domingo, 29 de novembro de 2009

Conselho de Leitura (Com Vídeo)


Break His Bones: The Private Life of a Holocaust Revisionist - Em 1979, um dramaturgo, autor e editor chamado Bradley R. Smith avançou com uma ideia bizarra: e se a história de Hitler ter exterminado milhões de Judeus em câmaras de gás não fosse verdadeira? Aquilo que começou por ser uma questão peculiar logo deu lugar a uma perigosa aventura intelectual. Pelos seus posteriores esforços como porta-voz de alguém que se considera um dissidente histórico, Smith foi amplamente ultrajado e foi acusado de anti-semitismo. Break His Bones apresenta um lado pouco conhecido de uma história coberta de equívocos e de hostilidade. É um livro simples de um escritor simples que escolheu enfrentar uma pergunta delicada com um grande custo pessoal. É o registo de homem que tentou integrar na sua vida diária e na sua consciência o que para ele era uma descoberta momentânea, uma descoberta que ocasionou uma alteração quase geológica de perspectiva e de crença.
Smith permanece um incorrigível romântico. Acredita que a liberdade de imprensa e de expressão são preferíveis ao tabu e censura. Ele ainda acredita que há uma hipótese de convencer a classe profissional de que incentivar a liberdade intelectual é algo de bom, não um mal – mesmo no que diz respeito à questão do Holocausto. Isto é a sua história. E é uma excelente leitura.



Humor

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Filmes Para o Fim-de-Semana

A ser verídico tudo o que vem no post anterior, resta-nos esperar (sentados) os comentários de todos os que nos acusam de "maluquinhos das teorias da conspiração"...

O Revisionismo em Linha continua e continuará sempre a promover a liberdade de expressão e de informação, nem que para isso seja obrigado a confrontar tabus e fantasmas de crentes exterminacionistas daqui e além mar. Por isso, não temos qualquer problema em divulgar outras teorias e interpretações da história - mesmo que não concordemos, por vezes, a nível pessoal, com elas.

Vamos agora partilhar com vocês dois filmes para verem neste fim-de-semana (obrigado ao Nonas e ao Vespa pela informação).


La_Tierra_es_hueca




“Hitler speaks” – Hitler’s private movies




P.S. Acabei de ler esta notícia e perguntei a mim mesmo se o termo "CRIME DE GUERRA" também não se aplicaria a este caso (semelhante a tantos nesta guerra). Depois lembrei-me que este Alemão não era "nazi" e que a situação não se reportava à Segunda Guerra Mundial...

Mensagens de Pagers Interceptadas Durante o 11 de Setembro Divulgadas na Internet



O website Wikileaks publicou o que vem se confirmando ser mensagens interceptadas de texto enviadas durante o dia dos ataques de 11 de Setembro de 2001.

São um total de 573.000 mensagens de pagers que parecem ser originadas de orgaos oficiais dos EUA, como o Pentágono, FBI, FEMA e Departamento de Polícia de Nova York, tão bem como de computadores servidores reportando falhas em bancos de investimento dentro do World Trade Center. (...)

As mensagens irão provavelmente provocar grande alvoroço, uma vez que a primeira vista, parecem se referir a explosões nos edifícios, facto relatado por testemunhas e já conhecido na comunidade que luta pela verdade sobre o 11 de Setembro.

Leia mais sobre este assunto
aqui ou aqui.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sobre as Verdades Históricas

Afinal Quem Planeava Atacar Quem em Junho de 1941?



(…) Entre Agosto de 1939 e Abril de 1941, o número de exércitos junto à fronteira ocidental da União Soviética passou de zero para 11. Juntaram-se mais três em Maio, com mais cinco contingentes aerotransportados. Se Hitler não tivesse atacado primeiro, Estaline teria 23 exércitos e mais de 20 contingentes independentes contra ele. Isto teve lugar antes da mobilização geral (…). Se tudo isso for analisado no contexto doutrinal de Zhukov esboçado no início, então fica claro que a única intenção que o exército de Estaline poderia ter era começar a guerra no Verão de 1941.[leia o artigo na íntegra]

Sobre este assunto, podem ler mais aqui.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Recordando Um Certo Debate Sobre o Holocausto










Ahmadinejad Fala sobre o Holocausto e a Homossexualidade

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Histerismo do Costume: Protesto Contra Visita de Ahmadinejad ao Brasil



Cerca de 800 pessoas estiveram na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para protestar contra a vinda ao Brasil do presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad. A passeata reuniu diversos grupos judaicos e de movimentos de defesa dos negros, dos direitos das mulheres, homossexuais, além da União Cigana e de um integrante da Sociedade Beneficente de Desenvolvimento Islâmico. Leia a notícia na íntegra.

Como facilmente podemos perceber, há sempre os histéricos do costume a servirem de lacaios aos "eleitos coitadinhos" do costume...
Mas nem todos se vergam. Há quem lute. Com todas as forças e em todas as frentes. E porque o multam? E porque o prendem? PORQUE DENUNCIA A MENTIRA! A FARSA! O EMBUSTE!

Mas essa farsa não é a única que prende as nossa atenções. Há OUTROS HOLOCAUSTOS que nunca prenderam a atenção dos média, dos investigadores, dos historiadores, dos políticos, etc.. - E exemplos não faltam.

O silêncio também é cúmplice. E tem um preço. E a verdade... ESSA NUNCA TEME A INVESTIGAÇÃO!

Vídeo Polémico Sobre o Lobby Israelita na Grã-Bretanha



O vídeo Inside Britain’s Israel Lobby, inserido no programa Dispatches do Channel 4 - que pode ser visto aqui - levantou, como já era esperado, um coro de protesto dos histéricos do costume.

Podem ler sobre isso aqui ou aqui.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Tropas Multiraciais no Exército Alemão (III)








Estas fotografias são especialmente dedicadas a todos os anti-racistas à face da terra.
Curiosamente, quando as recebi, só me conseguia lembrar daquela história do Jessie Owens...

Tropas Multiraciais no Exército Alemão (II)



Voluntário brasileiro.

Egon Friedrich Kurt Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19 de Maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht. Em 25 de Agosto de 1944, durante uma missão de combate, Albrecht foi forçado a abandonar a formação devido a um problema no motor do seu avião (um Messerschmitt Bf 109G-14, werkenummer 460593, código "schwarz 21"). Enquanto retornava para a sua base sozinho, o seu avião foi atacado por caças norte-americanos sendo abatido próximo a St. Claude, noroeste da cidade de Creil (França).

Embora Albrecht tenha conseguido saltar de pára-quedas, ele chegou morto ao chão, o seu corpo foi saqueado por civis. Ainda hoje especula-se se teria sido ferido em combate ou se foi metralhado pelos caças inimigos enquanto estava no pára-quedas, algo comum naqueles dias.

O único brasileiro a ser condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro, o Hauptmann Egon Albrecht, quando da sua morte, tinha abatido um total de 25 aeronaves inimigas, sendo 15 na frente russa e os restantes na frente ocidental, incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich, além de outros 11 aviões destruídos no solo.

Voluntários Franceses


Voluntário Cossaco



Famoso oficial e voluntário Belga Leon Degrelle



Voluntários Albaneses

Voluntários Arménios


Voluntários Holandeses

Voluntário da Mongólia


Voluntários Ingleses

Adaptado daqui.

Em resumo, os membros das SS... "altos, louros e de olhos azuis"???!!! "Símbolo da pureza racial"???!!! "Símbolo máximo do ódio bélico e racial"???!!!

Desculpem-me, mas tenho que me rir um bocadinho desta parte da "história dos vencedores"...

rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs


O Histerismo do Costume...



Um professor de uma universidade em Roma que defende que não há nenhum a prova de que os Nazis mataram os Judeus em câmaras de gás, disse esta quinta-feira que está a ser vítima de "grupos de sionista."

Antonio Caracciolo, investigador de Filosofia da Lei na Universidade de Sapienza, disse ele tem o direito à liberdade de expressão (…). Quando o jornal La Repubblica publicou excertos do blogue de Caracciolo, Gianni Alemanno, o ‘presidente da câmara’ de Roma e líderes na comunidade Judaica pediram a sua demissão ou mesmo o seu despedimento.

"Já ninguém acredita que tenham morrido 6,000,000 de Judeus”, disse Caracciolo num ‘post’. Depois dos apelos para o seu saneamento, Caracciolo responsabilizou os "grupos de sionistas" e disse que os Judeus “estão a explorar a culpa que eles pensam que o mundo inteiro lhes deve." [leia a notícia na íntegra]

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O Livro da Quinta




"O Partido defende o ponto de vista de um cristianismo positivo”(Ponto 24 do programa do NSDAP).

Há mais de cinquenta anos a esta parte, muitos quiseram ver no nacional-socialismo uma manifestação do paganismo dos antigos Germanos. Ora, é um facto que os adeptos do paganismo, partidários de uma fé orgânica, tolerante e aberta, foram perseguidos no regime hitleriano, que, em contrapartida, se apoiava em poderosas forças cristãs. É esta atitude complexa do regime nazi face, por um lado, ao paganismo e, por outro, às Igrejas cristãs que esta obra pretende explorar. Com este documento abordamos e esclarecemos um ponto importante da História, talvez não numa abordagem definitiva, iniciando um debate enriquecedor.

Antigo combatente da Legião Estrangeira francesa, posteriormente funcionário da alta administração britânica, John Yeowell, foi uma das figuras mestras da renovação contemporânea da Tradição nórdica. Em 1973, fundou a Odinist for the Restoration of the Odinic Rite que se tornará, em 1982, na Odinic Rite propriamente dita, um dos principais grupos do ressurgimento espiritual nórdico no mundo.

Além da obra integral de Yeowell, este volume contém ainda contributos de Alain de Benoist, Henri Lichtenberger e Detlev Baumann.

Preço: 8€
Formato: 20/13
Páginas: 74
ISBN: 978-989-8336-02-6

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Tropas Multiraciais no Exército Alemão (I)


Voluntário de origem africana pertencente à Legião Muçulmana (Freies Arabien)


Um dos assuntos mais polémicos sobre o Nacional Socialismo de Adolf Hitler é, sem sombra de dúvidas, é a questão racial. Até que ponto foi negada a participação de outros grupos étnicos na construção do IIIº Reich? A lavagem cerebral à qual a humanidade foi submetida nos ultimos 60 anos certamente ajudou a manter o mito da raça ariana de 2 metros e olhos azuis, um mito muito difundido nos meios de comunicação social.










Legião de Muçulmanos





Graças à Internet, hoje em dia podemos compartilhar de uma parte da história esquecida e que poucos, infelizmente, ainda tem conhecimento - aqui fazemos o possível para isso.

Jamais os média, controlados pelos mesmos criadores do mito, ousaram tocar nos alicerces do gigante de olhos azuis, sabendo desde o momento que essa peça era fundamental para a enorme fantasia gerada em torno dos acontecimentos da IIª Guerra Mundial.

Adolf Hitler e Mussolini procuraram sempre dar ao seu povo uma particular auto-estima com o objectivo de se tornarem as maiores nações do mundo, e viam no contexto histórico/racial um grande instrumento para isso. Tais sentimentos e idéias propagaram-se por todo o mundo e reações semelhantes aconteceram noutros países. Basicamente, o Nazi-Fascismo defendia que uma nação era a criação máxima de uma raça e esta deveria sentir orgulho de si, pois em cada indivíduo estava escrita a sua história milenar de luta. Para combater o Sionismo, com o consentimento de Hitler, formaram-se tropas de voluntários em diversos países e estes integraram a Wehrmacht e também as Waffen-SS.






Voluntários hindus da Freies Indien






Para se ter uma idéia, quase todas as nações da Europa forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmacht e das Waffen-SS. O número exacto da enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas Forças Armadas Alemãs, entre 1939 e 1945, é desconhecido, sendo considerado por muitos historiadores, um dos mais intrigantes aspectos da II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco conhecido. Calcula-se que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da Wehrmacht e das Waffen-SS. No leste, apenas os voluntários individuais, ou seja, aqueles integrados directamente nas unidades regulares Alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente das repúblicas Soviéticas. Este número é o resultado directo dos anos de domínio brutal exercido pelo império Soviético. Algumas delas provaram ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS, enquanto outras tiveram resultados despresíveis em combate. No final da guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios compatriotas ou pelos "Aliados", enquanto os demais se renderam nos seus países de origem.



Espanhóis da Divisão Azul comandada pelo General Don

Existiram voluntários de todo o mundo:

Voluntários da Europa Ocidental: Boémia- Bélgica- Dinamarca- Espanha- Finlândia- Flandres- França- Grã Bretanha- Holanda- Itália- Liechtenstein- Luxemburgo- Noruega- Portugal- Suécia- Suíça.

Voluntários da Europa Central: Albania- Bulgária- Croácia- Eslováquia- Eslovénia- Estónia- Grécia- Hungria- Letônia- Lituânia- Montenegro- Polônia- Romenia- Sérvia.

Voluntários da Europa Oriental: Legiões Russas- Arménia- Bielo-Rússia- Cáucaso- Georgia- Ucrânia.

Legiões Muçulmanas: Azerbaijão- Tártaros da Criméia- Tártaros do Volga- Turquistão.

Legiões Cossacas: Cossacos do Don- Cossacos de Kuban- Cossacos da Sibéria- Cossacos Terekd.

Voluntários da Ásia: China- Coréia- Índia- Japão- Mongólia.

domingo, 15 de novembro de 2009

Israel Não é Uma Sociedade Tolerante, Segundo Recente Relatório


Israel falha amplamente e até de forma sombria os requisitos de uma sociedade pluralística tolerante, de acordo com um novo relatório vindo de um departamento estatal dos EUA. Apesar de se vangloriar com a liberdade religiosa e a protecção de todos locais sagrados, Israel não alcança a tolerância no que diz respeito a minorias, tratamento igual para grupos étnicos, falta de abertura dentro de vários sectores da sociedade e respeito pelo sagrado e outros locais (…). Israel exerce uma descriminação contra grupos, inclusivamente Muçulmanos, Testemunhas de Jeová, Cristãos, mulheres e beduínos (…). O relatório faz referência a mais de 300.000 imigrantes que não são considerados Judeus perante a lei de rabina e que não são autorizados a casar e a divorciarem-se em Israel ou a serem enterrados em cemitérios Judeus. [leia a notícia na íntegra]

Mas se alguém ainda fica com dúvidas sobre este relatório, leiam estas notícias:

Passadas somente algumas semanas após a prisão do suposto terrorista Judeu, Yaakov Teitel, um rabino da Cisjordânia apresentou um livro a dar permissão aos Judeus para matarem os Gentios que ameacem Israel. [Esta notícia apenas teria um extraordinário relevo na genaralidade dos média que a “autorização” fosse feita por um radical islâmico contra os Judeus…] O rabino Yitzhak Shapiro, que encabeça o Od Yosef Chai Yeshiva no colonato de Yitzhar, escreveu no seu livro "The King's Torah" que mesmo bebés e as crianças podem ser assassinados se constituírem uma ameaça à nação [???!!!]. Shapiro baseou a maioria dos seus ensinamentos em passagens citadas da Bíblia, a que ele adiciona a suas opiniões e crenças (…). "Se matarmos um Gentio que pecou ou transgrediu um dos sete mandamentos - porque nós preocupamo-nos com os mandamentos – não há nada de errado com o assassinato". [leia a notícia na íntegra]

Leiam agora esta:

O historiador de anti-sionista Prof. Ilan Pappe, um dos mais importantes "Novos Historiadores”, tinha programada uma apresentação, no último fim-de-semana, no Instituto Pedagógico de Munique. Mas uma carta da "Associação Israelo-Alemã de Munique", alegando que a conferência do Pappe transformar-se-ia "numa exposição de propaganda de anti- Israelita" fez com o município de Munique reconsiderasse o acontecimento. O município não deixou Pappe usar o local, alegando que a decisão tinha sido tomada por receio de "confrontos violentos" que poderiam surgir na área. No entanto, a polícia de Munique insistiu que não havia qualquer motivo de receio para a segurança para quem fosse assistir a conferência. [leia a notícia na íntegra]

Para finalizar estes exemplos de notícias, no mínimo, curiosas, leiam isto:

O New South Wales [Australia] Jewish Board of Deputies [um grupo de defesa dos interesses Judaicos na Austrália] pediu a retirada imediata de um livro que as escolas usam como texto de HSC e que dizem conter críticas anti-semitas. Aquele grupo disse que também tinha pedido que um capítulo sobre o Judaísmo fosse reescrito e reeditado em todas escolas que adquiriram o livro, referiu o seu director geral, Vic Alhadeff (…). A edição de 2009 da Cambridge Studies of Religion Stage 6 ofendeu o grupo Judeu com a publicação de declarações que incluíam: “Muitos dos conflitos modernos no mundo estão relacionados com as reacções de outros grupos ao povo Judeu”. [leiam a notícia na íntegra]


Reflectiram?...

Para perceberam melhor este "fenómeno", leiam isto.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A Farsa de Aristides de Sousa Mendes

Retirado daqui.




Entrevista de José Hermano Saraiva à revista Tabú (n.º 162 de 16 de Outubro) do jornal semanário Sol.
Mais sobre Aristides de Sousa Mendes, o Justo:
Gostava de saber porque não são levadas mais a sério pelos historiadores e analistas da especialidade estas declarações de José Hermano Saraiva. Afinal, não é ele um "testemunho", um "sobrevivente" daquela época, daquele tempo?... Afinal, não é ele uma "prova viva" de que Sousa Mendes não fez nada daquilo que hoje dizem?...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Os "Homens Perigosos" Estão em Extinção



"- Um último pedido?..."
"- Posso colocar uma última entrada no meu blogue sobre isto?"



Daniel Ellsberg é um ex-analista militar norte-americano, empregado pela RAND Corporation e depois funcionário do Pentágono, que causou um grande furor no governo e na opinião pública em 1971, quando forneceu ao jornal The New York Times os Papéis do Pentágono, documentos secretos do Departamento de Defesa contendo detalhes sobre as actividades das Forças Armadas dos Estados Unidos durante a Guerra do Vietname.
A publicação dos documentos alertou o povo norte-americano sobre como eles foram enganados pelo seu próprio governo a respeito da guerra.

Ellsberg arriscou ficar o resto dos seus dias na prisão ao denunciar as mentiras que tinham sido contadas à nação sobre a guerra do Vietname, mentiras de Eisenhower, Kennedy e Johnson. E Nixon acreditou que Ellsberg tinha documentos incriminatórios nas suas próprias mentiras, o que levou Henry Kissinger a considerar Ellsberg "o homem mais perigoso da América."

Eram necessários imensos Ellsberg’s na política (e não só) internacional. Eram mesmo necessários imensos “homens perigosos” como ele. O Revisionismo em Linha agradeceria, pois teria o seu trabalho muito mais facilitado.

E porque dizemos isto? Porque vivemos num mundo onde os média apelam muitas vezes para a necessidade dos líderes de todos os países fazerem todos os esforços para a paz mundial, mas depois percebemos que tudo não passa de pura demagogia.

E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que ter uma opinião contrária sobre um acontecimento histórico é punido mais severamente do que um vil e repugnante violador (que ainda tem a defesa e a protecção de figuras publicas e mediáticas de Hollywood).

E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que a História credível tem que ser aquela que os vencedores escreveram e
qualquer alteração trás consigo as consequências e os rótulos já conhecidos de todos. - Neste caso em particular, a morte (ASSASSINATO DELIBERADO E PREMEDITADO) de civis é considerado um CRIME DE GUERRA. Mas como as vítimas eram Alemãs e os assassinos "Aliados salvadores", está tudo bem e está tudo desculpado e perdoado...

Como todos sabemos, por mais pequeno que seja o novo dado, aparecem sempre os dementes do costume, trabalhadores incansáveis da nova inquisição politicamente correcta, com os seus carimbos preferidos nas mãos: “anti-semitismo” e “racismo”. E também neste caso particular, como estou aqui a "defender" as vítimas Alemãs inocentes, levo com esses carimbos...

Este é o mundo onde vivemos. Um mundo onde “homens perigosos” como Daniel Ellsberg são cada vez mais difíceis de encontrar. Por estarem em extinção ou porque estão numa reserva à espera da sentença que, mais tarde ou mais cedo, cairá sobre eles.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Conselhos de Leitura

"Guerra Justa", Terrorismo, Estado de Urgência e "Nomos da Terra - Neste seu trabalho Alain de Benoist contesta radicalmente a legitimidade teórica, política e moral do conceito de “guerra justa”, contra o terrorismo “global”.

Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar.

Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais.

De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.

O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.


O Holocausto das Almas - Relato de um crime contra a humanidade.

Entre 1949 e 1953 a cidade romena de Pitesti albergou um laboratório de pesadelo onde certos especialistas puseram em funcionamento um processo de destruição integral do homem.

Este testemunho não tem somente o mérito de estabelecer e sublinhar a verdade dos factos. O autor construiu a narrativa de forma intensamente dramática integrando diálogos na narração e pondo em perspectiva a sua vivência pessoal, mas sem recorrer a especulações ou sensacionalismos.

A oportunidade de o dar a conhecer ao público português vem do que o autor denuncia com antecipação póstuma, poderia dizer-se, a actual empresa de repressão da memória.

É necessário e urgente combater a estranha sedução que o pior dos extremismos exerce actualmente sobre os nossos contemporâneos. Mataram-se milhões de seres humanos nos campos de concentração soviéticos, o comunismo tentou, e em grande parte conseguiu, destruir os sentimentos no homem, consumiu totalmente, muitas vezes a fogo lento, o que o conforma como tal e fabricou o robot humano, uma espécie de golem de género inédito, através do terror e do desespero.


Apocalypse 1945: The Destruction of Dresden - Esta obra incontornável de David Irving encontra-se disponível on-line e em duas versões.

José Campos e Sousa e o Condestável

... E já que estamos a colocar em dia alguns vídeos que consideramos importantes - para não nos acusarem de "holocaustomaníacos", apresentamos mais alguns direccionados para outros alvos...

Porque também consideramos importante a defesa da nossa História sem traumas ou fantasmas, aqui está uma referência que só peca por tardia.








O lançamento deste novo CD de José Campos e Sousa realizou-se no dia 6 de Novembro, no Auditório da Universidade Lusíada. Praticamente à mesma hora, o cd foi igualmente apresentado, em Madrid, durante este evento.






São Nuno de Santa Maria

Por mais um favor do Céu coube-me desta feita dar música e dar voz a muito do que se tem escrito em louvor de Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável, terror dos Castelhanos, verdadeiro Herói da minha infância.

Benditas 3ª e 4ª classes que em 1955/1956 trouxeram à minha vida, de maneira tão fantástica a tão fantástica vida de uma mão cheia de Homens, que começando em Viriato, ajudaram a erguer Portugal.

Dom Nuno é certamente um primeiro entre iguais. Já Fernando Pessoa na “Mensagem” lhe atribuiu no Brasão, o lugar cimeiro – o da coroa.
Vou lançar no próximo mês de Novembro uma edição de autor, “Por Portugal e Mais Nada”, título que roubei ao Rodrigo Emílio, que de várias maneiras está presente neste Torneio.

O Rodrigo desafiou-me para esta empresa, há uns bons oito anos, enchendo-me de folhas com poemas e textos sobre Dom Nuno, muito a seu jeito. Este projecto foi sendo adiado por uma razão ou por outra, e somente agora que o nosso Herói foi promovido a Santo, pelo Outro Rei, é que eu tive licença de o acabar. Tinha que ser assim!

É um CD para Portugueses admiradores e herdeiros e seguidores das formaturas de 1143, 1385, e 1640, gente que não tem por hábito pôr-se em bicos dos pés, que só aparece quando é necessária. Gente anónima, modesta, desinteressada e corajosa. Gente que não discute nem põe em causa Portugal, gente que dá sem receber. É para todos esses que eu canto!

Dediquei “Por Portugal – e Mais Nada” a S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, décimo sexto neto de Dom Nuno e do Mestre de Avis. Faço-o por respeito, por admiração e, principalmente, por devoção a uma causa que precisa urgentemente de um novo Mestre que, como canta Rodrigo Emílio: – “Ponha a andar daqui o Andeiro!”.

A todos os que estiveram presentes no “Rodrigamente Cantando” e na “Mensagem à Beira –Mágoa” quero agradecer o apoio. Espero encontrar-vos de novo neste caminho Português.

“Por Portugal – e Mais Nada!”

José Campos e Sousa
Lisboa, Outubro de 2009

Este CD pode ser encomendado desde já, pelo email: largodocarmo@gmail.com

Agradeço que juntem a V. morada.
O preço é de 15,00 Euros

Café Com Bradley Smith

Café com Bradley Smith: Smith faz a introdução de si próprio (Parte I)




Café com Bradley Smith: Smith Faz a introdução de si próprio (Parte II)




Café com Bradley Smith: Cirurgia à cabeça




Café com Bradley Smith: Simon Wiesenthal

A Polémica de Harvard


A ADL lançou um relatório para combater a “negação do Holocausto” nas Universidades Americanas. Este relatório foi desenvolvido "em resposta à propaganda colocada no jornal do ‘campus’ por Bradley Smith e pela sua Comissão para um Debate Aberto sobre o Holocausto (CODOH)."

Em suma, a ADL considerou necessário "combater" o CODOH e o seu projecto no ‘campus’. A ADL entende que fazer algumas perguntas simples pode balançar todo o ‘marketing’ da indústria do Holocausto (Holocaust Inc.).


As duas perguntas são:

Por que é que Dwight D. Eisenhower não mencionou as câmaras de gás na sua obra “Cruzade in Europa” (“Cruzada na Europa”)?

Por que e que não há nenhum professor nos Estados Unidos que possa "apresentar, com provas, o nome de uma pessoa morta numa câmara de gás em Auschwitz?"

Estas duas questões criaram uma provocação numa organização com um orçamento anual de cerca de 50.000.000 dólares nos acreditam que é necessário silenciar uma organização com um orçamento (em 2008) de 46.000 dólares. Por debaixo de todos os milhões da ADL, por debaixo de todo o apoio académico, há ali uma grande e real fragilidade.

A seguir, está a carta - que também pode ser lida aqui, assim como outros assuntos relacionados - enviada para Harvard.

 
 
05 de Outubro de 2009

Caro Presidente Faust:

É evidente que o corpo docente de Harvard apoia uma estratégia de recusa em fazer perguntas sobre as armas de destruição maciça Alemãs da Segunda Guerra Mundial (câmaras de gás). É igualmente evidente, pelo seu silêncio, que o corpo docente de Harvard concluiu que não constitui um direito questionar a “particular e única monstruosidade” dos Alemães, e que não vai apoiar os estudantes de Harvard que poderiam ser saneados devido a uma livre troca de ideias sobre qualquer assunto. Será que o Gabinete do Presidente apoia este tabu? Não ouvi nada que sugira que ele não o faça.

A 8 de Setembro, a Harvard Crimson imprimiu um anúncio meu onde pretendia saber o porquê do General Dwight D. Eisenhower, na sua “Cruzada Pela Europa”, escolheu (escolheu!) não mencionar a arma de destruição em massa Alemã da Segunda Guerra Mundial, a "câmaras de gás." O anúncio perguntava: " Por que é que não? " O mesmo anúncio também pedia que um professor, alguém, da Universidade de Harvard oferecesse “com provas, o nome de uma pessoa assassinada numa câmara de gás em Auschwitz."

A 9 de Setembro, Maxwell L. Child, Presidente do Harvard Crimson, sentiu a necessidade de pedir desculpas por ter imprimido o anúncio, dizendo que o texto "questionou se o Holocausto ocorreu" (ou não) e que enfureceu muitos dos membros da comunidade de Harvard. O departamento de Crimson publicou, em seguida, uma carta indicando "Acreditamos que esse item [estas perguntas] nunca deveriam ter sido encontrada nas páginas de um jornal da faculdade."

Nenhum membro do corpo docente de Harvard tentou responder a alguma das minhas perguntas e não há nenhuma evidência de que qualquer membro do corpo docente de Harvard tenha apoiado os jornalistas e estudantes da Crimson que tinham sido favoráveis à publicação do anúncio. Quando os e-mails, telefonemas e cartas inundaram a Crimson vindos de dentro e de fora do ‘campus’ por parte de “grupos com interesses especiais”, o corpo docente de Harvard desempenhou o papel de "espectador", permitindo que os jornalistas da Crimson fossem autenticamente enforcados e pendurados ao vento.

Presidente Faust: por que você acha que nenhum académico da Universidade de Harvard está disposto a responder a duas simples perguntas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha? Por que é que você acha que a Faculdade de Harvard não está disposta a apoiar os jornalistas Crimson favoráveis à livre troca de ideias sobre um assunto? Será que o Gabinete do Presidente apoia o que parece ser um tabu em Harvard, que proíbe o questionar da ortodoxa (Estatal) posição sobre as armas de destruição em massa da Alemanha?

Não acha correcto os estudantes de Harvard estarem cientes do facto que Dwight D. Eisenhower escolheu (escolheu!) não mencionar as câmaras de gás na sua “Cruzada Pela Europa? Que Winston Churchill, nos seus seis volumes da história da Segunda Guerra Mundial, também optou por não mencionar as câmaras de gás? Que Charles de Gaulle também decidiu não falar das câmaras de gás Alemãs nas suas Memórias? Que, quando o Primeiro-Ministro Israelita Benjamin Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU, no mês passado, para anunciar que os Protocolos de Wannsee continham informações “precisas” sobre o extermínio dos Judeus, que aqueles que produziram os Protocolos optaram por não mencionar as câmaras de gás? Com que “precisão” a faculdade de Harvard acredita o que isso seja e signifique? Exactamente?

Talvez você acha que é "odioso" fazer perguntas críticas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha. Se assim for, você deve encarar as perguntas como uma questão moral. Eu também vejo isso como uma questão moral, mas pelo aquilo que acredito, trata-se de uma perspectiva diferente. Acredito que é imoral suprimir a liberdade intelectual em Harvard, assim como é imoral suprimi-la em qualquer outro lugar. Acredito que é imoral da parte de Harvard (ou qualquer outra faculdade) não sair em auxílio de alunos que optaram por uma livre troca de ideias e por uma imprensa livre. Isso é imoral para o corpo docente de Harvard para explorar o tabu de proibir os alunos de questionar uma monstruosa feita contra outros.

A faculdade de Harvard tem o direito de ser céptica em relação a cada argumento revisionista que questiona as armas de destruição em massa Alemãs. O cepticismo não é um pecado. Os revisionistas são cépticos em relação às afirmações ortodoxas sobre as ADM Alemãs e publicaram uma boa quantidade de material para ilustrar por que é que eles são cépticos. Que eu saiba, nenhum professor de Harvard publicou um artigo em alguma revista onde tenha ilustrado que os textos revisionistas sobre ADM Alemãs são inúteis. O cepticismo da faculdade de Harvard, então, só revela a sua credulidade.

Presidente Faust: você acredita que esteja correcto o Gabinete do Presidente permitir e até encorajar o tabu para impedir a liberdade intelectual em Harvard? Que esse tabu seja utilizado para proibir um debate aberto em publicações de estudantes sobre a questão da utilização de armas de destruição em massa pela Alemanha? Se assim for, como vou distinguir um membro do seu corpo docente, comprometido com este tabu em particular, de um membro de um “South Seas Cargo Cult” comprometido com algum outro tabu? Pelas calças?

 
Obrigado pela sua atenção.

President Drew Faust
Office of the President
Harvard University
Massachusetts Hall
Cambridge, MA 02138 USA




Bradley R. Smith, Founder

Committee for Open Debate on the Holocaust
PO Box 439016
San Ysidro, California 92143
Desk: 209 682 5327


Email: bradley1930@yahoo.com


Web: http://www.codoh.com/


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Testemunhos e Libertadores Aliados


Por que haveria de um escritor inventar histórias sobre o Holocausto? Telling Tales: A History of Literary Hoaxes de Melissa Katsoulis explora este canto pouco conhecido e bizarro da literatura do "embuste" e da "fraude". Aqui podem ler mais sobre este assunto.

Esta obra levanta várias questões: se estes testemunhos, credíveis até ao momento em que foram desmascarados, foram motivo de inspiração para uma infindável quantidade de obras literárias e fizeram parte de um pilar para toda a campanha de propaganda da "indústria do Holocausto", quem nos pode garantir que os outros testemunhos são também eles credíveis?!... Ninguém pode naturalmente. Isto não quer dizer que muitos não o sejam. Mas que se possa questionar, interrogar, duvidar, DE TUDO até que toda a investigação forense faça o seu trabalho. Porém, nós sabemos que não é isso que acontece.
O desmascarar destes "testemunhos" tem também ajudado a desmascarar outras figuras que ficaram nos livros de história como grandes "salvadores" do mundo moderno e civiizado (???!!!).

Vamos dar um exemplo: Winston Churchill.

Sabiam que este "salvador aliado" pretendia lançar gás venenoso sobre a Alemanha?

Num memorando de guerra secreto da guerra, Winston Churchill afirmou aos seus assessores que queria "molhar" a Alemanha com gás venenoso. O memorando de Churchill de Julho de 1944 ao seu chefe de gabinete, o General Hastings Ismay, foi publicada na edição de Agosto-Setembro de 1985 da revista American Heritage

"Estou a pensar muito seriamente sobre essa questão do gás venenoso", refere a nota da página 4. O líder da Grã-Bretanha continua: "É absurdo considerar ter que haver moral quanto a este tema, quando todo mundo já o usou [gás] na última guerra sem uma palavra de queixa dos moralistas ou da Igreja. Por outro lado, na última guerra, o bombardeamento de cidades desguarnecidas era considerado proibido. Agora todo mundo faz isso como uma coisa natural. É simplesmente uma questão de moda que se altera da mesma forma que se faz com as saias longas ou curtas para as mulheres. "

A directiva de Churchill declarava sem rodeios: "Eu quero um cálculo feito com sangue frio no que diz respeito às consequências de se usar gás venenoso. (…) Nós podíamos atacar as cidades do Ruhr e muitas outras cidades na Alemanha, de tal maneira que a maioria da população ficaria a necessitar de cuidados médicos constantes. (…) Podem ainda passar várias semanas ou mesmo meses antes de eu ordenar esse ataque à Alemanha com gás venenoso e, se fizermos isso, vamos fazê-lo a cem por cento. Entretanto, quero o assunto estudado a sangue frio por pessoas sensatas e não por um conjunto particular de derrotistas uniformizados que agora pensam uma coisa e a seguir já pensam noutra."

A proposta de Churchill, que significaria violar o Protocolo de Genebra de 1925 que proíbe o uso de gás venenoso, nunca foi aprovada. Os seus assessores militares argumentaram que a guerra com gás faria desviar aviões de guerra aliados da estratégia mais eficaz de bombardeamento da Alemanha, indústrias e cidades. Eles temiam que os ataques com gás não seriam decisivos e a Alemanha, muito provavelmente, iria retaliar com efeito devastador contra a Inglaterra. Churchill queixou-se a um assessor que ele "não estava totalmente convencido com este relatório negativo", mas com relutância, acabou por ceder. "É claro que eu não posso fazer a cabeça contra os padres e contra os guerreiros ao mesmo tempo", reclamou ele em privado.


Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.

Em resumo, A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

domingo, 8 de novembro de 2009

Seis Razões


Não vou argumentar que “o Holocausto não existiu”. A minha posição é que algumas coisas aconteceram e outras não. Especificamente, a minha tese é que não existiram câmaras de gás nos campos de concentração Nazis. Vou apresentar-vos seis razões para isso:

1. As provas físicas – as próprias câmaras.

Este deve ser o ponto de partida. Se pudessem ir a Auschwitz e descobrir uma sala que foi, obviamente, uma câmara de gás, então o revisionismo não existiria. O assunto ficaria resolvido de uma vez por todas. O problema é que quando chegamos a Auschwitz e olhamos para a sala que, supostamente, terá sido uma câmara de gás, encontramos uma sala que, obviamente, não terá sido uma câmara de gás. Essa é a razão porque o revisionismo é necessário.

O facto básico em todo este assunto é que a sala que, supostamente, foi uma câmara de gás não foi uma câmara de gás.

Se estivéssemos a falar de algumas matérias de Psicologia, eu usaria isto como um paradigma de crenças que governam as próprias percepções. Algumas pessoas olham para essas imagens e vêem uma câmara de gás. Outros olham para o mesmo e vêem uma morgue. Isto é semelhante à experiência onde todos numa sala dizem que o lápis vermelho é mais comprido e o elemento experimental, cujos olhos lhe dizem que o lápis verde é maior, tem medo de contradizer o grupo.
Os meus olhos dizem-me que o lápis verde é maior e eu vou afirmá-lo, mesmo sendo ilegal fazê-lo (especialmente se é ilegal dizê-lo): a ideia de que aquelas pessoas foram mortas com gás naquela sala ou noutra semelhante é absurda.


2. A lacuna nos registos documentais

Se existissem documentos que cobrissem toda a sequência dos acontecimentos, então não existiria o revisionismo. O problema é que os documentos que esperaríamos encontrar não existem. Temos documentos relatando todos os aspectos da guerra, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto a morte com gás dos Judeus. Não é possível matar com gás seis milhões de pessoas ou fazer outra coisa qualquer envolvendo milhões de pessoas sem deixar uma pista num papel. Se as mortes por gás existiram então existiriam milhares de documentos a verificá-lo, começando pelos planos iniciais e continuando através do desenrolar dos acontecimentos. Mas não existem quaisquer papéis que o provem.


3. A lacuna nos registos fotográficos

Se existissem fotografias de toda a sequência dos acontecimentos, incluindo fotografias das pilhas de cadáveres nas câmaras de gás, então não existiria o revisionismo. Isso encerraria o assunto imediatamente. O problema é que não existem essas fotografias. Temo-las sobre todos os aspectos da Segunda Guerra Mundial, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto quanto ao gaseamento dos Judeus. Existem fotografias de Judeus a saírem dos comboios em Auschwitz, fotografias de Judeus nos campos e fotografias de cadáveres em sepulturas em massa, mas não existem fotografias de ninguém a ser morto com gás.

Para resumir as primeiras três razões: se tivéssemos qualquer prova da morte de Judeus com gás como temos para acontecimentos históricos reais (i.e. para eventos que aconteceram realmente), então todos reconheceriam que existiram câmaras de gás e não existiria o revisionismo.


4. O depoimento das testemunhas não prova que existiram câmaras de gás.

Existem três pontos que têm que ser referidos sobre as testemunhas:

a. As testemunhas não são unânimes. Algumas nem dizem nada sobre as câmaras de gás.
Por exemplo, Jan Karski escreveu um relatório, em finais de 1942, no qual testemunhava que tinha visitado o campo de Belzec para investigar os rumores de extermínio. Disse que os Judeus eram mortos com choques eléctricos numa sala com o chão em metal. Em 1944, publicou um livro no qual afirmava que os Judeus eram carregados em vagões cheios de cal viva e deixados a morrer fora do campo. Nem o artigo nem o livro dizem algo sobre as câmaras de gás. Actualmente, claro, a história oficial de Belzec não diz nada sobre choques eléctricos ou vagões cheios de cal viva. Supostamente, temos que acreditar que os Judeus, em Belzec, foram mortos em câmaras de gás. Mas Jan Karski, que esteve lá na altura (pelo menos, é o que afirma), não fala nada sobre câmaras de gás.

b. O depoimento das testemunhas sobre as câmaras de gás não foi sujeito a exame.
Uma das testemunhas considerada como uma fonte credível é o Dr. Miklos Nyiszli, o suposto autor de Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Existiu realmente um Dr. Nyiszli. Era um médico Húngaro. Foi mandado para Birkenau (e não Auschwitz), aonde trabalhou num laboratório patológico sob as ordens do infame Dr. Mengele. Depois da guerra, ele testemunhou nos julgamentos de Nuremberga. Morreu em 1949. O livro foi publicado em 1951. Através do livro, o autor refere que esteve em Auschwitz. Salienta que existiam quatro crematórios em Auschwitz. Na realidade, existia um crematório em Auschwitz e quarto em Birkenau. Obviamente que alguém que tenha estado lá sabia disso. Qualquer pessoa que lá tenha estado saberia distinguir os campos. No final (página 206), quando estavam a ser evacuados em Janeiro de 1945, diz o autor:

“Saímos com a sensação fervilhante da liberdade. Direcção: Birkenau KZ, a dois quilómetros dos crematórios”.

O Dr. Nyiszli não saiu de Auschwitz em direcção a Birkenau. Ele já estava em Birkenau. Isto é apenas uma notória impossibilidade num livro cheio de incongruências. Este livro não foi escrito pelo Dr. Nyiszli. Não poderia ter sido escrito por alguém que lá tenha estado. No entanto, este livro é citado como um dos mais credíveis testemunhos.
Se lerem apenas um livro sobre o Holocausto, esse livro deverá ser Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Deixem que eles vos dêem o melhor deles. Usem o vosso próprio julgamento. Este livro é ou não um relato de uma testemunha?

c. As testemunhas, por elas próprias, não provam nada.
Suponham que centenas de milhares de testemunhas reclamam que algo aconteceu. Isso significa que esse algo aconteceu? Existem, provavelmente, centenas de milhares de pessoas que “viram um OVNI” nos últimos cinquenta anos. Isso significa que existem discos voadores no céu? Existem centenas de pessoas que afirmam que não apenas viram OVNIS como também estiveram dentro deles. Terão sido, supostamente, sequestrados. Eles dir-vos-ão com detalhes vividos as suas experiências e não terão quaisquer motivos óbvios para mentirem. Isso significa que tal aconteceu?
Quando nos referimos à “câmara de gás”, se alguém disser que viu pessoas a serem gaseadas naquela sala, isso significa que tal aconteceu?


5. O facto é que os livros considerados como referências normais não são de confiança.

No Verão de 1995, quando eu era um iniciado neste assunto, fui a um debate entre Michael Shermer, editor da revista Skeptic, e Mark Weber, um revisionista. Era suposto ser um debate, mas, na realidade, foi aquilo que Michael Shermer chama de “meta-debate”. O Dr. Shermer pretendeu fazer crer que não existia nada para discutir. Porém, a determinada altura ele concordou que deveria dizer algo sobre o assunto. Referiu que qualquer pessoa que pretendesse encontrar provas da existência de câmaras de gás, encontrá-las-ia em Anatomia do Campo da Morte de Auschwitz, de Gutman e Berenbaum, especialmente o artigo de Pressac.
O que, provavelmente, nunca terá ocorrido ao Dr. Shermer é que alguém tivesse lido esse livro, mas eu fi-lo. Procurei por toda a cidade de Los Angeles e encontrei-o na livraria UCLA. Li o artigo de Pressac e as notas em rodapé. Muitas das suas afirmações sobre os gaseamentos não estão documentadas. Quando Pressac acrescenta notas em rodapé, elas não podem ser confirmadas. A maioria está na forma “Oswiecim, BW 1/19” ou “Moscovo/Revolução de Outubro, 7021-108-32, 46”.
No entanto, existe uma excepção. Pressac refere na página 234: “O primeiro gaseamento no crematório IV não correu bem. Um homem das SS, usando uma máscara, teve que subir a uma pequena escada para chegar a uma “janela”, depois abriu-a com uma mão e despejou o Zyklon B com a outra. Esta rotina acrobática teve de ser repetida seis vezes. Quando a portas hermeticamente fechadas foram abertas para evacuar o gás, reparou-se que o arejamento natural era ineficiente; tinha que ser imediatamente cortada uma porta no corredor norte para que o ar corresse de forma contínua”. [143]
A nota de rodapé para este parágrafo é:
143. Álbum de Auschwitz (Nova Iorque, 1980), fotografia 112.
Isto pode ser analisado. O Álbum de Auschwitz não está, actualmente, a ser impresso e é difícil de encontrar, mas ao menos não temos que ir à Polónia ou à Rússia. Por sorte, encontrei uma cópia numa livraria e olhei ansiosamente para a fotografia 112. Esta fotografia não tinha nada a ver com o parágrafo referido. De facto, nenhuma das fotografias no Álbum de Auschwitz tinha alguma coisa a ver com aquele parágrafo.
Por outras palavras, a única nota em rodapé possível de ser analisada transformou-se numa farsa.
Tanto quanto sei, o Álbum de Auschwitz não está disponível on-line. Não vou colocar a fotografia 112 aqui. Vou deixar isso como um exercício ao leitor. Está interessado em saber se a história das câmaras de gás é verdadeira? Até aonde vai esse interesse? O suficiente para ir a uma livraria e verificar esta notas? Aquilo que Michael Shermer está a contar é que praticamente ninguém o faça.

Aquilo com que eu estou a contar é algumas pessoas o faça. Basta apenas algumas, de início. Em cada universidade espero que, pelo menos, um estudante ou um professor se interesse o suficiente para que, com honestidade académica, observe a fotografia 112 e tenha coragem suficiente para falar. É preciso coragem para não cometer nenhum erro. Lembrem-se o que aconteceu a David Cole e a outros revisionistas.

Mais informações sobre Pressac e as suas notas em rodapé podem ser encontradas na página ‘Dead Footnote’. Acrescentei alguns novos e de alguma forma irónicos comentários a esta página em Outubro de 2004.


6. O facto de Hitler ter declarado abertamente as suas intenções e os Nazis terem cometido também atrocidades abertamente.

Alguns historiadores pretendem justificar a falta de fotografias e de documentos com o facto de o Holocausto ter sido algo tão secreto que nem fotografias terão sido tiradas e nem foram permitidos documentos que incriminassem quem quer que fosse. Isto é suposto ter sido verdade, mesmo quando a Solução Final estava a ser planeada pelo menos até antes de 1941.
Hitler falou sobre o extermínio e a aniquilação dos Judeus em diversas ocasiões. Por exemplo, aqui está uma afirmação retirada do Mein Kampf. (Esta foi retirada da página 338, da edição de capa dura da Houghton-Mifflin. Outras referências ao extermínio podem ser encontradas nas páginas 169 e 679.) Hitler escreveu:

“A nacionalização das nossas massas apenas acontecerá quando, para além de toda a luta positiva pela alma do nosso povo, os seus prisioneiros estrangeiros forem exterminados”.
Supostamente, somos obrigados a acreditar que Hitler anunciou ao mundo que os Judeus seriam aniquilados e que, ao mesmo tempo, fazia os possíveis para pretender que eles não estavam a ser aniquilados. A intenção foi declarada abertamente, mas o acto em si foi tão secreto que os Nazis nunca o discutiram entre si. Isto não faz qualquer sentido.

Na página 679, ele diz o seguinte:

“Se no início da Guerra e durante a mesma, doze ou quinze mil deste Judeus, corruptos do povo, tivessem estado sob gás tóxico, como aconteceu a centenas de milhares de nossos melhores trabalhadores Alemães no campo de batalha, o sacrifício de milhões na frente não teria sido em vão. Pelo contrário, doze mil patifes eliminados de uma vez poderão ter salvo as vidas de milhões de Alemães, válidos para o futuro”.

Neste ponto, o “secredo” já estava à solta. Ao tocar na ideia do gaseamento dos Judeus no Mein Kampf, não fazia qualquer sentido para Hitler pretender que nada estava a acontecer. Mas não existe qualquer outra referência ao gaseamento em mais nada que ele tivesse dito ou escrito. Temos volumosos registos de tudo o que Hitler, Himmler e outros Nazis disseram em público e muito do que eles disseram em privado, e não há qualquer menção aos gaseamentos, mesmo nas ocasiões em que eles falaram em verem-se livres dos Judeus.

Temos uma transcrição do discurso (o discurso em Polaco) no qual Himmler endereçava um encontro em privado aos jovens oficiais das SS. Mesmo que ele não quisesse fazer menção aos gaseamentos em público, ele sentir-se-ia à vontade para o fazer num encontro privado das SS. (Ele teria falado abertamente nalguma altura. Eles tê-lo-iam discutido entre eles. Não conseguimos fazer nada sem dizer o que estamos a fazer.) Mas ele não disse nada sobre os gaseamentos, mesmo quando estava a pensar em enviar os Judeus para os campos de concentração. Ele não disse: "Agora vou referir-me ao gaseamento dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu”. Pelo contrário, o que Himmler disse foi:

“Vou referir-me à evacuação dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu”.
Noutro encontro privado (em 1941), Hans Frank mencionou a ideia do assassínio dos Judeus com gás:

“Não podemos fuzilar estes 3,5 milhões de Judeus, nem matá-los com gás. No entanto, temos que tomar medidas que, de qualquer maneira, levarão ao objectivo da aniquilação”...

Mesmo na conferência de Wannsee, nada foi dito sobre gaseamentos.
Em 1941, os Nazis estavam a ganhar a guerra. Os julgamentos por crimes de Guerra eram a última coisa que alguém se lembraria. (Na realidade, apenas passou a existir esse conceito depois de 1945. Os julgamentos por crimes de guerra não faziam parte das guerras do passado.) Os Nazis não tinham qualquer motivo para criarem uma ilusão para a posteridade. Eles pensavam que eles iriam ser a posteridade. Eles pensavam que nunca iriam responder perante ninguém por algo que tivessem feito. No entanto, somos, supostamente, obrigados a acreditar que mesmo em 1941 eles estariam já a pensar, para além do fim da guerra, na necessidade de encobrir as suas acções.

Os Nazis não eram tímidos em assassinar pessoas. Eles cometeram atrocidades abertamente. Eles pavoneavam-se por isso. Temos fotografias de soldados Nazi a assassinarem Judeus a sangue frio e a rirem-se disso. Estas fotografias não foram tiradas clandestinamente por alguém. Foram tiradas pelos próprios Nazis. Mas somos, supostamente, obrigados a acreditar que as câmaras de gás eram tão secretas que não foi tirada nenhuma fotografia das mesmas.
Somos, supostamente, também obrigados a acreditar que seria possível encobrir uma acção que envolvia seis milhões de pessoas.

O cenário do gaseamento, supostamente, ter-se-à desenrolado da seguinte forma: um comboio carregado de Judeus chegava a Auschwitz. Eles eram separados em dois grupos, os que estavam capazes para o trabalho e aqueles que não estavam. Este último grupo era levado para o crematório logo de seguida. Primeiro iam para uma sala para se despirem. Depois eram levados para uma outra sala, que, supostamente, era um chuveiro ou uma sala de desinfestação. Quando estavam nessa sala, eram fechados e gaseados. Poucos minutos depois, os guardas entravam e carregavam os cadáveres para fora e levavam-nos para os fornos para serem cremados.
Se seis milhões tivessem sido gaseados, este cenário teria que ter sido repetido milhares de vezes. Façam as contas. Isto teria que ter acontecido, pelo menos, doze mil vezes, em diversos campos, para além de um período de vários anos. Esta cena macabra é algo que um fotógrafo daria o seu braço direito para fotografar, especialmente quando envolvia mulheres despidas. Mas, supostamente, era proibido tirar fotografias. Por isso, não foram tiradas nenhumas fotografias. Isto não faz qualquer sentido. Os guardas prisionais faziam a lei entre eles. Não se poderia impedir que eles tirassem fotografias. Perguntem a
Lynndie England – e aos seus muitos fans e imitadores que pensam que tudo isto é uma grande anedota.
Se o cenário do gaseamento tivesse realmente acontecido, repetindo-se milhares de vezes, teriam que existir fotografias. Mas não existe nenhuma.
Não existem fotografias de alguém a ser gaseado porque ninguém foi gaseado.


Resumo

Arthur Butz é um dos grandes pioneiros deste assunto. Ele fez do seu ponto essencial que isto teria que ser uma coisa simples.
Se estiverem a considerar a questão de que estará ou não um elefante na vossa arrecadação, não precisarão de lá ir e verificar com uns óculos especiais. Não precisam de construir um grande e envolvente argumento para esclarecer a questão. Se o elefante lá estiver, é evidente que ele lá está, e se não estiver, obviamente que ele não estará.
Da mesma forma, a questão de que se os seis milhões de Judeus foram ou não gaseados não pode ser uma questão obscura. Tem que ser óbvia, de uma maneira ou de outra. Essa é a razão porque comecei o meu argumento com a prova física, as próprias salas. Uma vez que vejamos que a sala não é uma câmara de gás, tudo o resto cai por terra. Claro que não existe qualquer documentação sobre as câmaras de gás. Como é que pode haver? Claro que não existe nenhumas fotografias de ninguém a ser gaseado. Como é que pode haver? Aquilo não é uma câmara de gás!


ORIGINAL

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Uma Fraude Disfarçada de "Diário"


Uma organização internacional que luta contra a negação do Holocausto condenou na quarta-feira uma campanha de "intimidação" realizada por militantes do grupo Hezbollah sobre a distribuição do diário de Anne Frank, no Líbano. O livro foi recentemente traduzido para o Árabe e Persa e visa disseminar a consciência do Holocausto (entre os Muçulmanos) e contra o racismo e a intolerância. [Curiosa, pelo menos, esta última palavra - “intolerância”. A ver pela quantidade de livros revisionistas proibidos em vários países do mundo, esta “condenação” é, no mínimo, curiosa…].

(…)

A televisão Al-Manar, propriedade do Hezbollah, chamou a atenção das autoridades judiciais Libanesas para processarem os responsáveis pela distribuição do livro naquele país, livro esse cuja narração é considerada "teatral e dramática ... de uma forma emocional."

Naim al-Qalaani do "Hezbollah "Committee for the Boycott of Zionist Goods in Lebanon" [“Comité para o Boicote de Produtos Sionista no Líbano”], referiu que a distribuição do livro era uma flagrante violação e “um movimento em direcção à normalização" com o ‘arquinimigo’ do Líbano, Israel.

(…)

O Projecto de Aladdin, responsável pelas traduções e edições emitiram um comunicado em que "condenavam a campanha de difamação e intimidação por parte da televisão do Hezbollah.".

(…)

[A reacção (mais uma) histérica desta organização “pseudo tolerante” merece, naturalmente, alguns comentários]:

1. Em primeiro lugar, perguntamos: onde estão os diários das meninas Alemãs e Japonesas que viveram durante os bombardeamentos genocidas dos Aliados contra as cidades das suas nações durante a Segunda Guerra Mundial? Será que podemos estar, realmente, convencidos que nenhum dos sobreviventes adolescentes escreveu algo sobre os seus sofrimentos?

2. O mesmo pode ser solicitado às crianças Árabes e Muçulmanas que sobreviveram aos atentados terroristas dos Israelitas no Líbano, Jenin e Gaza e aos atentados terroristas dos EUA em Bagdad, no Iraque e no Afeganistão.

3. Robert Faurisson e Ditlieb Felderer fizeram uma investigação forense com peritos sobre a proveniência do "Diário de Anne Frank" e, no seu entender, o pai de Anne, Otto, escreveu partes do mesmo (o Prof.. Faurisson entrevistou o Sr. Frank pessoalmente). Portanto, o que é apresentado como sendo o "Diário de Anne Frank" é, na verdade, uma fraude literária.

4. Anne morreu de tifo e não de gás venenoso. A sua morte é uma tragédia, mas a sua morte não é uma prova do "Holocausto" na conotação geralmente aceite de que ela foi um exemplo do assassinato em massa com gás tóxico.

5. Aquilo que faz sentido ao Hezbollah opor-se é à autêntica destruição - "Holocausto" - de uma nação de pessoas, enquanto o mecanismo de "negação do Holocausto" é utilizada para negar o Relatório Goldstone, o massacre em Jenin, o massacre de Qana (duas vezes), o assassinato em massa através de bombardeamentos em Beirute, em Agosto de 1982, e muitos outros crimes de guerra dos EUA e dos Sionistas, crimes esses que todas as pessoas que procuram uma imagem respeitável nos média do Ocidente deve permitir escorregar nos recantos nebuloso e escondidos da memória.

6. Os revisionistas há muito tempo que detectaram que a propaganda Sionista do "Holocausto" é tão cruel como uma arma no arsenal Israelita como o fósforo branco e os helicópteros Apache. A ‘excepcionalidade’ Talmúdica trabalhou a sua vontade sobre o Ocidente com o objectivo de ganhar a aceitação para marcar o contratempo do Judaísmo entre 1939-1945 como "O Holocausto ", o pior sufrimento alguma vez vivido por uma nação de pessoas no universo desde o início dos tempos, blah, blah, blah.

A exploração de Anne Frank e sua comprometido "diário" é parte dessa excepcionalidade. Qualquer um que ouse discordar dessa excepcionalidade judaica torna-se, na opinião dos média ocidentais, universidades e governos, um vil canalha com pensamentos racistas e um criminoso "negacionista".

[Leia a notícia na íntegra]


Recordemos aqui uma das várias intervenções que o meu amigo Diogo dedicou ao tema.