segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mind Control: Alguém Estar a Tentar Influenciar Você? (III)




(Continuação)

Mind Control: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (I)

Mind Control: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (II)



CONTROLE DA MENTE E RELIGIÃO

Persuasão coercitiva é uma conduta secular. Sendo reconhecida como coerção e "influência indevida", é uma conduta ilegal. Proibição dessa conduta específica protege o próprio Estado e a liberdade de todos os cidadãos de exercer os seus direitos, sem infringir os direitos de livre exercício das organizações religiosas.

A persuasão coercitiva é a antítese da primeira emenda constitucional. Ela produz muito do danoso resultado de uma fraude, aprisionamento sob falsos pretextos, coerção, influência indevida, servidão involuntária, aplicação intencional de angústia emocional, conduta abusiva e outros actos desonestos.

A persuasão coercitiva é a manipulação injusta das fraquezas biológicas e psicológicas e das suscetibilidades de um outro ser humano. É o oposto de caridade e gentileza. É um modus operandi psicológico de uma sociedade totalitária criminosa.

Persuasão coercitiva não é uma prática religiosa. É uma tecnologia de controle disfarçada. Não é uma crença nem uma ideologia. É um processo tecnológico que prejudica a racionalidade.

Como processo ela pode ser examinada separadamente de qualquer mensagem que contenha e que possa ser associada aos seus praticantes. É como examinar os processos técnicos utilizados em indução hipnótica separadamente do estudo do valor ou do significado de qualquer sugestão hipnótica induzida durante o processo. O exame dos processos, nunca das crenças, jamais violará as leis que protegem as religiões.

John Dewey acreditava que "o poder humano de atender aos chamados da razão e da verdade protege a democracia". Qualquer organização usando persuasão coercitiva nos seus membros e que também declare ser religiosa, está fazendo uso da confiança sagrada e dos privilégios da legislação, para torná-la uma fortaleza para abuso psicológico. Está disfarçadamente distorcendo o conceito de "liberdade de crença" para negar o nosso mais fundamental direito constitucional que garante racionalidade irrestrita na nossa liberdade de pensamento e livre arbítrio.

Liberdade religiosa não pode existir sem haver primeiro uma proteção absoluta para a liberdade de pensamento. Liberdade religiosa sem liberdade de pensamento é um absurdo.


COMO AVALIAR SE UM GRUPO É UMA SEITA DESTRUTIVA

Pergunta: Qualquer pessoa pode atacar injustamente um grupo com o qual não concorda, por meio de denúncia de que se trata de uma seita ou declarando que utiliza controle mental coercitivo. Como é que a FACTNet evita esse tipo de problema e define de maneira justa se um grupo se constitui ou não numa seita?

Resposta: FACTNet utiliza critérios específicos para determinar se um sistema de controle da mente foi ou não utilizado, e não sugere que organizações sejam seitas destrutivas ou perigosas sem uma cuidadosa pesquisa que permita comparar se a evidência se encaixa nos critérios específicos ou não. Há três grupos de critérios:

O primeiro grupo vem da utilização ou não de uma série de táticas de controle da mente. Favor ver "Uma abordagem técnica das táticas de controle da mente"
para detalhes.(Desde 1993, a discussão, recursos e apoio para a recuperação de práticas abusivas de Religiões e Seitas) SITE EM INGLÊS - TENTE ACESSAR O ENDEREÇO PELO GOOGLE JUNTAMENTE COM O TRADUTOR.

O segundo grupo de critérios tem a ver com a definição de outros elementos comuns aos sistemas de controle da mente, conforme o Modelo de Oito Pontos para Reforma do Pensamento , de Robert Jay Lifton. Ver no endereço acima. Se muitos pontos desse modelo estiverem sendo usados numa seita, trata-se provavelmente de uma organização perigosa e destrutiva.

O terceiro grupo de critérios tem a ver com a definição dos elementos comuns aos cultos perigosos e destrutivos. O trecho a seguir ajudará a clarificar quais são alguns dos elementos específicos e quais são os critérios.


CARACTERÍSTICAS COMUNS ÀS SEITAS POTENCIALMENTE DESTRUTIVAS E PERIGOSAS

A seita é autoritária na sua estrutura de poder. O líder é visto como a autoridade suprema. Ele ou ela pode delegar algum poder a alguns subordinados com o propósito de observar que os membros aceitem os desejos do líder e suas regras.

Não é possível apelar para outros sistemas superiores de justiça fora desse sistema. Por exemplo: se um professor sentir-se tratado injustamente por um director de escola, ele pode apelar para outra autoridade. Numa seita, o líder reivindica ter o poder final sobre qualquer desacordo.

Os líderes das seitas tendem a ser carismáticos, determinados e dominadores. Eles convencem seus seguidores a abandonar suas famílias, empregos, carreiras e amigos para segui-los. Eles (e não os indivíduos) assumem o controle sobre todas as posses de seus seguidores, inclusive seu dinheiro e suas vidas.

Os líderes se auto-elegem, são pessoas messiânicas que declaram ter uma missão especial na vida. Por exemplo: os líderes do culto aos discos voadores afirmam que povos do espaço os escolheram para conduzir as pessoas a locais especiais para aguardar pelas naves espaciais.

Os líderes de seitas centralizam toda a veneração dos membros para si mesmos.

Sacerdotes, rabinos, ministros, líderes democráticos e líderes de movimentos genuinamente altruístas orientam toda a veneração dos seus seguidores para Deus, princípios abstratos e objetivos coletivos. Os líderes de seitas, ao contrário, mantêm -se como focos do amor, devoção e fidelidade.

As seitas tendem a ser centralizadoras no controle do comportamento de seus membros. As seitas tendem a planejar em detalhes o que os membros poderão vestir, comer, onde e quando trabalhar, dormir, tomar banho, assim como sobre o que podem crer, pensar e dizer.

As seitas tendem a ter um duplo código de ética. Os membros são encorajados a serem abertos e honestos com o grupo e fazer confissões a seus líderes. Em compensação, são encorajados a enganar e manipular pessoas de fora, não-membros. As religiões estabelecidas ensinam seus membros a serem honestos e verdadeiros para com todos e a seguirem um só código de ética.

Uma seita tem basicamente dois objetivos: recrutar novos membros e levantar fundos. Religiões e movimentos humanitários também recrutam e levantam fundos. No entanto, seu propósito não é apenas tornar-se maior; tais grupos têm por objetivo melhorar a vida de seus membros e de toda a humanidade. As seitas afirmam fazer contribuições para a sociedade, no entanto isso fica só na promessa. Seu foco é sempre dominar através do recrutamento de novos membros e do levantamento de fundos para se manterem.

A seita parece ser inovadora e exclusiva. O líder afirma estar recusando a tradição, oferecendo algo novo, e instituindo o único meio de mudança viável, que resolverá os problemas da vida e os males do mundo. Enquanto afirma isso, a seita então , de maneira sub-reptícia usa sistemas de coerção psicológica em seus membros para inibir sua habilidade de avaliar a veracidade das promessas do líder e da seita.


CULTOS ENTRE NÓS
Dra. Margaret Thaler Singer


Uma das principais autoridades no tema de persuasão coercitiva, Margaret Thaler Singer, Ph.D.,é psicóloga clínica e professora adjunta emérita da Universidade da Califórnia, em Berkeley. No exercício de sua função ela entrevistou e aconselhou mais de 3.000 membros atuantes ou ex-membros de seitas, seus parentes e amigos.

A Dra. Singer é a autora do livro "Cultos entre nós", que apresenta o resumo de 50 anos de trabalho no assunto. Na década de 50, como psicóloga veterana no laboratório de psicologia do Instituto Militar de Pesquisa Walter Reed, ela trabalhou com o Dr. Robert Jay Lifton e outros que estudavam prisioneiros de guerra da guerra da Coréia. Foi então que ela encontrou as formas de persuasão coercitiva ou programas de reforma de pensamento aos quais, não apenas prisioneiros de guerra mas também civis de várias origens, foram submetidos no Oriente. Ela também entrevistou um número de padres jesuítas que também foram submetidos aos programas de reforma de pensamento quando aprisionados na China.

Em função de seu trabalho anterior no Walter Reed, a Dra. Singer estava familiarizada com a história de persuasão coercitiva em muitas situações através da História. A seguir, estudos de laboratório realizados por psicólogos sociais, estudos de campo sobre influência realizados por antropólogos, e análise da propaganda feita por analistas políticos e lingüistas, tornaram-se úteis quando ela começou a estudar a atuação de seitas atuais e de outros grupos que utilizam processos de reforma de pensamento para induzir mudanças comportamentais e de atitude em seus membros, como eles usam as palavras para persuadir, controlar e até prejudicar as pessoas.

Na década de 60, a Dra. Singer escreve na introdução do livro Cultos Entre Nós:

"Eu comecei a ser procurada por famílias em que havia membros desaparecidos - geralmente a pessoa desaparecida era jovem, entre 18 e 25 anos, e tinha se envolvido com uma ou outra das seitas que estavam apenas começando naquela época. Os familiares e conhecidos revelavam que tinha havido uma mudança na personalidade do desaparecido, uma nova maneira de falar, emoções contidas, um corte com a família e o passado. Reconheci o que me parecia ser os efeitos de um programa de reforma de pensamento ou o tipo de persuasão intensa e os controles sociais que eu já havia estudado por tanto tempo, coisas que, até então, só acreditávamos acontecessem em lugares longínquos. Mas agora, era bem aqui em casa".

Na sua introdução a Dra. Singer define seitas em termos que permitem ver com clareza a relevância desse assunto para todos nós:

"Há muitas definições e pontos-de-vista sobre o que é uma seita , e às vezes, escritores, estudiosos e até mesmo ex-membros evitam usar o termo. O termo "culto" ou "seita" implica em alguma coisa estranha, alguma coisa não muito normal, algo que não bom para nós, Mas como é mostrado no livro Seitas Entre Nós, seitas estão longe de ser marginais e aqueles que pertencem a elas não são diferentes de você ou de mim. Os assuntos que elas representam são fundamentais para nossa sociedade, para a nossa compreensão do outro, e para a nossa aceitação de nossas vulnerabilidades e para o potencial de abuso no nosso mundo.

"Neste livro usarei o termo "culto" ou "grupo cúltico" para me referir a qualquer um dos muitos grupos que brotaram em nossa sociedade e que têm muitas semelhanças na maneira como surgiram, na sua estrutura de poder e na maneira como são governados. Cultos variam desde os mais benignos até aqueles que exercem um controle extraordinário sobre as vidas de seus membros e que usam processos de reforma de pensamento para influenciar e controlar seus membros. Apesar de que a conduta de certos cultos dão margem a crítica pelos não-membros, o termo culto não é, por si só pejorativo mas simplesmente descritivo. Ele denota um grupo que se forma em torno de uma pessoa que afirma ter uma missão ou um conhecimento especial, que será compartilhado com aqueles que abrirem mão de sua liberdade de decidir sobre suas vidas em prol do auto-denominado líder.

"Há cultos de todos os tamanhos, em torno de qualquer tema, e que recrutam pessoas de todas as idades e de todos os tipos. Nem todos os cultos são religiosos, como muitas pessoas pensam. As razões para sua existência podem ser religiosas, com base em estilo de vida, políticas ou em torno de variadas filosofias.

Nem todo mundo que é abordado por um recrutador do culto, se associa, e entre aqueles que assim o fazem, nem todos permanecem para sempre. Os cultos variam em função do seu poder político ou financeiro. Alguns são fenômenos locais com apenas 12 membros. Outros, têm milhares de membros, administram negócios internacionais e controlam complexas organizações no valor de muitos milhões, ou até muitos bilhões de dólares."

Mais além, em sua introdução, a Dra. Singer compara a visão de George Orwell de uma utopia negativa na sua clássica obra "1984", com o mundo interno dos cultos atuais:

"Cultos atuais e grupos de reforma de pensamento tendem a oferecer utopias, lugares onde todos os males da humanidade serão curados. A atração que o culto tem é que, se você vier também, você estará salvo e todos viverão felizes para sempre.

"De tempos em tempos, pessoas têm escrito sobre tais promessas utópicas, mas também têm escrito sobre seu outro lado, que podem ser chamadas de utopias negativas. Em 1949, George Orwell escreveu a respeito da utopia negativa que ele temia estivesse evoluindo, talvez para acontecer em 1984. Outros antes dele, como Daniel Defoe, Aldous Huxley e Jack London, também escreveram sobre utopias negativas nas quais os sistemas políticos gradualmente tolhiam e eventualmente neutralizavam de maneira criativa, científica e caridosa,a mais básica capacidade das pessoas - a de raciocinar. Nesses governos reais ou imaginários, a tortura, as drogas e técnicas misteriosas e esotéricas eram os métodos temidos pelos quais as pessoas poderiam ser controladas.

"O génio de Orwell permitiu perceber que combinações de técnicas psicológicas e sociais são mais fáceis e mais baratas do que os métodos coercitivos tipo arma-na-cabeça. Persuasão psicológica e social provavelmente também atrairão menos atenção e mobilizarão muito menos oposição de maneira fácil e rápida por parte daqueles sendo manipulados. Orwell ponderou que, se um governo puder controlar toda a mídia e as comunicações interpessoais e ao mesmo tempo forçar os cidadãos a um discurso politicamente controlado, pode extinguir todo pensamento independente. Se o pensamento puder ser controlado então, poder-se-ia evitar ações de rebelião contra o regime. Não somente no seu livro 1984, mas também em ensaios sobre política e o idioma inglês, Orwell enfatizou o poder das palavras. Palavras representam pensamentos, e, sem a capacidade de expressar pensamentos, as pessoas perdem o acesso à sua própria capacidade de pensar.

"Quando o ano 1984 chegou, vários governos totalitários estavam controlando e censurando a mídia e dizimando indivíduos dissidentes. E, no decorrer dos anos, muitas versões dos livros de Orwell como Big Brother, Newspeak e Thought Police, alguns terríveis e outros mais sutis, apareceram aqui e ali , em todos os lugares. As predições de Orwell podem nunca se concretizar completamente devido às maravilhosas propriedades da mente humana quando tem liberdade para raciocinar. Mas suas idéias servem como um alerta sobre o quão fortemente o pensamento das pessoas pode ser influenciado.

"Desde a década de 60, têm surgido movimentos, não governamentais, mas de grupos empresariais independentes que se dedicam ao negócio de manipulação da mente e mudança de personalidade. Miríades de falsos messias, charlatães e líderes de cultos e de grupos de reforma de pensamento emergiram e utilizam as técnicas de manipulação orwellianas. Eles recrutam os curiosos, os não-filiados, os confiantes e os altruístas. Eles prometem utopias intelectuais, espirituais, políticas, sociais e de auto-realização. Esses modernos flautistas de Hamelin oferecem, entre outras coisas, caminhos para chegar a Deus, salvação, revolução, desenvolvimento pessoal, iluminação, saúde perfeita, crescimento psicológico, igualdade, canais para comunicar-se com entidades de 35.000 anos de idade , vida em ecosferas, e contato com seres extraterrestres.

"Há realmente um grande banquete de cultos espirituais, psicológicos, políticos e de outros tipos buscando membros e devotos. Contrariando o mito de que aqueles que se filiam aos cultos são buscadores, é o culto que sai ativa e agressivamente em busca de seguidores. Eventualmente, aqueles grupos submetem seus seguidores a tratamentos para anestesiar a mente e bloquear a capacidade de pensamento crítico e também a capacidade de avaliação, e subjugam sua livre escolha dentro de um contexto de hierarquia rigidamente forçada.

"A sabedoria dos tempos indica que a maior parte da manipulação é sutil e disfarçada. Quando Orwell comentou sobre essa sabedoria, ele tinha em mente a evolução de um insidioso e bem sucedido manipulador de mentes e opiniões. Ele se apresentaria como um sorridente e aparentemente benigno "Irmão Maior" (Big Brother). Mas, ao invés de um Big Brother, hoje em dia vemos hordas de Big Brothers no mundo. Muitos deles são líderes de cultos."




No vídeo que se segue (os restantes podem ser descarregados no Youtube), podemos ver Arizona Wilder, de uma linhagem aristocrática francesa, tendo também ascendência irlandesa, e que conduziu durante décadas rituais sacrificiais satânicos para a elite dos Illuminati, envolvendo algumas das mais conhecidas figuras públicas do mundo. Neste vídeo (legendado), Arizona, vítima de controlo mental, conta o que passou e o que viu.

Finalmente, no último vídeo, onde é entrevistada por David Icke, Arizona, conta igualmente, toda a sua experiência traumática.



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)



(Continuação)




III. Serão os Revisionistas do Holocausto Fascistas e Nazis? A Grande Omissão de Lipstadt

Outra das mais importantes máximas de Lipstadt é que o Revisionismo do Holocausto está intimamente ligado à agenda política do neo-fascismo/neo-Nazismo, acrescentando: “Uma das tácticas que os negacionistas usam para atingir os seus fins é camuflar os seus objectivos. Numa tentativa de esconderem o facto de que são fascistas e anti-semitas com uma agenda ideológica específica, eles referem que o seu objectivo é descobrirem falsidades históricas, todas as falsidades históricas.”30

No seu “History on Trial”, Lipstadt faz um esforço considerável para “provar” que o revisionismo do Holocausto é, na sua essência”, um movimento “neo-Nazi.” A este respeito, ela cita o seu advogado de defesa, Richard Rampton: “A ponte entre a negação do Holocausto e a apologia de Hitler para o anti-semitismo é muito fácil de construir, porque que mais pode querer um historiador que é anti-semita do que desculpar Hitler… que mais pode querer do negar o Holocausto?”31

Rampton, mais à frente, acusa David Irving de eliberadamente ignorar ou tentar "afastar o raciocínio" das provas que não servem para os seus preconceitos. Nas suas próprias palavras: “Aquilo que ele [Irving] não gosta, ele ignora .”32 Esta acusação podia muito bem ser aplicada de volta à sua cliente, Deborah Lipstadt.

No seu livro de 1993, “Denying the Holocaust”, ela cita um artigo de um notável especialista em extremismo político, Laird Wilcox.33 Nesse artigo de 1988, Wilcox salienta que, provavelmente, 25% dos revisionistas do Holocausto são apologistas neo-Nazis, o que quer dizer que a maioria, 75%, não o são. Ela tinha que ter conhecimento deste ponto de vista de Wilcox uma vez que ela analisou brevemente o artigo em que ele refere isso. No entanto, porque contradiz a sua afirmação de que o revisionismo do Holocausto é um movimento “fascista/neo-Nazi, acredito que ela o ignorou e falhou na tentativa de o trazer para a atenção dos seus leitores. Deste modo, a acusação de Rampton - de que Irving ignora aquilo que não gosta - vai direitinha para a sua cliente, Deborah Lipstadt.



IV. Criticismo Variado da Visão de Lipstadt da “Solução Final Nazi”

Uma discussão compreensiva da “Solução Final” Nacional Socialista para a Questão Judaica está muito para além dos objectivos deste artigo. No entanto, é necessário que se façam alguns comentários importantes, uma vez que isto é um tópico de discussão nos livros de Lipstadt.

Lipstadt discutiu este assunto entre os historiadores do sistema no que diz respeito particularmente à “Solução Final”. Ela escrev
eu que “os intencionalistas sustentam que Hitler subiu ao poder com a intenção de assassinar os Judeus e estabeleceram um forte e coerente conjunto de políticas direccionadas para a realização desse objectivo. Por outro lado, os funcionalistas sustentam que a decisão dos Nazis em assassinarem os Judeus não teve origem em qualquer decisão de Hitler, mas foi desenvolvido de uma forma incremental e improvisada". 34 No entanto, em nenhuma parte do “History on Trial” ou em qualquer outra parte (que eu conheça) ela cita a prova do julgamento Irving-Lipstadt que subverte ambos os pontos de vistas.

O Juíz Gray fez esta declaração no seu “Julgamento Final”, a qual Lipstadt não informou os seus leitores de: “Nesta ligação, Irving, no sentido de refutar alegação de que Hitler desenvolveu uma atitude vingativa contra os Judeus nesta (ou em qualquer outra) ocasião, virou a sua atenção para o desejo de Hitler na ocasião em que aplicou uma disposição misericordiosa, quer a nível individual, quer a grupos, de Judeus. Irving exemplificou com a autorização dada por Hitler para que cerca de 70,000 crianças Judias deixassem a Roménia e viajassem para a Palestina. Longerich [um especialista Alemão pertencente à equipa de Lipstadt] concordou que existiram vezes em que Hitler dispensou alguns Judeus de serem deportados ou exterminados.”35

Se a decisão final de Hitler fosse assassinar os Judeus da Europa e limpa-los da face da Europa, porque é que teria autorizado que 70,000 crianças Judias - as sementes para as futuras gerações - escapassem das garras Nacional Socialistas e fossem para a Palestina? São provas como esta que nos levam a questionar as visões tradicionais da Solução Final e que Lipstadt falha em trazê-las à atenção dos seus leitores.

Lipstadt tentou explicar o facto de não existir qualquer documento que prove a existência das infames “câmaras de gás Nazi.” Nas suas próprias palavras: “[Os Historiadores] não, tal como Irving exige, procuram ‘fumo branco’, um documento que prove a existência das câmaras de gás.”36

Isto é muito desconcertante. Vamos presumir que, para o bem do argumento, os historiadores encontravam um autêntico e genuíno documento (ou seja, com estudos forenses a mostrarem que não é uma falsificação), datado entre 1941 e 1945, assinado por Adolf Hitler e que dizia: “Eu, Adolf Hitler, ordeno que todos os Judeus que estejam sob o controlo Alemão sejam assassinados em câmaras de gás.” Se tal documento alguma vez for encontrado, isso será a prova de que os Nacional Socialistas tinham, realmente, uma política (ou, pelo menos, fizeram uma tentativa) para assassinar Judeus em câmaras de gás. Na realidade, os historiadores nunca encontraram um único documento que prove que Hitler tenha ordenado a criação de uma política para a irradiação daquele mal.

Em Outubro de 1939, Hitler ordenou que uma das suas secretárias escrevesse um memorando que contivesse a seguinte ordem: “´Reichsleiter´ Bouhler e o Dr. Brandt são comissionados com a responsabilidade de passarem a possuir a autoridade de médicos especificados, de modo a que, depois de uma avaliação crítica da sua condição, aqueles que forem decretados incuráveis possa-lhes ser concedida uma morte misericordiosa”.37 Aqui temos um documento que prova que Hitler autorizou realmente os doentes incuráveis a serem mortos. Então se existe uma ordem escrita de Hitler autorizando os doentes incuráveis a serem mortos, porque é que não existe uma ordem escrita por Hitler ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás?

Pelo simples facto de não existir um simples, autêntico e genuíno documento do tempo da guerra ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás é uma boa razão para ser céptico da existência das “câmaras de gás Nazis.” (Os “historiadores do sistema” oferecem apenas um conjunto de justificações contorcidas quanto ao porquê de não existir um único documento ordenando a morte em massa de Judeus em câmaras de gás.)

Lipstadt continua. Ela alega que não existe um único documento, mas uma “convergência de evidências” prova a existência de “câmaras de gás Nazis.” Nas suas próprias palavras: “[Os historiadores] procuram um nexo e uma convergência de evidências [para provar a existência de câmaras de gás Nazis].”38

Aqui, Lipstadt apresenta uma já esgotada e falaciosa “convergência de provas evidentes” para a visão tradicional do Holocausto que tem sido refutada pelos revisionistas noutros estudos. O historiador revisionista Mark Weber revelou que podemos utilizar a convergência de evidências para “provar” que os presos foram gaseados em massa no campo de concentração de Dauchau, onde agora é geralmente aceite que, afinal, não houve nenhuns gaseamentos homicidas. 39 Uma convergência de evidências (completa com testemunhos oculares, relatórios de peritos e estudos no local da arma utilizada para o assassinato) podia ser utilizada para "provar" que os Alemães assassinaram prisioneiros em "câmaras de vapor” em Treblinka. 40 Mas, agora, já é aceite que ninguém foi assassinado de tal forma uma vez que esta “convergência de evidências" é inteiramente falsa. Na verdade, a evidência usada para “provar” gaseamentos homicidas em Auschwitz-Birkenau, Treblinka, etc. não é qualitativamente diferente da evidência utilizada para “provar” os míticos gaseamentos em Dauchau e as falsas “câmaras de vapor” de Treblinka. Para uma refutação completa dista "convergência de provas evidentes" eu encaminho o leitor para a análise do académico Revisionista Carlo Mattogno. 41


V. Terá Deborah Lipstadt Características Psicológicas de uma Extremistas?

Dois peritos em extremismo político, o Professor John George e Laird Wilcox, salientaram que uma das características psicológicas de um extremista político é ela defender abertamente padrões duplos e não sentir qualquer culpa do que está a fazer. 42 Como nós veremos nas secções seguintes, Lipstadt aparece exibir esta característica psicológica a respeito da raça e das questões relacionadas com casamentos étnicos inter-raciais. É algo irónico que ela condene os seus oponentes ideológicos de extremistas, quando ela demonstra possuir características proeminentes de um extremista político.



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

(Continua)

A Mentira de Buchenwald

The Buchenwald Hoax - By Anonymous from Anonymous Uploads on Vimeo.

sábado, 9 de julho de 2011

"O Holocausto é Uma Mentira!", Afirma Líder de Partido Egípcio



O líder de um dos principais partidos do Egipto comentou que os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 foram "feitos nos EUA", que "o Holocausto era uma mentira" e que as memórias de Anne Frank são uma "falsificação" - comentários esses que seguramente irão criar mais uma revolução no debate político no país árabe mais populoso do mundo.

Ahmed Ezz El-Arab, vice-presidente do Partido Egípcio Wafd, fez estas declarações numa entrevista exclusiva ao The Washington Times a semana passada, na capital Húngara, durante a Conferência Para a Democracia e Direitos Humanos.

Ele negou que os Nazis tivessem morto 6 milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
"O Holocausto é uma mentira", referiu Ezz El-Arab. "Os Judeus, durante a ocupação Alemã, eram cerca de 2,4 milhões. Então se eles foram todos exterminados, de onde é que vieram os restantes 3,6 milhões?"

Ezz El-Arab disse que aceita que os Nazis tenham morto "centenas de milhares de Judeus. Mas câmaras de gás e retirar-lhes a pele vivos e coisas assim? Histórias extravagantes", acrescentou.

Ezz El-Arab também atacou a autenticidade do "Diário de Anne Frank," o qual ele disse ter analisado como estudante de doutoramento em Estocolmo. "Poderia jurar por Deus que é falso", referiu o líder do Wafd. "A rapariga este lá, mas as suas memórias são falsas."

[Leia a notícia na íntegra]

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Jornalista Israelita Entrevista Ernst Zundel

Ernst Zundel é entrevistado por um jornalista Israelita. Este é apenas o primeiro de uma série de 10 vídeos, que podem ser vistos no Youtube.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt

[O original pode ser lido aqui]

Nota Preliminar: No interesse da imparcialidade e exactidão, o ensaio que se segue foi enviado por e-mail para a Dr. Deborah Lipstadt antes da sua publicação no site CODOH. Ela foi questionada a identificar quaisquer problemas, erros, interpretações erróneas, falsidades, etc. Se tal fosse necessário, estes seriam eliminados ou corrigidos. Paul Grubach e o CODOH não têm qualquer intenção de publicar qualquer material falso ou enganador. Previsivelmente, ela nunca respondeu.


I. A Importância de Deborah Lipstadt

Na sua crítica de 1993 ao movimento Revisionista do Holocausto, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory [Negando o Holocausto: O Crescente Ataque à Verdade e à Memória], a professora doutorada em Estudos Modernos Judaicos e do Holocausto da Universidade de Emory, Deborah Lipstadt, atacou o historiador Britânico David Irving e acusou-o de ser "um dos porta-vozes mais perigosos para negação de Holocausto". 1 Em resposta, Irving processou Lipstadt e a sua editora, a Penguin UK, por difamação. O julgamento decorreu em Londres, começando em Janeiro de 2000, tendo recebido cobertura mundial, uma vez que os meios de comunicação social caíram sobre a historiografia do Holocausto e a batalha continuada entre as visões tradicionais e revisionistas da tragédia Judaica durante a Segunda Guerra Mundial.

O julgamento acabou em Abril de 2000. Irving perdeu o caso e a vitória de Lipstadt foi notícia de primeira página mundial. No entanto, as implicações do julgamento estavam longe de acabar. Como referiu o historiador Daniel Jonah Goldhag, no The Washington Post’s Book World, "o julgamento foi um acontecimento, coberto pelo mundo inteiro, de substancial importância social e política". 2


O Daily Telegraph de Londres escreveu que o drama passado na sala de tribunal de Irving-Lipstadt fez "para o novo século foi o que o tribunal de Nuremberga ou o julgamento de Eichmann fizeram para as anteriores gerações”.3 “Todos os críticos concordam", realçou a Bookmarks Magazine, "que história de Lipstadt é uma fascinante e importante lição histórica para o registo futuro". 4 O influente Kirkus Reviews alegou que a versão dos acontecimentos de Lipstadt, History on Trial, é um “fascinante e meritório trabalho de história legal - e moral." 5 Mesmo o Primeiro-Ministro contemporâneo de Israel, Ehud Barak, aproveitou o intervalo das reuniões com o Presidente Bill Clinton para elogiar Lipstadt pela sua "importante vitória a favor das pessoas Judias.” 6

Embora o conhecido advogado Alan Dershowitz tenha alegado que a vitória de Lipstadt tinha constituído a derrota mais importante numa sala de tribunal para a "negação" do Holocausto na história recente, Irving não perdeu o seu caso por causa de alguma falha associada ao revisionismo do Holocausto. 7 Por alguma razão, o dissidente historiador Britânico, que se fez representar em tribunal, não é advogado e, mesmo assim, travou um duelo contra uma equipa com muito talento. Mas o que é importante, é que David Irving declarou que não era uma autoridade na tragédia Judaica na Segunda Guerra Mundial nem em revisionismo do Holocausto. De facto, ele admitiu que nem sequer tinha lido um dos mais importantes estudos revisionista sobre o Holocausto - a notável obra de Arthur Butz, “The Hoax of the Twentieth Century”.8

Até mesmo o juiz, o Dr. Charles Gray, salientou nas alegações finais que Irving estava em desvantagem porque não podia interrogar Lipstadt a respeito da sua afirmação de que havia uma conspiração Judia internacional para silenciá-lo. "Irving estava em grandes dificuldades”, realçou o magistrado Britânico, "em apresentar este aspecto do caso pela decisão inesperada dos réus que, com o conhecimento pleno das alegações que Irving fizera sobre a conduta de Lipstadt, não a chamaram para depor e para ser interrogada por Irving. Nem é preciso dizer que os réus foram perfeitamente autorizados a adoptar esta táctica, o que colocou Irving, agindo na sua própria pessoa, em desvantagem". 9

Aos olhos dos meios de comunicação social, Deborah Lipstadt emergiu como uma das autoridades mais importantes do mundo sobre a "negação do Holocausto". As fontes dos meios de comunicação do sistema “endeusaram-na” e ela é agora considerada como uma importante defensora e porta-voz para a comunidade Judia em particular, as forças da "moralidade, paz e justiça" na generalidade. O jornal mais importante do estado da Georgia, o Atlanta Journal Constitution, colocou-a nestes termos: "Na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, ela tem sido amplamente vista como a defensora do bem contra o inútil David Irving, príncipe das trevas". 10
Em contraste com este quadro bombástico, Lipstadt, numa explosão refrescante de honestidade, sugeriu que ela própria tinha feito muito pouco para merecer este exagerado elogio”. “Durante as entrevistas [na imprensa]", escreveu ela, "vários repórteres comentaram a minha "dignidade" durante o julgamento. Uma vez que eu nada tinha feito e que me tinha remetido ao silêncio, fiquei, de início, perplexa com a sua reacção”. 11

É importante penetrar e analisar o seu pensamento porque ele é o reflexo de um grande e poderoso segmento da comunidade Judaica em particular e dos meios de comunicação social Ocidentais na generalidade - duas identidades que possuem grande poder e influência. Os seus livros e as suas declarações expressam de forma clara a linha ideológica distorcida de pensamento que “justifica” e “legitima” o actual status quo socio-político do mundo actual.


II. A Visão Dogmática de Lipstadt Sobre o Revisionismo do Holocausto e a Sua Recusa de Debate
Uma das afirmações mais importantes de Lipstadt é a de que revisionismo do Holocausto é uma completa parvoíce, semelhante à teoria da Terra-plana, implicando que a sua visão ortodoxa do Holocausto é tão certa quanto o nosso conhecimento da natureza esférica da Terra. Nas suas próprias palavras: "Os argumentos [do revisionismo do Holocausto] fazem tanto sentido como a teoria da Terra-plana". 12

Aqui nós temos um excelente exemplo da falácia da "analogia defeituosa". Como realça o especialista em lógica Alex C. Michalos, esta falha de argumentação é cometida quando as coisas análogas ou comparadas têm mais diferenças do que semelhanças. 13

Além das experiências científicas que podem ser executadas na Terra para demonstrar a natureza esférica da mesma, há fotografias tiradas do espaço. 14 Em contraste, uma das autoridades principais do Holocausto, o historiador Raul Hilberg, admitiu que faltava uma prova científica para a existência das “câmaras de gás de Hitler”. Não existe nenhum autêntico e genuíno relatório de autópsia para mostrar que os Judeus foram mortos com gás tóxico. Ninguém alguma vez produziu fotografias de Judeus a serem gaseados. 15

Como Jean-Claude Pressac (mundialmente reconhecido como uma autoridade nas supostas câmaras de gás de Auschwitz) salientou, nos desenhos técnicos, documentos de construção e ordens de trabalho que traçam a construção e o subsequente uso dos edifícios que supostamente alojaram as "câmaras de gás de Auschwitz", não há nenhuma referência explícita ao uso de câmaras de gás nem Zyklon B para propósitos homicidas. 16 Isto também foi relutantemente admitido no julgamento de Irving-Lipstadt em Londres. 17

Não obstante a captura de literalmente toneladas de documentos Alemães depois da Segunda Guerra Mundial, nenhuma prova documental de uma ordem de guerra de extermínio, plano nem programa foi alguma vez encontrada. Hilberg admitiu o mesmo durante o seu testemunho no julgamento de 1985, em Toronto, do activista Revisionista Ernst Zundel. 18 Lipstadt confirmou que não há nenhuma ordem escrita por Hitler autorizando a destruição dos Judeus. 19

Uma das mais importantes peças de "evidência" tradicionalmente utilizadas para "provar" o "Holocausto" é o testemunho de Rudolf Höß, o comandante de Auschwitz. Lipstadt e Christopher Browning (um proeminente historiador do Holocausto que fazia parte da sua equipa de defesa) admitiram que as confissões de Höß eram incertas, uma vez que ele tinha sido torturado pelos Britânicos para confessar um número fantástico e inacreditável de assassinatos. 20

A Dra. Lipstadt insiste que "a existência do Holocausto não é uma questão de debate". 21 Mas, como nós acabamos de salientar, para negar este ponto de vista está o facto de que falta todo o material fotográfico, documental e científico necessário para provar a versão de Lipstadt sobre o Holocausto.

Lipstadt acrescenta que o revisionismo do Holocausto é tão absurdo quanto teoria da Terra-plana: "No entanto, num contraste dramático com os defensores da Terra-plana, eles [os revisionistas do Holocausto] podem causar uma tremenda dor e agressão". 22 Isto pode ser interpretado como uma admissão implícita de que o revisionismo do Holocausto tem muito mais credibilidade do que ela pretende admitir publicamente. Se o revisionismo do Holocausto é intrinsecamente ridículo e absurdo, o equivalente à teoria da Terra-plana, como é que com apenas um ventilar público do mesmo se pode causar uma "tremenda dor e agressão"? O ventilar público de um sistema de crenças que é intrinsecamente estúpido e patético seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt e para os seus colegas exporem o seu absurdo e submeterem os seus proponentes a uma humilhação pública e, por fim, relegarem o movimento Revisionista para o lixo da História.

"Quando eu recebi convites para debater com os negacionistas”, escreveu ela, “recusei, explicando que enquanto muitas coisas sobre o Holocausto estão abertas ao debate, a existência do acontecimento não". 23 Para debater com os cépticos do Holocausto, Lipstadt insistiu, "estaria a dar-lhes uma legitimidade e estatura que eles de modo algum merecem. Elevaria a sua ideologia anti-semita - que é o que é a negação do Holocausto - ao nível da historiografia responsável - que é o que não é". 24

Apesar do que Lipstadt escreve, se as provas mais fortes sobre o Holocausto passam pela opressão e pelas afirmações sobre o Revisionismo de ridículas, evitar o debate não lhe dá credibilidade e respeito. Bem pelo contrário! Trocar argumentos com estes "cépticos” seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt expor a sua charlatanice e estupidez. Só se o Revisionismo tiver validade intrínseca ele ganhará estatura por uma audição pública. A recusa da senhora Judia em debater carrega com ela o reconhecimento implícito de que o Revisionismo tem mais legitimidade do que ela quer admitir.

Mesmo que o Revisionismo fosse um puro disparate, o interesse do público continuaria a existir se os meios de comunicação social lhe dessem a devida atenção. A verdade da visão tradicional do Holocausto pode ser provada novamente. Lipstadt já declarou anteriormente que “apenas estava interessada em encontrar a verdade.”25 Se assim for, uma maior e completa percepção da verdade será encontrada com um debate público onde os seus “factos sobre o Holocausto” entrarão em choque com a “ficção negacionista do Holocausto”.

Karl Popper, um proeminente filósofo da ciência, defendia que uma afirmação (uma teoria, uma conjectura) tem o estatuto ou predicado de pertencer à ciência empírica se, e apenas se, for potencialmente capaz.26 Se o Holocausto não pode ser questionado nem debatido e tem que ser cegamente aceite como “facto”, então não é falseável. Se não é falseável, então não é uma teoria científica. A posição de Lipstadt viola os presupostos da boa ciência. A verdadeira teoria científica está aberta à questão e ao debate contínuos.

A agenda de Lipstadt é, acredito, facilmente aparente. O que ela afirma é que devemos aceitar a visão tradicional da doutrina do Holocausto sem qualquer dúvida, a priori. Ela pretende evitar que o público e os meios de comunicação social dêem ouvidos e um tratamento justo ao revisionismo do Holocausto, porque no momento em que o público o fizer, isso levará a um julgamento desfavorável para a sua versão tradicional do Holocausto.

Além disso, a sua posição é contraditória. Ela escreve: “Os negacionistas, defendo eu, deverão se impedidos com uma pesquisa argumental, não com cortes grosseiros da lei.”27 A pesquisa argumental deve incluir o justo e razoável exame dos argumentos do oponente e uma vontade de debater publicamente com o opositor. Recusar o debate com o opositor não é uma “pesquisa argumental”.

Ela continua:: “Os negacionistas…distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos e, consequentemente, saem completamente fora dos parâmetros de qualquer debate histórico sobre o Holocausto.”28 Se isto fosse realmente um descrição exacta dos métodos dos “negacionistas do Holocausto” então seria do interesse para Lipstadt e para os seus companheiros historiadores do sistema debaterem-no publicamente, porque isso seria uma oportunidade de ouro para também, publicamente, exporem as suas distorções, falsificações e a sua completa imbecilidade. Seria uma excelente oportunidade para exporem os “negacionistas do Holocausto” como os patetas e impostores que nós, alegadamente, somos. Se os “negacionistas do Holocausto” realmente distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos, Lipstadt deveria gostar da ideia de debater com eles, porque isso seria uma oportunidade para ela os expor e ajudar a destruir o movimento revisionista de uma vez por todas.

Apesar de tudo, parece que a “justificação” de Lipstadt em recusar o debate não passa de uma salvação da consciência para uma auto-decepção projectada para esconder o medo e a insegurança no que diz respeito à validade do revisionismo do Holocausto. Na realidade, não deixa de ser um sinal favorável para o revisionismo do Holocausto que alguns dos seus maiores detractores como Deborah Lipstadt recusem o debate. Manda uma mensagem implícita ao grande pública de que o revisionismo do Holocausto tem mais credibilidade do que aquilo que os seus oponentes admitem publicamente.
A sua agenda real foi a colocada descoberto por Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Califórnia. No julgamento de Irving-Lipstadt ele salientou: "Eles [o lobby Judaico-Sionismo do Holocausto] pensam…que a sua versão dos acontecimentos deve ser aceite como verdade e que a divergência de alguns desses princípios deve ser vista como inaceitável de qualquer discussão racional". 29

Lipstadt pretende que a sua versão Judaico-Sionista do Holocausto seja aceite como “a verdade” e que toda a discordância ou exame sobre a mesma passe a ser um tabu. Desta forma, a sua visão tradicional do Holocausto deverá se aceite pela sociedade sem qualquer questão. Torna-se assim uma auto-perpectuação.


(Continua)

David Cole e Mark Weber no Montel Williams Show

Debate já antigo, mas que não deixa de ser importante. Especialmente para ajudar a esclarecer o que é e o que não é o Revisionismo do Holocausto.









Estaline Estaria Pronto Para Atacar a Alemanha Nazi

Documentos revelados recentemente revelaram que Estaline estava pronto para enviar mais de um milhão de soldados Soviéticos até à fronteira Alemã para impedir uma potencial agressão Nazi. É alegado que o acordo tinha sido alcançado entre a URSS, Grã-Bretanha e a França e a estratégia podia ter prevenido a epidemia da Segunda Guerra mundial.

Podem ler aqui o plano de Estaline para atacar a Alemanha Nazi e a sua provável responsabilidade pela Segunda Guerra Mundial.

O que não deixa de ser interessante sobre este assunto é o quase completo silêncio da "historiografia oficial", a tal "academia credível" sobre a qual alguns gostam de falar. O que tem que se manter nos manuais escolares (e não só) é que, de um lado, estavam "os maus do costume" e, do outro, "os bons do costume", os tais "aliados" que nos vieram salvar a todos...

Mind Control: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (II)


(Continuação deste artigo).


MODELO DE 8 PONTOS PARA A REFORMA DO PENSAMENTO
de Robert Jay Lifton



1. Controle de ambiente. Limitação de muitas ou todas as formas de comunicação com não-membros do grupo. Livros, revistas, cartas e visitas de amigos são "tabus". "Saia e separe-se"!

2. Manipulação mística. O candidato em potencial ao grupo é convencido dos altos propósitos e da missão especial do grupo através de uma marcante experiência, como um suposto milagre ou uma palavra profética por algum dos membros do grupo.

3. Exigência de pureza. Um objetivo explícito do grupo é o de promover algum tipo de mudança, seja ela num nível global, social ou pessoal. "A perfeição é possível se permanecer no grupo e se comprometer".

4. Culto da confissão. A pouco saudável prática de fazer confissões perante os membros do grupo. Com frequência no contexto grupal de uma reunião, a admissão de pecados, erros e imperfeições do passado, até mesmo dúvidas sobre o grupo e pensamentos críticos com relação à integridade dos líderes.

5. Ciência sagrada. A perspectiva do grupo é absolutamente verdadeira e completamente adequada para explicar TUDO. A doutrina não está sujeita a alterações ou questionamentos. Requer-se absoluta conformidade à doutrina.

6. Linguagem tendenciosa. Um novo vocabulário emerge do contexto grupal. Os membros do grupo "pensam" dentro dos estreitos e muito abstratos parâmetros da doutrina do grupo. A terminologia eficientemente impede o pensamento crítico dos membros pelo reforço da mentalidade "certo e errado". Termos tendenciosos e jargões criam pensamento preconceituoso.

7. Doutrina acima da pessoa. Experiências anteriores ao grupo e experiências grupais são interpretadas de maneira estreita e dentro da própria doutrina , até mesmo quando a experiência contradiz a doutrina.

8.Dispensação da existência. A salvação só é possível dentro do grupo. Os que abandonam o grupo estão perdidos.


PERSUASÃO COERCITIVA NÃO É PERSUASÃO AMISTOSA

Os programas que utilizam as oito táticas anteriores citadas têm como denominador comum a tentativa de promover grandes mudanças na auto-imagem das pessoas, as suas percepções da realidade e relações interpessoais. Quando têm sucesso em promover essas mudanças, os programas de reforma de pensamento coercitiva criam também o potencial de forças necessárias para exercer influência indevida na capacidade da pessoa de tomar decisões de maneira independente e até de tornar essa pessoa um agente multiplicador para o benefício da organização sem o consentimento ou o tácito conhecimento da pessoa.

Os programas de persuasão coercitiva são efectivos porque para os indivíduos que experimentam os programados e severos factores estressantes gerados por eles, somente conseguem reduzir as pressões aceitando o sistema ou adotando os comportamentos promulgados pelos patrocinadores do programa de coerção. A relação entre a pessoa e as técnicas de persuasão coercitiva é dinâmica na medida em que, apesar da força das pressões, prêmios e punições ser considerável, ela não leva a uma reorganização das crenças ou atitudes feita de forma voluntária, estável e significativa . Ao contrário, ela leva a um tipo de aceitação forçada e a uma racionalização elaborada para a nova conduta, em função da situação.

Novamente, para conseguir manter as novas atitudes ou "decisões", sustentar a racionalização e continuar a influenciar indevidamente o comportamento de uma pessoa ao longo do tempo, as táticas coercitivas precisam ser aplicadas mais ou menos continuamente. Discursos inflamados sobre "inferno e perdição", sermões do púlpito com o objetivo de induzir ao sentimento de culpa, ou horas a fio com um vendedor utilizando técnicas de vendas por pressão, ou outros exemplos da chamada persuasão amistosa, não constituem a base necessária para um programa de persuasão subliminar que seja contínuo, coordenado e cuidadosamente selecionado, assim como aqueles encontrados nos programas mais abrangentes de "persuasão coercitiva".

Práticas de persuasão religiosa verdadeiramente pacíficas nunca tentariam forçar, compelir ou dominar o livre arbítrio ou as mentes de seus membros através de técnicas comportamentais coercitivas ou hipnotismo disfarçado. Elas não encontram nenhuma dificuldade na coexistência pacífica com a legislação americana destinada a proteger o público contra tais práticas.

Fingir ser persuasão amistosa é exatamente o que leva a persuasão coercitiva menos provável de atrair atenção ou mobilizar oposição. É isso também que a torna tão devastadora como tecnologia de controle. Vítimas de persuasão coercitiva apresentam: nenhum sinal de abuso físico, racionalizações convincentes para as mudanças abruptas ou radicais em seu comportamento, uma sinceridade convincente, pois elas foram mudadas de maneira tão gradual que nem se aperceberam do fato.

Para saber se persuasão coercitiva foi ou não usada torna-se necessário um cuidadoso estudo de caso, de todas as técnicas de influência usadas e de como foram aplicadas. O foco no meio de convencimento e no processo usado, não na mensagem, e também nas diferenças fundamentais , não nas similaridades por coincidência, torna fácil perceber qual o sistema utilizado. O continuum de influência ajuda a tornar mais perceptível a diferença entre persuasão amistosa e persuasão coercitiva.


VARIÁVEIS

Nem todas as táticas utilizadas num ambiente de persuasão coercitiva serão sempre coercitivas. Algumas táticas de natureza inócua ou velada misturam-se a elas. Nem todos os indivíduos expostos à persuasão coercitiva ou reforma de pensamento são coagidos eficazmente a se tornarem participantes. A sugestionabilidade individual, a constituição física e psicológica, as fraquezas e diferenças, reagem ao grau de severidade, continuidade e abrangência no qual as várias táticas e o conteúdo do programa de persuasão coercitiva são aplicados e determinam a eficácia do programa ou o grau de prejuízo causado às suas vítimas.

Por exemplo, no caso Estados Unidos x Lee 455 US 252, 257-258 (1982), o Supremo Tribunal da California decidiu que: "quando uma pessoa é submetida a persuasão coercitiva sem o seu conhecimento ou consentimento... pode sofrer sérias e, às vezes, irreversíveis disfunções físicas e psiquiátricas chegando mesmo até a tornar-se esquizofrénico, praticar auto-mutilação e suicídio".

QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS DE UM PROGRAMA DE PERSUASÃO COERCITIVA?

A) Determinar se o sujeito manteve o conhecimento necessário e a capacidade de volição para tomar a decisão de mudar suas idéias ou crenças.

B) Verificar se o sujeito realmente adoptou, afirmou ou rejeitou aquelas ideias ou crenças, de sua própria vontade.

C) Então, se necessário, tudo o que deveria ser examinado é que tipo de processos comportamentais foram usados, não o conteúdo ideológico. É necessário examinar somente os processos comportamentais usados na sua "conversão". Cada suposta situação de persuasão coercitiva deve ser revista caso a caso. As características dos programas de persuasão coercitiva são severas, bem entendidas, e não são acidentais.

PERSUASÃO COERCITIVA NÃO É VOLUNTÁRIA, AMISTOSA OU PRÁTICA BÁSICA DE NENHUMA RELIGIÃO LEGÍTIMA

Persuasão coercitiva não é uma prática religiosa, é uma tecnologia de controle. Não é uma crença ou ideologia, é um processo tecnológico. Como processo, pode ser examinada, na sua tecnologia, por peritos, sem levar em conta o conteúdo de ideias ou crenças, da mesma maneira que se pode examinar o processo técnico de indução hipnótica independentemente do significado ou valor das sugestões pós-hipnóticas. Examinando os processos desta maneira não há violação da legislação que protege as religiões. Persuasão coercitiva é a antítese dessa legislação. Ela é a manipulação injusta das suscetibilidades e fraquezas biológicas e psicológicas de outrem. É uma tecnologia psicológica de FORÇA, incompatível com uma sociedade livre, mas sim com uma sociedade criminosa ou totalitária. Certamente não se trata de uma tecnologia espiritual ou religiosa. Qualquer organização que utilize a persuasão coercitiva em seus membros como prática central, e que também se auto-denomine religiosa, está tornando o SANTUÁRIO da legislação (Primeira Emenda) numa fortaleza para estupro psicológico. É uma contradição em termos e deve ser "desestabelecida". A persuasão coercitiva é uma força psicológica sutil , que compele, que ataca algo ainda mais fundamental e importante do que a nossa "liberdade religiosa". O SEU PERIGO, E O QUE A TORNA CONDENÁVEL, É O FATO DE QUE ELA ATINGE NOSSA AUTO-DETERMINAÇÃO E LIVRE ARBÍTRIO, AS MAIS FUNDAMENTAIS DE NOSSAS LIBERDADES CONSTITUCIONAIS.

Perguntas e respostas sobre controle da Mente:

1) Quais os tipos de grupos que utilizam persuasão coercitiva?

2) Quais são os critérios de um programa de persuasão coercitiva?

3) Como saber a diferença entre persuasão coercitiva e persuasão amistosa?

4) Quais são as principais variáveis que levam alguns indivíduos a serem mais afetados do que outros, num programa de persuasão coercitiva?

5) Por quê tão poucas vítimas denunciam ou esperam tanto tempo para pedir ajuda?

6) Por quê ex-membros não denunciam e se tornam mais ativos em alertar o público e parar os abusos?

___________________________________________________________________

1) Quais os tipos de grupos que utilizam os programas de persuasão coercitiva?
Grupos que demonstram uma grande ou excessiva devoção a alguma pessoa, idéia ou coisa e que exigem um comprometimento sem questionamentos, podem potencialmente racionalizar usando os "meios" de persuasão coercitiva para atingir os "fins" para o seu grupo.

Os grupos que utilizam persuasão coercitiva geralmente utilizam técnicas de selecção e escolha para identificar aqueles mais sugestionáveis ou maleáveis, e para isolar os menos sugestionáveis ou maleáveis. Alguns grandes grupos possuem detalhados manuais para treinar especialistas em vendas ou recrutamento dos melhores alvos. Outros, usam testes psicológicos para isolar os sujeitos mais passíveis de manipulação. Os sujeitos mais fáceis de influenciar são geralmente os jovens, confiantes, crédulos e sem senso crítico advindos de ambientes superprotetores, ou então pessoas que possam estar vulneráveis em função de algum evento recente.

Nesse processo altamente premeditado, os rejeitados são geralmente indivíduos que têm livre acesso a informação acurada, crítica ou antagônica. Indivíduos insolentes, egocêntricos, "espertos", muito críticos ou recalcitrantes não são escolhidos porque demandam muito trabalho, são difíceis e custam caro.

É possível distinguir grupos perigosos que usam persuasão coercitiva dos grupos de persuasão amistosa quando se ignora suas similaridades coincidentais e se analisa os métodos de persuasão coercitiva. As crenças de um determinado grupo não são indicativas da utilização de persuasão coercitiva.

2) Quais são os critérios de um programa de persuasão coercitiva?
Para se saber se um programa de persuasão coercitiva foi responsável por alguma mudança comportamental observável, é necessário observar :

a) se o sujeito tinha conhecimento e capacidade de volição para tomar a decisão de mudar suas crenças e ideias, e
b) se o indivíduo realmente adotou, afirmou ou rejeitou aquelas ideias por sua própria vontade.

O que deve ser observado são os processos comportamentais e não o conteúdo ideológico. Por exemplo: não é necessário analisar o que é verdadeiro ou falso a respeito do comunismo, para saber se um sujeito foi ou não submetido a um programa de lavagem cerebral. Há a necessidade apenas de se observar os processos comportamentais utilizados na "conversão". Não há necessidade de se questionar a fé de um indivíduo e nem pedir que ele a explique racionalmente.

Cada suposta situação de persuasão coercitiva deve ser examinada caso a caso. As características dos programas de persuasão coercitiva são severas, bem compreendidas e não são acidentais.

3) Como saber a diferença entre persuasão coercitiva e persuasão amistosa?
É possível pensar em exemplos benignos ou menos severos de quaisquer das "sete táticas" que, por si só, podem não ser coercitivas. Mas exemplos individuais aleatórios não exemplificam os abrangentes critérios que devem estar presentes para se saber se um programa planeado de persuasão coercitiva foi ou não usado.

A relação entre a pessoa e as táticas de persuasão coercitiva é dinâmica, na medida em que não levam a uma reorganização de crenças ou valores que seja estável, significativa e aceita , apesar das formidáveis forças das pressões, prêmios e punições exercidas sobre a pessoa. Elas levam a uma aceitação forçada e a uma racionalização situacional. Para manter as novas atitudes ou "decisões" e sustentar a racionalização, o programa deve ser aplicado quase que continuamente.

Mesmo que uma pistola de água possa ser um exemplo benigno de arma, não seria incluída numa legislação destinada a proteger a população contra armas de fogo. Da mesma forma, religiões que utilizam persuasão amistosa não têm nada a temer nem deverão ser afetadas pela legislação anti-persuasão coercitiva.

4) Quais são as variáveis principais que levam alguns indivíduos a serem mais afetados do que outros num programa de persuasão coercitiva?
Nem todas as táticas utilizadas num programa de persuasão coercitiva são coercitivas. Algumas táticas de natureza inócua, atraente ou encoberta são misturadas com as outras.

Persuasão coercitiva é suficientemente efetiva para assegurar o recrutamento de muitos dos que são abordados e para reter muitos daqueles que se apresentam. Mas, nem todos os indivíduos expostos a um programa de persuasão coercitiva são efetivamente coagidos. Persuasão coercitiva não é mágica e nem tão tecnologicamente desenvolvida, que possa ser infalível.

O que faz a diferença são a personalidade individual, a sugestionabilidade, os pontos fortes e fracos no aspecto genético, fisiológico e psicológico, as diferenças e as experiências de vida. Essas variáveis interagem com o grau de severidade, consciência e abrangência das práticas coercitivas do grupo. Todos esses fatores determinam a eficácia do programa e o grau de dano causado às suas vítimas.

Não estamos sugerindo que somente pessoas fracas sejam influenciadas pelos programas de persuasão coercitiva. Uma concepção errada é a de que todas as vítimas vieram de famílias más, foram fracas, ou tiveram uma parcela de responsabilidade pelo fato de se encontrarem naquela situação.

Ninguém "entra para uma seita". Pessoas recrutadas para grupos destrutivos pensam que estão fazendo algo muito diferente, algo benéfico e de valor. Qualquer um pode ser recrutado, dependendo do discurso do "vendedor" e suas condições de vida no momento. Todos somos vítimas em potencial. A racionalização conveniente de que as pessoas são responsáveis pela sua própria vitimização permite que nos sintamos diferentes daquelas pessoas e, portanto, muito mais em controle e protegidos desse perigo aleatório.

5) Por quê tão poucas vítimas denunciam ou esperam tanto tempo para pedir ajuda?
É muito difícil para ex-membros , principalmente os que permaneceram mais tempo ou ocuparam cargos mais altos, admitir que foram totalmente enganados e se permitir falar sobre o que sabem. O grupo os levou a acreditar que eles são total e completamente responsáveis pelo que aconteceu a eles e que o grupo nunca é o culpado.

O resultado é que as vítimas foram tão fortemente induzidas do conceito de que eram os únicos responsáveis pela decisão de entrar para a Cientologia, que só podiam culpar a si mesmos. Algumas vezes era para eles impossível conceber que tivessem sido tão ludibriados. Eles podem negar que tenham sido enganados por que senão teriam que aceitar a idéia de serem muito tolos ao tomar as decisões que tomaram em suas vidas, e porque seria muito doloroso verificar o quanto eles foram prejudicados.

Não confiar nas suas próprias decisões e percepções da realidade é assustadoramente próximo ao pior terror: insanidade. Sem a informação, inacessível a eles, no culto e sem terapia, esse nível de negação da realidade passada é difícil de superar.

A armadilha não é um acidente. Juntamente com outras táticas, as seitas deliberadamente inculcam em seus membros mecanismos de autoproteção, manutenção do segredo, e responsabilidade em redirecionar mecanismos de negação "sem saída". A organização sempre tem razão, os indivíduos são sempre os errados e os responsáveis, problemas acontecem para aqueles que violam o código de silêncio, etc.

6) Por quê os ex-membros não denunciam e se tornam mais ativos em educar o público e parar com os abusos?
A maioria das vítimas não possui a informação e o aconselhamento necessários para combater a reforma de pensamento e a indução de fobias que receberam na seita. Eles precisam da informação para saber que há uma razão para denunciar, e de terapia para se fortalecer mentalmente para poder denunciar. Aqueles que permaneceram nas seitas por longos anos tiveram sua capacidade de análise prejudicada ou, pelo menos, sem praticar, e portanto, podem continuar acreditando, como as boas vítimas devem fazê-lo, que a seita sempre foi boa e correta e que eles foram sempre maus e errados.

Quando em transe, foram sugestionados, foram completamente ludibriados em acreditar que tudo aconteceu por sua própria responsabilidade. São vítimas que ainda não têm consciência de que o são. Esta é a regra com as vítimas de programas de reforma de pensamento, e não a exceção.

Ex-membros com alguma experiência temem as conseqüências para os desertores e famílias de desertores que denunciam. Não acham que vale a pena e acreditam que outras pessoas assumirão a responsabilidade por eles pelo sofrimento sem fim que a seita traz às vidas das pessoas. Muitos estão tão traumatizados com a organização que não querem ouvir falar dela.

[Adaptado daqui]

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Que Significa a Negação do Holocausto?




Em Abril de 2007, a União Europeia concordou em condenar até três anos de cadeia todos aqueles que negam ou banalizam o Holocausto.1 Mais recentemente, em resposta às observações de Bispo Richard Williamson, o Papa proclamou que a negação do Holocausto é "intolerável e completamente inaceitável". Mas o que a Negação do Holocausto realmente quer dizer?



Comece com a palavra Holocausto. O Holocausto 2 (soletra-se com um “H” maiúsculo) refere-se à morte de seis milhões de Judeus pelos Nazis durante Segunda Guerra Mundial. É suposto ser "Solução Final" Alemã para o problema Judaico. Muito do extermínio sistemático terá acontecido em campos de concentração através de fuzilamentos, gaseamentos e vítimas inocentes Judias queimadas vivas durante o Terceiro Reich.


Pessoas como Germar Rudolf, Ernst Zundel e o Bispo Williamson que não acreditam nesta versão dos acontecimentos e que se atrevem a dizê-lo em público são ultrajados como fanáticos, anti-semitas, racistas ou ainda pior. Os seus cenários históricos alternativos não são denominados apenas como revisionistas, mas são rebaixados como negação do Holocausto. Rudolf e Zundel foram autenticamente despachados para a Alemanha onde foram julgados, condenados e sentenciados a três e cinco anos, respectivamente. Williamson poderá não ficar muito atrás.

Os políticos zombam do papel dos revisionistas do Holocausto e as suas conferências são vistas como um "inaceitáveis como discurso e comportamento internacional”. 3 Judeus não-Sionistas que participam em tal revisionismo, como o Rabino Dovid Weiss do Neturei Karta, são acusados e rotulados de “self-haters” e são evitados e vítimas de ostracismo. Até mesmo o Professor Norman Finkelstein, cujos pais foram ambos os sobreviventes do Holocausto e que escreveu o livro The Holocaust Industry [A Indústria de Holocausto], foi rotulado de negacionista do Holocausto.
Mas colocando de lado o ódio viril dirigido contra esses que interrogam a veracidade da narrativa típica do Holocausto, o que é que estas pessoas acreditam e dizem para correrem o risco de serem presas e até vítimas de agressão? Para a maioria dos revisionistas do Holocausto ou negacionistas, se preferirem, os seus argumentos resumem-se a três simples pontos:

1. A “Solução Final” de Hitler foi para ser de limpeza étnica [no sentido de EXPULSÃO da comunidade judaica], não de extermínio.
2. Não existiram quaisquer câmaras de gás homicidas usadas pelo Terceiro Reich.
3. Foram menos de 6 milhões de Judeus dos 55 milhões que morreram na Segunda Guerra Mundial.



São estes argumentos revisionistas assim tão odiosos para causar entre esses que acreditam um sentimento de ultraje, ao ponto de serem agredidos e presos? Mais importante, é possível que as argumentações revisionistas sejam verdadeiras, ou mesmo parte delas, e que eles sejam desprezados porque contradizem a história do Holocausto, uma história qual foi elevado ao nível de uma religião nas centenas de filmes, monumentos, museus e documentários dramáticos?


É sacrílego perguntar, "Se Hitler estava com a intenção de extermínio, como é que Elie Wiesel, o seu pai e duas das suas irmãs sobreviveram ao pior período de encarceramento em Auschwitz"? Wiesel alega que as pessoas eram lançadas vivas para fossas a arder. No entanto, até os guias de Auschwitz formatados por Israel refutam esta afirmação.
É realmente “para além do discurso internacional" interrogar a eficácia e as evidência s forenses da câmaras de gás homicidas? Se outros mitos, como o de fazer sabão de gordura humana, foram considerados como propaganda de guerra, porque é "comportamento inaceitável" questionar se as câmaras de gás em Dachau não foram reconstruídas pelos Americanos uma vez que nenhuma câmara de gás homicida alguma vez foi encontrada e ser usada como prova nos julgamentos de Nuremberga?


Durante mais de cinquenta anos académicos Judeus gastaram centenas de milhares de dólares para documentar cada vítima Judia do Holocausto Nazi. Os Nazis eram Alemães, obcecados com papelada e registos. Mas só 3 milhões de nomes foram encontrados e muitos deles morreram de causas naturais. Então porque é heresia duvidar que menos que 6 milhões de Judeus foram assassinados na Segunda Guerra Mundial?


A "negação do Holocausto" talvez não seja mais excêntrica nem mais criminosa do que alegar que a Terra é plana, excepto que o Holocausto tem sido usado como a espada e escudo na missão construir um Estado Judaico entre o Mar Mediterrâneo e o Rio da Jordânia, onde actualmente metade da população não é Judia.


A narrativa do Holocausto permite a Yad Vashem, o melhor museu do Holocausto no mundo, repetir a “mantra” do "Nunca Esqueceremos" enquanto se senta em terras Árabes roubadas de Ein Karem e supervisionar as sepulturas sem marcas dos Palestinianos chacinados por terroristas Judeus em Deir Yassin. Permite que Elie Wiesel se vanglorie por trabalhar para estes mesmos terroristas (como jornalista, não como lutador) enquanto recusa reconhecer, muito menos pedir desculpas, os crimes de guerra que o seu empregador cometeu. Faz dos Judeus as vítimas finais independentemente de como eles despojam, desumanizam e limpam etnicamente o povo nativo Palestiniano.

A história do Holocausto elimina qualquer comparação com Ketziot ou Gaza com os campos de concentração que, de facto, eles são. Comemora a resistência dos Judeus nos guetos da Europa enquanto nega firmemente qualquer comparação com a resistência dos Palestinianos em Hebron e por toda a Cisjordânia. Permite afirmações com a que o Massacre de Hanukah deste ano em Gaza, com uma relação de mortos 100 para um, foi uma "resposta proporcional" à resistência Palestiniana à ocupação interminável.


O Holocausto é usado para silenciar os críticos de Israel naquilo a que o académico Judeu, Marc Ellis, chamou o acordo ecuménico: vocês Cristãos desviam o olhar enquanto nós espancamos os Palestinianos e construímos o nosso Estado Judeu e nós não nos lembraremos que Hitler era um bom católico bom, um confirmado "soldado de Cristo," muito antes de ser um mau nazi.



A narrativa do Holocausto de extermínio industrializado sistemático foi uma ferramenta neo-conservadora importante para conduzir os Estados Unidos ao Iraque. Os mesmos ideólogos de neo-con, como Norman Podoretz, comparam frequentemente Ahmadinejad a Hitler e o Nazismo com Islamofascismo com a intenção de nos conduzirem ao Irão. O título da recente conferência Israelita em Yad Vashem deixou isso bem evidente: "Negação do Holocausto: Preparar o Caminho para o Genocídio".



"Recordar o Holocausto" será o grito de batalha do próximo grande choque do bem (valores Judeo/Cristãos) e do mal (agressão Islâmica radical) e esses que interrogam devem ser demonizados se não queimados numa estaca.



1.Associated Press, “EU approves criminal measures against Holocaust denial,” Haaretz, 19 de Abril de 2007.
2.Holocaust. Dictionary.com. The American Heritage® New Dictionary of Cultural Literacy, Third Edition. Houghton Mifflin Company, 2005.
3.Declarações da Senadora Hillary Clinton.

[retirado daqui]

terça-feira, 28 de junho de 2011

Você é Um Escravo a Quem Mentem Até à Sua Morte! A Menos Que Você DESPERTE!

Este vídeo mostrará realmente como as massas têm vindo a ser enganadas desde o nascimento e em todos os aspectos de vida. Espero que este vídeo seja também um choque para si e que o ajude a acordar desse sono da matriz e DESPERTE para o que "realmente" se está a passar neste Mundo.
Já chega de o fazerem de estúpido e dizerem que você depende desse "sistema".
Você aprenderá como "pensar" outra vez e aí verá as mentiras que o cercam!

BOAS-VINDO À LIBERDADE!

MIND CONTROL: Alguém Está a Tentar Influenciar Você? (I)

Controle da Mente : Definição e Informação

Será que realmente existe "lavagem cerebral" ou "controle da mente"?

Que tipo de pessoa é suscetível? O que é exactamente uma "seita" e como são controlados os seus membros? Como é possível reconhecer uma organização que utiliza tais práticas, e deveriam essas organizações ser responsabilizadas pelos danos que podem causar pela manipulação intencional?

A FACTnet (Fight Against Coercive Tactics Network Inc.) é uma rede que combate táticas coercitivas e promove discussões, recursos e suporte para a recuperação de sobreviventes de práticas abusivas de religiões ou seitas.

A ameaça mais insidiosa às nossas liberdades básicas tais como: liberdade de pensamento e liberdade de expressão, é um fenómeno pouco conhecido denominado controle da mente. Como empregado por FACTNet, o termo "controle da mente" refere-se a todos os sistemas psicológicos coercitivos como: lavagem cerebral, reforma de pensamento e persuasão coercitiva. Controle da mente é a modelagem das atitudes, crenças e personalidade de uma pessoa sem o seu conhecimento e sem o seu consentimento. Controle da mente emprega manipulação enganosa e sub-reptícia, geralmente em grupo, objectivando um ganho financeiro ou político do manipulador. O controle da mente funciona gradualmente exercendo um controle crescente sobre os indivíduos por meio de uma variedade de técnicas, tais como: repetição excessiva de atividades rotineiras, humilhação intensa ou privação de sono.

Como empregado por FACTNet, o termo "seita" refere-se a um grupo destrutivo que utiliza controle da mente para influenciar enganosamente os seus seguidores. Tornou-se bastante comum usar esse termo para designar qualquer organização ou grupo que use controle da mente nos seus membros. "Cultos" ou "seitas" não são necessariamente religiosos. Pode-se formar em torno de qualquer assunto seja ele político, racial, psicoterapêutico ou até mesmo atlético. A FACTNet, juntamente com a maioria dos experts em "seitas", define se um grupo é ou não "uma seita" estritamente pelas táticas de controle que utiliza, não pelas suas crenças.

Visando a protecção dos nossos direitos constitucionais e direitos humanos básicos, a FACTNet pretende promover um esclarecimento no assunto de controle da mente para que você possa proteger-se e proteger os seus entes queridos de qualquer indivíduo ou organização que esteja associada a esse tipo de manipulação.


COMO FUNCIONA O CONTROLE DA MENTE
Uma visão técnica das técnicas de controle da mente

(Este documento, na íntegra, foi apresentado ao Supremo Tribunal Americano como um estudo sobre sistemas psicológicos coercitivos no caso Wollersheim versus a Igreja de Cientologia 89-1367 e 89-1361. O Caso Wollersheim estava sendo considerado em relação a acontecimentos envolvendo abusos nessa área. Neste documento, persuasão coercitiva é o termo oficial utilizado para descrever a natureza dos sistemas psicológicos coercitivos. Os detalhes específicos do caso Wollersheim foram apagados.)

Coerção é definida como "conter ou refrear pela força...". Legalmente, com frequência também implica no uso da FORÇA FÍSICA ou ameaça física ou jurídica. O conceito tradicional de coerção é muito melhor compreendido do que os conceitos tecnológicos de "persuasão coercitiva" que consistem na eficaz acção de deter, prejudicar ou forçar por meio da aplicação gradual de FORÇAS PSICOLÓGICAS.

Um programa de persuasão coercitiva é uma tecnologia de mudança comportamental aplicada no "aprendizado" ou na "adopção" de uma série de comportamentos ou ideologias sob determinadas condições.

Difere de outras formas de aprendizado social benéfico ou persuasão pacífica pelas condições pelas quais é conduzido e pelas técnicas de manipulação ambiental e interpessoal empregadas para suprimir comportamentos específicos ou para treinar outros. Com o decorrer do tempo, a persuasão coercitiva, uma força psicológica semelhante, em alguns pontos ao nosso conceito jurídico de influência indevida, pode-se tornar MAIS efectiva do que a dor, tortura, drogas e o uso de força física e ameaças legais.

O projeto "Manchurian Candidate" da guerra da Coréia, uma concepção errônea da necessidade de drogas para aumentar a sugestionabilidade, dor física e tortura, para provocar reforma de pensamento, é geralmente associado com os antigos conceitos e modelos de lavagem cerebral.

Hoje em dia, não são mais necessários para que um programa de persuasão coercitiva seja eficaz. Com a utilização de drogas, dores físicas, tortura, ou até mesmo uma ameaça física, é possível fazer alguém, temporariamente, fazer coisas contra a sua vontade. É possível até forçá-lo a fazer coisas que ele detesta, que não quer ou que não gosta de fazer. As pessoa fazem, mas não há mudança na sua atitude.

Isso é muito diferente e muito menos devastador que o que se pode conseguir com os aperfeiçoamentos nas técnicas de persuasão coercitiva. Com estas é possível mudar as atitudes de pessoas sem o seu conhecimento e vontade. É possível criar novas "atitudes" que os levarão a fazer, de bom grado, coisas que antes detestavam, coisas que previamente só fariam sob tortura, dor física ou drogas.

Os avanços nas tecnologias de produção de extrema ansiedade e stress emocional realizados na persuasão coercitiva, alcançam mais sucesso do que o antigo estilo de coerção baseada em dor, tortura, drogas ou ameaças, porque nesses métodos antigos as atitudes não são mudadas e os sujeitos obedecem às ordens "de boa vontade". A persuasão coercitiva provoca mudanças de atitude e comportamentais, não somente comportamentais.

OS PROPÓSITOS E TÁTICAS DA PERSUASÃO COERCITIVA
Define-se melhor persuasão coercitiva ou reforma do pensamento, como também é conhecida, como um sistema coordenado de influência coercitiva gradual e controle de comportamento, elaborado para manipular e influenciar indivíduos de maneira enganosa e subliminar, geralmente em situações de grupo, com o objetivo de trazer para os idealizadores do programa algum ganho, geralmente financeiro ou político.

A estratégia essencial utilizada pelos que realizam tais programas, é a de sistematicamente seleccionar, planear e coordenar as inúmeras táticas de persuasão coercitiva durante períodos contínuos de tempo. Há sete táticas principais utilizadas em combinações variadas, num programa de persuasão coercitiva. Um programa de persuasão coercitiva pode ainda ser muito eficaz mesmo sem a presença de todos esses sete tipos de táticas.

Tática 1
O indivíduo é preparado para reforma de pensamento através de um aumento da sugestionabilidade, ou período de "suavização", específicamente pela hipnose ou outras técnicas para aumento da sugestionabilidade, tais como:

A) Extensas repetições para fixacão de estímulos auditivos, visuais, verbais ou tácteis.

B) Excessiva repetição exata de atividades rotineiras.

C) Privação de sono.

D) Restrição nutricional.

Tática 2
Através da utilização de reforço ou punição, esforços são feitos no sentido de estabelecer um controle significativo sobre o ambiente social de uma pessoa, o tempo e as fontes de apoio social. O isolamento social é promovido. O contato com família e amigos é reduzido, assim como o contato com pessoas que não compartilham das atitudes aprovadas pelo grupo. Dependência econômica bem como de outros tipos é incrementada. (Nas preliminares da persuasão coercitiva, ou lavagem cerebral, isso era muito fácil de conseguir por meio de simples aprisionamento).

Tática 3
Informações antagônicas e opiniões desfavoráveis são proibidas na comunicação grupal. Existem regras sobre quais temas são permitidos em conversa com pessoas "de fora". A comunicação é altamente controlada. Uma linguagem "do grupo" é, geralmente, criada.

Tática 4
São realizados intensos e frequentes esforços para forçar a pessoa a reavaliar, de maneira negativa, os aspectos mais centrais de sua experiência pessoal e conduta anterior . Esforços são realizados para desestabilizar e minar a consciência básica do sujeito, a sua consciência da realidade, visão de mundo, controle emocional e mecanismos de defesa e para que haja uma reconstrução da sua história de vida e a adopção de uma nova versão de causalidade.

Tática 5
Esforços intensos e frequentes no sentido de minar a autoconfiança da pessoa e da sua capacidade de julgamento, criando uma sensação de impotência.

Tática 6
Punições morais são utilizadas tais como humilhação intensa, perda de privilégios, isolamento social, mudanças no status social, forte sentimento de culpa, ansiedade, manipulação e outras técnicas designadas a estimular fortes aversões emocionais,etc.

Tática 7
Certas ameaças psicológicas seculares (força) são usadas ou estão presentes. A recusa em adoptar a atitude, crença ou subsequente comportamento desejados levará a punições severas ou drásticas consequências, (isto é: doença física ou mental, o ressurgimento de doença física pré-existente, dependência química, falência econômica, insucesso social, divórcio, desintegração, insucesso na procura de um parceiro, etc.).

Um outro conjunto de critérios tem a ver com a definição dos elementos comuns nos sistemas de controle da mente. Se grande parte do modelo de oito pontos para reforma do pensamento de Jay Lifton, estiver sendo utilizada numa organização, trata-se de um culto ou seita muito perigosa e destrutiva. Veja no próximo 'post' os 8 pontos desse modelo.






[Adaptado daqui]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Recordando Aaron Russo

Aaron Russo foi candidato ao governo do Nevada com 30% dos votos pelo Partido Republicano, mais tarde mudou para os Democratas, foi director de cinema em Hollywood e fez vários documentários denunciando o NAFTA (Mad in Hell) e outros. Ele descortina aqui o que ouviu de Nicholas Rockefeller 11 meses antes do atentado de 11 de Setembro. Aaron morreu de cancro na bexiga.

Rescaldo Bilderberg 2011

Realizou-se, de 9 a 12 de Junho, a reunião anual do Grupo Bilderberg em St. Moritz, na Suíça. Esta reunião é organizada e realizada com o maior secretismos mas, nos últimos anos, felizmente, devido ao alerta da opinião pública, os organizadores deste evento têm sido obrigados a comunicar pelos principais órgãos de comunicação social a sua realização, embora de forma a minimizar e a apresentar como mero "think tank" e "conversas à lareira", inofensivas, deste grupo, do qual fazem parte os homens e mulheres mais poderosos do planeta.

Alguns comentários sobre o decorrer da reunião e sobre os seus participantes:

1.

a) Foi a primeira vez na história do Grupo em que as reuniões oficiais (secretas) se passaram num local (St. Moritz) e houve reuniões "ainda mais secretas" num segundo local em Genève.

b) Foi a primeira vez em que não participaram, oficialmente, Chefes de Estado nas reuniões, mas houve 5 elementos, inclusivamente Chefes de Estado, que apareceram nas reuniões, de forma não oficial. Foram eles:
- Anders Fogh Rasmussen (Secretário-Geral da NATO)
- Robert Gates (Secretário-Geral da Defesa US)
- Angela Merkel (Chanceler Alemã)
- Jose Luis Zapatero (Primeiro-Ministro Espanhol)
- Bill Gates (Microsoft)

c) Também estiveram representadas as famílias reais de Espanha, Holanda e Noruega.
Penso que os pontos 1a) e 1b) são devidos à maior consciência pública e por isso pressão da opinião pública, o que é positivo.

2.
Houve, pela primeira vez três (grandes) percalços:

a) O euro-deputado italiano Mario Borghezi (Liga Norte) tentou entrar no Hotel Suvretta, em St. Moritz, onde se realizava a reunião. Foi impedido, preso e expulso do cantão de Graubuenden (Grisons). A Itália, através do seu embaixador em Berna, já pediu esclarecimentos oficiais ao Governo Federal Suíço, o que é positivo.

b) O deputado federal suíço, Dominique Baettig (partido popular SVP) também tentou entrar no local e foi impedido. Dominique Baettig tinha, anteriormente pedido à justiça Suíça, indicando quais os procuradores competentes na Suíça, um mandato de captura e prisão para Henry Kissinger, acusado de diversos genocídios e crimes de guerra, por ex. Indochina, Bangladesh, Chile, Chipre e Timor Leste. Isto também passou pelos média suíços.

c) A população suíça exerceu pressão sobre o governo suíço para não usar a polícia (paga através dos impostos dos cidadãos suíços) para assegurar a segurança de um evento de carácter particular e quem fez a segurança do evento foi a empresa SECURITAS, que teve a devida exposição mediática nos média alternativos.
Parabéns ao euro-deputado italiano Mario Borghezi, ao deputado federal suiço Dominique Baettig e ao povo suíço pela sua CORAGEM CÍVICA.

3. Participantes

a) Participaram no evento 128 convidados, que se dividem pelos seguintes sectores:

Sector / Nº / Percentagem

I - Grandes Corporações: 34 (27%)
II - Banca, Finanças e Seguros: 24 (19%)
III - Política: 48 (37%)
IV - Média: 15 (12%)
V - Outros: 7 (5%)
Total - 128 (100%)


Pela estrutura indicada acima, rapidamente se pode concluir o que se passa com o nosso planeta (principalmente no mundo ocidental). O mundo é regido pelo capital / dinheiro e isso explica que os sectores I + II (Grandes Corporações + Banca, Finanças e Seguros) representem 46% dos participantes e os políticos (III) 37% têm que executar o que o poder económico ordena e meter os cidadãos de acordo com a Nova Ordem Mundial (New World Order - NWO). Os média ‘0mainstream’ (IV), que representam 12% têm que nos "informar" (manipular), de acordo com as ordens recebidas.

b) Foi a primeira vez que estiveram presentes 2 elementos representantes da China:
- Fu Ying - Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da China
- Yiping Huang - Professor de Economia na China

c) Também esteve presente um representante da Rússia (não é a primeira vez) Alexey Mordashov - CEO Severstal

Os pontos 3b) e 3c) são um sinal claro de que a Nova Ordem Mundial (NWO) em vigor também abrange a China e a Rússia.

d) Estiveram presentes 4 representantes da Turquia (política, grandes corporações e escritório de advogados). Está-se a concretizar a entrada da Turquia na UE para aumentar o caos e o medo na população dos países europeus.

e) Estiveram presentes 4 representantes da Noruega, entre os quais o príncipe herdeiro Haakon da Casa Real da Noruega.

f) A Suíça teve 10 representantes (políticos federais e locais, assim como representantes de grandes corporações com base na Suiça). Este elevado número (10) não espanta, pois a Suíça foi o país "anfitrião" do Bilderberg 2011.

Os pontos 3.e) e 3.f) (Noruega e Suiça) denotam a enorme pressão que é exercida sobre a Suíça e a Noruega (hoje, manchas brancas no mapa europeu) para os alinhar com a ditadura fascista instituída por Bruxelas / UE.

Nota: A Suíça e a Noruega não fazem parte da UE e do EURO, mas têm o mais alto nível de vida, baixíssimo endividamento, economia e moeda fortes e baixo desemprego.

g) Os representantes de Portugal foram os seguintes:
- Francisco Pinto Balsemão, o que não espanta, pois ele já esteve presente 29 vezes (1981, 1983-1985, 1987-2011)
- Clara Ferreira Alves (CFA), jornalista e escritora.

O facto de CFA participar na reunião do Bilderberg é para mim um sinal claro de que os media mainstream precisam de opinion makers como comentadores "encomendados" para que as pessoas continuem na "ilusão de que vivem em democracia".

António Nogueira Leite - Professor universitário e Administrador de Empresas - Grupo José de Mello - decerto que veio à reunião para contar ao seu amigo (Pedro Passos Coelho) qual é o "road map" previsto para Portugal e, por outro lado, daria muito "nas vistas" se Passos Coelho tivesse vindo, mesmo que fosse sem ser oficialmente, a St. Moritz.
Apesar de tudo, é evidente que ele tem o espaço de manobra muito limitado e vai ser alvo de brutais pressões e influências.

4. Os presidentes das grandes corporações no Bilderberg
A mim, como cidadão, consumidor ou investidor privado em acções de empresas cotadas em bolsa, causa-me grande desconforto e até receio quando CEOs e/ou presidentes de grandes corporações, cujos produtos e/ou serviços eu e a minha família consumimos ou utilizamos, participam nestas reuniões, que não têm nada a ver com democracia, e em total secretismo.

Três exemplos:
a) Thomas Enders, CEO da Airbus SAS, já participou três vezes seguidas na reunião Bilderberg (2008 Atenas, 2990 Sitges / Espanha e agora, 2010 em St. Moritz. O que anda o CEO da companhia a fazer nas reuniões do Bilderberg? Isto é tanto mais pertinente quando o voo AF447 (Rio - Paris) se despenhou de forma misteriosa, a 27 de Maio de 2011, embora haja versões "oficiais", que dizem que foi erro humano (???). As famílias das vítimas têm pendente uma providência cautelar no tribunal de Hannover / Alemanha contra a Airbus, para que os aviões da Airbus fiquem em terra!

b) Peter Brabeck-Letmathe, Chairman da Nestlé S.A. Sou consumidor regular de produtos Nestlé. Pergunto-me o que anda o Chaiman da Nestlé a fazer nestas reuniões ultra secretas, onde deputados do parlamento europeu e parlamento federal suíço não têm acesso. O que acontecerá a estas companhias se se vier a descobrir que algo de não legal se passa com os seus produtos e/ou serviços sendo estas companhias cotadas em bolsa! E que acontece se advogados americanos desencadeiam uma “class action” (acção colectiva) contra estas companhias e seus executivos, em tribunal? Como consumidor sinto-me receoso.

c) Hans Groeth, Director Senior da Pfizer Europe - Unidade de negócios oncologia. Para mim é incompreensível e de certo modo aterrador, e pergunto-me o que anda um director de uma unidade de negócios de ONCOLOGIA (!) da Pfizer a fazer numa reunião secreta do Bilderberg em St. Moritz na Suiça.

O dito para os pontos 4.a, 4.b,4.c aplica-se de igual modo para as marcas Amazon.com, AXA, Barclays, Coca-Cola, Deutsche Bank, Ernst & Young, Facebook, Fiat, Google, HSBC, LinkedIn, LVMH, Microsoft, Novartis, Shell, Siemens, cujos responsáveis de topo também participaram nesta reunião do Bilderberg.




Mulher do Ex-chanceler Alemão Helmut Kohl Violada Com 12 Anos Por Soldados Soviéticos



A mulher do antigo chanceler Alemão Helmut Kohl foi violada com a idade de 12 anos por soldados Soviéticos, revela uma nova biografia.
Hannelore Kohl e a sua mãe foram atacadas pelas tropas do Exército Vermelho depois da derrota Alemã em Maio de 1945.


Ela confessou ao editor Herbert Schwan como é que tinha sido 'lançada como um saco de batatas pela janela do primeiro andar' depois de a terem libertado.
Ela nunca recuperou completamente deste drama do seu passado e ficou sempre traumatizada para o resto da sua vida.

Mrs. Kohl ficou sempre assombrada com o 'cheiro da transpiração dos homens, com o cheiro a aalho, a álcool e até mesmo com a voz da língua Russa'.
Schwan passou a ter acceso ilimitado a ela e transformou-se no seu confidente até à sua morte com a idade de 68 anos, em 2001, de acordo com o Independent.

Ela cometeu suicídio com uma overdose de drogas após ter contraído uma alergia à luz que a fez perder o cabelo. Nem sequer conseguia ver televisão sem ter dores.
[Leia a notícia na íntegra]





Soldados Soviéticos "libertadores" posam para a fotografia depois da derrota da Alemanha Nazi em 1945.

The Last Days of the Big Lie - Documentário Revisionista

Este vídeo já tinha sido colocado no Revisionismo em Linha aqui. Porém, a política do Youtube no que diz respeito à liberdade de informação e de expressão é aquilo que se sabe.

Volto a colocá-lo pela sua importância na minha perspectiva de lutar sempre pela verdade histórica sem censura para quem interpreta e analisa de forma diferente o mesmo facto histórico.

Os vários testemunhos que aparecem no documentário original são COMPLETAMENTE DEMOLIDOS pela confrontação e cruzamento com outros dados, documentos e evidências, tudo ignorado pela historiagrafia oficial e pelo próprio Spielberg. Mais uma vez se percebe o porquê de pretenderem criminalizar o Revisionismo do Holocausto!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O Livro da Quinta



O Lobi de Israel e a Política Externa dos EUA - John Mearsheimer e Stephen Walt quebraram um tabu de raízes históricas profundas e puseram o dedo na ferida: nas últimas décadas, a política dos EUA para o Médio Oriente tem sido comandada por um princípio orientador altamente questionável – o do apoio incondicional a Israel.
Reunindo um manancial de testemunhos, documentos e factos, os autores defendem que há um conjunto de pessoas e instituições cujas actividades e laços políticos concorrem para influenciar a opinião pública, o Governo e o Congresso norte-americanos em benefício de Israel. Deste complexo cenário saem prejudicados o interesse nacional e estratégico dos EUA, mas também, a médio e longo prazo, o dos próprios israelitas.