quarta-feira, 15 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIII)


13) Em 1988, Arno Mayer, professor americano de origem judia, que lecciona História da Europa Contemporânea na Universidade de Princeton escreveu, a respeito das «câmaras de gás nazis»: «As fontes para o estudo das câmaras de gás são, a um tempo, raras e pouco fiáveis». (Sources for the Study of the gas chambers are at once rare and unreliable) (The “Final Solution” in History, New York, Pantheon Books, 1988, p. 362; em francês, La “Solution finale” dans l’histoire, prólogo de Pierre Vidal-Naquet, Paris, La Découverte, 1990, p. 406).

Observação: Ainda hoje, em 2006, o grande público persiste em crer que, tal como incansavelmente lhe sugerem os médias, as fontes para o estudo das câmaras de gás são inumeráveis e indiscutíveis. No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas; ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas.

10 comentários:

NSR disse...

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Leo Gott disse...

Drake,

este é um exemplo (como vários outros) clássico de "quote-mining", uma técnica de distorção muito utilizada por "revisionistas":

http://holocausto-doc.blogspot.com/2008/02/como-os-negadoresdo-holocausto.html

Uma estratégia de negação clássica é pinçar uma citação de um historiador e fazer de conta que o historiador está dizendo o que o “negador” quer que ele diga. É uma forma sutil de mentir que definimos como “garimpagem de citações” (quote-mining). Aqui está um exemplo:

Germar Rudolf quer nos fazer crer que os Historiadores têm dúvidas sobre as câmaras de gás , então ele “garimpa” uma citação da Arno J. Mayer seguinte forma:


A tendência da historiografia atual parece ser mais e mais de abandonar as câmaras de gás, para os quais as fontes são “ao mesmo tempo raras e pouco confiáveis” como disse o Prof Arno J. Mayer.Mayer estava realmente abandonando as câmaras de gás, como Rudolf alega? Rudolf claramente sabia que não, pois Mayer no TRECHO COMPLETO diz:Fontes para o estudo das câmaras de gás são ao mesmo tempo raras e pouco confiáveis .. . Não se pode negar as muitas contradições e ambiguidades existentes nestas fontes. Elas [as contradições] não podem ser ignoradas, embora deva-se afirmar enfaticamente que esses problemas são no seu conjunto insuficientes para pôr em dúvida a utilização de câmaras de gás nos assassinatos em massa de judeus em Auschwitz. (grifos do tradutor)?



Esta mesma ”citação garimpada” foi empregada depois pelo falecido, mas não pranteado, negador canadense Doug Collins em 1993-1994, como parte de uma série de artigos que levaram a um protesto formal junto ao British Columbia Press Council. Em relação à citação garimpada” de Mayer por Collins, o Conselho deliberou:


O Conselho da Imprensa (Press Council) sustenta o protesto sobre esses pontos e constata que eles violaram o artigo 1 do Código de Conduta, na medida que eles enganam o leitor e falseiam os autores originais. (grifos do tradutor)





“Garimpagem de citações” por negadores já tinha sido desmascarada frente à opinião pública há mais de uma década, mas os negadores continuam a praticar o "vício" .(aspas do tradutor)


Fonte: http://holocaustcontroversies.blogspot.com/2008/01/how-deniers-distort-their-sources.html

Tradução: Leo Gott
Revisão: Lise Sedrez


As FONTES PRIMÁRIAS para o artigo estão em forma de links no artigo postado no blogCreio que Robert Faurisson se equivocou e MUITO quando disse:No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas; ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas.Robert Faurisson queria que fosse verdade essa "aproximação", mas fazendo isso comprovou ser um "aldrabão", o que os amigos "revisionistas" acham?

Saudações

Leo Gott

Leo Gott disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Johnny Drake disse...

"Não se pode negar as muitas contradições e ambiguidades existentes nestas fontes.(...)"

Então se NÃO SE PODEM NEGAR porque são multados e presos quem o faz???

"Elas [as contradições] não podem ser ignoradas,(...)"

É isso que fazem os revisionistas. Procuram lutar contra essa "ignorância". Mas são multados e presos... Além de saneados e descredibilizados.

"(...) embora deva-se afirmar enfaticamente que esses problemas são no seu conjunto insuficientes (...)"

Se o são [insuficientes], então que se apresentem as provas dessa mesma insuficiencia. Que nunca deveriam passar pela violação da liberdade de expressão e opinião.


"(...) para pôr em dúvida a utilização de câmaras de gás nos assassinatos em massa de judeus em Auschwitz".

Colocar em causa tal utilização é um ponto de vista, uma outra interpretação dos dados; não uma apologia de regime ou branqueamento do que quer que seja! É assim tão difícil perceber isso?

Leo Gott disse...

Drake,


Então se NÃO SE PODEM NEGAR porque são multados e presos quem o faz???Cada país tem a sua própria legislação. Poderia você citar quais são os presos e em qual lei eles se enquadraram?


É isso que fazem os revisionistas. Procuram lutar contra essa "ignorância". Mas são multados e presos... Além de saneados e descredibilizados.Me diga uma coisa, o que Germar Rudolf e Robert Faurisson fizeram ("quote-mining") está correto?

O que você entendeu que Rudolf/Faurisson queriam dizer?

Se o são [insuficientes], então que se apresentem as provas dessa mesma insuficiencia. Que nunca deveriam passar pela violação da liberdade de expressão e opinião.Voltando à minha pergunta, quais sao os presos e em qual lei se enqadraram? Sem saber isso não tem como prosseguir à respeito de "liberdade de expressão".



Colocar em causa tal utilização é um ponto de vista, uma outra interpretação dos dados; não uma apologia de regime ou branqueamento do que quer que seja! É assim tão difícil perceber isso?É tão difícil perceber o que Rudolf/Faurisson fizeram? Retiraram uma frase fora de contxto para da a entender o que eles querem que as pessoas entendam.

Ponto de vista e interpretação de dados não levam ninguém pra cadeia não, temos que saber o que esses caras fizeram, em qual lei se quandraram (desculpe a repetição, mas sem isso não tem como prosseguir), guardo suas informações, você fala isso o tempo todo, por isso estou te pedindo estas informações, com certeza sabes mais sobre isso do que eu.

Abraços,

Leo Gott

Johnny Drake disse...

“Cada país tem a sua própria legislação. Poderia você citar quais são os presos e em qual lei eles se enquadraram?”

Gott,
vamos deixar-nos de ingenuidades e hipocrisias.
Primeiro, em quase todo o mundo quem questiona a política internacional Israelita é considerado “anti-semita”. Em segundo lugar, qualquer pessoa que questione a verdadeira proporção do Holocausto, o verdadeiro número de mortos, a existência dum programa de extermínio ou as câmaras de gás, é igualmente acusado de “anti-semitismo”, de “negacionista”, entre outros “istas”. Tudo é considerado de “incitação ao ódio, discriminação, racismo, xenofobia”, etc., etc., etc. Coloquei agora um vídeo de Noam Chomsky que é revelador disso mesmo. E exemplos não faltam. As legislações Alemã, Austríaca, Francesa, Britânica, Australiana, entre outras, limitam imenso a liberdade de expressão porque, tal como disse atrás, colocam no mesmo saco “questionar/duvidar” com qualquer tipo de ofensa ou discriminação.

"Me diga uma coisa, o que Germar Rudolf e Robert Faurisson fizeram ("quote-mining") está correto?”

O que vem escrito a seguir não é demonstrativo da total falta de sentido da frase, isto é, não considero que esteja assim tão fora do contexto como pretendem querer fazer crer. Bem pior é o que fazem aos revisionistas e o que não fazem a qualquer outro investigador que traga novos dados sobre qualquer outro facto histórico.

Considero haver outros factos que nunca mereceram qualquer reparo da sua parte. Por exemplo, houve pessoas condenadas em Nuremberga por causa de leis que não existiam no acto dos supostos crimes, ou seja, é completamente ilegal condenar alguém (especialmente e muito pior quando o juiz é uma das partes envolvidas) baseado num conjunto de leis aprovadas posteriormente.

Crimes de guerra houveram de ambos os lados. Mais: você já me acusou de apagar os comentários para os quais não tenho resposta. Mas eu não vi os seus comentários, por exemplo, nestes ‘posts’:

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/02/o-holocausto-de-eisenhower.html

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/04/sugestao-para-o-fim-de-semana.html

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/04/armacao-exterminacionista.html

Foi só um reparo... ;)

Leo Gott disse...

“Cada país tem a sua própria legislação. Poderia você citar quais são os presos e em qual lei eles se enquadraram?”

Gott,
vamos deixar-nos de ingenuidades e hipocrisias.
Primeiro, em quase todo o mundo quem questiona a política internacional Israelita é considerado “anti-semita”. Em segundo lugar, qualquer pessoa que questione a verdadeira proporção do Holocausto, o verdadeiro número de mortos, a existência dum programa de extermínio ou as câmaras de gás, é igualmente acusado de “anti-semitismo”, de “negacionista”, entre outros “istas”. Tudo é considerado de “incitação ao ódio, discriminação, racismo, xenofobia”, etc., etc., etc. Coloquei agora um vídeo de Noam Chomsky que é revelador disso mesmo. E exemplos não faltam. As legislações Alemã, Austríaca, Francesa, Britânica, Australiana, entre outras, limitam imenso a liberdade de expressão porque, tal como disse atrás, colocam no mesmo saco “questionar/duvidar” com qualquer tipo de ofensa ou discriminação.
Tem como postar os nomes dos caras e em qual lei eles foram enquadrados ou você não sabe?


"Me diga uma coisa, o que Germar Rudolf e Robert Faurisson fizeram ("quote-mining") está correto?”

O que vem escrito a seguir não é demonstrativo da total falta de sentido da frase, isto é, não considero que esteja assim tão fora do contexto como pretendem querer fazer crer.
Isso deve ser uma brincadeira muito grande de sua parte, não faça isso com os leitores deste blog. Por favor leia novamente (em bold) e por favor teça seus comentários. Palavras do Faurisson:


No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas;ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas. Bem pior é o que fazem aos revisionistas e o que não fazem a qualquer outro investigador que traga novos dados sobre qualquer outro facto histórico.Deve ser porque o "revisionistas" não estão interessados em fazer revisão alguma e a OPINIÃO PÚBLICA MUNDIAL sabe muito bem disso.

ESSES CARAS NÃO PROVARAM NADA ATÉ HOJE. ABSOLUTAMENTE, NADA.



Considero haver outros factos que nunca mereceram qualquer reparo da sua parte. Por exemplo, houve pessoas condenadas em Nuremberga por causa de leis que não existiam no acto dos supostos crimes, ou seja, é completamente ilegal condenar alguém (especialmente e muito pior quando o juiz é uma das partes envolvidas) baseado num conjunto de leis aprovadas posteriormente.Favor postar as fontes.



Crimes de guerra houveram de ambos os lados. Mais: você já me acusou de apagar os comentários para os quais não tenho resposta.Com certeza, e foram muitos.

Mas eu não vi os seus comentários, por exemplo, nestes ‘posts’:

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/02/o-holocausto-de-eisenhower.html

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/04/sugestao-para-o-fim-de-semana.html

http://revisionismoemlinha.blogspot.com/2009/04/armacao-exterminacionista.html
Não tinha visto esse post do Eisenhower, vou ver assim que me sobrar tempo.

Essa vida de trabalhador assalariado brasileiro conjugada a agente do Mossad (muitos risos, rsrssrs) está me matando.

Sobre o post do Aynat eu deixei o comentário que iria responder depois com as fontes. Gosto de fundamentar minhas opiniões com fontes, principalmente primárias.


Sobre o segundo link, por favor, escolha o texto sobre a CV que você quiser e me peça pra ler. Posso postar MILHARES de links pra você, assim como você fez como resposta, mas aí ficaria sem sentido essa troca de links, concorda?

Sobre o terceiro link, assim como o primeiro, estou fundamentando minha opinião com fontes, pra não ficar o que você ACHA com o que eu acho. Inclusive postei nos comentários do meu artigo ontem, dia 15/04, dê uma olhda lá:

http://holocausto-doc.blogspot.com/2009/04/cruz-vermelha-e-o-holocausto-e-seus.html


Abraços,

Leo Gott


Foi só um reparo... ;)

Johnny Drake disse...

Gott,

“Tem como postar os nomes dos caras e em qual lei eles foram enquadrados ou você não sabe?”

David Irving, Germar Rudolf, Ernst Zundel ou Frederik Toben, são os nomes mais conhecidos. As acusações são conhecidas. O que mais quer que eu lhe diga? Acha que eu vou perder tempo em transcrever todos os termos legais dos seus processos? “Negar, questionar, duvidar” levam a multas e a penas de prisão porque o “Shoa” é intocável, ao contrário de qualquer outro facto histórico. O caso mais recente talvez seja mesmo este:

http://www.ejpress.org/article/36005


“Isso deve ser uma brincadeira muito grande de sua parte, não faça isso com os leitores deste blog. Por favor leia novamente (em bold) e por favor teça seus comentários.”

Brincadeira é procurar por todos os meios negar outras interpretações para um facto e condenar, também de todas as formas, todos os que não concordam com ele. Isso é o que fazem os “exterminacionistas”. EM MAIS NENHUM OUTRO FACTO HISTÓRICO SE CONDENA UMA PESSOA QUE NÃO CONCORDA, QUE QUESTIONA OU DUVIDA DA VERSÃO “OFICIAL”!


“Deve ser porque o "revisionistas" não estão interessados em fazer revisão alguma e a OPINIÃO PÚBLICA MUNDIAL sabe muito bem disso.”

Qual opinião pública? A que apenas pode ler as condenações de alguém que ela não pode conhecer sem ser “às escondidas” porque se não são logo rotulados de “seguidores de nazis”?

“ESSES CARAS NÃO PROVARAM NADA ATÉ HOJE. ABSOLUTAMENTE, NADA.”

Nem vou comentar. Se isso fosse verdade, você nem se daria ao trabalho de estar aqui.


Considero haver outros factos que nunca mereceram qualquer reparo da sua parte. Por exemplo, houve pessoas condenadas em Nuremberga por causa de leis que não existiam no acto dos supostos crimes, ou seja, é completamente ilegal condenar alguém (especialmente e muito pior quando o juiz é uma das partes envolvidas) baseado num conjunto de leis aprovadas posteriormente.
“Favor postar as fontes.”

A sua resposta é sempre a mesma quando não tem… resposta. Fontes? Já tentei explicar-lhe antes, nutro post, mas você respondeu que eram “teorias da conspiração”. Os juízes eram, maioritariamente, de descendência judaica, pertenciam a países envolvidos (os vencedores)… Mas são tudo “coincidências e teorias da conspiração”…
Diga-me você onde existia o termo “genocídio” antes da Segunda Guerra Mundial.
Pretende-se, ainda hoje, julgar um facto passado com o conheciamento e as leias actuais. Juridicamente e historicamente isso é o pior que se pode fazer. É um erro grosseiro e uma análise completamente distorcida.

Crimes de guerra houveram de ambos os lados. Mais: você já me acusou de apagar os comentários para os quais não tenho resposta.Com certeza, e foram muitos.

Quando li a primeira vez, fiquei surpreendido. Pensei que se estava a referir aos crimes de guerra dos "Aliados" e comentei assim:

Ai foram? Estranho. Nunca li nada seu sobre os crimes dos “Aliados”. Deve ter sido mesmo uma distracção minha…
Mas depois reparei que se estava a referir aos comentários apagados...

Se foram muitos os comentários apagados apenas se deveu à sua má educação e conduta porque não escrevia duas linhas sem ofender as pessoas. Mas melhorou. Ao menos isso.


“Sobre o post do Aynat eu deixei o comentário que iria responder depois com as fontes. Gosto de fundamentar minhas opiniões com fontes, principalmente primárias.”

Claro. As suas fontes sempre “credíveis”…


“Sobre o segundo link, por favor, escolha o texto sobre a CV que você quiser e me peça pra ler. Posso postar MILHARES de links pra você, assim como você fez como resposta, mas aí ficaria sem sentido essa troca de links, concorda?”

Apenas procurei mostrar que a Cruz Vermelha “afastou-se” da polémica. Em lado nenhum aparece que “não fizeram ou disseram aquilo”. Apenas admitem não ter dados para adiantar números correctos, especialmente quando sabem que os Soviéticos apoderaram-se de muita coisa.


JD

Johnny Drake disse...

Gott,

se quiser encontrar uma "teoria da conspiração", como você lhe chama, leia o livro de Louis Marshalko, 'The World Conquerers', onde vem descrito, entre outras coisas, que dos 3000 funcionários judiciais, 2400 eram Judeus...

Foi só um reparo...

Leo Gott disse...

Louis Marshalko???????????

Por favor Drake...