As Pedras guia da Geórgia (Georgia Guidestones) formam um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilónio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios.
Em Junho de 1979 um desconhecido sob o pseudónimo de R.C. Christian contratou a empresa Elberton Granite Finishing para que construíssem a estrutura. O monumento mede 19 pés e 3 polegadas e utiliza 951 pés cúbicos de granito. Todas as pedras juntas pesam mais de 119 toneladas.
Entre os idiomas escolhidos para as mensagens foram ignoradas línguas faladas por milhões de pessoas como alemão, francês, grego, japonês, italiano e português. A escolha dos idiomas mostra a preocupação em balancear regiões e religiões para o entendimento das mensagens. Por isso, estão incluídos o hebraico, com apenas 11 milhões de falantes, e o suaíli, principal idioma banto com 50 milhões de falantes na África oriental, mas que não chega nem perto do total de falantes do português – sexta língua mais falada no mundo (240 milhões de falantes), excluída das inscrições possivelmente pela proximidade lingüística ao idioma espanhol, uma das oito escolhidas.
História nas Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
A lenda sobre a construção do local começou em Junho de 1979, quando um misterioso homem com o pseudónimo de R.C. Christian (Cristão) procurou os escritórios da Elberton Granite Finishing para a construção de um grande monumento. Especula-se que as iniciais R e C significam a ordem Rosa-Cruz, fraternidade que teria as suas origens no personagem mítico do século XIV Christian Rosenkreuz, chamado também de Irmão C.R.C.
O Sr. Christian disse que representava um pequeno grupo de americanos leais que viviam fora daGeórgia e que desejavam permanecer no anonimato para sempre. Ele contou aos construtores que os patrocinadores tinham planeado o monumento durante anos e que os dez pontos das Pedras Guiam eram um apelo a todos os povos para preservar a humanidade e o planeta.
O local escolhido deveria ser remoto e longe dos turistas das cidades locais. Além da fartura de excelente granito (um dos materiais mais usados para lápides), clima e localização, o Sr. Christian disse que a escolha era também pessoal. A sua bisavó tinha nascido na Geórgia.
As Pedras Guia da Geórgia foram inauguradas em Março de 1980, com a presença de 100 pessoas. A propriedade do terreno onde se encontram os monumentos é obscura. No registo de imóveis do condado de Elbert indica que o próprio condado teria comprado o terreno de cerca de 2 hectares onde está localizado o monumento no dia 1 de Outubro de 1979 por 5 mil dólares.
Nos últimos anos rituais de diversos tipos de grupos foram feitos no local, incluindo casamentos e reuniões de nativos, cristãos, pagãos, entre outros. As pessoas chegam ao monumento para meditar, visitar, fazer turismo, tentar decifrá-lo e até depreciá-lo. Em 2008, as pedras foram pintadas com a frase “Morte à Nova Ordem Mundial”, “A elite quer matar 80% da humanidade”, “Não ao Governo Mundial” e “Jesus prevalecerá”.
Características astronómicas das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
As quatro pedras exteriores são orientadas pela migração anual do Sol. Na coluna do centro há um furo onde Polaris pode ser sempre vista, se as condições do tempo permitirem. Polaris é a estrela mais brilhante da constelação Ursa Menor e popularmente conhecida como Estrela Polar – chamada assim por estar muito próxima ao Pólo Celeste. A estrela foi escolhida para simbolizar constância e a orientação com as forças da natureza. Há também nas pedras da Geórgia um entalhe que faz uma janela que alinha com os solstícios e equinócios (eventos que marcam os inícios das estações). Esta janela faz que o sol brilhe para indicar o meio-dia numa linha curva.
Tábua de instruções das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
Além das inscrições existe uma tábua de instruções cravada no chão próxima do monumento. A tábua identifica a estrutura, características astronómicas, patrocinadores (identificados na tábua apenas como “Um pequeno grupo de americanos que procuram a idade de razão”) e as línguas usadas nas Pedras Guia da Geórgia. O mais intrigante são os dados de uma cápsula de tempo enterrada sob a tábua com espaço para preenchimento de quando a data foi/será enterrada e quando deve ser reaberta. A cápsula foi ou será enterrada conforme a instrução da tábua “a seis pés abaixo deste ponto”. A cápsula do tempo é um recipiente completamente fechado para guardar mensagens e objetos para ser encontrados por gerações futuras.
Qual objetivo das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)?
Os críticos do monumento afirmam que as Pedras são “Os Dez mandamentos do Anticristo”. Segundo eles, as pedras foram construídas por sociedades secretas satânicas com o objetivo de implementar a Nova Ordem Mundial. O ativista político John Conner defendeu a destruição das Pedras da Geórgia, e que o entulho deveria ser usado para outras obras. Já entre os que defendem as Pedras Guia da Geórgia está a viúva do ex-Beatle John Lennon. Yoko Ono disse que as mensagens inscritas são “Um importante chamada ao pensamento racional”.
Argumentos contra as Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
O primeiro “mandamento” é o que mais chama a atenção dos críticos. Vários defensores de um Governo Mundial defendem a redução da população e o controle da natalidade. Os mesmos grupos são acusados de fomentar a histeria do Aquecimento Global para incluir mais e mais taxas para concluir o seu objetivo de acabar com a soberania dos países. Este “mandamento” além de “pedir” uma redução dos atuais 6,7 bilhões de seres humanos para apenas 500 milhões, pede que isto seja feito em harmonia com a natureza. Algumas perguntas ficam no ar? Quem serão os escolhidos para ficar no grupo dos 500.000? Como a população será reduzida para ficar em “harmonia” com a natureza? As mesmas pessoas e grupos que pedem um governo mundial não são as mesmas pessoas que pedem investimentos e novos impostos para combater o Aquecimento Global?
Os outros “mandamentos” não são menos aterrorizantes. O segundo pede o controle da reprodução, com a intromissão do governo mundial na esfera mais íntima e pessoal – a concepção. Controlar a reprodução de maneira sábia significa o uso da inteligência de políticas de restrição ao número de filhos, incentivo ao aborto, esterilização em massa, além do claro pedido de reintrodução da eugenia (aperfeiçoando as condições físicas); o terceiro urge a criação de um novo idioma, que poderá ser seguido por apenas uma religião, uma moda, um povo. Não é de se espantar que o novo prédio que está sendo construído no lugar das Torres Gêmeas do World Trade Center fossem renomeados de Freedom Tower (Torre da Liberdade) para 1 World Trade Center.
O quarto mandamento pede o domínio da razão sob todas as formas abstratas. O controle da fé, tradição, paixão foi testado em regimes autoritários, onde o Governo controlará tudo e a todos, inclusive garantirá que os seus sentimentos sejam supervisionados em nome do bem comum.
O quinto e o sexto mandamento pedem a proteção de povos e nação em cortes mundiais, com direito a autonomias insignificantes. Para os críticos das pedras os exemplos destas “protecções” e “liberdades” já ocorrem nos países que foram invadidos para a própria protecção e novos povos que precisam, sem querer, de uma corte mundial para o seu próprio bem.
Aparentemente a burocracia é o que deve ser combatida no sétimo mandamento. Entretanto, esta pode significar a solicitação de um Governo Mundial para combater os gastos desnecessários de leis, governos e, consequentemente, emissão de monóxido de carbono! O oitavo mandato é bastante claro. Todos os governos autoritários se definiram como agentes do bem-estar social. O balanceamento entre os direitos pessoais e deveres sociais indicam que há uma desproporção e, logicamente, a balança penderá para o seu dever com a sociedade. Não espere que eles admitam que você paga impostos em excesso e que seus direitos pessoais serão aumentados. O aumento dos deveres sociais significarão trabalhos forçados, campos de concentração e aumentos de taxas para tornar a sociedade mais “justa”.
A harmonia com o infinito que fala o nono parágrafo está relacionada com o seu dever com a natureza. Mesmo que os maiores expoentes da luta pela natureza gastem em média 20 vezes mais de energia elétrica nas suas mansões é o cidadão comum que terá de economizar luz, água e será sobretaxado para ajudar a combater as mudanças climáticas. Deve-se valorizar a verdade, mas qual verdade? Deve-se valorizar a beleza? Mas qual beleza é que eles se referem? A beleza dos padrões da eugenia que levou a morte milhões de pessoas indefesas?
O último mandamento faz um elo com o primeiro. A ideia é que nós seres-humanos somos o cancro do planeta e que devemos ser reduzidos em quantidade para que a “natureza” tome conta. O ser-humano visto como um mal a ser aniquilado é transmitida diariamente para conquistar corações e mentes. O propósito é que aceitemos que devemos ser eliminados para que uma pequena elite controle todo o planeta numa ditadura global que trará escravidão para quem sobreviver em nome da harmonia com o planeta.
Não é o fato de negar a necessidade de preservar o planeta, mas combater os falsos ambientalistas. Estes são pessoas e grupos que utilizam algo que ninguém deseja e pode perder, o nosso planeta, para chantagear a sociedade com taxas para realizar uma ditadura global, na qual os verdadeiros defensores do meio-ambiente se arrependerão por ter ajudado aqueles que, na verdade, utilizam a bandeira para fins egoístas.
Para chegar ao ponto de equilíbrio com o planeta planeado por esses grupos é necessário que a população reduza dos atuais 6,8 bilhões para apenas 500 milhões. Isto significa que eu, você, os seus amigos, parentes e conhecidos teremos poucas chances de entrar no selecto grupo da harmonia, que se fosse realmente bom não seria gravado com pedras de fazer túmulos e, muito menos, pediria a morte de mais de 6.000.000.000 seres-humanos.
Todos os pontos guias não foram feitos para você. São instruções de como o governo mundial vai controlar todos os detalhes da sua vida, restringindo ao máximo a sua privacidade através de autoridades inacessíveis e sem lugar para fugir. Lembre-se: de boas intenções o inferno está cheio!
Você deve estar a interrogar-se por que é que nunca tinha ouvido falar de um monumento construído na maior economia do mundo. Uma obra que defende a redução drástica da população, uma nova religião, um governo mundial baseado na histeria ambientalista e no abusivo jogo de palavras que sugere harmonia, mas oferece escravidão. Em toda a história da humanidade os tiranos chegaram ao poder prometendo um futuro melhor que jamais chegou; em troca pedem mais sacrifício e menos liberdade em nome da harmonia e das futuras gerações. Se você nunca ouviu falar nas Pedras Guia da Geórgia é porque os principais meios de comunicação social têm distrações elaboradas com o objectivo de desviar a sua atenção, como "reality shows" ou as declarações sensacionais do último campeonato.
O discurso é de 2007... mas está PERFEITAMENTE ACTUAL! A Determinação S.1867, preste a ser aprovado pelo Senado, autoriza os militares dos EUA a deterem e internarem qualquer cidadão americano sem acusação formal e sem julgamento!
Aqueles que pensam que sabem algo sobre o "holocausto" estão certos de que os nazis desenvolveram câmaras de gás móveis e que as usaram para exterminar cerca de 700.000 vítimas inocentes. No entanto, surpreendentemente, até 2011 não tinha sido elaborada qualquer monografia completa sobre este tema. O revisionista Santiago Alvarez (juntamente com a contribuição importantes de Pierre Marais) remediou a situação com esta nova obra "The Gas Vans: A Critical Investigation" ["Os Furgões de Gás: Uma Investigação Crítica]. Ele questiona: as declarações das testemunhas são de confiança? Os documentos são genuínos? Onde estão as armas assassinas? Elas podiam ter operado como alegam? Onde estão os cadáveres das vítimas?
Para perceber a verdade, Alvarez pesquisou todos os documentos conhecidos do tempo da guerra, fotos e declarações de testemunhos sobre o tema (apresentados em mais de 30 julgamentos na Alemanha, Polónia e Israel); e examinou as afirmações feitas na comunicação social. O resultado da sua pesquisa é extraórdinário!
O Congresso Americano aprovou uma lei que AUTORIZA OS MILITARES a prenderem cidadãos americanos em solo americano! Não apenas ficam autorizados a fazer detenções sem acusação formal, como também podem fazer essa mesma detenção sem limite de tempo - sem advogado e sem que ninguém conheça o paradeiro dos detidos!
Dos oito prisioneiros judeus, principais personagens do diário de Anne Frank, apenas três permaneceram em Auschwitz com sortes diferentes:
1 - Hermann Pels foi «gaseado» em Auschwitz segundo o «único testemunho» de Otto Frank (o pai de Anne Frank).
2 - Edith Frank, mãe de Anne Frank, morreu na enfermaria de Auschwitz vítima de inanição.
3 - Otto Frank, pai de Anne Frank, sobreviveu a Auschwitz, sendo libertado pelo Exército Vermelho.
Os outros cinco elementos foram todos transferidos, alguns por diversas vezes:
4 e 5 - As irmãs Margot e Anne Frank foram transferidas de Auschwitz para o campo de concentração de Bergen Belsen, onde morreram de tifo.
6 - Peter Pels foi transferido de Auschwitz para Mauthausen onde morreu três dias antes do campo ser libertado pelas tropas americanas.
7 - Fritz Pfeffer foi transferido de Auschwitz para Sachesenhausen e depois para Neuengamme, onde morreu com uma inflamação nos intestinos.
8 - Auguste Pels foi transferida de Auschwitz para Bergen Belsen, depois para Buchenwald, depois para Theresienstadt, e aparentemente para outro campo de concentração depois disso. Pensa-se que não terá sobrevivido.
Questão
Se o objectivo dos nazis era exterminar judeus, como se explica que deste grupo de oito judeus que se encontrava em Auschwitz, o local de extermínio nazi por excelência, apenas um tenha sido «gaseado», de acordo com o «único testemunho» de Otto Frank? E porque andaram os outros a saltar de campo em campo (tendo a senhora Auguste Pels passado por cinco campos de extermínio diferentes)?
Por questões pessoais e profissionais, nem sempre tem sido fácil a actuaização deste espaço. O exemplo está neste 'post'.
A notícia tem quase dois meses, é verdade, mas não poderia deixar de ser referida aqui.
Muitas foram as vezes que este espaço foi acusado de ser "radical, extremista, nazi, xenófobo", entre outros mimos, apenas porque aqui partilhamos e desenvolvemos a cultura da liberdade de expressão e de informação e porque defendemos todas as diferentes interpretações sobre qualquer facto histórico. Mesmo sobre o Holocausto, o maior tabu da Segunda Guerra Mundial e um dos maiores de sempre.
Como neste espaço abordamos também aquilo que o "politicamente correcto" denomina de "teorias da conspiração", somos também acusados, para além dos rótulos anteriores, de "maluquinhos e dementes".
Pois bem, aqui fica a seguir um texto do "Avante" (publicação COMUNISTA), edição Nº1978, de 27-10-2011:
A máquina da morte e a utopia
«Enquanto o proletariado tiver necessidade do Estado, não será no interesse da liberdade mas sim para reprimir os seus adversários! E no dia em que for possível falar-se livremente de liberdade, o Estado deixará de existir...» (F. Engels, «Carta a Bebel»).
«A liberdade política é uma ideia e não uma realidade. Ideia que, no entanto, é preciso saber aplicar quando for necessário atrair as massas populares a um lado da questão. Eis onde surgirá o triunfo da nossa teoria. A questão será de fácil solução caso o adversário tenha recebido o poder de uma ideia de liberdade a que se chama liberalismo. As rédeas do poder serão tomadas facilmente porque a força cega de um povo não pode ficar um só dia que seja sem guia. Assim, a nova força nada mais tem a fazer do que assumir um comando enfraquecido pelo liberalismo» (Protocolos dos Sábios de Sião, 1.º Mandamento).
[Nota do Revisionismo em Linha: MAS OS PROTOCOLOS NÃO ERAM UMA "FALSIFICAÇÃO HISTÓRICA"??? ALGO FRUTO DE "ANTI-SEMITAS"???]
«Há uma necessidade urgente de uma autoridade verdadeira no mundo, para ordenar a economia mundial, reavivar economias atingidas pela crise e evitar qualquer deterioração e os desequilíbrios maiores que dela resultariam. Obviamente, essa autoridade teria de dispor do poder de garantir o cumprimento das suas decisões ...» (Bento XVI, «A Caridade com Verdade»).
A rede conspirativa que se vai instalando na terra tem claramente origem em formações capitalistas proclamadamente religiosas. Basta olhar-se para o esquema organizativo que vai chegando ao conhecimento público para nele se reconhecer a mãozinha sinuosa dos jesuítas e dos illuminati maçónicos. O que está em jogo tem sempre dois pés para andar: um deles, vai sendo gradualmente desvirtuado, o da utopia do Estado; o outro, avança e calça a botifarra nazi.
A história dos Protocolos poderia, em princípio, parecer um conto de fadas. Mas os quadros dos anúncios que aí se promovem são bem reais. A democracia e as liberdades foram um sonho mal escrito e mal entendido pelos homens. As maiorias enganaram-se nas encruzilhadas dos caminhos. E a própria Igreja surgiu com uma inesperada novidade: agora, as hierarquias querem destruir as estruturas da sua própria Igreja para depois realizarem o sonho mefistofélico de uma cristandade apocalíptica que represente o universo de interesses dum Estado capitalista mundial. Tudo poderia ser pura imaginação não fosse o caso do enunciado teórico dos Protocolos ser acompanhado por uma listagem de objectivos a curto e médio prazos: um governo mundial oculto que promova uma Nova Ordem mundial; um único sistema económico, financeiro e monetário, de obediência universal; o fim das crises económicas através da ocupação, por um só exército, de todas as fontes mundiais de matérias-primas e energia, mesmo que para isto seja de prever o desencadear de uma III Guerra Mundial; e o estabelecimento de uma Religião Única cuja chefia seja desempenhado pela Igreja Católica.
Todos os antecedentes desta Nova Era estão lançados ou funcionam já. Há políticas altamente complexas, como as que intervêm na crise financeira internacional, no terrorismo, nas área do gás e do petróleo, etc., que necessariamente estão a ser já coordenadas por um único governo oculto. As grandes disputas financeiras que convergem nos benefícios das grandes fortunas e nas mega fusões, nas troikas ou nas guerrilhas entre os mercados denunciam a existência actual de gigantescas centrais capitalistas articuladas entre si. Em tudo, desde as relações entre as pessoas até ao convívio entre os estados, os ricos serão mais ricos e os pobres conhecerão a miséria. Embora as lutas de classes subam de tom.
Dá-se como certo que na base deste tenebroso programa final figuram os sionistas, o Vaticano e a Maçonaria. Nada custa a crer que assim seja: o plano actual da Nova Era tem as marcas do «Apocalipse», das ambições planetárias ilimitadas dos grandes estados ocidentais, das alfurjas das caves do Vaticano e da Maçonaria e das tenebrosas ordens secretas, laicas ou religiosas.
Uma nota informativa complementar: os Protocolos não são proféticos. Não foram redigidos de uma só vez, para sempre. São fichas que incluem tópicos de matérias já conhecidas no seu tempo. Depois, vão sendo actualizadas à medida do tempo que passa. E os seus mentores e condutores do processo são os illuminati que repartem ligações entre a Santa Sé, a Maçonaria, o Pentágono e a Wall Street. Voltaremos a este tema. Quem lê os jornais portugueses cada vez mais se enreda na confusão.
Meus amigos, querem ver que agora ainda vão chamar "comunistas" aos revisionistas e/ou aos "teóricos da conspiração"?...
"ZERO: Uma Investigação Sobre o 11/9" é um excelente documentário que pretende demolir o maior embuste do séc. XXI. Inúmeras vezes retirado da blogosfera, aparece de novo e legendado!
"Apocalypse 1945: The Destruction of Dresden"- Assassínio em massa e terrorismo foram os verdadeiros objectivos do ataque aéreo ocorrido em Fevereiro de 1945 em Dresden. Cerca de 2000 bombardeiros britânicos e americanos fizeram parte desta devastadora acção sobre uma cidade duma Alemanha já derrotada e com centenas de milhares de mulheres e crianças que fugiam das forças Soviéticas.
Esta é a história desta horrível tempestade de fogo que tirou a vida a milhares de pessoas inocentes, que foram queimadas vivas, sufocadas ou que morreram devido aos gases venenosos. Possui fotografias raras, incluindo algumas a cores.
Primeiro de um conjunto de 10 vídeos de mais um documentário sobre os Illuminati (os restantes poderão ser vistos no Youtube).
Muitos que acompanham o Revisionismo em Linha têm criticado a colocação destas "teorias da conspiração", pois defendem que isto retira credibilidade ao Revisionismo Histórico. Mais uma vez relembro que este espaço pretende dar voz não apenas ao Revisionismo e a todas as formas de interpretação do facto histórico denominado "Holocausto", e de outros factos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial, como também aos mais diversos assuntos e acontecimentos recentes. Isso faz com que aqui possamos analisar outras interpretações quer do 11 de Setembro, quer da guerra na Líbia ou no Iraque, passando pelos poderes ocultos por detrás de sistemas e governos políticos.
A liberdade de informação e de expressão são importantíssimos e o partilhar dessa mesma informação não significa necessáriamente que o Revisionismo em Linha concorde com a mesma.
O Tribunal de Nuremberga de 1945-46 - a mais espectacular aventura judicial da história - foi criado para provar que o regime Alemão derrotado foi único na sua monstruosidade e crueldade. Porém, na realidade, o Tribunal não trouxe justiça, mas sim injustiça. Os quatro poderes Aliados que o organizaram e efectuaram foram eles próprios culpados de alguns crimes semelhantes aos que acusaram os Alemães. O Tribunal foi uma acção ilegal realizada com base na lei "ex post facto" criada após o acontecimento e expressamente para aquela ocasião, e ao qual os Aliados apenas aplicaram aos derrotados. O enforcamento de líderes Alemães ordenados pelo Tribunal foram pouco mais que assassínios encobertos por um folheado de pseudo-legalidade hipócrita.
Um julgamento simbólico conduzido por um tribunal na Malásia considerou culpados o antigo presidente dos EUA, George W Bush, e o antigo Primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, por terem cometidos crimes contra a humanidade durante a guerra no Iraque.
Organizações judaicas na Alemanha mostraram-se chocadas depois dos planos do novo governo provisório da Grécia envolver o partido de Extrema-Direita LAOS, liderado por Georgios Karatzaferis.
Os meios de comunicação social gregos relataram que Karatzaferis iria ter um papel central na tentativa de estabilização do governo, com o objectivo de tirar a Grécia da crise de dívidas, implementado um plano financeiro Europeu.
Foi referido igualmente que ele iria mesmo fazer parte do novo governo. Acrescenta-se que nos últimos anos, Karatzaferis foi protagonista de uma longa lista de declarações anti-semitas e contra Israel.
Um oficial do Exército Americano já reformado pediu desculpa pelas mortes em massa de prisioneiros Alemães nos campos de prisioneiros dos EUA após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Após intensas investigações privadas nos EUA e na Alemanha, Merrit P. Drucker mandou um e-mail ao Tenente-Coronel Max Klaar, responsável pela associação de veteranos de guerra alemães (Der Verband deutscher Soldaten) lamentando as condições nos campos dos Americanos onde cerca de 750.000 Alemães morreram por lhes terem sido negados comida e abrigo. Drucker também formou um comité para continuar com as investigações e elaborou emendas como forma de pedido de desculpas às famílias dos mortos, assim como para as instituições de veteranos de guerra.
O historiador britânico David Irving foi o autor do argumento deste documentário especial de 2 horas, baseado no seu livro "Hitler's War" ["A Guerra de Hitler"].
Investigando, escrevendo e revendo o seu livro, ele passou muitos anos a entrevistar em privado membros do 'staff' de Hitler e os seus generais.
Quando foi editado em 1977, foi um autêntico 'best-seller'. Esta versão em filme passou muitas vezes no PBS na América do Norte e em países por todo o mundo, inclusivamente Israel.
Escrevendo no The Times Literary Supplement, em 1980, Sir John Keegan referiu: "Existem dois livros em Inglês que se destacam de toda a vasta literatura sobre a Segunda Guerra Mundial. "The Struggle for Europe", de Chester Wilmot, publicado em 1952, e o "Hitler's War" de David Irving."