
Break His Bones: The Private Life of a Holocaust Revisionist - Em 1979, um dramaturgo, autor e editor chamado Bradley R. Smith avançou com uma ideia bizarra: e se a história de Hitler ter exterminado milhões de Judeus em câmaras de gás não fosse verdadeira? Aquilo que começou por ser uma questão peculiar logo deu lugar a uma perigosa aventura intelectual. Pelos seus posteriores esforços como porta-voz de alguém que se considera um dissidente histórico, Smith foi amplamente ultrajado e foi acusado de anti-semitismo. Break His Bones apresenta um lado pouco conhecido de uma história coberta de equívocos e de hostilidade. É um livro simples de um escritor simples que escolheu enfrentar uma pergunta delicada com um grande custo pessoal. É o registo de homem que tentou integrar na sua vida diária e na sua consciência o que para ele era uma descoberta momentânea, uma descoberta que ocasionou uma alteração quase geológica de perspectiva e de crença.
Smith permanece um incorrigível romântico. Acredita que a liberdade de imprensa e de expressão são preferíveis ao tabu e censura. Ele ainda acredita que há uma hipótese de convencer a classe profissional de que incentivar a liberdade intelectual é algo de bom, não um mal – mesmo no que diz respeito à questão do Holocausto. Isto é a sua história. E é uma excelente leitura.
domingo, 29 de novembro de 2009
Conselho de Leitura (Com Vídeo)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Filmes Para o Fim-de-Semana
O Revisionismo em Linha continua e continuará sempre a promover a liberdade de expressão e de informação, nem que para isso seja obrigado a confrontar tabus e fantasmas de crentes exterminacionistas daqui e além mar. Por isso, não temos qualquer problema em divulgar outras teorias e interpretações da história - mesmo que não concordemos, por vezes, a nível pessoal, com elas.
Vamos agora partilhar com vocês dois filmes para verem neste fim-de-semana (obrigado ao Nonas e ao Vespa pela informação).
La_Tierra_es_hueca
“Hitler speaks” – Hitler’s private movies
P.S. Acabei de ler esta notícia e perguntei a mim mesmo se o termo "CRIME DE GUERRA" também não se aplicaria a este caso (semelhante a tantos nesta guerra). Depois lembrei-me que este Alemão não era "nazi" e que a situação não se reportava à Segunda Guerra Mundial...
Mensagens de Pagers Interceptadas Durante o 11 de Setembro Divulgadas na Internet

São um total de 573.000 mensagens de pagers que parecem ser originadas de orgaos oficiais dos EUA, como o Pentágono, FBI, FEMA e Departamento de Polícia de Nova York, tão bem como de computadores servidores reportando falhas em bancos de investimento dentro do World Trade Center. (...)
As mensagens irão provavelmente provocar grande alvoroço, uma vez que a primeira vista, parecem se referir a explosões nos edifícios, facto relatado por testemunhas e já conhecido na comunidade que luta pela verdade sobre o 11 de Setembro.
Leia mais sobre este assunto aqui ou aqui.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Afinal Quem Planeava Atacar Quem em Junho de 1941?

(…) Entre Agosto de 1939 e Abril de 1941, o número de exércitos junto à fronteira ocidental da União Soviética passou de zero para 11. Juntaram-se mais três em Maio, com mais cinco contingentes aerotransportados. Se Hitler não tivesse atacado primeiro, Estaline teria 23 exércitos e mais de 20 contingentes independentes contra ele. Isto teve lugar antes da mobilização geral (…). Se tudo isso for analisado no contexto doutrinal de Zhukov esboçado no início, então fica claro que a única intenção que o exército de Estaline poderia ter era começar a guerra no Verão de 1941.[leia o artigo na íntegra]
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
O Histerismo do Costume: Protesto Contra Visita de Ahmadinejad ao Brasil

Cerca de 800 pessoas estiveram na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para protestar contra a vinda ao Brasil do presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad. A passeata reuniu diversos grupos judaicos e de movimentos de defesa dos negros, dos direitos das mulheres, homossexuais, além da União Cigana e de um integrante da Sociedade Beneficente de Desenvolvimento Islâmico. Leia a notícia na íntegra.
Mas essa farsa não é a única que prende as nossa atenções. Há OUTROS HOLOCAUSTOS que nunca prenderam a atenção dos média, dos investigadores, dos historiadores, dos políticos, etc.. - E exemplos não faltam.
O silêncio também é cúmplice. E tem um preço. E a verdade... ESSA NUNCA TEME A INVESTIGAÇÃO!
Vídeo Polémico Sobre o Lobby Israelita na Grã-Bretanha

O vídeo Inside Britain’s Israel Lobby, inserido no programa Dispatches do Channel 4 - que pode ser visto aqui - levantou, como já era esperado, um coro de protesto dos histéricos do costume.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Tropas Multiraciais no Exército Alemão (II)
Voluntário brasileiro. Egon Friedrich Kurt Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19 de Maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht. Em 25 de Agosto de 1944, durante uma missão de combate, Albrecht foi forçado a abandonar a formação devido a um problema no motor do seu avião (um Messerschmitt Bf 109G-14, werkenummer 460593, código "schwarz 21"). Enquanto retornava para a sua base sozinho, o seu avião foi atacado por caças norte-americanos sendo abatido próximo a St. Claude, noroeste da cidade de Creil (França).
Embora Albrecht tenha conseguido saltar de pára-quedas, ele chegou morto ao chão, o seu corpo foi saqueado por civis. Ainda hoje especula-se se teria sido ferido em combate ou se foi metralhado pelos caças inimigos enquanto estava no pára-quedas, algo comum naqueles dias.
O único brasileiro a ser condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro, o Hauptmann Egon Albrecht, quando da sua morte, tinha abatido um total de 25 aeronaves inimigas, sendo 15 na frente russa e os restantes na frente ocidental, incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich, além de outros 11 aviões destruídos no solo.
Voluntários Franceses
Voluntário Cossaco

Famoso oficial e voluntário Belga Leon Degrelle
Voluntários Albaneses
Voluntários Arménios
Voluntários Holandeses
Voluntário da Mongólia

Adaptado daqui.
Em resumo, os membros das SS... "altos, louros e de olhos azuis"???!!! "Símbolo da pureza racial"???!!! "Símbolo máximo do ódio bélico e racial"???!!!
Desculpem-me, mas tenho que me rir um bocadinho desta parte da "história dos vencedores"...
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
O Histerismo do Costume...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O Livro da Quinta
"O Partido defende o ponto de vista de um cristianismo positivo”(Ponto 24 do programa do NSDAP).
Há mais de cinquenta anos a esta parte, muitos quiseram ver no nacional-socialismo uma manifestação do paganismo dos antigos Germanos. Ora, é um facto que os adeptos do paganismo, partidários de uma fé orgânica, tolerante e aberta, foram perseguidos no regime hitleriano, que, em contrapartida, se apoiava em poderosas forças cristãs. É esta atitude complexa do regime nazi face, por um lado, ao paganismo e, por outro, às Igrejas cristãs que esta obra pretende explorar. Com este documento abordamos e esclarecemos um ponto importante da História, talvez não numa abordagem definitiva, iniciando um debate enriquecedor.
Antigo combatente da Legião Estrangeira francesa, posteriormente funcionário da alta administração britânica, John Yeowell, foi uma das figuras mestras da renovação contemporânea da Tradição nórdica. Em 1973, fundou a Odinist for the Restoration of the Odinic Rite que se tornará, em 1982, na Odinic Rite propriamente dita, um dos principais grupos do ressurgimento espiritual nórdico no mundo.
Além da obra integral de Yeowell, este volume contém ainda contributos de Alain de Benoist, Henri Lichtenberger e Detlev Baumann.
Preço: 8€
Formato: 20/13
Páginas: 74
ISBN: 978-989-8336-02-6
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Tropas Multiraciais no Exército Alemão (I)
Para se ter uma idéia, quase todas as nações da Europa forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmacht e das Waffen-SS. O número exacto da enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas Forças Armadas Alemãs, entre 1939 e 1945, é desconhecido, sendo considerado por muitos historiadores, um dos mais intrigantes aspectos da II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco conhecido. Calcula-se que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da Wehrmacht e das Waffen-SS. No leste, apenas os voluntários individuais, ou seja, aqueles integrados directamente nas unidades regulares Alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente das repúblicas Soviéticas. Este número é o resultado directo dos anos de domínio brutal exercido pelo império Soviético. Algumas delas provaram ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS, enquanto outras tiveram resultados despresíveis em combate. No final da guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios compatriotas ou pelos "Aliados", enquanto os demais se renderam nos seus países de origem.

Espanhóis da Divisão Azul comandada pelo General Don
Existiram voluntários de todo o mundo:
Voluntários da Europa Ocidental: Boémia- Bélgica- Dinamarca- Espanha- Finlândia- Flandres- França- Grã Bretanha- Holanda- Itália- Liechtenstein- Luxemburgo- Noruega- Portugal- Suécia- Suíça.Voluntários da Europa Central: Albania- Bulgária- Croácia- Eslováquia- Eslovénia- Estónia- Grécia- Hungria- Letônia- Lituânia- Montenegro- Polônia- Romenia- Sérvia.
Voluntários da Europa Oriental: Legiões Russas- Arménia- Bielo-Rússia- Cáucaso- Georgia- Ucrânia.
Legiões Muçulmanas: Azerbaijão- Tártaros da Criméia- Tártaros do Volga- Turquistão.
Legiões Cossacas: Cossacos do Don- Cossacos de Kuban- Cossacos da Sibéria- Cossacos Terekd.
Voluntários da Ásia: China- Coréia- Índia- Japão- Mongólia.
domingo, 15 de novembro de 2009
Israel Não é Uma Sociedade Tolerante, Segundo Recente Relatório

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A Farsa de Aristides de Sousa Mendes
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Os "Homens Perigosos" Estão em Extinção

Daniel Ellsberg é um ex-analista militar norte-americano, empregado pela RAND Corporation e depois funcionário do Pentágono, que causou um grande furor no governo e na opinião pública em 1971, quando forneceu ao jornal The New York Times os Papéis do Pentágono, documentos secretos do Departamento de Defesa contendo detalhes sobre as actividades das Forças Armadas dos Estados Unidos durante a Guerra do Vietname.
A publicação dos documentos alertou o povo norte-americano sobre como eles foram enganados pelo seu próprio governo a respeito da guerra.
Ellsberg arriscou ficar o resto dos seus dias na prisão ao denunciar as mentiras que tinham sido contadas à nação sobre a guerra do Vietname, mentiras de Eisenhower, Kennedy e Johnson. E Nixon acreditou que Ellsberg tinha documentos incriminatórios nas suas próprias mentiras, o que levou Henry Kissinger a considerar Ellsberg "o homem mais perigoso da América."
Eram necessários imensos Ellsberg’s na política (e não só) internacional. Eram mesmo necessários imensos “homens perigosos” como ele. O Revisionismo em Linha agradeceria, pois teria o seu trabalho muito mais facilitado.
E porque dizemos isto? Porque vivemos num mundo onde os média apelam muitas vezes para a necessidade dos líderes de todos os países fazerem todos os esforços para a paz mundial, mas depois percebemos que tudo não passa de pura demagogia.
E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que ter uma opinião contrária sobre um acontecimento histórico é punido mais severamente do que um vil e repugnante violador (que ainda tem a defesa e a protecção de figuras publicas e mediáticas de Hollywood).
E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que a História credível tem que ser aquela que os vencedores escreveram e qualquer alteração trás consigo as consequências e os rótulos já conhecidos de todos. - Neste caso em particular, a morte (ASSASSINATO DELIBERADO E PREMEDITADO) de civis é considerado um CRIME DE GUERRA. Mas como as vítimas eram Alemãs e os assassinos "Aliados salvadores", está tudo bem e está tudo desculpado e perdoado...
Como todos sabemos, por mais pequeno que seja o novo dado, aparecem sempre os dementes do costume, trabalhadores incansáveis da nova inquisição politicamente correcta, com os seus carimbos preferidos nas mãos: “anti-semitismo” e “racismo”. E também neste caso particular, como estou aqui a "defender" as vítimas Alemãs inocentes, levo com esses carimbos...
Este é o mundo onde vivemos. Um mundo onde “homens perigosos” como Daniel Ellsberg são cada vez mais difíceis de encontrar. Por estarem em extinção ou porque estão numa reserva à espera da sentença que, mais tarde ou mais cedo, cairá sobre eles.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Conselhos de Leitura
Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar.
Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais.
De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.
O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.

José Campos e Sousa e o Condestável
Porque também consideramos importante a defesa da nossa História sem traumas ou fantasmas, aqui está uma referência que só peca por tardia.
O lançamento deste novo CD de José Campos e Sousa realizou-se no dia 6 de Novembro, no Auditório da Universidade Lusíada. Praticamente à mesma hora, o cd foi igualmente apresentado, em Madrid, durante este evento.

São Nuno de Santa Maria
Por mais um favor do Céu coube-me desta feita dar música e dar voz a muito do que se tem escrito em louvor de Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável, terror dos Castelhanos, verdadeiro Herói da minha infância.
Benditas 3ª e 4ª classes que em 1955/1956 trouxeram à minha vida, de maneira tão fantástica a tão fantástica vida de uma mão cheia de Homens, que começando em Viriato, ajudaram a erguer Portugal.
Dom Nuno é certamente um primeiro entre iguais. Já Fernando Pessoa na “Mensagem” lhe atribuiu no Brasão, o lugar cimeiro – o da coroa.
Vou lançar no próximo mês de Novembro uma edição de autor, “Por Portugal e Mais Nada”, título que roubei ao Rodrigo Emílio, que de várias maneiras está presente neste Torneio.
O Rodrigo desafiou-me para esta empresa, há uns bons oito anos, enchendo-me de folhas com poemas e textos sobre Dom Nuno, muito a seu jeito. Este projecto foi sendo adiado por uma razão ou por outra, e somente agora que o nosso Herói foi promovido a Santo, pelo Outro Rei, é que eu tive licença de o acabar. Tinha que ser assim!
É um CD para Portugueses admiradores e herdeiros e seguidores das formaturas de 1143, 1385, e 1640, gente que não tem por hábito pôr-se em bicos dos pés, que só aparece quando é necessária. Gente anónima, modesta, desinteressada e corajosa. Gente que não discute nem põe em causa Portugal, gente que dá sem receber. É para todos esses que eu canto!
Dediquei “Por Portugal – e Mais Nada” a S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, décimo sexto neto de Dom Nuno e do Mestre de Avis. Faço-o por respeito, por admiração e, principalmente, por devoção a uma causa que precisa urgentemente de um novo Mestre que, como canta Rodrigo Emílio: – “Ponha a andar daqui o Andeiro!”.
A todos os que estiveram presentes no “Rodrigamente Cantando” e na “Mensagem à Beira –Mágoa” quero agradecer o apoio. Espero encontrar-vos de novo neste caminho Português.
“Por Portugal – e Mais Nada!”
José Campos e Sousa
Lisboa, Outubro de 2009
Este CD pode ser encomendado desde já, pelo email: largodocarmo@gmail.com
Agradeço que juntem a V. morada.
O preço é de 15,00 Euros









