segunda-feira, 11 de abril de 2011
Elie Wiesel - O Grande Impostor!
Miklos Grüner, um sobrevivente do Holocausto, defende que Elie Wiesel não tem qualquer tatuagem e que ele é um impostor. Por que é que Miklos Grüner, um "colega" sobrevivente, levanta esta séria acusação contra Elie Wiesel? Que provas e documentos possui Miklos Grüner para suportar esta acusação? Vejam tudo aqui.
Elie Wiesel disse, sob juramento, como testemunha no julgamento de Eric Hunt, em San Francisco, Califórnia, em Junho de 2008, que tinha tatuado no seu braço esquerdo o número A7713. Mas... ONDE ESTÁ ESSA TATUAGEM?!!! Elie Wiesel além de ter cometido, aparentemente, PERJÚRIO, não passa de um MENTIROSO!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
A Demolição da Casa de Mentiras de Elie Wiesel

Será Elie Wiesel "A Mais Credível Testemunha Viva do Holocausto?"
Por Carlo Mattogno
No dia 27 de Janeiro de 2010, no décimo “Dia da Recordação do Holocausto”, Elie Wiesel foi convidado para o Montecoitorio Hall, a Câmara da Casa dos Representantes (‘Lower House‘) na Itália, onde foi convidado a fazer um curto discurso. O Presidente da Câmara, Gianfranco Fini, apresentou-o como a “mais credível testemunha viva dos horrores do Holocausto entre os sobreviventes dos campos de concentração Nazis”.
Mas: será Elie Wiesel realmente uma testemunha? Ou será um charlatão, um mentiroso?
No dia 3 de Março de 2009, um site Húngaro publicou um artigo com o título TITEL MÉG MINDIG KISÉRTI A HALÁTÁBOR (O CAMPO DE EXTREMÍNIO CONTINUA ENCANTADO). O artigo apresentava grandes e significantes revelações de Miklos Gruner, um antigo prisioneiro de Auschwitz (se souberem Húngaro, podem ler, on-line, aqui.
O artigo foi traduzido para Alemão e para Inglês e apareceu depois com o título “Sobrevivente de Auschwitz Afirma Que Elie Wiesel é um Impostor”. O artigo encontra-se aqui.
E diz o seguinte:
Em Maio de 1944, quando Miklos Gruner tinha 15 anos, foi deportado da Hungria para Auschwitz-Birkenau juntamente com a sua mãe, o seu pai, um irmão mais novo e um irmão mais velho. Ele afirma que a mãe e o irmão mais novo foram “gaseados” imediatamente após a sua chegada, podendo-se ler depois:
O seu irmão mais velho e o seu pai tinham números de prisioneiros tatuados nos braços e foram mandados para trabalhos forçados numa das fábricas IG Farben que produziam combustível sintético, onde o seu pai acabaria por morrer seis meses depois. O seu irmão mais velho foi, então, mandado para Mauthausen, enquanto ele, deixado sozinho, ficou sob a protecção de dois detidos Judeus Húngaros mais velhos e que eram amigos do seu pai. Eles eram os irmãos Lazar e Abraham Wiesel.
Nos meses que se seguiram, Miklos Gruner e os irmãos Wiesel ficaram amigos chegados. Miklos nunca esqueceu os números que os Nazis tatuaram no braço de Lazar: A-7713. Lazar tinha 31 anos em 1944. Em Janeiro de 1945, o Exército Vermelho aproximava-se e os detidos foram transferidos para Buchenwald. Durante a marcha de 10 dias, que foi realizada maioritariamente a pé, metade dos prisioneiros morreu inclusivamente o irmão mais velho, Abraham Lazar. A 8 de Abril, o Exército Americano libertou Buchenwald e Miklos e Lazar estavam entre os sobreviventes. Uma vez que Miklos tinha apanhado tuberculose, foi enviado para uma clínica na Suiça e separado de Lazar. Após a recuperação, Miklos imigrou para a Austrália enquanto o seu irmão mais velho, que também tinha sobrevivido à Guerra, foi para a Suécia.
Miklos recorda: "A expectativa de me encontrar com Lazar deixou-me muito feliz, mas quando encarei com Elie Wiesel, fiquei muito surpreendido em ver um homem que não reconhecia de todo. Ele nem sequer falava Húngaro ou Yiddish! Em vez disso, falava Inglês com um forte sotaque Francês. Por este motivo, o nosso encontro apenas durou dez minutos. Como prenda, ofereceu-me uma cópia do seu livro NIGHT, dizendo que ele era o autor. Aceitei o livro, o qual não conhecia, mas disse a toda a gente que estava presente que ele não era a pessoa que dizia ser"! Miklos recorda que durante o encontro Elie Wiesel recusou mostrar-lhe o número tatuado no seu braço, argumentando que “não gostava de expor o seu corpo".
Palavras de Miklos: "Depois daquele encontro com 'Elie Wiesel', passei 20 anos a pesquisar sobre a sua história e descobri que este homem que se chamava a ele próprio por aquele nome nunca tinha estado num campo de concentração Nazi, uma vez que o seu nome não se encontrava em nenhuma lista de detidos".
As revelações de Miklos Gruner estão a circular pela Internet, mas ainda não atingiram a magnitude desejada pelos seus esforços. Não será muito difícil de perceber porquê…
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Sempre Pela Verdade Histórica!
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.
E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.
Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Elie Wiesel - Uma Notável Testemunha... FALSA E MENTIROSA!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
As Histórias de Wiesel

... Durante a sua carreira, Wiesel contou muitas histórias de encantar sobre as suas supostas experiências durante a Segunda Guerra Mundial. Podem ser denominadas "mentiras de verdade", uma vez que servem para edificar [um mito?] e porque são contadas com intenções, supostamente de boa natureza, mesmo sem serem verdadeiras. Nas páginas seguintes, examinarei de forma mais minuciosa uma dessas "mentiras de verdade. ... Elie Wiesel, tão admirado por muitos líderes Católicos dos EUA, é, na realidade, um vigarista que se enriqueceu com os seus enormes contos. Embora cortejado por vários representantes 'desencaminhados' da Igreja, ele é, actualmente, um franco inimigo do Catolicismo tradicional e não deveria desempenhar qualquer papel na vida Católica deste país. Leia aqui o artigo na íntegra. Aqui e aqui podem ler mais sobre o mesmo assunto.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Alerta! Eles Andam Por Aí!...

Apesar de "santificado" pela religião do Holocausto, Elie Wiesel nunca deixou de ser um dos testemunhos mais contraditórios de sempre.