segunda-feira, 6 de junho de 2011

Resposta a Eruditos Anónimos




Este ‘post’ tem o objectivo de responder ao que me foi dirigido pessoalmente num comentário que deixei aqui.

O meu objectivo era apenas saber a opinião de alguém que apenas se identifica como “Anónimo” sobre o Movimento Zeitgeist, mas essa pessoa entrou em campos que considero, no mínimo, curiosos e que não podem deixar de ser respondidos.

1) “Todas as pessoas querem o lucro, ou qualquer forma análoga de obter distinção social, a nível estatutário e/ou material; é a natureza humana; não é característica exclusiva da "Banca";


Falso. Já viu, por exemplo, algum budista preocupar-se com o lucro ou com a distinção social??? Existem comunidades que nem sequer conhecem essa palavra e que a sua ambição é, naturalmente, limitada às suas espectativas e aspirações de vida. Não há uma “natureza humana”, mas sim um comportamento condicionado por uma série de factores.

A inveja, o ódio, a descriminação, etc., só existem porque as sociedades evoluem com governos e sistemas políticos que não se preocupam com a escassez de recursos que irá originar, a médio ou a longo prazo, uma diferenciação social cada vez mais profunda.

Se tivesse REALMENTE visto os filmes que lhe recomendei tinha percebido isso. Ficando pelo primeiro, não ficou a perceber nada de nada!




2) “Quem critica a parte "histórica" não se baseia na Bíblia. Bem pelo contrário.”


Falso. Questionar tabus religiosos tem as suas consequências. Até no Youtube apareceram uns supostos eruditos que tentaram descredibilizar o que é afirmado.
Apresente-me uma prova CONCRETA de que o que é dito no início do primeiro vídeo está completamente errado. Há uma interpretação e uma suposta explicação para determinados acontecimentos. Tão válida(s) como outras.



“Baseia-se num conjunto enorme de autores contemporâneos dos factos aludidos, pré-historiadores da Antiguidade e autoridades modernas nos assuntos.”




Então diga lá exemplos desse “conjunto enorme”...

Essa conversa é semelhante aos “milhares de testemunhos e provas de que existiram câmaras de gás para matar seres humanos”. Começa-se a espremer… e o que sai? Uma legislação que condena quem questione esse facto histórico (legislação essa que não existe para mais nenhum outro facto histórico!). Mas sobre isso falarei mais à frente…



“A parte "histórica" é de uma incompetência assustadora e baseia-se na repetição de lugares comuns difundidos por pessoas sem qualquer formação em investigação histórica.”

Exemplos?... Não há! Sabe porquê? Porque você limita-se a copiar o que alguns críticos do Movimento Zeitgeist dizem! Bla bla bla! Mas não formaliza nada nem fala directamente de nada porque tenta falar do que não sabe!
“Formação histórica”??? Cristo teria alguma formação em Cristianismo ou Marx em Marxismo? Curiosa essa preocupação com a formação… Que formação o senhor tem em História para falar sobre o Revisionismo Histórico? Tem formação em Química para saber as consequências da utilização, por exemplo, do ZyKlon B? Se fossemos por aí…




3) “Não há nenhuma "versão oficial" sobre assunto nenhum, no sentido em que vivemos em sociedades abertas e ninguém lhe impõe que aceite as conclusões institucionais como um dogma.”

Falso. Só um absoluto desconhecimento sobre esta matéria em particular (9/11) pode levar a dizer isso. Procure ler sobre o que acontece a quem questiona o 9/11 (Veja aqui a razão porque Charlie Sheen passou a ser alguém “desprezível” no mundo de Hollywood).
Procure ler sobre o que acontece a alguém que questione a versão oficial do Holocausto (O bispo Richard Williamson ou Vincent Reynouard são dois dos mais recentes exemplos).

Procure saber que existem centenas de académicos (a lista aumenta quase diariamente) que questionam a versão OFICIAL do 9/11, que existem inúmeras associações, grupos, representantes, sites, blogues, sei lá mais o quê, de figuras públicas, e não só, que procuram denunciar aquele embuste.
Quer exemplos:
http://stj911.org/

http://ae911truth.org/
http://mp911truth.org/

E a lista não pára!


“Por outro lado, não conheço nenhuma autoridade cognitiva séria que perfilhe qualquer das teorias da conspiração constantes desse documentário. Até porque são ridículas.”


Qual é a parte que é ridícula? Pode dar exemplos? Vamos falar sobre isso CONCRETAMENTE?


4) “Quais foram os "fundadores dos Estados Unidos" que quiseram "acabar com a dependência da Banca" que foram assassinados?”.


Eu não disse que foram assassinados apenas por isso. Mas posso dar o exemplo de George Wythe, amigo de Jefferson (coincidência…). O seu envenenamento foi algo muito mal explicado.
Ou você pensa que por serem quase todos maçons que todos pensavam o mesmo?
John Adams, igualmente um grande amigo de Jefferson (coincidência) não foi assassinado, mas era igualmente um crítico da dependência dos Estados aos banqueiros! Tudo isto é referido especialmente nestas duas biografias de Thomas Jefferson: The Portable Thomas Jefferson, de Merrill D. Peterson e The life and selected writings of Thomas Jefferson, de Adrienne Koch e William Peden.
Josiah Bartlett, cuja que se distinguiu pela sua carreira de médico, só faltou ser canonizado pelo seu trabalho junto dos mais desfavorecidos; era igualmente um “fervoroso crítico da alienação do Estado ao dever de ajudar o povo e os mais desfavorecidos”.
Arthur Middleton, cujas biografias são estranhamente omissas sobre a verdadeira causa da sua morte, era considerado um “radical” já na sua época e fez inúmeras afirmações contra “certos poderosos que só viam moedas a brilharem em frente dos olhos” - só por curiosidade, um seu descendente, Baldur von Schirach, foi comandante da Juventude Hitleriana!
Existem mais nomes cujas mortes foram, no mínimo, “estranhas, mas que como não existem provas, sou obrigado a ficar por aqui.



“Já está a cometer um anacronismo ridículo, porque a ladaínha contra "a banca" só apareceu no final do século XIX”.

Falso. A crítica à banca, como a entendemos hoje, pode realmente só ter começado no final do século XIX, mas, diga-me, o que foram também os Templários?... Apenas uma ordem religiosa? Ou um dos exemplos históricos reveladores dos primórdios da manipulação monetária contra o verdadeiro interesse das pessoas?
“Anacronismo ridículo”? Não. Você teve foi azar porque pensava ser uma espécie de “génio da lâmpada do conhecimento económico”, mas apenas consegue fazer o copy/paste de teorias económicas, algumas falidas! O problema não está no erro, está na persistência do erro!



“você limita-se a repetir uma velha ladaínha e pensa que é uma análise muito moderna.”


Falso. Se alguém aqui repete “ladainhas” ou “cassetes” não sou eu. Como costumo dizer, não falo de agricultura porque não percebo. E você, um pouco mais à frente, vai entrar num campo onde é particularmente ignorante.



“Deve estar a confundir tudo com a crítica do Jefferson a um défice que comprometa as gerações seguintes - ora, isso não tem absolutamente nada a ver com "a banca" como a concebemos hoje.”


Penso que esta parte já foi explicada atrás. Mas mesmo assim volto a dizer que É EVIDENTE que tem a ver! Mesmo que você diga o contrário. O peso da Maçonaria já era muito forte naquela altura, tal como ainda é hoje, e as coisas não podem ser ditas tão abertamente como se pensa. Ou a Maçonaria também não existe?...


“Conhece a história de vida do JFK e as ligações perigosas da família dele à Máfia? Ou está só a pegar na versão que lhe dá jeito e a ignorar todas as outras?”

JFK foi uma marioneta dos Illuminatis que conseguiu cortar alguns fios da sua ligação e dependência aos que o colocaram no poder. Quando pretendeu ser autónomo e corresponder aos verdadeiros interesses das pessoas, pagou bem caro essa ousadia. Disse bem, ligações da família dele, mas pode apresentar provas DA SUA LIGAÇÃO EM PARTICULAR COM A MÁFIA? E o que tem a dizer sobre este discurso? E sobre a sua visão sobre a Banca, sobre a guerra do Vietname, sobre a Guerra Fria, etc.? Sobre isso já não fala?


“Sobre "Revisionismo": é o maior atentado à investigação histórica do século XX.”


A sério? Meu caro, tendo em conta que já passei alguns anos da minha vida a estudar esta parte, estou disponível para o elucidar naquilo que puder.
Os livros que recomenda são naturalmente uma ajuda. MAS TEM QUE LER MUITOS MAIS! E cruzar informações, dados e todo o tipo de estudos. Ora, é aqui que começam os problemas.
O facto histórico denominado “Holocausto” É O ÚNICO que não permite uma discussão e um debate livre! Não existe mais nenhum facto histórico que esteja sujeito a uma legislação que pune com penas de multa e de prisão quem possa ter alguma interpretação diferente da “oficial”.
E depois ainda temos aquela “coisa” chamada ADL (Anti-Difamation League), exclusiva dos judeus/sionistas e que mais nenhuma outra religião possui, que controla tudo o que é dito em todo o mundo sobre os judeus. Claro que qualquer crítica é sempre “anti-semitismo”…
Primeiro precisa de saber o que é e o que é que não é o Revisionismo Histórico (que não se limita ao “Revisionismo do Holocausto”).
Esta página pode ajudar.

Depois pode passar para as Vitórias do Revisionismo do Holocausto (disponíveis também no Revisionismo em Linha, por exemplo).


A partir daqui, estou disponível para discutir consigo O QUE QUISER sobre este assunto: números de mortos, câmaras de gás, propaganda de guerra, o que quiser!

Sobre “críticas demolidoras”, aconselho que se lembre do que aconteceu nas florestas de Katyn ou o que foi escrito sobre o campo de Dachau ou sobre o número de mortos em Auschwitz (placas substituídas, mas que fazem manter eternamente o célebre número de “6 milhões”! E há depois ainda TANTOS exemplos de “testemunhos” que foram desmascarados que houve necessidade de criar mais uma lei que condena quem “menospreze o sofrimento dos sobreviventes” e “desvalorize os crimes de guerra”… Temos o “sabão de gordura humana”, os “abajures de pele humana”, enfim… “Testemunhos” em que já nenhum historiador sério pega porque se verificaram ser “propaganda de guerra”.


Para finalizar, lembre-se que a verdade não teme a investigação! E que procurar apurar a verdade não tem nada a ver com o branqueamento do que quer que seja ou apologia de nada! Norman Finkelstein diz-lhe alguma coisa?

Há pouco preocupou-se com a “formação”. Grande parte dos sociólogos e historiadores têm formação e influências marxistas e ninguém se sente melindrado com isso, mas quando aparece um David Irving as coisas são diferentes e ele perde a sua credibilidade porque… tem simpatias nacional-socialistas! Não interessa se até teve acesso a documentos importantíssimos, não interessa se obteve informações de fontes envolvidas directamente no conflito! Questiona “os dogmas do Holocausto”, tribunal com ele!

Ficarei aqui calmamente à espera da sua resposta.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Skull and Bones - A Sociedade Secreta 'Caveira e Ossos' (I)




A Skull and Bones (Caveira e Ossos, em Português) é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.



Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado numa sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale de sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Baviera, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.

A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.

Em 1846, Russell tornou-se membro da assembleia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional. Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876 e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. O seu filho,William Howard Taft, tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.

Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniores, ou seja, antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key ("Chave e Pergaminho") e Wolf's Head ("Cabeça de lobo"). Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, o seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.


Influência na política





Caveira e Ossos, em 1947, com GEORGE H. W. BUSH à esquerda do relógio


Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filme The Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociedade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O Bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.

Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.

George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.


Integrantes famosos

William Howard Taft - Secretário da guerra (1904-1908) e 27º presidente dos EUA, filho de Alphonso Taft, fundador do grupo.

William Averell Harriman - Embaixador dos EUA na URSS (1943-1946), secretário de comércio (1946-1948) e governador de NY (1955-1958)

Henry Robinson Luce - Fundador de Time-Life, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos EUA.

George Herbert Walker Bush - Fazendeiro e empresário do petróleo no Texas. Foi o 11º diretor da CIA e 41º Presidente dos EUA.

George Walker Bush - Governador do Texas (1995-2000) e 43º presidente dos EUA.





terça-feira, 31 de maio de 2011

Uma Conversa Frontal Sobre o Sionismo: O que Significa o Nacionalismo Judaico



Uma Conversa Frontal Sobre o Sionismo: O que Significa o Nacionalismo Judaico





[Podem ler o artigo original aqui]

É importante perceber o Sionismo não apenas porque é uma ideologia influente e um movimento politico e social poderoso, mas também porque existe muita ignorância, confusão e desinformação sobre esse assunto.
Se fizerem uma busca sobre a palavra “Sionismo” num dicionário comum Americano, aquilo que encontrarão está, provavelmente, incorrecto ou nem sequer corresponde à verdade. Por exemplo, o popular e supostamente credível dicionário Americano que possuo no meu escritório define o Sionismo como “um movimento inicialmente para restabelecer, agora para apoiar, o estado nacional Judaico de Israel.” / 1 Esta definição, que é comum em trabalhos de referência americanos, é mais do que apenas incorrecto. É enganador.

O fundador do Sionismo moderno foi um escritor judaico chamado Theodor Herzl. Em 1890, vivia em Paris, onde era jornalista num grande jornal de Viena. Ele estava extremamente preocupado com a proliferação do anti-semitismo e com o sentimento anti-judaico em França, naquela altura. Ele pensou muito sobre o padrão da tensão, desconfiança e conflito entre Judeus e não-Judeus que tinha persistido durante séculos e descobriu o que ele acreditava ser uma solução para este problema antigo.
Herzl apresentou os seus pontos de vista num livro, escrito em Alemão, com o título The Jewish State (Der Judenstaat). Publicado em 1896, este trabalho é o manifesto ou o documento básico do movimento Sionista. Um ano depois, Herzl organizou a primeira conferência internacional Sionista. Cinquenta depois, quando o “Estado de Israel” foi proclamado solenemente num encontro em Tel Aviv, na conferência, por cima do pódio dos oradores, estava, adequadamente, um grande retrato de Herzl.
No seu livro, Herzl explicou que independentemente de onde possam viver, ou da sua cidadania, os Judeus não constituem apenas uma comunidade religiosa, mas uma nacionalidade, um povo. Ele usou a palavra Alemã Volk. Apesar de um grande número de Judeus viver entre não-Judeus, acrescentou, o conflito não é apenas provável, é inevitável. Ele escreveu: "A questão Judaica existe independentemente do número de Judeus. Onde não existe, é trazida pelos novos Judeus que chegam... Eu acredito, eu percebo o anti-Semitismo, que é um fenómeno muito complexo. Considero que o seu desenvolvimento como Judeu sem ódio ou medo." / 2

Nos seus escritos públicos e privados, Herzl explicou que o anti-Semitismo não é uma aberração, mas, pelo contrário, uma resposta natural dos não-Judeus para alienar o comportamento e as atitudes do Judeus. O sentimento anti-judaico, disse ele, não está relacionado com a ignorância ou o fanatismo, como muita gente refere. Em vez disso, concluiu, o antigo e aparentemente intratável conflito entre Judeus e não-Judeus é completamente compreensível, porque os Judeus são um povo distinto e separado, com interesses diferentes, e que frequentemente discordam com os interesses das pessoas entre as quais eles vivem.
A origem do sentimento anti-Judaico moderno, acreditou Herzl, foi a denominada “emancipação” dos Judeus nos séculos XVIII e XIX: a confinada vida no gueto para a sociedade moderna urbana levou-os directamente para a competição económica com os não-Judeus das classes médias. O anti-semitismo, escreveu Herzl, é "uma reacção compreensível aos defeitos dos Judeus". No seu diário, escreveu: "Acho que os anti-semitas estão no seu pleno direito". /3

Herzl defendeu que os Judeus deviam parar de fingir - a si próprios e aos não-Judeus - que eles são como todos os outros, e, em vez disso, deviam reconhecer de forma franca que eles são pessoas distintas e separadas, com metas distintas e diferentes interesses. A única solução praticável a longo prazo, disse ele, é os judeus reconhecerem a realidade e viverem, finalmente, como pessoas "normais" num estado próprio separado. Num memorando ao Czar da Rússia, Herzl escreveu que Sionismo é a "solução final da questão Judaica". / 4

Ao longo dos anos, muitos outros líderes Judaicos confirmaram a perspectiva de Herzl. Louis Brandeis, juíz do Supremo Tribunal dos EUA e um conceituado Sionista americano, afirmou: "Deixem-nos reconhecer que nós, os Judeus, pertencemos a uma nacionalidades distinta em que cada Judeu, independentemente do seu País, da sua estação ou sombra de crença, é necessariamente um membro". / 5
Stephen S. Sábio, presidente do Congresso Americano Judaico e do Congresso Mundial Judaico, referiu em Nova Iorque em Junho de 1938: "Eu não sou um cidadão americano com fé Judia. Eu sou um Judeu... Hitler estava certo numa coisa. Ele chamou “raça” às pessoas Judias, e nós somos uma raça". / 6
O primeiro presidente de Israel, Chaim Weizmann, escreveu nas suas memórias: "Sempre que a quantidade de Judeus em qualquer país alcançar o ponto de saturação, esse país reage contra eles … [Essa] reacção … não pode ser considerada como anti-semitismo no sentido comum dessa palavra; é um concomitante social e económico da imigração Judaica, e nós não podemos sacudi-la". / 7
Em harmonia com a cosmovisão Sionista, o primeiro-ministro Israelita Ariel Sharon referiu, numa reunião de Judeus Americanos, em Jerusalém, em Julho de 2004, que todos os Judeus em redor do mundo deveriam mudar-se para Israel o quanto antes. E porque o anti-semitismo era particularmente comum em França, ele acrescentou que os Judeus desse país deveriam ir para Israel imediatamente. Responsáveis Franceses responderam, rápida e previsivelmente, rejeitando as observações de Sharon, considerando-as "inaceitáveis". / 8
Mas imaginem se os líderes da França, dos Estados Unidos e de outros países tivessem de responder a essas observações de Sharon, e de outros Sionistas que afirmaram o mesmo, por se manifestarem favoravelmente. Imaginem se um presidente americano tivesse de responder, afirmando: "Você está certo, Sr. Sharon. Nós concordamos com você. Nós concordamos que o Judeus não pertencem aos Estados Unidos. Aliás, nós estamos prontos para demonstrar o nosso apoio ao que você diz fazendo tudo o que podermos para promover e incentivar todos os Judeus a deixarem o nosso país e partirem para Israel".
Isso seria a atitude lógica e honesta de líderes políticos não-judeus que dizem que apoiam Israel e o Sionismo. Mas os líderes políticos dos Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, e de outros países, não são nem honestos nem coerentes.

Durante os anos 30, um governo europeu que foi honesto e coerente na sua atitude sobre este assunto foi o governo do Terceiro Reich Alemão. Judeus Sionistas e Alemães Nacional Socialistas partilharam visões semelhantes sobre como melhor lidar com aquilo que denominou de chamou "a questão Judaica". Eles concordaram que Judeus e Alemães eram de nacionalidades distintamente diferentes e que os Judeus não pertenciam à Europa, mas sim à denominada "terra natal Judia", na Palestina.
Na base das suas perspectivas compartilhadas, Alemães e Judeus trabalharam juntos naquilo em que cada comunidade acreditada ser o melhor para o seu interesse nacional. O governo de Hitler apoiou de forma vigorosa o Sionismo e a emigração Judia para a Palestina de 1933 até 1940-41, quando a Segunda Guerra mundial impediu uma colaboração adicional mais extensa. / 9
(Durante as anos da guerra, as atitudes endureceram e a política mudou drasticamente. A política Alemã de colaboração com os Sionistas e de apoio para emigração Judia para a Palestina deu seguimento a uma dura política de "solução final").

Durante os anos 30, o principal jornal das SS, Das Schwarze Korps, repetia constantemente o seu apoio ao Sionismo. Num artigo publicou em 1935, por exemplo, podia ler-se: / 10
"O reconhecimento do Judaísmo como uma comunidade racial baseada no sangue e não na religião levou o governo Alemão a garantir, sem qualquer reserva, a separação racial dessa comunidade. O governo está completamente de acordo com o grande movimento espiritual dentro do Judaísmo, denominado de Sionismo, com o seu reconhecimento da solidariedade do Judaísmo em redor do mundo, e sua rejeição a todas as noções de assimilação. Nesta base, a Alemanha empreenderá medidas que, certamente, terão um papel significativo no futuro da resolução do problema Judaico em todo o mundo".

Em finais de 1933, uma linha principal de embarque alemã começou a realizar o serviço directo de passageiros de Hamburgo para Haifa, Palestina, fornecendo "comida estritamente kosher" a bordo.
Em Setembro de 1935 de Setembro, o governo alemão promulgou as "Leis de Nuremberga" que proibiam casamentos e relações sexuais entre Judeus e Alemães e, como consequência, proclamou os Judeus um grupo estrangeiro minoritário. / 11 Alguns dias após a Leis de Nuremberga serem promulgadas, o principal jornal Sionista Alemão, o Jüdische Rundschau, deu as boas vindas a estas medidas no seu editorial. Explicou aos leitores: / 12
"A Alemanha... Vai de encontro às exigências do Congresso Mundial Sionista quando declara que os Judeus que vivem agora na Alemanha são uma minoria nacional. Uma vez que os Judeus foram rotulados como minoria nacional é agora novamente possível estabelecer relações normais entre a nação Alemã e o Judaísmo. As novas leis dão à minoria Judaica na Alemanha uma vida cultural própria, a sua própria vida nacional. No futuro, será possível criar as nossas próprias escolas, nosso próprio teatro e as nossas próprias associações de desporto. Resumidamente, pode ser criado o nosso próprio futuro em todos os aspectos de vida nacional..."

Durante os anos 30, grupos de Sionista, trabalhando em conjunto com as autoridades do Terceiro Reich, organizaram uma rede de aproximadamente quarenta campos e centros agrícolas por toda a Alemanha onde os potenciais colonizadores foram treinados para as suas novas vidas na Palestina.
A peça chave da cooperação de Germano-Sionista durante a era de Hitler foi o Acordo de Transferência, um pacto que permitiu que dezenas de milhares de Judeus Alemães migrassem para a Palestina com a sua riqueza. O Acordo, também conhecido como o Ha’avara - "transferência" em Hebraico - foi concluído em Agosto de 1933 em seguimento de conversas entre funcionários Alemães e um funcionário da Agência Judaica, o centro Palestino da Organização Mundial Sionista. / 13
Entre 1933 e 1941, cerca de 60.000 Judeus Alemães emigraram para a Palestina pelo Ha'avara e por outros acordos Germano-Sionistas, ou seja, aproximadamente dez por cento da população Judia na Alemanha em 1933. Alguns emigrantes do Ha'avara transferiram um considerável riqueza pessoal da Alemanha para a Palestina. Tal como referiu o historiador Judeu Edwin Black: "Muitas destas pessoas, especialmente nos finais dos anos 30, foram autorizadas a transferir autênticas réplicas das suas casas e fábricas - autênticas réplicas da sua existência". / 14
O Acordo de Transferência foi o maior exemplo de cooperação entre a Alemanha de Hitler e o Sionismo internacional. Através deste pacto, o Terceiro Reich de Hitler fez mais de que qualquer outro governo durante os anos 30 para apoiar o movimento Sionista e desenvolvimento Judaco na Palestina.

A essência do Sionismo, ou nacionalismo Judaico, é que os Judeus de toda parte - sem ter em conta onde e que eles vivem, sem ter em conta a sua perspectiva religiosa e sem ter em conta a sua cidadania - são membros do “povo” ou "nação" Judaica, a quem todos os Judeus devem uma prioritária lealdade.
A esmagadora maioria dos Judeus nos Estados Unidos identifica-se hoje com Israel a apoia este país, e são filiados em grupos e organizações Sionistas. Cada grupo ou associação significante Judaico nos Estados Unidos, e cada proeminente político ou líder comunitário Americano Judeu apoia Israel e o Sionismo, a maioria dos casos de forma fervorosa. Com muito poucas excepções, mesmo os Judeus Americanos que são críticos a algumas políticas de Israel mais embaraçosas, apoiam aquele país e a ideologia nacionalista sobre o qual estado Sionista é assente.
Um Judeu Sionista, por definição, deve a sua lealdade primária à comunidade Judia e a Israel. O Sionismo não é compatível com o patriotismo a nenhum país nem entidade sem ser a Israel e à comunidade Judia mundial. Essa é a razão pela qual é difícil de aceitar como sincero ou honesto as garantias dos líderes Judaicos nos Estados Unidos de que os Judeus Americanos são igualmente leais aos EUA como todos os outros.
Nos Estados Unidos, quase todo o proeminente líder político - Judeu e não-Judeu, Democrata e Republicano - apoia ardentemente Israel e a ideologia Judaica nacionalista sob a qual se baseia. Em Washington, os líderes políticos de ambos os partidos importantes insistem no apoio dos EUA a Israel como um estado etnicamente Judeu. Eles apoiam fervorosamente e procuram afincadamente ser favorecidos pelos grupos influentes de Judeus-Sionista, tal como o American Israel Public Affairs Committee [Comité Público Americano de Negócios de Israel] (AIPAC) e a Anti-Defamation League [Liga de Anti-Difamação] (ADL).

Todos - independentemente de serem Judeus ou não-Judeus - que alegam apoiar Israel deveriam, se fossem honestos e coerentes, associar-se aos pontos de vista do primeiro ministro Israelita Sharon, assim como de outros líderes Sionistas, e apoiar a migração de Judeus de toda parte para Israel. Mas, claro, não é o que acontece.
No que diz respeito ao Sionismo e a Israel, a atitude e as políticas de quase todos líderes políticos americanos, Judeus e não-Judeus, são caracterizadas pela hipocrisia e pelo engano. Dizendo de outra forma, os Judeus Sionistas e os seus apoiantes não-Judeus adoptam descaradamente um padrão duplo. As organizações de Judeus-Sionistas, juntamente com os seus aliados não-Judeus, apoiam uma ideologia social e política para Israel e para a comunidade Judia mundial, e uma completamente diferente para os Estados Unidos e para os outros países não-Judaicos. Eles insistem que o nacionalismo étnico é mau e demoníaco para os não-Judeus, enquanto ao mesmo tempo apoiam o nacionalismo étnico - que é o Sionismo - para judeus.
Eles insistem que Israel é, e tem que ser, um estado nacionalista Judaico, com um estatuto privilegiado para a sua população Judaica, inclusivamente com leis imigratórias que discriminem os não-Judeus. Ao mesmo tempo, os líderes e os grupos de Judeus-Sionista, assim como os não-Judeus que os apoiam, insistem que nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha e noutros países, não deve haver um estatuto privilegiado para ninguém baseado na raça, etnia ou religião.
Os nossos líderes políticos dizem-nos que os Judeus Americanos devem ser incentivados pensar em si próprios como um grupo nacional distinto, com uma identidade e interesses de comunidade separados dos outros Americanos. Ao mesmo tempo, os políticos Americanos insistem para que sejam dados aos Judeus Sionistas todos os plenos e iguais direitos como cidadãos dos EUA. Com base neste duplo padrão, é dado aos Judeus um estatuto privilegiado na vida política e cultural Americana.

Os americanos são levados a acreditar que Sionismo é uma perspectiva benigna de apoio altruísta e justo a uma chamada terra natal Judia. Na realidade, o Sionismo é uma ideologia e um movimento com base étnica nacionalista Judaica que reforça a identidade e a sua própria imagem dos Judeus como uma comunidade distinta e separada com interesses diferentes dos não-Judeus; e isso fortalece a comunidade mundial Judaica, já por si poderosa.


Notas:

1.New World Dictionary of the American Language, Second College Edition (1978?), p. 1654.
2.Th. Herzl, Der Judenstaat. (http://de.wikisource.org/wiki/Der_Judenstaat/Einleitung / http://www.zionismus.info/judenstaat/02.htm )
Também aqui: M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, p. 29. ( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html )
3.Kevin MacDonald, Separation and Its Discontents (Praeger,1998), pp. 45, 48.
4.Memorando de 22 de Nov., 1899. R. Patai, ed., The Complete Diaries of Theodor Herzl (New York: 1960), Vol. 3, p. 888.
5.Louis D. Brandeis, “The Jewish Problem and How to Solve It.” Speech of April 25, 1915. ( http://www.pbs.org/wnet/supremecourt/personality/sources_document11.html / http://www.law.louisville.edu/library/collections/brandeis/node/234 )
6.“Dr. Wise Urges Jews to Declare Selves as Such,” New York Herald Tribune, 13 de Junho de 1938, p. 12.
7.Chaim Weizmann, Trial and Error (1949), p. 90. Retirado daqui: Albert S. Lindemann, The Jew Accused (1991), p. 277.
8.“French Jews Must `Move to Israel’,” BBC News, 18 de Julho de 2004 (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3904943.stm )
Ver também: “Sharon Urges Jews to Go to Israel,” BBC News, 17 de Nov. de 2003. (http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/3275979.stm )
9.M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993 (Vol. 13, No. 4), pp. 29-37.
( http://www.ihr.org/jhr/v13/v13n4p29_Weber.html )
10.Das Schwarze Korps, 26 de Set. de 1935. Retirado de: Francis R. Nicosia, The Third Reich and the Palestine Question (Univ. of Texas, 1985), p. 56-57.
11. Actualmente, as Leis de Nuremberga são frequentemente retratadas como impondo uma discriminação ultrajante e desumana contra os Judeus. Mas para ter isto em consideração, há que mencionar dois pontos. Primeiro: as Leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus são coerentes com a lei actual em Israel, onde tais casamentos não são permitidos, assim como a proibição de tais casamentos tal como é exposto nas escrituras hebraicas. (Ver, por exemplo: Números 25: 6-8; Deuteronomy 7:3; Ezra 9: 12; 10: 10-11; Nehemiah 10: 30; 13: 25.)
Segundo, em 1935, menos de um por cento da população Alemã era Judia, o que quer dizer que as leis de Nuremberga que proibiam o casamento entre Judeus e não-Judeus era irrelevante para a vasta maioria da população do país. Pelo contrário, nos Estados Unidos, durante os 30, a maioria dos estados de americanos tiveram leis que proibiam o casamento entre pessoas de raças diferentes. Porque a percentagem da população americana que era racialmente minoritária era muito maior do que na Alemanha, as leis raciais nos EUA tiveram um impacto muito maior na população americana.
12.Jüdische Rundschau, 17 de Set. de 1935. Retirado de: Y. Arad, and others, Documents on the Holocaust (Jerusalem: 1981), pp. 82-83.
13.W. Feilchenfeld, “Ha’avara,” New Encyclopedia of Zionism and Israel (Herzl Press, 1994), pp. 535-536; M. Weber, “Zionism and the Third Reich,” The Journal of Historical Review, Julho-Agosto de 1993, pp. 33-34.
14.Edwin Black, The Transfer Agreement (1984), p. 379.

Música Contra a Nova Ordem Mundial

Pessoalmente, não gosto deste tipo de música, mas o que conta e o que me interessa neste caso É O CONTEÚDO. E a letra e as imagens desta música dizem tudo!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As Regras da Desinformação



Construído em cima das "Treze Técnicas para Suprimir a Verdade" de David Martin, a lista que se segue pode ser útil para o iniciado no mundo de verdades veladas e meias verdades, mentiras e supressão da verdade, que acontecem quando crimes graves são discutidos em fóruns públicos. Isto, infelizmente, inclui todos os meios de comunicação de hoje em dia, que são as maiores fontes de desinformação.

Sempre que o crime envolver uma conspiração, ou uma conspiração para encobrir um crime, haverá invariavelmente uma campanha de desinformação lançada contra aqueles que procuram descobrir e expor a verdade e/ou conspiração. Existem táticas específicas que artistas da desinformação tendem a aplicar, as quais apresentarei em seguida.

Os artistas da desinformação e aqueles que os controlam (aqueles que irão sofrer se o crime for resolvido) devem procurar evitar um exame completo e racional de qualquer cadeia de provas que fosse incriminá-los. Uma vez que fatos e verdades raramente caem por conta própria, eles devem ser superados com mentiras e enganos. Aqueles que são profissionais na arte da mentira e do engano, como a comunidade de inteligência, as autoridades governamentais e obviamente a mídia corporativa, tendem a aplicar neste processo ferramentas razoavelmente bem definidas e observadas. No entanto, o público em geral não é bem armado contra essas armas, e é muitas vezes facilmente enganado por essas táticas.

Surpreendentemente, nem os meios de comunicação nem as autoridades legais foram treinados para lidar com estas questões. Na maior parte do tempo, apenas os desinformantes compreendem as regras do jogo.

1. Não ouça o mal, não veja o mal, não fale do mal. Independentemente do que você sabe, não discuta, especialmente se você é uma figura pública, âncora de TV, etc. Se você não for informado é porque não aconteceu, e você nunca terá que lidar com os problemas.

2. Torne-se incrédulo e indignado. Evite discutir os principais problemas e ao invés foque em questões laterais que podem ser utilizadas para mostrar o tema como sendo crítico de algum grupo ou tema intocável. Este método é também é conhecido como o "Como você se atreve!". Um bom exemplo é quando alguém questiona a versão oficial do 11 de setembro e a mídia diz isto é uma afronta às famílias das vítimas.

3. Crie boateiros. Evite discutir os problemas, descrevendo todas as acusações, independentemente das provas, como meros rumores e acusações selvagens. Outros termos depreciativos mutuamente exclusivos da verdade podem funcionar muito bem. Este método funciona especialmente bem com a silenciosa imprensa, porque a única maneira que o público poderá conhecer os fatos são através destes "boatos incertos". Se você puder associar o material com a Internet, use isto para certificar a acusação como uma "fofoca" que não pode ter base na realidade. Isto foi muito usado pela rede globo durante a falsa pandemia da gripe suína.

4. Use um "espantalho". Ache ou crie um elemento do argumento de seu oponente que você possa facilmente derrubar para você se sair bem e o seu adversário ficar em uma posição desfavorável. Ou então crie um problema que você possa implicar com segurança que exista com base na sua interpretação do adversário, nos argumentos do adversário ou da situação, ou então selecione o aspecto mais fraco das acusações mais fracas. Amplifique o seu significado e as destrua de uma forma que pareça desmentir todas as acusações, reais e as fabricada, enquanto na verdade evita a discussão das questões reais.

5. Desvie os adversários através de xingamentos e ridicularização. Isso também é conhecido como o estratagema do "ataque ao mensageiro" , embora outros métodos qualifiquem como variantes dessa abordagem. Associe adversários com títulos impopulares, como "malucos", "de direita", "liberal", "esquerda", "terroristas", "teóricos da conspiração", "radicais", "milícias", "racistas", "religiosos fanáticos ", "drogados", "desviados sexuais", e assim por diante. Isso faz com que outros removam o seu apoio com medo de receber o mesmo rótulo, e assim você evita lidar com os problemas. Esta tática foi muito utilizada quando Charlie Sheen veio a público questionando a versão oficial do 11 de setembro.

[Podem continuar a ler aqui]

quarta-feira, 18 de maio de 2011

John Demjanjuk: Mais Uma Vítima da Moderna Inquisição!



"John Demjanjuk Culpado das Mortes nos Campos de Concentração Nazis", pode-se ler nas manchetes da BBC. E começa assim: "Um tribunal Alemão considerou John Demjanjuk culpado por ter ajudado à morte de mais de 28,000 Judeus no campo da morte Nazi na Polónia". No parágrafo 17 encontramos este facto curioso: "Não foi produzida qualquer prova que demonstre que ele tenha cometido um crime específico". Isso está correcto. Não foi encontrada qualquer prova, não apareceu qualquer testemunha que tivesse visto Demjanjuk ameaçar alguém. E a prova principal que colocou Demjanjuk em Sobibor veio... do KGB. [Podem continuar a ler a notícia aqui]


Podem ver aqui uma entrevista do filho de Demjanjuk, que considera esta decisão judicial "absolutamente vergonhosa".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

domingo, 15 de maio de 2011

A Comemoração de um Genocídio (II)

Não há qualquer dúvida de que Israel criou um desumano, ilegal e totalmente vergonhoso Estado de Apartheid, e que a comunidade internacional nunca se poderá desculpar de nunca ter tomado qualquer atitude contra esta descarado e contínuo crime contra a humanidade!

Gaza: The Killing Zone - A Comemoração de um Genocídio (I)

Parece que hoje se comemora por aí uma ocupação de 63 anos, cuja cumplicidade de alguns me enoja e me repugna! Este vídeo é dedicado a todos os que gostam de chamar facilmente "terroristas" a uns e "gente que se limita a defender-se" a outros... Acho que não é preciso dizer mais nada!

sábado, 7 de maio de 2011

O Holocausto de Vicent Reynouard



Esta brochura custou ao seu autor anos de prisão e muitas centenas de euros de multas.


Reynouard nasceu em França, em 1969, e é um qualificado engenheiro químico e graduado no ISMRA (Institute of Sciences of Atomic Matter and Radiation”) em Caen. Ela foi escrita em 2005, em França, e distribuída por um número considerável de locais públicos daquele país. As suas 16 páginas possuem dramáticas (e fáceis de ler) explicações dos argumentos revisionistas, que confrontam as histórias construídas em redor dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial.

Podem ler a brochura aqui.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Bin Laden Morreu Há 10 Anos Atrás, Afirma Top Infiltrado dos EUA


O ex-vice-secretário assistente de Estado em três administrações diferentes Steve R. Pieczenik diz que está preparado para dizer a um júri federal o nome de um general de topo, que lhe disse directamente 11/09 foi um falso ataque.



Podem ler a notícia original aqui.

De seguida, os dois primeiros vídeos da entrevista. Os restantes podem ser vistos no artigo original ou no Youtube.



terça-feira, 3 de maio de 2011

Assange Diz Que Facebook é Máquina de Espionagem




O criador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmou que o Facebook é uma das "máquinas de espionagem mais terríveis que já foi inventada" em uma entrevista à rede de TV Russian Today. Na entrevista, Assange falou também sobre o papel das mídias sociais nos recentes distúrbios no mundo árabe. As informações são do site The Next Web.

Para o criador do WikiLeaks, o Facebook é o banco de dados mais abrangente do mundo sobre as pessoas, seus relacionamentos, seus nomes, endereços, localização, relações pessoais e familiares, "todos acessíveis à Inteligência dos Estados Unidos". Assange afirma que isso não acontece somente com o Facebook, já que Google, Yahoo e outras grandes organizações americanas têm construído interfaces para o setor de Inteligência americana.
[leia a notícia na íntegra]

domingo, 1 de maio de 2011

Estado Criminoso: Um Olhar Atento Sobre o Papel de Israel no Terrorismo

(As legendagem em Português pode ser introduzida ao clicarem em "CC" em baixo, na apresentação do vídeo, e procurando a opção correcta)





sábado, 30 de abril de 2011

O Grande Julgamento do Holocausto (The Great Holocaust Trial) 1985 - Vídeo Completo

Movimento Zeitgeist: "Comunista/Socialista"?

Para aqueles que afirmam que o Movimento Zeitgeist é Comunista ou Socialista, vejam este vídeo.



Podemm ler mais sobre este assunto aqui.

O Falso Conto de Fadas do Mundo "Cor de Rosa Illuminati"

Este papo de casamento de príncipe com plebéia é história da carochinha. Todos sabemos que a elite global são todos co-sanguíneos, isto é, casam apenas entre sí para manter a linhagem "limpa", na visão deles e claro. Isto já foi constatado antes, como o fato do Bush sendo primo distante da realeza britânico.

A BBC havia reportado em 2002 que Bush e a rainha da Inglaterra são de fato primos distantes. Nas imagens abaixo, retiradas do site www.ancestry.com, mostra o parentesco entre a rainha da inglaterra, os presidentes Bush pai e Bush filho, e também Hillary Clinton, atual secretária de estado dos EUA.

Este outro jornal, reportou que o atual presidente Barack Obama e o ex-candidato a presidente John McCain eram ambos possivelmente parentes distantes da rainha da inglaterra.

Veja abaixo como estas famílias se relacionam, além de um artigo no IG sobre o parentesco dos "pombinhos", além de um ótimo vídeo do Alex Jones expondo a verdade sobre a realeza britânica:

Hillary Rodham Clinton, e Barbara Pierce Bush, são ambos netas de oitavo grau de Robert Lovering, nascido em 06 de setembro de 1620 em Boston, Massachusetts.

Robert Lovering é o quarto Bisneto de Margaret De Clare, que nasceu em 1281 Thomond, Connaught, Clare, Irlanda. Margaret de Clare é também o oitavo Grande avó da rainha Elizabeth II.

Margaret de Clare é o originador direto de uma linhagem que inclui Hillary Rodham Clinton, George W. Bush, e a rainha Elizabeth II.

[Podem continuara a ler aqui]


quarta-feira, 27 de abril de 2011

O Dinheiro Como Débito

Dedicado a todos aqueles que não percebem o porquê de não aprendermos na escola como funciona o sistema monetário, como o dinheiro é criado e como os bancos funcionam.
Naturalmente que era fácil escrever e atirar para o ar que "existe alguém, uma elite, um grupo, um sistema" que não estão interessados. Porém, temos que ser mais precisos e por isso vou sugerir que assistam ao documentário "Money as Debt" ou em português "Dinheiro Como Débito", que circula pela internet há já algum tempo, mas que, como quase sempre, se depara com o "adormecimento geral"...

(Este é só o primeiro vídeo, os restantes podem ser descarregados no Youtube)

Nós Alimentamos os Mundo!

[Retirado daqui]

Todos os dias em Viena a quantidade de pao nao vendido que é enviado de volta para ser jogado fora seria suficiente para alimentar a segunda maior cidade da áustria, Graz.

Por volta de 350.000 hectares de terras agrícolas, em sua maior parte na América Latina , sao dedicadas ao cultivo de soja para alimentar os animais na Áustria, enquanto 1/4 da populacao local passa fome. Todo europeu come 10 kilos todo ano de hostalicas irrigadas artificialmente em estufas, provenientes do sul da Espanha, ocasionando falta de agua.

Em "Nós alimentamos o mundo", o cineasta austríaco Erwin Wagenhofer traca as origens dos nossos alimentos. Sua jornada o leva a Franca, Espanha, Romenia, Suíca, Brasil e de volta para a Áustria.

Este filme é sobre alimentos e globalizacao, pescadores e agricultores, motoristas de caminhao de longas jornadas e executivos de grandes corporacoes, o fluxo de bens e de dinheiro, um filme sobre escasses em meio a abundancia. Com imagens inesquecíveis, este filme prove um insight na producao de nossos alimentos e responde a questao: "o que que a fome mundial tem a ver conosco". Entrevistados nao sao apenas pescadores, agricultores, agronomistas, biólogos e Jean Ziegler da ONU, mas também o diretor de producao da Pioneer, a maior companhia de sementes do mundo e também Peter Brabeck, presidente e CEO da Nestlé Internacional, a maior companhia de alimentos do mundo.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Awakening - Documentário Para Despertar os Mais Distraídos

Desperte para o mundo ao nosso redor, para os problemas que enfrentamos, o porquê deles existirem, e para como realmente resolvê-los de uma vez por todas.







JFK Foi Morto Por Causa do Seu Interesse em Alienígenas?



Uma carta revelada que foi escrita por John F. Kennedy para o diretor da CIA mostra que o então presidente dos Estado Unidos exigiu que lhes fossem mostrados documentos altamente confidenciais a respeito de OVNIs, 10 dias antes de seu assassinato.


O memorando secreto é uma das duas cartas liberadas pela CIA, quer foram escritas por JFK pedindo por esta informação no dia 12 de novembro de 1963. O interesse do presidente pouco tempo antes de seu assassinato provavelmente irá “dar corda” aos teoristas da conspiração.

Estes teoristas dizem que o documento da CIA ajuda a confirmar uma carta anteriormente descoberta, na qual o diretor da CIA, supostamente, escreveu que JFK "havia feito algumas perguntas sobre nossas atividades, as quais não podemos permitir".

Aparentemente, a carta foi recebida por um investigador de OVNIs em 1999, mas nunca foi confirmada. Os pesquisadores dizem que estes documentos colocam um peso na sugestão de que o presidente foi assassinado para impedí-lo de descobrir a verdade sobre os OVNIs.
No primeiro dos documentos secretos que foi liberado pela CIA, mostra a carta de John Kennedy exigindo a liberação dos arquivos sobre OVNIs. No segundo, enviado para o administrador da NASA, o presidente expressa seu desejo por cooperação com a antiga União Soviética sobre atividades mútuas no espaço.


Os documentos anteriormente confidenciais foram liberados sob a lei Freedom of Information Act (Legislação sobre Liberdade de Informação), ao professor de história William Lester, como parte de sua pesquisa para um novo livro sobre JFK.


O professor disse que o interesse de JFK nos OVNIs poderia ter sido aumentado devido as preocupações sobre as relação com a antiga União Soviética.

"Uma de suas preocupações era que muitos destes OVNIs estavam sendo avistados sobre a União Soviética e ele estava muito preocupado que os soviéticos poderiam interpretar mal estes OVNIs como uma agressão dos Estados Unidos," disse o professor Lester ao AOL News.
"Eu acho que esta é uma das razões porque ele queira colocar suas mãos nessas informações e tirá-la da jurisdição da NASA, para que ele pudesse dizer aos soviéticos, ‘Olhem, não somos nós que estamos fazendo isso; não estamos lhes provocando’ ".





[Leiam a notícia na íntegra]

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A Verdade Sobre os Illuminatis

Afinal, Khadafi Não Mandou Bombardear o Seu Povo?...

Satélites de observação Russos, que têm acompanhado o conflito desde o início, mostram que KHADAFI NÃO ATACOU O SEU PRÓPRIO POVO!

Será que, mais uma vez a Verdade veio ao de cima?...

Apesar de alguns não gostarem, A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!



Vejam a seguir como, a brincar, se diz o verdadeiro motivo para esta guerra (retirado daqui):

DS - 20110415 O ataque à Líbia from Diogo Sousa on Vimeo.

A Acusação Contra George W. Bush Por ASSASSÍNIO - Trailer

Famoso pelo Procurador Charles Manson, três vezes detentor do primeiro lugar de vendas do New York Times, Vincent Bugliosi é a estrela deste poderoso e bastante provocador documentário. Ele apresenta um firme e bem investigado caso legal que pretende colocar George W. Bush num tribunal Americano pela morte de cerca de 4000 soldados Americanos que lutaram na guerra do Iraque. Bugliosi apresenta toda a arquitectura legal e as provas incontestáveis de que o presidente Bush levou a sua nação para a guerra contra o Iraque sob falsos pretextos.


NASA Esconde "Prova" de Objecto Por Detrás do Sol?

Mais Caixões Para Campos da FEMA?

Eles já tinham sido vistos e confirmados aqui, agora aparecem mais, desta vez perto de Kansas City.

Fiquem a saber mais sobre estes campos da FEMA com o vídeo a seguir:

domingo, 17 de abril de 2011

Zeitgeist - Os Filmes







sexta-feira, 15 de abril de 2011

John Demjanjuk - Mais Uma Vítima dos Soviéticos!



Um relatório do FBI mantido secreto durante mais de 25 anos, afirma que a União Soviética "fabricou de forma deliberada" provas evidentes para a acusação de John Demjanjuk - uma revelação que pode ajudar a defesa e as declarações finais no julgamento deste homem acusado de crimes de guerra durante o período da Alemanha Nazi.



Este novo documento do FBI, obtido pela Associated Press, levanta dúvidas sobre a autenticidade do cartão de identificação Nazi que constitui a peça principal de prova contra Demjanjuk de que ele serviu como guarda no campo de morte de Sobibor na Polónia ocupada. Podem ler a notícia na íntegra aqui e ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

"Dealers in Death: The Story of the War Racket" - Documentário de 1935

"Dealers in Death: The Story of the War Racket" é um documentário anti-guerra de 1935 que realça o papel das companhias de armamento que tiveram lucros extraordinários com o fabrico e venda de armas, bombas, gás venenoso, assim como outras armas de destruição em massa, especialmente durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1818). Existe igualmente uma crítica severa às guerra futuras.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os Últimos Dias da Grande Mentira!

"The Last Days of the Big Lie" é um documentário que desmascara as nojentas mentiras glorificadas como vítimas e heróis no "documentário de ficção" com o título "The Last Days" produzido por Steven Spielberg e que obteve um óscar pela Academia Americana.


Elie Wiesel - O Grande Impostor!

Existem provas cada vez mais fortes que expõem a verdade sobre Elie Wiesel, um autêntico impostor e mentiroso que roubou a identidade a outra pessoa e que NUNCA esteve em qualquer campo de trabalhos forçados Alemão. Podem ler sobre este assunto aqui.





Miklos Grüner, um sobrevivente do Holocausto, defende que Elie Wiesel não tem qualquer tatuagem e que ele é um impostor. Por que é que Miklos Grüner, um "colega" sobrevivente, levanta esta séria acusação contra Elie Wiesel? Que provas e documentos possui Miklos Grüner para suportar esta acusação? Vejam tudo aqui.



Elie Wiesel disse, sob juramento, como testemunha no julgamento de Eric Hunt, em San Francisco, Califórnia, em Junho de 2008, que tinha tatuado no seu braço esquerdo o número A7713. Mas... ONDE ESTÁ ESSA TATUAGEM?!!! Elie Wiesel além de ter cometido, aparentemente, PERJÚRIO, não passa de um MENTIROSO!

A Atlântida Renascida

Documentário da BBC sobre a Atlântida (este é o primeiro de 5 vídeos).

domingo, 10 de abril de 2011

Libia, Síria e o Caminho Para a Terceira Guerra Mundial - Análise de Paul Craig Roberts no The Corbett Report

Sete Conspirações Verdadeiras



Brandon Turbeville acaba de lançar o seu segundo livro: 7 Real Conspiracies [7 Conspirações Verdadeiras]. Brandon ié conhecido pelas suas investigações detalhadas, principalmente na área do "Codex Alimentarius". Neste novo livro, ele revela factos adicionais sobre a agenda global que trabalha em conjunto com as restrições à liberdade da saúde denunciadas por ele. Os leitores dos sites de notícias alternativas já deverão estar familiarizados com muitas das conspirações que actualmente já têm inúmeras evidências para apoiar a sua validade e credibilidade.


No entanto, esses leitores frequentes encontrarão aqui novas informações pela forma como são apresentadas as 7 mais descaradas conspirações, isto para aqueles que estão abertos a essa mesma informação disponível.


Podem ler mais sobre este livro aqui e fazer a encomenda aqui.

sábado, 9 de abril de 2011

O Que Sabemos, Afinal, Sobre a Líbia?...



(...)


Sabia o leitor que com o Mau, Khadafi (cujas culpas estão fora de discussão), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Líbia, é o maior da África? E que a taxa de alfabetização é superior à da população dos Estados Unidos? Que os Líbios não morrem de fome, como em Marrocos, Tunísia e Bahrein, e que os salários foram multiplicados por 2 ou 3 enquanto os serviços sociais e médicos foram reforçados?


Sabia o leitor que o Mal (sempre Khadafi) fez uma proposta para instituir uma comissão independente das Nações Unidas para indagar acerca das alegadas violações dos direitos humanos no País? E que tal proposta, embora apoiada pelos embaixadores de Italia, Hungria, Roménia, Bulgária, Grécia, Holanda, Malta e Chipre, ficou sem respostas? Curioso, não é? E que por isso Alemanha, Rússia, China, Polónia, Turquia e alguns Países da América Latina (mas não o Brasil) votaram contra a intervenção?


Sabia o leitor que a resolução do Conselho de Segurança a ONU foi aprovado tendo como objectivo a criação duma No Fly Zone mas sem autorizar o bombardeamento de tropas ou cidades líbias? Não faz mal, pois vimos que afinal os misseis não provocam mortos: mas fica a notícia como simples curiosidade.

Sabia o leitor que só no dia 22 de Março forma lançados 151 mísseis modelo Tomahawk, cada um dos quais custa 1.160 mil Dólares?E que o preço para estabelecer a dita No Fly Zone estará entre 400 e 800 milhões de Dólares? E que o preço da manutenção da dita zona será de 100 milhões de Dólares por semana? E que todo este dinheiro não foi ganho numa lotaria?


Sabia o leitor que os heroicos revoltosos, com sede na Cirenaica, têm objectivos religiosos? E que a mesma região é um dos melhores reservatório árabes de militantes de Al-Qaeda, os quais já combateram (e ainda combatem) a invasão do Iraque por parte do Estados Unidos?Sabia o leitor que Khadafi (o Mal!) foi acusado de massacres de civis (tal como Milosevic no passado), mas, apesar dos refinados meios tecnológicos, não existe um só imagem de tais acontecimentos, nem um indício, nem uma fotografia satelitar, nada de nada?


(...)


Só como curiosidade, e para que o leitor não tente ver nisso uma possível razão da guerra, os planos do Mal (sempre ele, Khadafi) previam a nacionalização das companhias petrolíferas que operam no País, tal como Shell, BP, ExxonMobil, Hess Corp., Marathon Oil, Occidental Petroleum, ConocoPhillips, Repsol, Wintershall, OMV, Statoil, ENI e Petro-Canada. Um operação, esta, que teria fornecido uma entrada de 5.400 mil milhões de Dólares. Tudo isso seria muito triste se o resultado tivesse sido uma guerra convencional, com mortos e feridos até entre os civis.


Mas tal não acontece e por uma razão muito simples: nós somos o Bem. Sempre.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Mito da Carga de Cavalaria Polaca Contra Panzers



Retirado daqui.


Para irritar um polonês de uma certa idade, pode-se fazer algo simples: fale sobre a suposta carga da cavalaria polonesa contra as divisões panzer alemãs na Segunda Guerra Mundial.


Essa história alimenta um estereótipo dos homens poloneses como desesperadamente românticos, idiotas que galopariam seus cavalos contra tanques de aço. A provável origem da lenda é uma escaramuça na vila pomerana de Krojanty, no primeiro dia da invasão alemã, 1 de setembro de 1939. Cavaleiros poloneses, cujas unidades ainda não haviam sido motorizadas, realmente atacaram um batalhão de infantaria da Wehrmacht, mas foram forçados a recuar por pesado fogo de metralhadora. Quando os correspondentes de guerra alemães e italianos chegaram ao local, alguns tanques já estavam lá, e os fatos isolados foram juntados numa única história. A história foi usada pela propaganda alemã e depois pela soviética para retratar os oficiais poloneses (que foram assassinados em massa por Stalin no ano seguinte) como despreocupados com as vidas de suas tropas.


O que mais irrita os poloneses é que esta fábula em particular diminui a importância da contribuição da Polônia para o esforço de guerra Aliado, reduzindo-o a um único momento de insensatez.


Podem continuar a ler na fonte inicialmente referida ou ler o original aqui.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Off Your Knees, Germany!" - Ernst Zundel 1983-2003

O conteúdo deste documentário está protegido da Censura pela 1ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América e pelo Artigo 19 da Declaração do Direitos Humanos (Qualquer pessoa tem o direito à liberdade de opinião e de expressão; este direito inclui a liberdade de ter opiniões sem qualquer interferência e procurar, receber e conferir informação e ideias através de qualquer meio de comunicação sem ter em conta quaisquer fronteiras).



Nota: Este é apenas o primeiro dos 7 vídeos. Os restantes estão disponiveis também no Youtube. Podem colocar as legendas na opção "CC". Primeiro clicando em "Transcrever Áudio" e depois em "Traduzir Legendas" (procurar entre as opções o "Português").

sábado, 2 de abril de 2011

Tsunami no Japão... Provocado?!!





O terceiro vídeo encontra-se aqui.

Podem saber mais sobre o Projecto HAARP aqui e também ">aqui.

O Controlo Através do Medo ou "O Que Está Por Detrás do 'Falso Ataque'"

Texto (já antigo - Junho de 2002) de Steven M. Greer, Director do Project Revelation


Imagine o seguinte: você está no Verão de 2001 e alguém lhe apresenta um roteiro ou um livro propondo um diabólico plano terrorista na qual as torres de 110 andares do World Trade Center e uma parte do Pentágono são destruídas por aviões comerciais que foram desviados para vir bater contra estas estruturas.

Claro que você iria rir e, se você fosse um produtor de cinema ou um editor de livros, você repulsaria tal cenário, porque lhe pareceria bastante ridículo e inverossímil, mesmo no âmbito da ficção literária ou cinematográfica. Afinal, como um avião comercial, seguido pelo radar depois de dois outros aviões já terem batido no World Trade Center, poderia atravessar as nossas defesas aéreas, no espaço aéreo mais importante do mundo, à luz do dia e com bom tempo, e bater no Pentágono! E num país que gasta 1 bilhão de dólares por dia para a sua defesa! Absurdo, ilógico… ninguém engoliria isso!

Infelizmente, existem entre nós pessoas que viram esses cenários – e outros que estão para vir, que são bem piores e não achamos piada nenhuma nisso.

Um aspecto positivo a estas tragédias recentes poderiam ser – apenas talvez – de que as pessoas levaram a sério a perspectiva de que uma entidade transnacional para-governamental com negras intenções existe, mesmo que lhes pareça muito difícil de acreditar no início, e que este último tem mantido em segredo a existência de OVNIS e está planeando um 'hoax' (farsa) e uma tragédia que fará inveja aos acontecimentos do 11 de Setembro.

O testemunho de centenas de testemunhas pertencentes a órgãos governamentais, militares e corporativas estabeleceu o seguinte: que os OVNIS são reais, mas alguns são construídos no âmbito de projetos secretos chamados “negros” em nosso governo (E.U.A) e outros são de civilizações extraterrestres que nos visitam, e que um grupo tem mantido isto em segredo para que a “tecnologia OVNI” possa permanecer oculta – até a hora certa. Esta tecnologia pode substituir e eventualmente substituirá o petróleo, gás, carvão, plantas e outros sistemas de energia termonuclear centralizada e altamente destrutiva.

A indústria que lucra 5 bilhões de dólares – energia e transporte – é atualmente altamente centralizada, mensurada e lucrativa. É ela que guia todo o mundo industrializado. A mãe de todos os interesses especiais. Isto não é sobre dinheiro como eu e você pensamos, mas é uma questão de poder geopolítico – o poder centralizado em si mesmo que gere a ordem no mundo atual.

O mundo tem sido mantido em um estado de guerra constante, de pobreza sem fim para a maioria dos habitantes da Terra e de ruína ambiental global, apenas para sustentar esta ordem mundial demoníaca. Por muito elaborado que seja este jogo, há um maior ainda: o controle através do medo.

Conforme Werner Von Braun dizia ao Dr. Carol Rosin, seu porta-voz durante os últimos 4 anos de sua vida, uma máquina maníaca – o complexo militar, industrial, científico e inteligência (espionagem e segurança) – passaria da Guerra Fria às nações fraudulentas, em seguida ao terrorismo global (fase onde estamos hoje), então, o trunfo final: uma ameaça fabricada, como vinda do espaço. Possivelmente para justificar o gasto de bilhões de dólares para armar o espaço aéreo, farão crer à população que ela está ameaçada por extraterrestres, e usarão o medo para unir as nações em militarismo e guerra. Desde 1992 pelo menos uma dúzia de pessoas informadas desde o Interior, vieram me revelar este plano. Claro, eu inicialmente ri, pensando apenas que isso era demasiado absurdo e impossível.

O depoimento do Dr. Rosin foi entregue durante o Projeto Revelação; isto antes do 11/ 09. E outros ainda me disseram explicitamente que coisas que se parecem com OVNIS, mas que são construídos e controlados por projetos “negros” altamente secretos, foram usados para simular eventos em que extraterrestres revelaram sua presença e que isso incluía vários sequestros e mutilações de gado, a fim de plantar as primeiras sementes de medo cultural quanto à presença de vida no espaço. E em algum momento após o terrorismo global, a corrida de eventos utilizarão veículos reproduzidos com “tecnologia extraterrestre” (VRTE, ou seja, veículos que foram construídos por seres humanos, após seu estudo de naves espaciais reais, utilizando a técnica de engenharia reversa.

Veja o livro Disclosure do mesmo autor, para montar a farsa de um ataque ET na Terra. Como no filme Independence Day, foi feita uma tentativa de unir o mundo através do militarismo, usando os ETs como bode expiatório cósmico (lembra-se dos judeus durante o Terceiro Reich?).

Nada disto é novo para mim ou para outros informados: O Relatório de Iron Mountain, NY, escrito na década de 60, descreveu a necessidade de se colar uma imagem demoníaca ao rosto dos extraterrestres para criar um novo inimigo, um inimigo vindo de um mundo exterior que poderia unir os seres humanos (no medo e na guerra), e isto provaria ser a chave para o controle final do complexo industrial militar que gasta bilhões de dólares e cujo Presidente republicano conservador e general de 5 estrelas Eisenhower nos advertiu para termos cuidado em 1961 (ninguém prestava atenção nessa altura também…).

Portanto este é o cenário do pós 11/09 – que será posto em prática a menos que um número suficiente de pessoas sejam informadas, o que faria falhar o plano porque seriam incapazes de enganar um número suficiente de cidadãos e de líderes. Após um período de terrorismo – um período durante o qual seremos ameaçados com dispositivos nucleares detonados em nós e talvez isso realmente aconteça, justificando, assim, o armamento do nosso espaço aéreo – uma campanha será lançada para fornecer ao público a informação de uma ameaça vinda do espaço. Não apenas asteróides a caírem na Terra, mas outras ameaças. Uma ameaça vinda de seres extraterrestres.

Durante os últimos 40 anos, a ufologia (estudo do fenômeno OVNI), combinado com uma máquina mediática poderosa, criou uma imagem cada vez mais demoníaca dos extraterrestres, através de filmes assustadores como o Dia da Independência (Independence Day), e da suposta ciência que apresenta (em alguns círculos) o sequestro e abuso por parte de extraterrestres como um fato da vida moderna. Que alguns seres humanos tiveram contato com ETs, não duvido; que o real contato com ETs tenha sido envolvido em um mar de testemunhos inventados, disso tenho a certeza. Na verdade, os eventos reais relacionados com ETs são raramente revelados ao público.

A máquina assegura que os testemunhos inerentemente xenófobos, assustadores e manipulados sejam aqueles que milhões de cidadãos leiam, ouçam ou vejam. Este condicionamento mental para criar o medo em relação aos ETs foi sutilmente reforçado ao longo de décadas, em preparação para futuras farsas. Farsas tão grandes que os acontecimentos do 11 de setembro irão parecer insignificantes em comparação. Escrevo isto agora (2002) porque fui recentemente contatado por diversas fontes altamente colocadas no mundo da inteligência e dos meios de comunicação que me deixaram bem claro que eventos fabricados e explicações pré-fabricadas são iminentes; o objetivo é alimentar o medo sobre OVNIS e ETs e aumentar o volume. Afinal de contas, para ter um inimigo, você deve garantir que as pessoas odeiem e temam uma pessoa, um grupo de pessoas, ou neste caso uma categoria inteira de seres.

Para ser claro: os programas secretos maníacos relacionados com OVNIS, VRTE e tecnologias relacionadas – incluindo as tecnologias que podem simular eventos ETs, abduções por ETs e coisas do gênero – estão se preparando para aproveitar o Projeto Revelação para aumentar o fogo do medo e simular eventos que eventualmente irão apresentar os ETs como um novo inimigo. Não se deixe enganar. Essa bobagem, que já é matéria de inúmeros livros, vídeos, filmes, documentários e muito mais, tentará destruir os fatos, as evidências e os testemunhos dos informados de primeira mão apresentados pelo Projeto de Revelação, e em última instância, apresentará ao mundo essa farsa cósmica que pinta falsamente os ETs como uma ameaça vinda do espaço. Não se deixe levar.

Misturando fatos com ficção e montando uma farsa de eventos OVNI que poderá parecer aterrorizante, o plano é criar finalmente um novo inimigo durável fora do planeta. Quem ficará indiferente a isso? Você ficará. Porque agora, você sabe que após 60 anos, bilhões de dólares gastos e os melhores espíritos científicos do mundo em grande ação, um grupo dissimilado, com negras intenções (um governos dentro do governo, mas completamente à parte do governo tal como o conhecemos) dominou as tecnologias, a arte de enganar e a capacidade de lançar um ataque sobre a Terra, e de fazê-lo passar como sendo um ataque vindo dos extraterrestres.

Em 1997, levei um homem a Washington para apresentá-lo a membros do Congresso e a outras altas referências bem colocadas para pô-los ao corrente deste plano. Toda a nossa equipa conheceu esse homem nessa época. Ele esteve presente em reuniões de organizações envolvendo toda a construção de VRTE pela Lockheed, Northrup e Cie. Estes veículos foram então repartidos em locais escondidos em vários pontos do mundo e serão usados para simular um ataque em determinados pontos estratégicos, fazendo acreditar aos líderes e aos cidadãos que se trata de um ataque a partir do espaço exterior quando na verdade não o é. (Antes que ele pudesse testemunhar, seus supervisores o levaram para um local secreto na Virgínia, até que o tempo alocado ao briefing tivesse expirado … Isto soa-lhe familiar?) Werner Von Braun advertiu-nos de tal hoax como um pretexto para fazer guerra no espaço. E muitos outros têm alertado para o mesmo evento.

O armamento espacial já está em vigor, é parte de um programa espacial paralelo secreto em funcionamento desde os anos 60. Os VRTE estão construídos e prontos para a decolagem (ver livro Disclosure e o capítulo que apresenta o depoimento de Mark McCandlish e outros). As tecnologias que permitirão a farsa através de hologramas estão prontas, foram testadas e prontas para utilização. E as grandes mídias são peões que recebem agora suas ordens da mão direita do rei. Eu sei que isto parece ficção científica. Absurdo. Impossível. Assim como o cenário do 11/09 teria soado antes do 11/09. Mas o impensável aconteceu e ainda pode acontecer, a menos que estejamos vigilantes.

Combine isso com a atual atmosfera de medo e de manipulação e há um risco real de suspender a nossa sabedoria coletiva e a nossa Constituição.

Saiba o seguinte: se houvesse uma ameaça vinda do espaço, nós saberíamos logo que os humanos começaram a explodir armas nucleares e a explorar o espaço aéreo em naves pilotadas por seres humanos. O fato de ainda respirarmos o ar livre da Terra, apesar das ações estúpidas e irresponsáveis de um grupo ilegal, secreto e fora de controle, mostram suficiente retenção e as intenções pacíficas destes visitantes.

A ameaça é inteiramente humana. Somos nós que devemos cuidar desta ameaça, travá-la e transformar a situação atual de guerra, destruição e de manipulação secreta numa situação de verdadeira revelação e numa era de paz sustentada. A guerra espacial para substituir a guerra na Terra não é evolução, mas loucura cósmica. Um mundo assim, unidos no medo é pior do que um mundo dividido pela ignorância. Chegou o momento de dar um salto para o futuro, um salto que nos move para fora do medo e da ignorância, e que nos impulsiona para uma era de paz universal contínua. Sei que é o nosso destino. E isso será nosso assim que o escolhermos.


Fontes:

The Disclosure Project

Prova Final

Minha Mestria



Finalmente, o primeiro de uma série de vídeos (traduzidos) sobre "The Disclosure Project":

Símbolos Que Você Desconhece

Naturalmente que nada disto é mostrado nos principais orgãos de comunicação social. Fazê-lo seria "anti-semitismo", "mensagens de ódio", etc.
Mostrar o que está por detrás da cortina e desmascarar o embuste histórico e religioso de certos "eleitos" transformou-se no pior crime à face da Terra!

Enquanto nos deixarem, CONTINUAREMOS A LUTAR PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO!

PORQUE A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

terça-feira, 29 de março de 2011

David Icke - The Lion Sleeps No More - Legendado

Este é o primeiro de uma série de 7 vídeos sobre o mais recente trabalho de David Icke.

GAMMA RAY e a Nova Ordem Mundial



Benjamin Fulford e o Seu Ultimato

Benjamin Fulford condena o atentado do império contra o Japão, e anuncia o fim do ultimato feito em 2007 pela Sociedade do Dragão Branco.





Nota: A divulgação deste e de outros vídeos e ou quaisquer materiais disponíveis (por enquanto) na Internet não significa que o Revisionismo em Linha, os seus colaboradores e a minha pessoa em particular concordem com eles.
Este espaço, repito mais uma vez, PRETENDE SER UM ESPAÇO LIVRE DE DEBATE E DIVULGAÇÃO.
Apesar de todas as acusações e rótulos que tenho sofrido, já mostrei, por diversas vezes, que consigo ultrapassar isso tudo. O texto do post anterior é de um escritor COMUNISTA e não é por isso que vou deixar de o partilhar aqui (é pena que o contrário nunca aconteça - é aqui que reside a diferença do Revisionismo em Linha!).

EUA e Aliados Cometem Crimes Monstruosos na Líbia



Os EUA e os seus aliados repetem na Líbia crimes contra a humanidade similares aos cometidos no Iraque e no Afeganistão. A agressão ao povo líbio difere das outras apenas porque o discurso que pretende justificá-la excede o imaginável no tocante à hipocrisia.


Michel Chossudovsky, James Petras e outros escritores progressistas revelaram em sucessivos artigos – citando fontes credíveis – que a rebelião de Benghazi foi concebida com grande antecedência e minúcia e alertaram para o papel decisivo nela desempenhado pelos serviços de inteligência dos EUA e do Reino Unido. A suposta hesitação dos EUA em apoiar a Resolução do Conselho de Segurança da ONU que criou a chamada zona de "Exclusão Aérea", e posteriormente, em assumir a "coordenação das operações militares" foi também uma grosseira mentira.


Farsa idêntica caracterizou o debate em torno da transferência para a NATO do comando da operação dita "Amanhecer de Odisseia", titulo que ofende o nome e a epopeia do herói de Homero. O Pentágono tinha elaborado planos de intervenção militar na Líbia muito antes das primeiras manifestações em Benghazi, quando ali apareceram as bandeiras da monarquia fantoche inventada pelos ingleses após a expulsão dos italianos. Tudo isso se acha descrito em documentos (alguns constantes de correspondência diplomática divulgada pela Wikileaks) que principiam agora a ser tornados públicos por webs alternativos.


[Podem continuar a ler aqui.]

quinta-feira, 24 de março de 2011

"Holocausto, Discurso do Ódio e Seriam os Alemães Assim Tão Estúpidos" - Vídeo em Inglês

Tropas da NATO Expõem os Seus Troféus!


E eles existem para nos "salvar"... Para nos "libertar"... E aqui está mais uma prova disso!
Mas é sempre tudo "para o nosso bem". Nós é que não atingimos nem alcançamos tamanha façanha ou acto de coragem (???!!!).

As imagens são repulsivas! Um grupo de soldados Americanos no Afeganistão mataram civis inocentes e posaram para a fotografia ao lado dos seus cadáveres. Os altos responsáveis apressaram-se a pedir desculpa [OS MORTOS FICARAM LOGO MUITO MAIS SATISFEITOS E DESCANSADOS!...]. Mesmo assim a NATO receia que as reacções no Afeganistão possam ser violentas [TERRORISTAS!... JÁ LHES PEDIRAM DESCULPA E MESMO ASSIM... INGRATOS!...].

Leiam a notícia na íntegra e vejam as fotos aqui e também aqui.

terça-feira, 22 de março de 2011

Jurista Norueguês Nega a Existência do Holocausto


Anders Mathisen, jurista e membro do Partido Trabalhista da Noruega, declarou a um jornal que o Holocausto nunca aconteceu e desafiou mesmo os leitores a provar que ele está errado. Membros do mesmo partido exigiram a sua demissão depois daquelas declarações.

O legislador de Partido de trabalho Anders Mathisen alegadamente contou o jornal de Finnmarken que o Holocausto nunca aconteceu e desafiou leitores para prová-lo errado.
"Não existem quaisquer provas da existência de câmaras de gás nem de sepulturas em massa, disse ao jornal e de acordo com relatórios. "Respeitáveis historiadores do Holocausto admitiram que tal não pode ser provado”.

Mathisen, alegadamente, passou meses em pesquisas nos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial e defende a revisão dos livros de História, de acordo com o Coordination Forum for Countering Anti-Semitism [Fórum de Coordenação para a Luta Contra o Anti-semitismo]. Ele publicou igualmente as suas conclusões e os seus “resultados” na sua página do Facebook.

Mathisen acusou os sobreviventes do Holocausto de exagerarem nas suas histórias. Ele acrescentou que foi feito ao público uma lavagem cerebral para que todos acreditassem no Holocausto, com filmes como “A Lista do Schindler”.

Leia aqui a notícia na íntegra.