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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A Hipocrisia da UNESCO


"A UNESCO promove a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa como um direito humano básico, através da sensabilização e actividades de monitoração. Também fomenta a independência dos meios de comunicação e pluralismo como requisitos e factores importantes de democratização, fornecendo serviços consultivos em legislação para os meios de comunicação e a sensibilização de governos, parlamentares e outros que tomem decisões".

Em seguida, encontram-se quatro cartas enviadas para os principais líderes deste Simpósio da UNESCO e copiadas para a Sede da UNESCO e para os seus departamentos em todo o mundo. As cartas foram para:

Irina Bokova, Directora-General da UNESCO.

Frank La Rue, "Rapporteur Especial" na promoção e protecção do direito à liberdade de opinião e expressão.

Jean François Julliard, Secretário Geral, Repórter Sem Fronteiras.

Sobre este ponto, o Secretário Geral abriu o Simpósio com uma palestra focada significativamente na Liberdade de Expressão. Liberdade de Expressão aqui, Liberdade de Imprensa alí, Liberdade de Expressão aqui, repetidas vezes. Foi tudo de uma cegueira extrema sobre os assuntos de livre expressão na Europa, por isso incluí aqui a minha resposta.

Facilmente se percebe que Senhora Bokova não responderá publicamente às críticas das suas acções no que diz respeito à liberdade de expressão. O propósito destas cartas do CODOH é denunciar a hipocrisia das afirmações da UNESCO sobre o apoio à liberdade de expressão, quando o faz só para algums, para que todos passam saber.

A grande maioria dos departamentos da UNESCO são fora da União Europeia e América do Norte, ou seja, fora do grande mundo onde as acusações de anti-semitismo crescem cada vez mais.

Podem continuar a ler sobre este e outros assuntos aqui.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Café Com Bradley Smith: 'Don't let the sun catch you cryin''

domingo, 29 de novembro de 2009

Conselho de Leitura (Com Vídeo)


Break His Bones: The Private Life of a Holocaust Revisionist - Em 1979, um dramaturgo, autor e editor chamado Bradley R. Smith avançou com uma ideia bizarra: e se a história de Hitler ter exterminado milhões de Judeus em câmaras de gás não fosse verdadeira? Aquilo que começou por ser uma questão peculiar logo deu lugar a uma perigosa aventura intelectual. Pelos seus posteriores esforços como porta-voz de alguém que se considera um dissidente histórico, Smith foi amplamente ultrajado e foi acusado de anti-semitismo. Break His Bones apresenta um lado pouco conhecido de uma história coberta de equívocos e de hostilidade. É um livro simples de um escritor simples que escolheu enfrentar uma pergunta delicada com um grande custo pessoal. É o registo de homem que tentou integrar na sua vida diária e na sua consciência o que para ele era uma descoberta momentânea, uma descoberta que ocasionou uma alteração quase geológica de perspectiva e de crença.
Smith permanece um incorrigível romântico. Acredita que a liberdade de imprensa e de expressão são preferíveis ao tabu e censura. Ele ainda acredita que há uma hipótese de convencer a classe profissional de que incentivar a liberdade intelectual é algo de bom, não um mal – mesmo no que diz respeito à questão do Holocausto. Isto é a sua história. E é uma excelente leitura.



terça-feira, 10 de novembro de 2009

Café Com Bradley Smith

Café com Bradley Smith: Smith faz a introdução de si próprio (Parte I)




Café com Bradley Smith: Smith Faz a introdução de si próprio (Parte II)




Café com Bradley Smith: Cirurgia à cabeça




Café com Bradley Smith: Simon Wiesenthal

A Polémica de Harvard


A ADL lançou um relatório para combater a “negação do Holocausto” nas Universidades Americanas. Este relatório foi desenvolvido "em resposta à propaganda colocada no jornal do ‘campus’ por Bradley Smith e pela sua Comissão para um Debate Aberto sobre o Holocausto (CODOH)."

Em suma, a ADL considerou necessário "combater" o CODOH e o seu projecto no ‘campus’. A ADL entende que fazer algumas perguntas simples pode balançar todo o ‘marketing’ da indústria do Holocausto (Holocaust Inc.).


As duas perguntas são:

Por que é que Dwight D. Eisenhower não mencionou as câmaras de gás na sua obra “Cruzade in Europa” (“Cruzada na Europa”)?

Por que e que não há nenhum professor nos Estados Unidos que possa "apresentar, com provas, o nome de uma pessoa morta numa câmara de gás em Auschwitz?"

Estas duas questões criaram uma provocação numa organização com um orçamento anual de cerca de 50.000.000 dólares nos acreditam que é necessário silenciar uma organização com um orçamento (em 2008) de 46.000 dólares. Por debaixo de todos os milhões da ADL, por debaixo de todo o apoio académico, há ali uma grande e real fragilidade.

A seguir, está a carta - que também pode ser lida aqui, assim como outros assuntos relacionados - enviada para Harvard.

 
 
05 de Outubro de 2009

Caro Presidente Faust:

É evidente que o corpo docente de Harvard apoia uma estratégia de recusa em fazer perguntas sobre as armas de destruição maciça Alemãs da Segunda Guerra Mundial (câmaras de gás). É igualmente evidente, pelo seu silêncio, que o corpo docente de Harvard concluiu que não constitui um direito questionar a “particular e única monstruosidade” dos Alemães, e que não vai apoiar os estudantes de Harvard que poderiam ser saneados devido a uma livre troca de ideias sobre qualquer assunto. Será que o Gabinete do Presidente apoia este tabu? Não ouvi nada que sugira que ele não o faça.

A 8 de Setembro, a Harvard Crimson imprimiu um anúncio meu onde pretendia saber o porquê do General Dwight D. Eisenhower, na sua “Cruzada Pela Europa”, escolheu (escolheu!) não mencionar a arma de destruição em massa Alemã da Segunda Guerra Mundial, a "câmaras de gás." O anúncio perguntava: " Por que é que não? " O mesmo anúncio também pedia que um professor, alguém, da Universidade de Harvard oferecesse “com provas, o nome de uma pessoa assassinada numa câmara de gás em Auschwitz."

A 9 de Setembro, Maxwell L. Child, Presidente do Harvard Crimson, sentiu a necessidade de pedir desculpas por ter imprimido o anúncio, dizendo que o texto "questionou se o Holocausto ocorreu" (ou não) e que enfureceu muitos dos membros da comunidade de Harvard. O departamento de Crimson publicou, em seguida, uma carta indicando "Acreditamos que esse item [estas perguntas] nunca deveriam ter sido encontrada nas páginas de um jornal da faculdade."

Nenhum membro do corpo docente de Harvard tentou responder a alguma das minhas perguntas e não há nenhuma evidência de que qualquer membro do corpo docente de Harvard tenha apoiado os jornalistas e estudantes da Crimson que tinham sido favoráveis à publicação do anúncio. Quando os e-mails, telefonemas e cartas inundaram a Crimson vindos de dentro e de fora do ‘campus’ por parte de “grupos com interesses especiais”, o corpo docente de Harvard desempenhou o papel de "espectador", permitindo que os jornalistas da Crimson fossem autenticamente enforcados e pendurados ao vento.

Presidente Faust: por que você acha que nenhum académico da Universidade de Harvard está disposto a responder a duas simples perguntas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha? Por que é que você acha que a Faculdade de Harvard não está disposta a apoiar os jornalistas Crimson favoráveis à livre troca de ideias sobre um assunto? Será que o Gabinete do Presidente apoia o que parece ser um tabu em Harvard, que proíbe o questionar da ortodoxa (Estatal) posição sobre as armas de destruição em massa da Alemanha?

Não acha correcto os estudantes de Harvard estarem cientes do facto que Dwight D. Eisenhower escolheu (escolheu!) não mencionar as câmaras de gás na sua “Cruzada Pela Europa? Que Winston Churchill, nos seus seis volumes da história da Segunda Guerra Mundial, também optou por não mencionar as câmaras de gás? Que Charles de Gaulle também decidiu não falar das câmaras de gás Alemãs nas suas Memórias? Que, quando o Primeiro-Ministro Israelita Benjamin Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU, no mês passado, para anunciar que os Protocolos de Wannsee continham informações “precisas” sobre o extermínio dos Judeus, que aqueles que produziram os Protocolos optaram por não mencionar as câmaras de gás? Com que “precisão” a faculdade de Harvard acredita o que isso seja e signifique? Exactamente?

Talvez você acha que é "odioso" fazer perguntas críticas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha. Se assim for, você deve encarar as perguntas como uma questão moral. Eu também vejo isso como uma questão moral, mas pelo aquilo que acredito, trata-se de uma perspectiva diferente. Acredito que é imoral suprimir a liberdade intelectual em Harvard, assim como é imoral suprimi-la em qualquer outro lugar. Acredito que é imoral da parte de Harvard (ou qualquer outra faculdade) não sair em auxílio de alunos que optaram por uma livre troca de ideias e por uma imprensa livre. Isso é imoral para o corpo docente de Harvard para explorar o tabu de proibir os alunos de questionar uma monstruosa feita contra outros.

A faculdade de Harvard tem o direito de ser céptica em relação a cada argumento revisionista que questiona as armas de destruição em massa Alemãs. O cepticismo não é um pecado. Os revisionistas são cépticos em relação às afirmações ortodoxas sobre as ADM Alemãs e publicaram uma boa quantidade de material para ilustrar por que é que eles são cépticos. Que eu saiba, nenhum professor de Harvard publicou um artigo em alguma revista onde tenha ilustrado que os textos revisionistas sobre ADM Alemãs são inúteis. O cepticismo da faculdade de Harvard, então, só revela a sua credulidade.

Presidente Faust: você acredita que esteja correcto o Gabinete do Presidente permitir e até encorajar o tabu para impedir a liberdade intelectual em Harvard? Que esse tabu seja utilizado para proibir um debate aberto em publicações de estudantes sobre a questão da utilização de armas de destruição em massa pela Alemanha? Se assim for, como vou distinguir um membro do seu corpo docente, comprometido com este tabu em particular, de um membro de um “South Seas Cargo Cult” comprometido com algum outro tabu? Pelas calças?

 
Obrigado pela sua atenção.

President Drew Faust
Office of the President
Harvard University
Massachusetts Hall
Cambridge, MA 02138 USA




Bradley R. Smith, Founder

Committee for Open Debate on the Holocaust
PO Box 439016
San Ysidro, California 92143
Desk: 209 682 5327


Email: bradley1930@yahoo.com


Web: http://www.codoh.com/


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Conselhos de Leitura (II) - Smith's Report (nº 165 - Setembro)


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Bradley R. Smith e o Ataque ao Museu do Holocausto



Foi afirmado que James W. Von Brunn, o homem que disparou e causou a morte de um guarda no Museu Memorial do Holocausto, nos EUA, é um “negacionista” do Holocausto.

Se fizermos a conta, os “negacionistas” Americanos do Holocausto são responsáveis pela morte de um civil inocente neste século. Ao mesmo tempo, se continuarmos a fazer contas, “afirmacionistas” (leia-se “verdadeiros crentes no ‘Holoconto’) Americanos do Holocausto foram responsáveis pela morte de dezenas de milhares de civis inocentes neste século.

Pode ser argumentado que os “afirmacionistas” Americanos do Holocausto causaram as suas mortes – no Iraque e no Afeganistão – devido àquilo em que acreditavam e o que acreditavam “era muito bom e era o mais correcto”. De acordo com as histórias da imprensa Americana, parece que aquilo que Von Brunn fez foi matar por aquilo qu ele acreditava ser “o melhor e o mais correcto”. Se é errado para um “negacionista” do Holocausto matar um civil inocente por aquilo que ele acredita sinceramente ser “o melhor e o mais correcto”, e convenhamos que é realmente errado, então porque é que não é errado para os “afirmacionistas” do Holocausto matarem dezenas de milhares de civis inocentes por aquilo que eles também acreditam ser “o melhor e o mais correcto”?


A GRANDE QUESTÃO: Qual é a diferença primária entre um “negacionista” Americano do Holocausto e um “afirmacionista” Americano do Holocausto?


Bradley R. Smith


[O original pode ser lido aqui.]

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (I)



PORQUE HAVEMOS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Leituras Para o Fim-de-Semana (Sempre às Quintas - Hoje Excepcionalmente à Sexta...)


Este 'post' deveria ter sido colocado ontem, mas por razões que me ultrapassaram, tal não foi possível.
O Revisionismo em Linha, todas as quintas-feiras, apresentará uma série de obras que considera terem alguma importância para uma melhor compreensão do mundo e da sua história. Como em qualquer escolha ou selecção, ficarão por mostrar ou por apresentar outras que também aqui teriam lugar.
Comecemos pelo último trabalho de Julie Summers, com o título Stranger in the House, retrata a visão das mulheres que viram os seus maridos partirem para a guerra e que os viram regressar entre 1945 e 1947 com as suas histórias e os seus traumas.



Nas crónicas de Liberty In Eclipse podemos verificar a violação aos direitos mais básicos e até mesmo às liberdades que datam da Magna Carta – coisas que quer o regime de Bush quer o de Clinton foram responsáeis:

- Tortura de inocentes

- Prisão de pessoas sem julgamento mesmo apesar do governo as ter exonerado

- Vigilâncias que ignoram o Quarto Mandamento da Constituição

- Destruição da separação de poderes consagrado na Constituição e o crescimento do executivo de unidade e do “Princípio da Liderança” Entre outras coisas…

É o tipo de livro que nos relata um prognóstico futurista repleto de um pessimismo paranóico. E o governo não contesta nada do que é afirmado! Em 1964, John Stormer também abanou a nação com o livro None Dare Call It Treason. Liberty In Eclipse é o None Dare Call It Treason da nossa geração.



Aqui está o mais recente “Smith's Report” , dedicado ao 20º aniversário do Relatório Leuchter, um dos mais significativos argumentos revisionistas – apesar de conter algumas falhas.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Como agendar um evento num instituto cultural mexicano

Recordarão que em Outubro último decidimos não despender mais tempo na rodagem de novas imagens para o nosso documentário, O Grande Tabu, e limitávamos-nos a utilizar as filmagens que já temos com a maior imaginação possível de modo a podermos finalmente completar o raio do filme. Burt, o meu principal associado, informou-me que estava de acordo. Pediu-me para ir a Santa Bárbara, onde nos encontraríamos com o nosso editor e teríamos a nossa primeira reunião de pós produção.

Assim fiz. Correu bem. Um pouco antes de nos despedirmos, o Burt perguntou-me se eu não poderia organizar um pequeno evento em Baja, cujo propósito seria o de reunir (ainda mais) algumas filmagens, imagens muito especiais que o mesmo queria utilizar na “formatação” do filme, imagens adicionais do Smith a interagir com estudantes mexicanos. O nosso acordo é que tanto eu como ele temos direitos a um “corte final”, mas que a visão que dirige este filme é dele. O evento que ele queria que eu organizasse era de natureza tão modesta que não tive quaisquer problemas em aceitar. Não seria nada do género do evento que organizamos para o Corto Creativo 07 em Junho, que obteve tanto sucesso. Portanto, afinal sempre íamos rodar mais um pouco de película. Não era crise nenhuma. Continuar a ler »

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Smith's Report nº 147 (Fevereiro de 2008)


Recebemos hoje a edição mais recente do boletim mensal Smith's Report, boletim revisionista publicado pelo CODOH e dirigido pelo revisionista estadunidense Bradley Smith. O boletim, publicado desde 1990, conta actualmente com uma versão gratuita em .pdf disponível na Internet, podem sacar este último número aqui. Uma vez que o Bradley é um revisionista a tempo inteiro e vive dos donativos que curiosos, como os nossos leitores, lhe enviam mensalmente gostaríamos de vos incentivar, caso vos agrade o boletim, a optarem por uma assinatura ou enviar um donativo simbólico (5 ou 10 euros não é um grande esforço) para Bradley Smith, P.O. Box 439016, San Ysidro, CA 92143, EUA.