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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Estaline Preparava-se Para Atacar a Alemanha em 1941, Defende Historiador Russo


Igor Bunich, historiador russo, defende que Estaline preparava activamente a invasão da Europa Ocidental em 1941, antes de estarem feitos os planos da Alemanha para a "Operação Barbarossa" contra a União Soviética. Em três volumes publicados com o título "Operatsia Groza" ("Operação Tempestade"), Bunich documenta o plano de Estaline para uma intensa operação militar contra Europa Central e Ocidental, para ser iniciada em 10 de Julho de 1941. Bunich não é o único historiador russo que rejeitou a lenda de que "o ataque surpresa e traiçoeiro de Hitler contra a pacífica e amada União Soviética". Podem continuar a ler sobre este assunto aqui e também aqui.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A História da União Soviética

Como se aproxima um feriado e, provavelmente, um fim-de-semana alargado para muita gente, deixo-vos este filme (infelizmente sem legendas).

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estaline Impediu Duas Tentativas de Assassinato de Hitler


O ditador Soviético Estaline bloqueou duas tentativas para assassinar Adolf Hiter durante a Segunda Guerra Mundial, temendo que a sua substituição como líder Nazi levasse à paz com os Aliados Ocidentais, referiu um General superior Russo na terça-feira. Um plano para atacar o ‘bunker’ de Hitler, em 1943, e uma trama em 1944 envolvendo um assassino que tinha ganho a confiança da liderança Nazi foram ambos cancelados por ordens de Estaline, referiu o General Anatoly Kulikov numa conferência histórica em Moscovo. "Foi desenvolvido um plano para assassinar Hitler no seu abrigo, mas Estaline, subitamente, cancelou-o em 1943 com medo que após a morte de Hitler os seus seguidores elaborassem um tratado de paz em separado com a Grã-Bretanha e com os Estados Unidos”, acrescentou a agência noticiosa Russa RIA. [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Chechénia: Uma Realidade Desconhecida


(...)

Em 1877, a Rússia Imperial foi responsável pela morte de 40% da população Chechena (cerca de 220,000 pessoas). Quatrocentos mil habitantes de Cherkass foram expulsos por Estaline, por estarem perto da Georgia, odiada da Chechénia. Ele dividiu este país e criou a República da Ingushetia. Em Julho de 1937, a sua polícia secreta, a NKVD, abateu a tiro cerca de 14,000 Chechenos.

Em 1944, Estaline ordenou que toda a população Chechena se reunisse e fosse transportada para os campos de concentração na Sibéria ou deixada para morrer nos campos de gelo. Seguiram-se outros Muçulmanos: Ingush, Tatars, Karachai, Balkars.

Estaline não precisou nem de balas nem de câmaras de gás nos seus campos de concentração. Um terço dos prisioneiros morria, todos os anos, de frio, de fome ou de doenças. No total, cerca de 2,5 milhões de Muçulmanos Soviéticos terão sido mortos por Estaline, entre os quais metade da população Chechena.

No meu novo livro,
American Raj, dediquei um capítulo à situação Chechena (“Genocídio no Cáucaso”).

Quando a União Soviética entrou em colapso em 1991, a Chechénia exigiu a sua independência, tal como outras repúblicas Soviéticas. Em vez disso, o governo de Boris Yeltsin invadiu aquele país, matou cerca de 100,000 civis Chechenos através de bombardeamentos massivos. [
podem ler o artigo na íntegra aqui]