sábado, 10 de setembro de 2011
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado (VIII)
A maior farsa de todos os tempos vai fazer 10 anos, e como prenda apareceu um vídeo que mata definitivamente a versão oficial da queda de um avião no pentágono:
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O Revisionismo Histórico Chega à Universidade!


11 de Setembro - O Embuste Desmascarado (VII)
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado (VI)
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Um Embuste Chamado Herman Rosenblat
- "Porque é que você contou uma mentira tão grande e durante tanto tempo?"
- "Não foi uma mentira. Foi a minha imaginação."
O QUÊ???!!! Um sobrevivente do Holocausto que utiliza a sua "imaginação" para INVENTAR algo que nunca aconteceu?!!!
Quantas histórias semelhantes a estas terão sido consideradas "provas"?!!
É por isso que existiu a necessidade de punir quem questiona o facto histórico denominado Holocausto! De outra forma, há muito tempo que a VERDADE seria conhecida: o plano da Alemanha Nazi era o de EXPULSÃO dos Judeus do seu espaço territorial. Só assim se explica as inúmeras reuniões de Nazis com emissários Sionistas. Mas isso não interessa à historiografia exterminacionista!
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado! (V) - "9/11 Truth: Hollywood Speaks Out"
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado! (IV)
O vídeo abaixo foi feito por Dave Berkebile na manhã de 11 de Setembro de 2011, nas proximidades de Shanksville, Pennsylvania, e agora tornado público. Ele mostra a nuvem de fumo após a queda do Voo 93, um Boeing 757 da United Airlines. A explicação oficial do governo dos EUA relata que os passageiros tentaram num ato heroico recuperar o controle da aeronave. Durante esta luta com os sequestradores no cockpit, perdeu-se o controle do avião e este caiu.
Muitas testemunhas em solo têm, entretanto, uma versão completamente diferente. A aeronave não caiu inteira no solo, mas sim explodiu no ar e precipitou uma chuva de metal, malas e corpos num perímetro de vários quilómetros, como confete. Uma turbina foi encontrada a quase 2 km do local da queda. Além disso, testemunhas viram um pequeno jato que circulou o local do acidente. Estes depoimentos deixam presumir que a aeronave foi abatida pela Força Aérea com um míssil e a história sobre a brava luta dos corajosos passageiros é pura invenção, uma Hollywood-story, que também virou filme.
O comentário de Dave Berkebile confirma esta teoria, pois ele diz durante a filmagem: “Isto é o resto de um acidente aéreo, lá na Lambersville Road. Uma bomba terrorista explodiu provavelmente o avião no ar”. E ele diz ainda: “A casa estremeceu, todas as casas por aqui estremeceram”. Só que a explosão não foi proveniente de uma bomba dos sequestradores no avião, mas sim de um míssil ar-ar desferido contra o avião e atingiu uma turbina. O Boeing despedaçou-se no ar. Somente isso explica a pulverização dos destroços por uma grande área e o escasso conteúdo na cratera formada pelo impacto.
A esposa Cathy permitiu que o vídeo fosse publicado pelo jornal local Tribune Democrat, após a morte do seu marido em Fevereiro. Ela justificou a sua atitude: “Eu pensei que se tratava de um material muito importante”.
A afirmação do governo norte-americano, através de conversas telefónicas registradas, que alegadamente seriam provenientes do avião, ter-se-ia sabido sobre o ato heroico dos passageiros, não pode estar correta, pois as conversas nunca aconteceram. Primeiramente, durante o processo contra o chamado 20º sequestrador, Zacarias Moussaoiui, o FBI não conseguiu apresentar qualquer prova para uma conversa telefónica, mas que deveria existir. Segundo, tecnicamente é impossível telefonar com um celular do interior de um avião em grande altitude. Cada vez que eu voo, eu testo isso. Logo após a descolagem, o sinal desaparece e só retorna pouco antes da aterragem.
E além de tudo isso, o memorial no local do acidente ainda não está pronto 10 anos depois, por falta de recursos financeiros. Seria esperado que o governo dos EUA fosse financiar orgulhosa e tranquilamente este ato heroico, onde os nomes das 40 vítimas estariam gravados numa lápide de mármore. Mas o projetado centro de visitas depende de verba particular, que chega a conta-gotas. Washington gastou trilhões em uma guerra justificada pelo 9/11, mas não tem um centavo sequer para as vítimas. Estas são apenas úteis quando utilizadas nas propagandas mentirosas.
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado! (III)
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado! (II)
E já que falo de músicas...
11 de Setembro - O Embuste Desmascarado!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
A Conspiração Khazar
Após o Congresso Sionista em 1897, os Judeus Europeus Ashkenazi começaram a migrar para a Palestina e a comprarem terra onde podiam. No entanto, em 1920, os Judeus eram donos de apenas 2% da Palestina.
Em 1948, quando Israel declarou-se a si próprio como Estado, estes Judeus invasores aumentaram estas apropriações de terra; mas mesmo assim, era menos de 6%.
Para acomodar a crescente migração de Judeus Europeus, os Judeus necessitavam de mais terras, mas os Árabes Palestinianos recusaram-se a vender. Deste modo, para receber mais terras dos Palestinianos, estes Judeus Europeus (Ashkenazi) de orientação comunista recorreram à única coisa em que são peritos - TERRORISMO.
O seu primeiro acto importante de terrorismo contra os Palestinianos foi na aldeia de Deir Yassin. Durante a noite de 9 de Abril de 1948, dois grupos de terroristas Sionistas, o Irgun e ao Gang de Haste atacaram e chacinaram mais de 250 homens, mulheres e crianças.
Menachem Begin, líder do ataque a Deir Yassin e mais tarde Primeiro-Ministro de Israel, teve isto para dizer:
"O massacre não apenas foi justificado, como não existiria um estado de Israel sem a "vitória" em Deir Yassin '.
O massacre de Deir Yassin fez com que os outros Palestinianos fugissem das suas casas com medo. Os Sionistas terroristas conduziram camiões com altifalantes pelas ruas e estradas da Palestina avisando os Palestinianos que o que acontecera em Dear Yassin aconteceria a eles se não partissem.
Estes Sionistas terroristas não estavam a fazer ‘bluff’: Por exemplo:
Eles mataram 60 Palestinianos em Balad Esh Sheikh.
Eles explodiram 20 casas em Sa'sa, matando 60 mulheres e crianças.
Eles mataram um número considerável de mulheres que trabalhavam no mosteiro de Saint Simon em Jerusalém.
Eles massacraram 250 em Lydda.
Eles mataram 200 pessoas, principalmente idosos, na mesquita da aldeia de Ed-Dawayimeh.
Eles mataram 51 trabalhadores quando estes regressavam dos seus campos em Kafr Qasem.
Os habitantes Cristãos de Kaba Bir'im foram expulsos da aldeia e a mesma foi destruída. O cemitério foi profanado, inclusive com a destruição de 73 cruzes. Durante os poucos meses enquanto estes e outros actos de terrorismo aconteciam, 300,000 Cristãos Palestinianos e Muçulmanos foram forçados a deixar as suas casas ou seria mortos pelos grupos de terroristas compostos por Judeus Europeus de orientação comunista. Foram estes mesmos Judeus de orientação Marxista que brevemente se tornariam a elite regente do Estado de Israel. Do início até agora, estes terroristas Marxistas de orientação Sionista dominam Israel.
Depois que Israel se ter declarado a si próprio como Estado a 14 de Maio de 1948, o terrorismo Israelita continuou num esforço para tirar mais Palestinianos das suas casas.
Desde 1948, 350 igrejas Cristãs e mesquitas Muçulmanas foram destruídas por estes terroristas Sionistas.
Por esta altura, eu desejo dar um aviso a todas pessoas que acreditam em Deus, nos Estados Unidos, Cristãos, Muçulmanos e Judeus.
A destruição da religião pelos Judeus Sionistas está bem adiantada nos EUA. Em Israel, quase que foi realizada.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Norman Finkelstein - "Desta Vez Fomos Longe Demais"!

Podem ler a seguir um excelente texto do judeu Norman G. Finkelstein, um homem corajoso e admirável. O artigo é parte de um capítulo do seu novo livro sobre o conflito de Gaza, This Time We Went Too Far – Truth and Consequences of the Gaza Invasion (Desta vez fomos longe demais: verdades e consequências na invasão de Gaza), publicado pela editora OR Books. Para comprar o livro, visite http://www.orbooks.com/ . Como seria de se esperar, o livro não está à venda em livrarias nem em distribuidores de livros pela Internet. Norman Finkelstein é autor, entre outros, do excelente “A Indústria do Holocausto”. 
Desta vez fomos longe demais: Verdades e consequências na invasão de Gaza
A indignação mundial gerada pela invasão de Gaza não nasceu do nada nem foi repentina. De facto, foi o culminar de uma curva que há muito tempo marcava o crescente declínio do apoio a Israel em todo o mundo. Como mostram dados de pesquisas recolhidos nos EUA e Europa, todos os públicos, de judeus e não-judeus, foram-se tornando cada vez mais críticos das políticas israelitas ao longo de toda a última década. As imagens horrendas de morte e destruição mostradas pela televisão em todo o mundo durante a invasão de Gaza aceleraram aquele processo. “A frequência brutal e sempre crescente de guerra naquela região volátil fez mudar a tendência da opinião internacional” – escreveu o British Financial Times em editorial, um ano depois da invasão de Gaza –, “fazendo lembrar que Israel não está acima da lei. Israel não pode continuar a ditar os termos dessa discussão.”
Uma pesquisa feita nos EUA logo depois do ataque israelita a Gaza mostrou que o número de eleitores norte-americanos que se autodefiniam como apoiantes de Israel tinha caído de 69% antes do ataque, para 49% em junho de 2009; e o número de eleitores que acreditavam que os EUA deveriam continuar a apoiar Israel, caiu de 69% para 44%.
Consumida pelo ódio, cheia de arrogância e confiante de que poderia controlar ou intimidar toda a opinião pública, Israel atacou Gaza com a fúria do assassino que confia que jamais será apanhado, mesmo que promova assassinatos em massa à luz do dia. Mas, embora o apoio oficial a Israel não se tenha alterado no ocidente, a carnificina fez crescer uma onda sem precedentes de indignação popular em todo o mundo. Seja porque o ataque contra Gaza veio depois da devastação que Israel provocou no Líbano, ou por causa da incansável perseguição contra o povo de Gaza, ou seja porque o ataque a Gaza foi ataque covarde, facto é que o ataque a Gaza, em dez.-jan.2009, parece ter marcado um ponto de viragem na opinião pública em relação a Israel. O mesmo tipo de mudança aconteceu também depois do massacre de negros em Sharpeville, em 1960, na África do Sul.
Nas organizações oficiais da diáspora judaica, que têm laços antigos com Israel, o apoio continuou como sempre, cego. Ao mesmo tempo, contudo, organizações de judeus progressistas começaram a afastar-se de Israel, umas mais, outra menos. Enquanto, antes, todos os judeus mais conhecidos no mundo sempre apo
iaram as guerras de Israel, muitos, dessa vez, mostraram-se ambivalentes durante a invasão, com uma maioria mais idosa e declinante que saiu em defesa de Israel e uma minoria crescente, mais jovem, que declaradamente fez oposição à invasão de Gaza. Entre o crescente incómodo dos mais jovens em face do belicismo israelita e as muitas vacilações ante a tarefa de apoiar Israel, o massacre de Gaza marcou uma primeira grande fissura no, antes, irrestrito apoio dos judeus a todas as guerras de Israel. Muitos constataram que, ao mesmo tempo em que em todo o ocidente as manifestações contra os ataques a Gaza foram sempre multiétnicas (com a presença de muitos judeus), as demonstrações ‘pró’ Israel sempre reuniram quase exclusivamente judeus.
A evidência de que a oposição activa à política de Israel – por exemplo, nas universidades – já extrapolou os limites do mundo árabe-muçulmano e já alcançou públicos aos quais antes não chegava, ao mesmo tempo em que encolheu o apoio activo a Israel, já confinado a uma fracção do núcleo mais conservador dos judeus étnicos, é importante indicador da direcção para a qual as coisas estão andando. A era da “bela” Israel já passou, parece que para sempre; foi substituída por uma Israel desfigurada que, nos últimos tempos ocupa a consciência pública e provoca embaraço cada dia maior. Não se trata apenas de Israel agir ainda mais mal do que antes, mas, sobretudo, das ações de Israel terem ultrapassado o limite do que as consciências toleram.
Já não é possível negar ou desqualificar o que todos veem. A documentação do conflito árabe-israelita estabelecida por historiadores conhecidos conflita com versões popularizadas por livros como Êxodo de Leon Uris. Há evidências de inúmeras violações por Israel dos direitos humanos básicos dos palestinianos, todas documentadas por organizações conhecidas; essas evidências não confirmam os discursos israelitas e o muito alardeado compromisso com “a Pureza das Armas” [heb. Tohar HaNeshek; ing. Morality in Warfare; é o código ético do Exército de Israel: “moralidade/pureza na guerra”]. As deliberações de corpos políticos e jurídicos respeitados manifestam graves dúvidas quanto ao alardeado compromisso de Israel com a resolução pacífica de conflitos. Por muitos anos, os ‘apoiantes’ de Israel conseguiram evitar o impacto da documentação que se foi acumulando; na maioria dos casos, ocultaram-se por trás de duas espadas gémeas sempre em riste: o Holocausto e um “novo antissemitismo”.
Houve quem dissesse que os judeus não poderiam ser avaliados pelos padrões morais/legais comuns, depois do inexcedível sofrimento pelo qual passaram durante a II Guerra Mundial e que toda e qualquer crítica às políticas de Israel seriam sempre motivadas por um jamais extinto ódio aos judeus. Quanto a isso, além do desgaste que sofrem todos os argumentos excessivamente usados, esse argumento perdeu muito da eficácia que algum dia teve quando as críticas às políticas de Israel chegaram, afinal, às correntes mais amplas da opinião pública. Incapazes de responder àquelas críticas, os apologistas de Israel conjuram hoje as mais bizarras teorias para explicar o ostracismo ao qual se condenaram. Para George Gilder, guru ‘económico’ do governo Reagan, o sistema de livre mercado teria modo específico para desencadear os potenciais humanos; e que portanto, sob sistemas de livre mercado, os judeus deveriam “estar sempre representados não proporcionalmente nos escalões superiores”, porque seriam seres humanos naturalmente mais bem dotados que outros. Inversamente, se os judeus não estiverem no comando, comprovar-se-ia que o sistema econômico não alcançou a perfeição.
O antissemitismo brotaria do ressentimento provocado pela “superioridade e excelência dos judeus” e pela “manifesta supremacia dos judeus sobre todos os demais grupos étnicos”; e o ódio contra Israel, do fato de Israel ter evoluído (sob a inspirada tutela de Benjamin Netanyahu) num perfeito sistema de livre mercado que “concentra o gênio dos judeus,” fazendo de Israel “uma das potências capitalistas mundiais líderes” e inveja do mundo: “Israel é odiada sobretudo por suas virtudes.”
Se há judeus que criticam Israel, tratar-se-ia de pura inveja: “os judeus destacam-se tanto e tão rapidamente nos campos intelectuais, que deslocam e derrotam todos os rivais antissemitas.” O ocidente deve tratar, isso sim, de proteger Israel e os israelitas contra “as quimeras mundiais de soma-zero e as fantasias de vingança e morte dos jihadistas”, e contra “as massas bárbaras”, porque foram os talentos e dotes dos judeus que levaram a humanidade “a crescer e prosperar”; em conclusão, porque os judeus são “decisivos para a raça humana”.
E prossegue: “se Israel for destruída, toda a Europa capitalista morrerá; e os EUA, epítome do capitalismo criativo e produtivo empurrado pelos judeus, estará sob grave risco”; “Israel é a vanguarda da próxima geração de tecnologia; está na linha de defesa de uma nova guerra racial contra o capitalismo, contra a
individualidade e o génio judeu”; “Assim como o livre mercado é necessário à sobrevivência das populações humanas sobre a face da Terra, a sobrevivência dos judeus é necessária para garantir o triunfo das economias livres. Se Israel for calada ou destruída, todos sucumbiremos ante as forças que hoje combatem o capitalismo e a liberdade em todo o mundo.”
Do outro lado do Atlântico, Robin Shepherd, diretor de assuntos internacionais da Henry Jackson Society, sediada em Londres, garante que Israel foi alvo de críticas fortes pelo ocidente, não porque seja campeã da defesa dos direitos humanos, mas porque é Estado capitalista democrático obrigado a lutar na linha de frente, ao lado dos EUA, contra o islão radical que seria uma “ameaça civilizacional”: “Israel tornou-se inimiga não por algo que tenha feito”, mas “porque estava do lado errado das barricadas”. A “principal plataforma de energização no ocidente” para essa “maré incontrolável de histeria, mistificação e distorções contra o Estado judeu” são “os marxistas totalitários e a esquerda liberal, viajantes que, desapontados pelo proletariado ocidental e desiludidos das lutas de libertação do Terceiro Mundo, uniram-se em causa comum com “o islão militante” para destruir a ordem mundial liberal-capitalista. Embora esses críticos de Israel não seja antissemitas no tradicional sentido “subjetivo” de desprezar os judeus por serem judeus, são agentes de um antissemitismo “objetivo”, porque Israel tornou-se fator central da identidade dos judeus no mundo contemporâneo.
Mas a oposição a Israel também emanaria dos ‘sangue-azul’ do antigo regime que sonham com restaurar as hierarquias do velho mundo, devolvendo-as ao ponto em que teriam sido rompidas pelos arrivistas judeus. Essa conspiração neoantissemita reuniria “quase todos” os que acusam Israel de ter cometido crimes de guerra e de outras violações das leis internacionais. Evidentemente, deve-se entender que, por trás da condenação de Israel pela Amnistia Internacional e pelo Tribunal Internacional de Justiça, Jimmy Carter e Mairead Corrigan Maguire vencedores do Prémio Nobel, o Financial Times e a BBC, age a mão oculta do gangue dos radicais esquerdistas fanáticos aristocratas islâmicos. Para os que queiram saber mais, Shepherd recomenda “fortemente” que leiam The Case for Israel, de Alan M. Dershowitz.
Embora falte credibilidade a essas explicações para o isolamento de Israel, não há dúvidas de que as ações de Israel entraram em queda livre. Embora Israel tenha conquistado muitos simpatizantes ocidentais depois de fulgurante vitória de junho de 1967, a verdade é que, nos anos mrecentes, já está reduzida a Estado pária, sobretudo entre os europeus.
A pesquisa de 2003 feita pela União Europeia, classificou Israel como principal ameaça à paz do mundo.
Em 2008, a pesquisa de opinião pública global classificou Israel como o principal obstáculo à paz no conflito Israel-Palestina.
Na pesquisa do BBC World Service, feita imediatamente depois da invasão de Gaza, 19 dos 21 países pesquisados manifestaram opinião negativa sobre Israel.
Simultaneamente, sob o título “Second Thoughts about the Promised Land” [“Pensando melhor sobre a Terra Prometida” ][1] , a revista The Economist reporta em 2007 que “embora a maioria dos judeus da diáspora ainda apoiem Israel, aumentaram as dúvidas e a ambivalência.” Vozes de judeus discordantes começam a fazer-se ouvir na Grã-Bretanha, na Alemanha e em outros países, desafiando a hegemonia das organizações judias oficiais que repetem como papagaios a propaganda israelita. Nos EUA as tendências ainda não são muito claras, mas nem por isso menos significativas. Avaliando-se pelos dados de pesquisa, pode-se dizer que os norte-americanos sempre tenderam consistentemente mais a favor de Israel que dos palestinianos.
Mas os norte-americanos também apoiam cada vez mais e de forma clara que os EUA trabalhem para mediar o conflito; mais recentemente, já há pesquisas que mostram “níveis equivalentes de simpatia” pelos dois lados, e minoria já substancial opinou que as políticas dos EUA favorecem (ou favorecem muito) Israel; uma robusta maioria de norte-americanos “opinaram que Israel não está fazendo bem a parte que lhe cabe de esforços para resolver o conflito”; e já há muitos norte-americanos que pregam o uso de sanções para conter Israel.
Significativamente, a maioria dos norte-americanos também apoiaram um acordo de dois Estados sobre as fronteiras demarcadas em junho de 1967, com total retirada dos israelitas dos territórios ocupados na guerra de junho. “Sim, as pesquisas mostram forte apoio a Israel,” observou em 2007 M. J. Rosenberg, diretor de análises políticas do Israel Policy Forum, a respeito das tendências de então; contudo “esse apoio a Israel, como mostram as pesquisas, é amplo mas não é muito profundo.” Esse fenómeno observa-se quase todos os dias nas “Cartas do Leitor”. Cada vez que aparece alguma coluna sobre Israel, sobretudo se critica Israel, aparecem várias cartas de leitor. A maioria apoia a posição israelita. E quase sem excepção as cartas são assinadas por judeus. A vasta maioria [de não judeus norte-americanos] que se supõe que sejam também favoráveis às posições de Israel não escrevem.
Conforme uma pesquisa de 2007 feita pela Liga Anti Difamação [ing. Anti-Defamation League (ADL)] a opinião de norte-americanos a favor de Israel é acentuadamente menos favorável do que as suas opiniões favoráveis pró Grã-Bretanha e Japão; e é praticamente tão favorável quanto as opiniões pró Índia ou México. Quase a metade dos respondentes entendem que os EUA devem trabalhar aliados a Estados árabes “moderados”, “mesmo que isso contrarie Israel”.
Metade ou mais dos norte-americanos pesquisados culpam igualmente Israel e o Hizbollah pela guerra do Líbano, no verão de 2006, e apoiaram uma posição (mais) neutra dos EUA. Além disso, em anos recentes, vários grupos religiosos, como a Igreja Presbiteriana dos EUA, o Conselho das Igrejas, a Igreja Unida de Cristo e a Igreja Metodista Unida têm apoiado iniciativas, inclusive a favor do desinvestimento em corporações, para forçar o fim da ocupação da Palestina.
Numa pesquisa de 2005, feita por Steven M. Cohen, judeu, constatou-se que “a ligação dos judeus norte-americanos com Israel enfraqueceu de modo mensurável nos últimos dois anos, (...) seguindo tendência que se observava há muito tempo.” Menos respondentes, em relação a pesquisas anteriores, declararam prontamente o seu apoio a Israel, que conversavam sobre Israel ou que participavam de atividades de apoio a Israel.
Significativamente, não houve declínio semelhante em outras mensurações de identificação com os judeus, incluindo práticas religiosas, observação de preceitos religiosos ou afiliação comunitária. A pesquisa mostrou 26% que se declaram “muito” emocionalmente ligados a Israel, menos que os 31% que se viram em pesquisa de 2002. Cerca de 2/3, 65%, declararam que acompanham de perto o noticiário sobre Israel, menos que os 74% da pesquisa de 2002; e 39% disseram que conversam regularmente com amigos judeus; menos que os 53% de 2002.
Israel também caiu nas pesquisas como componente da identidade judaica pessoal dos respondentes. Quando lhes eram mostrados vários fatores, entre os quais religião, justiça social e comunidade, ao lado de “preocupação com o destino de Israel”, e perguntados “quanto, de cada um desses fatores, pesa no seu sentimento de ser judeu?”, 48% responderam que Israel pesa “muito”; em 2002, foram 58%. Apenas 57% afirmaram que “a preocupação com o destino de Israel é parte muito importante do meu sentimento de ser judeu”; em pesquisa idêntica, de 1989, foram 73%. Uma pesquisa de 2007, feita pelo Comité Judeu Norte-americano [ing. American Jewish Committee] mostrou que 30% dos judeus sentiam-se “distantes” ou “muito distantes” de Israel. “A longo prazo”, prevê Cohen, haverá uma “polarização nos judeus norte-americanos: um grupo cada vez menor de judeus mais fortemente religiosos cada vez mais ligados a Israel; e um grupo maior, que se afastará do grupo menor.”
Uma pesquisa de 2006 mostrou que, entre os judeus norte-americanos de menos de 40 anos, 1/3 declarou-se “distante” e “muito distante” de Israel; pesquisa de 2007 mostrou que, entre os judeus de menos de 35 anos, 40% declarou “fraca ligação” com Israel (apenas 20% declararam “forte ligação”). Surpreendentemente, menos da metade dos respondentes responderam “sim; a destruição de Israel seria vivenciada como tragédia pessoal.” O ex-presidente da Agência Judaica [ing. Jewish Agency] fez soar sinal de alarme, ao divulgar que “menos de 24% dos judeus norte-americanos jovens participam de organizações judaicas. Menos de 50% dos judeus norte-americanos com menos de 35 anos sentem-se profundamente ligados ao povo judeu. Menos de 25% dos judeus norte-americanos com menos de 35 anos autodefinem-se como sionistas.”
Nas universidades norte-americanas, observa-se a queda no apoio a Israel não só entre os alunos judeus em geral, mas também, e principalmente, entre os sionistas reunidos nos Hillels [ing. Hillel Foundation for Jewish Campus Life][2] . “Alunos universitários judeus são claramente menos ligados a Israel hoje do que em gerações anteriores”, dizem vários relatórios de organizações de propaganda pró-Israel. “Israel está perdendo a disputa pelos corações e mentes dos judeus.” De fato, dos cerca de meio milhão de alunos judeus que frequentam instituições de ensino superior, “apenas 5% mantêm qualquer conexão com a comunidade de judeus.”
Observa-se a conversão da ambivalência em aberta oposição em relação a Israel também em outros setores influentes da sociedade norte-americana, mesmo entre as vacas-madrinhas da vida intelectual nos EUA e no público de leitores. Numa pesquisa recente descobriu-se que uma maioria de líderes de opinião nos EUA apoiam Israel “movidos sobretudo por insatisfação com os rumos dos EUA” em todo o mundo. Num ensaio publicado em 2003 na New York Review of Books, o historiador judeu Tony Judt escreveu que “a Israel de hoje não é boa para os judeus” e pôs em dúvida tanto a viabilidade quanto a desejabilidade de um Estado judeu. John J. Mearsheimer, da Universidade de Chicago e Stephen M. Walt da Harvard Kennedy School são co-autores de um importante ensaio, de 2006, no qual atacam a imagem idealizada da história de Israel e afirmam que Israel está convertida em “risco estratégico” para os EUA. Livro do ex-presidente Jimmy Carter, provocativamente intitulado Palestine: Peace Not Apartheid, lamenta a política de Israel para os Territórios Palestinianos Ocupado e culpa integralmente Israel pela deterioração do processo de paz.
Apesar dos contra-ataques vitriólicos que o lobby pró-Israel lançou contra aquelas intervenções – o discurso usual que acusa todos de serem negadores do Holocausto e antissemitas –, dessa vez os contra-ataques não foram eficazes.Quando em 2006 as pressões do lobby levaram ao cancelamento de uma das palestras já agendadas de Tony Judt, o caso tornou-se imediatamente cause célebre nos círculos intelectuais dos EUA. Críticos de Judt, como Abraham H. Foxman da ADL, foram descritos como “gente que se esconde atrás de acusações sem sentido de antissemitismo” e como “anacrónicos”. Carter, por sua vez, foi acusado de plágio, de haver sido subornado por xeiques árabes, de ser antissemita, de fazer apologia do terror, de simpatizante dos nazistas, e pouco faltou para ser acusado de negar o Holocausto.
Mesmo assim, o livro de Carter chegou rapidamente à lista dos mais vendidos do New York Times e lá permaneceu durante vários meses, tendo vendido mais de 300 mil cópias encadernadas. Embora duramente criticado pelo presidente da Universidade Brandeis, o ex-presidente Carter foi recebido pelos estudantes com uma retumbante ovação, ao chegar para falar naquela universidade judaica tradicional. (E metade da plateia levantou-se e saiu quando Alan M. Dershowitz, professor de Direito de Harvard, levantou-se para discursar em resposta à palestra de Carter.) Mearsheimer e Walt contrataram a publicação de seu livro com a editora Farrar, Straus and Giroux, e o seu livro, The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy, também esteve por muito tempo na lista dos mais vendidos do Times.
Uma demonstração extra de que a sorte de Israel está a mudar é que, durante o mandato do primeiro-ministro Ehud Olmert, nem Foxman nem Elie Wiesel, perene apoiante de Israel responderam publicamente à evidência de que Israel não se dedicava suficientemente em busca da paz. A crescente insatisfação pública em relação à política de Israel nos últimos anos chegou a ponto de ebulição e converteu-se em indignação manifesta durante a invasão de Gaza. Apesar da cuidadosamente orquestrada blitz de propaganda israelita; apesar de a cobertura jornalística ter sido, como sempre, marcadamente tendenciosa pró-Israel, sobretudo nos primeiros dias do ataque; e apesar do apoio oficial do ocidente ao ataque contra Gaza – apesar de tudo isso, houve enormes manifestações de rua por toda a Europa Ocidental (na Espanha, Itália, França e Grã-Bretanha), tão grandes que encobriram as pequenas manifestações de apoio a Israel.
Estudantes ocuparam universidades por toda a Grã-Bretanha, inclusivamente nas universidades de Oxford, Cambridge, Manchester, Birmingham, na London School of Economics, na School of Oriental and Asian Studies, Warwick, King’s, Sussex e Cardiff. Mesmo em tradicionais bastiões de apoio a Israel, como no Canadá, onde é particularmente intenso o viés de apoio a Israel da extrema direita e do establishment político e da mídia, os mais diferentes grupos de opinião pública manifestaram-se contra o ataque a Gaza; e o Sindicato Canadiano de Funcionários Públicos [ing. Canadian Union of Public Employees] aprovou uma moção em que se pedia um boicote académico contra Israel.
Declarando depois do cessar-fogo que “os eventos em Gaza nos chocaram profundamente”, um grupo dos 16 juízes e investigadores mais experientes do mundo – entre os quais Antonio Cassese (Primeiro Presidente e Juiz do Tribunal Criminal Internacional para a ex-Iugoslávia e Chefe da Comissão de Investigação da ONU para o Darfur) e Richard Goldstone (Promotor-chefe do Tribunal Criminal Internacional da Comissão de Investigação da ONU para o Kosovo) – pediram que se instalasse “investigação internacional que examine as graves violações da legislação internacional de guerra cometidas pelos dois lados no conflito de Gaza.”
Como sempre, invariavelmente, os apologistas de Israel atribuíram ao crescimento do antissemitismo a crescente indignação contra a ação israelense em Gaza. Deve-se registrar que, como regra geral, quanto mais profundamente violenta é a conduta criminosa de Israel, mais aumentam, em decibéis, as ‘denúncias’ de antissemitismo. Os judeus estariam enfrentando “uma epidemia, uma pandemia de antissemitismo”, declarou Abraham H. Foxman. “É a pior, a mais intensa, a mais global onda de antissemitismo que nossa memória registra.” Não que esse tipo de diagnóstico seja novidade para Foxman que, em 2003, não se cansava de repetir que “a ameaça à segurança do povo judeu é tão grande hoje quanto foi nos anos 30s.”
Como no passado, sempre aparecem dados de pesquisa que confirmam esses exageros, chamados “indicadores” das “mais perniciosas noções de antissemitismo”; por exemplo, uma pesquisa que descobriu que “grandes porções da opinião pública europeia continua a achar que os judeus falam demais sobre o que lhes aconteceu no Holocausto.” Segundo um “filósofo” midiático francês, Bernard-Henri Lévy, qualquer um que ponha em dúvida que o holocausto nazi “foi um ponto de virada irreversível da história da humanidade” deve ser considerado antissemita. Na Europa, poucas das manifestações ditas antissemitas foram além de manifestações covardes ou apenas desagradáveis, como emails ou graffiti, porque o antissemitismo europeu, por mais que se deixe ver vez ou outra, empalidece completamente se comparado à islamofobia no continente. (Observou-se de fato, recentemente, oposição crescente a judeus e muçulmanos – as duas curvas parecem estar correlacionadas –, resultado provável do ressurgimento do etnocentrismo entre os europeus mais velhos, menos letrados e de orientação política mais conservadora.)
Apesar de tudo, parece ser verdade que a execução, por um autoproclamado Estado judeu, de vários ataques assassinos no Líbano e em Gaza, e o apoio que esses ataques receberam de organizações oficiais de judeus em todo o mundo, determinaram um muito lamentável – embora absolutamente previsível – efeito de “respingamento” sobre todos os judeus, que parecem estar começando a ser, todos, considerados culpados. Se, como o Fórum Israelita de Coordenação da Luta contra o Antissemitismo [ing. Israeli Coordination Forum for Countering Anti-Semitism] afirmou “houve claro aumento no número e na intensidade de incidentes antissemitas” durante o massacre de Gaza; e se “com o cessar-fogo, houve marcado declínio no número e na intensidade dos incidentes antissemitas”; e “outro ataque semelhante à operação em Gaza determinará novo surto de ativ idade antissemita contra comunidades em todo o mundo”, então, método eficaz de combater o antissemitismo parece ser conseguir que Israel suspenda a prática de massacres.
Também é verdade que o crescente fosso entre apoio oficial aos belicistas israelitas e a rejeição popular aos mesmos belicistas parece estar servindo de combustível a mais teorias antissemitas conspiratórias. Na Alemanha, por exemplo, o establishment político e a mídia dominante não dão espaço a qualquer crítica contra Israel por causa do “relacionamento especial”, ideia que cresce na Alemanha, a partir do que se entende que seja “a responsabilidade histórica” da Alemanha. A chanceler Angela Merkel antecipou-se a outros líderes europeus na defesa de Israel durante a invasão de Gaza. Mesmo assim, pesquisas recentes mostraram que 60% dos alemães rejeitam a ideia de que os alemães tenham qualquer especial obrigação com Israel (entre os jovens, a porcentagem chega a 70%); 50% veem Israel como país agressivo; e para 60% Israel persegue seus i nteresses mediante métodos cruéis.
Em termos mais gerais, Gideon Levy lembrou “a cena surreal, no auge do brutal ataque contra Gaza, quando chefes de Estado da União Europeia vieram a Israel e jantaram com o primeiro-ministro, em manifestação de apoio unilateral ao lado que promovia matança e destruição.” E embora tenha sido Israel a quebrar o acordo de cessar-fogo e lançar a invasão, os líderes europeus fizeram coro aos EUA (e ao Canadá) e pregaram o desarmamento, não dos assassinos, mas das vítimas. É questão de tempo, e os europeus começarão a preocupar-se – se já não começaram – com os interesses que se escondem por trás das políticas internacionais de seus respectivos governos.
A acusação de antissemitismo contra os não-judeus que se indignaram contra o massacre de Gaza parece cada dia mais sem sentido e mais mal-intencionada, face à indignação crescente e claramente manifesta também entre os judeus. Ao mesmo tempo em que organizações oficiais de judeus lançavam manifestos de apoio a Israel na invasão de Gaza, por todos os lados surgiam manifestações contra o massacre de Gaza, e assinadas também por organizações de judeus.
Muitos judeus de alto prestígio na vida das comunidades judaicas criticaram também Israel, embora nem sempre essas falas tenham sido muito claras ou muito divulgadas. Quando Israel passou à ofensiva por terra, depois de uma semana de ataques aéreos, um grupo dos mais destacados judeus britânicos, que se autoapresentaram como “apoiadores profundos e apaixonados” de Israel, manifestaram-se “horrorizados” ante o crescente número de mortos dos dois lados” e conclamaram Israel a cessar imediatamente qualquer operação militar em Gaza. Em tom muito mais contundente, o deputado e ex-ministro de relações estrangeiras do “Shadow Cabinet” Gerald Kaufman declarou em debate na Casa dos Comuns sobre Gaza: “Minha avó estava de cama, doente, quando os nazis chegaram à cidade dela, Staszow. Um soldado alemão matou-a a tiro, na cama. A minha avó não morreu para dar cobertura aos soldados israelitas para assassinarem avós palestinianas em Gaza.” E acusou o governo de Israel de “explorar cruel e cinicamente o sentimento de culpa dos não-judeus pelo massacre de judeus no Holocausto, como justificação para o massacre de palestinos.”
Quase ao mesmo em França, Jean-Moïse Braitberg, escritor judeu muito popular exigiu que o presidente de Israel removesse o nome do seu avô do memorial no Yad Vashem dedicado às vítimas do holocausto nazi, “para que o nome do meu avô não continue a ser usado para justificar o horror praticado contra os palestinianos.”
Na Alemanha, Evelyn Hecht-Galinski, filha de um ex-presidente do Conselho Geral dos Judeus na Alemanha, escreveu “Não o governo eleito do Hamas, mas o brutal exército ocupante (...) deve ser levado às barras do tribunal internacional de Haia”, ao mesmo tempo em que a seção alemã da organização Judeus Europeus a Favor de uma Paz Justa lançou manifesto em que se lia: “Os judeus alemães dizem NÃO à matança praticada pelo exército de Israel.
No Canadá, oito mulheres judias que ocupavam o consulado de Israel conclamaram “todos os judeus a manifestar-se contra esse massacre”. E Anton Kuerti, aclamado pianista canadiano declarou que “Os inacreditáveis crimes de guerra que Israel está cometendo em Gaza (...) fazem-me sentir vergonha de ser judeu.” Na Austrália, dois romancistas premiados e um ex-deputado assinaram declaração em que, como judeus, condenam “o ataque tão violentamente desproporcional de Israel contra Gaza”.
O governo Bush e o Congresso dos EUA deram absoluto apoio a Israel durante a invasão. Foi aprovada unanimemente no Senado uma resolução culpando integralmente o Hamas por todas as mortes e pela destruição de Gaza por 390 votos a favor e 5 contra, na Câmara de Deputados. Praticamente toda a mídia corporativa nos EUA também ofereceu, sem qualquer pejo, total apoio a Israel. “No Dia de Ano-Novo, o esquadrão de louvor a Israel ocupou todas as páginas de colunas assinadas de todos os principais jornais nos EUA, como se fossem quintal seu”, observou o jornalista Max Blumenthal. “De todas as colunas assinadas publicadas no Washington Post, no Wall Street Journal e no New York Times desde o início da guerra contra Gaza, apenas uma coluna manifestava alguma dúvida quanto à correção e justeza do assalto.”
O máximo em matéria de ouvir os dois lados, para o New York Times, consistiu em publicar, lado a lado, os delírios de Jeffrey Goldberg sobre o mal absoluto representado pelo Hamas, e os conselhos de Thomas Friedman, para que Israel infligisse “pesadas dores à população de Gaza”. O rival novaiorquino do Times, o New York Daily News publicou uma coluna assinada pelo rabino Marvin Hier que conclamava os líderes mundiais a “nunca mais reconstruir Gaza”, apesar do sofrimento de “muitos civis”, porque “terroristas e gente que apoia terroristas não merecem qualquer mercê pela sua desumanidade, crimes e cumplicidade.” Hier é fundador e líder do Centro Simon Wiesenthal e do Museu da Tolerância. Na névoa desse esquadrão de linchamento, até organizações de defesa dos direitos humanos dedicaram-se a condenar pesadamente o Hamas.
Apesar dessas doses massivas de veneno, pesquisas de opinião pública mostraram que, embora a maioria criticasse sempre muito pesadamente o Hamas, apenas 40% dos norte-americanos aprovavam o ataque israelita; e entre os eleitores do Partido Democrata (onde há grande número de judeus), a aprovação caía a 30%. Numa dramática manifestação de independência, que fez lembrar Jimmy Carter ao publicar o seu Palestine Peace Not Apartheid, um ícone liberal, Bill Moyers, criticou Israel no seu programa de grande audiência, “Bill Moyers Journal”: “Ao matar indiscriminadamente idosos, crianças, famílias inteiras, ao destruir escolas e hospitais, Israel fez exatamente o que fazem os terroristas.”
Como Carter, Moyers imediatamente se tornou também alvo preferencial de Abraham H. Foxman, que o acusou de “racismo, revisionismo histórico e complacência com terroristas”; e do professor de Direito em Harvard, Alan M. Dershowitz, que escreveu sobre a “falsa equivalência moral” que Moyers teria construído entre o terrorismo do Hamás e o exército de Israel que “inadvertidamente matou alguns poucos civis palestinianos usados como escudos humanos pelo Hamas.” Mas, outra vez como Carter, Moyers não cedeu e, depois que vários outros liberais saíram em sua defesa, conseguiu emergir sem arranhões, desse fuzilamente de críticas e calúnias.
Enquanto avançava a invasão de Gaza, e as imagens de uma carnificina chocante transmitidas ao vivo pela rede Al-Jazeera já não podiam ser ignoradas, começaram a surgir fissuras na corrente dos apoiantes de Israel ditos ‘moderados’. Sob o título de “A Solução dos Dois Estados perdeu a hora e a vez?” o programa “60 Minutos”, dos mais vistos nos EUA, levou ao ar matéria sobre colonos judeus na Cisjordânia, em que se viam “residências de famílias árabes ocupadas por soldados do exército de Israel”. A página dos editoriais do Wall Street Journal, tradicionalmente de direita, publicou artigo assinado pelo professor de Direito George E. Bisharat sob a manchete “Israel comete crimes de guerra.” Roger Cohen, colunista do New York Times e incansável defensor de Israel, confessou em várias colunas que “estou envergonhado de ver as ações de Israel”. Noutra coluna, Cohen especulava: “a continuada expansão das colónias, o bloqueio contra Gaza, o muro de separação na Cisjordânia e o recurso à tecnologia de guerra” parecem ter sido planejadas precisamente para “humilhar os palestinos, quebrar-lhes a resistência e a autoestima, até que desistam de lutar pelos seus sonhos legítimos de alcançar um Estado, cidadania e dignidade.”
Para Andrew Sullivan, ex-editor de New Republic e autor conservador, o ataque dos israelitas contra Gaza “está longe do que se pode considerar atitude moral (...), nessa guerra que parece ser guerra de um lado só”. E chamou de “bárbaros” os judeus de direita que defendiam “a terrível carnificina que Israel pratica hoje (financiada em parte pelos EUA).” Philip Slater, autor de The Pursuit of Loneliness, estudo sociológico, declarou que “A Faixa de Gaza é pouco diferente de um grande campo de concentração comandado por israelitas, nos quais os palestinianos são perseguidos e atacados, morrem de fome, não têm nem gasolina, nem água, nem energia elétrica – não encontram nem materiais de primeiros socorros. (...) Difícil, isso sim, seria respeitar os palestinianos se não reagissem, pelo menos, com alguns foguetes de fabricação caseira.”
Enquanto isso, o Conselho Municipal de Cambridge, Massachusetts, enclave liberal, que abriga a Universidade de Harvard, adoptou uma resolução “condenando os ataques contra e a invasão de Gaza pelo exército de Israel e os ataques com rojões de fabricação caseira lançados contra a população de Israel”; e um grupo de professores universitários nos EUA lançou campanha nacional conclamando ao boicote acadêmico e cultura contra Israel. Pesquisa feita pela organização American Jews descobriu que 47% dos entrevistavam apoiavam fortemente o ataque israelita, mas – em violento contraste com a ideia de que haveria massiva solidariedade a Israel – 53% dos entrevistados mostraram-se ambivalentes: 44% aprovavam ou desaprovavam “com reservas”; e 9% declararam-se “absolutamente contrários”.
Analistas experientes da comunidade dos judeus norte-americanos já detectam “mudanças pós-Gaza”. À parte “o segmento dos mais conservadores da comunidade pró-Israel”, observou M. J. Rosenberg do Fórum Israel Policy, “poucos manifestam abertamente apoio àquela guerra. Em New York, cidade na qual, no passado, se reuniram multidões de 250 mil pessoas em manifestações de ‘solidariedade’ a Israel, apenas 8 mil foram a Manhattan para uma manifestação “de judeus” num domingo de sol. Em confronto público com a liderança tradicional da comunidade, organizações de judeus consideradas hegemónicas, embora menos conhecidas, como a J Street, ficaram a meio caminho e “reconhecem que nem os israelitas nem os palestinianos têm qualquer monopólio dos certos e errados”; e recomendaram “que se evitem as posições estreitas de ‘nós contra eles’, em todas as questões do Oriente Médio.
Fundada em 2008, a organização J Street aspira a ser um contraponto liberal ao American Israel Public Affairs Committee (AIPAC). É cedo demais para saber se J Street – que trabalha atualmente numa agenda vagamente progressista, embora também se defina como “mais próxima” do Kadima, partido político israelense liderado por Tzipi Livni – chegará a afirmar-se como “oposição leal” ou se aprofundará o teor das críticas contra a política israelita à medida que se aprofundar o fosso que separa os judeus norte-americanos e o atual governo de Israel.
Por sua vez, o grupo American Jews for a Just Peace divulgou um manifesto apelando para os os soldados israelitas “porem fim à prática de crimes de guerra”.
Outro grupo (“Judeus dizem não!”) reuniram-se em manifestação em frente da sede da Organização Sionista Mundial e dos escritórios da Agência Judia. E o grupo “Judeus contra a ocupação” distribuíram panfletos no West Side em New York, em que se lia “”Israel, saiam de Gaza, AGORA!” Nos círculos intelectuais judeus liberais, só os apoiadores perpétuos de Israel, a maioria dos quais foram arregimentados depois da guerra de junho e já passam hoje dos 70 anos, ousaram manifestar-se em defesa da invasão de Gaza.
Para Michael Walzer, filósofo, pareceu óbvio que Israel exaurira todas as alternativas não violentas antes de atacar; e culpa do Hamás, se morreram civis. Para Walzer, a única “questão relevante” seria se Israel fez tudo que poderia ter feito para diminuir o número de baixas entre os civis.
Como sempre, para Alan M. Dershowitz, Israel “empreendeu os seus melhores esforços para não matar civis”, estratégia que falhou porque o Hamas investiu na “estratégia de matar bebés”, para forçar Israel a matar crianças palestinianas e, assim, conquistar a simpatia da comunidade internacional.
Também como sempre, para Martin Peretz, editor de New Republic, que examinou os sapatos dos palestinianos, o bloqueio de Gaza seria benigno: “É preciso examinar os pés dos palestinos, para ver que usam ténis novos e, evidentemente, caros.”
Paul Berman entendeu como óbvia “uma possibilidade” de que o Hamas algum dia venha a promover o genocídio de judeus, “se se permitir que o Hamas continue a prosperar, e se seus aliados do Hezbollah e do governo iraniano conseguirem prosseguir com os seus planos para construir bombas atómicas”. Sendo isso óbvio, Berman conclui que Israel, sim, tem todo o direito de atacar os palestinianos, como medida de prevenção. (...) Mas houve um influente contingente de intelectuais públicos liberais judeus que não se calou: a nova geração de bloggers judeus liberais e colaboradores regulares dos websites liberal-Democratas (p. ex., Salon.com e Huffington Post). Quase todos, são editores, anunciantes, patrocinadores, animadores de redes sociais, todos judeus, mas que falam por uma geração que, em larga medida amadureceu em mundo no qual a mitologia sionista já havia sido deslocada e superada por pesquisa histórica sóbria. O establishment político israelita é hoje magro e reacionário. As práticas de Israel no quesito Direitos Humanos já foram acuradamente analisadas pelos especialistas em direitos humanos.
A paranóia induzida pelo Holocausto e o ‘argumento’ do antissemitismo colidiram contra a realidade quotidiana de uma triunfante assimilação dos judeus em toda parte, da Ivy League a Wall Street, de Hollywood to Washington, do clube de campo ao altar de casamento. Profissionalmente, mentalmente e emocionalmente emancipada dos antolhos do passado, esse judeus íntimos da Internet partiram para a ofensiva contra a invasão de Gaza desde o primeiro momento.
Há aí um simbolismo que não se pode ignorar. Onde os apologistas mais linha-dura a favor de Israel, como Walzer, Dershowitz e Peretz embarcam ainda no barco dos sionistas, os mais jovens, uma geração de intelectuais públicos judeus que hoje fazem nome e currículos na Internet já saltaram dele. “Tenho pena deles, que desprezam a sua herança”, sibilou Peretz. “São fedelhos barulhentos.”
Aqui estão alguns dos fedelhos barulhentos, representados por mensagens redigidas por eles.
Ezra Klein (25 anos; blogueiro da página American Prospect), em msg postada no 2º dia da invasão de Gaza:
“Os rojões lançados pelos palestinianos com certeza “perturbam profundamente” os israelitas. Os postos de controle, os bloqueios nas estradas, a restrição ao direito de ir e vir, a desesperante falta de empregos, a opressão cada dia mais cruel, as humilhações diárias, as colónias ilegais – desculpem, “os assentamentos” – tudo isso perturba muito mais profundamente os palestinianos; e são agressão muito mais grave. E os 300 palestinianos mortos, esses, então, nos deveriam perturbar mais profundamente, a todos.”
Adam Horowitz (35 anos; blogueiro de Mondoweiss) escreveu, no 4º dia da invasão, em resposta à coluna de Benny Morris no New York Times: “É evidente que ele só vê as reações, não a causa. Lista respostas a Israel e a ininterrupta colonização da Palestina histórica, sem mencionar que há um elefante na sala; que, se Israel está encurralada, foi Israel quem buscou essa situação.”
Matthew Yglesias (28 anos; blogueiro de Think Progress) escreveu, no 6º dia: “Enquanto Israel diz que quer deixar os palestinianos em paz no seu enclave minúsculo, superpovoado, economicamente inviável, o ‘desengajamento’ de Gaza [em 2005] jamais significou que os palestinianos passariam a controlar as suas fronteiras ou exercer qualquer soberania significativa sobre a área. A proposta, de fato, foi clara: os palestinianos abdicam da violência armada contra Israel e, em troca, a Faixa de Gaza será tratada como reserva de índios.”
Dana Goldstein (24 anos; blogueira de American Prospect) escreveu, no 12º dia: “Quero ainda acreditar que a experiência histórica, coletiva do judaísmo e do sionismo pode levar a alguma coisa melhor – algo mais humano – do que o que vi no Oriente Médio semana passada!”.
Glenn Greenwald (42 anos; blogueiro de Salon.com) escreveu no 13º dia: “Não é uma guerra. É o massacre de um lado pelo outro”. E depois, dia 30/1/2010: “É simplesmente impossível fazer progresso real nos objetivos domésticos de restaurar a Constituição e reverter as expansões militares e de espionagem dos israelitas, se, simultaneamente, continuarmos a apoiar cegamente as muitas guerras de Israel (porque acabamos nos afundando, nós mesmos, naquelas guerras).”
Dia 20/2/2009, Greenwald respondeu insinuação de Jeffrey Goldberg de que ele seria “odiador de judeus”, “carrasco de Israel”:
“Pessoas como Jeffrey Goldberg” (...) respondeu Greenwald, “já abusaram, manipularam, exploraram tanto as acusações de “odiador de judeus”, “carrasco de Israel” e acusações de ‘antissemitismo’, sempre para fins desavergonhadamente pessoais, sempre impróprios, que, hoje, aquelas expressões já nada significam, perderam todo o conteúdo crítico, foram trivializadas até se converterem em caricaturas. (...). De fato, gente como Goldberg vão-se tornando cada vez mais ácidos, mais rançosos, mais agressivos naquela sua retórica, precisamente porque sabem que os seus aparelhos de sevícia e tortura retóricas já não servem para nada.” (...) “Há uma mudança definitiva e importante nos debates políticos nos EUA sobre Israel”, concluiu Greenwald. “Eles já não conseguem semear cada vez mais discórdia com as suas táticas de intimidação; e já sabem disso; por isso é que subiram o volume dos seus ataques e dos palavrões e chingamentos. A devastação de Gaza pelos israelitas, contra uma população civil cercada – e usando bombas, dinheiro e cobertura diplomática dos EUA – foi tão brutal e horrenda que mudou para sempre o modo como o mundo vê o conflito no Oriente Médio”. (...) A metamorfose generacional em relação a Israel é ainda mais evidente nos campi universitários. “Em alguns campus universitários houve mudança profunda em direção a sentimentos mais claramente pró-palestinos ou anti-Israel”, lia-se no Inside Higher Ed, que continua: “Essa mudança foi provocada, em parte, pela guerra do último inverno em Gaza”. Anfiteatros lotados para assistir a palestras de comentaristas que se opunham firmemente ao massacre dos habitantes de Gaza. Os grupos ‘pró’-Israel manifestavam dentro dos anfiteatros ou à entrada, sempre grupos pequenos, muitos dos quais nem foram vistos.
Alunos da Cornell University atapetaram as trilhas do campus com 1.300 bandeiras negras, uma para cada palestino morto em Gaza. (Depois, a instalação foi depredada.) Nas universidades de Rochester, de Massachusetts, de New York, na Columbia University, no Haverford College, no Bryn Mawr College e no Hampshire College, os alunos organizaram abaixo-assinados, manifestações e ocupações [ing. sit-ins] exigindo que se oferecessem bolsas de estudo para alunos palestinos e ações de desinvestimento em indústrias fabricantes de armas e empresas que negociassem com as colônias ilegais exclusivas para judeus. No Hampshire College, os alunos conseguiram que os acionistas e patrocinadores da escola se manifestassem a favor de desinvestir em corporações norte-americanas que auferissem lucros diretamente da ocupação da Palestina.
Embora as organizações ‘pró’-Israel tenham repetido que “colégios e universidades (...) tornaram-se caldo de cultura para o crescimento de uma nova cepa de antissemitismo”, em praticamente todas as principais instituições os alunos judeus participaram ativamente das manifestações pró-palestinos, em comitês locais de “Estudantes pela Justiça para a Palestina” e de “Anarquistas na luta contra o Muro” [ing. Anarchists Against the Wall, além de participações individuais, como de Anna Baltzer, autora de “Testemunha na Palestina”, que visitou várias escolas, para falar pessoalmente do que vira acontecendo na Palestina.
Os laços de solidariedade que se criaram entre jovens judeus e jovens muçulmanos que se opõem à ocupação – em várias universidades, os grupos mais militantes reúnem radicais judeus não-religiosos e mulheres muçulmanas – permitem ter esperança de que será possível construir uma paz duradoura.
Depois de uma palestra que fiz numa universidade canadiana, sobre o massacre de Gaza, recebi de presente dos organizadores um pin em que se lia “I ♥ GAZA.” Prendi o pin na minha mochila e parti para a aeroporto. Na fila para o embarque, um passageiro atrás de mim disse-me baixinho “Gosto do seu pin”. Vejam só, pensei eu, the times they are a-changing, como cantou Bob Dylan. Horas depois, pedi um copo d’água ao comissário de bordo. Ao me servir a água, o rapaz curvou-se e disse “Gosto do seu pin”. Hmm, pensei comigo, alguma coisa já está acontecendo por aqui.
[1] Em http://www.acbp.net/About/PDF/ARTICLE-Second%20thoughts%20about%20the%20Promised%20Land.pdf
[2] Organização de judeus, ativa em todos os campus universitários em todo o mundo; para conhecer, por exemplo, o Hillel de São Paulo, ver http://www.hillel.org/about/news/2003/20030520_new.htm
[Adaptado daqui]
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Deborah Lipstadt - Mais Uma Criação da Indústria do Holocausto!

quinta-feira, 21 de julho de 2011
9/11 - Ataque ao Pentágono: Mais um Embuste!
NATIONAL SECURITY ALERT - 9/11 PENTAGON ATTACK from Citizen Investigation Team on Vimeo.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Auschwitz - A Comédia
Podemos assistir aqui ao exame de algumas das fábulas inconsistentes e ilógicas do crematório/câmara de gás de Auschwitz.
Este vídeo é dedicado a Bradley Smith.
"A Guerra Contra a Democracia"
Dirigido por: Christopher Martiin, John Pilger, Sean Crotty
O prestigiado jornalista John Pilger examina o papel dos Estados Unidos da América, a manipulação da política dos países Latino Americanos, a luta dos cidadãos para que acabe a fome e a pobreza. O filme revela entre outras coisas, as políticas da CIA para a continuidade no Iraque, Irão e Líbano. Chavez, apesar das pressões de Washignton para o destituir, tem o apoio popular, sabendo-se que o seu povo o adora e que vive num regime democrático já algum tempo esquecido ou nunca vivenciado no mundo Ocidental. O presidente da Venezuela venceu 7 eleições com cerca de 80% dos votos.
domingo, 17 de julho de 2011
Holodomor - O Genocídio Esquecido
Morreram entre 3 a 6 milhões de ucranianos - sobretudo camponeses - em consequência de uma fome artificialmente provocada pelo regime soviético dirigido por Estaline. Este genocídio teve como principal objectivo “castigar” os camponeses - a base social da nação ucraniana - devido à sua resistência à colectivização da agricultura e ao apego que manifestavam pela cultura e tradições nacionais.
Numa clara demonstração dos seus intentos criminosos, o Governo da União Soviética executou de forma implacável as seguintes medidas:
• confiscação das colheitas e das reservas alimentares dos camponeses ucranianos, recorrendo a todo o tipo de violências e abusos e colocando em grave risco a sua sobrevivência;
• repressão de qualquer forma de resistência (deportação de populações; detenção em campos de concentração e fuzilamentos);
• encerramento, pela polícia, das fronteiras da Ucrânia, impedindo que os camponeses procurassem alimentos na Rússia e em outras regiões, ou os transportassem para a Ucrânia;
• proibição da venda de bilhetes de comboio e instalação de barreiras policiais nas estações ferroviárias e nas estradas que levavam às cidades. Centenas de milhar de famintos foram assim obrigados a regressar às aldeias, morrendo de fome;
• revogação dos direitos de autonomia cultural, linguística e política da nação ucraniana, incluindo as comunidades que viviam nas outras regiões da União Soviética;
• repressão da elite cultural e política (escritores, sacerdotes, dirigentes políticos, artistas, etc.), sob a acusação de nacionalismo.
O regime soviético, enquanto ia exportando para o estrangeiro milhões de toneladas de cereais, rejeitava as informações transmitidas pela imprensa ocidental, bem como as ofertas de auxílio humanitário.
Durante mais de 50 anos a diáspora ucraniana procurou divulgar a verdade sobre o Holodomor. Com esse objectivo, apoiou a investigação realizada por diversas entidades académicas, tais como a Comissão do Congresso dos Estados Unidos da América, presidida pelo historiador James Mace (1988) e a Comissão Internacional de Inquérito da Fome de 1932-1933 na Ucrânia, dirigida pelo jurista Jacob Sundberg (1990).
Só depois da desagregação da União Soviética e da recuperação da independência nacional ucraniana (1991), é que foi possível romper com o silêncio e a mentira, sendo instituído, no quarto sábado do mês de Novembro, o “Dia da Memória das Vítimas da Fome e das Repressões Políticas” e aprovada uma declaração do Parlamento da Ucrânia.
Em 2003, no âmbito das comemorações dos 70 anos do Holodomor, realizaram-se vários encontros académicos. Na conferência internacional, de Vicenza (Itália), sob o patrocínio do Presidente da República Italiana Carlo Ciampi, foi aprovada uma declaração - subscrita por 28 personalidades académicas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polónia, Canadá e E.U.A. - apelando ao Parlamento italiano, bem como a Silvio Berlusconi, que exercia a presidência rotativa da União Europeia, e a Romano Prodi, Presidente da Comissão Europeia, no sentido de promoverem o reconhecimento internacional do Holodomor como um acto de genocídio.
Em Paris, na Universidade da Sorbonne, também se realizou uma conferência sobre o tema, com a participação de historiadores de diversos países. Nessa ocasião, foi apresentado um apelo, dirigido à Assembleia Nacional francesa e ao Parlamento Europeu, para o reconhecimento da fome de 1932-1933 na Ucrânia, enquanto acto de genocídio.
Em Kiev, na sequência do encontro académico internacional intitulado "É Tempo de Dizer a Verdade", em que estiveram presentes especialistas deste período histórico, bem como deputados, representantes dos meios diplomáticos e da comunicação social, foi igualmente aprovada uma resolução, apelando ao reconhecimento internacional do genocídio Por sua vez, os órgãos de soberania de diversos países (Ucrânia, E.U.A., Canadá, Estónia, Argentina, Austrália, Itália, Hungria, Lituânia, Geórgia ou Polónia) já reconheceram o carácter genocidário do Holodomor.
Na 58.ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (2003) foi elaborada uma declaração, com o apoio de 63 estados-membros, prestando homenagem à tragédia nacional do povo ucraniano.
Mais recentemente, o Presidente Viktor Yuschenko (Novembro de 2005) e os participantes do 4.º Fórum Mundial dos Ucranianos (Agosto de 2006) apelaram à comunidade internacional para reconhecer o Holodomor como um acto de genocídio. Em resposta a esses apelos, foram desenvolvidas diversas iniciativas: propostas de resolução nos parlamentos da Bélgica, França e no Parlamento Europeu; petições no Senado Federal do Brasil e na Assembleia da República Portuguesa; apelos aos parlamentos da Coreia do Sul, Islândia, República Checa, Roménia, Israel, Reino Unido, Espanha, Montenegro, etc."
O mais influente jornal Americano enganou inclusivamente os seus compatriotas sobre os milhões Ucrânianos mortos à fome como consequência do programa de colectivização à força do líder Soviético Estaline no início dos anos 30.
Leiam mais sobre este assunto aqui ou aqui e também aqui.
Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (IV)

VIII. Deborah Lipstadt e a Sua Conversa Hipócrita Sobre o Casamento Inter-Racial Étnico
Desde que as declarações de Lipstadt sobre o casamento inter-racial racial/étnico reflectiram com exactidão a duplicidade, o engano e a hipocrisia que caracterizam muito bem aquilo que os meios de comunicação Judaicos e não-Judaicos promovem, exige-se uma discussão completa.
Quando questionado por Rampton, advogado de Lipstadt, sobre a sua visão sobre o casamento inter-racial, o historiador Irving declarou: "Eu tenho exactamente a mesma atitude que ela [Lipstadt]... Acredito em Deus e na maneira em que ele manteve as raças da forma como as construiu". 63
Em resposta, Lipstadt escreveu: "Assim que Irving disse isso, a minha pulsação acelerou de raiva. Isso não era a minha visão. Eu fiquei profundamente incomodada pelo casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus porque ameaçava continuidade Judaica. A cor ou a etnicidade eram completamente irrelevantes para mim". 64 Ela ainda acrescentou ter ficado decepcionada por nada ter sido feito para esclarecer a sua posição sobre o casamento inter-racial no julgamento, e que as ideias falsas continuaram a boiar em redor sobre esse assunto. 65
Se a etnicidade fosse completamente irrelevante para ela, e se continuidade Judia fosse a sua única preocupação, então nós devíamos esperar que ela tivesse adoptado a seguinte política: é aceitável para os Judeus casar com não-Judeus de qualquer cor ou grupo étnico, desde que o companheiro não-Judeu adopte a religião Judaica e os costumes culturais Judaicos. Mas ela não adoptou esta política; ela opõem-se categoricamente ao casamento inter-racial - ponto final. Como o jornalista Judeu Dan Gutenplan salientou: “Foi difícil não nos sentir-mos enjoados ao ouvirmos Rampton interrogando Irving sobre a sua atitude perante o ‘casamento inter-racial’ - favorável ao que foi referido por Lipstadt, que escreveu, 'Nós [Lipstadt e os seus companheiro Judeus] sabemos contra quem lutamos: anti-semitismo e assimilação [de Judeus e não-Judeus], casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] e quem tenta agredir Israel." 66
Além do mais, ela pode não estar a revelar o que é que ela realmente sente sobre o casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus. Como o autor Judeu Ellen Jaffe McClain salientou em Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community [Abraçar o Estranho: O casamento Inter-Racial e o Futuro da Comunidade Judaica Americana], Lipstadt, simplesmente, é categoricamente oposta ao casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus: "Embora as pessoas gostem de Deborah Lipstadt, o professor da Universidade de Emory que escreveu e leccionou muito tempo sobre a negação de Holocausto, exortou os pais Judeus somente a dizer não ao casamento inter-racial, da mesma maneira que eles esperam que as suas crianças não tomem drogas, uma grande maioria de pais (entre os quais alguns rabinos) não se podem opor ao casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] como um princípio operativo estrito". 67 De acordo com isto, ela não está só “profundamente incomodada” pelos casamentos inter-raciais entre Judeus e não-Judeus - ela detesta.
Há mesmo evidências dentro do “History on Trial” que sugerem que Lipstadt pode estar enganada quando alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela". Nas páginas 12 e 13, ela condena implicitamente a política da antiga União Soviética na questão do Holocausto, por causa da recusa da URSS em validar o conceito de uma "etnicidade Judia" identificando as vítimas do Holocausto como Judeus. Nas suas próprias palavras: "Ter identificado as vítimas [do Holocausto] como Judeus teria validado a noção de etnicidade, um conceito contrário à ideologia Marxista".
Vamos então tentar perceber bem isto. Ela condena implicitamente os Soviéticos pela sua recusa em validar o conceito de "etnicidade Judia". (O leitor é incentivado a ler as páginas 12 e 13 e ver por si que isto está correcto). No entanto, quando serve os seus propósitos ideológicos condenar David Irving e evitar a saída do seu dilema, na página 182, ela alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela".
Há mais provas que ela talvez esteja enganada quando alega que "a cor e a etnicidade são completamente irrelevante para ela". O Dr. Oren Yiftachel, um professor Israelita da Universidade de Ben-Gurion salientou que Israel não é uma democracia no sentido em que actualmente esta é entendida no Ocidente. Em vez disso, é uma "etnicocracia” - uma terra controlou e designada pela etnicidade. Nas suas próprias palavras: "O regime Israelita é dominado por e para um único grupo étnico numa realidade multi-étnica. Factores que fazem de Israel uma “etnicocracia”: 1) a imigração para o Estado Judaico é restringida apenas a Judeus. Existem aproximadamente 2,5 milhões Palestinianos deslocados que não são autorizados a migrar para Israel; 2) o serviço militar é estabelecido de acordo com a etnicidade; 3) o controlo económico é baseado na raça, religião e etnicidade; 4) O regime da terra do país implica a transferência da posse de terra numa direcção, dos Árabes para o controlo Judeu, mas nunca o contrário". 68
Se a etnicidade é completamente irrelevante para ela, então porque é que ela se identifica apaixonadamente com o apartheid de Israel - um Estado baseado no princípio de que o grupo étnico Judaico é para ser conservado para todo o sempre, e é para permanecer separado e dominante sobre os não-Judeus dentro do Estado?
Lipstadt pode ter feito esta declaração - "a cor e a etnicidade são completamente irrelevantes para mim" - para ir de encontro às necessidades de propaganda do momento. Isso é, "refutar" a alegação de David Irving e esconder os seus fortes sentimentos fortes de racismo Judeu. As suas afirmações não parecem reflectir os seus verdadeiros sentimentos.
O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e chamadas defeituosas para julgamento que são perfuradas com um padrão duplo hipócrita.

IX. A Declaração de Encerramento
O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e julgamentos defeituosos, onde se acrescenta um hipócrita padrão duplo.
Uma questão permanece: porque é que Deborah Lipstadt não testemunhou no julgamento de Irving-Lipstadt? Ela salientou que Rampton era contra colocá-la como testemunha. Nas suas próprias palavras: "Se vamos a julgamento, provavelmente não a colocarei no banco das testemunhas. Você está a ser processada pelo que escreveu. Tê-la como testemunha não fará avançar o nosso caso. Ele só desviará a atenção do juiz do foco principal, David Irving". 69
Ela então acrescenta que "de acordo com a lei Britânica, Irving não podia obrigar-me a testemunhar. Escutei Rampton com uma mistura de emoções. Fiquei aliviada por não ter que ser interrogada por um homem cujas opiniões eu abominei e que certamente usaria a oportunidade de me interrogar como uma forma de ‘ganhar pontos’ pelo mal que me tinha feito. Ao mesmo tempo, fiquei decepcionada por não poder expressar directamente o meu desprezo por ele. Eu temi que as pessoas pensassem que eu estava com medo de o enfrentar".
No mesmo estilo, ela acrescenta: "…Fui preocupada de termos cometido um erro táctico, permitindo que Irving me retratasse não apenas como alguém com medo de o enfrentar, mas também como alguém com algo a esconder". 70 Suspeitamos que Rampton, sendo o advogado astuto que ele é, deve ter percebido que tudo podia acabar num desastre total se Lipstadt fosse interrogada por Irving. Ele podia ter apanhado Lipstadt nos hipócritas padrões duplos, falácias, omissões, má lógica, etc,
que nós mostramos aqui.
Um dos peritos da equipa de defesa de Lipstadt, o Dr. Richard Evans, foi citado dizendo: "Irving é, essencialmente, um ideólogo que usa a história…para promover os seus próprios propósitos políticos.” 71 Será que devemos tirar o nome de David Irving da sentença e colocar o de Deborah Lipstadt?
Ela admite que Evans possa "ter pensado que ela era uma mulher Judia americana exagerada que era mais ideóloga do que historiadora receptiva a novas ideias". 72 Um "ideólogo" é aquele que promove um conjunto de ideias, distorcidas e falsas no seu seio principal, que serve as necessidades políticas, sociais e psicológicas de uma elite poderosa. Baseando-nos naquilo que foi revelado neste ensaio, Deborah Lipstadt podia ser descrita como uma ideóloga Sionista?
John Keegan, um proeminente intelectual Britânico fez este comentário muito convincente: "A professora Lipstadt…parece aliviada de uma forma como apenas um hipócrita politicamente correcto pode ser. Poucos historiadores já tinham ouvido falar dela antes deste caso. A maioria não quererá ouvir falar dela outra vez". 73 Será Deborah Lipstadt uma ideóloga Sionista que opera com uma hipócrita dualidade de critérios? Eu deixarei ao leitor esse juízo. No amanhecer de uma nova era da razão, os livros de Lipstadt irão, acredito, marcar posição como um testamento à corrupção política, moral e ideológica que, actualmente, impregna a Sociedade Ocidental.
Notas:
1. Deborah E. Lipstadt, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory (The Free Press, 1993), p. 181, passagens.
2. Ver Daniel Jonah Goldhagen, análise do livro de Deborah Lipstadt, History on Trial no The Washington Post’s Book World. Online: http://www.amazon.com/gp/product/product-description/0060593768/ref=dp_nav_1/104-4071788-3073504?%5Fencoding=UTF8&n=283155&s=books.
3. Citado na sobrecapa do livro de Deborah Lipstadt, “History on Trial: My Day in Court With David Irving” (Harper-Collins, 2005).
4. Online. Para a URL, ver nota 2.
5. Ibid.
6. Lipstadt, History on Trial, p.278.
7. Ibid, p.304.
8. Comunicação pessoal a Paul Grubach.
9. Ver The Hon. Mr. Justice Gray, “Judgment to be Handed Down on Tuesday, 11 de Abril de 2000, Between David John Caldwell Irving and Penguin Books Limited, Deborah Lipstadt.” Parágrafo 3.7.
10. Lipstadt, History on Trial, p. 268.
11. Ibid, p.269.
12. Ibid, pp. 16, 301.
13. Alex C. Michalos, Improving Your Reasoning (Prentice-Hall, Inc., 1970), pp.109-110.
14. Irving Copi, Introduction to Logic, 5ª Edição, (Macmillan, 1978), pp.486-491.
15. The Sault Star (Canadá), “Scientific evidence of Holocaust missing,” 18 de Janeiro de 1985, p.A11; Ver testemunho de Hilberg em Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), p. 39. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html. Jean-Claude Pressac, Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers (Beate Klarsfeld Foundation, 1989), p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm16. Pressac, p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm.
17. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
18. Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), pp.24-25. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html.
19. Lipstadt, Denying the Holocaust, pp.127-128.
20. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
21. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
22. Lipstadt, History on Trial, p.301.
23. Ibid, p.18.
24. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
25. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
26. The Encyclopedia of Philosophy, 1967 ed., s.v. “Karl Raimund Popper,” by Anthony Quinton.
27. Lipstadt, History on Trial, p.xx.
28. Ibid, p.25.
29. Ibid, p.158.
30. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.4.
31. Lipstadt, History on Trial, p.260. Er também declarações de Rampton, p.259.
32. Ibid, p.259.
33. Ver Lipstadt, Denying the Holocaust, p.187. O artigo referido é Laird Wilcox, “The Spectre Haunting Holocaust Revisionism, “ Revisionist Letters (Primavera de 1989). Online: http://www.codoh.com/revisionist/letters/rlspectre.html.
34. Lipstadt, History on Trial, p. 23.
35. Ver Hon. Justice Mr. Gray, Parágrafo 5.209.
36. Lipstadt, History on Trial, p.133.
37. Ver Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews: Student Edition (Holmes & Meir, 1985), pp. 225-226.
38. Lipstadt, History on Trial, p. 133.
39. Ver o vídeo “The Weber-Shermer Holocaust Debate: The Holocaust Story in the Crossfire.” Disponível online em: http://store.noontidepress.com/. Ver também Pat N. Mason, Jr. , "Exchanging Views on the Holocaust: Debating the Undebatable: The Weber-Shermer Clash," The Journal of Historical Review, Janeiro/Fevereiro de 1996, p.30.
40. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
41. Carlo Mattogno, “’Denying History’?—Denying Evidence!: The Phony ‘Convergence of Evidence’ to ‘Prove’ the ‘Holocaust,’” The Revisionist, Setembro de 2005, Vol. 3, No. 1, pp. 9-44.
42. Ver a discussão em Michael Shermer and Alex Grobman, Denying History: Who Says the Holocaust Never Happened and Why Do They Say It? (University of California Press, 2000), p.88.
43. Lipstadt, History on Trial, p.283.
44. Ibid, p.3.
45. Ibid, p.5.
46. Ibid, p.6
47. Ibid, p.6.
48. Ibid, p.9.
49. Ver o estudo do académico Israelita Dr. Uri Davis, Israel: An Apartheid State (Zed Books Ltd., 1987).
50. George W. Ball e Douglas B. Ball, The Passionate Attachment: America’s Involvement with Israel, 1947 to the Present (W. W. Norton & Company, 1992), p. 29.
51. Ibid, p.65.
52. Mark Lavie, “Barrier Meant to Ensure Jewish Majority,” Associated Press Release, 11 de Julho de 2005. Online: http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/n/a/2005/07/11/international/i073139D24.DTL
53. Kevin MacDonald, The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements (Praeger, 1998).
54. Ibid, pp. 255-257.
55. MacDonald, passagens.
56. Lipstadt, History on Trial, pp.151-159.
57. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.144; Denying History, p.17.
58. Robert Jan van Pelt, The Case For Auschwitz: Evidence From the Irving Trial (Indiana University Press, 2002).
59. Ibid, p.70.
60. Ibid.
61. Ibid, p.6.
62. Liat Collins, “From the Ashes,” The International Jerusalem Post, 4 de Fevereiro de 2005, p. 3.
63. Lipstadt, History on Trial, p.182.
64. Ibid.
65. Ibid.
66. Lipstadt citada em D.D. Guttenplan, The Holocaust On Trial (W. W. Norton & Company, 2001), p.209.
67. Ellen Jaffe McClain, Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community (Basic Books, 1995), p.18.
68. Washington Report on Middle East Affairs, Julho/Agosto de 1999, p. 120.
69. Lipstadt, History on Trial, p.53.
70. Ibid, p.89.
71. Ibid, p.43.
72. Ibid, p.67.
73. Ibid, p.282.
Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)
Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)
Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (III)

