Esta brochura custou ao seu autor anos de prisão e muitas centenas de euros de multas.
Reynouard nasceu em França, em 1969, e é um qualificado engenheiro químico e graduado no ISMRA (Institute of Sciences of Atomic Matter and Radiation”) em Caen. Ela foi escrita em 2005, em França, e distribuída por um número considerável de locais públicos daquele país. As suas 16 páginas possuem dramáticas (e fáceis de ler) explicações dos argumentos revisionistas, que confrontam as histórias construídas em redor dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial.
O jornal francês Rivarol visitou Vincent Reynouard na prisão de Valenciennes (França) e realizou uma entrevista, cuja tradução segue abaixo.
Rivarol: Você já está agora quase três meses na prisão. Como você se sente?
Vincent Reynouard: Bem. Os primeiro quinze dias em Valenciennes foram bastante difíceis, mas eu devo reconhecer que o motivo foi minha impaciência. Eu ainda não tinha entendido que numa nova prisão você deve ficar calmo no início e conhecer primeiro as “regras do jogo”. Uma vez que você as entendeu e aceitou, você recebe melhor o que lhe servem e tira da cabeça aquilo que está além da disponibilidade, então tudo melhora.
Rivarol: Você tem a impressão que os responsáveis na prisão lhe perseguem?
Vincent Reynouard: De forma alguma. Eu sou considerado e tratado como qualquer outro. Até um pouco melhor, porque eu estou numa cela individual, onde posso estabelecer meu próprio ritmo de vida (levantar cedo, dormir cedo). Eu gozo dos mesmos acessos às atividades que os outros. Eu utilizo a biblioteca e vou poder ter em breve um curso de alemão de seis horas através do CNED. Eu só posso me felicitar pela forma como sou tratado aqui. O dever para com a objetividade me obriga a falar isto em alto e bom tom.
Rivarol: Exato, falemos sobre suas atividades. Como você se ocupa durante o dia?
Vincent Reynouard: Meus dias são preenchidos com o aprendizado da língua alemã, responder as correspondências, orar, desenhar e os passeios (três horas diárias: uma hora e meia pela manhã e uma hora e meia à tarde). Além disso, tenho ainda os deveres normais da vida: comer, tomar banho, limpar a cela e minhas roupas uma vez por semana. Toda segunda-feira eu passo ainda uma hora na biblioteca.
Rivarol: Em sua primeira carta a Rivarol, você disse que estaria esperando pelo pior. O que nos diz agora sobre isso?
Vincent Reynouard: Eu estava equivocado. Claro que a biblioteca é pequena (do tamanho de uma biblioteca escolar), mas podemos encontrar lá livros interessantes, principalmente sobre questões sociais (suicídio, o islamismo, o problema Israel-Palestina, o futuro da humanidade...). Esta semana emprestei o livro “A República” de Platão. Você pode ver, existe o suficiente para se instruir.
A petição exigindo a revogação do Acto Gayssot e a libertação do revisionista Vincent Reynouard, lançada na Internet a 6 de Agosto (uma iniciativa do historiador Paul-Eric Blanrue), recebeu agora um notável apoio com a assinatura do linguista e filósofo americano Noam Chomsky.
"Eu percebi que Vincent Reynouard foi condenado e preso baseado na Lei de Gayssot e que estava a circular uma petição em protesto contra estas acções", escreveu o defensor incansável da liberdade de expressão numa declaração proferida a 5 de Setembro. Chomsky tinha estado em França na primavera passada para uma conferência na Faculdade de França e e para vários outros acontecimentos.
"Não sei nada sobre o Sr. Reynouard, mas considero que a Lei de Gayssot completamente ilegítima e inconsistente com os princípios básicos de uma sociedade livre”, acrescentou.
Noam Chomsky salientou que "esta lei garante ao Estado o direito em determinar a verdade histórica e punir os contestatários, um princípio que faz recordar os dias negros do Estalinismo e do Nazismo".
Chomsky acabou a sua declaração demonstrando o seu apoio à iniciativa do historiador francês Blanrue: "Consequentemente, eu gostaria de registar o meu apoio à petição como forma de protesto contra a aplicação desta lei neste ou em qualquer outro caso".
Ao entrar em vigor no dia 13 de Julho de 1990, o Acto de Gayssot proíbe a "discussão (...) da existência de um ou mais crimes contra a humanidade tal como está definido no Artigo 6 do alvará do tribunal internacional militar [conhecido como Nuremberga], anexado ao Acordo de Londres de 8 de Agosto 1945."
Em 2007, o revisionista Vincent Reynouard, pai de oito crianças, foi condenado por um tribunal em Saverne (Alsácia) a um ano de prisão por ter escrito um panfleto com 16 páginas com o título ‘Holocauste? Ce que l’on vous cache…’ (‘Holocausto? Aqui está é o que está a ser escondido de você…’). No ano seguinte essa sentença foi mantida pelo Tribunal de Apelo, em Colmar, que também impôs uma multa e despesas, o equivalente a um total de 60.000 euros. Reynouard está actualmente está detido na prisão de Valencienne.
Um leitor do portal de notícias nacionalistas em língua alemã, de.altermedia.info, conversou neste primeiro de maio com o revisionista francês Vincent Reynouard, conhecido por ter escrito o livro “A verdade sobre Oradour”. Nesta obra, Reynouard desvenda o mito do Massacre de Oradour sur Glane criado pela propaganda de guerra aliada e descreve o que realmente aconteceu em junho de 1944.
Não chega a impressionar ninguém que se interessa pela história da SGM o fato de Vincent Reynouard ter sido perseguido por esta e outras publicações de cunho revisionista. Há cerca de dois anos, ele foi condenado devido às suas atividades revisionistas em Bruxelas e em Kolmar (Alsácia) a um ano de prisão.
Também não nos impressiona o fato da mídia estabelecida, que tanto defende o direito à liberdade de expressão de homossexuais, comunistas, drogados, assassinos, estupradores, ladrões, seqüestradores etc, não comentar nem defender a aplicação de sanções inquisitórias contra os revisionistas da Segunda Guerra Mundial. Elas são nosso inimigo comum.
Podem ler a entrevista aqui e ficar a saber toda a verdade sobre Oradour aqui.