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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O Livro da Quinta - "Apocalypse 1945: The Destruction of Dresden"




"Apocalypse 1945: The Destruction of Dresden" - Assassínio em massa e terrorismo foram os verdadeiros objectivos do ataque aéreo ocorrido em Fevereiro de 1945 em Dresden. Cerca de 2000 bombardeiros britânicos e americanos fizeram parte desta devastadora acção sobre uma cidade duma Alemanha já derrotada e com centenas de milhares de mulheres e crianças que fugiam das forças Soviéticas.

Esta é a história desta horrível tempestade de fogo que tirou a vida a milhares de pessoas inocentes, que foram queimadas vivas, sufocadas ou que morreram devido aos gases venenosos. Possui fotografias raras, incluindo algumas a cores.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A Guerra de Hitler - Documentário Baseado na Obra de David Irving

O historiador britânico David Irving foi o autor do argumento deste documentário especial de 2 horas, baseado no seu livro "Hitler's War" ["A Guerra de Hitler"].

Investigando, escrevendo e revendo o seu livro, ele passou muitos anos a entrevistar em privado membros do 'staff' de Hitler e os seus generais.

Quando foi editado em 1977, foi um autêntico 'best-seller'. Esta versão em filme passou muitas vezes no PBS na América do Norte e em países por todo o mundo, inclusivamente Israel.

Escrevendo no The Times Literary Supplement, em 1980, Sir John Keegan referiu: "Existem dois livros em Inglês que se destacam de toda a vasta literatura sobre a Segunda Guerra Mundial. "The Struggle for Europe", de Chester Wilmot, publicado em 1952, e o "Hitler's War" de David Irving."

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Deborah Lipstadt - Mais Uma Criação da Indústria do Holocausto!




domingo, 17 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (IV)


(Continuação)





VIII. Deborah Lipstadt e a Sua Conversa Hipócrita Sobre o Casamento Inter-Racial Étnico

Desde que as declarações de Lipstadt sobre o casamento inter-racial racial/étnico reflectiram com exactidão a duplicidade, o engano e a hipocrisia que caracterizam muito bem aquilo que os meios de comunicação Judaicos e não-Judaicos promovem, exige-se uma discussão completa.


Quando questionado por Rampton, advogado de Lipstadt, sobre a sua visão sobre o casamento inter-racial, o historiador Irving declarou: "Eu tenho exactamente a mesma atitude que ela [Lipstadt]... Acredito em Deus e na maneira em que ele manteve as raças da forma como as construiu". 63


Em resposta, Lipstadt escreveu: "Assim que Irving disse isso, a minha pulsação acelerou de raiva. Isso não era a minha visão. Eu fiquei profundamente incomodada pelo casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus porque ameaçava continuidade Judaica. A cor ou a etnicidade eram completamente irrelevantes para mim". 64 Ela ainda acrescentou ter ficado decepcionada por nada ter sido feito para esclarecer a sua posição sobre o casamento inter-racial no julgamento, e que as ideias falsas continuaram a boiar em redor sobre esse assunto. 65


Se a etnicidade fosse completamente irrelevante para ela, e se continuidade Judia fosse a sua única preocupação, então nós devíamos esperar que ela tivesse adoptado a seguinte política: é aceitável para os Judeus casar com não-Judeus de qualquer cor ou grupo étnico, desde que o companheiro não-Judeu adopte a religião Judaica e os costumes culturais Judaicos. Mas ela não adoptou esta política; ela opõem-se categoricamente ao casamento inter-racial - ponto final. Como o jornalista Judeu Dan Gutenplan salientou: “Foi difícil não nos sentir-mos enjoados ao ouvirmos Rampton interrogando Irving sobre a sua atitude perante o ‘casamento inter-racial’ - favorável ao que foi referido por Lipstadt, que escreveu, 'Nós [Lipstadt e os seus companheiro Judeus] sabemos contra quem lutamos: anti-semitismo e assimilação [de Judeus e não-Judeus], casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] e quem tenta agredir Israel." 66


Além do mais, ela pode não estar a revelar o que é que ela realmente sente sobre o casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus. Como o autor Judeu Ellen Jaffe McClain salientou em Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community [Abraçar o Estranho: O casamento Inter-Racial e o Futuro da Comunidade Judaica Americana], Lipstadt, simplesmente, é categoricamente oposta ao casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus: "Embora as pessoas gostem de Deborah Lipstadt, o professor da Universidade de Emory que escreveu e leccionou muito tempo sobre a negação de Holocausto, exortou os pais Judeus somente a dizer não ao casamento inter-racial, da mesma maneira que eles esperam que as suas crianças não tomem drogas, uma grande maioria de pais (entre os quais alguns rabinos) não se podem opor ao casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] como um princípio operativo estrito". 67 De acordo com isto, ela não está só “profundamente incomodada” pelos casamentos inter-raciais entre Judeus e não-Judeus - ela detesta.

Há mesmo evidências dentro do “History on Trial” que sugerem que Lipstadt pode estar enganada quando alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela". Nas páginas 12 e 13, ela condena implicitamente a política da antiga União Soviética na questão do Holocausto, por causa da recusa da URSS em validar o conceito de uma "etnicidade Judia" identificando as vítimas do Holocausto como Judeus. Nas suas próprias palavras: "Ter identificado as vítimas [do Holocausto] como Judeus teria validado a noção de etnicidade, um conceito contrário à ideologia Marxista".

Vamos então tentar perceber bem isto. Ela condena implicitamente os Soviéticos pela sua recusa em validar o conceito de "etnicidade Judia". (O leitor é incentivado a ler as páginas 12 e 13 e ver por si que isto está correcto). No entanto, quando serve os seus propósitos ideológicos condenar David Irving e evitar a saída do seu dilema, na página 182, ela alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela".

Há mais provas que ela talvez esteja enganada quando alega que "a cor e a etnicidade são completamente irrelevante para ela". O Dr. Oren Yiftachel, um professor Israelita da Universidade de Ben-Gurion salientou que Israel não é uma democracia no sentido em que actualmente esta é entendida no Ocidente. Em vez disso, é uma "etnicocracia” - uma terra controlou e designada pela etnicidade. Nas suas próprias palavras: "O regime Israelita é dominado por e para um único grupo étnico numa realidade multi-étnica. Factores que fazem de Israel uma “etnicocracia”: 1) a imigração para o Estado Judaico é restringida apenas a Judeus. Existem aproximadamente 2,5 milhões Palestinianos deslocados que não são autorizados a migrar para Israel; 2) o serviço militar é estabelecido de acordo com a etnicidade; 3) o controlo económico é baseado na raça, religião e etnicidade; 4) O regime da terra do país implica a transferência da posse de terra numa direcção, dos Árabes para o controlo Judeu, mas nunca o contrário". 68

Se a etnicidade é completamente irrelevante para ela, então porque é que ela se identifica apaixonadamente com o apartheid de Israel - um Estado baseado no princípio de que o grupo étnico Judaico é para ser conservado para todo o sempre, e é para permanecer separado e dominante sobre os não-Judeus dentro do Estado?

Lipstadt pode ter feito esta declaração - "a cor e a etnicidade são completamente irrelevantes para mim" - para ir de encontro às necessidades de propaganda do momento. Isso é, "refutar" a alegação de David Irving e esconder os seus fortes sentimentos fortes de racismo Judeu. As suas afirmações não parecem reflectir os seus verdadeiros sentimentos.

O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e chamadas defeituosas para julgamento que são perfuradas com um padrão duplo hipócrita.


IX. A Declaração de Encerramento

O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e julgamentos defeituosos, onde se acrescenta um hipócrita padrão duplo.

Uma questão permanece: porque é que Deborah Lipstadt não testemunhou no julgamento de Irving-Lipstadt? Ela salientou que Rampton era contra colocá-la como testemunha. Nas suas próprias palavras: "Se vamos a julgamento, provavelmente não a colocarei no banco das testemunhas. Você está a ser processada pelo que escreveu. Tê-la como testemunha não fará avançar o nosso caso. Ele só desviará a atenção do juiz do foco principal, David Irving". 69

Ela então acrescenta que "de acordo com a lei Britânica, Irving não podia obrigar-me a testemunhar. Escutei Rampton com uma mistura de emoções. Fiquei aliviada por não ter que ser interrogada por um homem cujas opiniões eu abominei e que certamente usaria a oportunidade de me interrogar como uma forma de ‘ganhar pontos’ pelo mal que me tinha feito. Ao mesmo tempo, fiquei decepcionada por não poder expressar directamente o meu desprezo por ele. Eu temi que as pessoas pensassem que eu estava com medo de o enfrentar".
No mesmo estilo, ela acrescenta: "…Fui preocupada de termos cometido um erro táctico, permitindo que Irving me retratasse não apenas como alguém com medo de o enfrentar, mas também como alguém com algo a esconder". 70 Suspeitamos que Rampton, sendo o advogado astuto que ele é, deve ter percebido que tudo podia acabar num desastre total se Lipstadt fosse interrogada por Irving. Ele podia ter apanhado Lipstadt nos hipócritas padrões duplos, falácias, omissões, má lógica, etc,
que nós mostramos aqui.

Um dos peritos da equipa de defesa de Lipstadt, o Dr. Richard Evans, foi citado dizendo: "Irving é, essencialmente, um ideólogo que usa a história…para promover os seus próprios propósitos políticos.” 71 Será que devemos tirar o nome de David Irving da sentença e colocar o de Deborah Lipstadt?

Ela admite que Evans possa "ter pensado que ela era uma mulher Judia americana exagerada que era mais ideóloga do que historiadora receptiva a novas ideias". 72 Um "ideólogo" é aquele que promove um conjunto de ideias, distorcidas e falsas no seu seio principal, que serve as necessidades políticas, sociais e psicológicas de uma elite poderosa. Baseando-nos naquilo que foi revelado neste ensaio, Deborah Lipstadt podia ser descrita como uma ideóloga Sionista?

John Keegan, um proeminente intelectual Britânico fez este comentário muito convincente: "A professora Lipstadt…parece aliviada de uma forma como apenas um hipócrita politicamente correcto pode ser. Poucos historiadores já tinham ouvido falar dela antes deste caso. A maioria não quererá ouvir falar dela outra vez". 73 Será Deborah Lipstadt uma ideóloga Sionista que opera com uma hipócrita dualidade de critérios? Eu deixarei ao leitor esse juízo. No amanhecer de uma nova era da razão, os livros de Lipstadt irão, acredito, marcar posição como um testamento à corrupção política, moral e ideológica que, actualmente, impregna a Sociedade Ocidental.


Notas:

1. Deborah E. Lipstadt, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory (The Free Press, 1993), p. 181, passagens.
2. Ver Daniel Jonah Goldhagen, análise do livro de Deborah Lipstadt, History on Trial no The Washington Post’s Book World. Online: http://www.amazon.com/gp/product/product-description/0060593768/ref=dp_nav_1/104-4071788-3073504?%5Fencoding=UTF8&n=283155&s=books.
3. Citado na sobrecapa do livro de Deborah Lipstadt, “History on Trial: My Day in Court With David Irving” (Harper-Collins, 2005).
4. Online. Para a URL, ver nota 2.
5. Ibid.
6. Lipstadt, History on Trial, p.278.
7. Ibid, p.304.
8. Comunicação pessoal a Paul Grubach.
9. Ver The Hon. Mr. Justice Gray, “Judgment to be Handed Down on Tuesday, 11 de Abril de 2000, Between David John Caldwell Irving and Penguin Books Limited, Deborah Lipstadt.” Parágrafo 3.7.
10. Lipstadt, History on Trial, p. 268.
11. Ibid, p.269.
12. Ibid, pp. 16, 301.
13. Alex C. Michalos, Improving Your Reasoning (Prentice-Hall, Inc., 1970), pp.109-110.
14. Irving Copi, Introduction to Logic, 5ª Edição, (Macmillan, 1978), pp.486-491.
15. The Sault Star (Canadá), “Scientific evidence of Holocaust missing,” 18 de Janeiro de 1985, p.A11; Ver testemunho de Hilberg em Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), p. 39. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html. Jean-Claude Pressac, Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers (Beate Klarsfeld Foundation, 1989), p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm16. Pressac, p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm.
17. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
18. Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), pp.24-25. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html.
19. Lipstadt, Denying the Holocaust, pp.127-128.
20. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
21. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
22. Lipstadt, History on Trial, p.301.
23. Ibid, p.18.
24. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
25. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
26. The Encyclopedia of Philosophy, 1967 ed., s.v. “Karl Raimund Popper,” by Anthony Quinton.
27. Lipstadt, History on Trial, p.xx.
28. Ibid, p.25.
29. Ibid, p.158.
30. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.4.
31. Lipstadt, History on Trial, p.260. Er também declarações de Rampton, p.259.
32. Ibid, p.259.
33. Ver Lipstadt, Denying the Holocaust, p.187. O artigo referido é Laird Wilcox, “The Spectre Haunting Holocaust Revisionism, “ Revisionist Letters (Primavera de 1989). Online: http://www.codoh.com/revisionist/letters/rlspectre.html.
34. Lipstadt, History on Trial, p. 23.
35. Ver Hon. Justice Mr. Gray, Parágrafo 5.209.
36. Lipstadt, History on Trial, p.133.
37. Ver Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews: Student Edition (Holmes & Meir, 1985), pp. 225-226.
38. Lipstadt, History on Trial, p. 133.
39. Ver o vídeo “The Weber-Shermer Holocaust Debate: The Holocaust Story in the Crossfire.” Disponível online em: http://store.noontidepress.com/. Ver também Pat N. Mason, Jr. , "Exchanging Views on the Holocaust: Debating the Undebatable: The Weber-Shermer Clash," The Journal of Historical Review, Janeiro/Fevereiro de 1996, p.30.
40. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
41. Carlo Mattogno, “’Denying History’?—Denying Evidence!: The Phony ‘Convergence of Evidence’ to ‘Prove’ the ‘Holocaust,’” The Revisionist, Setembro de 2005, Vol. 3, No. 1, pp. 9-44.
42. Ver a discussão em Michael Shermer and Alex Grobman, Denying History: Who Says the Holocaust Never Happened and Why Do They Say It? (University of California Press, 2000), p.88.
43. Lipstadt, History on Trial, p.283.
44. Ibid, p.3.
45. Ibid, p.5.
46. Ibid, p.6
47. Ibid, p.6.
48. Ibid, p.9.
49. Ver o estudo do académico Israelita Dr. Uri Davis, Israel: An Apartheid State (Zed Books Ltd., 1987).
50. George W. Ball e Douglas B. Ball, The Passionate Attachment: America’s Involvement with Israel, 1947 to the Present (W. W. Norton & Company, 1992), p. 29.
51. Ibid, p.65.
52. Mark Lavie, “Barrier Meant to Ensure Jewish Majority,” Associated Press Release, 11 de Julho de 2005. Online: http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/n/a/2005/07/11/international/i073139D24.DTL
53. Kevin MacDonald, The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements (Praeger, 1998).
54. Ibid, pp. 255-257.
55. MacDonald, passagens.
56. Lipstadt, History on Trial, pp.151-159.
57. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.144; Denying History, p.17.
58. Robert Jan van Pelt, The Case For Auschwitz: Evidence From the Irving Trial (Indiana University Press, 2002).
59. Ibid, p.70.
60. Ibid.
61. Ibid, p.6.
62. Liat Collins, “From the Ashes,” The International Jerusalem Post, 4 de Fevereiro de 2005, p. 3.
63. Lipstadt, History on Trial, p.182.
64. Ibid.
65. Ibid.
66. Lipstadt citada em D.D. Guttenplan, The Holocaust On Trial (W. W. Norton & Company, 2001), p.209.
67. Ellen Jaffe McClain, Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community (Basic Books, 1995), p.18.
68. Washington Report on Middle East Affairs, Julho/Agosto de 1999, p. 120.
69. Lipstadt, History on Trial, p.53.
70. Ibid, p.89.
71. Ibid, p.43.
72. Ibid, p.67.
73. Ibid, p.282.


Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (III)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (III)

(Continuação)


VI. A Política Sionista e a Hipócrita Dualidade de Critérios de Deborah Lipstadt

Para entender a agenda e a força emocional que está por detrás do comportamento de Lipstadt e dos seus pronunciamentos públicos, temos que saber algo mais sobre as suas intensas compaixões políticas. Lipstadt salienta que ela é alguém que se "identifica abertamente como Judia" e que possui até a percepção de que o seu grupo étnico Judeu é diferente da restante sociedade não-Judia. 43 "Como criança", recorda ela, "eu lembro-me de perceber que estas casas de Judeus da Europa Central, com os seus pesados móveis escuros e chávenas de chá fumante acompanhado por delicado ‘strudel’ feito em casa e outros pastéis distintamente europeus, eram diferentes daqueles que pertenciam aos meus companheiros americanos". 44

Ela expressa orgulho no facto de, logo no início da sua vida, ter marchado em solidariedade com aqueles que queriam implementar políticas de integração ‘Preto-Brancos’ nos Estados Unidos: "A minha mãe e eu marchamos no Harlem em solidariedade com os protestantes de Birmingham-Salem pelos direitos civis. Nós ficamos orgulhosos pelo facto de Andy Goodman, um dos trabalhadores pelos direitos civis assassinado no Mississipi, ter vivido um quarteirão abaixo do nosso e de nós fazermos referência sempre a esse edifício aos visitantes. 45

No início da sua vida, ela não teve qualquer impulso impetuoso para com Israel e o Sionismo político: "Em 1966, ansiosa por experimentar uma viagem ao estrangeiro, tomei uma decisão impetuosa de ir para a Universidade Hebraica em Jerusalém. Embora a minha família fosse defensora de Israel, não fui levada por qualquer compromisso Sionista". 46 No entanto, quando ela visitou Israel pela primeira vez, foi quase uma experiência religiosa: "Ir a Israel não era uma escolha intencional, mas foi como que um impacto que muda completamente a nossa vida". 47 Nas próprias palavras de Lipstadt: "Era o tempo de ir para ‘casa’ [Israel].” Nunca tinha pensado em Israel com tal emoção". 48

A política de Deborah Lipstadt está impregnada por uma hipócrita dualidade de critérios. Ela trabalhou activamente para criar uma sociedade racialmente integrada e multicultural nos Estados Unidos. E em todos os seus livros ela elogia a "igualdade racial" e condena ardentemente os não-Judeus que rejeitam sociedades multirraciais fora de Israel. No entanto, ela identifica-se apaixonadamente com Israel - uma sociedade etnicamente segregada cujo governo trabalha activamente para assegurar a supremacia Judia e destruir qualquer hipótese de uma sociedade multirracial igualitária entre Judeus e Árabes.

Longe de trabalhar para uma sociedade integrada em que Judeus e Árabes funcionariam de forma igual a nível social e político, os Judeus que fundaram Israel criaram uma sociedade em que s Judeus Israelitas dominam os Árabes "Israelitas", uma sociedade separada e desigual em que a discriminação contra os não-Judeus e a supremacia Judia são uma parte essencial da ordem social aceite. 49

Diplomata, advogado internacional e estadista (um antigo Subsecretário de Estado das administrações de Kennedy e Johnson), George W. Ball descreve em termos directos as fundações racistas do estado Judeu com que Lipstadt tão ardentemente se identifica: "O plano Judeu para um estado exclusivamente Judeu, livre da presença inconveniente de pessoas nativas era um ‘mal recente’. Theodor Herzl [fundador do Sionismo moderno] tinha exposto a estrutura para tal sistema em 1898, quando ele procurou o apoio do Sultão Otomano…Uma das provisões desse apoio abortado deu à Sociedade [Colonialista Judaica] o poder de deportar os nativos, e Herzl procurou tais poderes independentemente da nova terra natal Judia ser na Argentina, Quénia, Chipre ou Palestina. A Terra Judia de Confiança incorporou esta doutrina nas suas regras, que designou todas as suas propriedades exclusivamente para uso Judaico e proibiu inclusivamente o emprego de não-Judeus pelos Judeus, forçando assim essas pessoas a procurar emprego no estrangeiro". 50

De forma previsível, os Sionistas acabaram por produzir umas democracias atenienses para Judeus e cidadanias de segunda classe ou escravidões feudais para não-Judeus.51 Apenas recentemente, uns funcionários Israelitas importantes deixaram perfeitamente claro que era um objectivo da política Sionista que os Judeus Israelitas em Jerusalém fossem segregados em relação aos Árabes Palestinianos para ter a certeza de que os Judeus permanecem o elemento dominante nessa cidade, e que o carácter étnico/racial da cidade permanecesse predominantemente Judaico. Nas próprias palavras do artigo: "A barreira de separação de Israel em Jerusalém existe para assegurar uma maioria Judaica na cidade e não serve apenas como uma protecção contra bombardeamentos, reconheceu um ministro Israelita na Segunda-feira. “52 Isto contradiz claramente aquilo que Lipstadt afirmou publicamente no que diz respeito à política de favorecimento etnicamente integrada, sociedades multirraciais onde todos os grupos étnicos e raciais funcionam igual social e politicamente.

Porquê a contradição? É o mesmo que dizer, por que é que Deborah Lipstadt, por um lado, é favorável à criação étnica integrada, sociedades multiraciais no Estados Unidos e na Europa e, por outro lado, ela se identifica de forma apaixonada com Israel - um Estado etnicamente segregado onde o Judaísmo dominante e o racialismo estão na ordem do dia?

Falemos agora de Kevin MacDonald, professor da Universidade do Estado da Califórnia, um psicólogo evolutivo que Lipstadt ataca amargamente. MacDonald salientou que certos grupos de Judeus poderosos favorecem as sociedades etnicamente integradas e multirraciais fora de Israel porque essas sociedades fomentam e acomodam-se à política de longo prazo dos Judeus de não-assimilação e solidariedade de grupo. 53

MacDonald e o intelectual Afro-Americano Harold Cruise verificaram que as organizações Judias vêem o nacionalismo branco como a sua maior ameaça potencial e eles tenderam a apoiar as políticas de integração “Preto-Branco” presumivelmente porque tais políticas diluem o poder Euro-Americano e diminui a possibilidade de uma maioria coesa de nacionalistas Euro-Americanos que ficam em oposição à comunidade Judia. 54

Numa sociedade racialmente integrada e multicultural com numerosos e diferentes grupos conflituantes étnicos com interesses divergentes, é muito improvável os gentios adjacentes possam desenvolver uma maioria unida e coesa e opor-se a comunidade Judia muito unida. Nas populações de gentios "tolerantes" mais recentes e com um sentido débil da sua própria identidade racial/cultural são menos prováveis identificar certos grupos poderosos de Judeus como elementos estrangeiros contra os quais eles se devem defender. Nas populações de gentios que têm uma identidade racial/cultural forte são mais prováveis identificar certos grupos de Judeus como forasteiros estrangeiros, contra os quais eles devem competir. Assim, uma sociedade racialmente integrada, multicultural (fora de Israel), é aquilo que a maioria dos grupos de Judeus-Sionistas preferem, porque neste seio tão cultural eles podem ganhar um tremendo poder e influência. 55

Lipstadt condena amargamente a personalidade e as teorias do Professor MacDonald. 56 No entanto, o seu comportamento hipócrita, na realidade, acaba por dar razão às teorias de MacDonald. Se a criação de uma sociedade racialmente integrada e multicultural é, verdadeiramente, a sua meta final, nós devemos esperar que ela insista em tal sociedade também em Israel de forma tão firme como insiste nessa sociedade nos EUA e na Europa. Mas isso não é o caso. Ela orgulha-se do facto de ter marchado em solidariedade com aqueles que trabalharam para construir uma sociedade integrada nos EUA, mas ela identifica-se de forma apaixonada com um Estado etnicamente segregado, onde existe um autêntico apartheid no Médio Oriente. Isto sugere que ela, de facto, usa ideologias de "fraternidade racial" ao serviço do seu próprio nacionalismo Judaico-Sionista.


VII. O "Holocausto," Europeu e a Identidade Judia, e o Padrão Duplo Étnico

Nos seus livros, Lipstadt condena o instituto revisionista Institute for Historical Review (IHR) [Instituto de Revisão Histórica] para trazer à luz alguns efeitos negativos das mentiras e exageros na história do Holocausto. Num tom de autêntica hipocrisia, Lipstadt alega: "[O antigo director do IHR] revelou outro dos verdadeiros objectivos da agenda do IHR com o seu aviso de que a aceitação do mito do Holocausto resultou numa degeneração radical dos padrões aceitáveis do comportamento humano e uma quebra na própria imagem das pessoas Brancas. Estas tendências racistas, que o IHR cada vez mais mantém longe do holofote público, são parte da tradição extremista de que é herdeiro". 57

Por outras palavras, é "racismo e extremismo" para os Europeus não-Judeus estarem preocupados, o mínimo que seja, com o efeito negativo que a ideologia do Holocausto possa ter sobre a identidade Europeia.

Falemos agora do Dr. Robert Jan van Pelt, um importante membro da equipa de defesa de Lipstadt que escreveu um muito importante tomo anti-revisionista do Holocausto, THE CASE FOR AUSCHWITZ: EVIDENCE FROM THE IRVING TRIAL [O CASO PARA AUSCHWITZ: PROVAS DO JULGAMENTO DE IRVING]. 58 Ele alegou que o revisionismo do Holocausto é um ataque diabólico sobre a própria imagem e identidade Judaica. Numa franca e honesta discussão, ele admitiu que quando lia literatura revisionista do Holocausto, ele "tinha estava cara a cara com um perigoso abismo pessoal". A sua conclusão implícita é que isso é uma das principais razões para que o revisionismo do Holocausto deva ser atacado e destruído. 59

O professor van Pelt cita, então, a escritora Judia Erika Apfelbaum que explica porque é que o revisionismo do Holocausto é "tão mau" e porque deve ser atacado e refutado. Ela declarou: "A actual História Judaica está profundamente enraizado em Auschwitz como o símbolo geral da destruição das pessoas Judias durante o Holocausto. Para alguém cujo passado é enraizado em Auschwitz, a experiência de ler pela lógica deturpada e pelos documentos revisionistas é semelhante à experiência de desorientação psicológica de privação sensorial ou solitária em prisão, onde se perde o contacto com realidade. O efeito insidioso de ler esta literatura [revisionista do Holocausto] é o de perder a própria identidade como sobrevivente e, em geral, como Judeu. Portanto, as alegações revisionistas servem para despojar os Judeus da sua história e, ao fazer isso, na procura da destruição da história das pessoas, um genocídio simbólico substitui um físico". 60

Considerem os julgamentos "morais" deste cenário. De acordo com Lipstadt, van Pelt e o lobby do Holocausto em geral, é "mau, racista e extremista" os Brancos gentios preocuparem-se o mínimo possível com os prejuízos que umas certas mentiras e exageros dum Holocausto fazem à identidade colectiva Europeia. De facto, é suposto os Europeus e Euro-Americanos aceitarem docilmente o que a poderosa elite Judaica diz sobre o Holocausto, independentemente do prejuízo para a própria identidade colectiva Europeia. No entanto, é exigido de forma definitiva que Judeus lutem contra o revisionismo do Holocausto, a fim de proteger e vindicar a identidade Judaica.

No começo do seu tomo, van Pelt cita o teólogo Judaico-Sionista e o "farol da moralidade" Elie Wiesel. Ele diz que o suposto assassinato em massa de Judeus em Auschwitz "significa…o fracasso de dois mil anos de civilização Cristã…" 61 Ele refere-se, claramente, a toda a Cristandade Europeia.


A maior prova de que a visão tradicional de Lipstadt sobre o Holocausto é, de facto, um ataque psicológico sobre todo o mundo europeu e não apenas sobre os Alemães e aqueles que foram seus aliados durante a Segunda Guerra Mundial, foi demonstrado pelas observações do primeiro-Ministro do Israel, Ariel Sharon, numa sessão especial de Knesset marcando o aniversário 60 da libertação de Auschwitz-Birkenau. De acordo com o The International Jerusalem Post, "Sharon culpou os aliados Ocidentais por saberem sobre a aniquilação de Judeus no Holocausto e de nada terem feito para o evitar". Ele disse que "a conclusão triste e horrível a que chegou foi que ninguém se preocupou que os Judeus tivessem sido assassinados". 62

De acordo com a "moralidade" de Lipstadt, van Pelt, Wiesel, Sharon e a elite poderosa Judaico-Sionista que eles representam, o Cristãos Europeus devem, supostamente, aceitar de forma dócil as declarações acima mencionadas como "a verdade," e qualquer tentativa para desmascarar certas mentiras e exageros do Holocausto e as suas implicações morais é, naturalmente, "racista, má e extremista".
Usando uma linguagem muito semelhante à de Apfelbaum, o Cristão Europeu poderá dizer: "O efeito insidioso de ler as mentiras e os exageros da literatura do Holocausto é perder a identidade como Cristão Europeu. Portanto, a lenda da 'câmara de gás' e outras falsas alegações do Holocausto servem despojar os Cristãos Europeus da sua história e, ao fazê-lo, procurar destruir a história das pessoas, um genocídio simbólico substitui um físico". O problema é, naturalmente, a predominante "moralidade" no mundo Ocidental que não permite que o Cristão Europeu pense desta maneira.

Assim como os Judeus têm o direito manter a sua própria boa imagem colectiva, também os demais não-Judeus de descendência Europeia. Eles também têm o direito lutar contra essas mentiras e distorções históricas que danificam a sua identidade colectiva.


Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)

(Continua)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)



(Continuação)




III. Serão os Revisionistas do Holocausto Fascistas e Nazis? A Grande Omissão de Lipstadt

Outra das mais importantes máximas de Lipstadt é que o Revisionismo do Holocausto está intimamente ligado à agenda política do neo-fascismo/neo-Nazismo, acrescentando: “Uma das tácticas que os negacionistas usam para atingir os seus fins é camuflar os seus objectivos. Numa tentativa de esconderem o facto de que são fascistas e anti-semitas com uma agenda ideológica específica, eles referem que o seu objectivo é descobrirem falsidades históricas, todas as falsidades históricas.”30

No seu “History on Trial”, Lipstadt faz um esforço considerável para “provar” que o revisionismo do Holocausto é, na sua essência”, um movimento “neo-Nazi.” A este respeito, ela cita o seu advogado de defesa, Richard Rampton: “A ponte entre a negação do Holocausto e a apologia de Hitler para o anti-semitismo é muito fácil de construir, porque que mais pode querer um historiador que é anti-semita do que desculpar Hitler… que mais pode querer do negar o Holocausto?”31

Rampton, mais à frente, acusa David Irving de eliberadamente ignorar ou tentar "afastar o raciocínio" das provas que não servem para os seus preconceitos. Nas suas próprias palavras: “Aquilo que ele [Irving] não gosta, ele ignora .”32 Esta acusação podia muito bem ser aplicada de volta à sua cliente, Deborah Lipstadt.

No seu livro de 1993, “Denying the Holocaust”, ela cita um artigo de um notável especialista em extremismo político, Laird Wilcox.33 Nesse artigo de 1988, Wilcox salienta que, provavelmente, 25% dos revisionistas do Holocausto são apologistas neo-Nazis, o que quer dizer que a maioria, 75%, não o são. Ela tinha que ter conhecimento deste ponto de vista de Wilcox uma vez que ela analisou brevemente o artigo em que ele refere isso. No entanto, porque contradiz a sua afirmação de que o revisionismo do Holocausto é um movimento “fascista/neo-Nazi, acredito que ela o ignorou e falhou na tentativa de o trazer para a atenção dos seus leitores. Deste modo, a acusação de Rampton - de que Irving ignora aquilo que não gosta - vai direitinha para a sua cliente, Deborah Lipstadt.



IV. Criticismo Variado da Visão de Lipstadt da “Solução Final Nazi”

Uma discussão compreensiva da “Solução Final” Nacional Socialista para a Questão Judaica está muito para além dos objectivos deste artigo. No entanto, é necessário que se façam alguns comentários importantes, uma vez que isto é um tópico de discussão nos livros de Lipstadt.

Lipstadt discutiu este assunto entre os historiadores do sistema no que diz respeito particularmente à “Solução Final”. Ela escrev
eu que “os intencionalistas sustentam que Hitler subiu ao poder com a intenção de assassinar os Judeus e estabeleceram um forte e coerente conjunto de políticas direccionadas para a realização desse objectivo. Por outro lado, os funcionalistas sustentam que a decisão dos Nazis em assassinarem os Judeus não teve origem em qualquer decisão de Hitler, mas foi desenvolvido de uma forma incremental e improvisada". 34 No entanto, em nenhuma parte do “History on Trial” ou em qualquer outra parte (que eu conheça) ela cita a prova do julgamento Irving-Lipstadt que subverte ambos os pontos de vistas.

O Juíz Gray fez esta declaração no seu “Julgamento Final”, a qual Lipstadt não informou os seus leitores de: “Nesta ligação, Irving, no sentido de refutar alegação de que Hitler desenvolveu uma atitude vingativa contra os Judeus nesta (ou em qualquer outra) ocasião, virou a sua atenção para o desejo de Hitler na ocasião em que aplicou uma disposição misericordiosa, quer a nível individual, quer a grupos, de Judeus. Irving exemplificou com a autorização dada por Hitler para que cerca de 70,000 crianças Judias deixassem a Roménia e viajassem para a Palestina. Longerich [um especialista Alemão pertencente à equipa de Lipstadt] concordou que existiram vezes em que Hitler dispensou alguns Judeus de serem deportados ou exterminados.”35

Se a decisão final de Hitler fosse assassinar os Judeus da Europa e limpa-los da face da Europa, porque é que teria autorizado que 70,000 crianças Judias - as sementes para as futuras gerações - escapassem das garras Nacional Socialistas e fossem para a Palestina? São provas como esta que nos levam a questionar as visões tradicionais da Solução Final e que Lipstadt falha em trazê-las à atenção dos seus leitores.

Lipstadt tentou explicar o facto de não existir qualquer documento que prove a existência das infames “câmaras de gás Nazi.” Nas suas próprias palavras: “[Os Historiadores] não, tal como Irving exige, procuram ‘fumo branco’, um documento que prove a existência das câmaras de gás.”36

Isto é muito desconcertante. Vamos presumir que, para o bem do argumento, os historiadores encontravam um autêntico e genuíno documento (ou seja, com estudos forenses a mostrarem que não é uma falsificação), datado entre 1941 e 1945, assinado por Adolf Hitler e que dizia: “Eu, Adolf Hitler, ordeno que todos os Judeus que estejam sob o controlo Alemão sejam assassinados em câmaras de gás.” Se tal documento alguma vez for encontrado, isso será a prova de que os Nacional Socialistas tinham, realmente, uma política (ou, pelo menos, fizeram uma tentativa) para assassinar Judeus em câmaras de gás. Na realidade, os historiadores nunca encontraram um único documento que prove que Hitler tenha ordenado a criação de uma política para a irradiação daquele mal.

Em Outubro de 1939, Hitler ordenou que uma das suas secretárias escrevesse um memorando que contivesse a seguinte ordem: “´Reichsleiter´ Bouhler e o Dr. Brandt são comissionados com a responsabilidade de passarem a possuir a autoridade de médicos especificados, de modo a que, depois de uma avaliação crítica da sua condição, aqueles que forem decretados incuráveis possa-lhes ser concedida uma morte misericordiosa”.37 Aqui temos um documento que prova que Hitler autorizou realmente os doentes incuráveis a serem mortos. Então se existe uma ordem escrita de Hitler autorizando os doentes incuráveis a serem mortos, porque é que não existe uma ordem escrita por Hitler ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás?

Pelo simples facto de não existir um simples, autêntico e genuíno documento do tempo da guerra ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás é uma boa razão para ser céptico da existência das “câmaras de gás Nazis.” (Os “historiadores do sistema” oferecem apenas um conjunto de justificações contorcidas quanto ao porquê de não existir um único documento ordenando a morte em massa de Judeus em câmaras de gás.)

Lipstadt continua. Ela alega que não existe um único documento, mas uma “convergência de evidências” prova a existência de “câmaras de gás Nazis.” Nas suas próprias palavras: “[Os historiadores] procuram um nexo e uma convergência de evidências [para provar a existência de câmaras de gás Nazis].”38

Aqui, Lipstadt apresenta uma já esgotada e falaciosa “convergência de provas evidentes” para a visão tradicional do Holocausto que tem sido refutada pelos revisionistas noutros estudos. O historiador revisionista Mark Weber revelou que podemos utilizar a convergência de evidências para “provar” que os presos foram gaseados em massa no campo de concentração de Dauchau, onde agora é geralmente aceite que, afinal, não houve nenhuns gaseamentos homicidas. 39 Uma convergência de evidências (completa com testemunhos oculares, relatórios de peritos e estudos no local da arma utilizada para o assassinato) podia ser utilizada para "provar" que os Alemães assassinaram prisioneiros em "câmaras de vapor” em Treblinka. 40 Mas, agora, já é aceite que ninguém foi assassinado de tal forma uma vez que esta “convergência de evidências" é inteiramente falsa. Na verdade, a evidência usada para “provar” gaseamentos homicidas em Auschwitz-Birkenau, Treblinka, etc. não é qualitativamente diferente da evidência utilizada para “provar” os míticos gaseamentos em Dauchau e as falsas “câmaras de vapor” de Treblinka. Para uma refutação completa dista "convergência de provas evidentes" eu encaminho o leitor para a análise do académico Revisionista Carlo Mattogno. 41


V. Terá Deborah Lipstadt Características Psicológicas de uma Extremistas?

Dois peritos em extremismo político, o Professor John George e Laird Wilcox, salientaram que uma das características psicológicas de um extremista político é ela defender abertamente padrões duplos e não sentir qualquer culpa do que está a fazer. 42 Como nós veremos nas secções seguintes, Lipstadt aparece exibir esta característica psicológica a respeito da raça e das questões relacionadas com casamentos étnicos inter-raciais. É algo irónico que ela condene os seus oponentes ideológicos de extremistas, quando ela demonstra possuir características proeminentes de um extremista político.



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

(Continua)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt

[O original pode ser lido aqui]

Nota Preliminar: No interesse da imparcialidade e exactidão, o ensaio que se segue foi enviado por e-mail para a Dr. Deborah Lipstadt antes da sua publicação no site CODOH. Ela foi questionada a identificar quaisquer problemas, erros, interpretações erróneas, falsidades, etc. Se tal fosse necessário, estes seriam eliminados ou corrigidos. Paul Grubach e o CODOH não têm qualquer intenção de publicar qualquer material falso ou enganador. Previsivelmente, ela nunca respondeu.


I. A Importância de Deborah Lipstadt

Na sua crítica de 1993 ao movimento Revisionista do Holocausto, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory [Negando o Holocausto: O Crescente Ataque à Verdade e à Memória], a professora doutorada em Estudos Modernos Judaicos e do Holocausto da Universidade de Emory, Deborah Lipstadt, atacou o historiador Britânico David Irving e acusou-o de ser "um dos porta-vozes mais perigosos para negação de Holocausto". 1 Em resposta, Irving processou Lipstadt e a sua editora, a Penguin UK, por difamação. O julgamento decorreu em Londres, começando em Janeiro de 2000, tendo recebido cobertura mundial, uma vez que os meios de comunicação social caíram sobre a historiografia do Holocausto e a batalha continuada entre as visões tradicionais e revisionistas da tragédia Judaica durante a Segunda Guerra Mundial.

O julgamento acabou em Abril de 2000. Irving perdeu o caso e a vitória de Lipstadt foi notícia de primeira página mundial. No entanto, as implicações do julgamento estavam longe de acabar. Como referiu o historiador Daniel Jonah Goldhag, no The Washington Post’s Book World, "o julgamento foi um acontecimento, coberto pelo mundo inteiro, de substancial importância social e política". 2


O Daily Telegraph de Londres escreveu que o drama passado na sala de tribunal de Irving-Lipstadt fez "para o novo século foi o que o tribunal de Nuremberga ou o julgamento de Eichmann fizeram para as anteriores gerações”.3 “Todos os críticos concordam", realçou a Bookmarks Magazine, "que história de Lipstadt é uma fascinante e importante lição histórica para o registo futuro". 4 O influente Kirkus Reviews alegou que a versão dos acontecimentos de Lipstadt, History on Trial, é um “fascinante e meritório trabalho de história legal - e moral." 5 Mesmo o Primeiro-Ministro contemporâneo de Israel, Ehud Barak, aproveitou o intervalo das reuniões com o Presidente Bill Clinton para elogiar Lipstadt pela sua "importante vitória a favor das pessoas Judias.” 6

Embora o conhecido advogado Alan Dershowitz tenha alegado que a vitória de Lipstadt tinha constituído a derrota mais importante numa sala de tribunal para a "negação" do Holocausto na história recente, Irving não perdeu o seu caso por causa de alguma falha associada ao revisionismo do Holocausto. 7 Por alguma razão, o dissidente historiador Britânico, que se fez representar em tribunal, não é advogado e, mesmo assim, travou um duelo contra uma equipa com muito talento. Mas o que é importante, é que David Irving declarou que não era uma autoridade na tragédia Judaica na Segunda Guerra Mundial nem em revisionismo do Holocausto. De facto, ele admitiu que nem sequer tinha lido um dos mais importantes estudos revisionista sobre o Holocausto - a notável obra de Arthur Butz, “The Hoax of the Twentieth Century”.8

Até mesmo o juiz, o Dr. Charles Gray, salientou nas alegações finais que Irving estava em desvantagem porque não podia interrogar Lipstadt a respeito da sua afirmação de que havia uma conspiração Judia internacional para silenciá-lo. "Irving estava em grandes dificuldades”, realçou o magistrado Britânico, "em apresentar este aspecto do caso pela decisão inesperada dos réus que, com o conhecimento pleno das alegações que Irving fizera sobre a conduta de Lipstadt, não a chamaram para depor e para ser interrogada por Irving. Nem é preciso dizer que os réus foram perfeitamente autorizados a adoptar esta táctica, o que colocou Irving, agindo na sua própria pessoa, em desvantagem". 9

Aos olhos dos meios de comunicação social, Deborah Lipstadt emergiu como uma das autoridades mais importantes do mundo sobre a "negação do Holocausto". As fontes dos meios de comunicação do sistema “endeusaram-na” e ela é agora considerada como uma importante defensora e porta-voz para a comunidade Judia em particular, as forças da "moralidade, paz e justiça" na generalidade. O jornal mais importante do estado da Georgia, o Atlanta Journal Constitution, colocou-a nestes termos: "Na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, ela tem sido amplamente vista como a defensora do bem contra o inútil David Irving, príncipe das trevas". 10
Em contraste com este quadro bombástico, Lipstadt, numa explosão refrescante de honestidade, sugeriu que ela própria tinha feito muito pouco para merecer este exagerado elogio”. “Durante as entrevistas [na imprensa]", escreveu ela, "vários repórteres comentaram a minha "dignidade" durante o julgamento. Uma vez que eu nada tinha feito e que me tinha remetido ao silêncio, fiquei, de início, perplexa com a sua reacção”. 11

É importante penetrar e analisar o seu pensamento porque ele é o reflexo de um grande e poderoso segmento da comunidade Judaica em particular e dos meios de comunicação social Ocidentais na generalidade - duas identidades que possuem grande poder e influência. Os seus livros e as suas declarações expressam de forma clara a linha ideológica distorcida de pensamento que “justifica” e “legitima” o actual status quo socio-político do mundo actual.


II. A Visão Dogmática de Lipstadt Sobre o Revisionismo do Holocausto e a Sua Recusa de Debate
Uma das afirmações mais importantes de Lipstadt é a de que revisionismo do Holocausto é uma completa parvoíce, semelhante à teoria da Terra-plana, implicando que a sua visão ortodoxa do Holocausto é tão certa quanto o nosso conhecimento da natureza esférica da Terra. Nas suas próprias palavras: "Os argumentos [do revisionismo do Holocausto] fazem tanto sentido como a teoria da Terra-plana". 12

Aqui nós temos um excelente exemplo da falácia da "analogia defeituosa". Como realça o especialista em lógica Alex C. Michalos, esta falha de argumentação é cometida quando as coisas análogas ou comparadas têm mais diferenças do que semelhanças. 13

Além das experiências científicas que podem ser executadas na Terra para demonstrar a natureza esférica da mesma, há fotografias tiradas do espaço. 14 Em contraste, uma das autoridades principais do Holocausto, o historiador Raul Hilberg, admitiu que faltava uma prova científica para a existência das “câmaras de gás de Hitler”. Não existe nenhum autêntico e genuíno relatório de autópsia para mostrar que os Judeus foram mortos com gás tóxico. Ninguém alguma vez produziu fotografias de Judeus a serem gaseados. 15

Como Jean-Claude Pressac (mundialmente reconhecido como uma autoridade nas supostas câmaras de gás de Auschwitz) salientou, nos desenhos técnicos, documentos de construção e ordens de trabalho que traçam a construção e o subsequente uso dos edifícios que supostamente alojaram as "câmaras de gás de Auschwitz", não há nenhuma referência explícita ao uso de câmaras de gás nem Zyklon B para propósitos homicidas. 16 Isto também foi relutantemente admitido no julgamento de Irving-Lipstadt em Londres. 17

Não obstante a captura de literalmente toneladas de documentos Alemães depois da Segunda Guerra Mundial, nenhuma prova documental de uma ordem de guerra de extermínio, plano nem programa foi alguma vez encontrada. Hilberg admitiu o mesmo durante o seu testemunho no julgamento de 1985, em Toronto, do activista Revisionista Ernst Zundel. 18 Lipstadt confirmou que não há nenhuma ordem escrita por Hitler autorizando a destruição dos Judeus. 19

Uma das mais importantes peças de "evidência" tradicionalmente utilizadas para "provar" o "Holocausto" é o testemunho de Rudolf Höß, o comandante de Auschwitz. Lipstadt e Christopher Browning (um proeminente historiador do Holocausto que fazia parte da sua equipa de defesa) admitiram que as confissões de Höß eram incertas, uma vez que ele tinha sido torturado pelos Britânicos para confessar um número fantástico e inacreditável de assassinatos. 20

A Dra. Lipstadt insiste que "a existência do Holocausto não é uma questão de debate". 21 Mas, como nós acabamos de salientar, para negar este ponto de vista está o facto de que falta todo o material fotográfico, documental e científico necessário para provar a versão de Lipstadt sobre o Holocausto.

Lipstadt acrescenta que o revisionismo do Holocausto é tão absurdo quanto teoria da Terra-plana: "No entanto, num contraste dramático com os defensores da Terra-plana, eles [os revisionistas do Holocausto] podem causar uma tremenda dor e agressão". 22 Isto pode ser interpretado como uma admissão implícita de que o revisionismo do Holocausto tem muito mais credibilidade do que ela pretende admitir publicamente. Se o revisionismo do Holocausto é intrinsecamente ridículo e absurdo, o equivalente à teoria da Terra-plana, como é que com apenas um ventilar público do mesmo se pode causar uma "tremenda dor e agressão"? O ventilar público de um sistema de crenças que é intrinsecamente estúpido e patético seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt e para os seus colegas exporem o seu absurdo e submeterem os seus proponentes a uma humilhação pública e, por fim, relegarem o movimento Revisionista para o lixo da História.

"Quando eu recebi convites para debater com os negacionistas”, escreveu ela, “recusei, explicando que enquanto muitas coisas sobre o Holocausto estão abertas ao debate, a existência do acontecimento não". 23 Para debater com os cépticos do Holocausto, Lipstadt insistiu, "estaria a dar-lhes uma legitimidade e estatura que eles de modo algum merecem. Elevaria a sua ideologia anti-semita - que é o que é a negação do Holocausto - ao nível da historiografia responsável - que é o que não é". 24

Apesar do que Lipstadt escreve, se as provas mais fortes sobre o Holocausto passam pela opressão e pelas afirmações sobre o Revisionismo de ridículas, evitar o debate não lhe dá credibilidade e respeito. Bem pelo contrário! Trocar argumentos com estes "cépticos” seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt expor a sua charlatanice e estupidez. Só se o Revisionismo tiver validade intrínseca ele ganhará estatura por uma audição pública. A recusa da senhora Judia em debater carrega com ela o reconhecimento implícito de que o Revisionismo tem mais legitimidade do que ela quer admitir.

Mesmo que o Revisionismo fosse um puro disparate, o interesse do público continuaria a existir se os meios de comunicação social lhe dessem a devida atenção. A verdade da visão tradicional do Holocausto pode ser provada novamente. Lipstadt já declarou anteriormente que “apenas estava interessada em encontrar a verdade.”25 Se assim for, uma maior e completa percepção da verdade será encontrada com um debate público onde os seus “factos sobre o Holocausto” entrarão em choque com a “ficção negacionista do Holocausto”.

Karl Popper, um proeminente filósofo da ciência, defendia que uma afirmação (uma teoria, uma conjectura) tem o estatuto ou predicado de pertencer à ciência empírica se, e apenas se, for potencialmente capaz.26 Se o Holocausto não pode ser questionado nem debatido e tem que ser cegamente aceite como “facto”, então não é falseável. Se não é falseável, então não é uma teoria científica. A posição de Lipstadt viola os presupostos da boa ciência. A verdadeira teoria científica está aberta à questão e ao debate contínuos.

A agenda de Lipstadt é, acredito, facilmente aparente. O que ela afirma é que devemos aceitar a visão tradicional da doutrina do Holocausto sem qualquer dúvida, a priori. Ela pretende evitar que o público e os meios de comunicação social dêem ouvidos e um tratamento justo ao revisionismo do Holocausto, porque no momento em que o público o fizer, isso levará a um julgamento desfavorável para a sua versão tradicional do Holocausto.

Além disso, a sua posição é contraditória. Ela escreve: “Os negacionistas, defendo eu, deverão se impedidos com uma pesquisa argumental, não com cortes grosseiros da lei.”27 A pesquisa argumental deve incluir o justo e razoável exame dos argumentos do oponente e uma vontade de debater publicamente com o opositor. Recusar o debate com o opositor não é uma “pesquisa argumental”.

Ela continua:: “Os negacionistas…distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos e, consequentemente, saem completamente fora dos parâmetros de qualquer debate histórico sobre o Holocausto.”28 Se isto fosse realmente um descrição exacta dos métodos dos “negacionistas do Holocausto” então seria do interesse para Lipstadt e para os seus companheiros historiadores do sistema debaterem-no publicamente, porque isso seria uma oportunidade de ouro para também, publicamente, exporem as suas distorções, falsificações e a sua completa imbecilidade. Seria uma excelente oportunidade para exporem os “negacionistas do Holocausto” como os patetas e impostores que nós, alegadamente, somos. Se os “negacionistas do Holocausto” realmente distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos, Lipstadt deveria gostar da ideia de debater com eles, porque isso seria uma oportunidade para ela os expor e ajudar a destruir o movimento revisionista de uma vez por todas.

Apesar de tudo, parece que a “justificação” de Lipstadt em recusar o debate não passa de uma salvação da consciência para uma auto-decepção projectada para esconder o medo e a insegurança no que diz respeito à validade do revisionismo do Holocausto. Na realidade, não deixa de ser um sinal favorável para o revisionismo do Holocausto que alguns dos seus maiores detractores como Deborah Lipstadt recusem o debate. Manda uma mensagem implícita ao grande pública de que o revisionismo do Holocausto tem mais credibilidade do que aquilo que os seus oponentes admitem publicamente.
A sua agenda real foi a colocada descoberto por Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Califórnia. No julgamento de Irving-Lipstadt ele salientou: "Eles [o lobby Judaico-Sionismo do Holocausto] pensam…que a sua versão dos acontecimentos deve ser aceite como verdade e que a divergência de alguns desses princípios deve ser vista como inaceitável de qualquer discussão racional". 29

Lipstadt pretende que a sua versão Judaico-Sionista do Holocausto seja aceite como “a verdade” e que toda a discordância ou exame sobre a mesma passe a ser um tabu. Desta forma, a sua visão tradicional do Holocausto deverá se aceite pela sociedade sem qualquer questão. Torna-se assim uma auto-perpectuação.


(Continua)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sempre Pela Verdade Histórica!

Existem pessoas muito preocupadas com os ventos que os revisionistas fazem soprar e que, cada vez mais, fazem abanar as estruturas, já por si frágeis, do Holoconto.
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.

E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.





Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão




Vejam como funciona a censura sob o capitalismo do mercado livre: Hikind v. Irving

O sionista Hikind ordenou à empresa de crédito American Express para impedir que os leitores do historiador David Irving possam pagar os seus livros com a American Express. E a empresa cumpriu a "ordem" de Hikind! - não fosse ela também ser acusada de "anti-Semitismo" ou "racismo", algo que, no mundo actual, é muito pior do que ser pedófilo ou homicida!


Vamos ver o que Glenn Beck ou Rush Limbaugh vão fazer agora. Censura no mercado deveria ser algo de interesse vital para eles. Mas aposto que não vão fazer nada, porque seria uma profunda ofensa os seus donos Sionistas se fossem divulgar ou protestar esta restrição especial ao comércio.

Beck é uma válvula de segurança que possui a magia de ser ‘uma pessoa que sabe sempre melhor o que fazer’. A questão mais premente na cena internacional: evitar as nuvens de radiação cogumelo de uma guerra nuclear. Beck apoia a guerra com armas nucleares de "Israel" contra o "demónio" o Irão. Internamente e constitucionalmente, a questão mais urgente diante de nós é trazer à justiça os conspiradores que estavam dentro do governo dos E.U.A. e que ajudaram a projectar os ataques terroristas de 9 / 11 de 2001. Beck apoia e divulga a versão oficial do governo Federal obre o 9 / 11. Ele denunciou com veemência e pediu a renúncia de um dos "czares de Obama", porque o "czar" tinha insinuado que o governo dos E.U.A. estava por detrás do 9 / 11.

Qualquer que seja o "bom" que ele possa fazer, Glenn Beck leva milhões de Americanos a dormir sobre as duas questões mais importantes, obrigando-os a acordar e a agir. A ‘Criptocracia’ tem enganado o povo novamente, usando uma frente “rebelde contra-sistema”. Este é um velho argumento que nunca falha.

Limbaugh transformou-se num mártir da liberdade de expressão devido às declarações que fez sobre jogadores de futebol negros - o que lhe deu bastante protagonismo. No entanto, o caso de Irving não tem recebido quase nenhuma publicidade, relegando-se esse protagonismo para o “politicamente correcto”.

Dov Hikind, filho de sobreviventes do Holocausto, está liderar uma autêntica carga cem conjunto com outros seus colegas com o objectivo de forçar a American Express a rescindir definitivamente o contrato com o conhecido “negacionista” do Holocausto David Irving, que iniciou uma série de conferências nos E.U.A. para promover o lançamento do seu novo livro, supostamente “cheio de ódio”, Banged Up: Survival as a Political Prisoner in 21st Century Europe [Banged up: Sobreviver como um preso político na Europa do século XXI].

"A noção de que uma entidade financeira bem credenciada, como a American Express, realiza negócios com alguém da laia de Irving é absolutamente espantoso para mim", comentou Hikind.

Para expressar a sua indignação, Hikind e uma dúzia de outros funcionários, incluindo o senador Democrata , John L. Sampson, escreveram a presidente da AMEX e da CEO Kenneth I. Chenault, dizendo: "Ao receber percentagens com os ingressos para ir ver e ouvir o Sr. Irving nos Estados Unidos, uma ‘tournée’ com um discurso cheio de ódio, bem como para as suas publicações, a sua empresa está a patrocinar uma mensagem repugnante ".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (Final)



Um aviso a David Irving

Eu não sei quando será lançado o livro de David Irving sobre Heinrich Himmler, anunciado há muito tempo, mas eu temo já saber a tese central deste livro: sim, o Holocausto aconteceu, milhões de judeus foram de fato assassinados, porém, somente uma pequena parcela foi gaseada em Auschwitz. 2,4 milhões de judeus foram mortos de forma desconhecida em Belzec, Sobibor e Treblinka; entre um e dois milhões foram fuzilados na Rússia ou assassinados em carros de gás. Por este crime, Adolf Hitler não tem qualquer responsabilidade. Tudo isso foi ordenado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler, que de alguma forma conseguiu levar a cabo tal gigantesco massacre sem o conhecimento de seu Führer.

Como Heinrich Himmler é pouco admirado, mesmo entre reconhecidos nacional-socialistas, Irving parece tê-lo escolhido como perfeito bode-espiatório. Eu aviso Irving que tais afirmações somente terão o efeito de arruinar o que ainda resta de sua credibilidade. Todavia, muito pior é que elas significarão uma vergonhosa difamação. Heinrich Himmler pode ter bastante culpa em sua consciência, mas ninguém, nem mesmo David Irving tem o direito de lhe acusar do planejamento e execução de tal monstruoso abate que foi certamente impossível dele ter planejado e executado, pois ele simplesmente não aconteceu.

Um conselho para David Irving

Como outros brilhantes homens antes dele, David Irving levou um tremendo tombo, porém, quem caiu pode se levantar. Eu aconselho David Irving a se lembrar de uma antiga sabedoria popular: fatos são tiranos, eles não perdoam qualquer contradição. Tomara que David Irving consiga ter a coragem de considerar os fatos, e com isso chegue às inevitáveis conclusões. Não há simplesmente para ele qualquer outro caminho para salvar sua honra e reconquistar sua credibilidade.

Maio de 2009.

[1] David Irving, Hitler’s War, Wiking Press, New York 1977, S. 393.
[2] Robert Faurisson, “A Challenge to David Irving”, Journal of Historial Review, Volume 5, 1984.
[3] Fred Leuchter, An Engineering Report on the alleged “Gas Chambers” at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988.
[4] Deborah Lipstadt, Denying the Holocaust, Free Speech Press, New York 1994.
[5] Bundesarchiv Koblenz, R. 58/871.
[6] Ingrid Weckert, “’Massentötungen’ oder Desinformation?”, Historische Tatsachen, Nr. 24, Verlag für Volkstum und Zeitgeschichtsforschung, Vlotho 1985. Ingrid Weckert, „Die Gaswagen“, in: Ernst Gauss (editor), Grundlagen zur Zeitgeschichte, Grabert Verlag, Tübringen 1994.
[7] Pierre Marais, Les camions à gaz en question, Polémiques, Paris 1994.
[8] England and Wales High Court (Queen’s Bench Division), Decision David Irving v. Penguin Books Limited, Deborah E. Lipstadt, 7.11.
[9] Ebenda, 13.71.
[10] Castle Hill Publishers, Hastings 2004.
[11] http://www.fpp.co.uk/
[12] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka – Extermination camp or transit camp? Thesis and Dissertations Press, Chicago 2004.
[13] Raul Hilberg, Sonderzüge nach Auschwitz, Dumjahn Verlag, Mainz 1981, S. 177.
[14] Ebenda, S. 181.
[15] NO-5194.
[16] Peter Witte, Stephen Tyas, “A New Document on the Deportation and Murder of the Jews during ‘Einsatz Reinhardt’ 1942”, in: Holocaust and Genocide Studies, no. 3, Winter 2001, S. 469 f.
[17] Michael Treguenza,”Das vergessene Lager des Holocaust”, in: I. Wojak, P. Hayes (eds), „Arisierung“ im Nationalsozialismus, Volksgemeinschaft, Raub und Gedächtnis, Campus Verlag, Frankfurt/Main, New York 2000, S. 253.
[18] Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, S. 946.
[19] In: Germar Rudolf (Ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertations Press, Chicago 2003.
[20] S. Romanov, “Why the diesel issue is irrelevant”. www.holocaustcontroversies.blogspot.com
[21] Thomas Dalton, Debating the Holocaust, Theses and Dissertations Press, Chicago 2003, S. 110, 111.
[22] Friedrich Berg, “The Diesel Gas Chambers – Myth within the Myth”, Journal of Historical Review, Volume 5, 1984.
[23] David Irving, “On History and Historiography”, Journal of Historical Review, Volume 5, 1984.
[24] Jan Karski, Story of a Secret State, Houghton Mifflin Company, Boston 1944.
[25] Carlo, Mattogno, Belzec…, a.a.O., S. 13.
[26] Stefan Szende, Der letzte Jude aus Polen, Europa Verlag, Zürich 1945, S. 290 ff.
[27] URSS-93, S. 41 ff.
[28] N. Blumental (ed.), Dokumenty i materialy, vol. I, Lodz 1946, S. 211.
[29] Yuri Suhl, Ed essi si ribellarono. Storia della resistenza ebraica contro il nazismo, Mailand 1969, S. 31.
[30] K. Marczweska, W. Wazniewski, “Treblinka w swietle Akt Delegatury Rzadu RP na Kraji”, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni Hitlerowskich w Polsce, Band XIX, Warsaw 1968, S. 136 f.
[31] Ebenda, S. 138 f.
[32] Ebenda, S. 139-145.
[33] Staatliches Archiv der Russischen Föderation, Moskau, 7021-115-9, S. 108.
[34] Wassili Grossman, Die Hölle von Treblinka, Verlag für fremdsprachliche Literatur, Moskau 1946.
[35] PS-3311.
[36] André Chelain (Ed.), Faut-il fusiller Henri Roques?, Polémiques, Paris 1986.
[37] Yitzhak Arad, Belzec, Sobibor, Treblinka. The Aktion Reinhard Death Camps, IndianaUniversity Press, Bloomington and Indianapolis 1987, S 334, 335.
[38] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka – Extermination Camp or Transit Camp?, Kapitel 4.
[39] Stanislaw Wojtczak, “Karny oboz pracy Treblinka I i osrodek zaglady Treblinka II”, in: Biuletyn Glowney Komisji Badania Zbrodni Hitlerowskich w Polsce, Warsaw 1975, Band XXVI, S. 183-185.
[40] A. Kola, Belzec: The Nazi Camp for Jews in the light of archeological sources: Excavations 1997-1999, The Concil for the Protection of Memory and Martyrdom, United States Holocaust Museum, Warsaw and Washington 2000.
[41] Ebenda, S. 65 f.
[42] Zentrale Stelle der Landesjustizverwaltungen, Ludwigsburg252/59, vol. I, S. 1227.
[43] Carlo Mattogno, Belzec…, S. 108.
[44] http://www.codoh.com/newrevoices/nrtksgwl.html
[45] Jozef Kermisz, Dokumenty i materialy do dziejow okupacji niemieckiej w Polsce, vol. II: “Akce” i “Wysiedlenia”, Warsaw-Lodz-Krakow 1946, S. 32 f.
[46] Ablichtung des Dokuments bei Tovi Blatt, Sobibor. The forgotten revolt, H. E. P., Issaquah 1998, Dokumentation ohne Seitenangabe.
[47] Staatliches Archiv der Russischen Föderation, Moskau, 7445-2-145, S. 80.
[48] Hoover Institute Library and Archives, Stanford, “Report on conditions in Poland”, Annex No. 7, Box 29.
[49] K. Marczewska, W. Wazniewski, „Treblinka w swietle akt Delegatury...“, S. 137.
[50] Z. Leszczynska, „Transporty wiezniow do obozu na Majdanku“, Zeszyty Majdanka, IV, 1969, S. 189.
[51] Tatiana Berenstein, Adam Rutkowski, „Zydzi w obozie koncentracijnym Majdanek (1941-1944)“, Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, no. 58, 1966, S. 16.
[52] Samuel Zylbersztain, „Pamietnik wieznia dziesieciu obozow“, Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, no. 68, 1968.
[53] Julius Schelvis, Vernichtungslager Sobibor, Metropol Verlag, Berlin 1998.
[54] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka…, S. 259-288.
[55] Terezinska Pametni Kniha, Terezinska Iniciativa, Melantrich 1995, S. 393.
[56] Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, p. 946.

sábado, 15 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (XIII)


(continuação)


Uma vez “Negador do Holocausto”, sempre “Negador do Holocausto”!


David Irving é um homem muito inteligente, mas infelizmente, entretanto, ele é totalmente imoral. Para ele, a verdade é uma moeda de troca. Ele está disposto a falar o que for possível, se achar que irá servir à sua carreira.

Irving sente saudades dos bons tempos quando ele ainda era convidado para debates televisivos, quando seus livros caiam nas graças de louváveis resenhas e vendiam bem. Ele gostaria que esse tempo voltasse. Por outro lado ele sabe naturalmente que a sociedade ocidental se encontra sob forte domínio judaico e que ele, David Irving, permanecerá um pária enquanto os judeus o difamarem como “Negador do Holocausto”. Por isso ele tenta, de forma hesitante, se desfazer deste rótulo. Como lhe falta paciência para aguardar a derrocada do domínio judaico (que ele não sabe se vai ocorrer ou não, em sua época), ele oferece aos judeus uma vaca de troca.

Seu único problema é Auschwitz. Ele nunca colocou em dúvida outro aspecto da história do “Holocausto”. Ele sempre afirmou que os alemães fuzilaram na frente oriental um número monstruoso de judeus (no capítulo oito de Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Passagem?, ele poderia encontrar provas incontestáveis de que os relatos dos Grupos de Ação – Einsatzgruppen – que comprovam aparentemente esta barbárie surrealista e que Irving aceita como prova sem questionamentos, são muito suspeitas, pois primeiramente elas são refutadas através de outros documentos e segundo, não são confirmadas por provas técnicas). Ele nunca duvidou do (alegado) assassinato nos Campos Reinhardt, assim como em Majdanek. Ele reconheceu textualmente a existência dos carros de gás (Gaswagen), que teriam funcionado alegadamente em Chelmo e em outras áreas ocupadas pelos soviéticos. Por outro lado, ele já defendeu tantas vezes o ponto de vista dos revisionistas sobre Auschwitz, que seu orgulho o proíbe de recuar lentamente deste ponto; ele está disposto, em todo caso, a considerar que em Auschwitz houve gaseamento em situações restritas.

Segundo Raul Hilberg, um milhão de judeus encontraram a morte em Auschwitz. [56] Como o número de judeus que morreram de morte natural em Auschwitz (isto é, de doenças, fadiga etc), é impossível ser maior que 100.000, isso significaria que cerca de 900.000 judeus foram assassinados nas “câmaras de gás de Auschwitz” . O que Irving faz então? Ele afirma que nos Campos Reinhardt Belzec, Sobibor e Treblinka não foram assassinados como Hilberg afirma, 1,5 milhões, mas sim 2,4 milhões de judeus, e oferece aos judeus uma suficiente compensação para as 900.000 vítimas das câmaras de gás de Auschwitz, que ele lhes roubou.

Mas Irving fez a conta sem o taberneiro. É claro que ele não está em condição de entender o raciocínio de seus desafetos. Através do questionamento das câmaras de gás de Auschwitz, ele cometeu do ponto de vista judaico a pior das profanações, pois Auschwitz é o coração da história do “Holocausto”, mesmo quando segundo Hilberg menos do que um quinto das “vítimas do Holocausto” tenham encontrado a morte neste campo. Os judeus nunca irão perdoar David Irving por este sacrilégio. Mesmo se ele afirmasse subitamente que os alemães tivessem gaseado em Majdanek um milhão, em Chelmo dois milhões, em Sobibor três milhões, em Belzec cinco milhões e em Treblinka dez milhões de judeus, e na frente oriental fuzilados outros vinte milhões de judeus, isso não lhe seria de forma alguma a redenção; os judeus e seus guardinhas iriam ainda intitulá-lo como negador do “Holocausto”. Esta etiqueta estará junto a Irving enquanto os judeus dominarem sobre os países do Ocidente.


(continua)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XII)



(continuação)



Os três Campos Reinhardt eram Campos de Passagem

Em 31 de julho de 1942, o Reichskomissar para a Bielo-Rússia, Wilhelm Kube, envia um telegrama ao Reichskomissar para os territórios ocupados do leste, Hinrich Lohse, onde ele protesta contra a deportação de 1.000 judeus do Gueto de Varsóvia para Minsk. [47] Como a deportação dos judeus do Gueto de Varsóvia iniciou oito dias antes e todos os pesquisadores são uníssonos que naquele exato momento todos os judeus deportados de Varsóvia foram para Treblinka, os 1.000 judeus mencionados por Kube tiveram que forçosamente ter passado por Treblinka até chegar a Minsk. Em 17 de agosto de 1942, o jornal clandestino polonês, Informacja Beizaca, reportou a 1 de agosto que 2.000 operários judeus foram deportados de Varsóvia até Smolensk. [48] Em 7 de setembro de 1942, o mesmo periódico informa que dois transportes com o total de 4.000 deportados chegaram de Varsóvia para trabalhos forçados nas importantes instalações em Brzesc e Malachowicze. [49]

Eu estou muito bem ciente que estas cifras representam uma pequena parcela dos judeus transportados para Treblinka e que os anti-revisionistas irão contra-argumentar que todos estes casos são “exceções”. Por outro lado, cada judeu que deixou com vida Treblinka ou algum outro dos dois Campos Reinhardt, confere um forte golpe contra a versão oficial, pois é afirmado que todos os judeus destes campos não foram registrados e foram gaseados independente de idade e estado de saúde. E quando os anti-revisionistas rotulam os casos mencionados como “exceções”, nós temos todo o direito em perguntar, quantas outras exceções ainda existem.

Um determinado número de judeus foi dos Campos Reinhardt para Majdanek ou Auschwitz. Como a historiadora polonesa Zofia Leszcznska, a qual pode-se com dificuldade lhe atribuir qualquer simpatia pró-revisionismo, declarou que em outubro de 1942, 1.700 judeus foram transferidos de Belzec para Majdanek. [50] O fato basta por completo para desferir um golpe mortal contra a versão oficial, onde menos de dez judeus sobreviveram em Belzec.

Em um artigo sobre “judeus em Majdanek”, os historiadores judeus Adam Rutkowski e Tatiana Berenstein escreveram:

“Alguns transportes de Varsóvia alcançaram Lublin via Treblinka, onde aconteceu uma seleção dos deportados”.

Para a historiografia oficial, esta frase é mortal! Em 30 de abril de 1942, um transporte com 350 judeus de Treblinka chegou a Majdanek. Um dos judeus atingidos aqui, Samuel Zylbersztain, escreveu depois um relatório sobre sua impressionante experiência. [52] Após o “Campo de Extermínio” Treblinka e o “Campo de Extermínio” Majdanek, ele sobreviveu ainda a oito “normais” Campos de Concentração. Ele é uma prova viva que os alemães não exterminaram seus prisioneiros judeus.

O autor do livro até então mais completo sobre Sobibor [53], o judeu holandês Julius Schelvis, esteve ele próprio internado em Sobibor. Naturalmente ele apresenta este campo como uma fábrica da morte, porém, sua descrição baseia-se somente e unicamente naquilo que ele escutou de alguém ou leu em algum lugar, pois Schelvis permaneceu apenas algumas horas em Sobibor. De lá ele foi para Lublin e de Lublin, posteriormente para Auschwitz, antes que ele finalmente retornasse para a Holanda. Schelvis não foi um caso único: pelo menos 700 outros judeus holandeses foram deportados de Sobibor para outros diferentes campos de trabalho; alguns deles retornaram para a Holanda via Auschwitz (um outro “Campo de Exgtermínio”!). [54]

Muito esclarecedor é o caso da judia tcheca nascida em setembro de 1874, Minna Grossova. Ela chegou a Treblinka em 19 de outubro de 1942, onde segundo a historiografia oficial, até mesmo os judeus aptos ao trabalho foram gaseados sem ser registrados. A senhora Grossova, de 69 anos, foi transferida, todavia, para Auschwitz, onde segundo a mitologia do “Holocausto”, os judeus inaptos ao trabalho foram imediatamente gaseados sem ser registrados. Mas por inúmeras vezes a senhora “Grossova” escapou das “câmaras de gás”; ela foi registrada regularmente e faleceu em 30 de dezembro de 1943 em Auschwitz. [55] Do ponto de vista da história ortodoxa do “Holocausto”, o destino desta mulher é totalmente inexplicável.

Que comparativamente poucos transportes dos Campos Reinhardt para outras localidades estejam documentadas, deixa-se explicar facilmente. Já em 1945, os vencedores da Segunda Guerra Mundial tinham decidido perpetuar a lenda do extermínio dos judeus e pode-se partir da suposição que inúmeros documentos, que contrariem a “verdade” oficial, tenham desaparecidos em algum arquivo ou foram “evacuados”. Poder-se-ia me acusar aqui de utilizar o mesmo truque dos defensores da versão oficial, que explicam a falta de prova documental para as câmaras de gás para assassinato de pessoas, com a alegação de que os alemães tinham destruído todas as provas. Porém, esta acusação não se sustenta, pois minha posição é bem fundamentada. Houvesse um único documento sobre os gaseamentos, então eu teria que me corrigir, que outro também poderia existir, mas não obstante, já são decorridos 64 anos e nunca apareceu tal documento. Por outro lado, existem sim diversos documentos para transportes a partir dos três Campos Reinhardt para outros lugares, e para cada um desses podem existir centenas de outros.


(continua)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)


David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)

(continuação)


Sobibor ou o laudo pericial que nunca foi redigido

[Tradução de Waringham]

Sobre o terceiro Campo Reinhardt, o jovem e talentoso revisionista Thomas Kues fornece as seguintes informações:

“Em 26 de novembro de 2001, apareceu no The Scotsman um artigo donde se extraia que o arqueólogo polonês A. Kola e sua equipe teriam descoberto na área de Sobibor sete covas coletivas, [...] Embora já se tenham passado sete anos desde que as furações e escavações tenham sido executadas, não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”. [44]

Por que “não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”? Colocar a pergunta significa respondê-la.

Dois importantes documentos sobre os quais Irving se silencia.

À luz dos fatos mencionados, os campos Reinhardt não podem ter sido sob hipótese alguma centros de extermínio. Eles também não podem ter sido campos de trabalho, pois eram pequenos demais para abrigar o enorme número de pessoas para lá deportadas. Com isso resta apenas uma possibilidade: eles eram Campos de Passagem. Isto é confirmado por inúmeros importantes documentos alemães, que falam sobre uma “emigração” ou “evacuação” dos judeus para o leste. Principalmente coincidem com dois importantes documentos, os quais Irving se silencia a respeito, pois eles contradizem sua tese.

Em 17 de março de 1942, o funcionário Fritz Reuter do departamento para questões populacionais e abastecimento da secretária do Governo Geral, distrito de Lublin, fez uma anotação relacionada à conversa que teve no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Höfle; ele escreveu:

“Seria apropriado que os judeus levados para o distrito de Lublin fossem separados já na estação em aptos ou não ao trabalho [...] Os judeus inaptos ao trabalho vão todos para Bezec
(sic), a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz. Hauptsturmführer Höfle está a construir um grande campo, onde os judeus aptos ao trabalho possam ser classificados segundo a profissão e colocados a trabalhar, [...] Em seguida ele explicou, ele pode receber diariamente 4-5 transportes com 1.000 judeus na estação terminal de Bezec. Estes judeus iriam para além das fronteiras e nunca mais retornariam ao Governo Geral”. [45]

O sentido deste documento não deixa dúvidas: judeus inaptos ao trabalho devem ser expulsos do Governo Geral e deportados para os territórios do leste. A frase, onde Belzec era “a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz”, só tem sentido em relação com uma deportação para além das fronteiras. Como Sobibor, Belzec situava-se no extremo leste do Governo Geral, próximo à fronteira ucraniana.

Naturalmente David Irving poderia alegar em sua defesa que Reuter utilizou uma linguagem codificada, e as frases – os judeus iriam “para além das fronteiras” e “nunca mais retornariam ao Governo Geral”, significam na realidade que os judeus seriam mortos em Belzec. Eu iria aconselhar Irving a se distanciar de tal consideração, pois elas são por demais ridículas.

Em 15 de julho de 1943, Heinrich Himmler ordenou:

“Transformar o Campo de Passagem de Sobibor em um Campo de Concentração”.[46]

Sobibor foi descrito oficialmente como um Campo de Passagem!
(continua)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)








(continuação)


A história da câmara de gás a diesel

De acordo com a literatura oficial do "Holocausto", o (alegado) assassínio em massa em Treblinka, Sobibor e Belzec foi executado com os gases de motores a diesel. Mas tal como o engenheiro Friedrich Berg mostrou no seu trabalho, alvo de uma cuidada pesquisa, "Diesel Gas Chambers: Ideal for Torture, Absurd for Murder" ["Câmaras de Gás a Diesel: O ideal para Tortura, Absurdo para Assassinato"] [19], os motores a diesel são uma arma de assassinato extremamente fraca porque utilizam quantidades muito baixas de CO, mas contêm uma porcentagem consideravelmente alta de oxigénio. Qualquer motor a gasolina seria decididamente mais conveniente para o assassínio em massa do que um a diesel.

Os argumentos do Berg eram tão fortes que o lobby do Holocausto não fez nenhuma tentativa refutá-los. No livro Debating the Holocaust [Debater o Holocausto], Thomas Dalton afirma:"O assunto [do motor a diesel] é quase completamente evitado por qualquer escritor anti-revisionista. […] Isto é o admitir de forma forte e implícita que o tradicionalismo não tem qulquer resposta a Berg e aos revisionistas. [...] Mais recentemente os ‘bloggers’ tentaram abordar esta questão. Depois de admitirem que 'simplesmente não é praticável usar motores a diesel para gaseamentos… quando se pode ter acesso a motores a gasolina, Romanov [20] vem defender que a questão dos motores a diesel é "irrelevante" porque, no seu ponto de vista, qualquer um que reivindique que os motores eram a diesel simplesmente está equivocado. Argumenta que as testemunhas "melhor informadas” mencionaram gasolina, mas só pode citar duas: Fuchs (apenas para Sobibor), e Reder, que disse que o gás vindo dos escapes era lançado ao ar livre"! [21]

Deixem-me acrescentar que o argumento do ridículo blogger S. Romanov ("A questão dos motores a diesel é irrelevante") só demonstra a mentalidade esquisita deste indivíduo: Não existem provas nem documentais nem materiais para o holocausto "Aktion Reinhardt" e não há quaisquer testemunhas credíveis (que crédito podemos nós dar a testemunhas que "simplesmente estão equivocadas" com a arma de assassinato?); e, não obstante, o holocausto de Aktion Reinhardt é um facto provado e incontestável!

Por outras palavras: Os pilares em que o edifício descansava já foram, mas o edifício ainda fica, ou melhor, paira no ar! Um grande milagre!

Poderá David Irving ignorar o absurdo da história de câmara de gás a diesel? Não, não pode. Na conferência revisionista de 1983, que Irving assistiu, Friedrich Berg apresentou um ensaio que já continha quase todos os argumentos do seu outro artigo de 2003[22]. Irving, que fez o seu discurso no mesmo dia de Berg, declarou: "Devo dizer que fiquei profundamente impressionado pelo discurso do Sr. Friedrich Berg no início desta tarde. Achei tudo aquilo que disse muito impressionante". [23] Então logo em 1983, Irving ficou a tomar conhecimento que a história dos gaseamentos por escapes de motores a diesel era um disparate! Essa é a razão pela qual ele agora está obrigado a declarar que não está demonstrado que o (alegado) assassinato em massa foi executado por gás e que esta questão é "altamente controversa".