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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Objectivo da Intervenção da CIA e da Mossad na Síria: o Irão

Entrevista radiofónica com Eric Margolis, colunista internacionalmente conhecido e autor de livros como War at the Top of the World e American Raj, em que fala sobre o conflito na Síria.
Podem ouvir a entrevista
aqui.


Em baixo, outra entrevista de Margolis sobre as propostas de paz para o Médio Oriente.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Verdadeira Razão da Guerra Contra o Irão



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Sexo, Mentiras, Irão, Israel e WikiLeaks

O mais recente vídeo de Tony Lawson é mais um poderoso indicador de que nem só o circo dos média e da Wikileaks, mas também a hipocrisia dee muitos outros que se quer agarrar a nós sob o aspecto de "retidão e certeza moral".


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cientistas Nucleares São Alvo de Atentado no Irão

Um cientista nuclear iraniano foi morto e outro ficou ferido em ataques à bomba separados, mas semelhantes, segundo a imprensa do país.

O site da TV estatal iraniana chamou os episódios de “atos terroristas” perpetrados por “agentes do regime sionista”, em referência a Israel, adversário do Irã na região, sem no entanto apresentar provas específicas.

A TV relatou que os cientistas – Majid Shahriari, do departamento de energia nuclear da Universidade Shahid Beheshti, em Teerã, e Fereydoon Abbasi, membro da Guarda Revolucionária iraniana – estavam dirigindo rumo ao trabalho nesta segunda-feira quando homens em motocicletas prenderam bombas às janelas de seus carros.

Shahriari morreu, e Abbasi ficou ferido e está sendo tratado. [leia a notícia na íntegra]

A seguir, dois vídeos sobre este assunto.





sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Assembleia da ONU: UMA VERGONHA!

[Retirado daqui quase na íntegra PELA SUA IMPORTÂNCIA!]

Se alguém necessita mais uma prova sobre em qual proporção as mídias ocidentais são totalmente controladas, então este deve apenas observar o que elas reportaram sobre a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, ou melhor, o que elas não reportaram.

Na quarta-feira, a comissão de direitos humanos da ONU condenou severamente Israel por causa do assassinato de 9 ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária e pela transgressão do direito internacional. Ao investigar as condições do ataque, a comissão da ONU encarregada do assunto chegou ao resultado que existe uma crise humanitária em Gaza e

“apenas por causa disto, este bloqueio é ilegal e não pode ser sustentado juridicamente. O comportamento dos militares israelenses e de outras pessoas em relação aos passageiros do comboio não foi proporcional para esta ação, mas mostrou uma violência desnecessária e inacreditável. Mostra um nível inaceitável de brutalidade.”

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

Como reação ao relatório da ONU, o presidente turco Abdullah Gul exigiu em seu discurso na Assembléia Geral um pedido formal de desculpas por parte de Israel por causa do ataque de 31 de maio e uma indenização financeira aos participantes. Ele caracterizou o assassinato a bordo do Mavi Marmara como um “ato inaceitável contra o direito internacional” e a Turquia espera por parte de Israel “um pedido formal de desculpas e indenização para as famílias em luto das vítimas e para os feridos”. Gul disse que é difícil encontrar na região uma paz duradoura caso “nós não cessemos a tragédia humanitária em Gaza”.

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

Israel não se desculpou, ao contrário, se apresentou novamente como uma pobre vítima e deu uma desculpa ridícula: os soldados armados até os dentes, os quais atacaram o navio em ato de pirataria no meio da noite, tiveram que se defender com assassinatos pontuais contra os passageiros que queriam apenas defender seu navio. Justamente os campeões mundiais em exigir indenizações, se recusam a pagar o que aprontaram. Por isso o presidente Gul cancelou a reunião com o presidente israelense Shimon Peres em Nova York, num encontro paralelo à Assembléia Geral da ONU. Como alguém pode estender as mãos ao representante máximo de um país, cujas mãos estão repletas de sangue de inocentes cidadãos turcos? Este criminoso de guerra não tem apenas dignidade em se desculpar pelas mortes, mas tem ainda a cara de pau e arrogância de dizer aos turcos, que eles não devem se comportar assim e simplesmente esquecer o incidente, que equivale a uma declaração de guerra para qualquer país.

O que os meios de comunicação reportam sobre isso? Nada.

E sobre o que as mídias reportam e chamam de escândalo em grandes manchetes? O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad mencionou em seu discurso que muitas pessoas mundo afora acreditam que os EUA estão atrás dos atentados de 11 de setembro. Alguns iriam achar que os atos terroristas foram praticados apenas para assegurar a sobrevivência de Israel e poder justificar as guerras de agressão. Ele disse, “alguns elementos do governo norte-americano orquestraram o ataque para salvar a decadente economia americana e sua participação no Oriente Médio, assim como o regime sionista. A maioria dos povos na América assim como em outros países compartilham desta opinião.” O presidente iraniano criticou duramente por isso a guerra conduzida pelos EUA no Iraque e Afeganistão. Na seqüência, a delegação norte-americana deixou o plenário, seguido de seus fiéis lacaios dos países bélicos da OTAN, como Alemanha e Canadá.

E onde está o escândalo? Ele só falou a verdade e é um dos poucos que tem a coragem em dizer isso. O que é falso em seu discurso, onde todos nós sabemos que é exatamente assim? Ele exigiu diante dos 192 delegados que a ONU deveria “constituir uma comissão independente” para investigar os acontecimentos do 11 de setembro. Perfeito, é exatamente isso que nós também exigimos. O relatório da comissão do 11/9 é um conto de lendas, uma maquiagem para encobrir os verdadeiros culpados. As lacunas neste relatório são tão grandes que até um Boeing pode através por ele.

E Ahmadinejad disse ainda: “outras partes do mundo sofreram sob a dominância do ocidente.” Ele acusou o ocidente de “crimes inacreditáveis” e falou sobre “centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão”. Por séculos estiveram outros países ocupados, seus povos reprimidos e assassinados e milhões de pessoas foram escravizados.

Isso está correto, somente o assim chamado ocidente civilizado conduz guerras, promove genocídio e bombardeia países inteiros fazendo-os retroceder à idade das pedras. Aqueles que iniciaram guerras de agressão com mentiras descaradas, como Bush e Blair, invocaram nisso sua crença cristã e Deus; este teria os ordenado a fazer isso. Continentes inteiros foram assaltados ao longo dos séculos, as populações dizimadas e suas culturas destruídas, com a missão de converter os “hereges”. Qual parte do mandamento “não matarás” estes supostos cristãos não entenderam?

Então ele mostrou a todos uma Bíblia e um Corão, e disse: “a energia atômica é limpa e barata e muito superior à energia fóssil. Mas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança querem criar um monopólio para não permitir que outros tenham acesso a esta fonte de energia. E isso, embora eles até possuam armas atômicas, a mais desumana das armas.” Ele quer fazer de 2011 o ano do desarmamento: “Energia atômica para todos, bombas atômicas para ninguém”.

Então seu discurso foi abafado por problemas técnicos. A tradução simultânea foi interrompida para os delegados presentes. Uma sabotagem premeditada? Isto também é uma forma de se calar alguém, à media que ninguém entenda o discurso.

As mídias também representaram falsamente seu discurso. Ele disse e foi traduzido em inglês:

“It was said that some three thousands people were killed on the 11th of September for which we are all very saddened. Yet, up until now, in Afghanistan and Iraq hundreds of thousands of people have been killed, millions wounded and displaced and the conflict is still going on and expanding.”

“Foi dito que cerca de três mil pessoas foram mortas a 11 de setembro, e nós sentimos muito este fato. Mas desde então até hoje, centenas de milhares de pessoas foram mortas no Afeganistão e no Iraque, milhões foram feridas e deslocadas, e o conflito ainda continua e se expande.”

Como a mídia alemã mentirosa Schmiergel deturpa esta passagem? “Provocou também indignação, quando o presidente iraniano compensou as cerca de 3.000 mortes do ataque terrorista contra ‘centenas de milhares de mortos no Iraque e Afeganistão’.” Claramente uma falsa reprodução do que foi dito na realidade.

Não é necessário ser um fã de Ahmadinejad e, se quisermos ser sinceros, o que ele disse está correto em muitos pontos. Qual é o único país que possui realmente armas atômicas no Oriente Médio e quem se esquivou novamente a assinar o Tratado de Não-Proliferação de armas atômicas, além de recusar qualquer tipo de inspeção em suas instalações nucleares? Qual país afinal, a não ser aquele que aponta o dedo para o Irã e ameaça atacá-lo.

O verdadeiro escândalo é que as mídias nada relatam, não revelam quem são os verdadeiros criminosos e assassinos mundiais, ao contrário, elas apresentam tudo de tal forma a levar à conclusão que o Irã ou o islamismo seriam os agressores e não o ocidente que espalha guerra por toda parte. Além disso, a campanha contra os turcos na Alemanha é uma clara tática para desviar o foco do assassinato de ativistas turcos do comboio de ajuda humanitária por Israel.

Aliás, os “representantes” de 27 países deixaram a Assembléia Geral da ONU. O que as mídias não relatam é que 163 delegados permaneceram sentados. E estes criminosos do mundo + seus 26 obedientes escravos têm a cara-de-pau em determinar a opinião mundial.





Vejam também aqui mais um exemplo dos "crimes do povo eleito" sempre esquecidos pelos principais orgãos de comunicação social. Um "esquecimento covarde" ou uma "cumplicidade hipócrita" são preferíveis a uma acusação de "anti-semitismo".

UMA VERGONHA!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Problema Não é o Irão!

Com o agradecimento ao Stefano e da partilha com o Vessas.


Documentário fundamental para entender a actual questão nuclear do Irão!
O Irão é uma ameaça aos EUA e seus aliados?

Quando o Irão foi colocado pelo Governo Bush no "Eixo do Mal", a grande maioria da população iraniana, que até então era pró-Estados Unidos ficou indignada, a mesma população, que após o 11 de Setembro, fez vigília em respeito às vítimas dos ataques.

Por que essa obstinação dos EUA em querer abrir um novo fronte?

Será que é por causa do Programa de Energia Nuclear do Irão (comprovado ser para fins pacíficos pelos técnicos da Agência Internacional de Energia Atómica), ou será porque o país é a terceira maior reserva de petróleo no mundo, ficando atrás somente da Arábia Saudita e o Iraque, ambos controlados por governos fantoches dos EUA? Por que todos os países tem direito de explorar energia nuclear, menos o Irão?

Por que o Irão, que sempre respeitou o Acordo de Não-Proliferação de Armas Nucleares, é alvo da Mídia Tradicional, enquanto países como a Índia, o Paquistão e Israel, que tem apoio dos EUA para programas nucleares, só que para fins bélicos, não nem sequer citados por ela? Israel, por exemplo, ofereceu-se e, vender ogivas para o ex-governo do Apartheid na África do Sul.

E finalmente, por que os EUA, o país que mais desrespeita esse acordo, pode exigir alguma coisa?

Um acirramento nas relações entre os conservadores americanos e os conservadores iranianos só irá fortalecê-los mais diante desse panorama violento. Quem perde são os povos e a democracia de todo o mundo.
















sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ataques de 11/9 - Uma Grande Mentira Cada Vez Mais Difícil de Manter

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, declarou nesta quinta-feira (23) que “a maioria das pessoas concordam” que os ataques de 11 de Setembro de 2001 foram planejados por “segmentos do governo norte-americano”.

Em discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente iraniano lembrou os inúmeros registros em vídeo dos ataques que derrubaram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e atingiram o Pentágono.

“Quase todos os governos e figuras proeminentes condenaram fortemente o incidente”, prosseguiu. “Mas então a máquina de propaganda veio com força total. Ficou implícito que todo o mundo estava exposto a um enorme perigo, ou seja, o terrorismo, e que a única maneira de salvar o mundo seria enviar forças militares para o Afeganistão”.

“Fala-se em três mil mortos no 11 de Setembro, pelos quais todos nós estamos tristes. Ainda assim, até agora, centenas de milhares de pessoas foram assassinadas no Afeganistão e no Iraque, milhões ficaram feridas ou se tornaram refugiadas, e o conflito ainda está acontecendo e se expandindo”, acrescentou Ahmadinejad. [leia a notícia na íntegra]

Como temos referido nos 'posts' mais recentes, a questão em si (neste caso, os ataques de 11/9) nunca é analisada pelos paladinos da justiça e vulgarmente conhecidos como "polícias do mundo" (os tais que ajudaram a escrever a "história dos vencedores") ou pelos seus "tentaculares" sionistas quando são confrontados com o seu envolvimento nos mesmos. Em vez disso, e como sempre, atiram-se os rótulos do costume. O mais curioso é que esses rótulos ("racistas", "xenófobos", "portadores do ódio" - o "anti-semita" é muito particular...) nunca se aplicam a eles, mesmo quando existem tantos casos em que tal acontece. Podem ver como neste acontecimento igualmente de 2001, se nos resumir-mos aos comentários dos jornalistas, em nenhuma parte encontramos a definição de "actos declaradamente racistas contra brancos"... Claro que ao salientar essa ausência smo nós os acusados de "racistas e xenófobos"... É absolutamente de loucos!

Mas nós aqui queremos ir mais longe. Queremos cortar com todo tipo de censura à liberdade de expressão e informação, mesmo no que diz respeito ao temas mais sensíveis e fracturantes da nossa sociedade. E obrigar os leitores a PENSAREM PELA SUA CABEÇA.

Como tal, gostaríamos que vissem (mais uma vez) estes dois documentários.

No primeiro, chamamos a particular importância para o epílogo (por volta da 1h14m) - um resumo claro e perfeitamente explicativo de como o ataque ao Pentágono foi também UMA GRANDE MENTIRA E UM TRABALHO INTERNO.





NATIONAL SECURITY ALERT - SENSITIVE INFORMATION from Citizen Investigation Team on Vimeo.


O segundo vídeo "é um clássico", mas nunca é demais revê-lo. Não me esqueço da raiva de um certo comentador político português que deu, na altura, saltos histéricos por a televisão estatal transmitir "documentários sensacionalistas", "simples teorias da conspiração sem qualquer credibilidade". O tal comentador (NATURALMENTE!) não disse onde estava o sencionalismo nem quais eram as teorias da conspiração. Nem disse que parte não tinha credibilidade. Não disse nada! Como de costume, limitou-se a desviar a atenção para a essência da questão. Porque ele também tinha o tal poder, o tal espaço que os seus patrões lhe davam para falar. Tinha o poder de falar e não ser questionado, porque os patrões dos outros jornalistas que o cercavam eram os mesmos que elaboraram aquela estação televisiva... Os mesmos que legislam e aprovam leis no Parlamento, os mesmos... Sempre os mesmo...


[Este é apenas o primeiro vídeo, os restantes podem ser retirados do Youtube]






Agora, também (a nossa) pergunta do costume: DO QUE É QUE ELES TÊM MEDO???!!!

Agora, também (a nossa) frase do costume: A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Histerismo do Costume: Protesto Contra Visita de Ahmadinejad ao Brasil



Cerca de 800 pessoas estiveram na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para protestar contra a vinda ao Brasil do presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad. A passeata reuniu diversos grupos judaicos e de movimentos de defesa dos negros, dos direitos das mulheres, homossexuais, além da União Cigana e de um integrante da Sociedade Beneficente de Desenvolvimento Islâmico. Leia a notícia na íntegra.

Como facilmente podemos perceber, há sempre os histéricos do costume a servirem de lacaios aos "eleitos coitadinhos" do costume...
Mas nem todos se vergam. Há quem lute. Com todas as forças e em todas as frentes. E porque o multam? E porque o prendem? PORQUE DENUNCIA A MENTIRA! A FARSA! O EMBUSTE!

Mas essa farsa não é a única que prende as nossa atenções. Há OUTROS HOLOCAUSTOS que nunca prenderam a atenção dos média, dos investigadores, dos historiadores, dos políticos, etc.. - E exemplos não faltam.

O silêncio também é cúmplice. E tem um preço. E a verdade... ESSA NUNCA TEME A INVESTIGAÇÃO!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

América... América... América...


América. Em quase todos os jornais, revistas, noticiários a notícia apareceu. Um Nóbel bem ou mal entregue. Um Nóbel merecido ou não. Um Nóbel atribuído a um Presidente cuja eleição, só por si, já tinha sido polémica - ou talvez não. Mas nos média - sem que isso constituísse alguma surpresa para nós - não apareceram, com o mesmo impacto, outras notícias que nos revelam a quantidade de segredos que este país guarda. Por outras palavras, a manipulação mediática leva a que a América possa continuar a coordenar e a controlar quase todas as linhas de pensamento. Se assim não fosse, como poderia passar despercebidas todas as mudanças na história do atentado na cidade de Oklahoma? América...

Afeganistão. O presidente Barack Obama - ESSE MESMO: O DO "PRÉMIO NÓBEL DA PAZ!!!!! - e o Congresso estão lutar pelo agravamento da guerra no Afeganistão. Após oito anos de operações militares - o que custou aos EUA 236 biliões de dólares, o comandante Americano no Afeganistão alertou para a ameaça de "fracasso" ou, por outras palavras, "derrota".

A verdade é a primeira vítima da guerra. A maior mentira da Guerra do Afeganistão é que "nós temos que combater lá os terroristas e assim não temos de lutar com eles em casa". Políticos e generais continuar usando esta afirmação para justificar uma guerra que eles não conseguem explicar ou justificar.

Muitos Norte-Americanos ainda acreditam nesta mentira porque também acreditam que os ataques de 11 de Setembro vieram directamente de bases da al-Qaida no Afeganistão e de movimentos Talibans.

Isso não é verdade. Os ataques de 11 de Setembro foram planeados na Alemanha e na Espanha e conduzidos, principalmente, de bases Americanas na Arábia Saudita com o objectivo de punir a América pelo suporte à repressão de Israel contra os Palestinianos.

Os Talibans, um movimento religioso, anti-Comunista da tribo Pashtun, ficou totalmente surpreendido pelo 11 de Setembro. Osama bin Laden, que foi culpado por esse acto, estava no Afeganistão como convidado porque era um herói nacional por ter combatido contra os Soviéticos nos anos 80 e estaria a ajudar a luta dos Talibans contra o regime Comunista Afegão.

Amérca. Afeganistão. Irão.
Dois senadores republicanos não estão suficientemente felizes com as duas grandes guerras e com as várias outras escaramuças ao longo da costa leste de África que os Estados Unidos estão a travar. Eles querem que as tropas Americanas iniciem uma guerra genocida, a uma escala global, contra o Irão. Por quê? Porque não querem colocar "muita pressão sobre Israel".

Os senadores republicanos Lindsey Graham (SC) e Saxby Chambliss (GA) foram à televisão dizer que os militares Americanos não deviam apenas bombardear as instalações nucleares do Irão, mas também lançar uma guerra do "tudo ou nada" contra o país Persa, com o objetivo de o destruir.

E por que deveriam os soldados dos EUA arriscar as suas próprias vidas para mater Iranianos inocentes? Para proteger Israel, claro.

América. Afeganistão. Irão. Israel. Acabo quase como comecei.
Depois de tomar conhecimento desta decisão do mais recente Prémio Nóbel da Paz - ainda alguém se surpreende?... - achei, mesmo assim, que seria necessário mais uns pequenos esclarecimentos para os mais distraídos ou com memória curta.

Em primeiro lugar,
foram os Americanos os primeiros a fornecer material nuclear aos Iranianos; em segundo lugar, um memorando secreto da Casa Branca, de 1969, alertou para os "perigos das armas nucleares de Israel" - claro que os excelentíssimos senhores "jornalistas de investigação" andam tão atarefados que nunca reparam neste tipo de documentos... Finalmente, em terceiro lugar, recomendo novamente a leitura desta notícia, já publicada pelo Revisionismo em Linha aqui.


América... América... América...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Irão - Crenças e Realidades


(…) pensei aproveitar a oportunidade para enumerar algumas coisas que as pessoas tendem a pensar que sabem sobre o Irão, mas cuja a prova é frágil.

Crença: O Irão é agressivo e ameaçou atacar Israel, os seus vizinhos ou os EUA.

Realidade: O Irão não lançou uma guerra agressiva durante a história moderna (ao contrário dos EUA ou Israel), e os seus líderes têm uma doutrina de "não atacar primeiro". Isto é verdade epode ser comprovado pelo
Líder Supremo Ali Khamenei, bem como pelos comandantes da Guarda Revolucionária.


Crença: O Irão é uma sociedade militarizada que possui armas perigosas e é uma crescente ameaça à paz mundial.

Realidade: Orçamento militar do Irão é um pouco mais de 6 bilhões de dólares anuais. Suécia, Singapura e Grécia têm maiores orçamentos militares. Além disso, o Irão é um país com 70 milhões de pessoas, pelo que a sua despesa ‘per capita’ na defesa é algo minúsculo em comparação com outros, já que são países muito menores no que diz respeito à população. Irão gasta menos ‘per capita’ com as suas forças armadas do que qualquer outro país na região do Golfo Pérsico, com excepção dos Emirados Árabes Unidos.


Crença: O Irão ameaçou atacar militarmente Israel e "limpá-lo do mapa".

Realidade: Nenhum líder Iraniano no executivo, ameaçou com um acto agressivo de guerra contra Israel, pois isso entraria em contradição com a doutrina de "não atacar primeiro" a que o país aderiu. O presidente Iraniano
disse explicitamente que o Irão não é uma ameaça para qualquer país, incluindo Israel.


Crença: Mas o presidente Mahmoud Ahmadinejad não ameaçou "varrer Israel do mapa?"

Realidade: O presidente Mahmoud Ahmadinejad citou o Ayatollah Khomeini, no sentido de que "este regime de ocupação sobre Jerusalém deveria desaparecer das páginas do tempo" (in rezhim-e eshghalgar-i Qods bayad as safheh-e ruzgar mahv shavad). No entanto, esta não foi uma promessa de mandar avançar tanques e invadir ou lançar mísseis. É a expressão de uma esperança de que o regime entrará em colapso, tal como conteceu com a União Soviética. Não se trata de uma ameaça de matar ninguém.

[leia a notícia na íntegra]

sábado, 27 de junho de 2009

Porque Será é que o Presidente do Irão Ahmadinejad Será Tão Odiado?...

Notícias e discursos que o mundo não viu:






terça-feira, 23 de junho de 2009

A CIA e o Laboratório Iraniano


Sempre existiram muitas suspeitas sobre a actuação e o trabalho da CIA. Essas suspeitas vão mesmo ao ponto de apontarem aquela agência como estando por detrás da morte não só de JFK, mas também do seu irmão Robert. Pelo menos é o que afirma Shane O'Sullivan e sobre esta suspeita podem ler mais aqui.

Mais recentemente podemos assistir ao caso das eleições no Irão.

A notícia de uma possível fraude eleitoral espalhou-se em Teerão como um rastilho de pólvora e levou à rua os partidários do aiatola Rafsanjani contra o do aiatola Khamenei. Este caos é provocado à socapa pela CIA, que semeia a confusão inundando os iranianos de mensagens SMS contraditórias. Aqui esta o relato desta experiência de guerra psicológica.

Em Março de 2000 a secretária de Estado Madeleine Albright admitiu que a administração Eisenhower havia organizado uma mudança de regime no Irão, em 1953, e que este acontecimento histórico explica a hostilidade actual dos iranianos face aos Estados Unidos. Na semana passada, aquando do seu discurso no Cairo dirigido aos muçulmanos, o presidente Obama reconheceu oficialmente que "em plena Guerra Fria os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo iraniano eleito democraticamente".

Na época, o Irão era controlado por uma monarquia de opereta dirigida pelo xá Mohammad Reza Pahlavi. Ele fora colocado no trono pelos britânicos, que haviam forçado o seu pai, o oficial cossaco pro-nazi Reza Pahlavi, a demitir-se. Contudo, o xá teve de ajustar-se a um primeiro-ministro nacionalista, Mohammad Mossadegh. Este, com a ajuda do aiatola Abou al-Qassem Kachani, nacionaliza os recursos petrolíferos. Furiosos, os britânicos convencem os Estados Unidos de que é preciso travar a deriva iraniana antes que o país afunde no comunismo. A CIA põe então em acção a Operação Ajax visando derrubar Mossadegh, com a ajuda do xá, e substituí-lo pelo general nazi Fazlollah Zahedi, até então detido pelos britânicos. Ele instalará o regime de terror mais cruel daquela época, ao passo que o xá servirá de cobertura para as suas exacções posando para as revistas populares ocidentais.

A operação Ajax foi dirigida pelo arqueólogo Donald Wilber, pelo historiador Kermit Roosevelt (neto do presidente Theodore Roosevelt) e pelo general Norman Schwartzkopf Sr. (cujo filho homónimo comandou a operação Tempestade do Deserto). Ela permanece um modelo de subversão. A CIA imagina um cenário que dá a impressão de um levantamento popular quando se trata de uma operação secreta. O auge do espectáculo foi uma manifestação em Teerão com 8000 figurantes pagos pela Agência a fim de fornecer fotos convincentes à imprensa ocidental.

A história repetir-se-ia?

Pode continuar a ler este artigo aqui.

quinta-feira, 12 de março de 2009

As Areias Que Voam Com o Vento

A censura e o lobby Judaico (sempre de mão dada, porque trabalham em conjunto) conseguem a proeza de nos dar exemplos da sua acção praticamente todos os dias. Não acreditam??? Somos "anti-semitas"???
Vejam este caso. Com o Vaticano a defender que "os 'negacionistas' do Holocausto não podem ser considerados Católicos" só vejo uma solução: aderirem todos ao Islamismo. Assim, o filme Sionista fica completo.

Mas quanto à influência do lobby Judeu na política Americana, as coisas chegam a ser cómicas. Vejam aqui e aqui. Quem fala demais - entenda-se o "demais" como "criticar abertamente a política externa Israelita" - sofre as consequências.

E no meio deste folclore "politicamente correcto", resta-nos mostra-vos que as areias, vindas de onde vierem, normalmente desaparecem com o vento. Tal como os castelos de cartas.
Para perceberem melhor, aqui fica este vídeo onde Ray McGovern, veterano da CIA, relata os verdadeiros motivos para uma guerra contra o Irão, com operações tipo "falsa bandeira", como o que aconteceu há 40 anos, com o ataque ao USS Liberty.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Israel Lança Guerra Secreta no Irão


Israel tem em curso uma autêntica ‘guerra secreta’ contra o programa nuclear iraniano, envolvendo actos de sabotagem e o assassinato de cientistas e de outros responsáveis pelo desenvolvimento da alegada bomba atómica iraniana, revelou ontem o diário britânico ‘Daily Telegraph’.
De acordo com o jornal, que cita fontes dos serviços secretos norte-americanos e analistas internacionais, o objectivo desta ‘guerra suja’ é travar ou pelo menos adiar o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime de Teerão, dado que, com a chegada de Barack Obama à Casa Branca, o governo israelita acredita que os EUA nunca apoiariam um ataque directo contra as instalações nucleares iranianas.
A operação secreta está em curso há já algum tempo, e inclui, como elemento mais controverso, a eliminação de altos responsáveis pelo programa nuclear, como foi o caso de Ardeshir Hassanpour, um cientista nuclear que morreu em 2007 vítima de uma suposta intoxicação por gás, mas que, na realidade, terá sido assassinado pela Mossad. [leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Nova conferência em Teerão

O revisionista australiano Fredrik Töben regressou hoje da sua visita mais recente à República Islâmica do Irão, tendo levado a cabo uma pequena conferência acerca do Holocausto. Podem consultar aqui alguns detalhes e fotos.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Liberdade Para Pesquisar!


O Presidente do Irão Mahmoud Ahmadinejad afirmou que os países Ocidentais bloquearam a pesquisa do Holocausto para alcançarem os seus objectivos políticos. "Os países Ocidentais evitaram qualquer tipo de pesquisa sobre o Holocausto durante cerca de 60 anos a fim de manter o seu domínio sobre outras nações", referiu o Presidente Ahmadinejad numa mensagem escrita durante uma conferência no Holocausto na terça-feira. O Holocausto – como é definido pelo Ocidente - foi usado como uma ferramenta para países, incluindo os EUA, evitarem o surgimento de qualquer outro poder no mundo, acrescentou. Podem ler a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Já em 1976...

Nesta entrevista de 1976, O Xá do Irão, Mohammed Reza Pahlevi, fala com Mike Wallace sobre o poder do "lobby Judeu" nos EUA. Esse lobby "é muito forte", diz ele, e "controla muitas coisas, inclusivamente jornais, revistas, bancos, finanças". E também concorda com o facto da "comunidade Judaica nos EUA fazer reflectir nos média a sua visão no que diz respeito à política internacional".

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O Irão Ajudou os EUA Contra a Al-Qaida?


Num esforço ajudar os Estados Unidos contra a al-Qaida depois do ataque de 9/11, o Irão reuniu centenas de Árabes que tinham cruzado a fronteira vindos do Afeganistão, expulsou muitos deles e fez cópias de cerca de 300 dos seus passaporte, referiu um antigo funcionário da administração Bush. As cópias foram enviadas a Kofi Annan, o secretário-geral das Nações Unidas, que os passou para os Estados Unidos, enquanto foi dada pelo Irão a possibilidade de funcionários americanos de interrogarem alguns detidos, referiu Hillary Mann Leverett numa entrevista à Associated Press. [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Alerta! Eles Andam Por Aí!...


O Prémio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto Elie Wiesel fez um pedido à Organização das Nações Unidas para que esta tomasse uma medida de posição contra o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad por considerar que este incitou ao genocídio, em vez de permitir que ele falasse na Assembleia Geral daquela organização.
Wiesel falou para milhares de pessoas numa autêntica campanha para aconselhar os chefes de estado a fazerem de tudo para impedirem o Irão de obter armas nucleares – algo que Teerão nega estar a fazer, mas que o poderes Ocidentais suspeitam ser o verdadeiro objectivo do seu programa nuclear. O vencedor do prémio Nobel da Paz acrescentou que Ahmadinejad, que terá afirmado que Israel deveria ser limpo do mapa, deveria ser acusado de fazer "propaganda a políticas de genocídio”. [leia a notícia na íntegra]

Apesar de "santificado" pela religião do Holocausto,
Elie Wiesel nunca deixou de ser um dos testemunhos mais contraditórios de sempre.

Quanto ao facto daquilo que, realmente, o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad anda a dizer pelo mundo, recordemos o que aqui referimos. Sem pretender fazer de advogado de quem quer que seja, facilmente se percebe que, quando convém, é muito fácil arranjar um “bicho papão” que sirva depois para desculpa do que vem a seguir. O pior é que com tantos “bichos” desses e com tantos “a seguir”, seguiram-se guerras destrutivas que pouco ou nada nos beneficiaram. Talvez possamos mesmo dizer que apenas nos prejudicaram.

E uma pergunta surge no ar: de onde vem a verdadeira ameaça?!

Vivemos num mundo em que rapidamente se passa de caçador para presa. Tudo depende do lado em que estamos, do que dizemos e do que fazemos. E se o “big brother” sionista se sentir ofendido com alguma coisa, só nos resta ouvir, pacientemente, os seus gritos histéricos de quem vê cair, dia após dia, a máscara.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sobre a Criação do Estado de Israel


O estado de Israel foi criado com base no terror. Claro que esta afirmação, feita em qualquer ponto do país ou do mundo, será imediatamente apelidada de "anti-semita".


Porém, vejam esta notícia (aqui sobre o mesmo, mas de outra fonte). Ou esta.


Como é que ainda nos podemos surpreender com o facto de Israel pedir "luz verde" aos EUA para bombardear as supostas instalações nucleares do Irão?


E já que falamos no Irão, vejam aqui a entrevista do seu presidente à CNN e onde, entre outras coisas fala do Holocausto.