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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O Holocausto Indiano


É comummente aceite que os nazis mataram cerca de 6 milhões de judeus.

É sabido que os comunistas assassinaram, só no período estalinista, entre 25 e 27 milhões de pessoas.

O que se desconhecia - e para mim foi uma completa surpresa - é que Winston Churchill, um dos mais venerados estadistas do século passado, também tem a sua quota-parte de mortos.

Já se sabia que Churchill não tinha em grande conta a vida humana quando, apenas a três meses do fim da II Guerra Mundial, estava a Alemanha já militarmente exangue, ordenou, com o auxílio norte-americano, o criminoso massacre aéreo de Dresden, no qual pereceram 250 mil civis sob o efeito devastador das bombas de fósforo.

Agora ficámos a saber que, em 1943, o primeiro-ministro inglês provocou deliberadamente a morte, pela fome, de 3 milhões de indianos que viviam, então, sob domínio britânico. Metade do que matou Hitler e, é certo, 1/9 do que assassinou Estaline.

Em todo o caso, um número impressionante, que atira a reputação de Churchill também para o caixote do lixo da infâmia.

Num recente livro, intitulado “Churchill’s Secret War”, Madhusree Mukerjee, estudiosa que já pertenceu ao conselho de editores da Scientific American, denuncia o desvio de alimentos que Churchill fez de Bengala, região propositadamente empobrecida pelas políticas segregacionistas da administração britânica, recusando mesmo a ajuda alimentar oferecida por americanos e canadianos, que teria permitido evitar aquele autêntico holocausto indiano.
[Podem continuar a ler aqui].

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Testemunhos e Libertadores Aliados


Por que haveria de um escritor inventar histórias sobre o Holocausto? Telling Tales: A History of Literary Hoaxes de Melissa Katsoulis explora este canto pouco conhecido e bizarro da literatura do "embuste" e da "fraude". Aqui podem ler mais sobre este assunto.

Esta obra levanta várias questões: se estes testemunhos, credíveis até ao momento em que foram desmascarados, foram motivo de inspiração para uma infindável quantidade de obras literárias e fizeram parte de um pilar para toda a campanha de propaganda da "indústria do Holocausto", quem nos pode garantir que os outros testemunhos são também eles credíveis?!... Ninguém pode naturalmente. Isto não quer dizer que muitos não o sejam. Mas que se possa questionar, interrogar, duvidar, DE TUDO até que toda a investigação forense faça o seu trabalho. Porém, nós sabemos que não é isso que acontece.
O desmascarar destes "testemunhos" tem também ajudado a desmascarar outras figuras que ficaram nos livros de história como grandes "salvadores" do mundo moderno e civiizado (???!!!).

Vamos dar um exemplo: Winston Churchill.

Sabiam que este "salvador aliado" pretendia lançar gás venenoso sobre a Alemanha?

Num memorando de guerra secreto da guerra, Winston Churchill afirmou aos seus assessores que queria "molhar" a Alemanha com gás venenoso. O memorando de Churchill de Julho de 1944 ao seu chefe de gabinete, o General Hastings Ismay, foi publicada na edição de Agosto-Setembro de 1985 da revista American Heritage

"Estou a pensar muito seriamente sobre essa questão do gás venenoso", refere a nota da página 4. O líder da Grã-Bretanha continua: "É absurdo considerar ter que haver moral quanto a este tema, quando todo mundo já o usou [gás] na última guerra sem uma palavra de queixa dos moralistas ou da Igreja. Por outro lado, na última guerra, o bombardeamento de cidades desguarnecidas era considerado proibido. Agora todo mundo faz isso como uma coisa natural. É simplesmente uma questão de moda que se altera da mesma forma que se faz com as saias longas ou curtas para as mulheres. "

A directiva de Churchill declarava sem rodeios: "Eu quero um cálculo feito com sangue frio no que diz respeito às consequências de se usar gás venenoso. (…) Nós podíamos atacar as cidades do Ruhr e muitas outras cidades na Alemanha, de tal maneira que a maioria da população ficaria a necessitar de cuidados médicos constantes. (…) Podem ainda passar várias semanas ou mesmo meses antes de eu ordenar esse ataque à Alemanha com gás venenoso e, se fizermos isso, vamos fazê-lo a cem por cento. Entretanto, quero o assunto estudado a sangue frio por pessoas sensatas e não por um conjunto particular de derrotistas uniformizados que agora pensam uma coisa e a seguir já pensam noutra."

A proposta de Churchill, que significaria violar o Protocolo de Genebra de 1925 que proíbe o uso de gás venenoso, nunca foi aprovada. Os seus assessores militares argumentaram que a guerra com gás faria desviar aviões de guerra aliados da estratégia mais eficaz de bombardeamento da Alemanha, indústrias e cidades. Eles temiam que os ataques com gás não seriam decisivos e a Alemanha, muito provavelmente, iria retaliar com efeito devastador contra a Inglaterra. Churchill queixou-se a um assessor que ele "não estava totalmente convencido com este relatório negativo", mas com relutância, acabou por ceder. "É claro que eu não posso fazer a cabeça contra os padres e contra os guerreiros ao mesmo tempo", reclamou ele em privado.


Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.

Em resumo, A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O "Outro" Dia-D


Tal como tinha noticiado aqui, o novo livro de Antony Beevor, que pode ser encontrado aqui, está a levantar alguma polémica, especialmente depois Beevor ter referido que o bombardeamento Aliado à cidade Francesa de Caen, durante o Dia-D, "esteve muito próximo de ser um autêntico crime de guerra".

Já pouco faltará para que os seus críticos - que o acusam de "apenas querer publicitar a sua obra"- também passarem a acusá-lo de "nazi" ou "anti-semita" e para que algum grupo paladino de "defensores da democracia" (???!!!!) lhe atirarem ovos e palavras de ordem. Outros irão procurar na sua infância alguma raíz "extremista" ou uma ligação ou amizade "perigosa". Cá estaremos para ver.

Mas afinal o que escreve Antony Beever para que, numa altura em que se comemorava o aniversário do "Dia D" - com a 'pompa e circunstância' do costume - alguns espíritos mais sensíveis tenham ficado tão incomodados? Parece que referir a morte de cerca de 20 mil civis Franceses (os tais "danos colaterais" do agora) ou a destruição da cidade de Caen, entre outras inúmeras atrocidades, não fica bem entre que nos vinha "salvar"...

O que fica bem é manter a ideia de que, de um lado, estiveram sempre "os maus" e que depois vieram "os bons" para nos "libertar". O que fica bem - mas mesmo bem!, porque raramente se vê um historiador ou um analista de história incomodado com isto - é manter o silêncio perante estas palavas de Winston Churchill:

"Você tem que perceber que esta guerra não é contra Hitler nem contra o Nacional Socialismo, mas contra a força do povo Alemão, que deve ser esmagado de uma vez por todas, independentemente de estar nas mãos de Hitler ou de um sacerdote Jesuíta" (Emrys Hughes, Winston Churchill, His Career in War and Peace, p. 145) - sobre este assunto, podem ler mais aqui.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Os "Bons" no Seu Melhor...


Se fizermos a ligação deste livro com este, ficamos a perceber muita coisa...

Hoje assistimos calmamente a notícias como esta e ficamos a saber que certas coisas não mudaram com os anos. A tortura e a violação dos direitos humanos são "aceites" quando praticados pelos "bons"...

O "lobby Judeu" não existe? Aconselhamos uma vista de olhos a esta notícia e a este texto de Mark Weber.

domingo, 22 de junho de 2008

O Holocausto Foi Inevitável?



Tem sido um dos livros do momento. E já tinhamos feito referência a ele aqui.

Mas achamos por bem voltar a falar dele.


... E a Segunda Guerra Mundial? Seguramente, foi necessária para declarar guerra para impedir Adolf Hitler de conquistar o mundo e conduzir o Holocausto. Mas depois considera... O Holocausto não era uma causa da guerra, mas uma consequência da mesma guerra. Nenhuma guerra, nenhum Holocausto. A Grã-Bretanha entrou em guerra com a Alemanha para poupar a Polónia. Ela não poupou a Polónia. Perdeu o império. E Josef Stalin, cujas vítimas ultrapassaram em número as de Hitler na proporção de 1.000 para 1, uniu-se a Hitler na invasão da Polónia… Pode continuar a ler mais sobre este assunto
aqui. Pode também ver os outros livros de Pat Buchanan aqui.

Sobre o mesmo assunto, pode ler o que
The Telegraph tem a dizer sobre este tema.

Como não podia deixar de ser, Mark Weber dá a sua contribuição
aqui.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Os Disparates de Churchill

A Europa, o “Continente Mãe Homem Ocidental”, hoje envelhece e está moribundo, incapaz de apoiar as natalidades necessárias para se manter realmente vivo ou resistir à conquista de uma invasão imigrante vinda do Terceiro Mundo.
O que aconteceu às nações que há um século há determinavam o rumo do mundo?

No livro Churchill, Hitler and 'The Unnecessary War': How Britain Lost Its Empire and the West Lost the World estão os argumentos deste autor para justificar o que ele considera terem sido os “disparates colossais dos estadistas Britânicos”, sendo o primeiro entre eles Winston Churchill, que transformaram duas guerras europeias em guerras mundiais e que tiveram como consequências feridas mortais ainda por sarar a Ocidente.
O primeiro disparate foi uma decisão secreta de 1906 em enviar o exército Britânico através do Canal para lutar em qualquer Guerra Franco-Alemã. Se o Kaiser tivesse sabido que o Império Britânico lutaria pela França, ter-se-ia movimentado mais decisivamente do que fez para impedir o escalar para a guerra em Julho de 1914. Leia mais sobre este assunto
aqui.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Polícia Britânica Descobre Falsificações Que Envolveriam a Morte de Himmler

A Polícia Britânica descobriu documentos falsos que foram colocados nos Arquivos Nacionais e que alegavam que Heinrich Himmler tinha sido assassinado com a ordem de Winston Churchill. A investigação identificou 29 falsificações que tinham sido colocadas em 12 arquivos depois de 2000... Exames forenses revelaram que alguns documentos que supostamente pertenceriam a Bernard Bracken, ministro da informação de Churchill, em 1945, foram feitos com uma impressora a laser. [leia a notícia na íntegra]