domingo, 31 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XX)


20) Em 2004, um historiador francês, Florent Brayard, publicou uma obra intitulada: La «solution finale de la question juive». La technique, le temps et les catégories de la décision, Paris, Fayard, 640 p. Em 2005, numa resenha desta obra, podem-se ler as três frases seguintes: «Sabe-se que o Führer não redigiu, nem assinou uma ordem de supressão dos judeus, que as decisões – posto que houve várias – foram tomadas no segredo de conversações com Himmler, eventualmente Heydrich e/ou Göring. Supõe-se que, mais que uma ordem explícita, Hitler deu a sua aprovação a solicitações ou projectos dos seus interlocutores. Eventualmente não a terá ele sequer formulado, dando-a a entender através de um silêncio ou um gesto de assentimento» (Yves Ternon, Revue d’histoire de la Shoah, Julho-Dezembro de 2005, p. 537).

Observação: Quase a cada palavra, estas frases demonstram que o seu autor se encontra reduzido a especulações aventurosas. Quando ousa avançar sem o mínimo indício que eventualmente Hitler se fez entender por «um silêncio ou um gesto de assentimento», não faz mais que retomar a teoria do «nod» (sinal de cabeça do Führer!) emitida pelo professor Christopher Browning no processo Zündel em Toronto em 1988. Nenhum universitário de convicções anti-revisionistas se mostrou mais patético nem mais néscio que este shabbat-goy. A tal ponto é verdade que, aniquilada pelas vitórias revisionistas, a tese oficial acabou por esvaziar-se de todo o conteúdo científico.

Inacreditável: Ao Serviço da Verdade Histórica!

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Referência a alguns artigos do site Inacreditável (sempre a lutar pela verdade histórica!)

A Revisão Histórica: rompendo barreiras

Sou um negador do Holocausto, por outro lado, acredito que os “nazistas” planejavam o extermínio do povo Judeu.

Deixe-me dizer: estou, desde o início, com o Bispo Richard Willianson nesse ponto. Não houve um holocausto (ou Holocausto, como meu computador insiste em corrigir) e seis milhões de Judeus não foram assassinados pelo Terceiro Reich. Essas minhas duas afirmações são verdades irrefutáveis, ainda que este discurso possa fazer com que eu seja preso em metade dos países da União Européia.

Então, nas circunstâncias certas eles poderiam até me extraditar para a Suécia para o julgamento, um país que heroicamente supriu o Terceiro Reich com reservas de minério de ferro, até mesmo quando as últimas vítimas do genocídio Nazista estavam sendo mortas.
O quê? Eu admito que houve mortes e genocídio (ou Genocídio, como meu corretor quer que eu chame), mas quase que com a mesma força eu insisto que não houve um holocausto? Como isso é possível? Bem, se você transformar eventos históricos em
dogmas políticos atuais, (que até meu computador acredita) você estará então criando um tipo de religião secular, sem nenhum deus, que se torna obrigatória para qualquer um que queira participar da vida pública. Mesmo que os dogmas, por definição, são tão simplistas e grosseiros que não apenas são habitualmente falsos, como de fato provavelmente o são.

De acordo com a lei alemã, é uma ofensa dizer que seis milhões de Judeus não morreram em um holocausto. Muito bem então. Eu sou um criminoso na Alemanha. Por mais eficientes que fossem os Nazistas, eles não eram tão cirurgicamente precisos a ponto de matar seis milhões de Judeus – nenhum Judeu a mais ou a menos. Leia o resto do artigo
aqui.


Dr. Mengele e os gémeos de Auschwitz

Nenhum historiador foi ainda capaz de explicar por que estas crianças não foram gaseadas imediatamente na sua chegada ao campo.

Helena Kubica, pesquisadora do Museu de Auschwitz, publicou um longo artigo sob o título "Dr. Mengele e seus crimes no Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau". À procura por provas documentais para os supostos experimentos criminosos de Mengele em gêmeos, a autora vasculhou diversos documentos sobre as atividades do Dr. Mengele que estavam guardados no arquivo do Museu.
Mengele mandou construir um Jardim da Infância

Dr. Mengele iniciou suas atividades em Auschwitz a 30 de maio de 1943. Seu superior direto, o médico SS Dr. Eduard Wirths, nomeou-o como médico do chamado "Campo das famílias de ciganos", na área BIIe de Birkenau. [1] Mengele interessou-se principalmente pelo estudo de gêmeos, especialmente crianças, e organizou em seguida para isso uma sala de recepção:

"Na área do campo dos ciganos, ele mandou construir nos barracos 29 e 31 um Jardim da Infância – uma espécie de creche e pré-escola, onde vieram não apenas as crianças que estavam sob sua observação (elas habitavam o barraco 31), mas também as crianças ciganas até 6 anos. Ao todo, algumas centenas de crianças permaneciam no Jardim da Infância entre 8 e 14 horas, e eram assistidas por várias prisioneiras [...]. Os barracos usados como Jardim da Infância estavam em melhor estado do que o resto, pintados internamente, decorados com quadros coloridos que representavam cenas de lendas e contos. Por um curto período, as crianças que ali viviam recebiam um tratamento melhor – leite, manteiga, pão branco, sopa de carne, até bolo e chocolate [...]. A área atrás do barraco 31 foi cercada, ali se construiu um parquinho para as crianças com caixa de areia, carrossel, balanço e barras". (Pág. 381)

Para H. Kubica, tudo isso servia exclusivamente para "fins de propaganda" (pág. 381), pergunta-se apenas - para quem - uma vez que em Auschwitz não tinha qualquer platéia exceto os detentos. E a inacreditável e rica instalação, e justamente para um Campo de Concentração – como mencionado pela antiga detenta Anna Lipka (pág. 389) – era muito boa para as crianças para ser usada somente com "fins de propaganda". Esta descrição não está naturalmente em ressonância com os indescritíveis crimes que pesam contra Dr. Mengele, mas H. Kubica tem na manga uma "prova" decisiva. Leia o resto do artigo aqui.


Internada brasileira que simulou ataque "nazista"
Internada na Suíça brasileira acusada de simular ataque
A brasileira Paula Oliveira foi internada ontem em um hospital psiquiátrico em Zurique, na Suíça, três meses depois de ter simulado um ataque neonazista. Fontes do Judiciário local confirmaram a informação, mas disseram que a internação não foi feita por ordem judicial. A decisão teria partido de médicos e da própria família.

Em fevereiro, Paula, de 27 anos, foi protagonista de uma saia-justa entre a diplomacia suíça e brasileira. Ela afirmou à polícia local que havia sido vítima de um ataque xenófobo em uma estação de trem no subúrbio da cidade, onde morava com o namorado Marco Trepp.
A brasileira afirmou que seu corpo foi marcado pelos agressores com a sigla do SVP (Partido do Povo Suíço), maior partido de direita do país. Paula ainda contou que o ataque teria feito com que ela abortasse de gêmeos e acusou os policiais que a atenderam de terem desconfiado da veracidade da história. O governo brasileiro entrou no caso e até o embaixador da Suíça no Brasil foi convocado pelo Itamaraty para dar explicações.

Paula está sendo alvo de um processo por falso testemunho, mas sua condição psiquiátrica é instável. Seu advogado, Roger Muller, confirmou que Paula está tendo "acompanhamento profissional", mas não quis entrar em detalhes. Ela foi levada ontem para uma clínica apresentando um quadro tido como "complicado". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
FONTE: UOL

Relembre a FARSA da brasileira que simulou ataques de malvados "neonazistas" na Suíça, endossada pelo já conhecido "jornalismo" policialesco que sobrevive à sombra da Ameaça Fantasma...

sábado, 30 de maio de 2009

Os Limites do Terrorismo e Outras Notícias


O artigo é interessante e decidi, tendo em conta as críticas de que coloco demasiadas coisas em Inglês, disponibilizar a tradução da mesma em "Português" (com o devido respeito pelo tradutor e pelo seu trabalho, tive que colocar as aspas depois de ler o texto...).

Original em inglês: The Limits of Terrorism

Tradução: Joseph Skilnik

O terrorismo funciona, isto é, consegue alcançar os objetivos dos seus perpetradores?

Com os ataques do terror tendo se transformado em uma rotina e em uma ocorrência quase diária, especialmente no Iraque, Afeganistão e Paquistão, a sabedoria popular sustenta que o terrorismo funciona muito bem. Por exemplo, o já falecido Ehud Sprinzak da Universidade Hebraica atribuiu a predominância do terrorismo suicida à sua "pavorosa eficácia". Robert Pape da Universidade de Chicago argumenta que o terrorismo suicida está aumentando "porque os terroristas aprenderam que ele compensa". O professor de direito de Harvard, Alan M. Dershowitz, intitulou um de seus livros Porque o Terrorismo Funciona.

Mas Max Abrahms, membro na Universidade de Stanford, contesta esta conclusão, observando que ela se foca estreitamente nas famosas vitórias, porém raras, do terrorismo - ignorando, o mais amplo, se não o mais obscuro do padrão dos fracassos do terrorismo. Para remediar esta deficiência, Abrahms analisou detalhadamente cada um dos 28 grupos terroristas assim designados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos desde 2001 e calculou quantos deles alcançaram seus objetivos.

Seu estudo, "Porque o Terrorismo não Funciona", descobriu que esses 28 grupos tiveram 42 objetivos políticos diferentes e que alcançaram somente 3 deles, uma taxa de êxito desprezível de 7 por cento. Essas três vitórias seriam: (1) o sucesso de Hisbolá em expulsar tropas de paz multinacionais do Líbano em 1984, (2) o sucesso do Hisbolá em expulsar as forças israelenses do Líbano em 1985 e em 2000 e (3) o sucesso parcial dos Tigres Tâmeis na conquista do controle sobre as áreas do Sri Lanka após 1990.

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

Paralelamente, gostaria que analisassem esta notícia sobre os supostos abusos em Abu Ghraib.

A eterna luta dos "bons" contra os "maus" leva sempre à tomada de medidas radicais que permite, mais tarde ou mais cedo, uma desculpabilização das mesmas porque... as intenções eram boas... Era tudo feito para "nos proteger"... Tudo fazia parte da tal "guerra preventiva" - a "guerra boa dos bons" - à qual se associam os tais "danos colaterais" que para outros - os "maus" - têm a denominação de "massacres" ou "genocídios".

Outros "crimes" que parecem estar a tomar proporções interessantes - se a situação não fosse trágica passava por cómica - são os denominados "crimes do pensamento" - reparem na fotografia o pormenor de apanhar Toben a fazer uma "saudação" muito peculiar (este jornalismo independente espanta-nos pelo seu profissionalismo!).

Existem certos grupos de pressão que sempre que dão uns pulinhos de indignação, obrigam alguns governantes a "retratarem-se", numa quase humilhação cada vez mais difícil de suportar.

Para essa gente, pior do que ser homicida, pedófilo ou corrupto, é ser um "revisionista"! Porque todos têm que pagar! Todos... os que algum dia se atreveram a enfrentar os representantes do "povo eleito". Não me admirava nada que ainda inventassem uma lei para que, mesmo depois de morto, alguém lhes fosse cobrar alguma coisa...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O Livro da Quinta



O novo livro de Antony Beevor, que pode ser encontrado aqui, já está a levantar alguma polémica, especialmente depois Beevor ter referido que o bombardeamento Aliado à cidade Francesa de Caen, durante o Dia D, "esteve muito próximo de ser um autêntico crime de guerra".
Leiam mais sobre este assunto
aqui.

Revisionismo do Holocausto (IV)






(continuação)


* Frequentemente se verifica que as cópias imprimidas do julgamento não combinam com as gravações dos mesmos e é evidente que foram alteradas para encobrir factos embaraçosos levantados pelos defensores dos réus.


* Auschwitz não era um ‘campo da morte’, como foi alegado nos julgamentos, mas um grande complexo industrial na Polónia e onde os detidos eram obrigados a trabalhos forçados.
Os Nazis estavam desesperados por arranjar mão-de-obra, por isso teria sido completamente irracional ‘gasearem’ quem quer que fosse, tal como seria completamente irracional para eles maltratarem-nos ou subalimentá-los. Na realidade, existia um tribunal especial, sob as ordens do Juiz SS Konrad Morgen, para julgar as queixas contra abusos de prisioneiros. Para além disso, Heinrich Himmler, que era a autoridade máxima sobre os campos, mandou um memorando para todos os seus comandantes para que a morte de detidos fosse reduzida ao mínimo ‘a todos os custos’ – algo que dificilmente se poderia esperar num ‘campo da morte’. E quando foi alegado nos julgamentos que tinham sido ‘gaseados’ 4 milhões de Judeus em Auschwitz, os registos do campo Alemão não foram admitidos como prova e, provavelmente, teriam sido encontradas outras respostas em benefício dos réus.
Particularmente, os livros das mortes em Auschwitz, que foram mostrados ao mundo há uma década pelo governo Russo, mostram que morreram apenas cerca de 74,000 pessoas em Auschwitz durante a sua operacionalidade, a maioria de tifo, dos quais apenas 30,000 eram Judeus. Além do mais, os referidos crematórios não foram utilizados para ‘matar Judeus’, mas antes para a disposição sanitária dos corpos que tinham morrido com tifo.

(continua)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Qualquer Dia, Num Local Bem Perto de Si...


(…) O estado tem uma ponderosa arma à sua disposição para controlar as massas: o medo. A minoria pode controlar e escravizar a maioria enquanto a maioria temer a minoria. O estado fará tudo o que estiver ao seu alcance para manter esse controlo. O estado mentiu em diversas circunstâncias, como no ataque a Pearl Harbor; mentiu sobre o incidente no Golfo de Tonkin; mentiu sobre o atentado na cidade de Oklahoma; mentiu sobre o TWA 800; mentiu sobre Ruby Ridge; mentiu sobre Waco e mentiu sobre o o 9/11. A grande essência do governo é o medo e a mentira.

Leia o artigo na integra aqui.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Sete Crianças Judias

O recente bombardeamento de Israel e a invasão terrestre da Faixa de Gaza, tiveram como consequência a morte de 1.417 Palestinianos; treze Israelitas foram mrtos, cinco deles por “fogo amigo”. Milhares de Palestininos foram seriamente feridos e ficaram sem cuidados médicos, abrigos e alimentos adequados. Entre os Palestinianos mortos, mais de 400 eram crianças. Em resposta a esta devastação, Caryl Churchill escreveu uma peça: ‘Seven Jewish Children’ [Sete Crianças Judias]

A pequena peça de 10 minutos de Churchill consiste em sete curtas cenas em que adultos Israelitas discutem como deverão explicar às crianças, que nunca são vistas em palco, sete momentos chaves de Israel e da história Judia. Isto inclui o Holocausto, a primeira Intifada e o recente bombardeamento de Gaza. De acordo com Churchill, a peça explora "as dificuldades de explicar a violência às crianças.


Revisionismo do Holocausto (III)






[continuação]


* Muitas das atrocidades alegadas em tribunal são agora consideradas falsas por inúmeros historiadores, mesmo os “oficiais”, sendo a mais conhecida das histórias aquela que dizia que os corpos dos Judeus serviam para fazer sabão e a sua pele era utilizada para candeeiros.
É evidente que essas histórias foram criadas como propaganda de Guerra, tal como outras histórias semelhantes durante a Primeira Guerra Mundial, sobre os bebés que eram mortos com as baionetas.

* Os acusados em tribunal não tiveram oportunidade de reunir provas para a sua defesa e, como não bastasse, ainda tinham pouca comida, eram sujeitos a um clima de frio sem a roupa adequada, à privação do sono e - tal como foi confirmado mais tarde - muitas vezes brutalmente agredidos.
Para além disto, aqueles que foram condenados à morte tiveram as sentenças adiadas até poderem ser executadas nos principais dias sagrados dos Judeus, numa espécie de celebração para a “difamação do sangue”.

[continua]

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mais Umas Ligações


Na coluna da direita foram associados mais duas ligações fixas que podem consultar, nomeadamente, o blogue de Evandro Cristofolini, um professor de História "com os olhos mais abertos" do que muitos dos seus colegas e também The National Association of Forensic Historians onde se discute o que foi realmente o campo de Treblinka.

O Revisionismo em Linha sempre a crescer!

Partido Popular Monárquico Denuncia 'Bilderberg'


No seu blogue oficial destinado às eleições europeias o Partido Popular Monárquico (PPM) denunciou a presença de Manuela Ferreira Leite (líder do maior partido da oposição, o Partido Social Democrata – PSD) e de Manuel Pinho (ministro da Economia, Partido Socialista) na última reunião do Grupo Bilderberg na Grécia.

O elitista, capitalista e multinacional Grupo Bilderberg encontra-se uma vez por ano e reúne as principais figuras políticas e os mais relevantes executivos capitalistas bem como os principais patrões da comunicação social. A reunião deste ano decorreu na Grécia de 14 a 17 de Maio.

Podem continuar a ler esta notícia aqui.

domingo, 24 de maio de 2009

'Afirmacionistas' VS 'Negacionistas'


A campanha de ‘demonização’ do Revisionismo Histórico, após os capítulos de rotulagem já conhecidos – os Revisionistas têm que ser, necessáriamente, “racistas, xenófobos, nazis”, para além de “dementes, broncos e apologistas do ódio e branqueadores dum certo regime”, entre outros ‘mimos’ – passamos à etapa da mudança do nome de quem procura apenas outro caminho para a verdade histórica, seja referente ao facto denominado “holocausto” ou a qualquer outro: passámos a ser conhecidos como “negacionistas”…

Ao contrário do que muitos dizem, nenhum revisionista pretende cair na ‘vitimização’. O que os revisionistas não percebem é o porquê de tantos procurarem silenciá-los de todas as formas possíveis. Como já referi, actualmente, os revisionistas passaram a ser considerados ‘negacionistas’. Porém, esse termo não tem qualquer sentido porque, pessoalmente, não ando aqui a ‘negar’ seja o que for. Eu não nego, AFIRMO!

Mas do que têm medo, afinal, certas pessoas e certos grupos, sejam eles religiosos, políticos ou outra coisa qualquer?! Os ‘afirmacionistas’ (vou, a partir de hoje, tratá-los assim) apenas e só se preocupam em defender a história oficial do facto histórico denominado “Holocausto”. Tudo o que possa questionar o que para eles é intocável, é prontamente remetido para o “anti-semitismo” e “propaganda nazi” e leva, quase imediatamente, o autor a pesadas penas, que podem ir desde a multa à prisão.
Este tipo de “resposta” só mostra que o argumentos “afirmacionistas” para as questões revisionistas estão a esgotar-se. E só lhes resta a repressão, a censura, a violação da liberdade de expressão e de informação!

MAS DO QUE TÊM MEDO, AFINAL, ESTES “AFIRMACIONISTAS”?!

Qualquer pessoa – mesmo sem ser historiador - sabe que qualquer dado mais recente pode influenciar e até alterar toca a concepção que tínhas sobre um determinado facto histórico. Tudo está sujeito à mudança. PORQUE É QUE O HOLOCAUSTO HAVERIA DE CONSTITUIR EXCEPÇÃO?!

Vejam aqui. Histórias, historietas, historinhas, umas importantes, outras nem por isso. Ninguém vai castigar quem “denuncia” novos dados. Mas aqui já muitos irão dizer que é “anti-semitismo”… porque Einstein era Judeu…

Mas não ficamos por aqui quanto a pesos e medidas diferentes. É sabido que “a besta nazi” não tem perdão para certas pessoas. Porém, sobre “outras bestas” essas mesmas pessoas parecem nunca ter nada a dizer. Vejam aqui (ou aqui) como este tipo de notícia pouco ou nada é difundida pelos média. Isto porque há mais de 60 anos que nos habituámos a ver sempre os mesmos “maus” e os mesmos “bons”… E depois seria confuso para certas pessoas explicar-lhes como é que “os bons” fizeram coisas comos estas… E como é que alguns "bons" da actualidade se comportam. Quem diria que certos "salvadores", autênticos "polícias do mundo" poderiam fazer estas coisas?...

O Revisionismo Histórico não se limita à Segunda Guerra Mundial. Factos mais recentes têm merecido uma atenção particular – apesar de haver sempre alguém que, não tendo outro argumento – prefere olhar para o lado e dizer que tudo não passam de “teorias da conspiração”.

Podemos até compreender que algumas pessoas andem preocupadas, mas depois de lermos coisas como esta, fica bem clara e definida a nossa posição: NÃO NOS CALAREMOS E NUNCA NOS CALARÃO! Por muito que isso custe a muita gente!

sábado, 23 de maio de 2009

Revisionismo do Holocausto (II)



[continuação]


A versão, aceite pela maioria, deste evento – ou mais propriamente, deste NÃO-evento – é aquela que eu denomino de Versão Judia Ortodoxa d Holocausto [Orthodox Jewish Version of the Holocaust – OJV] que defende que os nazis assassinaram ‘seis milhões’ de Judeus em ‘câmaras de gás’. No entanto, a tal ter acontecido, existem inúmeros problemas com a OJV. De seguida, está uma lista com os principais.
* As ‘provas’ para a OJV consistem, essencialmente, em registos dos “testemunhos” dos julgamentos de Nuremberga.

No entanto, os Judeus, como forma de vingança, foram, em muitas ocasiões, encarregues desses julgamentos. (De acordo com Louis Marshalko, no seu livro The World Conquerers, dos 3000 funcionários judiciais, 2400 eram Judeus). Acrescentava-se ao problema o facto de que (1) não havia nenhum outro precedente histórico para julgamentos para crimes de guerra em que só os vencidos foram chamados para explicar as suas acções; e (2) estes julgamentos transgrediram o princípio fundamental de imparcialidade que ninguém pode ser condenado por transgredir uma lei que apenas foi instituída 'ex post facto', ie, depois do crime ser cometido.


* As 'confissões' usadas em tribunal foram bastante duvidosas, uma vez que muitas foram obtidas sob tortura ou através de outros métodos contrários a qualquer ética, tais como a ameaça à família dos que estavam a ser acusados (De acordo com o académico Britânico Vivian Bird, mais de cem réus Alemães foram agredidos nos testículos pelos seus “interrogadores”). Duas confissões foram particularmente duvidosas: a que diz respeito a Rudolf Hoss, comandante de Auschwitz, que terá sido (entre outras coisas) escrita numa língua que ele não dominava e que, posteriormente, levou à criação do número ‘seis milhões’; e a de Kurt Gerstein, cujas dúvidas até deram origem a dissertação de uma tese Francesa.


[continua]

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O Livro da Quinta


Evandro Cristofolini (podem ver o seu blogue aqui) deixou um comentário num 'post' anterior onde alertava para a saída de mais um livro pertencente à "linha testemunhal pseudo-literária Anne Frank". O livro foi editado no Brasil (a versão original pode ser adquirida aqui) e, com a devida vénia, vou fazer o "copy-past" do comentário do Evandro que considerei bastante demolidor.

"CHEGOU EM NOSSAS BIBLIOTECAS ESCOLARES UM LIVRO: “A MALA DE HANA” uma história real, da autora Karen Levine.Logo que o vi me interessei sobre seu conteúdo, já que se trata do famoso HOLOCAUSTO.

Para quem só conhece a versão oficial do Holocausto, o livro só reforça o que já se sabe, mas para quem já conhece um pouco da OUTRA versão, há muitas observações a se fazer. Se você for ler, ao terminar compartilhe comigo dessas dúvidas.

NO LIVRO CONSTA QUE:

Os judeus, e assim a família de Hana, eram obrigados a usar um pano amarelo com uma estrela quando saíam de casa. Mas por que as fotos de Hana e do irmão que constam no livro os mostram sempre tão sorridentes e felizes? (sem estrela e nem pano amarelo! Mesmo depois de seus pais terem sido enviados para os campos!)

Os desenhos de Hana: se os campos de concentração eram tão superlotados assim, se passavam fome, dormiam amontoados, como ainda podiam se organizar para aulas de pintura e música? No livro diz que nunca tinham privacidade, nunca havia comida suficiente, e ainda por cima, muitos nazistas CRUÉIS para patrulhar os campos!! (que espertos esses jovens judeus não? conseguiam burlar toda essa fiscalização! Impressionante!...)

Se os campos de concentração eram tão terríveis assim, os nazistas sempre cruéis e cheios de cães raivosos, prontos para atacar, como se explica que Hana poderia sair de vez em quando e ir sozinha até o prédio dos meninos para falar com seu irmão? Será que nenhum carrasco nazista com seu cão rangedor de dentes não iria perceber? E que coragem de Hana, você não acha?...Se os campos de concentração eram tão terríveis assim, por que as meninas podiam passar algumas horas por dia no pomar, cuidando das plantas e flores, e como menciona o livro, ainda aproveitando para fazer uma "boquinha" e comer alguns moranguinhos? Pelo certo teria que haver um carrasco gritando, mandando todo mundo calar a boca, talvez atirando em uma delas para servir de exemplo!! Se tivesse escrito isso, não teria ficado tão na cara!

Se o objetivo dos carrascos nazistas era matar essas pessoas, porque não fizeram isso logo no começo? Se a morte era assim tão previsível, não teria sido mais prático para os alemães matarem todos com um tiro na cabeça? Teriam poupado muito "gás venenozo"!

Se tantos inocentes judeus morreram nas alegadas câmaras de gás, milhões e milhões, tendo depois os seus corpos queimados, não deveriam existir montes de cinzas para a comprovação?Interessante que na história “real” de Hana, ela e o irmão estão sempre firmes, os pais são presos, e eles nem choram! Vão morar com os tios, mas todo dia almoçam na casa deles, onde a empregada faz a comida de sempre! (isso não é estranho?). Relato impressionante esse, tem até os pensamentos dela e do irmão, a narração é em primeira e em segunda pessoa, com inúmeros detalhes. Qual é a fonte?
Talvez tenha queimado em algum incêndio!!!...


O HOMEM DOS CUPONS: muito estranho também o fato contado de que o homem que distribuía cupons para o almoço ter gostado de Hana, os nazistas não eram sempre carrancudos e mal educados? Por que o soldado que distribuía o cupom ia mandar colocar mais pão em sua comida? Se ela seria enviada para uma suposta câmara de gás, qual o objetivo de alimentar? E depois, se dizem que os nazistas não gostavam de judeus, como ela explica o fato de um soldado querer dar mais comida para ela?...Aulas secretas no sótão dos prédios de concentração? Sem comentários...

Aulas de corte e costura? Se viviam empilhados e com fome, como as meninas teriam condições de dar cursos de corte e costura para si mesmas?

Professor de artes? Não era um prédio só para meninas? De onde vinha esse professor de artes? Será que os carrascos nazistas não iriam perceber que nesse prédio onde ela teria passado dois anos, havia aula de música e pintura? E as brincadeiras? Se estavam tão desesperados assim, tão empilhados e com fome, é de admirar que tivessem ânimo para brincar!!

O livro que mostra uma história “real”, conta que Hana reclamava que nunca havia o suficiente para matar a fome, os moradores recebiam uma rosquinha frita, uma vez por semana. Ela nunca comia a sua, deixava para entregar ao seu irmão!!Que emocionante! Ela estava morta da fome, ganhava uma rosquinha frita por semana e ainda não comia? (Meu Deus, qualquer leitor atento percebe que tem algo errado aí!)

Diz no livro (pág 83) o seguinte: Hana e suas antigas companheiras de quarto marcharam (já em Auschwitz, em direção às supostas câmaras de gás). Passaram por grandes barracões, viram os rostos esqueléticos dos prisioneiros, que olhavam pelas frestas das portas. Foram ordenadas a entrar num grande prédio. As portas se fecharam atrás delas com um barulho terrível!

Nesse fato a autora do livro se superou! Está narrando o que aconteceu com Hana, logo que chegou a Auschwitz. Até parece que a autora presenciou tudo, não é? Imagina, ela até sabe que o barulho da porta foi terrível! Quem contou isso a autora? Talvez algum soldado alemão com seu cachorro raivoso, arrependido de matar tantas criancinhas? Ou talvez o carrasco que acionou o suposto gás?...
Já que todos morreram pelo gás venenoso, como a autora pode “criar esse cenário”?


A MALA NÃO É ORIGINAL – ao final do livro tem uma observação, dizendo que a mala que foi enviada para o Japão não é a original, a “verdadeira” perdeu-se num misterioso incêndio? Desculpa perfeita não? Que incêndio mais conveniente!

O impacto de uma leitura dessas para os nossos jovens alunos é certeiro. Eles não vão se preocupar em fazer esses questionamentos, a maioria acredita no que lê, acha que é verdade!
Você já reparou como a visão tradicional do holocausto é repetida e VENDIDA incansavelmente? A maioria das pessoas que lerem esse livro vão lembrar de que os alemães mataram 6 milhões de judeus inocentes, um milhão e meio de crianças (FATOS NÃO COMPROVADOS!), que muitos foram mortos em câmaras de gás (QUE NÃO EXISTIRAM!).


LEIAM ESSE LIVRO, MAS PRESTEM ATENÇÃO PORQUE EM MUITAS OCASIÕES HÁ CONTRADIÇÃO ENTRE O QUE SE QUER INCUTIR SOBRE O HOLOCAUSTO E A HISTÓRIA DA MALA DE HANA.
NA MINHA OPINIÃO, JAMAIS ESSE LIVRO PODE SER UMA REFERÊNCIA SOBRE O HOLOCAUSTO, MUITO MENOS CONSIDERADO COMO UMA VERDADE HISTÓRICA!"


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Revisionismo do Holocausto (I)



Revisionismo do Holocausto Numa Única e Fácil Lição, por John "Birdman" Bryant.


[A tradução é minha e, naturalmente, por uma questão de espaço, a "lição" não será dada num único 'post', mas sim em vários].


Retirado do livro: Everything You Always Wanted to Know About Jews But Were Afraid to Ask Because You Thought You'd Be Called 'Antisemitic'

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´Crusade in Europe´ de Eisenhower é um livro de 559 páginas; os seis volumes da obra de Churchill, ‘Second World War’, totalizam 4,448 páginas; e os três volumes das ´Memoires de guerre´, de Charlles de Gaulle perfazem 2,054 páginas. Em toda esta autêntica massa de escrita, que totalizam 7,061 páginas (sem contar com as partes introdutórias), publicadas entre 1948 e 1959, não encontramos qualquer referência nem às “câmaras de gás” Nazis, nem ao "genocídio" dos Judeus, nem aos “seis milhões” de vítimas Judias durante a guerra. --Richard Lynn, Professor da Universidade de Ulster - http://www.rlynn.co.uk

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O termo “revisionismo histórico” foi usado pela primeira vez para identificar o trabalho do historiador Harry Elmer Barnes e dos seus seguidores, cujos trabalhos históricos iniciais abordavam a crítica à versão aceite dos factos ocorridos durante a Primeira Guerra Mundial que, segundo eles, possuíam enormes erros, mas foram fortemente influenciados pelos preconceitos de instituições que asseguravam sempre o trabalho dos “historiadores do sistema” responsáveis por essas versões. No entanto, Barnes realçou que o revisionismo histórico - "O esforço em corrigir os registos históricos à luz de uma maior recolha de factos e evidências, numa atmosfera política mais tranquila e numa atitude mais objectiva" nas suas próprias palavras (Barnes Review Oct 94: 3) – foi ele próprio uma actividade com uma longa história, recuando até mesmo à exposição da falsificação da "Doação de Constantino" por Lorenzo Valla (1407-57).

O assunto que atraiu maior atenção no revisionismo histórico, especialmente entre os estudiosos que contribuíram para a literatura revisionista e entre aqueles interessados nos resultados do trabalho revisionista, é o revisionismo do Holocausto, isto é, um exame ao suposto genocídio dos Judeus durante o Terceiro Reich.


[continua]


terça-feira, 19 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIX)


19) Em 2002, R. J. van Pelt, anteriormente mencionado, publicou The Case for Auschwitz. Evidence from the Irving Trial, Indiana University Press, XVIII, 571 p. Como se sabe, David Irving que é, quando muito, um semi-revisionista e que conhece mal a argumentação revisionista, perdeu o processo por difamação que tivera a imprudência de intentar contra a universitária judia americana Deborah Lipstadt. Tentou ineficazmente defender a tese – perfeitamente correcta de resto – segundo a qual não existiram câmaras de gás homicidas em Auschwitz. Mas, não obstante, marcou um ponto essencial e, se o juiz Charles Gray e outros juízes depois de si tivessem tido mais coragem, esse ponto deveria ter-lhe permitido vencer o pleito. O argumento resumia-se a uma fórmula de quatro palavras que eu havia lançado em 1994: «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocusto"]. O meu raciocínio havia sido o seguinte: 1. Auschwitz está no centro do «Holocausto»; 2. Os grandes crematórios de Auschwitz-Birkenau, ou Auschwitz-II, estão no centro do vasto complexo de Auschwitz; 3. No coração desses crematórios encontravam-se, ao que se diz, uma ou várias câmaras de gás homicidas; 4. Hoje apenas um desses crematórios (o crematório nº. 2), apesar de estar em ruínas, permite ir examinar a divisão que se pretende ter sido uma câmara de gás homicida; é o lugar presumido de um presumido crime; 5. Afirmam-nos que para matar os detidos judeus amontoados nesse espaço, um SS deslocando-se sobre o tecto de betão da dita câmara de gás, despejava o granulado de Zyklon-B através de quatro orifícios regulares situados no tecto; 6. Ora é visível à vista desarmada que tais orifícios jamais existiram; 7. Logo, o crime não pode ter sido cometido.
R. J. van Pelt, testemunhando contra David Irving, sofreu mil torturas para tratar de encontrar una refutação a este argumento. No final de contas, nem ele nem os seus colaboradores o conseguiram. O juiz Gray, também teve, por sua vez, que reconhecer «the apparent absence of evidence of holes» ["a aparente ausência de provas de buracos"] (acta verbatim, p. 490) e, de maneira mais geral, concedeu que «contemporaneous documents yield little clear evidence of the existence of gas chambers designed to kill humans» ["documentos contemporâneos aclaram pouco as dúvidas sobre a existência de câmaras de gás projetadas para matar seres humanos"] (p. 489; para mais detalhes, vejam-se as páginas 458-460, 466-467, 475-478 e 490-506). No próprio texto do julgamento, Charles Gray reconhece a sua surpresa: «I have to confess that, in common I suspect with most other people, I had supposed that the evidence of mass extermination of Jews in the gas chambers at Auschwitz was compelling. I have, however, set aside this preconception when assessing the evidence adduced by the parties in these proceedings» ["Tenho que confessar que, tal como a maioria das outras pessoas, as provas do extermínio em massa de Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram convincentes. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando estiver a avaliar as provas apresentadas pelas duas partes em disputa neste processo"] (13.71).
O fracasso dos historiadores-acusadores encontra-se aqui patente e David Irving devia ter ganho o seu julgamento graças a essa constatação de um juiz que lhe era hostil: decididamente os documentos da época não nos revelam senão poucos elementos de prova, que sejam claros, da existência das câmaras de gás nazis e, por conseguinte, de uma política alemã de extermínio dos judeus. Não é esta, ao fim e ao cabo, a conclusão a que já chegavam, como anteriormente observámos, muitos historiadores judeus, a começar por Léon Poliakov em 1951?

segunda-feira, 18 de maio de 2009

As Histórias de Wiesel


... Durante a sua carreira, Wiesel contou muitas histórias de encantar sobre as suas supostas experiências durante a Segunda Guerra Mundial. Podem ser denominadas "mentiras de verdade", uma vez que servem para edificar [um mito?] e porque são contadas com intenções, supostamente de boa natureza, mesmo sem serem verdadeiras. Nas páginas seguintes, examinarei de forma mais minuciosa uma dessas "mentiras de verdade. ... Elie Wiesel, tão admirado por muitos líderes Católicos dos EUA, é, na realidade, um vigarista que se enriqueceu com os seus enormes contos. Embora cortejado por vários representantes 'desencaminhados' da Igreja, ele é, actualmente, um franco inimigo do Catolicismo tradicional e não deveria desempenhar qualquer papel na vida Católica deste país. Leia aqui o artigo na íntegra. Aqui e aqui podem ler mais sobre o mesmo assunto.

Visitas, Visitas...

Este filme amador, agora a cores, mostra uma visita à Alemanha, no Verão de 1936, pelo antigo primeiro-ministro Britânico David Lloyd George. Mostra o encontro com Hitler em Berchtesgaden, com os dois estadistas a toamarem uma refeição. Curiosamene, e impressionado com tudo o que viu, Lloyd George expressou o seu elogio a Hitler e ao Terceirao Reich Alemão.

sábado, 16 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVIII)



18) Em 2000, no final da sua Histoire du négationnisme en France (Paris, Gallimard), Valérie Igounet publicou um extenso texto no final do qual Jean-Claude Pressac, que fora um dos mais acérrimos adversários dos revisionistas, assina uma verdadeira acta de capitulação.

Na realidade, retomando a expressão do professor Michel de Boüard, declara que o dossier do sistema concentracionário está «podre», e de modo irremediável. Escreve: «Poder-se-á rectificar o rumo?» e responde: «É demasiado tarde». Acrescentando: «A forma actual, ainda que triunfante, de apresentação do universo dos campos está condenada». E termina considerando que tudo o que se inventou em torno de sofrimentos demasiado reais está votado aos caixotes do lixo da história (p. 651-652). Em 1993-1994, esse protegido do judeu francês Serge Klarsfeld e do rabi americano Michael Berenbaum, director científico do Museu do Holocausto de Washington, havia sido celebrado no mundo inteiro como um extraordinário investigador que, no seu livro sobre Les Crématoires d’Auschwitz, la machinerie du meurtre de masse (Paris, CNRS editions, 1993) havia, ao que parecia, esmagado a hidra do revisionismo. Aqui, no livro de V. Igounet, assiste-se à assinatura da sua capitulação.

Observação: O grande público é mantido na ignorância sobre um facto capital: o homem providencial que a imprensa do mundo inteiro havia apresentado como um investigador extraordinário que havia finalmente descoberto a prova científica da existência das câmaras de gás nazis, esse homem acabou por reconhecer o seu erro. Alguns anos mais tarde, nem um único órgão de imprensa assinalou a sua morte.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Algumas Notícias e Um Livro

A "democracia", a "tolerância" e a "liberdade de expressão" são assim: quase todos os dias nos oferece exemplos de como é bom viver neste mundo onde tais valores são tão apregoados e aplicados. Vejam aqui e também aqui. Podemos falar de tudo - todos os dias são feitas novas descobertas - e podemos discordar de tudo... ou quase tudo, pois duvidar e questionar o "Holoconto" continua a ser o principal problema dos que se recusam em seguir o rebanho.

Num mundo onde certas potências estão imunes, até na tortura; num mundo onde existem certos 'mártires' que caiem rapidamente no esquecimento; num mundo onde os tribunais absolvem e libertam pedófilos e violadores; é neste mesmo mundo que outros "crimes", nomeadamente "do pensamento" têm aquele tipo de resposta.

O livro que gostaria de aconselhar para hoje é este, Spies: The Rise and Fall of the KGB in America. Nesse livro, Engelbert Broda é apontado como espião do KGB na Grã-Bretanha nomeadamente na área da energia atómica: são reveladas provas conclusivas de que o cientista Austríaco era um espião que trabalhava no coração do programa nuclear Britânico no tempo da guerra.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Filmes

Filmes diferentes, abordagens diferentes. Em comum, o facto de procurarem lutar contra a irritante moda do politicamente correcto da história oficial.

O primeiro já antes tinha sido falado aqui, mas resolvi insistir. Faz parte dos revisionistas serem insistentes e não se deixarem derrotar com retóricas.




Difamation - O que é o 'anti-semitismo' actualmente, duas gerações após o Holocausto? Na sua abordagem e exploração da vida moderna Israelita, Yoav Shamir viaja pelo mundo em busca da maior manifestação moderna do 'ódio mais antigo´ e oferece-nos respostas fantásticas.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVII)


17) Em 1996, Jacques Baynac, historiador francês, de esquerda e decididamente anti-revisionista desde 1978, acabou por admitir, pensando bem, que não havia provas da existência de câmaras de gás nazis. Apenas se pode constatar, escreve, «a ausência de documentos, de vestígios ou de outras provas materiais» (Le Nouveau Quotidien de Lausanne, 2 de Setembro de 1996, p. 16, e 3 de Setembro de 1996, p. 14). Mas diz que persiste em crer na existência dessas mágicas câmaras de gás.

Observação: Em suma, J. Baynac diz: «Não há provas mas creio», enquanto que um revisionista pensa: «Não há provas, portanto nego-me a crer e o meu dever é contestar».

segunda-feira, 11 de maio de 2009

De Regresso, Sempre Contra a Areia


De regresso, após uma semana complicada, com muito trabalho e problemas que afectaram o meu computador - até uma das contas do Gmail foi fechada sem explicação (felizmente já foi reaberta) - gostaria de partilhar com todos um comentário do Diogo que retirei de um blogue 'exterminacionista' que insiste em ter orgasmos pseudo-intelectuais sempre que um revisionista é multado ou preso - para eles, é assim que Holoconto se tem que manter e é assim que a liberdade de expressão deve funcionar.

"A História é uma ciência, embora com algumas características específicas. Está dependente de todo o tipo de provas e evidências incluindo testemunhos que podem ser falsos ou falsificados.

Quando existe controvérsia ou se pretende provar um determinado ponto, tal como acontece nas outras ciências, procede-se a uma investigação mais profunda dando-se a conhecer todos os pormenores dessa investigação, de forma a que outros cientistas possam reproduzir e avaliar a experiência e os resultados nas mesmas condições.

Tal só não acontece quando o cientista é um vigarista (e há muitos casos desses).

No holocausto a situação é infinitamente mais grave: não apenas não é permitido a todos os cientistas e historiadores investigar as evidências e locais, como ainda são julgados se ousarem colocar em dúvida a «verdade estabelecida». Este facto implica vigarice. Não há outra explicação possível."

Fim de citação. Mais resumido, mais simples, mais directo e mais verdadeiro é impossível.

Fica o apontamento. Um excelente apontamento.


Como tantas vezes já foi referido, este blogue pretende penas dar a conhecer outras versões da história, outras visões, outras análises e outros estudos, não havendo, necessáriamente e naturalmente, a total e cega concordância com tudo o que aqui divulgamos - ao contrário do que por diversas vezes nos acusaram.

E se a história tem, naturalmente, tantas interpretações - quase tantas como os seus protagonistas - também as notícias podem ser lidas e interpretadas de diversas formas.

Todos devem ter visto este vídeo. Passou em quase todas as televisões de todo o mundo, durante várias semanas. Racismo e xenofobia vende e aumenta as audiências dos média. Todos sabemos. O que não percebemos é porque é que, se o crime não tem "nem cor nem credo", este tipo de vídeo ou este ou este nunca passam e são ignorados pelos mesmo média. Porque será?

Mas vamos ao caso mais recente (já sei que vão aparecer para aí uns assalariados Sionistas que se vão colocar aos pulinhos para dizerem que eu tinha que vir defender o "nazi", mas carruagem passará sempre enquanto eles ladram.): a 11 de Novembro de 2007, por ocasião de uma manifestação da Juventude do partido "de extrema-direita" Democracia Nacional num bairro de imigrantes, devidamente autorizada, um violento activista antifascista foi assassinado no metropolitano. Josué Estébanez, um militar de 23 anos que se deslocava para a manifestação, foi detido e acusado de homicídio. Dois anos e meio depois, os vídeos de segurança foram divulgados pelo jornal El Pais e revelam imagens impressionantes.


No vídeo, vê-se Josué no metro, a chegar a uma estação em que entram dezenas de militantes antifascistas (que se deslocavam para uma contra-manifestação). Josué tira discretamente uma navalha do bolso. À entrada na carrugem dos activistas, seguem-se diversas provocações, devido à camisola Three-Stroke do suspeito "neo-nazi". Carlos Javier Palomino, conhecido "caça-fascistas" madrileno de 16 anos, toca no militar, que não lhe dá tempo para mais. De um golpe, espeta-lhe a navalha no coração e empurra-o para fora do vagão. Sucedem-se momentos de tensão, quando os activistas antifascistas tentam vingar a agressão. Um outro militante tenta agredir o jovem nacionalista, que reage com um golpe nas costas. Após uma desequilibrada escaramuça, em que o militar consegue resistir à fúria de várias dezenas de activistas, Josué consegue fugir da estação de metropolitano. É apanhado mais tarde, na rua, por uma "brigada antifascista" que o agride violentamente e o deixa estendido no chão, até ser detido pela polícia.

Se o grupo tão "corajoso" fosse composto de "nazis", esta notícia abriria os telejornais. Mas o mais extraordinário é como, por exemplo aqui, o mesmo vídeo é analisado por certo(s) jornalista(s).

Vejamos:

"Em Novembro de 2007 um militante neonazi assassinou barbaramente um jovem antifascista, de 16 anos, no metro de Madrid. Agora, o jornal espanhol ‘El País’ divulgou o vídeo da agressão mortal."

ASSASSINOU BARBARAMENTE???? EU VEJO ALGUÊM QUE SE DEFENDE DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE SE PREPARAVA PARA O ESPANCAR - O QUE ACONTECEU MAIS TARDE. O "JOVEM ANTIFASCISTA" É ALGUÉM QUE, APESAR DA IDADE, JÁ TEM UM ENORME HISTORIAL DE VIOLÊNCIA ANTIFASCISTA, COM AGRESSÕES À POLÍCIA EM MANIFESTAÇÕES DE EXTREMA-ESQUERDA. CURIOSAMENTE, NADA DISSO FOI REFERIDO...

"(...) Passado alguns minutos, entra na mesma carruagem do que a vítima, Carlos Palomino, acompanhado por amigos."

NO VÍDEO PODEMOS VER QUE O SUPOSTO HOMICIDA JÁ LÁ ESTAVA NA CARRUAGEM, APERCEBE-SE DA CHEGADA DO GRUPO NUMEROSO E PUXA DA NAVALHA, POUCO ANTES DE SER COMPLETAMENTE CERCADO.

"Ao entrar na carruagem, Palomino toca nos símbolo nazi da camisola de Estébanez e este desfere brutalmente uma facada no jovem, atingindo-lhe o coração."

O TOQUE FOI UMA FORMA DE PROVOCAÇÃO, SIMPLESMENTE PARA O SUPOSTO NAZI REAGIR. O QUE O "JOVEM DE EXTREMA-ESQUERDA NÃO SABIA ERA QUE O OUTRO TINHA UMA FACA.

"(...) Estébanez, na altura com 23 anos, conseguiu fugir e a polícia deteve-o passados dois dias."

ELE CONSEGUIU FUGIR DA CARRUAGEM, DEPOIS DE TER ESTADO NUMA GROTESCA DESVANTAGEM NUMÉRICA. MESMO ASSIM, FOI ESPANCADO MAIS TARDE PELOS AMIGOS DO JOVEM APUNHALADO, FACTO QUE FOI IGNORADO PELOS MÉDIA.

Não vou comentar mais a notícia porque não quero vestir a capa de advogado de quem quer que seja. O que não gosto é daqueles que existem nos média apenas para nos atirarem areia para os olhos. O que não gosto é que andem estes senhores a passarem atestados de estupidez às pessoas, julgando-se superiores apenas porque têm um espacinho que lhes permite dar um poder que eles sabem poder servir para manipular os mais distraídos.

Portanto, meus caros senhores pseudo-tolerantes, em forma de resumo, e em primeiro lugar, os exemplos de agressões violentas praticadas contra pessoas 'brancas' também têm que ser tratadas da mesma forma que são tratadas as que dizem respeitos aos outros "jovens" de outras etnias. Em segundo lugar, se o crime não tem cor, nem credo, nem filiação política, porque é sempre crime, independentemente de quem o pratica, seria bom que os outros casos fossem também mostrados e rotulados tal como eles o são na realidade.

domingo, 10 de maio de 2009

A Criminalização da Crítica a Israel



[Tradução de Historiador Livre]


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.

Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Rahm Israel Emanuel não está na Casa Branca para lavar o chão. Mal consiga fazer aprovar a Lei Preventiva de Crimes de Ódio de 2009, passará a ser considerado um crime quando qualquer americano disser a verdade acerca do tratamento e do roubo das terras dos palestinianos por parte de Israel.

Será um crime para os cristãos reconhecer a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus.

Passará a ser crime relatar a extraordinária influência do lobby israelita na Casa Branca e no Congresso, tais como as resoluções redigidas pelo AIPAC a apoiar os crimes de guerra israelitas contra os palestinianos em Gaza que foram endorsadas a 100 porcento pelo Senado dos EUA e a 99 porcento pela Câmara dos Deputados, enquanto o resto do mundo condenava Israel pelo seu barbarismo.

Passará a ser crime duvidar do Holocausto.

Passará a ser crime notar a representação desproporcional dos judeus na comunicação social, nas finanças e na política externa.

Por outras palavras, significará o fim da liberdade de expressão, do livre inquérito e da Primeira Emenda da Constituição. Quaisquer factos ou verdades que causem celeuma sobre Israel serão pura e simplesmente proibidos.

Dado o pundonor do governo dos EUA, este levará Washington a aplicar a lei dos EUA a toda e qualquer nação e organização, o que acontecerá à Cruz Vermelha Internacional, à Comissão para os Direitos Humanos das Nações Unidas e às várias organizações de defesa dos direitos humanos que têm exigido investigações referentes ao assalto militar israelita à população civil de Gaza? Serão presos pelo crime de ódio de crítica “excessiva” de Israel?

Trata-se de um problema sério.

Um relatório recente da ONU, que ainda não foi divulgado na sua totalidade, culpa Israel pelas mortes e pelos feridos que resultaram nas suas instalações em Gaza. O governo israelita reagiu acusando o relatório da ONU de ser “tendencioso, claramente parcial”, o que coloca o relatório da ONU na categoria de crítica excessiva e forte sentimento anti-Israel criada pelo Departamento de Estado.

Israel está a safar-se com a utilização flagrante do governo estadunidense como ferramenta para silenciar os seus críticos apesar do facto da imprensa israelita e os soldados israelitas terem exposto as atrocidades israelitas em Gaza e o assassínio premeditado de mulheres e crianças urgido aos invasores por parte de rabinos israelitas. Estes actos constituem claramente crimes de guerra.

Foi a imprensa israelita que publicou as fotografias das t-shirts dos soldados israelitas que indicam que o assassínio voluntário de mulheres e crianças faz agora parte da cultura do exército israelita. Estas t-shirts são uma expressão horrenda de barbárie. Por exemplo, uma retrata uma mulher palestiniana grávida com uma mira sobra o seu estômago e a frase, “Um tido, duas baixas”. Estas t-shirts são uma indicação de que a política de Israel para com os palestinianos é uma política de exterminação.

É verdade que durante anos o mais vigoroso criticismo do tratamento dos palestinianos por parte de Israel tem vindo da imprensa israelita e dos grupos pacifistas israelitas. Por exemplo, o jornal israelita Haaretz e Jeff Halper do ICAHD têm manifestado uma consciência moral que aparentemente não existe nas democracias ocidentais nas quais os crimes israelitas são encobertos e até louvados.

Será a lei de crime de ódio estadunidense aplicada ao Haaretz e a Jeff Halper? Serão os comentadores estadunidenses que apesar de eles mesmos não o afirmarem mas meramente noticiarem que o Haaretz e Halper afirmaram algo serão detidos por “disseminarem o ódio a Israel, um acto anti-semita”?

Muitos estadunidenses foram submetidos a lavagem cerebral pela propaganda de que os palestinianos são terroristas que ameaçam a inocente Israel. Estes estadunidenses verão a censura meramente como parte da necessária guerra ao terror. Irão aceitar a demonização dos seus compatriotas que relatam factos desagradáveis sobre Israel e concordarão que essas pessoas sejam punidas por auxiliarem e defenderem terroristas.

Está em marcha uma grande jogada para criminalizar a crítica a Israel. Os professores universitários estadunidenses caíram vítimas da tentativa bem organizada para a eliminação de todo o criticismo de Israel. Norman Finkelstein viu negada a sua posse como professor numa universidade católica graças ao poder de pressão do lobby israelita. Agora o lobby israelita está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson. O crime de Robinson: a sua cadeira de relações internacionais incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel.

O lobby israelita aparentemente teve sucesso em convencer o Departamento da Justiça (sic) de Obama de que é anti-semitismo acusar dois funcionários judeus do AIPAC, Steven Rosen e Keith Weissman, de espionagem. O lobby israelita obteve sucesso no adiamento do seu julgamento por quatro anos, e agora o Procurador Geral Eric Holder retirou as queixas. Contudo, Larry Franklin, o funcionário do Departamento de Defesa acusado de fornecer ficheiros secretos a Rosen e a Weissman, encontra-se a cumprir 12 anos e 7 meses de cadeia.

O absurdo é extraordinário. Os dois agentes israelitas não são culpados de receber ficheiros secretos, mas o funcionário americano que lhes entregou esses documentos é culpado de os ter entregue! Se não existem espiões nesta história, porque é que Franklin foi condenado por entregar documentos a espiões?

Criminalizar a crítica de Israel destrói qualquer esperança da América possuir uma política externa independente no Médio Oriente que sirva os interesses estadunidenses em vez dos interesses israelitas. Elimina qualquer perspectiva dos estadunidenses escaparem à sua enculturação com propaganda israelita.

Para manter as mentes estadunidenses cativas, o lobby está a trabalhar para proibir como anti-semitismo qualquer verdade ou facto desagradável que seja pertinente a Israel. É permissível criticar todos os outros países do mundo, mas é anti-semitismo criticar Israel, e o anti-semitismo será em breve considerado um crime de ódio universalmente no mundo ocidental.

A maior parte da Europa já criminalizou a dúvida sobre o Holocausto. É até considerado crime confirmar que este aconteceu mas concluir que foram assassinados menos de 6 milhões de judeus.

Porque é o Holocausto um tema ao qual não se permite o escrutínio? Como pode ser que um caso apoiado em factos irrefutáveis possa ser colocado em causa por malucos e anti-semitas? Certamente que este caso não precisa de ser salvaguardado pelo policiamento intelectual.

Prender pessoas por terem dúvidas é uma antítese da modernidade.


Podem ler o original aqui.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A Misteriosa Lista de Auschwitz


Os historiadores que estudam Auschwitz estão a pedir ajuda depois de terem encontrado uma misteriosa lista de 17 soldados Britânicos escondida num bunker daquele campo Nazi. Os nomes foram descobertos por acidente durante um trabalho de rotina de preservação naquele campo Polaco e surpreenderam os historiadores locais.Alguns acreditam que possam ter sido prisioneiros de guerra Judeus que foram mandados para morrerem naquele campo depois da sua captura.

O historiador Polaco Dominik Synowic questiona-se: "O que teria sido aquela lista continua a ser um mistério.”"Eram claramente nomes de soldados Ingleses, presumivelmente prisioneiros de guerra, mas temos que tentar descobrir mais sobre eles e queremos que a Grã-Bretanha nos ajude. Os apelidos incluem os nomes Osborne, Lawrence e Gardiner (…)”.

Outros acreditam que a lista possa conter os nomes de alguns dos homens que pertenceram à Divisão SS Britânica e que lutaram ao lado dos Nazis na Segunda Guerra Mundial.” Sem mais informações, não chegaremos a qualquer conclusão. Podem ter sido até soldados que morreram na libertação do campo”, acrescentou um historiador.

Leia aqui a notícia na íntegra.

Auschwitz - Noticiário Semanal de 1948

Em Cracóvia, terminou o processo do tribunal Polaco contra os principais responsáveis pelo Campo de Concentração de Auschwitz.

Os acusados são sentinelas alemãs ou funcionários alemães da administração.

Foram comprovadas crueldades desonrosas contra os detidos, principalmente contra as prisioneiras femininas.

No total, morreram aproximadamente 300.000 pessoas de diferentes nacionalidades no Campo de Concentração de Auschwitz.

O Tribunal condenou à morte 23 acusados, 6 deles à prisão perpétua, 10 a penas longas, um foi absolvido. O Campo de Concentração de Auschwitz permanece como memorial da vergonha, da forma como hoje se encontra, como homenagem às suas 300.000 vítimas.

Segundo o noticiário, os PRINCIPAIS acusados foram condenados.

OU SEJA, OS "OUTROS" SUPOSTOS CRIMES - SE REALMENTE ACONTECERAM - FORAM EM ESCALA MUITO MENOR E OS ACUSADOS NÃO RECEBERAM O TÍTULO DE "PRINCIPAIS ACUSADOS".

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (III)

"Na minha imaginação, era tudo verdade"...






PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!
POR ISSO TEMOS O DIREITO DE QUESTIONAR E DUVIDAR DE TODOS ELES ATÉ SER, REALMENTE, COMPROVADO O QUE AFIRMAM!

Volto Segunda-feira. Até lá, um bom fim-de-semana a todos!

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVI)



16) Em Janeiro de 1995, o historiador francês Eric Conan, co-autor com Henry Rousso de Vichy, un passé qui ne passe pas (Paris, Gallimard, 2001; [1994, 1996]), escreveu que eu tinha tido finalmente razão, ao afirmar, em finais dos anos 70, que a câmara de gás visitada em Auschwitz por milhões de turistas era totalmente falsa. De acordo com Eric Conan, expressando-se num grande semanário francês: «Ali tudo é falso [...] Em finais dos anos 70, Robert Faurisson explorou tanto melhor essas falsificações quanto os responsáveis do museu mostravam reticências em reconhecê-las». E Conan prossegue: «[Algumas pessoas], como Théo Klein, [preferem que se deixe a câmara de gás tal] como está, mas explicando ao público o disfarce: "a História é o que é; basta contá-la, mesmo quando não é simples, ao invés de acrescentar artifício sobre artifício"». E. Conan refere seguidamente uma afirmação alucinante da subdirectora do Museu Nacional de Auschwitz, que não se resigna a explicar ao público o disfarce. Escreve: «Krystyna Olesky […] não se decide: «De momento, deixamo-la como está [essa sala classificado como câmara de gás] e não explicamos nada ao visitante. É demasiado complicado. Mais tarde veremos» (Eric Conan: «Auschwitz: la mémoire du mal», L’Express, 19-25 de Janeiro de 1995, p. 68).

Observação: Falando claro, este comentário de uma responsável polaca significa: temos estado a mentir, continuamos a mentir e até nova ordem continuaremos a mentir. Em 2005 perguntei a E. Conan se as autoridades do Museu de Auschwitz haviam publicado algum desmentido ou formulado qualquer protesto pelas frases que ele, em 1995, atribuíra a K. Oleksy. A sua resposta foi a de que não tinha havido qualquer desmentido, nem protesto. Em 1996, essa impostura e outras igualmente relativas ao campo de Auschwitz-I foram denunciadas por dois autores judeus, Robert Jan van Pelt e Deborah Dworak, numa obra comum: Auschwitz, 1270 to the Present, Yale University Press, 443 p. Eis aqui um mostruário das palavras que lhes ocorrem: «postwar obfuscation», «additions», «deletions» «suppression», «reconstruction» «largely a postwar reconstruction» (p. 363); «reconstructed», «usurpation», «re-created», «four hatched openings in the roof, as if for pouring Zyklon B into the gas chamber below, were installed [after the war]» (p. 364); «falsified», «inexact», «misinformation», «inappropriate» (p. 367); «falsifying» (p. 369). Em 2001, o carácter falaz dessa câmara de gás Potemkin foi igualmente reconhecido num folheto que acompanhava dois CD-rom intitulado: Le Négationnisme. Redigido por Jean-Marc Turine e Valérie Igounet, esse folheto tem um prefácio de Simone Veil (Radio-France-INA, Vincennes, Frémeaux et Associés).