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quinta-feira, 24 de março de 2011

Tropas da NATO Expõem os Seus Troféus!


E eles existem para nos "salvar"... Para nos "libertar"... E aqui está mais uma prova disso!
Mas é sempre tudo "para o nosso bem". Nós é que não atingimos nem alcançamos tamanha façanha ou acto de coragem (???!!!).

As imagens são repulsivas! Um grupo de soldados Americanos no Afeganistão mataram civis inocentes e posaram para a fotografia ao lado dos seus cadáveres. Os altos responsáveis apressaram-se a pedir desculpa [OS MORTOS FICARAM LOGO MUITO MAIS SATISFEITOS E DESCANSADOS!...]. Mesmo assim a NATO receia que as reacções no Afeganistão possam ser violentas [TERRORISTAS!... JÁ LHES PEDIRAM DESCULPA E MESMO ASSIM... INGRATOS!...].

Leiam a notícia na íntegra e vejam as fotos aqui e também aqui.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Verdade e a Investigação

A Verdade e a Investigação. Tantas vezes de mãos dadas, mas tantas vezes separadas à nascença... Ou nunca estiveram de mãos dadas?... Ou apenas disseram adeus uma à outra?...
Escolham. Pensem. Estudem. Leiam. Cruzem os dados. Não se deixem intoxicar e pensem pela vossa cabeça.

A Verdade. A Investigação. A partilha de muitos dados. Sempre importante. Mas há quem não goste. Percebe-se.

Retirei isto do blog "Anti Nova Ordem Mundial". Não é actual, mas era importante que não caísse em esquecimento, especialmente quando os nossos "amigos" da NATO vêm passear à nossa terra... Talvez também para nos "libertar" e "proteger"...


O site WikiLeaks divulgou o maior vazamento de da história militar. Os 391.832 relatórios ("Os Registros da Guerra do Iraque'), documentam a guerra e a ocupação no Iraque, a partir de 1 de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2009 (exceto para os meses de maio de 2004 e março de 2009), como relatado por soldados do Exército dos Estados Unidos. Cada um é um 'SIGACT' ou "Ação Significativa" na guerra. Eles detalham eventos como foram vistos e ouvidos pelas tropas militares dos EUA no Iraque e sao a primeira visão real sobre a história secreta da guerra que o governo dos Estados Unidos tem mantido em segredo até agora.

Os relatórios detalham 109.032 mortes no Iraque, sendo 66.081 "civis", 23.984 "inimigo" (aqueles rotulados como "insurgentes); 15196 das tropas do governo iraquiano e 3.771 das forças da coalizão. A maioria dos óbitos (66.000, mais de 60%) destes são de civis. Isto corresponde a 31 civis morrendo todos os dias durante o período de seis anos. Para efeito de comparação, o "Diário de Guerra do Afeganistão", divulgado anteriormente pela WikiLeaks, cobrindo o mesmo período, detalham a morte de cerca de 20.000 pessoas. O Iraque teve, durante o mesmo período, cinco vezes mais mortes com o tamanho da população equivalente.

Principais pontos destes documentos após análises realizadas por AFP, The New York Times, The Guardian e Le Monde:

- MORTES DE CIVIS: Os documentos informam que 109.032 pessoas morreram no Iraque, sendo 66.081 civis (deste total, 15 mil não foram revelados), 23.984 "inimigos", 15.196 membros das forças iraquianas e 3.771 soldados aliados.

- TORTURA: O fundador do site, Julian Assange, qualificou de "banho de sangue" a ação das forças iraquianas, que agiram com o conhecimento do Exército americano, que fechou os olhos para barbáries.
Em um dos documentos, um preso revela como "foi golpeado com um cabo por um policial iraquiano durante duas noites consecutivas". Outro detido apanhou "na planta dos pés com um objeto".
Mas nem todos os abusos são de responsabilidade das forças iraquianas. Assange destaca "mais de 300 casos documentados de tortura cometidos pelas forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e não apenas em (na prisão) Abu Ghraib, mas por todos os lados".
Violações e assassinatos cometidos pelas forças iraquianas foram constatados pelo Exército americano, mas nenhuma investigação ocorreu para se apurar estes casos.

- OUTROS CRIMES DE GUERRA: As forças americanas mataram entre 600 e 700 civis em postos de controle instalados em todo o Iraque, ou com disparos feitos contra civis por engano. Um helicóptero americano matou em 2007 dois rebeldes que se renderam, após um advogado do Exército concluir que ninguém pode se entregar a um helicóptero.
Alguns documentos revelam casos de assassinatos de civis por agentes da empresa privada americana de segurança Blackwater, cuja reputação foi gravemente abalada após a morte de 14 civis em um incidente em 2007 no Iraque.


Hacking

Enquanto a organização se preparava no início desta semana para uma entrevista coletiva no sábado, um funcionário informou quarta-feira pelo twitter do wikileaks que a sua "infra-estrutura de comunicações estaria sob ataque". adicionando a enigmática mensagem "Projeto BO move para coms canal Reston5 S. Ativar".

Uma fonte do Wikileaks, que pede anonimato, diz agora que o servidor XMPP (para troca de mensagens) da organização em Amsterdam, usado para hospedar comunicações de mensagens instantâneas criptografados , foi comprometido no início desta semana por um atacante desconhecido, e o serviço de chat teve de ser transferida para outro servidor na Alemanha . "O servidor foi atacado, cortado, e as chaves privadas foram expostas", diz a fonte. "Precisávamos de novas chaves privadas. Agora ele está de volta on-line e segura."

A fonte acrescentou que o ataque representou a primeira brecha na história Wikileaks "e que as pessoas que estão por trás disso são muito qualificadas ", recusando-se a dar mais comentários sobre os detalhes da ação.

Fim de citação ou da recordação...


A Verdade. A Investigação. Mortas à nascença?

Talvez. Vejam esta notícia do The Guardian. "O Pianista" serve de propaganda anti-Nazi (como muitos outros filmes e documentários baseados em "factos reais"). Mas... REAIS? Parace que não. A Verdade e a Investigação parecem agora mostrar que o nosso amigo pianista foi colaborador da Gestapo. Ops... Estes revisionistas chatos estragam a historiografia toda!...


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Invasão do Iraque - Crime de Guerra Sem Castigo

A ONU pediu que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordene uma investigação completa sobre o envolvimento de militares americanos em abusos dos direitos humanos na Guerra do Iraque. Documentos militares secretos divulgados na sexta-feira (22) pela organização Wikileaks detalham torturas, execuções e crimes de guerra.

O relator especial da ONU sobre a tortura, Manfred Nowak, afirmou que o governo Obama tem obrigação de tomar as atitudes necessárias quando há “sérias acusações de tortura contra qualquer funcionário dos EUA. “Eles devem ser processados", disse Nowak à rádio BBC. Segundo o relator, a investigação só pode ser feita pelo governo americano, pois o país não reconhece o Tribunal Penal Internacional.

Podem continuar a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.


terça-feira, 15 de junho de 2010

As Torres Foram o Quê, Sr. Primeiro Ministro?!...

Oiçam o discurso do Pimeiro Ministro Britânico no Afghanistão. Depois... nunca mais foi transmitido!





"In/on 9-11 when the twin towers were blown up"...

"Blown up"!

Como trabaho de casa, vão buscar um dicionário ou procurem na Tnternet...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

América... América... América...


América. Em quase todos os jornais, revistas, noticiários a notícia apareceu. Um Nóbel bem ou mal entregue. Um Nóbel merecido ou não. Um Nóbel atribuído a um Presidente cuja eleição, só por si, já tinha sido polémica - ou talvez não. Mas nos média - sem que isso constituísse alguma surpresa para nós - não apareceram, com o mesmo impacto, outras notícias que nos revelam a quantidade de segredos que este país guarda. Por outras palavras, a manipulação mediática leva a que a América possa continuar a coordenar e a controlar quase todas as linhas de pensamento. Se assim não fosse, como poderia passar despercebidas todas as mudanças na história do atentado na cidade de Oklahoma? América...

Afeganistão. O presidente Barack Obama - ESSE MESMO: O DO "PRÉMIO NÓBEL DA PAZ!!!!! - e o Congresso estão lutar pelo agravamento da guerra no Afeganistão. Após oito anos de operações militares - o que custou aos EUA 236 biliões de dólares, o comandante Americano no Afeganistão alertou para a ameaça de "fracasso" ou, por outras palavras, "derrota".

A verdade é a primeira vítima da guerra. A maior mentira da Guerra do Afeganistão é que "nós temos que combater lá os terroristas e assim não temos de lutar com eles em casa". Políticos e generais continuar usando esta afirmação para justificar uma guerra que eles não conseguem explicar ou justificar.

Muitos Norte-Americanos ainda acreditam nesta mentira porque também acreditam que os ataques de 11 de Setembro vieram directamente de bases da al-Qaida no Afeganistão e de movimentos Talibans.

Isso não é verdade. Os ataques de 11 de Setembro foram planeados na Alemanha e na Espanha e conduzidos, principalmente, de bases Americanas na Arábia Saudita com o objectivo de punir a América pelo suporte à repressão de Israel contra os Palestinianos.

Os Talibans, um movimento religioso, anti-Comunista da tribo Pashtun, ficou totalmente surpreendido pelo 11 de Setembro. Osama bin Laden, que foi culpado por esse acto, estava no Afeganistão como convidado porque era um herói nacional por ter combatido contra os Soviéticos nos anos 80 e estaria a ajudar a luta dos Talibans contra o regime Comunista Afegão.

Amérca. Afeganistão. Irão.
Dois senadores republicanos não estão suficientemente felizes com as duas grandes guerras e com as várias outras escaramuças ao longo da costa leste de África que os Estados Unidos estão a travar. Eles querem que as tropas Americanas iniciem uma guerra genocida, a uma escala global, contra o Irão. Por quê? Porque não querem colocar "muita pressão sobre Israel".

Os senadores republicanos Lindsey Graham (SC) e Saxby Chambliss (GA) foram à televisão dizer que os militares Americanos não deviam apenas bombardear as instalações nucleares do Irão, mas também lançar uma guerra do "tudo ou nada" contra o país Persa, com o objetivo de o destruir.

E por que deveriam os soldados dos EUA arriscar as suas próprias vidas para mater Iranianos inocentes? Para proteger Israel, claro.

América. Afeganistão. Irão. Israel. Acabo quase como comecei.
Depois de tomar conhecimento desta decisão do mais recente Prémio Nóbel da Paz - ainda alguém se surpreende?... - achei, mesmo assim, que seria necessário mais uns pequenos esclarecimentos para os mais distraídos ou com memória curta.

Em primeiro lugar,
foram os Americanos os primeiros a fornecer material nuclear aos Iranianos; em segundo lugar, um memorando secreto da Casa Branca, de 1969, alertou para os "perigos das armas nucleares de Israel" - claro que os excelentíssimos senhores "jornalistas de investigação" andam tão atarefados que nunca reparam neste tipo de documentos... Finalmente, em terceiro lugar, recomendo novamente a leitura desta notícia, já publicada pelo Revisionismo em Linha aqui.


América... América... América...

sábado, 26 de julho de 2008

O Crime Poderá Justificar Uma Guerra?


Usar um crime para justificar uma guerra pode, eventualmente, ser a frase mais curta que resume a política dos EUA. Uma frase vinda de Ron Paul que, apesar de continuamente marginalizado pelos média americanos, nunca deixa de ser uma voz impertinente e cáustica.

E o assunto não poderá nunca cair em esquecimento. O número de bombas lançadas pelos aviões "Aliados" bate recordes no Afeganistão, os massacres continuam no Iraque – apesar de todos os desmentidos que aparecem. Pode não ser um bom assunto de férias, mas também não há férias para quem sofre com esta barbárie.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Afeganistão: A “Impunidade" dos Esquadrões da Morte da CIA

O investigador é Philip Alston, um professor da Universidade de Nova Iorque que trabalha como Repórter Especial da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos, para as execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias. O seu relatório permitiu verificar parcialmente as acções ilegais das agências de inteligência, forças de ocupação e polícia Afegã, no trabalhos destes em procurar reprimir a oposição à ocupação dirigida pelos EUA ou que estes tenham apoiado.
Está previsto até ao final do ano um relatório final mais detalhado. [leia a notícia na íntegra]