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sábado, 11 de dezembro de 2010

O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel (II)


Cerca de trinta rabinos de topo Israelitas apoiaram, na última terça-feira, a decisão de impedir os Judeus de venderem ou alugarem casas a não-Judeus - uma decisão que indica claramente o aumento do radicalismo dentro da própria comunidade rabina, numa altura já de grande fricção entre Árabes Israelitas e Judeus.
A acção levada a cabo pelos chefes clericais rabinos em algumas das grandes cidades Israelitas e de grande influência religiosa encontra-se coberta por grandes e graves acusações de racismo.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

O Racismo, a Xenofobia e o Apartheid de Israel


No cartaz da rapariga pode ler-se: "Sou de Austin, Texas. Israel pagar-me-ia para eu ir para a terra dele porque eu sou judia".
No cartaz do rapaz pode ler-se: "Sou Palestiniano. Não posso regressar à minha terra porque não sou judeu".
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Leiam mais sobre este assunto aqui.

sábado, 29 de maio de 2010

Israel Tentou Vender Armas Nucleares Ao Regime do Apartheid na África do Sul


O jornal britânico "The Guardian" informa em uma reportagem desta segunda-feira (24) que obteve documentos secretos que mostram que agentes de Israel tentaram vender armas nucleares ao regime do apartheid na África do Sul, numa prova de que o país mantém armas nucleares em seu arsenal.
Os documentos são minutas de reuniões realizadas em 1975 entre o ministro da Defesa da África do Sul, PW Botha, e sua contraparte israelense, Shimon Peres, hoje presidente de Israel. Quando perguntado sobre mísseis do arsenal israelense, Peres responde dizendo que é possível obtê-los "em três tamanhos diferentes".
Obtidos pelo acadêmico americano Sasha Polakow-Suransky, os documentos são a primeira fonte oficial a citar as armas nucleares de Israel. As reuniões de 1975 chegaram a gerar um acordo de cooperação militar secreto entre os dois países, informam os documentos.
[leia a notícia na íntegra]

Naturalmente, e como seria de esperar, os representantes do "povo eleito" negam tais acusações. Curiosa é a forma como, mais uma vez, quando os média lançam (corajosamente) uma notícia destas, a mesma se enrola como uma onda na praia, e se perde no silêncio.