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quarta-feira, 6 de julho de 2011

David Cole e Mark Weber no Montel Williams Show

Debate já antigo, mas que não deixa de ser importante. Especialmente para ajudar a esclarecer o que é e o que não é o Revisionismo do Holocausto.









terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Plano Morgenthau no Mito do Holocausto

O Plano Morgenthau influenciou de forma significativa o contexto do mito do Holocausto. Este artigo explica como e porquê e dá-nos seis exemplos.

No final da Segunda Guerra Mundial na Europa, o "Allied Psychological Warfare Department" tinha o objectivo como objectivo a alteração de dois pontos de vista Alemães que se criam ser obstáculos à paz futura:

A) Muitos Alemães ainda gostavam de Hitler e do Nazismo.
B) Os Alemães não gostavam da ideia da sua nação ser convertida num região agrícola através da desindustrialização, como se pretendia fazer com o Plano Morgenthau.

A maioria do povo Alemão sabia desse plano porque o governo Nazi, antes do seu colapso, divulgou-o.
Deste modo , o "Psychological Warfare" alterou o nome para "Information Control" e empurrou autenticamente o mito do Holocausto com a "fábrica da morte" com o objectivo de derrubar aqueles dois referidos problemas. Como pode ser observado num filme realizado para a população da Alemanha Oriental, com o título "Todesmuehlen" (1946), a mensagem pessoal para o indivíduo Alemão era, mais ou menos, isto :

"Hitler fez algo de muito terrível que vocês não sabiam, mas que deveriam saber. Se apenas tivessem aberto os olhos teria sido evidente e agora deveriam sentir vergonha. Hitler usou a indústria Alemã para matar Judeus e outros, como fábricas que facilmente se converteram para propósitos diabólicos".

A concepção da "fábrica da morte do "Information Control" do Holocausto também resultou bem com a narrativa dos comunistas que derrotaram o Nazismo. Os comunistas viam o Nazismo como um capitalismo com esteróides, e o ideal comunista do paraíso para o trabalhador contrastava muito bem com a fábrica da morte.
Acredita-se, por todo o lado, que o Plano Morgenthau foi apenas uma hipótese e que não foi implementada porque era demasiado dura e extremista. Mas, na realidade, foi posta em prática uma versão disfarçada do Plano Morgenthau em Abril de 1945, com a denominação "Joint Chiefs of Staff Directive 1067" (JCS 1067) na qual os responsáveis militares americanos eram obrigados a seguir Eisenhower, o que o público americano inicialmente não sabia porque era segredo. Existiam inúmeras maneiras destinadas em manter o povo alemão em condições miseráveis. Além disso, limitando a produção industrial e, em alguns casos, ordenando o desmantelamento de fábricas que não tinham sido bombardeadas, "cortava pelo pescoço" as bases da economia e das finanças necessárias para projectos à larga escala.

Podem continuar a ler aqui ou aqui.


Death Mills (Todesmuehlen)





quarta-feira, 7 de abril de 2010

"Holocaust Debat"

Mark Weber, director do IHR (The Institute for Historical Review) e Michael Shermer, editor e fundador da revista Skeptic, debatem as posições que cercam o denominado "Holocausto". Weber defende que a história da destruição em massa dos Judeus durante o Terceiro Reich foi propaganda de guerra, e Shermer defende a linha de que a "Solução Final" de Hitler resultou no genocídio de milhões de Judeus.



Sobre este vídeo e sobre a sua mostragem ao público, vejam a reacção aqui.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sempre Pela Verdade Histórica!

Existem pessoas muito preocupadas com os ventos que os revisionistas fazem soprar e que, cada vez mais, fazem abanar as estruturas, já por si frágeis, do Holoconto.
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.

E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.





Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mark Weber Defende o Direito de Expressão de Bispo Williamson

O vídeo já não é recente, mas o assunto continua bastante actual.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo"


A censura moderna, a nova inquisição politicamente correcta, não pára de nos surpreender. Vejam aqui como a ADL não poupa ninguém na sua cruzada contra o suposto "anti-semitismo", neste caso de quem apenas criticou a política de Israel.

Infelizmente, as violações contra a liberdade de expressao e de opinião voltaram a atingir Norman Finkelstein, como podem ler aqui.


Este enorme saco da moderna inquisição também está a querer englobar o Revisionismo em Linha neste circo. Os rótulos também por cá foram colados por aqueles que se julgam intocáveis e donos da razão. Porém, enquanto nos forem deixando, iremos denunciar sempre todo o tipo de mitos e factos que julgarmos serem susceptíveis de serem questionados. Sem medos e sem pressões.

Aconselhamos também a audição de Mark Weber que aqui traça um olhar crítico do Sionismo como uma ideologia e um movimento politico-social.

terça-feira, 29 de julho de 2008

O Poder Sionista - na Guerra e na Recordação do Holocausto


A influência do poder Sionista na América e os interesses Israelitas na guerra contra o Irão – e o silêncio cúmplice de vários intelectuais - são aqui analisados.

Com este e com o post anterior, serve de apoio um excelente texto de Mark Weber.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Irving Descreve a Sua Prisão na Áustria no Encontro da IHR


Num discurso numa reunião realizada pelo IHR, a 14 de Junho de 2008, David Irving descreveu a sua prisão na Áustria, o seu sensacional julgamento em Viena e os seus 13 meses de encarceramento. O historiador Britânico também falou sobre o tratamento dos Judeus na Alemanha no tempo da guerra, apresentando uma visão do “Holocausto" semelhante à que expôs há mais de 30 anos na primeira edição do seu livro “Hitler´s War”. Mark Weber falou sobre a mitologia nacional Americana sobre a Segunda Guerra Mundial. Falou sobre os dois novos livros de Patrick J. Buchanan e Nicholson Baker, elogiando-os como antídotos importantes à história politicamente correcta e de propaganda de guerra. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 22 de junho de 2008

Por Detrás da Crise do Irão: O Lobby de Israel Para a Campanha de Guerra


... O mundo segue ansiosamente a denominada crise sobre o Irão ou, como os apoiantes de Israel preferem chamar, "A Ameaça Iraniana". Esta crise é artificial. É tão falsa como todos os argumentos fornecidos como pretexto para a guerra contra o Iraque... Um ataque contra Irão feito pelos Estados Unidos, ou Israel, seria, na ausência de uma ameaça iminente, um acto unilateral ilegal de guerra. Se empreendido pelos EUA e sem uma declaração formal de guerra vinda do congresso, seria um ataque inconstitucional. Uma guerra contra o Irão serviria unicamente os interesses Israelitas e Sionistas. Para todos os outros, a guerra contra o Irão seria uma catástrofe. [leia mais aqui]

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Peter Schaenk Entrevista Mark Weber


A campanha Sionista dirigiu contra o Prof. Kevin MacDonald, da Califórnia, pelos seus escritos académicos sobre o comportamento dos Judeus e a ultrajante provação contra o historiador Britânico David Irving por este expressar pareceres não-conformistas sobre a história da Segunda Guerra Mundial, juntamente com outros assuntos, são abordados por Mark Weber que é entrevistado por Peter Schaenk nesta transmissão radiofónica que pode ser ouvida aqui.