização, por exemplo, do ZyKlon B? Se fossemos por aí…




3) “Não há nenhuma "versão oficial" sobre assunto nenhum, no sentido em que vivemos em sociedades abertas e ninguém lhe impõe que aceite as conclusões institucionais como um dogma.”

Falso. Só um absoluto desconhecimento sobre esta matéria em particular (9/11) pode levar a dizer isso. Procure ler sobre o que acontece a quem questiona o 9/11 (Veja aqui a razão porque Charlie Sheen passou a ser alguém “desprezível” no mundo de Hollywood).
Procure ler sobre o que acontece a alguém que questione a versão oficial do Holocausto (O bispo Richard Williamson ou Vincent Reynouard são dois dos mais recentes exemplos).

Procure saber que existem centenas de académicos (a lista aumenta quase diariamente) que questionam a versão OFICIAL do 9/11, que existem inúmeras associações, grupos, representantes, sites, blogues, sei lá mais o quê, de figuras públicas, e não só, que procuram denunciar aquele embuste.
Quer exemplos:
http://stj911.org/

http://ae911truth.org/
http://mp911truth.org/

E a lista não pára!


“Por outro lado, não conheço nenhuma autoridade cognitiva séria que perfilhe qualquer das teorias da conspiração constantes desse documentário. Até porque são ridículas.”


Qual é a parte que é ridícula? Pode dar exemplos? Vamos falar sobre isso CONCRETAMENTE?


4) “Quais foram os "fundadores dos Estados Unidos" que quiseram "acabar com a dependência da Banca" que foram assassinados?”.


Eu não disse que foram assassinados apenas por isso. Mas posso dar o exemplo de George Wythe, amigo de Jefferson (coincidência…). O seu envenenamento foi algo muito mal explicado.
Ou você pensa que por serem quase todos maçons que todos pensavam o mesmo?
John Adams, igualmente um grande amigo de Jefferson (coincidência) não foi assassinado, mas era igualmente um crítico da dependência dos Estados aos banqueiros! Tudo isto é referido especialmente nestas duas biografias de Thomas Jefferson: The Portable Thomas Jefferson, de Merrill D. Peterson e The life and selected writings of Thomas Jefferson, de Adrienne Koch e William Peden.
Josiah Bartlett, cuja que se distinguiu pela sua carreira de médico, só faltou ser canonizado pelo seu trabalho junto dos mais desfavorecidos; era igualmente um “fervoroso crítico da alienação do Estado ao dever de ajudar o povo e os mais desfavorecidos”.
Arthur Middleton, cujas biografias são estranhamente omissas sobre a verdadeira causa da sua morte, era considerado um “radical” já na sua época e fez inúmeras afirmações contra “certos poderosos que só viam moedas a brilharem em frente dos olhos” - só por curiosidade, um seu descendente, Baldur von Schirach, foi comandante da Juventude Hitleriana!
Existem mais nomes cujas mortes foram, no mínimo, “estranhas, mas que como não existem provas, sou obrigado a ficar por aqui.



“Já está a cometer um anacronismo ridículo, porque a ladaínha contra "a banca" só apareceu no final do século XIX”.

Falso. A crítica à banca, como a entendemos hoje, pode realmente só ter começado no final do século XIX, mas, diga-me, o que foram também os Templários?... Apenas uma ordem religiosa? Ou um dos exemplos históricos reveladores dos primórdios da manipulação monetária contra o verdadeiro interesse das pessoas?
“Anacronismo ridículo”? Não. Você teve foi azar porque pensava ser uma espécie de “génio da lâmpada do conhecimento económico”, mas apenas consegue fazer o copy/paste de teorias económicas, algumas falidas! O problema não está no erro, está na persistência do erro!



“você limita-se a repetir uma velha ladaínha e pensa que é uma análise muito moderna.”


Falso. Se alguém aqui repete “ladainhas” ou “cassetes” não sou eu. Como costumo dizer, não falo de agricultura porque não percebo. E você, um pouco mais à frente, vai entrar num campo onde é particularmente ignorante.



“Deve estar a confundir tudo com a crítica do Jefferson a um défice que comprometa as gerações seguintes - ora, isso não tem absolutamente nada a ver com "a banca" como a concebemos hoje.”


Penso que esta parte já foi explicada atrás. Mas mesmo assim volto a dizer que É EVIDENTE que tem a ver! Mesmo que você diga o contrário. O peso da Maçonaria já era muito forte naquela altura, tal como ainda é hoje, e as coisas não podem ser ditas tão abertamente como se pensa. Ou a Maçonaria também não existe?...


“Conhece a história de vida do JFK e as ligações perigosas da família dele à Máfia? Ou está só a pegar na versão que lhe dá jeito e a ignorar todas as outras?”

JFK foi uma marioneta dos Illuminatis que conseguiu cortar alguns fios da sua ligação e dependência aos que o colocaram no poder. Quando pretendeu ser autónomo e corresponder aos verdadeiros interesses das pessoas, pagou bem caro essa ousadia. Disse bem, ligações da família dele, mas pode apresentar provas DA SUA LIGAÇÃO EM PARTICULAR COM A MÁFIA? E o que tem a dizer sobre este discurso? E sobre a sua visão sobre a Banca, sobre a guerra do Vietname, sobre a Guerra Fria, etc.? Sobre isso já não fala?


“Sobre "Revisionismo": é o maior atentado à investigação histórica do século XX.”


A sério? Meu caro, tendo em conta que já passei alguns anos da minha vida a estudar esta parte, estou disponível para o elucidar naquilo que puder.
Os livros que recomenda são naturalmente uma ajuda. MAS TEM QUE LER MUITOS MAIS! E cruzar informações, dados e todo o tipo de estudos. Ora, é aqui que começam os problemas.
O facto histórico denominado “Holocausto” É O ÚNICO que não permite uma discussão e um debate livre! Não existe mais nenhum facto histórico que esteja sujeito a uma legislação que pune com penas de multa e de prisão quem possa ter alguma interpretação diferente da “oficial”.
E depois ainda temos aquela “coisa” chamada ADL (Anti-Difamation League), exclusiva dos judeus/sionistas e que mais nenhuma outra religião possui, que controla tudo o que é dito em todo o mundo sobre os judeus. Claro que qualquer crítica é sempre “anti-semitismo”…
Primeiro precisa de saber o que é e o que é que não é o Revisionismo Histórico (que não se limita ao “Revisionismo do Holocausto”).
Esta página pode ajudar.

Depois pode passar para as Vitórias do Revisionismo do Holocausto (disponíveis também no Revisionismo em Linha, por exemplo).


A partir daqui, estou disponível para discutir consigo O QUE QUISER sobre este assunto: números de mortos, câmaras de gás, propaganda de guerra, o que quiser!

Sobre “críticas demolidoras”, aconselho que se lembre do que aconteceu nas florestas de Katyn ou o que foi escrito sobre o campo de Dachau ou sobre o número de mortos em Auschwitz (placas substituídas, mas que fazem manter eternamente o célebre número de “6 milhões”! E há depois ainda TANTOS exemplos de “testemunhos” que foram desmascarados que houve necessidade de criar mais uma lei que condena quem “menospreze o sofrimento dos sobreviventes” e “desvalorize os crimes de guerra”… Temos o “sabão de gordura humana”, os “abajures de pele humana”, enfim… “Testemunhos” em que já nenhum historiador sério pega porque se verificaram ser “propaganda de guerra”.


Para finalizar, lembre-se que a verdade não teme a investigação! E que procurar apurar a verdade não tem nada a ver com o branqueamento do que quer que seja ou apologia de nada! Norman Finkelstein diz-lhe alguma coisa?

Há pouco preocupou-se com a “formação”. Grande parte dos sociólogos e historiadores têm formação e influências marxistas e ninguém se sente melindrado com isso, mas quando aparece um David Irving as coisas são diferentes e ele perde a sua credibilidade porque… tem simpatias nacional-socialistas! Não interessa se até teve acesso a documentos importantíssimos, não interessa se obteve informações de fontes envolvidas directamente no conflito! Questiona “os dogmas do Holocausto”, tribunal com ele!

Ficarei aqui calmamente à espera da sua resposta.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Skull and Bones - A Sociedade Secreta 'Caveira e Ossos' (I)




A Skull and Bones (Caveira e Ossos, em Português) é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.



Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado numa sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale de sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Baviera, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.

A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.

Em 1846, Russell tornou-se membro da assembleia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional. Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876 e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. O seu filho,William Howard Taft, tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.

Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniores, ou seja, antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key ("Chave e Pergaminho") e Wolf's Head ("Cabeça de lobo"). Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, o seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.


Influência na política





Caveira e Ossos, em 1947, com GEORGE H. W. BUSH à esquerda do relógio


Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filme The Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociedade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O Bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.

Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.

George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.


Integrantes famosos

William Howard Taft - Secretário da guerra (1904-1908) e 27º presidente dos EUA, filho de Alphonso Taft, fundador do grupo.

William Averell Harriman - Embaixador dos EUA na URSS (1943-1946), secretário de comércio (1946-1948) e governador de NY (1955-1958)

Henry Robinson Luce - Fundador de Time-Life, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos EUA.

George Herbert Walker Bush - Fazendeiro e empresário do petróleo no Texas. Foi o 11º diretor da CIA e 41º Presidente dos EUA.

George Walker Bush - Governador do Texas (1995-2000) e 43º presidente dos EUA.





terça-feira, 31 de maio de 2011

Uma Conversa Frontal Sobre o Sionismo: O que Significa o Nacionalismo Judaico



Uma Conversa Frontal Sobre o Sionismo: O que Significa o Nacionalismo Judaico





[Podem ler o artigo original aqui]

É importante perceber o Sionismo não apenas porque é uma ideologia influente e um movimento politico e social poderoso, mas também porque existe muita ignorância, confusão e desinformação sobre esse assunto.
Se fizerem uma busca sobre a palavra “Sionismo” num dicionário comum Americano, aquilo que encontrarão está, provavelmente, incorrecto ou nem sequer corresponde à verdade. Por exemplo, o popular e supostamente credível dicionário Americano que possuo no meu escritório define o Sionismo como “um movimento inicialmente para restabelecer, agora para apoiar, o estado nacional Judaico de Israel.” / 1 Esta definição, que é comum em trabalhos de referência americanos, é mais do que apenas incorrecto. É enganador.

O fundador do Sionismo moderno foi um escritor judaico chamado Theodor Herzl. Em 1890, vivia em Paris, onde era jornalista num grande jornal de Viena. Ele estava extremamente preocupado com a proliferação do anti-semitismo e com o sentimento anti-judaico em França, naquela altura. Ele pensou muito sobre o padrão da tensão, desconfiança e conflito entre Judeus e não-Judeus que tinha persistido durante séculos e descobriu o que ele acreditava ser uma solução para este problema antigo.
Herzl apresentou os seus pontos de vista num livro, escrito em Alemão, com o título The Jewish State (Der Judenstaat). Publicado em 1896, este trabalho é o manifesto ou o documento básico do movimento Sionista. Um ano depois, Herzl organizou a primeira conferência internacional Sionista. Cinquenta depois, quando o “Estado de Israel” foi proclamado solenemente num encontro em Tel Aviv, na conferência, por cima do pódio dos oradores, estava, adequadamente, um grande retrato de Herzl.
No seu livro, Herzl explicou que independentemente de onde possam viver, ou da sua cidadania, os Judeus não constituem apenas uma comunidade religiosa, mas uma nacionalidade, um povo. Ele usou a palavra Alemã Volk. Apesar de um grande número de Judeus viver entre não-Judeus, acrescentou, o conflito não é apenas provável, é inevitável. Ele escreveu: "A questão Judaica existe independentemente do número de Judeus. Onde não existe, é trazida pelos novos Judeus que chegam... Eu acredito, eu percebo o anti-Semitismo, que é um fenómeno muito complexo. Considero que o seu desenvolvimento como Judeu sem ódio ou medo." / 2

Nos seus escritos públicos e privados, Herzl explicou que o anti-Semitismo não é uma aberração, mas, pelo contrário, uma resposta natural dos não-Judeus para alienar o comportamento e as atitudes do Judeus. O sentimento anti-judaico, disse ele, não está relacionado com a ignorância ou o fanatismo, como muita gente refere. Em vez disso, concluiu, o antigo e aparentemente intratável conflito entre Judeus e não-Judeus é completamente compreensível, porque os Judeus são um povo distinto e separado, com interesses diferentes, e que frequentemente discordam com os interesses das pessoas entre as quais eles vivem.
A origem do sentimento anti-Judaico moderno, acreditou Herzl, foi a denominada “emancipação” dos Judeus nos séculos XVIII e XIX: a confinada vida no gueto para a sociedade moderna urbana levou-os directamente para a competição económica com os não-Judeus das classes médias. O anti-semitismo, escreveu Herzl, é "uma reacção compreensível aos defeitos dos Judeus". No seu diário, escreveu: "Acho que os anti-semitas estão no seu pleno direito". /3

Herzl defendeu que os Judeus deviam parar de fingir - a si próprios e aos não-Judeus - que eles são como todos os outros, e, em vez disso, deviam reconhecer de forma franca que eles são pessoas distintas e separadas, com metas distintas e diferentes interesses. A única solução praticável a longo prazo, disse ele, é os judeus reconhecerem a realidade e viverem, finalmente, como pessoas "normais" num estado próprio separado. Num memorando ao Czar da Rússia, Herzl escreveu que Sionismo é a "solução final da questão Judaica". / 4

Ao longo dos anos, muitos outros líderes Judaicos confirmaram a perspectiva de Herzl. Louis Brandeis, juíz do Supremo Tribunal dos EUA e um conceituado Sionista americano, afirmou: "Deixem-nos reconhecer que nós, os Judeus, pertencemos a uma nacionalidades distinta em que cada Judeu, independentemente do seu País, da sua estação ou sombra de crença, é necessariamente um membro". / 5
Stephen S. Sábio, presidente do Congresso Americano Judaico e do Congresso Mundial Judaico, referiu em Nova Iorque em Junho de 1938: "Eu não sou um cidadão americano com fé Judia. Eu sou um Judeu... Hitler estava certo numa coisa. Ele chamou “raça” às pessoas Judias, e nós somos uma raça". / 6
O primeiro presidente de Israel, Chaim Weizmann, escreveu nas suas memórias: "Sempre que a quantidade de Judeus em qualquer país alcançar o ponto de saturação, esse país reage contra eles … [Essa] reacção … não pode ser considerada como anti-semitismo no sentido comum dessa palavra; é um concomitante social e económico da imigração Judaica, e nós não podemos sacudi-la". / 7
Em harmonia com a cosmovisão Sionista, o primeiro-ministro Israelita Ariel Sharon referiu, numa reunião de Judeus Americanos, em Jerusalém, em Julho de 2004, que todos os Judeus em redor do mundo deveriam mudar-se para Israel o quanto antes. E porque o anti-semitismo era particularmente comum em França, ele acrescentou que os Judeus desse país deveriam ir para Israel imediatamente. Responsáveis Franceses responderam, rápida e previsivelmente, rejeitando as observações de Sharon, considerando-as "inaceitáveis". / 8
Mas imaginem se os líderes da França, dos Estados Unidos e de outros países tivessem de responder a essas observações de Sharon, e de outros Sionistas que afirmaram o mesmo, por se manifestarem favoravelmente. Imaginem se um presidente americano tivesse de responder, afirmando: "Você está certo, Sr. Sharon. Nós concordamos com você. Nós concordamos que o Judeus não pertencem aos Estados Unidos. Aliás, nós estamos prontos para demonstrar o nosso apoio ao que você diz fazendo tudo o que podermos para promover e incentivar todos os Judeus a deixarem o nosso país e partirem para Israel".
Isso seria a atitude lógica e honesta de líderes políticos não-judeus que dizem que apoiam Israel e o Sionismo. Mas os líderes políticos dos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, e de outros países, não são nem honestos nem coerentes.

Durante os anos 30, um governo europeu que foi honesto e coerente na sua atitude sobre este assunto foi o governo do Terceiro Reich Alemão. Judeus Sionistas e Alemães Nacional Socialistas partilharam visões semelhantes sobre como melhor lidar com aquilo que denominou de chamou "a questão Judaica". Eles concordaram que Judeus e Alemães eram de nacionalidades distintamente diferentes e que os Judeus não pertenciam à Europa, mas sim à denominada "terra natal Judia", na Palestina.
Na base das suas perspectivas compartilhadas, Alemães e Judeus trabalharam juntos naquilo em que cada comunidade acreditada ser o melhor para o seu interesse nacional. O governo de Hitler apoiou de forma vigorosa o Sionismo e a emigração Judia para a Palestina de 1933 até 1940-41, quando a Segunda Guerra mundial impediu uma colaboração adicional mais extensa. / 9
(Durante as anos da guerra, as atitudes endureceram e a política mudou drasticamente. A política Alemã de colaboração com os Sionistas e de apoio para emigração Judia para a Palestina deu seguimento a uma dura política de "solução final").

Durante os anos 30, o principal jornal das SS, Das Schwarze Korps, repetia constantemente o seu apoio ao Sionismo. Num artigo publicou em 1935, por exemplo, podia ler-se: / 10
"O reconhecimento do Judaísmo como uma comunidade racial baseada no sangue e não na religião levou o governo Alemão a garantir, sem qualquer reserva, a separação racial dessa comunidade. O governo está completamente de acordo com o grande movimento espiritual dentro do Judaísmo, denominado de Sionismo, com o seu reconhecimento da solidariedade do Judaísmo em redor do mundo, e sua rejeição a todas as noções de assimilação. Nesta base, a Alemanha empreenderá medidas que, certamente, terão um papel significativo no futuro da resolução do problema Judaico em todo o mundo".

Em finais de 1933, uma linha principal de embarque alemã começou a realizar o serviço directo de passageiros de Hamburgo para Haifa, Palestina, fornecendo "comida estritamente kosher" a bordo.
Em Setembro de 1935 de Setembro, o governo alemão promulgou as "Leis de Nuremberga" que proibiam casamentos e relações sexuais entre Judeus e Alemães e, como consequência, proclamou os Judeus um grupo estrangeiro minoritário. / 11 Alguns dias após a Leis de Nuremberga serem promulgadas, o principal jornal Sionista Alemão, o Jüdische Rundschau, deu as boas vindas a estas medidas no seu editorial. Explicou aos leitores: / 12
"A Alemanha... Vai de encontro às exigências do Congresso Mundial Sionista quando declara que os Judeus que vivem agora na Alemanha são uma minoria nacional. Uma vez que os Judeus foram rotulados como minoria nacional é agora novamente possível estabelecer relações normais entre a nação Alemã e o Judaísmo. As novas leis dão à minoria Judaica na Alemanha uma vida cultural própria, a sua própria vida nacional. No futuro, será possível criar as nossas próprias escolas, nosso próprio teatro e as nossas próprias associações de desporto. Resumidamente, pode ser criado o nosso próprio futuro em todos os aspectos de vida nacional..."

Durante os anos 30, grupos de Sionista, trabalhando em conjunto com as autoridades do Terceiro Reich, organizaram uma rede de aproximadamente quarenta campos e centros agrícolas por toda a Alemanha onde os potenciais colonizadores foram treinados para as suas novas vidas na Palestina.
A peça chave da cooperação de Germano-Sionista durante a era de Hitler foi o Acordo de Transferência, um pacto que permitiu que dezenas de milhares de Judeus Alemães migrassem para a Palestina com a sua riqueza. O Acordo, também conhecido como o Ha’avara - "transferência" em Hebraico - foi concluído em Agosto de 1933 em seguimento de conversas entre funcionários Alemães e um funcionário da Agência Judaica, o centro Palestino da Organização Mundial Sionista. / 13
Entre 1933 e 1941, cerca de 60.000 Judeus Alemães emigraram para a Palestina pelo Ha'avara e por outros acordos Germano-Sionistas, ou seja, aproximadamente dez por cento da população Judia na Alemanha em 1933. Alguns emigrantes do Ha'avara transferiram um considerável riqueza pessoal da Alemanha para a Palestina. Tal como referiu o historiador Judeu Edwin Black: "Muitas destas pessoas, especialmente nos finais dos anos 30, foram autorizadas a transferir autênticas réplicas das suas casas e fábricas - autênticas réplicas da sua existência". / 14
O Acordo de Transferência foi o maior exemplo de cooperação entre a Alemanha de Hitler e o Sionismo internacional. Através deste pacto, o Terceiro Reich de Hitler fez mais de que qualquer outro governo durante os anos 30 para apoiar o movimento Sionista e desenvolvimento Judaco na Palestina.

A essência do Sionismo, ou nacionalismo Judaico, é que os Judeus de toda parte - sem ter em conta onde e que eles vivem, sem ter em conta a sua perspectiva religiosa e sem ter em conta a sua cidadania - são membros do “povo” ou "nação" Judaica, a quem todos os Judeus devem uma prioritária lealdade.
A esmagadora maioria dos Judeus nos Estados Unidos identifica-se hoje com Israel a apoia este país, e são filiados em grupos e organizações Sionistas. Cada grupo ou associação significante Judaico nos Estados Unidos, e cada proeminente político ou líder comunitário Americano Judeu apoia Israel e o Sionismo, a maioria dos casos de forma fervorosa. Com muito poucas excepções, mesmo os Judeus Americanos que são críticos a algumas políticas de Israel mais embaraçosas, apoiam aquele país e a ideologia nacionalista sobre o qual estado Sionista é assente.
Um Judeu Sionista, por definição, deve a sua lealdade primária à comunidade Judia e a Israel. O Sionismo não é compatível com o patriotismo a nenhum país nem entidade sem ser a Israel e à comunidade Judia mundial. Essa é a razão pela qual é difícil de aceitar como sincero ou honesto as garantias dos líderes Judaicos nos Estados Unidos de que os Judeus Americanos são igualmente leais aos EUA como todos os outros.
Nos Estados Unidos, quase todo o proeminente líder político - Judeu e não-Judeu, Democrata e Republicano - apoia ardentemente Israel e a ideologia Judaica nacionalista sob a qual se baseia. Em Washington, os líderes políticos de ambos os partidos importantes insistem no apoio dos EUA a Israel como um estado etnicamente Judeu. Eles apoiam fervorosamente e procuram afincadamente ser favorecidos pelos grupos influentes de Judeus-Sionista, tal como o American Israel Public Affairs Committee [Comité Público Americano de Negócios de Israel] (AIPAC) e a Anti-Defamation League [Liga de Anti-Difamação] (ADL).

Todos - independentemente de serem Judeus ou não-Judeus - que alegam apoiar Israel deveriam, se fossem honestos e coerentes, associar-se aos pontos de vista do primeiro ministro Israelita Sharon, assim como de outros líderes Sionistas, e apoiar a migração de Judeus de toda parte para Israel. Mas, claro, não é o que acontece.
No que diz respeito ao Sionismo e a Israel, a atitude e as políticas de quase todos líderes políticos americanos, Judeus e não-Judeus, são caracterizadas pela hipocrisia e pelo engano. Dizendo de outra forma, os Judeus Sionistas e os seus apoiantes não-Judeus adoptam descaradamente um padrão duplo. As organizações de Judeus-Sionistas, juntamente com os seus aliados não-Judeus, apoiam uma ideologia social e política para Israel e para a comunidade Judia mundial, e uma completamente diferente para os Estados Unidos e para os outros países não-Judaicos. Eles insistem que o nacionalismo étnico é mau e demoníaco para os não-Judeus, enquanto ao mesmo tempo apoiam o nacionalismo étnico - que é o Sionismo - para judeus.
Eles insistem que Israel é, e tem que ser, um estado nacionalista Judaico, com um estatuto privilegiado para a sua população Judaica, inclusivamente com leis imigratórias que discriminem os não-Judeus. Ao mesmo tempo, os líderes e os grupos de Judeus-Sionista, assim como os não-Judeus que os apoiam, insistem que nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha e noutros países, não deve haver um estatuto privilegiado para ninguém baseado na raça, etnia ou religião.
Os nossos líderes políticos dizem-nos que os Judeus Americanos devem ser incentivados pensar em si próprios como um grupo nacional distinto, com uma identidade e interesses de comunidade separados dos outros Americanos. Ao mesmo tempo, os políticos Americanos insistem para que sejam dados aos Judeus Sionistas todos os plenos e iguais direitos como cidadãos dos EUA. Com base neste duplo padrão, é dado aos Judeus um estatuto privilegiado na vida política e cultural Americana.

Os americanos são levados a acreditar que Sionismo é uma perspectiva benigna de apoio altruísta e justo a uma chamada terra natal Judia. Na realidade, o Sionismo é uma ideologia e um movimento com base étnica nacionalista Judaica que reforça a identidade e a sua própria imagem dos Judeus como uma comunidade distinta e separada com interesses diferentes dos não-Judeus; e isso fortalece a comunidade mundial Judaica, já por si poderosa.


Notas:

1.New World Dictionary of the American Language, Second College Edition (1978?), p. 1654.
2.Th. Herzl, Der Judenstaat. (http://de.wikisource.org/wiki/Der_Judenstaat/Einleitung / http://www.zionismus.info/judenstaat/02.htm )
Também aqui: M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, p. 29. ( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html )
3.Kevin MacDonald, Separation and Its Discontents (Praeger,1998), pp. 45, 48.
4.Memorando de 22 de Nov., 1899. R. Patai, ed., The Complete Diaries of Theodor Herzl (New York: 1960), Vol. 3, p. 888.
5.Louis D. Brandeis, “The Jewish Problem and How to Solve It.” Speech of April 25, 1915. ( http://www.pbs.org/wnet/supremecourt/personality/sources_document11.html / http://www.law.louisville.edu/library/collections/brandeis/node/234 )
6.“Dr. Wise Urges Jews to Declare Selves as Such,” New York Herald Tribune, 13 de Junho de 1938, p. 12.
7.Chaim Weizmann, Trial and Error (1949), p. 90. Retirado daqui: Albert S. Lindemann, The Jew Accused (1991), p. 277.
8.“French Jews Must `Move to Israel’,” BBC News, 18 de Julho de 2004 (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3904943.stm )
Ver também: “Sharon Urges Jews to Go to Israel,” BBC News, 17 de Nov. de 2003. (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3275979.stm )
9.M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993 (Vol. 13, No. 4), pp. 29-37.
( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html )
10.Das Schwarze Korps, 26 de Set. de 1935. Retirado de: Francis R. Nicosia, The Third Reich and the Palestine Question (Univ. of Texas, 1985), p. 56-57.
11. Actualmente, as Leis de Nuremberga são frequentemente retratadas como impondo uma discriminação ultrajante e desumana contra os Judeus. Mas para ter isto em consideração, há que mencionar dois pontos. Primeiro: as Leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus são coerentes com a lei actual em Israel, onde tais casamentos não são permitidos, assim como a proibição de tais casamentos tal como é exposto nas escrituras hebraicas. (Ver, por exemplo: Números 25: 6-8; Deuteronomy 7:3; Ezra 9: 12; 10: 10-11; Nehemiah 10: 30; 13: 25.)
Segundo, em 1935, menos de um por cento da população Alemã era Judia, o que quer dizer que as leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus era irrelevante para a vasta maioria da população do país. Pelo contrário, nos Estados Unidos, durante os 30, a maioria dos estados de americanos tiveram leis que proibiam o casamento entre pessoas de raças diferentes. Porque a percentagem da população americana que era racialmente minoritária era muito maior do que na Alemanha, as leis raciais nos EUA tiveram um impacto muito maior na população americana.
12.Jüdische Rundschau, 17 de Set. de 1935. Retirado de: Y. Arad, and others, Documents on the Holocaust (Jerusalem: 1981), pp. 82-83.
13.W. Feilchenfeld, “Ha’avara,” New Encyclopedia of Zionism and Israel (Herzl Press, 1994), pp. 535-536; M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, pp. 33-34.
14.Edwin Black, The Transfer Agreement (1984), p. 379.