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domingo, 2 de outubro de 2011

Entrevista a Robert Faurisson

Figura incontornável do Revisionismo do Holocausto, Robert Faurisson aparece aqui num documentário de Paul-Eric Blanrue.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Os Registos das Mortes em Auschwitz





Registos das mortes em Auschwitz: vamos exigir a sua publicação!

O jornal Francês France-Soir publicou um artigo com o título
“Raphaël Feigelson, ce Français qui a conduit les Russes à Auschwitz” [“Raphaël Feigelson, o Francês que conduziu os Russos a Auschwitz”]. Sempre disse que Raphaël Feigelson mentiu sempre que respirava. Em 1945, ele afirmou que em Auschwitz, tinham morrido 7 (sete!) milhões de pessoas. (R. Faurisson, Ecrits révisionnistes (1974-1998), 1999, p. 1731, onde fontes e explicações são fornecidas: http://robertfaurisson.blogspot.com/1995/12/combien-de-morts-auschwitz.html).

Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).

O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.

O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).

Mais do que nunca, vamos exigir que esses preciosos registos sejam publicados!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sempre Pela Verdade Histórica!

Existem pessoas muito preocupadas com os ventos que os revisionistas fazem soprar e que, cada vez mais, fazem abanar as estruturas, já por si frágeis, do Holoconto.
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.

E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.





Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lady Renouf no Parlamento Europeu - "UMA PROVA - UMA ÚNICA PROVA!"


Há várias formas de impedir que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação em nome de qualquer coisa que nunca ninguém percebe muito bem o que é.
Por exemplo,
podemos tentar impedir que a pessoa "incómoda" faça a difusão da matéria "incómoda". Podemos, por exemplo, fazer desaparecer a pessoa incómoda. Podemos, no fundo, fazer uma série de coisas que, dizem alguns, é tudo em nome da nossa própria "segurança e bem estar" (???!!!) - esta é a tal parte que eu nunca percebo muito bem o que é...

Mas para que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação não podem existir assuntos protegidos e intocáveis. Infelizmente, todos sabemos que o facto histórico denominado "Holocausto" é o único sobre o qual não se pode falar abertamente sem se correr o risco de sermos imediatamente rotulados de "nazis" ou "anti-semitas" se duvidarmos ou questionarmos a versão oficial.

Seguidamente, iremos apresentar um verdadeiro acto de coragem
[o original foi retirado daqui - e tem ainda umas notas finais de Robert Faurisson]:

No Parlamento Europeu, durante a conferência contra a “Negação”,
Lady Renouf pediu uma prova, uma simples prova, do “Holocausto”

De Londres, onde vive, Lady Michèle Renouf esteve recentemente em Bruxelas e aí, com as necessárias autorizações, no dia 6 de Outubro de 2009, teve a possibilidade de tomar parte, no edifício do Parlamento Europeu, na conferência sobre “Negação e Democracia na Europa”. Dedicada à preparação de uma lei ‘pan-Europeia’ que tem a intenção de criminalizar o revisionismo (mais conhecido como “negação do Holocausto”), a conferência atraiu cerca de duzentas pessoas, entre os quais alguns membros do próprio Parlamento Europeu; foi moderada pelo Alemão Elmar Brok, um antigo jornalista, ele próprio também um ‘MEP’. Numa ligeira intervenção em Inglês, Lady Renouf resumiu os argumentos de várias intervenções, naturalmente todas anti-revisionistas, cada uma mais miserável do que a outra.

Entre as fotografias que ela incluiu na sua apresentação estão algumas de Gilles Karmazyn; até agora, nos seus longos esforços na Internet a fim de localizar revisionistas e os seus escritos, este pobre Torquemada tinha tido sucesso em esconder a sua face e nenhuma imagem sua conseguia ser encontrada no Google ou na Wikipedia.

Mas o mais surpreendente é que, por sorte, Lady Renouf, desconhecida para as pessoas presentes na conferência, obteve permissão para falar depois dos participantes que estavam no programa e ela – que não é nem revisionista nem anti-revisionista – conseguiu fazer um apelo para um debate livre sobre “o Holocausto“; foi ao ponto de pedir, como conclusão naquele debate, uma prova, uma única prova da existência das câmaras da gás Nazis.

Em todo o caso, nos tempos actuais, parece existir a sensação de eu os argumentos exterminacionistas, como dizem os Americanos, é algo que corre sem combustível. Podemos mesmo questionar se a mentira das supostas câmaras de gás Nazis de gás estão, mais ou menos, no mesmo patamar que Ariel Sharon. E, se estão mortos, não é mais do que tempo para os enterrar?


Um comentário breve e enérgico

Aqui está, a seguir, o breve e enérgico comentário de Lady Renouf. No mesmo, as letras “WMD” designam “weapons of mass destruction” [armas de destruição em massa] atribuídas a Adolf Hitler, ou seja, “câmaras de gás” e também “furgões de gás”, supostamente concebidas e usadas para assassinar Judeus na Europa, mas que, em ambos os casos, jamais tenha sido encontrado qualquer vestígio que o prove e que, por óbvias razões físicas e técnicas, são, simplesmente, inconcebíveis.



Obrigado, Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores


Esta conferência é intitulada "Negação e Democracia". Há, seguramente, apenas uma maneira de combater a "negação" num contexto "democrático" – não instituindo debates sobre a negação através de Europa, mas, em vez disso, fornecendo provas documentais que desmintam os negacionistas. Há duas semanas, Benjamin Netanyahu dirigiu-se às Nações Unidas argumentando que possuia provas – os denominados desenhos técnicos de construções industriais de WMD – e que tinha sido rejeitadas por peritos Judeus, tal como Professor Van Pelt, que foi ao ponto de dizer que "os negacionistas devem estar a divertir-se porque isto demonstra como as pessoas são crédulas". Estes mesmos documentos apresentados como provas por Netanyahu, foram, aliás, inicialmente descobertos e publicados em 1976 (como prova da normalidade das câmaras de gás para desinfectar a roupa) pelo veterano revisionista Professor Robert Faurisson!

Poderá esta conferência especializada ter sucesso onde Netanyahu fracassou? Poderá esta conferência fornecer-nos um – apenas um - item documental que funcione como prova e que possa fazer frente às fontes críticas revisionistas sobre o Holocausto? Deveremos apenas silenciar tais vozes cépticas com ameaças, multas e sentenças de prisão ou iremos ensinar as nossas crianças nas escolas que o debate/negação da fonte histórica é uma crítica normal? Viram o "Guidelines for Teaching about the Holocaust” [“Directrizes para o Ensino do Holocausto"? Se me permitirem, irei fazer uma citação: "Deve ser tomada em consideração não dar uma plataforma aos negacionistas... nem procurar desmentir a posição dos negacionistas através de um debate histórico normal e argumentos racionais".

Como antiga conferencista numa universidade pedi, por favor: Poderá a União Europeia fazer aquilo que a ONU não fez e fornecer-nos hoje um documento com o qual as crianças da escola e os seus professores possam contar? Nem a lei contra o negacionismo define o que é uma WMD industrial, pelo qual se condenam cidadãos da Europa e não só a vários anos de prisão".

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A Capitulação de Jean-Claude Pressac


Há exatamente dez anos, a 15 de junho de 1995, Jean-Claude Pressac capitulou. Porém, o texto de sua capitulação foi somente publicado – discretamente e em letras miúdas – ao final de um livro publicado por Valérie Igounet, em abril de 2000, sob o título Histoire du négationnisme en France, Éditions du Seuil.

Deve-se recear que muitos leitores daquela obra lançaram somente uma rápida espiada nestas últimas duas folhas (pág. 651 e 652); elas ocuparam apenas uma pequena parte do amplo espaço que V. Igounet concedeu a J.-Claude Pressac para sua exposição. Mas elas são de vital importância para a história da controvérsia em torno das “câmaras de gás nazistas”. J.-C. Pressac explicou claramente no final das contas que o dossiê oficial da história dos Campos de Concentração NS está “apodrecido”. Ele acrescenta ainda que este dossiê está irremediavelmente apodrecido e destina-se “claramente ao lixo da história”! Ele faz uma veemente acusação contra a “lembrança” que obteve preponderância histórica, contra considerações inspiradas em “ressentimentos e vingança”, contra comunistas e suas associações que se tornaram guardiães de uma falsa verdade (ele não ousou fazer tal acusação contra os judeus e associações judaicas). Ele escreveu:

“Tolices, exageros, omissões e mentiras caracterizam a maioria dos relatos sobre aquele período”.
Ele pergunta:

“Pode-se retroceder este desenvolvimento?”

e ele próprio fornece a resposta:

“É muito tarde. Uma retificação geral é humano e materialmente impossível”.

(...)

Para esta mudança súbita de opinião por parte de Pressac existe uma explicação. A 15 de junho de 1995, quando ele assinou sua capitulação, o homem estava ainda totalmente sob o efeito da humilhação que sofrera um mês antes, exatamente a 9 de maio do mesmo ano, ante a XVII Corte Parisiense de Apelação sob direção da juíza Martine Ract-Madoux. Em setembro de 1993, a publicação de seu livro Les Crématoires d’Auschwitz. La Machinerie de meurtre de masse (Os crematórios de Auschwitz. A maquinaria do genocídio) teve retumbante repercussão na mídia. Em contraposição, eu publiquei um pequeno livro com o título Réponse à Jean-Claude Pressac sur le problème des chambres à gaz (Resposta a Jean-Claude Pressac sobre o problema da câmara de gás). Por causa deste livro eu fui obrigado a comparecer diante dos tribunais, precisamente por causa da lei Fabius-Gayssot, a qual proíbe a negação do crime contra a humanidade, assim definido e condenado pelos juízes em Nurenberg. Meu advogado Eric Delcroix e eu exigimos o comparecimento de J.-C. Pressac para testemunhar e no caso dele não aparecer, que fosse intimado e levado aos tribunais.

(...)
A mídia ocidental festejou J.-C. Pressac como um tipo de gênio que, assim foi afirmado, teria liquidado com o Revisionismo, assim como com Robert Faurisson. Quando ele faleceu a 23 de junho de 2003, com 59 anos, sua morte permaneceu completamente ignorada. Nenhum daqueles jornais ou revistas que outrora o festejaram, nem ao menos citaram seu falecimento.

O 15 de junho de 1995, quando foi assinada a capitulação de J.-C. Pressac, representa uma das mais marcantes datas da história do Revisionismo.


Robert Faurisson


domingo, 21 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Anexos



Dois documentos anexos relativos à pretensa câmara de gás de Auschwitz-I

1) Integralidade do que disse a seu respeito Eric Conan em 1995

Outro assunto delicado: que fazer com as falsificações legadas pela gestão comunista? Nos anos 50 e 60, vários edifícios, que haviam desaparecido ou mudado de função, foram reconstruídos com importantes erros, e apresentados como autênticos. Alguns, demasiado «novos», foram encerrados ao público. Para não falar de câmaras de gás de desinfecção, apresentadas por vezes como câmaras de gás homicidas. Essas aberrações foram muito úteis aos negacionistas que delas retiraram o essencial das suas fantasias. O exemplo do crematório I, o único de Auschwitz-I, é significativo. No seu depósito de cadáveres instalou-se a primeira câmara de gás. Funcionou pouco tempo, no início de 1942: o isolamento da zona que os gazeamentos implicavam perturbava a actividade do campo. Foi portanto decidido, em finais de Abril de 1942, transferir esses gazeamentos mortais para Birkenau onde foram praticados, sobre vítimas essencialmente judias, a uma escala industrial. O crematório I foi, em seguida, transformado em abrigo antiaéreo, com sala de operações. Em 1948, quando se criou o museu, o crematório I foi reconstruído num estado de origem suposto. Tudo ali é falso: as dimensões da câmara de gás, a localização das portas, as aberturas para verter o Zyklon B, os fornos, reconstruídos com base nas recordações de alguns sobreviventes, a altura da chaminé. Em finais dos anos 70, Robert Faurisson explorou tanto melhor essas falsificações quanto os responsáveis do museu mostravam reticências em reconhecê-las. Um negacionista americano acaba de realizar um vídeo na câmara de gás (que continua a ser apresentanda como autêntica): vemo-lo a dirigir-se aos visitantes para lhes participar as suas «revelações». Jean-Claude Pressac, um dos primeiros a estabelecer exactamente a história dessa câmara de gás e das suas modificações durante e depois da guerra, propôe restaurá-la no seu estado de 1942, baseando-se em planos alemães que acaba de encontrar nos arquivos soviéticos. Outros, como Théo Klein, preferem deixá-la como está, mas explicando ao público o disfarce: «a História é o que é; basta contá-la, mesmo quando não é simples, ao invés de acrescentar artifício sobre artifício». Kristina Oleksy, cujo gabinete directorial, que ocupa o antigo hospital das SS, dá directamente para o crematório 1, não se resolve: «De momento, deixamo-la como está e não explicamos nada ao visitante. É demasiado complicado. Mais tarde veremos» (Eric Conan, “Auschwitz: la mémoire du mal”, L’Express, 19-25 de Janeiro de 1995, páginas 54-69; p. 68).

No seu extenso estudo, E. Conan quis demonstrar quão longe está a «memória» da história. Fê-lo sem questionar o dogma do «Holocausto»; chegou a expressar a sua fé na existência da arma de destruição maciça chamada «câmara de gás» e deu por exactas e comprovadas asserções que não possuem o menor fundamento científico. Não obstante, teve o valor de denunciar graves embustes, entre os quais o da «câmara de gás» emblemática que se mostra hoje aos visitantes de Auschwitz. E atreve-se a admitir que, desde finais dos anos 70, eu tinha razão a esse respeito. Em 2005, perguntei-lhe se o seu estudo havia suscitado rectificações ou protestos, em particular por parte das autoridades do Museu Estatal de Auschwitz e de Kristina Oleksy. A sua resposta foi: «Nenhuma».

2) Integralidade do que se diz a seu respeito num fascículo de CD-rom prefaciado por Simone Veil

«Motivação [Robert Faurisson], tem-na: o amor exclusivo à verdade, tal seria uma das suas obsessões. Universitário, Robert Faurisson utilizará de maneira incessante esta caução científica, pretensa prova de respeitabilidade. Lê Maurice Bardèche. Descobre Paul Rassinier. «Descasca» Rimbaud, Lautréamont e Apollinaire. Homem brilhante e culto, nem por isso deixa de ser um provocador. Durante os anos setenta, Robert Faurisson trabalha. Esboça o seu método histórico-literário. Frequenta os arquivos de Auschwitz. A sua negação constrói-se aí. Fundamenta-se num facto real: a câmara de gás do campo de Auschwitz I é uma «reconstituição», já que serviu de armazém para os medicamentos dos SS e de refúgio antiaéreo após a entrada em funcionamento das câmaras de gás de Auschwitz II-Birkenau; o que pôde ver (e que ainda se pode ver) é uma suposta câmara de gás. É inegável. Tal não obsta a que para Robert Faurisson se trate de uma aldrabice cujos autores são os Judeus» (Le Négationnisme (1948-2000). Conversas radiofónicas em France Culture sob a direcção de Jean-Marc Turine. Fascículo de Valérie Igounet e Jean-Marc Turine com prólogo de Simone Veil, Vincennes, Frémeaux et associés, 2001, 48 páginas; p. 27-28.)

O professor Bruno Gollnisch tinha simplesmente declarado que, tratando-se do tema das câmaras de gás, os historiadores deviam poder pronunciar-se livremente. Para começar, foi objecto por parte da Universidade de Lião-III de uma medida de suspensão por um período de cinco anos. Seguidamente, nos dias 7 e 8 de Novembro de 2006, teve que comparecer ante o tribunal de Lião, composto pelo juiz Fernand Schir e seus dois assessores. Pressões e chantagem fizeram com que se afundasse e reconhecesse ante os seus juízes a existência do genocídio judeu e das câmaras de gás nazis. O julgamento realizar-se-á no dia 18 de Janeiro de 2007. Convém saber que em França, a lei proíbe contestar a existência dos crimes nazis contra os judeus «mesmo se [essa contestação] é apresentada sob uma forma disfarçada ou dubitativa ou por via de insinuação» (Code pénal, 2006, p. 2059). Consequentemente, nessa matéria, não se pode contestar, nem mesmo parecer que se contesta.


Robert FAURISSON

segunda-feira, 15 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Prática


Conclusão prática

Existem meios práticos para iniciar uma verdadeira acção contra essa falsa religião cujo santuário se situa em Auschwitz.

Como se sabe, no centro de Auschwitz encontra-se uma câmara de gás emblemática. Até hoje, cerca de trinta milhões de turistas a visitaram. Trata-se de uma impostura; todos os historiadores disso têm consciência e as autoridades do Museu Estatal de Auschwitz sabem-no melhor que ninguém. Ora a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a pedido do governo polaco, incluiu, em 26 de Outubro de 1979, o campo na lista dos sítios ou bens culturais (Cultural Property) do Património mundial, assumindo a responsabilidade pela preservação da sua autenticidade. Pela minha parte, sugiro pois que a UNESCO seja demandada judicialmente por esse caso de impostura, que constitui um atentado à educação, à ciência e à cultura. De modo mais geral, poderíamos retomar a frase pronunciada em 1979 por Jean-Gabriel Cohn Bendit: «Lutemos, pois, para que se destruam aquelas câmaras de gás que se mostram aos turistas nos campos em que agora se sabe nunca ter existido nenhuma» (Libération, 5 de Março de 1979, p. 4).

Existem outros meios práticos de lutar contra a tirania do mito do «Holocausto», começando pela comunicação ao mundo inteiro destas «vitórias revisionistas» que até aqui se lhe ocultaram. Confio nos revisionistas presentes nesta assembleia para que nos sugiram outros meios e para que os debatamos.

Pela prática da mentira em grande escala, os sectários do «Holocausto» foram-se convertendo pouco a pouco em inimigos do género humano. Desde há mais de sessenta anos, vão sentando no banco dos acusados pouco menos que o mundo inteiro. O seu principal alvo foi, naturalmente, a Alemanha e todos quantos, com este país, acreditaram dever lutar contra Estaline do mesmo modo que outros, no lado contrário, acreditavam dever lutar contra Hitler. Mas no seu frenesim acusador, as organizações judaicas foram ao ponto de reprovar os aliados pela sua pretensa «indiferença» criminosa ao destino dos judeus europeus. Dirigiram acusações a Roosevelt, a Churchill, a de Gaulle, ao Papa Pio XII, ao Comité Internacional da Cruz Vermelha bem como a muitas outras personalidades, instituições ou países por não terem denunciado a existência das «câmaras de gás». Mas, como se poderia ter dado por verídico o que, com manifesta evidência, mais não era que um grotesco rumor de guerra? Basta ler a obra do judeu Walter Laqueur The Terrible Secret (Londres, Weidenfeld & Nicholson, 1980, 262 p.), para aí notar umas trinta referências ao cepticismo, perfeitamente justificado, do campo aliado, perante o caudal de rumores procedentes de fontes judaicas. Haviam sido levadas a cabo investigações que permitiam concluir que os rumores eram infundados. Foi, portanto, clarividência e não indiferença, que os Aliados e demais acusados demonstraram. E foi essa mesma clarividência que, depois da guerra, nos seus discursos ou memórias, Churchill, de Gaulle e Eisenhower, manifestaram ao não mencionarem uma única vez as ditas «câmaras de gás».

A guerra e a propaganda de guerra necessitam da mentira assim como as cruzadas e o espírito de cruzada se alimentam do ódio. Ao invés, a paz e a amizade entre os povos não podem senão ganhar com a preocupação de exactidão em matéria de investigação histórica, investigação essa que deve poder ser exercida em completa liberdade.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Geral


[Tradução: "- Então, Sr. Deus, usou ou não usou a palavra JUDEU em vão?"


Conclusão geral

Temos o privilégio de assistir, neste início do século XXI, a um sério questionar de uma das maiores mentiras da história. Por mais que o mito do «Holocausto» brilhe como mil fogos, na realidade está-se consumindo.

Serviu para justificar a criação na terra da Palestina de uma colónia guerreira que tomou o nome de «Estado judeu» e que se dotou de um «Exército judeu».

Impõe ao mundo ocidental o jugo de uma tirania judaica ou sionista que se exerce em todos os âmbitos da vida intelectual, universitária e mediática.

Envenena até à alma de um grande país, a Alemanha.

Permitiu extorquir a este último país, assim como a muitos outros do mundo ocidental, somas exorbitantes em marcos, em dólares ou em euros.

Subjuga-nos com filmes, museus, livros que alimentam o fogo de um ódio de carácter talmúdico.

Permite o apelo à cruzada armada contra «o eixo do mal» e para tal, fabricar, conforme as necessidades, as mais desavergonhadas mentiras, precisamente segundo o modelo da Grande Mentira do «Holocausto» porque não há nenhuma diferença entre as «armas de destruição maciça» de Adolf Hitler e as de Saddam Hussein.

Permite acusar quase o mundo inteiro e exigir em toda a parte «arrependimento» e «reparações», quer por pretensas acções dirigidas contra «o povo eleito de Yahweh», quer por uma pretensa cumplicidade no crime, quer por uma pretensa indiferença geral perante a sorte dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Tem no seu activo vagas sucessivas de julgamentos falseados, a começar pelo infame processo de Nuremberga. Autorizou milhares de enforcamentos de soldados vencidos, uma Depuração atroz, a deportação de milhões de civis expulsos da terra dos seus antepassados, saques sem nome, dezenas de milhares de escandalosas acções judiciais, incluindo, hoje em dia, processos persecutórios a octogenários ou nonagenários contra os quais judeus «milagrosamente salvos» se apresentam a prestar falsos testemunhos.

Estas abominações, esta desmedida na mentira e no ódio, este húbris que o destino, num dia ou noutro, acaba sempre por castigar, em resumo todos estes excessos, têm de terminar. Nenhum povo mostrou mais paciência frente a esse húbris judaico ou sionista do que o povo árabe; ora acontece que mesmo esse povo está a atingir o limite da sua paciência. Vai-se desembaraçar do jugo israelita e fazer entender ao Ocidente que é chegado o momento de procurar uma verdadeira paz em vez de sustentar pela força das armas um estado artificial que apenas se mantém pela força. Mesmo no Ocidente, mesmo nos Estados Unidos, começam a abrir-se alguns olhos e começa-se a tomar consciência dos riscos que impõe à comunidade internacional uma submissão tão prolongada à falsa religião do «Holocausto», arma nº 1, espada e escudo do Estado de Israel.

domingo, 7 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Um Balanço Sobre as Mesmas


Recapitulemos brevemente estas vitórias revisionistas.


Postos entre a espada e a parede pelos revisionistas, os historiadores oficiais do suposto extermínio físico dos judeus acabaram por reconhecer que, desde o ponto de vista histórico e científico, já não lhes resta nenhum argumento para suportar a sua atroz acusação.


Reconhecem, com efeito:


1) que não podem remeter-nos a nenhum documento que prove o crime;


2) que são incapazes de apresentar a menor representação da arma do crime;


3) que não possuem provas, nem sequer elementos de provas; 4) que não podem indicar nenhum testemunho verídico (veja-se supra a opinião de Simone Veil);


5) que o seu dossier está podre (bis), irremediavelmente podre e que o seu destino é acabar nos caixotes do lixo da história;


6) que as fontes outrora invocadas se revelaram não só mais escassas do que pretendido, mas ainda duvidosas;


7) que os pretensos vestígios são poucos, dispersos e de difícil interpretação;


8) que houvera da sua parte falsificações, disfarce e artifício;


9) que para sustentar a tese oficial se invocou com demasiada frequência uma «história tola» (sic), a de uma decisão de exterminar os judeus que teria sido tomada em 20 de Janeiro de 1942 em Berlim-Wannsee;


10) que o primeiro de entre eles, Raul Hilberg, se encontra hoje reduzido a tudo explicar de modo disparatadamente excêntrico, através de supostas iniciativas que a burocracia alemã, segundo ele, teria ousadamente adoptado, sem ordem, sem plano, sem instrução, sem controle e simplesmente graças, ao que parece, a um incrível encontro de mentes e a uma transmissão de pensamento consensual.


Estes historiadores oficiais não souberam responder a nenhuma solicitação ou contestação dos revisionistas, como: 1) «Show me or draw me a Nazi gas chamber» ["Mostrem-me ou desenhem-me uma câmara de gás Nazi"]; 2) «Bring me one proof, one single piece of evidence of your own choosing, on the grounds of which to assert that there was a genocide»["Tragam-me uma prova, uma simples evidêndia escolhida por vós, na qual esteja a prova de que existiu um genocídio"] ; 3) «Bring me a testimony, one single testimony, the best one in your opinion» [Tragam-me um testemunho, o melhor, na vossa opinião"], ou ainda 4) «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocausto"].


Encostados às cordas do ringue, os historiadores conformistas apelaram aos tribunais para condenar os revisionistas, mas, ao invés do que se poderia supor, deu-se o facto de os juízes, por vezes, terem ido ao ponto de render homenagem à probidade dos revisionistas, ou de manifestar a sua surpresa ante a escassez ou ausência de provas documentais dos acusadores. A partir daí, inicialmente em França e depois em muitos outros países da Europa, o recurso desses acusadores foi pedir a aprovação de leis especiais para fazer calar os revisionistas. E com isso assinaram a sua condenação. Recorrer a leis especiais, à polícia e à prisão, é confessar a sua impotência na utilização dos argumentos da razão, da história e da ciência.

Poderiam recordar-se aqui cem argumentos mais que demonstrassem que, no plano da história e da ciência, já não resta pedra sobre pedra no imenso edifício de mentiras erigido pelos sectários do «Holocausto» ou da «Shoah». Em contraste com este campo de ruínas vimos como se construiu o edifício de toda uma literatura revisionista. Nela se descobre uma profusão de documentos, fotografias, peritagens, transcrição de julgamentos, relatórios técnicos e científicos, testemunhos, estudos estatísticos, tudo isso com referência a cem aspectos da história da Segunda Guerra Mundial, que mostram o que foi na realidade o destino dos judeus europeus e que demonstram de modo luminoso que a versão judaica desta guerra pertence em boa medida ao universo do mito. Partindo do mito, os judeus passaram à mitologia e da mitologia à religião ou, melhor, a uma aparência de religião. Hoje os sacerdotes dessa falsa religião assemelham-se, cada vez mais, a esses párocos que continuam a celebrar o culto e que repetem as fórmulas consagradas mas, manifestamente, sem manterem a fé. Já não crêem realmente no seu «credo». É assim que, por exemplo, desde há uns dez anos, os vemos aconselhar aos seus bandos que observem a maior discrição possível acerca do tema das câmaras de gás. Nas suas memórias, a notória falsa testemunha Elie Wiessel escreveu em 1994: «As câmaras de gás, mais vale que permaneçam fechadas aos olhares indiscretos. E à imaginação» (Tous les fleuves vont a la mer..., Paris, Le Seuil, 1994, p. 97). Tal como ele, Claude Lanzmann (autor do filme Shoah), Daniel Goldhagen (autor de Hitler’s Willing Executioners), Simone Veil (ex presidente do Parlamento Europeu, já citada), François Léotard (ex ministro) vêm-se tornando, desde há alguns anos, espantosamente reservados, prudentes ou silenciosos a respeito do assunto. Há alguns meses, Jacques Attali (homem de negócios judeu e historiador), acaba de decretar: «A imensa maioria dos judeus assassinados foram-no pelas armas individuais dos soldados e polícias alemães, entre 1940 e 1942, e pelas fábricas da morte criadas depois» («Groupes de criminels?», L’Express, 1 de Junho de 2006, p. 60). Este modo implícito de obviar ao tema das pretensas câmaras de gás nazis torna-se corrente. Tenta-se substituir a mentira de Auschwitz pela mentira de Babi Yar ou outras fantásticas matanças na Ucrânia ou nos Países Bálticos mas nem uma única vez nos dão a esse respeito provas científicas tais como relatórios de exumação e de autópsia, como foi o caso para as matanças reais perpetradas pelos soviéticos em Katyn, Vinnitsa ou outros locais. Quanto ao número de mortos em Auschwitz, quase já não nos dizem que foram 9.000.000 (como em Nuit et Brouillard), 8.000.000, 6.000.000 ou 4.000.000 (como no Processo de Nuremberga ou nas estelas de Auschwitz-Birkenau até 1990). Conformam-se com 1.500.000 (como nessas mesmas estelas desde 1995), ou com 1.100.000, ou com 700.000 (como escrevia Jean Claude Pressac), ou ainda de 510.000 (como concluiu Fritjof Meyer en 2002: «Die Zahl der Opfer von Auschwitz», Osteuropa, Maio de 2003, p. 631-641), não possuindo todas estas últimas cifras mais fundamento que as precedentes.

domingo, 31 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XX)


20) Em 2004, um historiador francês, Florent Brayard, publicou uma obra intitulada: La «solution finale de la question juive». La technique, le temps et les catégories de la décision, Paris, Fayard, 640 p. Em 2005, numa resenha desta obra, podem-se ler as três frases seguintes: «Sabe-se que o Führer não redigiu, nem assinou uma ordem de supressão dos judeus, que as decisões – posto que houve várias – foram tomadas no segredo de conversações com Himmler, eventualmente Heydrich e/ou Göring. Supõe-se que, mais que uma ordem explícita, Hitler deu a sua aprovação a solicitações ou projectos dos seus interlocutores. Eventualmente não a terá ele sequer formulado, dando-a a entender através de um silêncio ou um gesto de assentimento» (Yves Ternon, Revue d’histoire de la Shoah, Julho-Dezembro de 2005, p. 537).

Observação: Quase a cada palavra, estas frases demonstram que o seu autor se encontra reduzido a especulações aventurosas. Quando ousa avançar sem o mínimo indício que eventualmente Hitler se fez entender por «um silêncio ou um gesto de assentimento», não faz mais que retomar a teoria do «nod» (sinal de cabeça do Führer!) emitida pelo professor Christopher Browning no processo Zündel em Toronto em 1988. Nenhum universitário de convicções anti-revisionistas se mostrou mais patético nem mais néscio que este shabbat-goy. A tal ponto é verdade que, aniquilada pelas vitórias revisionistas, a tese oficial acabou por esvaziar-se de todo o conteúdo científico.

terça-feira, 19 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIX)


19) Em 2002, R. J. van Pelt, anteriormente mencionado, publicou The Case for Auschwitz. Evidence from the Irving Trial, Indiana University Press, XVIII, 571 p. Como se sabe, David Irving que é, quando muito, um semi-revisionista e que conhece mal a argumentação revisionista, perdeu o processo por difamação que tivera a imprudência de intentar contra a universitária judia americana Deborah Lipstadt. Tentou ineficazmente defender a tese – perfeitamente correcta de resto – segundo a qual não existiram câmaras de gás homicidas em Auschwitz. Mas, não obstante, marcou um ponto essencial e, se o juiz Charles Gray e outros juízes depois de si tivessem tido mais coragem, esse ponto deveria ter-lhe permitido vencer o pleito. O argumento resumia-se a uma fórmula de quatro palavras que eu havia lançado em 1994: «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocusto"]. O meu raciocínio havia sido o seguinte: 1. Auschwitz está no centro do «Holocausto»; 2. Os grandes crematórios de Auschwitz-Birkenau, ou Auschwitz-II, estão no centro do vasto complexo de Auschwitz; 3. No coração desses crematórios encontravam-se, ao que se diz, uma ou várias câmaras de gás homicidas; 4. Hoje apenas um desses crematórios (o crematório nº. 2), apesar de estar em ruínas, permite ir examinar a divisão que se pretende ter sido uma câmara de gás homicida; é o lugar presumido de um presumido crime; 5. Afirmam-nos que para matar os detidos judeus amontoados nesse espaço, um SS deslocando-se sobre o tecto de betão da dita câmara de gás, despejava o granulado de Zyklon-B através de quatro orifícios regulares situados no tecto; 6. Ora é visível à vista desarmada que tais orifícios jamais existiram; 7. Logo, o crime não pode ter sido cometido.
R. J. van Pelt, testemunhando contra David Irving, sofreu mil torturas para tratar de encontrar una refutação a este argumento. No final de contas, nem ele nem os seus colaboradores o conseguiram. O juiz Gray, também teve, por sua vez, que reconhecer «the apparent absence of evidence of holes» ["a aparente ausência de provas de buracos"] (acta verbatim, p. 490) e, de maneira mais geral, concedeu que «contemporaneous documents yield little clear evidence of the existence of gas chambers designed to kill humans» ["documentos contemporâneos aclaram pouco as dúvidas sobre a existência de câmaras de gás projetadas para matar seres humanos"] (p. 489; para mais detalhes, vejam-se as páginas 458-460, 466-467, 475-478 e 490-506). No próprio texto do julgamento, Charles Gray reconhece a sua surpresa: «I have to confess that, in common I suspect with most other people, I had supposed that the evidence of mass extermination of Jews in the gas chambers at Auschwitz was compelling. I have, however, set aside this preconception when assessing the evidence adduced by the parties in these proceedings» ["Tenho que confessar que, tal como a maioria das outras pessoas, as provas do extermínio em massa de Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram convincentes. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando estiver a avaliar as provas apresentadas pelas duas partes em disputa neste processo"] (13.71).
O fracasso dos historiadores-acusadores encontra-se aqui patente e David Irving devia ter ganho o seu julgamento graças a essa constatação de um juiz que lhe era hostil: decididamente os documentos da época não nos revelam senão poucos elementos de prova, que sejam claros, da existência das câmaras de gás nazis e, por conseguinte, de uma política alemã de extermínio dos judeus. Não é esta, ao fim e ao cabo, a conclusão a que já chegavam, como anteriormente observámos, muitos historiadores judeus, a começar por Léon Poliakov em 1951?

sábado, 16 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVIII)



18) Em 2000, no final da sua Histoire du négationnisme en France (Paris, Gallimard), Valérie Igounet publicou um extenso texto no final do qual Jean-Claude Pressac, que fora um dos mais acérrimos adversários dos revisionistas, assina uma verdadeira acta de capitulação.

Na realidade, retomando a expressão do professor Michel de Boüard, declara que o dossier do sistema concentracionário está «podre», e de modo irremediável. Escreve: «Poder-se-á rectificar o rumo?» e responde: «É demasiado tarde». Acrescentando: «A forma actual, ainda que triunfante, de apresentação do universo dos campos está condenada». E termina considerando que tudo o que se inventou em torno de sofrimentos demasiado reais está votado aos caixotes do lixo da história (p. 651-652). Em 1993-1994, esse protegido do judeu francês Serge Klarsfeld e do rabi americano Michael Berenbaum, director científico do Museu do Holocausto de Washington, havia sido celebrado no mundo inteiro como um extraordinário investigador que, no seu livro sobre Les Crématoires d’Auschwitz, la machinerie du meurtre de masse (Paris, CNRS editions, 1993) havia, ao que parecia, esmagado a hidra do revisionismo. Aqui, no livro de V. Igounet, assiste-se à assinatura da sua capitulação.

Observação: O grande público é mantido na ignorância sobre um facto capital: o homem providencial que a imprensa do mundo inteiro havia apresentado como um investigador extraordinário que havia finalmente descoberto a prova científica da existência das câmaras de gás nazis, esse homem acabou por reconhecer o seu erro. Alguns anos mais tarde, nem um único órgão de imprensa assinalou a sua morte.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVII)


17) Em 1996, Jacques Baynac, historiador francês, de esquerda e decididamente anti-revisionista desde 1978, acabou por admitir, pensando bem, que não havia provas da existência de câmaras de gás nazis. Apenas se pode constatar, escreve, «a ausência de documentos, de vestígios ou de outras provas materiais» (Le Nouveau Quotidien de Lausanne, 2 de Setembro de 1996, p. 16, e 3 de Setembro de 1996, p. 14). Mas diz que persiste em crer na existência dessas mágicas câmaras de gás.

Observação: Em suma, J. Baynac diz: «Não há provas mas creio», enquanto que um revisionista pensa: «Não há provas, portanto nego-me a crer e o meu dever é contestar».

quinta-feira, 7 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVI)



16) Em Janeiro de 1995, o historiador francês Eric Conan, co-autor com Henry Rousso de Vichy, un passé qui ne passe pas (Paris, Gallimard, 2001; [1994, 1996]), escreveu que eu tinha tido finalmente razão, ao afirmar, em finais dos anos 70, que a câmara de gás visitada em Auschwitz por milhões de turistas era totalmente falsa. De acordo com Eric Conan, expressando-se num grande semanário francês: «Ali tudo é falso [...] Em finais dos anos 70, Robert Faurisson explorou tanto melhor essas falsificações quanto os responsáveis do museu mostravam reticências em reconhecê-las». E Conan prossegue: «[Algumas pessoas], como Théo Klein, [preferem que se deixe a câmara de gás tal] como está, mas explicando ao público o disfarce: "a História é o que é; basta contá-la, mesmo quando não é simples, ao invés de acrescentar artifício sobre artifício"». E. Conan refere seguidamente uma afirmação alucinante da subdirectora do Museu Nacional de Auschwitz, que não se resigna a explicar ao público o disfarce. Escreve: «Krystyna Olesky […] não se decide: «De momento, deixamo-la como está [essa sala classificado como câmara de gás] e não explicamos nada ao visitante. É demasiado complicado. Mais tarde veremos» (Eric Conan: «Auschwitz: la mémoire du mal», L’Express, 19-25 de Janeiro de 1995, p. 68).

Observação: Falando claro, este comentário de uma responsável polaca significa: temos estado a mentir, continuamos a mentir e até nova ordem continuaremos a mentir. Em 2005 perguntei a E. Conan se as autoridades do Museu de Auschwitz haviam publicado algum desmentido ou formulado qualquer protesto pelas frases que ele, em 1995, atribuíra a K. Oleksy. A sua resposta foi a de que não tinha havido qualquer desmentido, nem protesto. Em 1996, essa impostura e outras igualmente relativas ao campo de Auschwitz-I foram denunciadas por dois autores judeus, Robert Jan van Pelt e Deborah Dworak, numa obra comum: Auschwitz, 1270 to the Present, Yale University Press, 443 p. Eis aqui um mostruário das palavras que lhes ocorrem: «postwar obfuscation», «additions», «deletions» «suppression», «reconstruction» «largely a postwar reconstruction» (p. 363); «reconstructed», «usurpation», «re-created», «four hatched openings in the roof, as if for pouring Zyklon B into the gas chamber below, were installed [after the war]» (p. 364); «falsified», «inexact», «misinformation», «inappropriate» (p. 367); «falsifying» (p. 369). Em 2001, o carácter falaz dessa câmara de gás Potemkin foi igualmente reconhecido num folheto que acompanhava dois CD-rom intitulado: Le Négationnisme. Redigido por Jean-Marc Turine e Valérie Igounet, esse folheto tem um prefácio de Simone Veil (Radio-France-INA, Vincennes, Frémeaux et Associés).

segunda-feira, 27 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XV)


15) Em 1992, Yehuda Bauer, professor na Universidade Hebraica de Jerusalém, declarou numa conferência internacional sobre o genocídio dos judeus, realizada em Londres: «O público continua a repetir, dia após dia, a história tola (the silly story) segundo a qual foi em Wannsee que se decidiu o extermínio dos judeus» (comunicado da Jewish Telegraphic Agency reproduzido no The Canadian Jewish News, 30 de Janeiro de 1992).

Observação: Para além do facto de que uma leitura atenta das «actas» da reunião de Berlim-Wannsee de 20 de Janeiro de 1942 demonstra que os alemães contemplavam uma «solução final territorial [eine territoriale Endlösung] da questão judaica», tendo em vista a fixação dos judeus num espaço geográfico por determinar, a declaração bem retardatária de Yehuda Bauer confirma que esse ponto capital da tese de extermínio dos judeus carece, de facto, de qualquer valor. Acrescentaremos, da nossa parte, que o extermínio dos judeus não foi decidido nem em Wannsee nem em parte alguma. A expressão «campos de extermínio» não é mais do que uma invenção da propaganda de guerra americana e há exemplos que demonstram que, durante a guerra, o assassinato de um só judeu ou de uma só judia expunha o seu autor, quer fosse civil ou militar, membro ou não das SS, a ser julgado em conselho de guerra do exército alemão e a ser fuzilado (em sessenta anos, nem um só historiador ortodoxo deu jamais qualquer explicação para este tipo de factos revelados pela defesa perante até o Tribunal de Nuremberga).

quarta-feira, 22 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIV)



14) Em 1989, o historiador suíço Philippe Burrin, admitindo o princípio, sem o demonstrar, que as câmaras de gás nazis e o genocídio judeu existiram, tentou determinar em que data se tomara a decisão de exterminar fisicamente os judeus da Europa e quem havia tomado essa decisão. Não conseguiu melhor que todos os seus confrades «intencionalistas» ou «funcionalistas» (Hitler et les juifs / Genèse d’un génocide, Paris, Seuil, 1989). Teve que constatar a ausência de vestígios do crime e notar o que decidiu chamar «o apagar obstinado do vestígio de uma passagem de homem» (p. 9). Lamenta «as grandes lacunas de documentação» e acrescenta: «Não subsiste nenhum documento que contenha uma ordem de extermínio assinada por Hitler. (…) Segundo toda a verosimilhança, as ordens foram dadas verbalmente […] aqui os vestígios não são apenas pouco numerosos e dispersos, mas ainda de difícil interpretação» (p. 13).

Observação: Eis aqui outro historiador profissional que reconhece não poder apresentar nenhum documento que sustente a tese oficial. O grande público imagina que os vestígios do crime de Hitler são numerosos e sem qualquer ambiguidade, porém o historiador que examinou a documentação correspondente, esse não encontrou nada para além de escassas aparências de «vestígios» sobre cuja interpretação se interroga.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIII)


13) Em 1988, Arno Mayer, professor americano de origem judia, que lecciona História da Europa Contemporânea na Universidade de Princeton escreveu, a respeito das «câmaras de gás nazis»: «As fontes para o estudo das câmaras de gás são, a um tempo, raras e pouco fiáveis». (Sources for the Study of the gas chambers are at once rare and unreliable) (The “Final Solution” in History, New York, Pantheon Books, 1988, p. 362; em francês, La “Solution finale” dans l’histoire, prólogo de Pierre Vidal-Naquet, Paris, La Découverte, 1990, p. 406).

Observação: Ainda hoje, em 2006, o grande público persiste em crer que, tal como incansavelmente lhe sugerem os médias, as fontes para o estudo das câmaras de gás são inumeráveis e indiscutíveis. No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas; ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XII)


12) Em 1986, em Agosto, Michel de Boüard, ex-resistente deportado, professor de história, decano da Faculdade de Letras da Universidade de Caen, membro do «Institut de France», responsável, no seio do Comité de História da Segunda Guerra Mundial, pela comissão de história da deportação, declarou que, ao fim e ao cabo, «o dossier está podre». Precisando que o dossier em questão, o da história do sistema concentracionário alemão, estava «podre», segundo as suas próprias palavras, «pelas «enormes fantasias, inexactidões obstinadamente repetidas, especialmente no plano numérico, de amálgamas, de generalizações». Aludindo aos estudos dos revisionistas acrescentava que existiam, «por outra parte, estudos críticos muito precisos para demonstrar a inanidade desses exageros» (Ouest-France, 2-3 de Agosto de 1986, p. 6).

Observação: O senhor de Boüard era um historiador profissional, e inclusivamente o historiador francês mais competente no tema da história da deportação. Até 1985 defendia a postura estritamente ortodoxa e oficial. Porém, após a leitura da tese do revisionista Henri Roques sobre o pretenso testemunho do SS Kurt Gerstein, compreendeu o seu erro. Reconheceu-o honradamente, chegando a dizer que se até então havia pessoalmente caucionado a ideia da existência de uma câmara de gás no campo de Mauthausen, se enganara por dar crédito ao que se dizia. (A sua morte prematura em 1989 privou o campo revisionista de uma eminente personalidade que prometera publicar uma obra destinada a prevenir os historiadores contra as mentiras oficiais da história da Segunda Guerra Mundial).

terça-feira, 7 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XI)


11) Em Maio de 1986, em França, alguns judeus, alarmados ao constatar que não conseguiam replicar aos revisionistas sobre o estrito plano da razão, decidiram levar a cabo uma acção com o objectivo de lograr a repressão legal do revisionismo. Estes judeus são principalmente George Wellers e Pierre Vidal-Naquet, reunidos, com os seus amigos, em torno do grande rabi de França, René Samuel Sirat (Bulletin quotidien de l’Agence télégraphique juive, 2 de Junho de 1986, p. 1, 3). Ao cabo de quatro anos conseguiram, graças sobretudo ao judeu Laurent Fabius, presidente da Assembleia nacional, a aprovação, em 13 de Julho de 1990, de uma lei especial que permite condenar qualquer pessoa que expresse publicamente uma postura revisionista relativamente ao «extermínio dos judeus» a uma pena que pode ir até um ano de prisão, uma multa de um máximo de 300.000 francos (45.000 euros) e outras penas mais. Este golpe de força constitui a mais flagrante confissão de debilidade.

Observação: G. Wellers e P. Vidal-Naquet alarmaram-se sobretudo pelo acórdão de 26 de Abril de 1983 (ver, supra, o ponto 8). O primeiro escreveu: «O tribunal reconheceu que [Faurisson] estava bem documentado. O que é falso. É surpreendente que o tribunal se tenha deixado enganar» (Le Droit de Vivre, Junho-Julho de 1987, p. 13). O segundo escreveu que o tribunal de apelação de Paris «reconheceu a seriedade do trabalho de Faurisson, o que é um cúmulo, e só o condenou finalmente por haver agido com intenção malévola ao resumir as suas teses em “slogans”» (Les Assassins de la mémoire », Paris, La Découverte, 1987, p. 182).

quinta-feira, 2 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (X)


10) Em 1961, o judeu Raul Hillberg, Number One dos historiadores ortodoxos, havia publicado a primeira edição da sua obra capital, e foi em 1985 que publicou a sua segunda edição profundamente revista e corrigida. Entre estas duas vai uma distância considerável que não pode explicar-se senão pela sucessão de vitórias conseguidas entretanto pelos revisionistas. Na primeira edição o autor havia afirmado friamente que «a destruição dos judeus da Europa» fora iniciada com base em ordens sucessivas de Hitler. Não indicava nem a data, nem o conteúdo dessas ordens. Continuadamente pretendia explicar em detalhe o processo político, administrativo e burocrático dessa destruição; por exemplo, chegava ao extremo de escrever que em Auschwitz o extermínio de judeus se organizava num escritório que se encarregava ao mesmo tempo da desinfecção das roupas e do extermínio de seres humanos (The Destruction of the European Jews, 1961, reeditado em 1979 por Quadrangle Books, Chicago, p. 177, 570). Ora em 1983, renunciando totalmente a esta explicação, R. Hilberg veio subitamente afirmar que o processo de «destruição dos judeus da Europa» se desenvolvera, ao fim e ao cabo, sem plano, sem organização, sem centralização, sem projecto, sem orçamento, mas muito simplesmente graças a «um incrível encontro de mentes, uma transmissão de pensamento consensual no seio de uma vasta burocracia», a burocracia alemã (an incredible meeting of minds, a consensus mind reading by a far-flung bureaucracy) (Newsday, New York, 23 de Fevereiro de 1983, p. II/3). Esta explicação será confirmada por R.Hilberg sob juramento no processo Zündel de 1985 em Toronto, a 16 de Janeiro de 1985 (acta verbatim, p. 848); posteriormente confirmá-la-á de novo mas com outras palavras, na versão profundamente revista da sua obra (The Destruction of the European Jews, New York, Holmes & Meier, 1985, p. 53, 55, 62; em francês, La Destruction des Juifs d’Europe, Paris, Fayard, 1988, p. 51, 53, 60). Finalmente, confirma-a outra vez em Outubro de 2006 numa entrevista concedida ao Le Monde: «Não havia nenhum esquema director preestabelecido. Quanto à questão da decisão é parcialmente insolúvel: nunca se encontrou nenhuma ordem assinada pela mão de Hitler, possivelmente porque tal documento nunca existiu. Estou convicto que as burocracias são dirigidas por uma espécie de estrutura latente: cada decisão acarreta outra, e outra e assim sucessivamente, mesmo que não seja possível prever exactamente a etapa seguinte» (Le Monde des livres, 20 de Outubro de 2006, p.12).

Observação: O historiador Number One do genocídio dos judeus viu-se tão desamparado que chegou repentinamente ao ponto de desdizer-se e de explicar uma gigantesca empresa de assassinato colectivo como se esta tivesse sido de algum modo obra do Espírito-Santo. Evoca, efectivamente, um «encontro de mentes» no seio de uma burocracia e classifica esse encontro como «incrível». Se é incrível, porque se haveria de crer nele? Deveremos porventura crer no incrível? Invoca, também, a «transmissão de pensamento» que classifica de «consensual», mas trata-se de uma pura especulação intelectual baseada em crença no sobrenatural. Como crer num fenómeno deste género, sobretudo no seio de um vasto aparelho burocrático, e em particular tratando-se da burocracia do III Reich? É de realçar que, seguindo o exemplo de R. Hilberg, nos anos 1980-1990, os historiadores oficiais começaram a abandonar a história e a aproximar-se da metafísica e do jargão. Colocaram a questão se do ponto de vista do conhecimento conviria ser «intencionalista» ou «funcionalista»: seria necessário supor que o extermínio dos judeus se havia produzido tendo por base uma «intenção» (ainda não demonstrada) e de acordo com um plano determinado (ainda não encontrado), ou ter-se-ia esse extermínio auto-produzido, de forma espontânea e improvisada, sem qualquer intenção formal e sem nenhum plano? Este tipo de confusa controvérsia demonstra o desespero de historiadores que, incapazes de apresentar provas ou documentos que sustentem as suas teses, se vêem reduzidos a teorizar no vazio. No fundo, uns, os «intencionalistas», dizem-nos: «Forçosamente teve que haver uma intenção e um plano, que ainda não encontrámos, mas que eventualmente um dia viremos a descobrir», enquanto que os outros nos dizem: «Não é necessário procurar provas de uma intenção e de um plano, porque tudo pode ter ocorrido sem intenção, sem plano e sem deixar vestígios; tais vestígios são impossíveis de encontrar porque nunca existiram»…