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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Auschwitz - A Comédia

Apresentamos um novo vídeo com cerca de 20 minutos do mesmo autor de "One third of the Holocaust".

Podemos assistir aqui ao exame de algumas das fábulas inconsistentes e ilógicas do crematório/câmara de gás de Auschwitz.

Este vídeo é dedicado a Bradley Smith.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

David Cole em Auschwitz (legendado)











terça-feira, 30 de março de 2010

Recordando David Cole

David Cole é um talentoso judeu revisionista que visita Auschwitz para verificar a existência das alegadas câmaras de gás para extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler.

Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.











quarta-feira, 3 de março de 2010

Os Registos das Mortes em Auschwitz





Registos das mortes em Auschwitz: vamos exigir a sua publicação!

O jornal Francês France-Soir publicou um artigo com o título
“Raphaël Feigelson, ce Français qui a conduit les Russes à Auschwitz” [“Raphaël Feigelson, o Francês que conduziu os Russos a Auschwitz”]. Sempre disse que Raphaël Feigelson mentiu sempre que respirava. Em 1945, ele afirmou que em Auschwitz, tinham morrido 7 (sete!) milhões de pessoas. (R. Faurisson, Ecrits révisionnistes (1974-1998), 1999, p. 1731, onde fontes e explicações são fornecidas: http://robertfaurisson.blogspot.com/1995/12/combien-de-morts-auschwitz.html).

Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).

O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.

O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).

Mais do que nunca, vamos exigir que esses preciosos registos sejam publicados!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Maior Mentira Tem Pés de Barro!



Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:


“99% dos testemunhos não podem ser comprovados”!

“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]

O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.

Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia
aqui.

Surpreendidos? Só pode ficar surpreendido quem nunca viu
O MAIS IMPORTANTE SITE VISUAL DO MUNDO SOBRE O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO DO MUNDO - 9 horas de vídeos que mostram como o holocausto é um mito: uma grande mentira que justifica guerras, militarismo e colonialismo Judaico.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Libertação Mentirosa



Todos os dias, nos mais variados parâmetros que os média nos podem apresentar, somos obrigados a recordar o Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial.
É suposto transportar connosco um sentimento de culpa para com estas pessoas que passaram a ser vistas como as únicas vítimas da sociedade.
Por outro lado, ouvimos falar muito pouco dos Polacos, dos Russos ou mesmo dos Ciganos, que sofreram tanto ou ainda mais que eles devido a uma mentira que insiste em arder nos corações do resto da humanidade.

Naturalmente, aconteceram coisas horríveis durante a guerra, mas é ainda mais horrível permitir que a mentira seja usada para promover a culpa, o mau entendimento, a chantagem ou ainda para causar mais mal. Mais tarde ou mais cedo, haverá uma confrontação mundial que faça denunciar estas mentiras já sem qualquer medo.

O facto é que o Holocausto se resume ao dinheiro, à legitimação de Israel e à total negação da existência de uma intenção ou acção negativa do povo Judaico.

Os Judeus sentem-se ultrajados quando é mencionado que muitos Ciganos e Russos sofreram o mesmo destino que eles porque comparar um ‘sub-humano’ a um Judeus é algo inconcebível.
As escrituras Judaicas afirmam que a vida de um Judeu é a coisa mais preciosa para Deus e que a vida de um não-Judeu (ou ‘goy‘) não tem qualquer valor.

Morreram muitos Judeus, mas de forma alguma os seis milhões que são aclamados (o Relatório do Total de Mortes Oficiais da Cruz Vermelha aponta para 271 201 mortos).
O historiador David Irving (entre muitos outros) mostraram que não existiram quaisquer câmaras de gás para fins homicidas nos campos de concentração. Era impossível para os Alemães gasearem e depois queimarem 12000 Judeus todos os dias. Teriam que existir, igualmente, restos de ossos ou cinzas com resíduos de cianeto. Nada disto foi encontrado. Até mesmo o Memorial de Auschwitz que afirmava que tinham morrido 6 milhões, diz agora que foram, afinal, pouco mais de um milhão.

Não está em causa que um milhão ainda são muitas pessoas. Porém, não podemos esquecer o grau de sofrimento que eles tiveram e o tratamento que receberam por parte dos Nazis. Assim como não podemos esqueceram que foram os banqueiros Judeus que financiaram os Nazis e que os Sionistas pressionaram as nações ocidentais para não deixarem sair os Judeus da Alemanha antes dos começo da guerra.

Por razões políticas e económicas perversas, os Sionistas não desejavam que os Judeus fossem para nações livres e tinham como pensamento único o objectivo de declararem a Palestina um território Judaico.

Há muitas pessoas que defendem que todas as principais e maiores guerras ocorridas nos últimos séculos foram instigados e fundadas pelos banqueiros internacionais Sionistas.

Vamos analisar melhor: primeiro instigam a guerra. Depois, durante a guerra, emprestam grandes quantidades de dinheiro que originam altos juros, beneficiando posteriormente o seu poder bélico. Depois da guerra, compram propriedades e indústrias “ao preço da chuva” às nações derrotadas.

Os Sionistas controlam as economias, os governos, os acordos/conflitos entre as maiores nações. Eles controlam a economia diária, a inflação e a deflação. Eles envolveram-se numa guerra económica para a criação da Grande Depressão nos EUA, com a qual obtiveram grandes quantidades de propriedades e negócios, executando a dívida de hipotecas.

Temos que perceber que nada neste mundo “acontece por acaso”, especialmente no que diz respeito a acontecimentos globais. Tudo tem uma razão por detrás. Existem forças que controlam tudo aquilo que acontece neste mundo, existindo um “governo sombra” bem escondido.

Dizem-nos que não podemos esquecer o Holocausto e menosprezamos todos os outros genocídios que ocorreram contra outros grupos. O mundo esquece facilmente os 20 milhões de Russos mortos durante a Segunda Guerra Mundial ou as atrocidades cometidas pelas forças Aliadas. Os Americanos utilizaram não uma, mas duas bombas nucleares contra populações civis.
Por que é que o que acontece com estes outros grupos parece não ter qualquer importância?

Porque para obter a resposta… nós precisamos de olhar apenas para a propaganda Judaica e para os dogmas das escrituras: a vida de um Judeu interessa, só um Judeu é um ser humano; os não-Judeus não interessam, as suas vidas não têm qualquer importância.

Os média são controlados pelos Sionistas, e porque a maioria deles são Judeus, investiram grandemente na sua própria história. Contrariar as mentiras do Holocausto é ilegal em alguns países e lá aparece o rótulo do “anti-Semitismo”.

Os Nazis autorizaram que saísse da Alemanha um navio carregado de Judeus para verificarem se algum outro país estaria disposto a receber aqueles Judeus. Mas todos os países, inclusivamente os EUA, recusaram autorizar os refugiados a desembarcarem. Devido a esta política universal Sionista em aceitar Judeus (devido ao seu desejo de aclamar Israel como a pátria dos Judeus), muitos deles foram sacrificados. O navio carregado de Judeus foi obrigado a regressar, como se estivéssemos perante um autêntico sacrifício.

Se quiserem uma prova de que estamos certos basta observar a reacção dos Judeus perante tudo o que é afirmado neste vídeo. Como estamos perante uma mentira e um embuste, eles procuram negar tudo e descredibilizar quem tenta fazer qualquer investigação sobre o assunto. Desta forma, através de todas as negações e encobrimentos que eles procuram criar, eles próprios estão a dar-nos a prova de que tudo não passa de um embuste.

A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

domingo, 7 de junho de 2009

Selecção em Auschwitz-Birkenau


A moral deste relato é que não se pode escrever a história somente se apoiando nos depoimentos das testemunhas.

A versão oficial nos imposta pelo código penal afirma que a SS separava, logo na chegada a Auschwitz-Birkenau, os recém-chegados segundo o sexo, e então os colocava em duas filas:

- de um lado, “a fila direita”, formada por aqueles capacitados ao trabalho e que a princípio eram poupados, mas depois agraciados com uma morte rápida através do trabalho;

- do outro lado, “a fila esquerda” composta por incapacitados ao trabalho, (os doentes, inválidos, as crianças e suas acompanhantes) e que eram escolhidos para o gaseamento e incineração imediata.

As pessoas que não acreditam nisso são os incrédulos, ou seja, seres repugnantes e mais além, criminosos de pensamentos (segundo Lionel Jospin). Analisemos então o caso do comboio belga nr. XXV, que a 21 de maio de 1944 chegou a Auschwitz, ou seja, no início do período negro da história deste campo (numa época quando devia haver teoricamente uma capacidade máxima diária de 24.000 gaseados).

(...)

A descrição que nos fornece Régine B. sobre a seleção, após a chegada, não poderia se ajustar melhor no dogma do holocausto: o relato é sobre guardas armados da SS, de chicote, com cachorros que latiam (como se vê, todos os ingredientes que não se encontram nas fotos que foram feitas em Auschwitz). Bem lembrado, Régine B. não perde a oportunidade para difamar os revisionistas que duvidam de seu relato. Mas o que aconteceu exatamente na rampa?

Pode continuar a ler aqui.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A Misteriosa Lista de Auschwitz


Os historiadores que estudam Auschwitz estão a pedir ajuda depois de terem encontrado uma misteriosa lista de 17 soldados Britânicos escondida num bunker daquele campo Nazi. Os nomes foram descobertos por acidente durante um trabalho de rotina de preservação naquele campo Polaco e surpreenderam os historiadores locais.Alguns acreditam que possam ter sido prisioneiros de guerra Judeus que foram mandados para morrerem naquele campo depois da sua captura.

O historiador Polaco Dominik Synowic questiona-se: "O que teria sido aquela lista continua a ser um mistério.”"Eram claramente nomes de soldados Ingleses, presumivelmente prisioneiros de guerra, mas temos que tentar descobrir mais sobre eles e queremos que a Grã-Bretanha nos ajude. Os apelidos incluem os nomes Osborne, Lawrence e Gardiner (…)”.

Outros acreditam que a lista possa conter os nomes de alguns dos homens que pertenceram à Divisão SS Britânica e que lutaram ao lado dos Nazis na Segunda Guerra Mundial.” Sem mais informações, não chegaremos a qualquer conclusão. Podem ter sido até soldados que morreram na libertação do campo”, acrescentou um historiador.

Leia aqui a notícia na íntegra.

Auschwitz - Noticiário Semanal de 1948

Em Cracóvia, terminou o processo do tribunal Polaco contra os principais responsáveis pelo Campo de Concentração de Auschwitz.

Os acusados são sentinelas alemãs ou funcionários alemães da administração.

Foram comprovadas crueldades desonrosas contra os detidos, principalmente contra as prisioneiras femininas.

No total, morreram aproximadamente 300.000 pessoas de diferentes nacionalidades no Campo de Concentração de Auschwitz.

O Tribunal condenou à morte 23 acusados, 6 deles à prisão perpétua, 10 a penas longas, um foi absolvido. O Campo de Concentração de Auschwitz permanece como memorial da vergonha, da forma como hoje se encontra, como homenagem às suas 300.000 vítimas.

Segundo o noticiário, os PRINCIPAIS acusados foram condenados.

OU SEJA, OS "OUTROS" SUPOSTOS CRIMES - SE REALMENTE ACONTECERAM - FORAM EM ESCALA MUITO MENOR E OS ACUSADOS NÃO RECEBERAM O TÍTULO DE "PRINCIPAIS ACUSADOS".

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Auschwitz - Os Factos e a Lenda


No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia Alemã. Porém, no mês de Maio desse mesmo ano iniciaram-se nos seus arredores as edificações de um "campo de trânsito" para receber dez mil prisioneiros Polacos.
Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente Polacos e Judeus — ao lado de trabalhadores civis.

Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um "campo de extermínio" (expressão inventada pelos Aliados). Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de pavilhões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica Alemã, o tifo — uma enfermidade endémica entre a população Judia Polaca e entre os prisioneiros de guerra Russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos Alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinqüenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945. [Pode continuar a ler sobre este assunto aqui]

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Quando o Poder dos Média Ainda Era Pequeno...



Retirado daqui.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O Album de Auschwitz


Entre o horror, alguns oficiais e outro pessoal daquele campo foram, digamos, vivendo: apanhando banhos de sol, fazendo piqueniques, elaborando decorações. Como mostram estas espantosas fotografias, Auschwitz não era o inferno para todos. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 30 de abril de 2008

As Mentiras de Auschwitz

É, naturalmente, importante pôr um travão sem precedentes a Auschwitz e todas as outras alegações do “Holoconto”. Mas as mentiras são tão numerosas e intermináveis que não seria possível responder a todas elas antes que novas mentiras fossem inventadas pelos "grandes mestres da mentira," como Schopenhauer uma vez os baptizou. Mais eficiente que a defesa do “nós não o fizemos” seria uma ampla OFENSIVA contra as mentiras, começando com o holocausto muito real em DRESDEN como peça central. Isso deve ser repetido constantemente como uma parte normal do vocabulário revisionista e juntando as 60-66 milhões de perdas não-Judias da Segunda Guerra Mundial. [leia a notícia na íntegra]