quarta-feira, 6 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt

[O original pode ser lido aqui]

Nota Preliminar: No interesse da imparcialidade e exactidão, o ensaio que se segue foi enviado por e-mail para a Dr. Deborah Lipstadt antes da sua publicação no site CODOH. Ela foi questionada a identificar quaisquer problemas, erros, interpretações erróneas, falsidades, etc. Se tal fosse necessário, estes seriam eliminados ou corrigidos. Paul Grubach e o CODOH não têm qualquer intenção de publicar qualquer material falso ou enganador. Previsivelmente, ela nunca respondeu.


I. A Importância de Deborah Lipstadt

Na sua crítica de 1993 ao movimento Revisionista do Holocausto, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory [Negando o Holocausto: O Crescente Ataque à Verdade e à Memória], a professora doutorada em Estudos Modernos Judaicos e do Holocausto da Universidade de Emory, Deborah Lipstadt, atacou o historiador Britânico David Irving e acusou-o de ser "um dos porta-vozes mais perigosos para negação de Holocausto". 1 Em resposta, Irving processou Lipstadt e a sua editora, a Penguin UK, por difamação. O julgamento decorreu em Londres, começando em Janeiro de 2000, tendo recebido cobertura mundial, uma vez que os meios de comunicação social caíram sobre a historiografia do Holocausto e a batalha continuada entre as visões tradicionais e revisionistas da tragédia Judaica durante a Segunda Guerra Mundial.

O julgamento acabou em Abril de 2000. Irving perdeu o caso e a vitória de Lipstadt foi notícia de primeira página mundial. No entanto, as implicações do julgamento estavam longe de acabar. Como referiu o historiador Daniel Jonah Goldhag, no The Washington Post’s Book World, "o julgamento foi um acontecimento, coberto pelo mundo inteiro, de substancial importância social e política". 2


O Daily Telegraph de Londres escreveu que o drama passado na sala de tribunal de Irving-Lipstadt fez "para o novo século foi o que o tribunal de Nuremberga ou o julgamento de Eichmann fizeram para as anteriores gerações”.3 “Todos os críticos concordam", realçou a Bookmarks Magazine, "que história de Lipstadt é uma fascinante e importante lição histórica para o registo futuro". 4 O influente Kirkus Reviews alegou que a versão dos acontecimentos de Lipstadt, History on Trial, é um “fascinante e meritório trabalho de história legal - e moral." 5 Mesmo o Primeiro-Ministro contemporâneo de Israel, Ehud Barak, aproveitou o intervalo das reuniões com o Presidente Bill Clinton para elogiar Lipstadt pela sua "importante vitória a favor das pessoas Judias.” 6

Embora o conhecido advogado Alan Dershowitz tenha alegado que a vitória de Lipstadt tinha constituído a derrota mais importante numa sala de tribunal para a "negação" do Holocausto na história recente, Irving não perdeu o seu caso por causa de alguma falha associada ao revisionismo do Holocausto. 7 Por alguma razão, o dissidente historiador Britânico, que se fez representar em tribunal, não é advogado e, mesmo assim, travou um duelo contra uma equipa com muito talento. Mas o que é importante, é que David Irving declarou que não era uma autoridade na tragédia Judaica na Segunda Guerra Mundial nem em revisionismo do Holocausto. De facto, ele admitiu que nem sequer tinha lido um dos mais importantes estudos revisionista sobre o Holocausto - a notável obra de Arthur Butz, “The Hoax of the Twentieth Century”.8

Até mesmo o juiz, o Dr. Charles Gray, salientou nas alegações finais que Irving estava em desvantagem porque não podia interrogar Lipstadt a respeito da sua afirmação de que havia uma conspiração Judia internacional para silenciá-lo. "Irving estava em grandes dificuldades”, realçou o magistrado Britânico, "em apresentar este aspecto do caso pela decisão inesperada dos réus que, com o conhecimento pleno das alegações que Irving fizera sobre a conduta de Lipstadt, não a chamaram para depor e para ser interrogada por Irving. Nem é preciso dizer que os réus foram perfeitamente autorizados a adoptar esta táctica, o que colocou Irving, agindo na sua própria pessoa, em desvantagem". 9

Aos olhos dos meios de comunicação social, Deborah Lipstadt emergiu como uma das autoridades mais importantes do mundo sobre a "negação do Holocausto". As fontes dos meios de comunicação do sistema “endeusaram-na” e ela é agora considerada como uma importante defensora e porta-voz para a comunidade Judia em particular, as forças da "moralidade, paz e justiça" na generalidade. O jornal mais importante do estado da Georgia, o Atlanta Journal Constitution, colocou-a nestes termos: "Na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, ela tem sido amplamente vista como a defensora do bem contra o inútil David Irving, príncipe das trevas". 10
Em contraste com este quadro bombástico, Lipstadt, numa explosão refrescante de honestidade, sugeriu que ela própria tinha feito muito pouco para merecer este exagerado elogio”. “Durante as entrevistas [na imprensa]", escreveu ela, "vários repórteres comentaram a minha "dignidade" durante o julgamento. Uma vez que eu nada tinha feito e que me tinha remetido ao silêncio, fiquei, de início, perplexa com a sua reacção”. 11

É importante penetrar e analisar o seu pensamento porque ele é o reflexo de um grande e poderoso segmento da comunidade Judaica em particular e dos meios de comunicação social Ocidentais na generalidade - duas identidades que possuem grande poder e influência. Os seus livros e as suas declarações expressam de forma clara a linha ideológica distorcida de pensamento que “justifica” e “legitima” o actual status quo socio-político do mundo actual.


II. A Visão Dogmática de Lipstadt Sobre o Revisionismo do Holocausto e a Sua Recusa de Debate
Uma das afirmações mais importantes de Lipstadt é a de que revisionismo do Holocausto é uma completa parvoíce, semelhante à teoria da Terra-plana, implicando que a sua visão ortodoxa do Holocausto é tão certa quanto o nosso conhecimento da natureza esférica da Terra. Nas suas próprias palavras: "Os argumentos [do revisionismo do Holocausto] fazem tanto sentido como a teoria da Terra-plana". 12

Aqui nós temos um excelente exemplo da falácia da "analogia defeituosa". Como realça o especialista em lógica Alex C. Michalos, esta falha de argumentação é cometida quando as coisas análogas ou comparadas têm mais diferenças do que semelhanças. 13

Além das experiências científicas que podem ser executadas na Terra para demonstrar a natureza esférica da mesma, há fotografias tiradas do espaço. 14 Em contraste, uma das autoridades principais do Holocausto, o historiador Raul Hilberg, admitiu que faltava uma prova científica para a existência das “câmaras de gás de Hitler”. Não existe nenhum autêntico e genuíno relatório de autópsia para mostrar que os Judeus foram mortos com gás tóxico. Ninguém alguma vez produziu fotografias de Judeus a serem gaseados. 15

Como Jean-Claude Pressac (mundialmente reconhecido como uma autoridade nas supostas câmaras de gás de Auschwitz) salientou, nos desenhos técnicos, documentos de construção e ordens de trabalho que traçam a construção e o subsequente uso dos edifícios que supostamente alojaram as "câmaras de gás de Auschwitz", não há nenhuma referência explícita ao uso de câmaras de gás nem Zyklon B para propósitos homicidas. 16 Isto também foi relutantemente admitido no julgamento de Irving-Lipstadt em Londres. 17

Não obstante a captura de literalmente toneladas de documentos Alemães depois da Segunda Guerra Mundial, nenhuma prova documental de uma ordem de guerra de extermínio, plano nem programa foi alguma vez encontrada. Hilberg admitiu o mesmo durante o seu testemunho no julgamento de 1985, em Toronto, do activista Revisionista Ernst Zundel. 18 Lipstadt confirmou que não há nenhuma ordem escrita por Hitler autorizando a destruição dos Judeus. 19

Uma das mais importantes peças de "evidência" tradicionalmente utilizadas para "provar" o "Holocausto" é o testemunho de Rudolf Höß, o comandante de Auschwitz. Lipstadt e Christopher Browning (um proeminente historiador do Holocausto que fazia parte da sua equipa de defesa) admitiram que as confissões de Höß eram incertas, uma vez que ele tinha sido torturado pelos Britânicos para confessar um número fantástico e inacreditável de assassinatos. 20

A Dra. Lipstadt insiste que "a existência do Holocausto não é uma questão de debate". 21 Mas, como nós acabamos de salientar, para negar este ponto de vista está o facto de que falta todo o material fotográfico, documental e científico necessário para provar a versão de Lipstadt sobre o Holocausto.

Lipstadt acrescenta que o revisionismo do Holocausto é tão absurdo quanto teoria da Terra-plana: "No entanto, num contraste dramático com os defensores da Terra-plana, eles [os revisionistas do Holocausto] podem causar uma tremenda dor e agressão". 22 Isto pode ser interpretado como uma admissão implícita de que o revisionismo do Holocausto tem muito mais credibilidade do que ela pretende admitir publicamente. Se o revisionismo do Holocausto é intrinsecamente ridículo e absurdo, o equivalente à teoria da Terra-plana, como é que com apenas um ventilar público do mesmo se pode causar uma "tremenda dor e agressão"? O ventilar público de um sistema de crenças que é intrinsecamente estúpido e patético seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt e para os seus colegas exporem o seu absurdo e submeterem os seus proponentes a uma humilhação pública e, por fim, relegarem o movimento Revisionista para o lixo da História.

"Quando eu recebi convites para debater com os negacionistas”, escreveu ela, “recusei, explicando que enquanto muitas coisas sobre o Holocausto estão abertas ao debate, a existência do acontecimento não". 23 Para debater com os cépticos do Holocausto, Lipstadt insistiu, "estaria a dar-lhes uma legitimidade e estatura que eles de modo algum merecem. Elevaria a sua ideologia anti-semita - que é o que é a negação do Holocausto - ao nível da historiografia responsável - que é o que não é". 24

Apesar do que Lipstadt escreve, se as provas mais fortes sobre o Holocausto passam pela opressão e pelas afirmações sobre o Revisionismo de ridículas, evitar o debate não lhe dá credibilidade e respeito. Bem pelo contrário! Trocar argumentos com estes "cépticos” seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt expor a sua charlatanice e estupidez. Só se o Revisionismo tiver validade intrínseca ele ganhará estatura por uma audição pública. A recusa da senhora Judia em debater carrega com ela o reconhecimento implícito de que o Revisionismo tem mais legitimidade do que ela quer admitir.

Mesmo que o Revisionismo fosse um puro disparate, o interesse do público continuaria a existir se os meios de comunicação social lhe dessem a devida atenção. A verdade da visão tradicional do Holocausto pode ser provada novamente. Lipstadt já declarou anteriormente que “apenas estava interessada em encontrar a verdade.”25 Se assim for, uma maior e completa percepção da verdade será encontrada com um debate público onde os seus “factos sobre o Holocausto” entrarão em choque com a “ficção negacionista do Holocausto”.

Karl Popper, um proeminente filósofo da ciência, defendia que uma afirmação (uma teoria, uma conjectura) tem o estatuto ou predicado de pertencer à ciência empírica se, e apenas se, for potencialmente capaz.26 Se o Holocausto não pode ser questionado nem debatido e tem que ser cegamente aceite como “facto”, então não é falseável. Se não é falseável, então não é uma teoria científica. A posição de Lipstadt viola os presupostos da boa ciência. A verdadeira teoria científica está aberta à questão e ao debate contínuos.

A agenda de Lipstadt é, acredito, facilmente aparente. O que ela afirma é que devemos aceitar a visão tradicional da doutrina do Holocausto sem qualquer dúvida, a priori. Ela pretende evitar que o público e os meios de comunicação social dêem ouvidos e um tratamento justo ao revisionismo do Holocausto, porque no momento em que o público o fizer, isso levará a um julgamento desfavorável para a sua versão tradicional do Holocausto.

Além disso, a sua posição é contraditória. Ela escreve: “Os negacionistas, defendo eu, deverão se impedidos com uma pesquisa argumental, não com cortes grosseiros da lei.”27 A pesquisa argumental deve incluir o justo e razoável exame dos argumentos do oponente e uma vontade de debater publicamente com o opositor. Recusar o debate com o opositor não é uma “pesquisa argumental”.

Ela continua:: “Os negacionistas…distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos e, consequentemente, saem completamente fora dos parâmetros de qualquer debate histórico sobre o Holocausto.”28 Se isto fosse realmente um descrição exacta dos métodos dos “negacionistas do Holocausto” então seria do interesse para Lipstadt e para os seus companheiros historiadores do sistema debaterem-no publicamente, porque isso seria uma oportunidade de ouro para também, publicamente, exporem as suas distorções, falsificações e a sua completa imbecilidade. Seria uma excelente oportunidade para exporem os “negacionistas do Holocausto” como os patetas e impostores que nós, alegadamente, somos. Se os “negacionistas do Holocausto” realmente distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos, Lipstadt deveria gostar da ideia de debater com eles, porque isso seria uma oportunidade para ela os expor e ajudar a destruir o movimento revisionista de uma vez por todas.

Apesar de tudo, parece que a “justificação” de Lipstadt em recusar o debate não passa de uma salvação da consciência para uma auto-decepção projectada para esconder o medo e a insegurança no que diz respeito à validade do revisionismo do Holocausto. Na realidade, não deixa de ser um sinal favorável para o revisionismo do Holocausto que alguns dos seus maiores detractores como Deborah Lipstadt recusem o debate. Manda uma mensagem implícita ao grande pública de que o revisionismo do Holocausto tem mais credibilidade do que aquilo que os seus oponentes admitem publicamente.
A sua agenda real foi a colocada descoberto por Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Califórnia. No julgamento de Irving-Lipstadt ele salientou: "Eles [o lobby Judaico-Sionismo do Holocausto] pensam…que a sua versão dos acontecimentos deve ser aceite como verdade e que a divergência de alguns desses princípios deve ser vista como inaceitável de qualquer discussão racional". 29

Lipstadt pretende que a sua versão Judaico-Sionista do Holocausto seja aceite como “a verdade” e que toda a discordância ou exame sobre a mesma passe a ser um tabu. Desta forma, a sua visão tradicional do Holocausto deverá se aceite pela sociedade sem qualquer questão. Torna-se assim uma auto-perpectuação.


(Continua)

David Cole e Mark Weber no Montel Williams Show

Debate já antigo, mas que não deixa de ser importante. Especialmente para ajudar a esclarecer o que é e o que não é o Revisionismo do Holocausto.









Estaline Estaria Pronto Para Atacar a Alemanha Nazi

Documentos revelados recentemente revelaram que Estaline estava pronto para enviar mais de um milhão de soldados Soviéticos até à fronteira Alemã para impedir uma potencial agressão Nazi. É alegado que o acordo tinha sido alcançado entre a URSS, Grã-Bretanha e a França e a estratégia podia ter prevenido a epidemia da Segunda Guerra mundial.

Podem ler aqui o plano de Estaline para atacar a Alemanha Nazi e a sua provável responsabilidade pela Segunda Guerra Mundial.

O que não deixa de ser interessante sobre este assunto é o quase completo silêncio da "historiografia oficial", a tal "academia credível" sobre a qual alguns gostam de falar. O que tem que se manter nos manuais escolares (e não só) é que, de um lado, estavam "os maus do costume" e, do outro, "os bons do costume", os tais "aliados" que nos vieram salvar a todos...

Mind Control: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (II)


(Continuação deste artigo).


MODELO DE 8 PONTOS PARA A REFORMA DO PENSAMENTO
de Robert Jay Lifton



1. Controle de ambiente. Limitação de muitas ou todas as formas de comunicação com não-membros do grupo. Livros, revistas, cartas e visitas de amigos são "tabus". "Saia e separe-se"!

2. Manipulação mística. O candidato em potencial ao grupo é convencido dos altos propósitos e da missão especial do grupo através de uma marcante experiência, como um suposto milagre ou uma palavra profética por algum dos membros do grupo.

3. Exigência de pureza. Um objetivo explícito do grupo é o de promover algum tipo de mudança, seja ela num nível global, social ou pessoal. "A perfeição é possível se permanecer no grupo e se comprometer".

4. Culto da confissão. A pouco saudável prática de fazer confissões perante os membros do grupo. Com frequência no contexto grupal de uma reunião, a admissão de pecados, erros e imperfeições do passado, até mesmo dúvidas sobre o grupo e pensamentos críticos com relação à integridade dos líderes.

5. Ciência sagrada. A perspectiva do grupo é absolutamente verdadeira e completamente adequada para explicar TUDO. A doutrina não está sujeita a alterações ou questionamentos. Requer-se absoluta conformidade à doutrina.

6. Linguagem tendenciosa. Um novo vocabulário emerge do contexto grupal. Os membros do grupo "pensam" dentro dos estreitos e muito abstratos parâmetros da doutrina do grupo. A terminologia eficientemente impede o pensamento crítico dos membros pelo reforço da mentalidade "certo e errado". Termos tendenciosos e jargões criam pensamento preconceituoso.

7. Doutrina acima da pessoa. Experiências anteriores ao grupo e experiências grupais são interpretadas de maneira estreita e dentro da própria doutrina , até mesmo quando a experiência contradiz a doutrina.

8.Dispensação da existência. A salvação só é possível dentro do grupo. Os que abandonam o grupo estão perdidos.


PERSUASÃO COERCITIVA NÃO É PERSUASÃO AMISTOSA

Os programas que utilizam as oito táticas anteriores citadas têm como denominador comum a tentativa de promover grandes mudanças na auto-imagem das pessoas, as suas percepções da realidade e relações interpessoais. Quando têm sucesso em promover essas mudanças, os programas de reforma de pensamento coercitiva criam também o potencial de forças necessárias para exercer influência indevida na capacidade da pessoa de tomar decisões de maneira independente e até de tornar essa pessoa um agente multiplicador para o benefício da organização sem o consentimento ou o tácito conhecimento da pessoa.

Os programas de persuasão coercitiva são efectivos porque para os indivíduos que experimentam os programados e severos factores estressantes gerados por eles, somente conseguem reduzir as pressões aceitando o sistema ou adotando os comportamentos promulgados pelos patrocinadores do programa de coerção. A relação entre a pessoa e as técnicas de persuasão coercitiva é dinâmica na medida em que, apesar da força das pressões, prêmios e punições ser considerável, ela não leva a uma reorganização das crenças ou atitudes feita de forma voluntária, estável e significativa . Ao contrário, ela leva a um tipo de aceitação forçada e a uma racionalização elaborada para a nova conduta, em função da situação.

Novamente, para conseguir manter as novas atitudes ou "decisões", sustentar a racionalização e continuar a influenciar indevidamente o comportamento de uma pessoa ao longo do tempo, as táticas coercitivas precisam ser aplicadas mais ou menos continuamente. Discursos inflamados sobre "inferno e perdição", sermões do púlpito com o objetivo de induzir ao sentimento de culpa, ou horas a fio com um vendedor utilizando técnicas de vendas por pressão, ou outros exemplos da chamada persuasão amistosa, não constituem a base necessária para um programa de persuasão subliminar que seja contínuo, coordenado e cuidadosamente selecionado, assim como aqueles encontrados nos programas mais abrangentes de "persuasão coercitiva".

Práticas de persuasão religiosa verdadeiramente pacíficas nunca tentariam forçar, compelir ou dominar o livre arbítrio ou as mentes de seus membros através de técnicas comportamentais coercitivas ou hipnotismo disfarçado. Elas não encontram nenhuma dificuldade na coexistência pacífica com a legislação americana destinada a proteger o público contra tais práticas.

Fingir ser persuasão amistosa é exatamente o que leva a persuasão coercitiva menos provável de atrair atenção ou mobilizar oposição. É isso também que a torna tão devastadora como tecnologia de controle. Vítimas de persuasão coercitiva apresentam: nenhum sinal de abuso físico, racionalizações convincentes para as mudanças abruptas ou radicais em seu comportamento, uma sinceridade convincente, pois elas foram mudadas de maneira tão gradual que nem se aperceberam do fato.

Para saber se persuasão coercitiva foi ou não usada torna-se necessário um cuidadoso estudo de caso, de todas as técnicas de influência usadas e de como foram aplicadas. O foco no meio de convencimento e no processo usado, não na mensagem, e também nas diferenças fundamentais , não nas similaridades por coincidência, torna fácil perceber qual o sistema utilizado. O continuum de influência ajuda a tornar mais perceptível a diferença entre persuasão amistosa e persuasão coercitiva.


VARIÁVEIS

Nem todas as táticas utilizadas num ambiente de persuasão coercitiva serão sempre coercitivas. Algumas táticas de natureza inócua ou velada misturam-se a elas. Nem todos os indivíduos expostos à persuasão coercitiva ou reforma de pensamento são coagidos eficazmente a se tornarem participantes. A sugestionabilidade individual, a constituição física e psicológica, as fraquezas e diferenças, reagem ao grau de severidade, continuidade e abrangência no qual as várias táticas e o conteúdo do programa de persuasão coercitiva são aplicados e determinam a eficácia do programa ou o grau de prejuízo causado às suas vítimas.

Por exemplo, no caso Estados Unidos x Lee 455 US 252, 257-258 (1982), o Supremo Tribunal da California decidiu que: "quando uma pessoa é submetida a persuasão coercitiva sem o seu conhecimento ou consentimento... pode sofrer sérias e, às vezes, irreversíveis disfunções físicas e psiquiátricas chegando mesmo até a tornar-se esquizofrénico, praticar auto-mutilação e suicídio".

QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS DE UM PROGRAMA DE PERSUASÃO COERCITIVA?

A) Determinar se o sujeito manteve o conhecimento necessário e a capacidade de volição para tomar a decisão de mudar suas idéias ou crenças.

B) Verificar se o sujeito realmente adoptou, afirmou ou rejeitou aquelas ideias ou crenças, de sua própria vontade.

C) Então, se necessário, tudo o que deveria ser examinado é que tipo de processos comportamentais foram usados, não o conteúdo ideológico. É necessário examinar somente os processos comportamentais usados na sua "conversão". Cada suposta situação de persuasão coercitiva deve ser revista caso a caso. As características dos programas de persuasão coercitiva são severas, bem entendidas, e não são acidentais.

PERSUASÃO COERCITIVA NÃO É VOLUNTÁRIA, AMISTOSA OU PRÁTICA BÁSICA DE NENHUMA RELIGIÃO LEGÍTIMA

Persuasão coercitiva não é uma prática religiosa, é uma tecnologia de controle. Não é uma crença ou ideologia, é um processo tecnológico. Como processo, pode ser examinada, na sua tecnologia, por peritos, sem levar em conta o conteúdo de ideias ou crenças, da mesma maneira que se pode examinar o processo técnico de indução hipnótica independentemente do significado ou valor das sugestões pós-hipnóticas. Examinando os processos desta maneira não há violação da legislação que protege as religiões. Persuasão coercitiva é a antítese dessa legislação. Ela é a manipulação injusta das suscetibilidades e fraquezas biológicas e psicológicas de outrem. É uma tecnologia psicológica de FORÇA, incompatível com uma sociedade livre, mas sim com uma sociedade criminosa ou totalitária. Certamente não se trata de uma tecnologia espiritual ou religiosa. Qualquer organização que utilize a persuasão coercitiva em seus membros como prática central, e que também se auto-denomine religiosa, está tornando o SANTUÁRIO da legislação (Primeira Emenda) numa fortaleza para estupro psicológico. É uma contradição em termos e deve ser "desestabelecida". A persuasão coercitiva é uma força psicológica sutil , que compele, que ataca algo ainda mais fundamental e importante do que a nossa "liberdade religiosa". O SEU PERIGO, E O QUE A TORNA CONDENÁVEL, É O FATO DE QUE ELA ATINGE NOSSA AUTO-DETERMINAÇÃO E LIVRE ARBÍTRIO, AS MAIS FUNDAMENTAIS DE NOSSAS LIBERDADES CONSTITUCIONAIS.

Perguntas e respostas sobre controle da Mente:

1) Quais os tipos de grupos que utilizam persuasão coercitiva?

2) Quais são os critérios de um programa de persuasão coercitiva?

3) Como saber a diferença entre persuasão coercitiva e persuasão amistosa?

4) Quais são as principais variáveis que levam alguns indivíduos a serem mais afetados do que outros, num programa de persuasão coercitiva?

5) Por quê tão poucas vítimas denunciam ou esperam tanto tempo para pedir ajuda?

6) Por quê ex-membros não denunciam e se tornam mais ativos em alertar o público e parar os abusos?

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1) Quais os tipos de grupos que utilizam os programas de persuasão coercitiva?
Grupos que demonstram uma grande ou excessiva devoção a alguma pessoa, idéia ou coisa e que exigem um comprometimento sem questionamentos, podem potencialmente racionalizar usando os "meios" de persuasão coercitiva para atingir os "fins" para o seu grupo.

Os grupos que utilizam persuasão coercitiva geralmente utilizam técnicas de selecção e escolha para identificar aqueles mais sugestionáveis ou maleáveis, e para isolar os menos sugestionáveis ou maleáveis. Alguns grandes grupos possuem detalhados manuais para treinar especialistas em vendas ou recrutamento dos melhores alvos. Outros, usam testes psicológicos para isolar os sujeitos mais passíveis de manipulação. Os sujeitos mais fáceis de influenciar são geralmente os jovens, confiantes, crédulos e sem senso crítico advindos de ambientes superprotetores, ou então pessoas que possam estar vulneráveis em função de algum evento recente.

Nesse processo altamente premeditado, os rejeitados são geralmente indivíduos que têm livre acesso a informação acurada, crítica ou antagônica. Indivíduos insolentes, egocêntricos, "espertos", muito críticos ou recalcitrantes não são escolhidos porque demandam muito trabalho, são difíceis e custam caro.

É possível distinguir grupos perigosos que usam persuasão coercitiva dos grupos de persuasão amistosa quando se ignora suas similaridades coincidentais e se analisa os métodos de persuasão coercitiva. As crenças de um determinado grupo não são indicativas da utilização de persuasão coercitiva.

2) Quais são os critérios de um programa de persuasão coercitiva?
Para se saber se um programa de persuasão coercitiva foi responsável por alguma mudança comportamental observável, é necessário observar :

a) se o sujeito tinha conhecimento e capacidade de volição para tomar a decisão de mudar suas crenças e ideias, e
b) se o indivíduo realmente adotou, afirmou ou rejeitou aquelas ideias por sua própria vontade.

O que deve ser observado são os processos comportamentais e não o conteúdo ideológico. Por exemplo: não é necessário analisar o que é verdadeiro ou falso a respeito do comunismo, para saber se um sujeito foi ou não submetido a um programa de lavagem cerebral. Há a necessidade apenas de se observar os processos comportamentais utilizados na "conversão". Não há necessidade de se questionar a fé de um indivíduo e nem pedir que ele a explique racionalmente.

Cada suposta situação de persuasão coercitiva deve ser examinada caso a caso. As características dos programas de persuasão coercitiva são severas, bem compreendidas e não são acidentais.

3) Como saber a diferença entre persuasão coercitiva e persuasão amistosa?
É possível pensar em exemplos benignos ou menos severos de quaisquer das "sete táticas" que, por si só, podem não ser coercitivas. Mas exemplos individuais aleatórios não exemplificam os abrangentes critérios que devem estar presentes para se saber se um programa planeado de persuasão coercitiva foi ou não usado.

A relação entre a pessoa e as táticas de persuasão coercitiva é dinâmica, na medida em que não levam a uma reorganização de crenças ou valores que seja estável, significativa e aceita , apesar das formidáveis forças das pressões, prêmios e punições exercidas sobre a pessoa. Elas levam a uma aceitação forçada e a uma racionalização situacional. Para manter as novas atitudes ou "decisões" e sustentar a racionalização, o programa deve ser aplicado quase que continuamente.

Mesmo que uma pistola de água possa ser um exemplo benigno de arma, não seria incluída numa legislação destinada a proteger a população contra armas de fogo. Da mesma forma, religiões que utilizam persuasão amistosa não têm nada a temer nem deverão ser afetadas pela legislação anti-persuasão coercitiva.

4) Quais são as variáveis principais que levam alguns indivíduos a serem mais afetados do que outros num programa de persuasão coercitiva?
Nem todas as táticas utilizadas num programa de persuasão coercitiva são coercitivas. Algumas táticas de natureza inócua, atraente ou encoberta são misturadas com as outras.

Persuasão coercitiva é suficientemente efetiva para assegurar o recrutamento de muitos dos que são abordados e para reter muitos daqueles que se apresentam. Mas, nem todos os indivíduos expostos a um programa de persuasão coercitiva são efetivamente coagidos. Persuasão coercitiva não é mágica e nem tão tecnologicamente desenvolvida, que possa ser infalível.

O que faz a diferença são a personalidade individual, a sugestionabilidade, os pontos fortes e fracos no aspecto genético, fisiológico e psicológico, as diferenças e as experiências de vida. Essas variáveis interagem com o grau de severidade, consciência e abrangência das práticas coercitivas do grupo. Todos esses fatores determinam a eficácia do programa e o grau de dano causado às suas vítimas.

Não estamos sugerindo que somente pessoas fracas sejam influenciadas pelos programas de persuasão coercitiva. Uma concepção errada é a de que todas as vítimas vieram de famílias más, foram fracas, ou tiveram uma parcela de responsabilidade pelo fato de se encontrarem naquela situação.

Ninguém "entra para uma seita". Pessoas recrutadas para grupos destrutivos pensam que estão fazendo algo muito diferente, algo benéfico e de valor. Qualquer um pode ser recrutado, dependendo do discurso do "vendedor" e suas condições de vida no momento. Todos somos vítimas em potencial. A racionalização conveniente de que as pessoas são responsáveis pela sua própria vitimização permite que nos sintamos diferentes daquelas pessoas e, portanto, muito mais em controle e protegidos desse perigo aleatório.

5) Por quê tão poucas vítimas denunciam ou esperam tanto tempo para pedir ajuda?
É muito difícil para ex-membros , principalmente os que permaneceram mais tempo ou ocuparam cargos mais altos, admitir que foram totalmente enganados e se permitir falar sobre o que sabem. O grupo os levou a acreditar que eles são total e completamente responsáveis pelo que aconteceu a eles e que o grupo nunca é o culpado.

O resultado é que as vítimas foram tão fortemente induzidas do conceito de que eram os únicos responsáveis pela decisão de entrar para a Cientologia, que só podiam culpar a si mesmos. Algumas vezes era para eles impossível conceber que tivessem sido tão ludibriados. Eles podem negar que tenham sido enganados por que senão teriam que aceitar a idéia de serem muito tolos ao tomar as decisões que tomaram em suas vidas, e porque seria muito doloroso verificar o quanto eles foram prejudicados.

Não confiar nas suas próprias decisões e percepções da realidade é assustadoramente próximo ao pior terror: insanidade. Sem a informação, inacessível a eles, no culto e sem terapia, esse nível de negação da realidade passada é difícil de superar.

A armadilha não é um acidente. Juntamente com outras táticas, as seitas deliberadamente inculcam em seus membros mecanismos de autoproteção, manutenção do segredo, e responsabilidade em redirecionar mecanismos de negação "sem saída". A organização sempre tem razão, os indivíduos são sempre os errados e os responsáveis, problemas acontecem para aqueles que violam o código de silêncio, etc.

6) Por quê os ex-membros não denunciam e se tornam mais ativos em educar o público e parar com os abusos?
A maioria das vítimas não possui a informação e o aconselhamento necessários para combater a reforma de pensamento e a indução de fobias que receberam na seita. Eles precisam da informação para saber que há uma razão para denunciar, e de terapia para se fortalecer mentalmente para poder denunciar. Aqueles que permaneceram nas seitas por longos anos tiveram sua capacidade de análise prejudicada ou, pelo menos, sem praticar, e portanto, podem continuar acreditando, como as boas vítimas devem fazê-lo, que a seita sempre foi boa e correta e que eles foram sempre maus e errados.

Quando em transe, foram sugestionados, foram completamente ludibriados em acreditar que tudo aconteceu por sua própria responsabilidade. São vítimas que ainda não têm consciência de que o são. Esta é a regra com as vítimas de programas de reforma de pensamento, e não a exceção.

Ex-membros com alguma experiência temem as conseqüências para os desertores e famílias de desertores que denunciam. Não acham que vale a pena e acreditam que outras pessoas assumirão a responsabilidade por eles pelo sofrimento sem fim que a seita traz às vidas das pessoas. Muitos estão tão traumatizados com a organização que não querem ouvir falar dela.

[Adaptado daqui]

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Que Significa a Negação do Holocausto?




Em Abril de 2007, a União Europeia concordou em condenar até três anos de cadeia todos aqueles que negam ou banalizam o Holocausto.1 Mais recentemente, em resposta às observações de Bispo Richard Williamson, o Papa proclamou que a negação do Holocausto é "intolerável e completamente inaceitável". Mas o que a Negação do Holocausto realmente quer dizer?



Comece com a palavra Holocausto. O Holocausto 2 (soletra-se com um “H” maiúsculo) refere-se à morte de seis milhões de Judeus pelos Nazis durante Segunda Guerra Mundial. É suposto ser "Solução Final" Alemã para o problema Judaico. Muito do extermínio sistemático terá acontecido em campos de concentração através de fuzilamentos, gaseamentos e vítimas inocentes Judias queimadas vivas durante o Terceiro Reich.


Pessoas como Germar Rudolf, Ernst Zundel e o Bispo Williamson que não acreditam nesta versão dos acontecimentos e que se atrevem a dizê-lo em público são ultrajados como fanáticos, anti-semitas, racistas ou ainda pior. Os seus cenários históricos alternativos não são denominados apenas como revisionistas, mas são rebaixados como negação do Holocausto. Rudolf e Zundel foram autenticamente despachados para a Alemanha onde foram julgados, condenados e sentenciados a três e cinco anos, respectivamente. Williamson poderá não ficar muito atrás.

Os políticos zombam do papel dos revisionistas do Holocausto e as suas conferências são vistas como um "inaceitáveis como discurso e comportamento internacional”. 3 Judeus não-Sionistas que participam em tal revisionismo, como o Rabino Dovid Weiss do Neturei Karta, são acusados e rotulados de “self-haters” e são evitados e vítimas de ostracismo. Até mesmo o Professor Norman Finkelstein, cujos pais foram ambos os sobreviventes do Holocausto e que escreveu o livro The Holocaust Industry [A Indústria de Holocausto], foi rotulado de negacionista do Holocausto.
Mas colocando de lado o ódio viril dirigido contra esses que interrogam a veracidade da narrativa típica do Holocausto, o que é que estas pessoas acreditam e dizem para correrem o risco de serem presas e até vítimas de agressão? Para a maioria dos revisionistas do Holocausto ou negacionistas, se preferirem, os seus argumentos resumem-se a três simples pontos:

1. A “Solução Final” de Hitler foi para ser de limpeza étnica [no sentido de EXPULSÃO da comunidade judaica], não de extermínio.
2. Não existiram quaisquer câmaras de gás homicidas usadas pelo Terceiro Reich.
3. Foram menos de 6 milhões de Judeus dos 55 milhões que morreram na Segunda Guerra Mundial.



São estes argumentos revisionistas assim tão odiosos para causar entre esses que acreditam um sentimento de ultraje, ao ponto de serem agredidos e presos? Mais importante, é possível que as argumentações revisionistas sejam verdadeiras, ou mesmo parte delas, e que eles sejam desprezados porque contradizem a história do Holocausto, uma história qual foi elevado ao nível de uma religião nas centenas de filmes, monumentos, museus e documentários dramáticos?


É sacrílego perguntar, "Se Hitler estava com a intenção de extermínio, como é que Elie Wiesel, o seu pai e duas das suas irmãs sobreviveram ao pior período de encarceramento em Auschwitz"? Wiesel alega que as pessoas eram lançadas vivas para fossas a arder. No entanto, até os guias de Auschwitz formatados por Israel refutam esta afirmação.
É realmente “para além do discurso internacional" interrogar a eficácia e as evidência s forenses da câmaras de gás homicidas? Se outros mitos, como o de fazer sabão de gordura humana, foram considerados como propaganda de guerra, porque é "comportamento inaceitável" questionar se as câmaras de gás em Dachau não foram reconstruídas pelos Americanos uma vez que nenhuma câmara de gás homicida alguma vez foi encontrada e ser usada como prova nos julgamentos de Nuremberga?


Durante mais de cinquenta anos académicos Judeus gastaram centenas de milhares de dólares para documentar cada vítima Judia do Holocausto Nazi. Os Nazis eram Alemães, obcecados com papelada e registos. Mas só 3 milhões de nomes foram encontrados e muitos deles morreram de causas naturais. Então porque é heresia duvidar que menos que 6 milhões de Judeus foram assassinados na Segunda Guerra Mundial?


A "negação do Holocausto" talvez não seja mais excêntrica nem mais criminosa do que alegar que a Terra é plana, excepto que o Holocausto tem sido usado como a espada e escudo na missão construir um Estado Judaico entre o Mar Mediterrâneo e o Rio da Jordânia, onde actualmente metade da população não é Judia.


A narrativa do Holocausto permite a Yad Vashem, o melhor museu do Holocausto no mundo, repetir a “mantra” do "Nunca Esqueceremos" enquanto se senta em terras Árabes roubadas de Ein Karem e supervisionar as sepulturas sem marcas dos Palestinianos chacinados por terroristas Judeus em Deir Yassin. Permite que Elie Wiesel se vanglorie por trabalhar para estes mesmos terroristas (como jornalista, não como lutador) enquanto recusa reconhecer, muito menos pedir desculpas, os crimes de guerra que o seu empregador cometeu. Faz dos Judeus as vítimas finais independentemente de como eles despojam, desumanizam e limpam etnicamente o povo nativo Palestiniano.

A história do Holocausto elimina qualquer comparação com Ketziot ou Gaza com os campos de concentração que, de facto, eles são. Comemora a resistência dos Judeus nos guetos da Europa enquanto nega firmemente qualquer comparação com a resistência dos Palestinianos em Hebron e por toda a Cisjordânia. Permite afirmações com a que o Massacre de Hanukah deste ano em Gaza, com uma relação de mortos 100 para um, foi uma "resposta proporcional" à resistência Palestiniana à ocupação interminável.


O Holocausto é usado para silenciar os críticos de Israel naquilo a que o académico Judeu, Marc Ellis, chamou o acordo ecuménico: vocês Cristãos desviam o olhar enquanto nós espancamos os Palestinianos e construímos o nosso Estado Judeu e nós não nos lembraremos que Hitler era um bom católico bom, um confirmado "soldado de Cristo," muito antes de ser um mau nazi.



A narrativa do Holocausto de extermínio industrializado sistemático foi uma ferramenta neo-conservadora importante para conduzir os Estados Unidos ao Iraque. Os mesmos ideólogos de neo-con, como Norman Podoretz, comparam frequentemente Ahmadinejad a Hitler e o Nazismo com Islamofascismo com a intenção de nos conduzirem ao Irão. O título da recente conferência Israelita em Yad Vashem deixou isso bem evidente: "Negação do Holocausto: Preparar o Caminho para o Genocídio".



"Recordar o Holocausto" será o grito de batalha do próximo grande choque do bem (valores Judeo/Cristãos) e do mal (agressão Islâmica radical) e esses que interrogam devem ser demonizados se não queimados numa estaca.



1.Associated Press, “EU approves criminal measures against Holocaust denial,” Haaretz, 19 de Abril de 2007.
2.Holocaust. Dictionary.com. The American Heritage® New Dictionary of Cultural Literacy, Third Edition. Houghton Mifflin Company, 2005.
3.Declarações da Senadora Hillary Clinton.

[retirado daqui]

terça-feira, 28 de junho de 2011

Você é Um Escravo a Quem Mentem Até à Sua Morte! A Menos Que Você DESPERTE!

Este vídeo mostrará realmente como as massas têm vindo a ser enganadas desde o nascimento e em todos os aspectos de vida. Espero que este vídeo seja também um choque para si e que o ajude a acordar desse sono da matriz e DESPERTE para o que "realmente" se está a passar neste Mundo.
Já chega de o fazerem de estúpido e dizerem que você depende desse "sistema".
Você aprenderá como "pensar" outra vez e aí verá as mentiras que o cercam!

BOAS-VINDO À LIBERDADE!

MIND CONTROL: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (I)

Controle da Mente : Definição e Informação

Será que realmente existe "lavagem cerebral" ou "controle da mente"?

Que tipo de pessoa é suscetível? O que é exactamente uma "seita" e como são controlados os seus membros? Como é possível reconhecer uma organização que utiliza tais práticas, e deveriam essas organizações ser responsabilizadas pelos danos que podem causar pela manipulação intencional?

A FACTnet (Fight Against Coercive Tactics Network Inc.) é uma rede que combate táticas coercitivas e promove discussões, recursos e suporte para a recuperação de sobreviventes de práticas abusivas de religiões ou seitas.

A ameaça mais insidiosa às nossas liberdades básicas tais como: liberdade de pensamento e liberdade de expressão, é um fenómeno pouco conhecido denominado controle da mente. Como empregado por FACTNet, o termo "controle da mente" refere-se a todos os sistemas psicológicos coercitivos como: lavagem cerebral, reforma de pensamento e persuasão coercitiva. Controle da mente é a modelagem das atitudes, crenças e personalidade de uma pessoa sem o seu conhecimento e sem o seu consentimento. Controle da mente emprega manipulação enganosa e sub-reptícia, geralmente em grupo, objectivando um ganho financeiro ou político do manipulador. O controle da mente funciona gradualmente exercendo um controle crescente sobre os indivíduos por meio de uma variedade de técnicas, tais como: repetição excessiva de atividades rotineiras, humilhação intensa ou privação de sono.

Como empregado por FACTNet, o termo "seita" refere-se a um grupo destrutivo que utiliza controle da mente para influenciar enganosamente os seus seguidores. Tornou-se bastante comum usar esse termo para designar qualquer organização ou grupo que use controle da mente nos seus membros. "Cultos" ou "seitas" não são necessariamente religiosos. Pode-se formar em torno de qualquer assunto seja ele político, racial, psicoterapêutico ou até mesmo atlético. A FACTNet, juntamente com a maioria dos experts em "seitas", define se um grupo é ou não "uma seita" estritamente pelas táticas de controle que utiliza, não pelas suas crenças.

Visando a protecção dos nossos direitos constitucionais e direitos humanos básicos, a FACTNet pretende promover um esclarecimento no assunto de controle da mente para que você possa proteger-se e proteger os seus entes queridos de qualquer indivíduo ou organização que esteja associada a esse tipo de manipulação.


COMO FUNCIONA O CONTROLE DA MENTE
Uma visão técnica das técnicas de controle da mente

(Este documento, na íntegra, foi apresentado ao Supremo Tribunal Americano como um estudo sobre sistemas psicológicos coercitivos no caso Wollersheim versus a Igreja de Cientologia 89-1367 e 89-1361. O Caso Wollersheim estava sendo considerado em relação a acontecimentos envolvendo abusos nessa área. Neste documento, persuasão coercitiva é o termo oficial utilizado para descrever a natureza dos sistemas psicológicos coercitivos. Os detalhes específicos do caso Wollersheim foram apagados.)

Coerção é definida como "conter ou refrear pela força...". Legalmente, com frequência também implica no uso da FORÇA FÍSICA ou ameaça física ou jurídica. O conceito tradicional de coerção é muito melhor compreendido do que os conceitos tecnológicos de "persuasão coercitiva" que consistem na eficaz acção de deter, prejudicar ou forçar por meio da aplicação gradual de FORÇAS PSICOLÓGICAS.

Um programa de persuasão coercitiva é uma tecnologia de mudança comportamental aplicada no "aprendizado" ou na "adopção" de uma série de comportamentos ou ideologias sob determinadas condições.

Difere de outras formas de aprendizado social benéfico ou persuasão pacífica pelas condições pelas quais é conduzido e pelas técnicas de manipulação ambiental e interpessoal empregadas para suprimir comportamentos específicos ou para treinar outros. Com o decorrer do tempo, a persuasão coercitiva, uma força psicológica semelhante, em alguns pontos ao nosso conceito jurídico de influência indevida, pode-se tornar MAIS efectiva do que a dor, tortura, drogas e o uso de força física e ameaças legais.

O projeto "Manchurian Candidate" da guerra da Coréia, uma concepção errônea da necessidade de drogas para aumentar a sugestionabilidade, dor física e tortura, para provocar reforma de pensamento, é geralmente associado com os antigos conceitos e modelos de lavagem cerebral.

Hoje em dia, não são mais necessários para que um programa de persuasão coercitiva seja eficaz. Com a utilização de drogas, dores físicas, tortura, ou até mesmo uma ameaça física, é possível fazer alguém, temporariamente, fazer coisas contra a sua vontade. É possível até forçá-lo a fazer coisas que ele detesta, que não quer ou que não gosta de fazer. As pessoa fazem, mas não há mudança na sua atitude.

Isso é muito diferente e muito menos devastador que o que se pode conseguir com os aperfeiçoamentos nas técnicas de persuasão coercitiva. Com estas é possível mudar as atitudes de pessoas sem o seu conhecimento e vontade. É possível criar novas "atitudes" que os levarão a fazer, de bom grado, coisas que antes detestavam, coisas que previamente só fariam sob tortura, dor física ou drogas.

Os avanços nas tecnologias de produção de extrema ansiedade e stress emocional realizados na persuasão coercitiva, alcançam mais sucesso do que o antigo estilo de coerção baseada em dor, tortura, drogas ou ameaças, porque nesses métodos antigos as atitudes não são mudadas e os sujeitos obedecem às ordens "de boa vontade". A persuasão coercitiva provoca mudanças de atitude e comportamentais, não somente comportamentais.

OS PROPÓSITOS E TÁTICAS DA PERSUASÃO COERCITIVA
Define-se melhor persuasão coercitiva ou reforma do pensamento, como também é conhecida, como um sistema coordenado de influência coercitiva gradual e controle de comportamento, elaborado para manipular e influenciar indivíduos de maneira enganosa e subliminar, geralmente em situações de grupo, com o objetivo de trazer para os idealizadores do programa algum ganho, geralmente financeiro ou político.

A estratégia essencial utilizada pelos que realizam tais programas, é a de sistematicamente seleccionar, planear e coordenar as inúmeras táticas de persuasão coercitiva durante períodos contínuos de tempo. Há sete táticas principais utilizadas em combinações variadas, num programa de persuasão coercitiva. Um programa de persuasão coercitiva pode ainda ser muito eficaz mesmo sem a presença de todos esses sete tipos de táticas.

Tática 1
O indivíduo é preparado para reforma de pensamento através de um aumento da sugestionabilidade, ou período de "suavização", específicamente pela hipnose ou outras técnicas para aumento da sugestionabilidade, tais como:

A) Extensas repetições para fixacão de estímulos auditivos, visuais, verbais ou tácteis.

B) Excessiva repetição exata de atividades rotineiras.

C) Privação de sono.

D) Restrição nutricional.

Tática 2
Através da utilização de reforço ou punição, esforços são feitos no sentido de estabelecer um controle significativo sobre o ambiente social de uma pessoa, o tempo e as fontes de apoio social. O isolamento social é promovido. O contato com família e amigos é reduzido, assim como o contato com pessoas que não compartilham das atitudes aprovadas pelo grupo. Dependência econômica bem como de outros tipos é incrementada. (Nas preliminares da persuasão coercitiva, ou lavagem cerebral, isso era muito fácil de conseguir por meio de simples aprisionamento).

Tática 3
Informações antagônicas e opiniões desfavoráveis são proibidas na comunicação grupal. Existem regras sobre quais temas são permitidos em conversa com pessoas "de fora". A comunicação é altamente controlada. Uma linguagem "do grupo" é, geralmente, criada.

Tática 4
São realizados intensos e frequentes esforços para forçar a pessoa a reavaliar, de maneira negativa, os aspectos mais centrais de sua experiência pessoal e conduta anterior . Esforços são realizados para desestabilizar e minar a consciência básica do sujeito, a sua consciência da realidade, visão de mundo, controle emocional e mecanismos de defesa e para que haja uma reconstrução da sua história de vida e a adopção de uma nova versão de causalidade.

Tática 5
Esforços intensos e frequentes no sentido de minar a autoconfiança da pessoa e da sua capacidade de julgamento, criando uma sensação de impotência.

Tática 6
Punições morais são utilizadas tais como humilhação intensa, perda de privilégios, isolamento social, mudanças no status social, forte sentimento de culpa, ansiedade, manipulação e outras técnicas designadas a estimular fortes aversões emocionais,etc.

Tática 7
Certas ameaças psicológicas seculares (força) são usadas ou estão presentes. A recusa em adoptar a atitude, crença ou subsequente comportamento desejados levará a punições severas ou drásticas consequências, (isto é: doença física ou mental, o ressurgimento de doença física pré-existente, dependência química, falência econômica, insucesso social, divórcio, desintegração, insucesso na procura de um parceiro, etc.).

Um outro conjunto de critérios tem a ver com a definição dos elementos comuns nos sistemas de controle da mente. Se grande parte do modelo de oito pontos para reforma do pensamento de Jay Lifton, estiver sendo utilizada numa organização, trata-se de um culto ou seita muito perigosa e destrutiva. Veja no próximo 'post' os 8 pontos desse modelo.






[Adaptado daqui]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Recordando Aaron Russo

Aaron Russo foi candidato ao governo do Nevada com 30% dos votos pelo Partido Republicano, mais tarde mudou para os Democratas, foi director de cinema em Hollywood e fez vários documentários denunciando o NAFTA (Mad in Hell) e outros. Ele descortina aqui o que ouviu de Nicholas Rockefeller 11 meses antes do atentado de 11 de Setembro. Aaron morreu de cancro na bexiga.

Rescaldo Bilderberg 2011

Realizou-se, de 9 a 12 de Junho, a reunião anual do Grupo Bilderberg em St. Moritz, na Suíça. Esta reunião é organizada e realizada com o maior secretismos mas, nos últimos anos, felizmente, devido ao alerta da opinião pública, os organizadores deste evento têm sido obrigados a comunicar pelos principais órgãos de comunicação social a sua realização, embora de forma a minimizar e a apresentar como mero "think tank" e "conversas à lareira", inofensivas, deste grupo, do qual fazem parte os homens e mulheres mais poderosos do planeta.

Alguns comentários sobre o decorrer da reunião e sobre os seus participantes:

1.

a) Foi a primeira vez na história do Grupo em que as reuniões oficiais (secretas) se passaram num local (St. Moritz) e houve reuniões "ainda mais secretas" num segundo local em Genève.

b) Foi a primeira vez em que não participaram, oficialmente, Chefes de Estado nas reuniões, mas houve 5 elementos, inclusivamente Chefes de Estado, que apareceram nas reuniões, de forma não oficial. Foram eles:
- Anders Fogh Rasmussen (Secretário-Geral da NATO)
- Robert Gates (Secretário-Geral da Defesa US)
- Angela Merkel (Chanceler Alemã)
- Jose Luis Zapatero (Primeiro-Ministro Espanhol)
- Bill Gates (Microsoft)

c) Também estiveram representadas as famílias reais de Espanha, Holanda e Noruega.
Penso que os pontos 1a) e 1b) são devidos à maior consciência pública e por isso pressão da opinião pública, o que é positivo.

2.
Houve, pela primeira vez três (grandes) percalços:

a) O euro-deputado italiano Mario Borghezi (Liga Norte) tentou entrar no Hotel Suvretta, em St. Moritz, onde se realizava a reunião. Foi impedido, preso e expulso do cantão de Graubuenden (Grisons). A Itália, através do seu embaixador em Berna, já pediu esclarecimentos oficiais ao Governo Federal Suíço, o que é positivo.

b) O deputado federal suíço, Dominique Baettig (partido popular SVP) também tentou entrar no local e foi impedido. Dominique Baettig tinha, anteriormente pedido à justiça Suíça, indicando quais os procuradores competentes na Suíça, um mandato de captura e prisão para Henry Kissinger, acusado de diversos genocídios e crimes de guerra, por ex. Indochina, Bangladesh, Chile, Chipre e Timor Leste. Isto também passou pelos média suíços.

c) A população suíça exerceu pressão sobre o governo suíço para não usar a polícia (paga através dos impostos dos cidadãos suíços) para assegurar a segurança de um evento de carácter particular e quem fez a segurança do evento foi a empresa SECURITAS, que teve a devida exposição mediática nos média alternativos.
Parabéns ao euro-deputado italiano Mario Borghezi, ao deputado federal suiço Dominique Baettig e ao povo suíço pela sua CORAGEM CÍVICA.

3. Participantes

a) Participaram no evento 128 convidados, que se dividem pelos seguintes sectores:

Sector / Nº / Percentagem

I - Grandes Corporações: 34 (27%)
II - Banca, Finanças e Seguros: 24 (19%)
III - Política: 48 (37%)
IV - Média: 15 (12%)
V - Outros: 7 (5%)
Total - 128 (100%)


Pela estrutura indicada acima, rapidamente se pode concluir o que se passa com o nosso planeta (principalmente no mundo ocidental). O mundo é regido pelo capital / dinheiro e isso explica que os sectores I + II (Grandes Corporações + Banca, Finanças e Seguros) representem 46% dos participantes e os políticos (III) 37% têm que executar o que o poder económico ordena e meter os cidadãos de acordo com a Nova Ordem Mundial (New World Order - NWO). Os média ‘0mainstream’ (IV), que representam 12% têm que nos "informar" (manipular), de acordo com as ordens recebidas.

b) Foi a primeira vez que estiveram presentes 2 elementos representantes da China:
- Fu Ying - Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da China
- Yiping Huang - Professor de Economia na China

c) Também esteve presente um representante da Rússia (não é a primeira vez) Alexey Mordashov - CEO Severstal

Os pontos 3b) e 3c) são um sinal claro de que a Nova Ordem Mundial (NWO) em vigor também abrange a China e a Rússia.

d) Estiveram presentes 4 representantes da Turquia (política, grandes corporações e escritório de advogados). Está-se a concretizar a entrada da Turquia na UE para aumentar o caos e o medo na população dos países europeus.

e) Estiveram presentes 4 representantes da Noruega, entre os quais o príncipe herdeiro Haakon da Casa Real da Noruega.

f) A Suíça teve 10 representantes (políticos federais e locais, assim como representantes de grandes corporações com base na Suiça). Este elevado número (10) não espanta, pois a Suíça foi o país "anfitrião" do Bilderberg 2011.

Os pontos 3.e) e 3.f) (Noruega e Suiça) denotam a enorme pressão que é exercida sobre a Suíça e a Noruega (hoje, manchas brancas no mapa europeu) para os alinhar com a ditadura fascista instituída por Bruxelas / UE.

Nota: A Suíça e a Noruega não fazem parte da UE e do EURO, mas têm o mais alto nível de vida, baixíssimo endividamento, economia e moeda fortes e baixo desemprego.

g) Os representantes de Portugal foram os seguintes:
- Francisco Pinto Balsemão, o que não espanta, pois ele já esteve presente 29 vezes (1981, 1983-1985, 1987-2011)
- Clara Ferreira Alves (CFA), jornalista e escritora.

O facto de CFA participar na reunião do Bilderberg é para mim um sinal claro de que os media mainstream precisam de opinion makers como comentadores "encomendados" para que as pessoas continuem na "ilusão de que vivem em democracia".

António Nogueira Leite - Professor universitário e Administrador de Empresas - Grupo José de Mello - decerto que veio à reunião para contar ao seu amigo (Pedro Passos Coelho) qual é o "road map" previsto para Portugal e, por outro lado, daria muito "nas vistas" se Passos Coelho tivesse vindo, mesmo que fosse sem ser oficialmente, a St. Moritz.
Apesar de tudo, é evidente que ele tem o espaço de manobra muito limitado e vai ser alvo de brutais pressões e influências.

4. Os presidentes das grandes corporações no Bilderberg
A mim, como cidadão, consumidor ou investidor privado em acções de empresas cotadas em bolsa, causa-me grande desconforto e até receio quando CEOs e/ou presidentes de grandes corporações, cujos produtos e/ou serviços eu e a minha família consumimos ou utilizamos, participam nestas reuniões, que não têm nada a ver com democracia, e em total secretismo.

Três exemplos:
a) Thomas Enders, CEO da Airbus SAS, já participou três vezes seguidas na reunião Bilderberg (2008 Atenas, 2990 Sitges / Espanha e agora, 2010 em St. Moritz. O que anda o CEO da companhia a fazer nas reuniões do Bilderberg? Isto é tanto mais pertinente quando o voo AF447 (Rio - Paris) se despenhou de forma misteriosa, a 27 de Maio de 2011, embora haja versões "oficiais", que dizem que foi erro humano (???). As famílias das vítimas têm pendente uma providência cautelar no tribunal de Hannover / Alemanha contra a Airbus, para que os aviões da Airbus fiquem em terra!

b) Peter Brabeck-Letmathe, Chairman da Nestlé S.A. Sou consumidor regular de produtos Nestlé. Pergunto-me o que anda o Chaiman da Nestlé a fazer nestas reuniões ultra secretas, onde deputados do parlamento europeu e parlamento federal suíço não têm acesso. O que acontecerá a estas companhias se se vier a descobrir que algo de não legal se passa com os seus produtos e/ou serviços sendo estas companhias cotadas em bolsa! E que acontece se advogados americanos desencadeiam uma “class action” (acção colectiva) contra estas companhias e seus executivos, em tribunal? Como consumidor sinto-me receoso.

c) Hans Groeth, Director Senior da Pfizer Europe - Unidade de negócios oncologia. Para mim é incompreensível e de certo modo aterrador, e pergunto-me o que anda um director de uma unidade de negócios de ONCOLOGIA (!) da Pfizer a fazer numa reunião secreta do Bilderberg em St. Moritz na Suiça.

O dito para os pontos 4.a, 4.b,4.c aplica-se de igual modo para as marcas Amazon.com, AXA, Barclays, Coca-Cola, Deutsche Bank, Ernst & Young, Facebook, Fiat, Google, HSBC, LinkedIn, LVMH, Microsoft, Novartis, Shell, Siemens, cujos responsáveis de topo também participaram nesta reunião do Bilderberg.




Mulher do Ex-chanceler Alemão Helmut Kohl Violada Com 12 Anos Por Soldados Soviéticos



A mulher do antigo chanceler Alemão Helmut Kohl foi violada com a idade de 12 anos por soldados Soviéticos, revela uma nova biografia.
Hannelore Kohl e a sua mãe foram atacadas pelas tropas do Exército Vermelho depois da derrota Alemã em Maio de 1945.


Ela confessou ao editor Herbert Schwan como é que tinha sido 'lançada como um saco de batatas pela janela do primeiro andar' depois de a terem libertado.
Ela nunca recuperou completamente deste drama do seu passado e ficou sempre traumatizada para o resto da sua vida.

Mrs. Kohl ficou sempre assombrada com o 'cheiro da transpiração dos homens, com o cheiro a aalho, a álcool e até mesmo com a voz da língua Russa'.
Schwan passou a ter acceso ilimitado a ela e transformou-se no seu confidente até à sua morte com a idade de 68 anos, em 2001, de acordo com o Independent.

Ela cometeu suicídio com uma overdose de drogas após ter contraído uma alergia à luz que a fez perder o cabelo. Nem sequer conseguia ver televisão sem ter dores.
[Leia a notícia na íntegra]





Soldados Soviéticos "libertadores" posam para a fotografia depois da derrota da Alemanha Nazi em 1945.

The Last Days of the Big Lie - Documentário Revisionista

Este vídeo já tinha sido colocado no Revisionismo em Linha aqui. Porém, a política do Youtube no que diz respeito à liberdade de informação e de expressão é aquilo que se sabe.

Volto a colocá-lo pela sua importância na minha perspectiva de lutar sempre pela verdade histórica sem censura para quem interpreta e analisa de forma diferente o mesmo facto histórico.

Os vários testemunhos que aparecem no documentário original são COMPLETAMENTE DEMOLIDOS pela confrontação e cruzamento com outros dados, documentos e evidências, tudo ignorado pela historiagrafia oficial e pelo próprio Spielberg. Mais uma vez se percebe o porquê de pretenderem criminalizar o Revisionismo do Holocausto!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O Livro da Quinta



O Lobi de Israel e a Política Externa dos EUA - John Mearsheimer e Stephen Walt quebraram um tabu de raízes históricas profundas e puseram o dedo na ferida: nas últimas décadas, a política dos EUA para o Médio Oriente tem sido comandada por um princípio orientador altamente questionável – o do apoio incondicional a Israel.
Reunindo um manancial de testemunhos, documentos e factos, os autores defendem que há um conjunto de pessoas e instituições cujas actividades e laços políticos concorrem para influenciar a opinião pública, o Governo e o Congresso norte-americanos em benefício de Israel. Deste complexo cenário saem prejudicados o interesse nacional e estratégico dos EUA, mas também, a médio e longo prazo, o dos próprios israelitas.

A Relação Promíscua Entre a Maçonaria e os Serviços Secretos do Estado



No centro do templo, coberto de panos negros e sob a luz de um candelabro, está um caixão. Lá dentro, um lenço branco manchado de vermelho tapa o rosto de um homem. A cabeça está virada para Ocidente e emoldurada por um esquadro aberto e por um ramo de acácia. A porta do templo abre-se e o mestre-de-cerimónias faz ajoelhar o maçom que entrou de costas na sala. Tudo está preparado para o fazer subir mais um degrau na ordem secreta. O mestre experto aproxima-se e cruza a espada com o bastão do mestre-de-cerimónias acima da cabeça do candidato, formando um esquadro. Ouvem-se, em sequência, as pancadas de três malhetes. “De pé e à Ordem, meus irmãos”, diz o venerável da loja. De uma mesa próxima, em forma de triângulo, exige-se o juramento que o maçom faz de imediato: “Eu, Jorge Jacob Silva Carvalho, de minha livre vontade, na presença do Grande Arquitecto do Universo e desta Respeitável Assembleia de Mestres Maçons, juro e prometo solene e sinceramente nunca revelar a qualquer profano, ou mesmo a qualquer Aprendiz ou Companheiro, os segredos do Grau de Mestre.”

Há muito que o actual director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), a secreta que actua fora de Portugal, disse estas palavras num templo da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP). E reiterou, como se faz sempre nos 33 graus maçónicos, os pact
os secretos de silêncio e auxílio: “Renovo a promessa de amar os meus irmãos, de os socorrer e ir em seu auxílio. Se alguma vez me tornar perjuro que, segundo o castigo tradicional, o meu corpo seja cortado em dois e que eu seja desonrado para sempre e que não fique de mim memória junto dos maçons.”

Após o compromisso, o venerável mestre colocou-lhe a espada sobre a cabeça e informou-o em voz alta que a partir de então passava a ter poderes para “comandar” os companheiros e os aprendizes, os dois degraus inferiores da maçonaria. Seguiram-se mais golpes de malhete cruzados com a sequência de palavras de um rito escocês com séculos que lhe passou a contar novos segredos: os cinco pontos perfeitos da mestria, um toque, duas palavras e quatro sinais. O Sinal de Socorro foi um deles. “Se alguma vez te encontrares em grave perigo, chama os irmãos em teu socorro, com o seguinte sinal: atira o pé direito para trás, com o busto inclinado, ergue ambas as mãos acima da cabeça, tendo os dedos entrelaçados, as palmas viradas para cima, e exclama: A. M. O. F. D. V!” Hoje, aos 42 anos, Jorge Silva Carvalho, espião requisitado ao Serviço de Informações e Segurança (SIS) e ex-chefe de gabinete de Júlio Pereira, secretário-geral do Sistema das Informações da República Portuguesa (SIRP), já está a meio dos altos graus da maçonaria (que vão do 4.º ao 33.º) e é apenas um dos responsáveis de topo dos serviços secretos portugueses que fazem parte da GLLP e do Grande Oriente Lusitano (GOL), as duas principais correntes maçónicas portuguesas.

Rituais maçónicos à parte, um agente secreto vive da discrição, de códigos e de simulação. O Estado faculta-lhe identificações fictícias, forma-o para se infiltrar em organizações criminais e praticar contra-informação, investiga-lhe a vida profissional e pessoal, exige-lhe declaração de rendimentos e património como a um político e pode dispensá-lo alegando meras “razões de segurança”. Mas fora das paredes do SIS e do SIED há espiões que fornecem fotografias de rosto e se identificam antes de assinarem testamentos espirituais.

São vendados e
iniciados numa ordem que lhes permite usar sinais, passaporte maçónico e cartão de solidariedade no estrangeiro e em Portugal. Em segredo, usam à cintura aventais decorativos e juram fidelidade e auxílio a uma irmandade composta por políticos, assessores de ministros, empresários, polícias, juízes e jornalistas.

Jorge Silva Carvalho é apenas um deles. Integrou a Loja Mercúrio – que iniciou o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais –, mas acabou por transitar para a Mozart n.º 49, porventura hoje a mais poderosa loja da GLLP e que, segundo documentos internos consultados pela SÁBADO, terá entrado em funcionamento em Setembro de 2006 pela mão de Paulo Noguês, vice-presidente do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação e secretário-geral da Associação de Amizade Portugal/EUA, e pela de António Neto da Silva, empresário, ex-deputado do PSD e presidente daquela associação. Organizações que, juntamente com o Instituto Transatlântico Democrático, dirigido por Rui Paulo Figueiredo (venerável da Loja Mercúrio), têm uma forte presença de maçons entre os dirigentes.

No ano passado, Silva Carvalho desempenhou na Mozart o cargo de venerável, uma espécie de director em funções. É uma loja tão discreta que nem sequer se faz representar em sessões colectivas como o Conselho de Veneráveis e a Assembleia Geral da Grande Loja – que decorreu na sede da GLLP, a 27 de Setembro deste ano, e que foi acompanhada pela SÁBADO (ver caixa e filme). É em salas de hotéis como o Marriott, Vip Zurique ou Penta, ou no 1.º andar de um discreto edifício, na Rua Pereira da Rosa, no Bairro Alto, alugado pelos altos graus da GLLP – designados Supremo Conselho para Portugal –, que se juntam outros “irmãos” membros dos serviços de informações.

Um deles será F. R., um tenente-coronel da GNR que já integrou o SIS e que, em 2007, quando Silva Carvalho era chefe de gabinete do SIRP, foi nomeado por Júlio Pereira director do Departamento de Segurança, um dos novos quatro departamentos comuns do SIS e do SIED. Outro é o operacional J. A., técnico superior de informações do SIS.

Os três não responderam aos contactos da SÁBADO. O mesmo aconteceu com outros operacionais dos serviços de informações que a SÁBADO detectou a partir do cruzamento de largas dezenas de nomes de maçons mencionados nos documentos internos da GLLP. No SIS, o director de área T. C. tem vários anos de maçonaria e foi inclusivamente eleito venerável da Loja Jerusalém no equinócio de Outono de 2006, cumprindo o mandato até Junho de 2007. Por outro lado, o ex-pára-quedista J. F., funcionário do SIS há mais de 10 anos e actual director de área, é uma conquista relativamente recente da maçonaria. Foi iniciado na Loja Fernando Pessoa da GLLP, para onde entrou juntamente com outros dois aprendizes iniciados entre Outubro de 2005 e Janeiro de 2006, como revela um documento de novas entradas da GLLP. Outro irmão da Loja Mercúrio é R. N. P., um operacional do SIED e membro do Instituto Luso-Árabe.

“A maçonaria é equilíbrio e, por isso, tudo permanece bem desde que não haja uma avalancha de gente dos serviços de informações”, diz à SÁBADO um dos mais influentes maçons da GLLP, solicitando o anonimato. A mesma fonte garante que o número de espiões maçons não deve ultrapassar uma dúzia. “Nas democracias mais maduras, como nos EUA, Inglaterra ou França, é também normal encontrar gente dos serviços de informações nas respectivas maçonarias”, conclui.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

'A Espionagem de Israel aos EUA é Perigosa', Afirma Antigo Responsável da CIA




Philip Giraldi, antigo oficial da CIA para assuntos de contra-terrorismo, afirmou que Israel desenvolveu mais acções de espionagem contra os EUA do que qualquer outro aliado americano. O antigo oficial da CIA explicou a um repórter da Press TV em Washington como é que Israel rouba tanto tecnologias como segredos aos EUA e depois os vende a outros países. (...)


"Isto quase que devia ser visto como um acto de guerra", realçou Giraldi. Ele também referiu a forte influência permitida ao lobby Judaico para actuar em Washington . O ex-oficial da CIAL, que actualmente desempenha funções como Director Executivo do Concelho para a Fundação do Interesse Nacional, é o autor do relatório "The Spy Who Loves Us".

Veja um vídeo sobre este assunto e leia a notícia na íntegra
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Estudo da NASA Aponta para Possível Conexão do HAARP com o Terremoto/Tsunami do Japão

Dados recentes divulgados por Dimitar Ouzounov e seus colegas do Centro Espacial da NASA Goddard Space em Maryland destacam algumas estranhas anomalias atmosféricas sobre o Japão poucos dias antes do terremoto e tsunami do dia 11 de março.

O aquecimento rápido e aparentemente inexplicável da ionosfera diretamente acima do epicentro alcançou um máximo apenas três dias antes do terremoto, de acordo com observações de satélite, sugerindo que a energia direcionada emitida por transmissores utilizados no HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) poderia ter sido responsável pela indução do terremoto.

Publicado no Technology Review do MIT (Massachusetts Institute of Technology) ,
os resultados são apresentados juntamente com uma teoria diferente chamada “Acoplamento Litosfera-Atmosfera-Ionosfera“, que levanta a hipótese de que o aquecimento da ionosfera poderia ter sido causado pelo terremoto iminente, durante o tempo que as falhas geológicas lançavam radônio radioativo.

Esta teoria, é claro, não é realmente comprovada no estudo, mas é em vez disso apresentada como uma possível explicação para a presença da alta densidade de elétrons e a emissão de radiação infravermelha, que foram observados nas imagens de satélites.

Outra explicação para esse estranho aquecimento – e que após análise, parece muito mais provável – é que estas revelações foram uma indicação de que a energia concentrada foi usada para induzir o terremoto, e não o contrário.

Diversos relatórios confiáveis e observações científicas revelam que a tecnologia HAARP é plenamente capaz de ser utilizada como uma arma escalar, o que significa que pode emitir fortes bombas de pulso eletromagnético, pode alterar o clima ou ainda desencadear falhas sísmicas.

Prova de que o HAARP não só é capaz de induzir terremotos, mas parece realmente ter sido usado no Japão

Um olhar casual para os gráficos apresentados como parte dos dados da pesquisa do grupo de Ouzounov (na figura abaixo) mostra anéis de calor quase perfeitos acima do epicentro do terremoto. Se as emissões de Rádon da falha geológica foram verdadeiramente responsáveis pela criação dessas zonas de calor, estas zonas teriam muito provavelmente aparências irregulares e espalhadas, ao invés de círculos concêntricos como foi observado. Isto também me lembra círculos bem semelhantes que antecederam a onda de tornados nos EUA, que foi inicialmente relatado pelo usuário do youtubedutchsinse.

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terça-feira, 21 de junho de 2011

A Demolição dos Eruditos Anónimos



Este 'post' é uma resposta (final) a uma troca de comentários - já anteriormente referida aqui.

Voltei a ler com atenção tudo aquilo que escreveu nestes últimos tempos, em particular no que diz respeito à nossa troca de argumentos e fiquei com a clara sensação que existe da sua parte um completo esvaziar do balão de argumentos, se é que alguma vez os teve.
No início, tudo era arrogância e prepotência, tudo era refutado facilmente com “livros, definições e teorias das academias”, da minha parte eram só “maluquices”. E o tempo foi passando e o que ficou? A sua falta de tempo… Agora com poucas linhas se resume ao que eu não li, a que não sei, aos gurus que sigo sem nada mais ver à volta, às teorias da conspiração e afins.



Vou começar pelo seu último ponto, onde escreve, em tom perfeitamente demagógico tendo em conta ao que tem escrito anteriormente e até nos pontos anteriores deste seu texto: “Por mim...retirem-se as leis que proíbem a "negação do Holocausto". Para acabar de vez com a ladaínha.”.

Não sei se por ignorância ou por má fé escreve tal coisa. EXACTAMENTE por os argumentos “exterminacionistas” serem FACILMENTE DEMOLIDOS há a necessidade de criar uma legislação que pune quem questiona a versão oficial do Holocausto! Só por isso! Não existe para mais nenhum outro facto histórico! (Se estiver atento, irei postar brevemente algumas traduções sobre essa situação).


Vamos analisar, por partes, o que escreveu.


“Mas já li a sua resposta e mantenho tudo o que disse e sinceramente não me parece que tenha lido nenhum dos livros que lhe indiquei. Limita-se à ladaínha revisionista, que como já lhe expliquei fica à porta das Academias.”


Vou utilizar a mesma estratégia (errada): leu algum livro revisionista? Disse que “tinha lido tudo isso quando era jovem”, mas pelo que aqui vejo, está a fugir à verdade pela completa FALTA DE ARGUMENTOS (lancei o desafio de falarmos sobre as câmaras de gás, fugiu; lancei o desafio de falarmos sobre os erros e omissões do Julgamento de Nuremberga, fugiu; lancei o desafio de falarmos sobre as várias vitórias dos argumentos revisionistas, fugiu…). A “ladaínha” é, afinal, tudo aquilo que não conhece, não leu e lhe trás apenas a ideia preconcebida de que os revisionistas são todos pró-nazis e apenas os move as questões políticas. Quanto às “Academias”… Existem “academias” que defendiam que a Terra era plana, não sei se se refere a essas… Ou às que dão prémios Nóbeis a terroristas e a assassinos genocidas! É dessas que fala?!!!


"1) Falei-lhe em académicos COM FORMAÇÃO EM HISTÓRIA. Você fala-me em químicos, bispos e afins. Não me venha com recortes de jornal, polémicas de imprensa ou livros sensacionalistas. Estou a falar de eruditos, não de aprendizes de historiador que fazem espalhafato público para chamar a atenção para a sua "causa" quando sabem que estão a infringir leis (bastante contraproducentes e até imbecis) de determinados países. De facto, é uma questão de credibilidade das fontes.”


Gostaria que me indicasse uma Universidade em todo o mundo em que forneça cadeiras de Química aos estudantes de História… Santa ignorância e estupidez, caro Anónimo! O recurso a estudiosos em Química serve para demonstrar DE FORMA DEMOLIDORA que existe uma IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA (para além da humana) no modo de funcionamento das supostas câmaras de gás homicidas! Para além do ERRO DEMOGRÁFICO sobre a quantidade de Judeus que habitavam na Europa e a sua movimentação, junta-se esse outro erro. O exemplo dos estudos do Químico Germar Rudolf (entre outros) vai de encontro a isso. Por isso foi multado e preso. NÃO PORQUE FICASSE PROVADO QUE ELE ESTAVA ERRADO! Mas porque QUESTIONOU o que NÃO SE PODE QUESTIONAR! Desafio-o (mais outro desafio!) a apresentar-me um trabalho CREDÍVEL da sua “academia” em que mostrem que Germar Rudolf estava errado! Opsss! Não tem tempo… Opsss! Estou a lançar “postas de pescada”… Opsss! Não se pode falar destas coisas num blogue de “fanáticos”…

Portanto, caro Anónimo, os seus “eruditos” nem se preocupam em esforçar-se muito porque, logo à partida, os “fanáticos” estão logo condenados à partida! (Repito: esteja atento, porque irei postar brevemente algo sobre Deborah Lipstadt que o irá espantar…).


Eu não tenho “causa” se por “causa” entender “questões políticas de branquear a Alemanha Nazi”. Com essa estratégia (errada), eu poderia também argumentar que os historiadores “exterminacionistas” defendem a causa Sionista porque os seus patrões lhes mandam escrever livros atrás de livros, com testemunhos que nunca podem ser questionados!
Como e que pode falar de credibilidade de fontes se as fontes revisionistas nunca são aceites? Mas criticam sempre os revisionistas por não aceitarem outras fontes…


“2) O seu problema - e dos seus pares "revisionistas" - é que não sabem distinguir polémicas políticas e recortes de jornal dos meios realmente eruditos onde se estudam os assuntos sem preconceitos. Durante o Estado Novo, Marx era proibido - excepto para estudos académicos. Tirando os regimes totalitários, esta regra costuma ser de ouro. Por mim, que se dê a informação às pessoas - depois é preciso é ter paciência para aturar todo o tipo de maluqueira.”


Portanto, quando multam e prendem revisionistas pelo “CRIME DE PENSAMENTO”, e essa situação é denunciada, o caro Anónimo diz que isso não passa de “polémicas políticas e recortes de jornais”… Fantástico! Mais: afirma que os “eruditos” estudam os assuntos sem preconceitos… Isso que diz é absolutamente incrível! Acredita mesmo no que escreveu?


Talvez se esteja a referir a Giles MacDoonogh (“After the Reich”), James Bacque (Outras Perdas”) ou a Samuel Mitcham e Stephen Von Stauffenberg (“The Battle of Sicily”), entre muitos outros que se atreveram a denunciar “o outro lado dos Aliados”. Ou só gosta de falar nos que se adaptam aos seus argumentos?


Podemos também falar de “eruditos” (tal como referiu no ponto anterior) como Norman Finkelstein (mais um desafio que lhe tentei mandar, mas que, consciente ou inconscientemente, preferiu ignorar). Este homem é um cientista político norte-americano graduado pela Universidade do Estado de Nova Iorque em, estudou na École Pratique des Hautes Études, em Paris, e obteve o seu doutorado em Ciência Política na Universidade Princeton. Ensinou no Brooklyn College e no Hunter College, ambos da Universidade da Cidade de Nova Iorque. Também leccionou na Universidade de Nova Iorque e, finalmente, na Universidade DePaul, em Chicago, até Setembro de 2007 (um verdadeiro erudito!). O problema é que as suas ideias (é verdade, ele também foi vítima do crime de pensamento!) já lhe custaram o emprego de professor universitário (coisa que o caro Anónimo afirma ser uma “ladainha de mártir”), entre outros problemas. Em 23 de Maio de 2008, Finkelstein foi impedido de entrar em Israel por “suspeitas de que tivesse contacto com ‘elementos hostis a Israel’”. Na sua chegada ao Aeroporto Internacional Ben Gurion, perto de Tel Aviv, Finkelstein foi interrogado e mandado de volta para Amsterdão, o seu ponto de origem. Segundo funcionários da imigração, a decisão de deportar Finkelstein estava relacionada com as suas "opiniões anti-sionistas" e críticas ao governo israelita” (ele está proibido de entrar em Israel nos próximos 10 anos).


E porque faço eu esta pequena biografia dele? Porque Norman Finkelstein é filho de judeus sobreviventes do Holocausto: a sua mãe, Maryla Husyt Finkelstein, filha de um judeu ortodoxo, sobreviveu ao gueto de Varsóvia, ao campo de concentração de Majdanek e a dois campos de trabalhos forçados, além de ter perdido toda a sua família durante a Segunda Guerra Mundial. O pai de Norman, Zacharias Finkelstein, também foi um sobrevivente, tanto do gueto quanto do campo de concentração de Auschwitz. Apesar de metade da família ter morrido no Holocausto, OS PAIS NUNCA FALARAM DE CÂMARAS DE GÁS! MAS QUE ESTRANHO!


Mais: Norman Finkelstein tornou-se conhecido pelos seus escritos sobre o conflito israelo-palestiniano e pelas polémicas suscitadas pelo seu livro A indústria do Holocausto (QUE ACONSELHO VIVAMENTE A LER!) no qual critica organizações e personalidades judias (especialmente o Congresso Mundial Judeu e Elie Wiesel) que, segundo ele, instrumentalizam a Shoah com objectivos políticos (sustentar a política de Israel), ou mercantis (obter reparações financeiras por parte da Alemanha e da Suíça). Estre os seus apoiantes estão, adivinhe… Raul Hilberg, Avi Shlaim, e Mouin Rabbani (entre outros)! – pode ler mais sobre ele até na Wikipédia.


Falemos de eruditos como o Dr. Alfred M. Lilienthal, historiador, jornalista e conferencista, graduado da Cornell University e pela Columbia Law School (Judeu, mas anti-sionista) e que afirmou sempre que os Judeus não eram uma raça! Podia continuar a falar de tantos eruditos, mas… Opsss! Maluqueiras…



“3) Se acha que historiadores judeus não conseguem ser imparciais...então estamos conversados sobre os limites do seu conhecimento."

EU NÃO DISSE ISSO! Limitei-me a comentar aquela autora e a sua personalidade. Verifique melhor as suas fontes! Veja melhor os trabalhos dela não apenas pelo que escreve mas, por exemplo, como são as suas palestras e o contexto dos seus argumentos! Mas posso ainda acrescentar que é muito difícil para um historiador, cientista, investigador ou um simples comentador judeu abstrair-se da sua história e de tudo aquilo pelo qual passaram os seus antepassados. É evidente que isso não é focado. Afinal, eles são “o povo eleito”, são “especiais”, e portanto, tudo é “anti-semitismo” quando alguém denuncia qualquer situação.
Quanto aos “limites do meu conhecimento”, posso dizer em absoluto que em matéria de revisionismo histórico são CLARAMENTE superiores aos seus!


“4) O que é que Ghandi tem a ver com Marx? Ghandi propunha uma ética, Marx propunha uma análise científica da realidade. É de facto uma comparação demonstrativa da sua extrema simplicidade intelectual.”

Já são muitos os anos em chats, foruns, blogues e sites onde as mais breves e simples conversas e trocas de opinião sobre História ou Revisionismo acabam, quase sempre, nesta troca de “mimos”. Claro que quem tem argumentos, não precisa de ir por aí. O caríssimo Anónimo já tentou mostrar que eu não percebia nada de Economia, já tentou ridicularizar-me falando em “anacronismo histórico” e já tentou passar por conhecedor de matéria revisionista…

No primeiro caso, apenas e só procurei saber a sua opinião sobre uma alternativa ao sistema monetário… e foi o que se viu! Para quem dizia perceber de Economia… Bla, bla bla! Para si, a “natureza humana” até explica porque não pode haver alternativas ao dinheiro, ao lucro, ao capital, à Banca, etc. Como os “documentários não são conhecimento”, limitou-se a ver uns minutos do que recomendei, a criticar a parte que todos criticam e a ignorar a parte que todos pretendem ignorar…

No segundo caso, o “anacronismo” revelou-se ser antes uma COMPLETA FALTA DE PREPARAÇÃO sobre o que julgava saber e… não sabia nada! Os livros dos seus “eruditos” levantavam as pontas e depois era só seguir os trilhos de leituras paralelas. Mas… opsss! Não havia tempo… Tentou esquecer o assunto, como se não tivesse borrado a pintura toda com a SUA – SIM, A SUA! - EXTREMA SIMPLICIDADE E INTELECTUAL!

Sobre o seu suposto conhecimento em matéria revisionista… Bem, aí confesso que já me ri um bom bocado com tanta estupidez! A cereja no bolo foi a de que sobre História só podem falar os Historiadores! A inter e a multidisciplinaridade, a troca de informações entre as diversas áreas (antropologia, sociologia, arqueologia, biologia, física, química, etc.) é algo que lhe passa ao lado! No caso do Revisionismo Histórico, não há nenhum investigador que não recorra a testes forenses ou a análises e estudos químicos. Mas, opsss! Tiro no pé! Se alguém aqui tem uma simplicidade intelectual, esse alguém é anónimo e não percebe nada disto!


“5) A tese mais aceite neste momento na Academia sobre a relação de Hitler com o Holocausto é que a fragmentação das estruturas de tomada de decisão no seio do III Reich produziu uma dinâmica de radicalização cumulativa que levou a que, no quadro da Guerra, a solução final acabasse por se impor como a única opção viável para o fim ideológico de "remover os judeus". Ninguém defende que em 1933 se preparava 1943, o que se defende é que o caminho até 1943 estava implícito nas premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934. Afinal, ninguém pode negar que a Alemanha se começou a preparar para a Guerra mais atroz de sempre logo em 1933.”


Especialmente sobre esta parte – “(…) é que o caminho até 1943 estava implícito nas premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934.” – gostaria de recordar o caro Anónimo que havia igualmente “uma convergência de provas evidentes” que “provavam” que teriam assassinados em massa prisioneiros em câmaras de gás no campo de concentração de Dachau – onde agora se sabe que nunca existiram para tais propósitos.

Gostaria de recordar o caro Anónimo que havia igualmente uma “convergência de provas evidentes” (acompanhadas de testemunhas oculares, relatórios de especialistas, estudos da própria máquina assassina, etc.) que “provavam” que os Alemães teriam assassinado prisioneiros em câmaras de vapor em Treblinka. Actualmente, sabe-se que tal não aconteceu (pelo menos dessa maneira) e que essa “convergência” era FALSA!

Aliás, as evidências usadas para “provar” a existência de câmaras de gás em Auschwitz-Birkenau, Treblinka, etc., não são muito diferentes das evidências que “provaram os gaseamentos em Dacha e as estranhas “câmaras de vapor” de Trablinka.
As “premissas ideológicas e no tipo de dinâmica política que cristalizaram na Alemanha depois de 1934” e/ou a “convergência de provas evidentes” são COMPLETAMENTE REFUTADAS nos trabalhos de Carlo Mattogno.

“6) O resto dos seus comentários são palha, menções arbitrárias a factos históricos ou a "mártires revisionistas". Habitue-se a uma coisa: se quer escrever alguma coisa a sério sobre História, deixe de moralizar ou politizar os factos. Limite-se a estudá-los. A forma mais fácil de identificar quem não tem preparação para estas coisas é ver que a primeira coisa que fazem é procurar julgar à maneira das crianças ("os americanos também fizeram maldades"; "os ingleses também fizeram maldades", etc.).”


São palha para quem não tem argumentos, são palha para está formatado apenas para uma versão das coisas, são palha para quem se limita a repetir o que lhe ensinaram na suposta “academia” ou simplesmente faz de papagaio como sucede com os principais meios de comunicação social. Dou exemplos de autênticas perseguições pelo CRIME DE PENSAMENTO, por apenas interpretarem um facto histórico de forma diferente, e você responde ironicamente com “mártires”. Quem moraliza e politicaliza a questão são todos aqueles que impedem o livre debate sobre o Holocausto; são aqueles que entendem como “anti-semitismo” qualquer crítica à política de Israel!


É fácil de identificar quem não tem qualquer preparação para este tipo de assuntos: limitam-se a rotular de “extremistas e maluquinhos” todos aqueles que questionam a matéria formatada nas suas mentes! Julgam as coisas da forma mais simplista possível: “questiona o Holocausto? É nazi! Além disso não tem formação!”… Tudo roda à volta disto. Nada roda à volta DA QUESTÃO EM SI, DA DÚVIDA! Rodeiam tudo com a ridicularização e com o saneamento de quem se atreve a duvidar de alguma coisa!


O caro Anónimo nunca aceitou o desafio (mais um!) de falar sobre os crimes de guerra dos Aliados porque a sua formatação leva-o a escrever apenas dos crimes de uns dos lados!Para si, os Aliados agiram sempre bem! Afinal, “vieram libertar-nos!”.
Vou dar-lhe uma pequena lista e depois diga-me se denunciar isto é “pensar como as crianças”:


• De acordo com Mitcham e von Stauffenberg, a unidade do exército canadiana, "The Loyal Edmonton Regiment", teria assassinado prisioneiros de guerra alemães.
• Tropas franco-marroquinas, conhecidas como "Goumiers", teriam cometido estupros e outros crimes de guerra, às proximidades de Monte Cassino.
• Massacre de Treuenbritzen: execução em massa, pelos soviéticos, de mais de 1000 civis alemães na cidade de Treuenbritzen, em Abril de 1945.
• Massacre de Katyn: execução, pelos soviéticos, de prisioneiros polacos (oficiais e soldados), em 1940, no ano seguinte à Invasão Soviética da Polónia.
• Estupros em massa de mulheres alemãs pelo Exército Vermelho.
• Bombardeamento de Dresden: Segundo o historiador e revisionista alemão, Jörg Friedrich, a decisão de Winston Churchill de bombardear Dresden e outras cidades alemãs, entre Janeiro e Maio de 1945 (quando a guerra já estava definida), foi um crime de guerra.
• Sob as ordens do general George Kenney, da Força Aérea dos Estados Unidos, os norte-americanos teriam assassinado sobreviventes japoneses dos navios afundados: Nachi, Kumano, Yamato e Yahagi.
• Afundamentos do Wilhelm Gustloff (navio), Goya (navio), Cap Arcona (navio),Thielbek (navio) e SS General von Steuben
• Massacre de Canicattí: assassinato de civis italianos por oficiais americanos.
• Massacre de Biscari: assassinato de prisioneiros do eixo na Guerra da Sicília.
• Massacre de Dachau: assassinato de guardas do Campo de concentração de Dachau, capturados pelos soldados norte-americanos. Cerca de 35 alemães da divisão SS-Totenkopfverbände foram mortos enquanto se rendiam. Além disso, os americanos teriam entregue armas aos prisioneiros do campo que, segundo testemunhas, torturaram e mataram outros 40 soldados alemães.
• Segundo um estudo publicado pelo pesquisador britânico, Bob Lilly, cerca de 14 mil mulheres foram estupradas por soldados ingleses e norte-americanos.
• Prisioneiros alemães na Noruega teriam sido obrigados a limpar campos minados. Quando a "limpeza" terminou, 392 estavam feridos e 275 morreram.
• Tratamento desumano de prisioneiros alemães em campos de concentração nos Estados Unidos. Segundo estatísticas governamentais, 3.000 morreram de fome e desidratação.
• Massacre das populações civis de Hiroshima e Nagasaki, atingidas por bombas atómicas lançadas pelos EUA.

O Anónimo foge de tudo aquilo que não pode responder porque responder significava admitir que existiram crimes de guerra de ambos os lados! Porém, a sua “academia” e os seus “eruditos” preferiram sempre ignorá-los! Opssss! Isto é “julgar à maneira das crianças”… Que tristeza! Que limitação intelectual!


“7) Por mim...retirem-se as leis que proíbem a "negação do Holocausto". Para acabar de vez com a ladaínha. Nenhum historiador que eu citei precisa de "leis para o proteger". Basta a crítica de outros historiadores sérios, fundamentada com métodos de investigação válidos (em vez de propaganda política mascarada de investigação). Essa crítica tem acontecido e continuará a acontecer. Mas você continuará a ler os livros dos "mártires" e a passar ao lado da História a sério.”


Este ponto é a cereja do bolo! O ponto alto da hipocrisia e do cinismo! Algo em que o Anónimo é imbatível! Os (poucos) historiadores de que falou NÃO PODEM SER CONTRARIADOS porque sabem que se alguém o fizer está a violar a lei! Você e eles sabem isso perfeitamente! Quem vai ser o historiador que se vai atrever a colocar em causa a sua sobrevivência? Será imediatamente saneado e proibido até de entrar na própria faculdade e em certos países, como aconteceu com Norman Finkelstein. Quanto à “crítica de historiadores sérios”, o que eles fazem baseia-se no apoio aos parceiros de grupo, citando os livros uns dos outros, mostrando a ideia de um vasto apoio académico e literário! Existem naturalmente livros e historiadores sérios, mas acontece que eles partem sempre da ideia preconcebida de que tudo aquilo aconteceu… e pronto!


Eu não passo “ao lado da História a sério”. Quem afirma isso pertencem à mesma linha académica que defendia que o Sol circulava em redor da Terra ou que esta era plana! A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO! Mas você e os seus “eruditos académicos” temem. E muito!


PS. Uma última referência a este artigo de Paul Craig Roberts (a tradução pode ser lida aqui). Julgo que vai gostar.

Fotografias a Cores da Anexação da Áustria Pela Alemanha Nazi em 1938



É tido como normal em quase todos os livros que abordam a Segunda Guerra Mundial e até nos manuais escolares a utilização de fotografias para provar este ou aquele facto ou momento histórico, esta ou aquela situação mais ou menos esclarecida. Particularmente, e no que fiz respeito ao facto histórico denominado "Holocausto", é sabido que bastam as fotografias das pilhas de cadáveres e dos fornos crematórios para se "provar" que existiram "câmaras de gás homicidas"...

Curiosamente, sempre que existem fotografias do apoio popular a Hitler, as mesmas são desvalorizadas e a informação é sempre manipulada para que passe a ideia de que as pessoas eram "obrigadas a ir" ou "teriam medo das consequências se não fossem"...



Podem ver aqui uma série de fotografias a cores da revista Life e que mostram nitidamente a disposição popular dos Austríacos quando eles se uniram ao Reich Alemão em 1938. Estas fotografias reflectem o fervor do apoio popular a Hitler e à união (Anschluss) com a Alemanha Nacional Socialista. Estas imagens também ajudam a desacreditar a constante e repetida mentira de que a "Anschluss" foi uma "agressão e uma "violação".

Administração Obama Encobre Acidente Nuclear no Nebraska?

Os EUA poderão ter nas mãos uma emergência nuclear catastrófica no Nebraska e a Administração Obama está encobrir tudo, afirmam correspondentes da Rússia.
O jornal diário paquistanês "The Nation" cita uma agência russa, dizendo que os EUA estão tendo, actualmente, uma emergência nuclear grave na fábrica inundada no Nebraska e que a Administração Obama está a tentar encobri-lo.

O relatório descreve esta situação como um dos piores acidentes nucleares da história dos Estados Unidos.

Tenha em mente que este relatório vem da Rússia e do Paquistão – dois países que não estão particularmente felizes com Obama neste momento.