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terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Negacionista do Holocausto" no Governo Grego?

Organizações judaicas na Alemanha mostraram-se chocadas depois dos planos do novo governo provisório da Grécia envolver o partido de Extrema-Direita LAOS, liderado por Georgios Karatzaferis.

Os meios de comunicação social gregos relataram que Karatzaferis iria ter um papel central na tentativa de estabilização do governo, com o objectivo de tirar a Grécia da crise de dívidas, implementado um plano financeiro Europeu.

Foi referido igualmente que ele iria mesmo fazer parte do novo governo. Acrescenta-se que nos últimos anos, Karatzaferis foi protagonista de uma longa lista de declarações anti-semitas e contra Israel.

Leiam a notícia na íntegra.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Deborah Lipstadt - Mais Uma Criação da Indústria do Holocausto!




segunda-feira, 18 de julho de 2011

Auschwitz - A Comédia

Apresentamos um novo vídeo com cerca de 20 minutos do mesmo autor de "One third of the Holocaust".

Podemos assistir aqui ao exame de algumas das fábulas inconsistentes e ilógicas do crematório/câmara de gás de Auschwitz.

Este vídeo é dedicado a Bradley Smith.

domingo, 17 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (IV)


(Continuação)





VIII. Deborah Lipstadt e a Sua Conversa Hipócrita Sobre o Casamento Inter-Racial Étnico

Desde que as declarações de Lipstadt sobre o casamento inter-racial racial/étnico reflectiram com exactidão a duplicidade, o engano e a hipocrisia que caracterizam muito bem aquilo que os meios de comunicação Judaicos e não-Judaicos promovem, exige-se uma discussão completa.


Quando questionado por Rampton, advogado de Lipstadt, sobre a sua visão sobre o casamento inter-racial, o historiador Irving declarou: "Eu tenho exactamente a mesma atitude que ela [Lipstadt]... Acredito em Deus e na maneira em que ele manteve as raças da forma como as construiu". 63


Em resposta, Lipstadt escreveu: "Assim que Irving disse isso, a minha pulsação acelerou de raiva. Isso não era a minha visão. Eu fiquei profundamente incomodada pelo casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus porque ameaçava continuidade Judaica. A cor ou a etnicidade eram completamente irrelevantes para mim". 64 Ela ainda acrescentou ter ficado decepcionada por nada ter sido feito para esclarecer a sua posição sobre o casamento inter-racial no julgamento, e que as ideias falsas continuaram a boiar em redor sobre esse assunto. 65


Se a etnicidade fosse completamente irrelevante para ela, e se continuidade Judia fosse a sua única preocupação, então nós devíamos esperar que ela tivesse adoptado a seguinte política: é aceitável para os Judeus casar com não-Judeus de qualquer cor ou grupo étnico, desde que o companheiro não-Judeu adopte a religião Judaica e os costumes culturais Judaicos. Mas ela não adoptou esta política; ela opõem-se categoricamente ao casamento inter-racial - ponto final. Como o jornalista Judeu Dan Gutenplan salientou: “Foi difícil não nos sentir-mos enjoados ao ouvirmos Rampton interrogando Irving sobre a sua atitude perante o ‘casamento inter-racial’ - favorável ao que foi referido por Lipstadt, que escreveu, 'Nós [Lipstadt e os seus companheiro Judeus] sabemos contra quem lutamos: anti-semitismo e assimilação [de Judeus e não-Judeus], casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] e quem tenta agredir Israel." 66


Além do mais, ela pode não estar a revelar o que é que ela realmente sente sobre o casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus. Como o autor Judeu Ellen Jaffe McClain salientou em Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community [Abraçar o Estranho: O casamento Inter-Racial e o Futuro da Comunidade Judaica Americana], Lipstadt, simplesmente, é categoricamente oposta ao casamento inter-racial entre Judeus e não-Judeus: "Embora as pessoas gostem de Deborah Lipstadt, o professor da Universidade de Emory que escreveu e leccionou muito tempo sobre a negação de Holocausto, exortou os pais Judeus somente a dizer não ao casamento inter-racial, da mesma maneira que eles esperam que as suas crianças não tomem drogas, uma grande maioria de pais (entre os quais alguns rabinos) não se podem opor ao casamento inter-racial [entre Judeus e não-Judeus] como um princípio operativo estrito". 67 De acordo com isto, ela não está só “profundamente incomodada” pelos casamentos inter-raciais entre Judeus e não-Judeus - ela detesta.

Há mesmo evidências dentro do “History on Trial” que sugerem que Lipstadt pode estar enganada quando alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela". Nas páginas 12 e 13, ela condena implicitamente a política da antiga União Soviética na questão do Holocausto, por causa da recusa da URSS em validar o conceito de uma "etnicidade Judia" identificando as vítimas do Holocausto como Judeus. Nas suas próprias palavras: "Ter identificado as vítimas [do Holocausto] como Judeus teria validado a noção de etnicidade, um conceito contrário à ideologia Marxista".

Vamos então tentar perceber bem isto. Ela condena implicitamente os Soviéticos pela sua recusa em validar o conceito de "etnicidade Judia". (O leitor é incentivado a ler as páginas 12 e 13 e ver por si que isto está correcto). No entanto, quando serve os seus propósitos ideológicos condenar David Irving e evitar a saída do seu dilema, na página 182, ela alega que "a etnicidade é completamente irrelevante para ela".

Há mais provas que ela talvez esteja enganada quando alega que "a cor e a etnicidade são completamente irrelevante para ela". O Dr. Oren Yiftachel, um professor Israelita da Universidade de Ben-Gurion salientou que Israel não é uma democracia no sentido em que actualmente esta é entendida no Ocidente. Em vez disso, é uma "etnicocracia” - uma terra controlou e designada pela etnicidade. Nas suas próprias palavras: "O regime Israelita é dominado por e para um único grupo étnico numa realidade multi-étnica. Factores que fazem de Israel uma “etnicocracia”: 1) a imigração para o Estado Judaico é restringida apenas a Judeus. Existem aproximadamente 2,5 milhões Palestinianos deslocados que não são autorizados a migrar para Israel; 2) o serviço militar é estabelecido de acordo com a etnicidade; 3) o controlo económico é baseado na raça, religião e etnicidade; 4) O regime da terra do país implica a transferência da posse de terra numa direcção, dos Árabes para o controlo Judeu, mas nunca o contrário". 68

Se a etnicidade é completamente irrelevante para ela, então porque é que ela se identifica apaixonadamente com o apartheid de Israel - um Estado baseado no princípio de que o grupo étnico Judaico é para ser conservado para todo o sempre, e é para permanecer separado e dominante sobre os não-Judeus dentro do Estado?

Lipstadt pode ter feito esta declaração - "a cor e a etnicidade são completamente irrelevantes para mim" - para ir de encontro às necessidades de propaganda do momento. Isso é, "refutar" a alegação de David Irving e esconder os seus fortes sentimentos fortes de racismo Judeu. As suas afirmações não parecem reflectir os seus verdadeiros sentimentos.

O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e chamadas defeituosas para julgamento que são perfuradas com um padrão duplo hipócrita.


IX. A Declaração de Encerramento

O trabalho de Deborah Lipstadt contém falácias, afirmações aparentemente falsas, omissões e julgamentos defeituosos, onde se acrescenta um hipócrita padrão duplo.

Uma questão permanece: porque é que Deborah Lipstadt não testemunhou no julgamento de Irving-Lipstadt? Ela salientou que Rampton era contra colocá-la como testemunha. Nas suas próprias palavras: "Se vamos a julgamento, provavelmente não a colocarei no banco das testemunhas. Você está a ser processada pelo que escreveu. Tê-la como testemunha não fará avançar o nosso caso. Ele só desviará a atenção do juiz do foco principal, David Irving". 69

Ela então acrescenta que "de acordo com a lei Britânica, Irving não podia obrigar-me a testemunhar. Escutei Rampton com uma mistura de emoções. Fiquei aliviada por não ter que ser interrogada por um homem cujas opiniões eu abominei e que certamente usaria a oportunidade de me interrogar como uma forma de ‘ganhar pontos’ pelo mal que me tinha feito. Ao mesmo tempo, fiquei decepcionada por não poder expressar directamente o meu desprezo por ele. Eu temi que as pessoas pensassem que eu estava com medo de o enfrentar".
No mesmo estilo, ela acrescenta: "…Fui preocupada de termos cometido um erro táctico, permitindo que Irving me retratasse não apenas como alguém com medo de o enfrentar, mas também como alguém com algo a esconder". 70 Suspeitamos que Rampton, sendo o advogado astuto que ele é, deve ter percebido que tudo podia acabar num desastre total se Lipstadt fosse interrogada por Irving. Ele podia ter apanhado Lipstadt nos hipócritas padrões duplos, falácias, omissões, má lógica, etc,
que nós mostramos aqui.

Um dos peritos da equipa de defesa de Lipstadt, o Dr. Richard Evans, foi citado dizendo: "Irving é, essencialmente, um ideólogo que usa a história…para promover os seus próprios propósitos políticos.” 71 Será que devemos tirar o nome de David Irving da sentença e colocar o de Deborah Lipstadt?

Ela admite que Evans possa "ter pensado que ela era uma mulher Judia americana exagerada que era mais ideóloga do que historiadora receptiva a novas ideias". 72 Um "ideólogo" é aquele que promove um conjunto de ideias, distorcidas e falsas no seu seio principal, que serve as necessidades políticas, sociais e psicológicas de uma elite poderosa. Baseando-nos naquilo que foi revelado neste ensaio, Deborah Lipstadt podia ser descrita como uma ideóloga Sionista?

John Keegan, um proeminente intelectual Britânico fez este comentário muito convincente: "A professora Lipstadt…parece aliviada de uma forma como apenas um hipócrita politicamente correcto pode ser. Poucos historiadores já tinham ouvido falar dela antes deste caso. A maioria não quererá ouvir falar dela outra vez". 73 Será Deborah Lipstadt uma ideóloga Sionista que opera com uma hipócrita dualidade de critérios? Eu deixarei ao leitor esse juízo. No amanhecer de uma nova era da razão, os livros de Lipstadt irão, acredito, marcar posição como um testamento à corrupção política, moral e ideológica que, actualmente, impregna a Sociedade Ocidental.


Notas:

1. Deborah E. Lipstadt, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory (The Free Press, 1993), p. 181, passagens.
2. Ver Daniel Jonah Goldhagen, análise do livro de Deborah Lipstadt, History on Trial no The Washington Post’s Book World. Online: http://www.amazon.com/gp/product/product-description/0060593768/ref=dp_nav_1/104-4071788-3073504?%5Fencoding=UTF8&n=283155&s=books.
3. Citado na sobrecapa do livro de Deborah Lipstadt, “History on Trial: My Day in Court With David Irving” (Harper-Collins, 2005).
4. Online. Para a URL, ver nota 2.
5. Ibid.
6. Lipstadt, History on Trial, p.278.
7. Ibid, p.304.
8. Comunicação pessoal a Paul Grubach.
9. Ver The Hon. Mr. Justice Gray, “Judgment to be Handed Down on Tuesday, 11 de Abril de 2000, Between David John Caldwell Irving and Penguin Books Limited, Deborah Lipstadt.” Parágrafo 3.7.
10. Lipstadt, History on Trial, p. 268.
11. Ibid, p.269.
12. Ibid, pp. 16, 301.
13. Alex C. Michalos, Improving Your Reasoning (Prentice-Hall, Inc., 1970), pp.109-110.
14. Irving Copi, Introduction to Logic, 5ª Edição, (Macmillan, 1978), pp.486-491.
15. The Sault Star (Canadá), “Scientific evidence of Holocaust missing,” 18 de Janeiro de 1985, p.A11; Ver testemunho de Hilberg em Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), p. 39. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html. Jean-Claude Pressac, Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers (Beate Klarsfeld Foundation, 1989), p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm16. Pressac, p.429. Online: http://www.mazal.org/Pressac/Pressac0429.htm.
17. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
18. Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die? Report of the Evidence in the Canadian “False News” Trial of Ernst Zundel - 1988 (Samisdat, 1992), pp.24-25. Online: http://zundelsite.org/english/dsmrd/dsmrd09hilberg.html.
19. Lipstadt, Denying the Holocaust, pp.127-128.
20. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
21. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
22. Lipstadt, History on Trial, p.301.
23. Ibid, p.18.
24. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.1.
25. Vanity Fair, Dezembro de 1993, p.117.
26. The Encyclopedia of Philosophy, 1967 ed., s.v. “Karl Raimund Popper,” by Anthony Quinton.
27. Lipstadt, History on Trial, p.xx.
28. Ibid, p.25.
29. Ibid, p.158.
30. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.4.
31. Lipstadt, History on Trial, p.260. Er também declarações de Rampton, p.259.
32. Ibid, p.259.
33. Ver Lipstadt, Denying the Holocaust, p.187. O artigo referido é Laird Wilcox, “The Spectre Haunting Holocaust Revisionism, “ Revisionist Letters (Primavera de 1989). Online: http://www.codoh.com/revisionist/letters/rlspectre.html.
34. Lipstadt, History on Trial, p. 23.
35. Ver Hon. Justice Mr. Gray, Parágrafo 5.209.
36. Lipstadt, History on Trial, p.133.
37. Ver Raul Hilberg, The Destruction of the European Jews: Student Edition (Holmes & Meir, 1985), pp. 225-226.
38. Lipstadt, History on Trial, p. 133.
39. Ver o vídeo “The Weber-Shermer Holocaust Debate: The Holocaust Story in the Crossfire.” Disponível online em: http://store.noontidepress.com/. Ver também Pat N. Mason, Jr. , "Exchanging Views on the Holocaust: Debating the Undebatable: The Weber-Shermer Clash," The Journal of Historical Review, Janeiro/Fevereiro de 1996, p.30.
40. Ver Paul Grubach, “Convergence of Evidence: Reflections on the Irving-Lipstadt Affair,” The Revisionist. Online: http://www.codoh.com/revisionist/tr09irving.html.
41. Carlo Mattogno, “’Denying History’?—Denying Evidence!: The Phony ‘Convergence of Evidence’ to ‘Prove’ the ‘Holocaust,’” The Revisionist, Setembro de 2005, Vol. 3, No. 1, pp. 9-44.
42. Ver a discussão em Michael Shermer and Alex Grobman, Denying History: Who Says the Holocaust Never Happened and Why Do They Say It? (University of California Press, 2000), p.88.
43. Lipstadt, History on Trial, p.283.
44. Ibid, p.3.
45. Ibid, p.5.
46. Ibid, p.6
47. Ibid, p.6.
48. Ibid, p.9.
49. Ver o estudo do académico Israelita Dr. Uri Davis, Israel: An Apartheid State (Zed Books Ltd., 1987).
50. George W. Ball e Douglas B. Ball, The Passionate Attachment: America’s Involvement with Israel, 1947 to the Present (W. W. Norton & Company, 1992), p. 29.
51. Ibid, p.65.
52. Mark Lavie, “Barrier Meant to Ensure Jewish Majority,” Associated Press Release, 11 de Julho de 2005. Online: http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/n/a/2005/07/11/international/i073139D24.DTL
53. Kevin MacDonald, The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements (Praeger, 1998).
54. Ibid, pp. 255-257.
55. MacDonald, passagens.
56. Lipstadt, History on Trial, pp.151-159.
57. Lipstadt, Denying the Holocaust, p.144; Denying History, p.17.
58. Robert Jan van Pelt, The Case For Auschwitz: Evidence From the Irving Trial (Indiana University Press, 2002).
59. Ibid, p.70.
60. Ibid.
61. Ibid, p.6.
62. Liat Collins, “From the Ashes,” The International Jerusalem Post, 4 de Fevereiro de 2005, p. 3.
63. Lipstadt, History on Trial, p.182.
64. Ibid.
65. Ibid.
66. Lipstadt citada em D.D. Guttenplan, The Holocaust On Trial (W. W. Norton & Company, 2001), p.209.
67. Ellen Jaffe McClain, Embracing the Stranger: Intermarriage and the Future of the American Jewish Community (Basic Books, 1995), p.18.
68. Washington Report on Middle East Affairs, Julho/Agosto de 1999, p. 120.
69. Lipstadt, History on Trial, p.53.
70. Ibid, p.89.
71. Ibid, p.43.
72. Ibid, p.67.
73. Ibid, p.282.


Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (III)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (III)

(Continuação)


VI. A Política Sionista e a Hipócrita Dualidade de Critérios de Deborah Lipstadt

Para entender a agenda e a força emocional que está por detrás do comportamento de Lipstadt e dos seus pronunciamentos públicos, temos que saber algo mais sobre as suas intensas compaixões políticas. Lipstadt salienta que ela é alguém que se "identifica abertamente como Judia" e que possui até a percepção de que o seu grupo étnico Judeu é diferente da restante sociedade não-Judia. 43 "Como criança", recorda ela, "eu lembro-me de perceber que estas casas de Judeus da Europa Central, com os seus pesados móveis escuros e chávenas de chá fumante acompanhado por delicado ‘strudel’ feito em casa e outros pastéis distintamente europeus, eram diferentes daqueles que pertenciam aos meus companheiros americanos". 44

Ela expressa orgulho no facto de, logo no início da sua vida, ter marchado em solidariedade com aqueles que queriam implementar políticas de integração ‘Preto-Brancos’ nos Estados Unidos: "A minha mãe e eu marchamos no Harlem em solidariedade com os protestantes de Birmingham-Salem pelos direitos civis. Nós ficamos orgulhosos pelo facto de Andy Goodman, um dos trabalhadores pelos direitos civis assassinado no Mississipi, ter vivido um quarteirão abaixo do nosso e de nós fazermos referência sempre a esse edifício aos visitantes. 45

No início da sua vida, ela não teve qualquer impulso impetuoso para com Israel e o Sionismo político: "Em 1966, ansiosa por experimentar uma viagem ao estrangeiro, tomei uma decisão impetuosa de ir para a Universidade Hebraica em Jerusalém. Embora a minha família fosse defensora de Israel, não fui levada por qualquer compromisso Sionista". 46 No entanto, quando ela visitou Israel pela primeira vez, foi quase uma experiência religiosa: "Ir a Israel não era uma escolha intencional, mas foi como que um impacto que muda completamente a nossa vida". 47 Nas próprias palavras de Lipstadt: "Era o tempo de ir para ‘casa’ [Israel].” Nunca tinha pensado em Israel com tal emoção". 48

A política de Deborah Lipstadt está impregnada por uma hipócrita dualidade de critérios. Ela trabalhou activamente para criar uma sociedade racialmente integrada e multicultural nos Estados Unidos. E em todos os seus livros ela elogia a "igualdade racial" e condena ardentemente os não-Judeus que rejeitam sociedades multirraciais fora de Israel. No entanto, ela identifica-se apaixonadamente com Israel - uma sociedade etnicamente segregada cujo governo trabalha activamente para assegurar a supremacia Judia e destruir qualquer hipótese de uma sociedade multirracial igualitária entre Judeus e Árabes.

Longe de trabalhar para uma sociedade integrada em que Judeus e Árabes funcionariam de forma igual a nível social e político, os Judeus que fundaram Israel criaram uma sociedade em que s Judeus Israelitas dominam os Árabes "Israelitas", uma sociedade separada e desigual em que a discriminação contra os não-Judeus e a supremacia Judia são uma parte essencial da ordem social aceite. 49

Diplomata, advogado internacional e estadista (um antigo Subsecretário de Estado das administrações de Kennedy e Johnson), George W. Ball descreve em termos directos as fundações racistas do estado Judeu com que Lipstadt tão ardentemente se identifica: "O plano Judeu para um estado exclusivamente Judeu, livre da presença inconveniente de pessoas nativas era um ‘mal recente’. Theodor Herzl [fundador do Sionismo moderno] tinha exposto a estrutura para tal sistema em 1898, quando ele procurou o apoio do Sultão Otomano…Uma das provisões desse apoio abortado deu à Sociedade [Colonialista Judaica] o poder de deportar os nativos, e Herzl procurou tais poderes independentemente da nova terra natal Judia ser na Argentina, Quénia, Chipre ou Palestina. A Terra Judia de Confiança incorporou esta doutrina nas suas regras, que designou todas as suas propriedades exclusivamente para uso Judaico e proibiu inclusivamente o emprego de não-Judeus pelos Judeus, forçando assim essas pessoas a procurar emprego no estrangeiro". 50

De forma previsível, os Sionistas acabaram por produzir umas democracias atenienses para Judeus e cidadanias de segunda classe ou escravidões feudais para não-Judeus.51 Apenas recentemente, uns funcionários Israelitas importantes deixaram perfeitamente claro que era um objectivo da política Sionista que os Judeus Israelitas em Jerusalém fossem segregados em relação aos Árabes Palestinianos para ter a certeza de que os Judeus permanecem o elemento dominante nessa cidade, e que o carácter étnico/racial da cidade permanecesse predominantemente Judaico. Nas próprias palavras do artigo: "A barreira de separação de Israel em Jerusalém existe para assegurar uma maioria Judaica na cidade e não serve apenas como uma protecção contra bombardeamentos, reconheceu um ministro Israelita na Segunda-feira. “52 Isto contradiz claramente aquilo que Lipstadt afirmou publicamente no que diz respeito à política de favorecimento etnicamente integrada, sociedades multirraciais onde todos os grupos étnicos e raciais funcionam igual social e politicamente.

Porquê a contradição? É o mesmo que dizer, por que é que Deborah Lipstadt, por um lado, é favorável à criação étnica integrada, sociedades multiraciais no Estados Unidos e na Europa e, por outro lado, ela se identifica de forma apaixonada com Israel - um Estado etnicamente segregado onde o Judaísmo dominante e o racialismo estão na ordem do dia?

Falemos agora de Kevin MacDonald, professor da Universidade do Estado da Califórnia, um psicólogo evolutivo que Lipstadt ataca amargamente. MacDonald salientou que certos grupos de Judeus poderosos favorecem as sociedades etnicamente integradas e multirraciais fora de Israel porque essas sociedades fomentam e acomodam-se à política de longo prazo dos Judeus de não-assimilação e solidariedade de grupo. 53

MacDonald e o intelectual Afro-Americano Harold Cruise verificaram que as organizações Judias vêem o nacionalismo branco como a sua maior ameaça potencial e eles tenderam a apoiar as políticas de integração “Preto-Branco” presumivelmente porque tais políticas diluem o poder Euro-Americano e diminui a possibilidade de uma maioria coesa de nacionalistas Euro-Americanos que ficam em oposição à comunidade Judia. 54

Numa sociedade racialmente integrada e multicultural com numerosos e diferentes grupos conflituantes étnicos com interesses divergentes, é muito improvável os gentios adjacentes possam desenvolver uma maioria unida e coesa e opor-se a comunidade Judia muito unida. Nas populações de gentios "tolerantes" mais recentes e com um sentido débil da sua própria identidade racial/cultural são menos prováveis identificar certos grupos poderosos de Judeus como elementos estrangeiros contra os quais eles se devem defender. Nas populações de gentios que têm uma identidade racial/cultural forte são mais prováveis identificar certos grupos de Judeus como forasteiros estrangeiros, contra os quais eles devem competir. Assim, uma sociedade racialmente integrada, multicultural (fora de Israel), é aquilo que a maioria dos grupos de Judeus-Sionistas preferem, porque neste seio tão cultural eles podem ganhar um tremendo poder e influência. 55

Lipstadt condena amargamente a personalidade e as teorias do Professor MacDonald. 56 No entanto, o seu comportamento hipócrita, na realidade, acaba por dar razão às teorias de MacDonald. Se a criação de uma sociedade racialmente integrada e multicultural é, verdadeiramente, a sua meta final, nós devemos esperar que ela insista em tal sociedade também em Israel de forma tão firme como insiste nessa sociedade nos EUA e na Europa. Mas isso não é o caso. Ela orgulha-se do facto de ter marchado em solidariedade com aqueles que trabalharam para construir uma sociedade integrada nos EUA, mas ela identifica-se de forma apaixonada com um Estado etnicamente segregado, onde existe um autêntico apartheid no Médio Oriente. Isto sugere que ela, de facto, usa ideologias de "fraternidade racial" ao serviço do seu próprio nacionalismo Judaico-Sionista.


VII. O "Holocausto," Europeu e a Identidade Judia, e o Padrão Duplo Étnico

Nos seus livros, Lipstadt condena o instituto revisionista Institute for Historical Review (IHR) [Instituto de Revisão Histórica] para trazer à luz alguns efeitos negativos das mentiras e exageros na história do Holocausto. Num tom de autêntica hipocrisia, Lipstadt alega: "[O antigo director do IHR] revelou outro dos verdadeiros objectivos da agenda do IHR com o seu aviso de que a aceitação do mito do Holocausto resultou numa degeneração radical dos padrões aceitáveis do comportamento humano e uma quebra na própria imagem das pessoas Brancas. Estas tendências racistas, que o IHR cada vez mais mantém longe do holofote público, são parte da tradição extremista de que é herdeiro". 57

Por outras palavras, é "racismo e extremismo" para os Europeus não-Judeus estarem preocupados, o mínimo que seja, com o efeito negativo que a ideologia do Holocausto possa ter sobre a identidade Europeia.

Falemos agora do Dr. Robert Jan van Pelt, um importante membro da equipa de defesa de Lipstadt que escreveu um muito importante tomo anti-revisionista do Holocausto, THE CASE FOR AUSCHWITZ: EVIDENCE FROM THE IRVING TRIAL [O CASO PARA AUSCHWITZ: PROVAS DO JULGAMENTO DE IRVING]. 58 Ele alegou que o revisionismo do Holocausto é um ataque diabólico sobre a própria imagem e identidade Judaica. Numa franca e honesta discussão, ele admitiu que quando lia literatura revisionista do Holocausto, ele "tinha estava cara a cara com um perigoso abismo pessoal". A sua conclusão implícita é que isso é uma das principais razões para que o revisionismo do Holocausto deva ser atacado e destruído. 59

O professor van Pelt cita, então, a escritora Judia Erika Apfelbaum que explica porque é que o revisionismo do Holocausto é "tão mau" e porque deve ser atacado e refutado. Ela declarou: "A actual História Judaica está profundamente enraizado em Auschwitz como o símbolo geral da destruição das pessoas Judias durante o Holocausto. Para alguém cujo passado é enraizado em Auschwitz, a experiência de ler pela lógica deturpada e pelos documentos revisionistas é semelhante à experiência de desorientação psicológica de privação sensorial ou solitária em prisão, onde se perde o contacto com realidade. O efeito insidioso de ler esta literatura [revisionista do Holocausto] é o de perder a própria identidade como sobrevivente e, em geral, como Judeu. Portanto, as alegações revisionistas servem para despojar os Judeus da sua história e, ao fazer isso, na procura da destruição da história das pessoas, um genocídio simbólico substitui um físico". 60

Considerem os julgamentos "morais" deste cenário. De acordo com Lipstadt, van Pelt e o lobby do Holocausto em geral, é "mau, racista e extremista" os Brancos gentios preocuparem-se o mínimo possível com os prejuízos que umas certas mentiras e exageros dum Holocausto fazem à identidade colectiva Europeia. De facto, é suposto os Europeus e Euro-Americanos aceitarem docilmente o que a poderosa elite Judaica diz sobre o Holocausto, independentemente do prejuízo para a própria identidade colectiva Europeia. No entanto, é exigido de forma definitiva que Judeus lutem contra o revisionismo do Holocausto, a fim de proteger e vindicar a identidade Judaica.

No começo do seu tomo, van Pelt cita o teólogo Judaico-Sionista e o "farol da moralidade" Elie Wiesel. Ele diz que o suposto assassinato em massa de Judeus em Auschwitz "significa…o fracasso de dois mil anos de civilização Cristã…" 61 Ele refere-se, claramente, a toda a Cristandade Europeia.


A maior prova de que a visão tradicional de Lipstadt sobre o Holocausto é, de facto, um ataque psicológico sobre todo o mundo europeu e não apenas sobre os Alemães e aqueles que foram seus aliados durante a Segunda Guerra Mundial, foi demonstrado pelas observações do primeiro-Ministro do Israel, Ariel Sharon, numa sessão especial de Knesset marcando o aniversário 60 da libertação de Auschwitz-Birkenau. De acordo com o The International Jerusalem Post, "Sharon culpou os aliados Ocidentais por saberem sobre a aniquilação de Judeus no Holocausto e de nada terem feito para o evitar". Ele disse que "a conclusão triste e horrível a que chegou foi que ninguém se preocupou que os Judeus tivessem sido assassinados". 62

De acordo com a "moralidade" de Lipstadt, van Pelt, Wiesel, Sharon e a elite poderosa Judaico-Sionista que eles representam, o Cristãos Europeus devem, supostamente, aceitar de forma dócil as declarações acima mencionadas como "a verdade," e qualquer tentativa para desmascarar certas mentiras e exageros do Holocausto e as suas implicações morais é, naturalmente, "racista, má e extremista".
Usando uma linguagem muito semelhante à de Apfelbaum, o Cristão Europeu poderá dizer: "O efeito insidioso de ler as mentiras e os exageros da literatura do Holocausto é perder a identidade como Cristão Europeu. Portanto, a lenda da 'câmara de gás' e outras falsas alegações do Holocausto servem despojar os Cristãos Europeus da sua história e, ao fazê-lo, procurar destruir a história das pessoas, um genocídio simbólico substitui um físico". O problema é, naturalmente, a predominante "moralidade" no mundo Ocidental que não permite que o Cristão Europeu pense desta maneira.

Assim como os Judeus têm o direito manter a sua própria boa imagem colectiva, também os demais não-Judeus de descendência Europeia. Eles também têm o direito lutar contra essas mentiras e distorções históricas que danificam a sua identidade colectiva.


Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)

(Continua)

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (II)



(Continuação)




III. Serão os Revisionistas do Holocausto Fascistas e Nazis? A Grande Omissão de Lipstadt

Outra das mais importantes máximas de Lipstadt é que o Revisionismo do Holocausto está intimamente ligado à agenda política do neo-fascismo/neo-Nazismo, acrescentando: “Uma das tácticas que os negacionistas usam para atingir os seus fins é camuflar os seus objectivos. Numa tentativa de esconderem o facto de que são fascistas e anti-semitas com uma agenda ideológica específica, eles referem que o seu objectivo é descobrirem falsidades históricas, todas as falsidades históricas.”30

No seu “History on Trial”, Lipstadt faz um esforço considerável para “provar” que o revisionismo do Holocausto é, na sua essência”, um movimento “neo-Nazi.” A este respeito, ela cita o seu advogado de defesa, Richard Rampton: “A ponte entre a negação do Holocausto e a apologia de Hitler para o anti-semitismo é muito fácil de construir, porque que mais pode querer um historiador que é anti-semita do que desculpar Hitler… que mais pode querer do negar o Holocausto?”31

Rampton, mais à frente, acusa David Irving de eliberadamente ignorar ou tentar "afastar o raciocínio" das provas que não servem para os seus preconceitos. Nas suas próprias palavras: “Aquilo que ele [Irving] não gosta, ele ignora .”32 Esta acusação podia muito bem ser aplicada de volta à sua cliente, Deborah Lipstadt.

No seu livro de 1993, “Denying the Holocaust”, ela cita um artigo de um notável especialista em extremismo político, Laird Wilcox.33 Nesse artigo de 1988, Wilcox salienta que, provavelmente, 25% dos revisionistas do Holocausto são apologistas neo-Nazis, o que quer dizer que a maioria, 75%, não o são. Ela tinha que ter conhecimento deste ponto de vista de Wilcox uma vez que ela analisou brevemente o artigo em que ele refere isso. No entanto, porque contradiz a sua afirmação de que o revisionismo do Holocausto é um movimento “fascista/neo-Nazi, acredito que ela o ignorou e falhou na tentativa de o trazer para a atenção dos seus leitores. Deste modo, a acusação de Rampton - de que Irving ignora aquilo que não gosta - vai direitinha para a sua cliente, Deborah Lipstadt.



IV. Criticismo Variado da Visão de Lipstadt da “Solução Final Nazi”

Uma discussão compreensiva da “Solução Final” Nacional Socialista para a Questão Judaica está muito para além dos objectivos deste artigo. No entanto, é necessário que se façam alguns comentários importantes, uma vez que isto é um tópico de discussão nos livros de Lipstadt.

Lipstadt discutiu este assunto entre os historiadores do sistema no que diz respeito particularmente à “Solução Final”. Ela escrev
eu que “os intencionalistas sustentam que Hitler subiu ao poder com a intenção de assassinar os Judeus e estabeleceram um forte e coerente conjunto de políticas direccionadas para a realização desse objectivo. Por outro lado, os funcionalistas sustentam que a decisão dos Nazis em assassinarem os Judeus não teve origem em qualquer decisão de Hitler, mas foi desenvolvido de uma forma incremental e improvisada". 34 No entanto, em nenhuma parte do “History on Trial” ou em qualquer outra parte (que eu conheça) ela cita a prova do julgamento Irving-Lipstadt que subverte ambos os pontos de vistas.

O Juíz Gray fez esta declaração no seu “Julgamento Final”, a qual Lipstadt não informou os seus leitores de: “Nesta ligação, Irving, no sentido de refutar alegação de que Hitler desenvolveu uma atitude vingativa contra os Judeus nesta (ou em qualquer outra) ocasião, virou a sua atenção para o desejo de Hitler na ocasião em que aplicou uma disposição misericordiosa, quer a nível individual, quer a grupos, de Judeus. Irving exemplificou com a autorização dada por Hitler para que cerca de 70,000 crianças Judias deixassem a Roménia e viajassem para a Palestina. Longerich [um especialista Alemão pertencente à equipa de Lipstadt] concordou que existiram vezes em que Hitler dispensou alguns Judeus de serem deportados ou exterminados.”35

Se a decisão final de Hitler fosse assassinar os Judeus da Europa e limpa-los da face da Europa, porque é que teria autorizado que 70,000 crianças Judias - as sementes para as futuras gerações - escapassem das garras Nacional Socialistas e fossem para a Palestina? São provas como esta que nos levam a questionar as visões tradicionais da Solução Final e que Lipstadt falha em trazê-las à atenção dos seus leitores.

Lipstadt tentou explicar o facto de não existir qualquer documento que prove a existência das infames “câmaras de gás Nazi.” Nas suas próprias palavras: “[Os Historiadores] não, tal como Irving exige, procuram ‘fumo branco’, um documento que prove a existência das câmaras de gás.”36

Isto é muito desconcertante. Vamos presumir que, para o bem do argumento, os historiadores encontravam um autêntico e genuíno documento (ou seja, com estudos forenses a mostrarem que não é uma falsificação), datado entre 1941 e 1945, assinado por Adolf Hitler e que dizia: “Eu, Adolf Hitler, ordeno que todos os Judeus que estejam sob o controlo Alemão sejam assassinados em câmaras de gás.” Se tal documento alguma vez for encontrado, isso será a prova de que os Nacional Socialistas tinham, realmente, uma política (ou, pelo menos, fizeram uma tentativa) para assassinar Judeus em câmaras de gás. Na realidade, os historiadores nunca encontraram um único documento que prove que Hitler tenha ordenado a criação de uma política para a irradiação daquele mal.

Em Outubro de 1939, Hitler ordenou que uma das suas secretárias escrevesse um memorando que contivesse a seguinte ordem: “´Reichsleiter´ Bouhler e o Dr. Brandt são comissionados com a responsabilidade de passarem a possuir a autoridade de médicos especificados, de modo a que, depois de uma avaliação crítica da sua condição, aqueles que forem decretados incuráveis possa-lhes ser concedida uma morte misericordiosa”.37 Aqui temos um documento que prova que Hitler autorizou realmente os doentes incuráveis a serem mortos. Então se existe uma ordem escrita de Hitler autorizando os doentes incuráveis a serem mortos, porque é que não existe uma ordem escrita por Hitler ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás?

Pelo simples facto de não existir um simples, autêntico e genuíno documento do tempo da guerra ordenando a morte em massa dos Judeus em câmaras de gás é uma boa razão para ser céptico da existência das “câmaras de gás Nazis.” (Os “historiadores do sistema” oferecem apenas um conjunto de justificações contorcidas quanto ao porquê de não existir um único documento ordenando a morte em massa de Judeus em câmaras de gás.)

Lipstadt continua. Ela alega que não existe um único documento, mas uma “convergência de evidências” prova a existência de “câmaras de gás Nazis.” Nas suas próprias palavras: “[Os historiadores] procuram um nexo e uma convergência de evidências [para provar a existência de câmaras de gás Nazis].”38

Aqui, Lipstadt apresenta uma já esgotada e falaciosa “convergência de provas evidentes” para a visão tradicional do Holocausto que tem sido refutada pelos revisionistas noutros estudos. O historiador revisionista Mark Weber revelou que podemos utilizar a convergência de evidências para “provar” que os presos foram gaseados em massa no campo de concentração de Dauchau, onde agora é geralmente aceite que, afinal, não houve nenhuns gaseamentos homicidas. 39 Uma convergência de evidências (completa com testemunhos oculares, relatórios de peritos e estudos no local da arma utilizada para o assassinato) podia ser utilizada para "provar" que os Alemães assassinaram prisioneiros em "câmaras de vapor” em Treblinka. 40 Mas, agora, já é aceite que ninguém foi assassinado de tal forma uma vez que esta “convergência de evidências" é inteiramente falsa. Na verdade, a evidência usada para “provar” gaseamentos homicidas em Auschwitz-Birkenau, Treblinka, etc. não é qualitativamente diferente da evidência utilizada para “provar” os míticos gaseamentos em Dauchau e as falsas “câmaras de vapor” de Treblinka. Para uma refutação completa dista "convergência de provas evidentes" eu encaminho o leitor para a análise do académico Revisionista Carlo Mattogno. 41


V. Terá Deborah Lipstadt Características Psicológicas de uma Extremistas?

Dois peritos em extremismo político, o Professor John George e Laird Wilcox, salientaram que uma das características psicológicas de um extremista político é ela defender abertamente padrões duplos e não sentir qualquer culpa do que está a fazer. 42 Como nós veremos nas secções seguintes, Lipstadt aparece exibir esta característica psicológica a respeito da raça e das questões relacionadas com casamentos étnicos inter-raciais. É algo irónico que ela condene os seus oponentes ideológicos de extremistas, quando ela demonstra possuir características proeminentes de um extremista político.



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)

(Continua)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Jornalista Israelita Entrevista Ernst Zundel

Ernst Zundel é entrevistado por um jornalista Israelita. Este é apenas o primeiro de uma série de 10 vídeos, que podem ser vistos no Youtube.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt (I)



Uma Crítica Revisionista do Holocausto ao Pensamento de Deborah Lipstadt

[O original pode ser lido aqui]

Nota Preliminar: No interesse da imparcialidade e exactidão, o ensaio que se segue foi enviado por e-mail para a Dr. Deborah Lipstadt antes da sua publicação no site CODOH. Ela foi questionada a identificar quaisquer problemas, erros, interpretações erróneas, falsidades, etc. Se tal fosse necessário, estes seriam eliminados ou corrigidos. Paul Grubach e o CODOH não têm qualquer intenção de publicar qualquer material falso ou enganador. Previsivelmente, ela nunca respondeu.


I. A Importância de Deborah Lipstadt

Na sua crítica de 1993 ao movimento Revisionista do Holocausto, Denying the Holocaust: The Growing Assault on Truth and Memory [Negando o Holocausto: O Crescente Ataque à Verdade e à Memória], a professora doutorada em Estudos Modernos Judaicos e do Holocausto da Universidade de Emory, Deborah Lipstadt, atacou o historiador Britânico David Irving e acusou-o de ser "um dos porta-vozes mais perigosos para negação de Holocausto". 1 Em resposta, Irving processou Lipstadt e a sua editora, a Penguin UK, por difamação. O julgamento decorreu em Londres, começando em Janeiro de 2000, tendo recebido cobertura mundial, uma vez que os meios de comunicação social caíram sobre a historiografia do Holocausto e a batalha continuada entre as visões tradicionais e revisionistas da tragédia Judaica durante a Segunda Guerra Mundial.

O julgamento acabou em Abril de 2000. Irving perdeu o caso e a vitória de Lipstadt foi notícia de primeira página mundial. No entanto, as implicações do julgamento estavam longe de acabar. Como referiu o historiador Daniel Jonah Goldhag, no The Washington Post’s Book World, "o julgamento foi um acontecimento, coberto pelo mundo inteiro, de substancial importância social e política". 2


O Daily Telegraph de Londres escreveu que o drama passado na sala de tribunal de Irving-Lipstadt fez "para o novo século foi o que o tribunal de Nuremberga ou o julgamento de Eichmann fizeram para as anteriores gerações”.3 “Todos os críticos concordam", realçou a Bookmarks Magazine, "que história de Lipstadt é uma fascinante e importante lição histórica para o registo futuro". 4 O influente Kirkus Reviews alegou que a versão dos acontecimentos de Lipstadt, History on Trial, é um “fascinante e meritório trabalho de história legal - e moral." 5 Mesmo o Primeiro-Ministro contemporâneo de Israel, Ehud Barak, aproveitou o intervalo das reuniões com o Presidente Bill Clinton para elogiar Lipstadt pela sua "importante vitória a favor das pessoas Judias.” 6

Embora o conhecido advogado Alan Dershowitz tenha alegado que a vitória de Lipstadt tinha constituído a derrota mais importante numa sala de tribunal para a "negação" do Holocausto na história recente, Irving não perdeu o seu caso por causa de alguma falha associada ao revisionismo do Holocausto. 7 Por alguma razão, o dissidente historiador Britânico, que se fez representar em tribunal, não é advogado e, mesmo assim, travou um duelo contra uma equipa com muito talento. Mas o que é importante, é que David Irving declarou que não era uma autoridade na tragédia Judaica na Segunda Guerra Mundial nem em revisionismo do Holocausto. De facto, ele admitiu que nem sequer tinha lido um dos mais importantes estudos revisionista sobre o Holocausto - a notável obra de Arthur Butz, “The Hoax of the Twentieth Century”.8

Até mesmo o juiz, o Dr. Charles Gray, salientou nas alegações finais que Irving estava em desvantagem porque não podia interrogar Lipstadt a respeito da sua afirmação de que havia uma conspiração Judia internacional para silenciá-lo. "Irving estava em grandes dificuldades”, realçou o magistrado Britânico, "em apresentar este aspecto do caso pela decisão inesperada dos réus que, com o conhecimento pleno das alegações que Irving fizera sobre a conduta de Lipstadt, não a chamaram para depor e para ser interrogada por Irving. Nem é preciso dizer que os réus foram perfeitamente autorizados a adoptar esta táctica, o que colocou Irving, agindo na sua própria pessoa, em desvantagem". 9

Aos olhos dos meios de comunicação social, Deborah Lipstadt emergiu como uma das autoridades mais importantes do mundo sobre a "negação do Holocausto". As fontes dos meios de comunicação do sistema “endeusaram-na” e ela é agora considerada como uma importante defensora e porta-voz para a comunidade Judia em particular, as forças da "moralidade, paz e justiça" na generalidade. O jornal mais importante do estado da Georgia, o Atlanta Journal Constitution, colocou-a nestes termos: "Na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, ela tem sido amplamente vista como a defensora do bem contra o inútil David Irving, príncipe das trevas". 10
Em contraste com este quadro bombástico, Lipstadt, numa explosão refrescante de honestidade, sugeriu que ela própria tinha feito muito pouco para merecer este exagerado elogio”. “Durante as entrevistas [na imprensa]", escreveu ela, "vários repórteres comentaram a minha "dignidade" durante o julgamento. Uma vez que eu nada tinha feito e que me tinha remetido ao silêncio, fiquei, de início, perplexa com a sua reacção”. 11

É importante penetrar e analisar o seu pensamento porque ele é o reflexo de um grande e poderoso segmento da comunidade Judaica em particular e dos meios de comunicação social Ocidentais na generalidade - duas identidades que possuem grande poder e influência. Os seus livros e as suas declarações expressam de forma clara a linha ideológica distorcida de pensamento que “justifica” e “legitima” o actual status quo socio-político do mundo actual.


II. A Visão Dogmática de Lipstadt Sobre o Revisionismo do Holocausto e a Sua Recusa de Debate
Uma das afirmações mais importantes de Lipstadt é a de que revisionismo do Holocausto é uma completa parvoíce, semelhante à teoria da Terra-plana, implicando que a sua visão ortodoxa do Holocausto é tão certa quanto o nosso conhecimento da natureza esférica da Terra. Nas suas próprias palavras: "Os argumentos [do revisionismo do Holocausto] fazem tanto sentido como a teoria da Terra-plana". 12

Aqui nós temos um excelente exemplo da falácia da "analogia defeituosa". Como realça o especialista em lógica Alex C. Michalos, esta falha de argumentação é cometida quando as coisas análogas ou comparadas têm mais diferenças do que semelhanças. 13

Além das experiências científicas que podem ser executadas na Terra para demonstrar a natureza esférica da mesma, há fotografias tiradas do espaço. 14 Em contraste, uma das autoridades principais do Holocausto, o historiador Raul Hilberg, admitiu que faltava uma prova científica para a existência das “câmaras de gás de Hitler”. Não existe nenhum autêntico e genuíno relatório de autópsia para mostrar que os Judeus foram mortos com gás tóxico. Ninguém alguma vez produziu fotografias de Judeus a serem gaseados. 15

Como Jean-Claude Pressac (mundialmente reconhecido como uma autoridade nas supostas câmaras de gás de Auschwitz) salientou, nos desenhos técnicos, documentos de construção e ordens de trabalho que traçam a construção e o subsequente uso dos edifícios que supostamente alojaram as "câmaras de gás de Auschwitz", não há nenhuma referência explícita ao uso de câmaras de gás nem Zyklon B para propósitos homicidas. 16 Isto também foi relutantemente admitido no julgamento de Irving-Lipstadt em Londres. 17

Não obstante a captura de literalmente toneladas de documentos Alemães depois da Segunda Guerra Mundial, nenhuma prova documental de uma ordem de guerra de extermínio, plano nem programa foi alguma vez encontrada. Hilberg admitiu o mesmo durante o seu testemunho no julgamento de 1985, em Toronto, do activista Revisionista Ernst Zundel. 18 Lipstadt confirmou que não há nenhuma ordem escrita por Hitler autorizando a destruição dos Judeus. 19

Uma das mais importantes peças de "evidência" tradicionalmente utilizadas para "provar" o "Holocausto" é o testemunho de Rudolf Höß, o comandante de Auschwitz. Lipstadt e Christopher Browning (um proeminente historiador do Holocausto que fazia parte da sua equipa de defesa) admitiram que as confissões de Höß eram incertas, uma vez que ele tinha sido torturado pelos Britânicos para confessar um número fantástico e inacreditável de assassinatos. 20

A Dra. Lipstadt insiste que "a existência do Holocausto não é uma questão de debate". 21 Mas, como nós acabamos de salientar, para negar este ponto de vista está o facto de que falta todo o material fotográfico, documental e científico necessário para provar a versão de Lipstadt sobre o Holocausto.

Lipstadt acrescenta que o revisionismo do Holocausto é tão absurdo quanto teoria da Terra-plana: "No entanto, num contraste dramático com os defensores da Terra-plana, eles [os revisionistas do Holocausto] podem causar uma tremenda dor e agressão". 22 Isto pode ser interpretado como uma admissão implícita de que o revisionismo do Holocausto tem muito mais credibilidade do que ela pretende admitir publicamente. Se o revisionismo do Holocausto é intrinsecamente ridículo e absurdo, o equivalente à teoria da Terra-plana, como é que com apenas um ventilar público do mesmo se pode causar uma "tremenda dor e agressão"? O ventilar público de um sistema de crenças que é intrinsecamente estúpido e patético seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt e para os seus colegas exporem o seu absurdo e submeterem os seus proponentes a uma humilhação pública e, por fim, relegarem o movimento Revisionista para o lixo da História.

"Quando eu recebi convites para debater com os negacionistas”, escreveu ela, “recusei, explicando que enquanto muitas coisas sobre o Holocausto estão abertas ao debate, a existência do acontecimento não". 23 Para debater com os cépticos do Holocausto, Lipstadt insistiu, "estaria a dar-lhes uma legitimidade e estatura que eles de modo algum merecem. Elevaria a sua ideologia anti-semita - que é o que é a negação do Holocausto - ao nível da historiografia responsável - que é o que não é". 24

Apesar do que Lipstadt escreve, se as provas mais fortes sobre o Holocausto passam pela opressão e pelas afirmações sobre o Revisionismo de ridículas, evitar o debate não lhe dá credibilidade e respeito. Bem pelo contrário! Trocar argumentos com estes "cépticos” seria uma oportunidade de ouro para Lipstadt expor a sua charlatanice e estupidez. Só se o Revisionismo tiver validade intrínseca ele ganhará estatura por uma audição pública. A recusa da senhora Judia em debater carrega com ela o reconhecimento implícito de que o Revisionismo tem mais legitimidade do que ela quer admitir.

Mesmo que o Revisionismo fosse um puro disparate, o interesse do público continuaria a existir se os meios de comunicação social lhe dessem a devida atenção. A verdade da visão tradicional do Holocausto pode ser provada novamente. Lipstadt já declarou anteriormente que “apenas estava interessada em encontrar a verdade.”25 Se assim for, uma maior e completa percepção da verdade será encontrada com um debate público onde os seus “factos sobre o Holocausto” entrarão em choque com a “ficção negacionista do Holocausto”.

Karl Popper, um proeminente filósofo da ciência, defendia que uma afirmação (uma teoria, uma conjectura) tem o estatuto ou predicado de pertencer à ciência empírica se, e apenas se, for potencialmente capaz.26 Se o Holocausto não pode ser questionado nem debatido e tem que ser cegamente aceite como “facto”, então não é falseável. Se não é falseável, então não é uma teoria científica. A posição de Lipstadt viola os presupostos da boa ciência. A verdadeira teoria científica está aberta à questão e ao debate contínuos.

A agenda de Lipstadt é, acredito, facilmente aparente. O que ela afirma é que devemos aceitar a visão tradicional da doutrina do Holocausto sem qualquer dúvida, a priori. Ela pretende evitar que o público e os meios de comunicação social dêem ouvidos e um tratamento justo ao revisionismo do Holocausto, porque no momento em que o público o fizer, isso levará a um julgamento desfavorável para a sua versão tradicional do Holocausto.

Além disso, a sua posição é contraditória. Ela escreve: “Os negacionistas, defendo eu, deverão se impedidos com uma pesquisa argumental, não com cortes grosseiros da lei.”27 A pesquisa argumental deve incluir o justo e razoável exame dos argumentos do oponente e uma vontade de debater publicamente com o opositor. Recusar o debate com o opositor não é uma “pesquisa argumental”.

Ela continua:: “Os negacionistas…distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos e, consequentemente, saem completamente fora dos parâmetros de qualquer debate histórico sobre o Holocausto.”28 Se isto fosse realmente um descrição exacta dos métodos dos “negacionistas do Holocausto” então seria do interesse para Lipstadt e para os seus companheiros historiadores do sistema debaterem-no publicamente, porque isso seria uma oportunidade de ouro para também, publicamente, exporem as suas distorções, falsificações e a sua completa imbecilidade. Seria uma excelente oportunidade para exporem os “negacionistas do Holocausto” como os patetas e impostores que nós, alegadamente, somos. Se os “negacionistas do Holocausto” realmente distorcem, falsificam e corrompem os registos históricos, Lipstadt deveria gostar da ideia de debater com eles, porque isso seria uma oportunidade para ela os expor e ajudar a destruir o movimento revisionista de uma vez por todas.

Apesar de tudo, parece que a “justificação” de Lipstadt em recusar o debate não passa de uma salvação da consciência para uma auto-decepção projectada para esconder o medo e a insegurança no que diz respeito à validade do revisionismo do Holocausto. Na realidade, não deixa de ser um sinal favorável para o revisionismo do Holocausto que alguns dos seus maiores detractores como Deborah Lipstadt recusem o debate. Manda uma mensagem implícita ao grande pública de que o revisionismo do Holocausto tem mais credibilidade do que aquilo que os seus oponentes admitem publicamente.
A sua agenda real foi a colocada descoberto por Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Califórnia. No julgamento de Irving-Lipstadt ele salientou: "Eles [o lobby Judaico-Sionismo do Holocausto] pensam…que a sua versão dos acontecimentos deve ser aceite como verdade e que a divergência de alguns desses princípios deve ser vista como inaceitável de qualquer discussão racional". 29

Lipstadt pretende que a sua versão Judaico-Sionista do Holocausto seja aceite como “a verdade” e que toda a discordância ou exame sobre a mesma passe a ser um tabu. Desta forma, a sua visão tradicional do Holocausto deverá se aceite pela sociedade sem qualquer questão. Torna-se assim uma auto-perpectuação.


(Continua)

David Cole e Mark Weber no Montel Williams Show

Debate já antigo, mas que não deixa de ser importante. Especialmente para ajudar a esclarecer o que é e o que não é o Revisionismo do Holocausto.









quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Que Significa a Negação do Holocausto?




Em Abril de 2007, a União Europeia concordou em condenar até três anos de cadeia todos aqueles que negam ou banalizam o Holocausto.1 Mais recentemente, em resposta às observações de Bispo Richard Williamson, o Papa proclamou que a negação do Holocausto é "intolerável e completamente inaceitável". Mas o que a Negação do Holocausto realmente quer dizer?



Comece com a palavra Holocausto. O Holocausto 2 (soletra-se com um “H” maiúsculo) refere-se à morte de seis milhões de Judeus pelos Nazis durante Segunda Guerra Mundial. É suposto ser "Solução Final" Alemã para o problema Judaico. Muito do extermínio sistemático terá acontecido em campos de concentração através de fuzilamentos, gaseamentos e vítimas inocentes Judias queimadas vivas durante o Terceiro Reich.


Pessoas como Germar Rudolf, Ernst Zundel e o Bispo Williamson que não acreditam nesta versão dos acontecimentos e que se atrevem a dizê-lo em público são ultrajados como fanáticos, anti-semitas, racistas ou ainda pior. Os seus cenários históricos alternativos não são denominados apenas como revisionistas, mas são rebaixados como negação do Holocausto. Rudolf e Zundel foram autenticamente despachados para a Alemanha onde foram julgados, condenados e sentenciados a três e cinco anos, respectivamente. Williamson poderá não ficar muito atrás.

Os políticos zombam do papel dos revisionistas do Holocausto e as suas conferências são vistas como um "inaceitáveis como discurso e comportamento internacional”. 3 Judeus não-Sionistas que participam em tal revisionismo, como o Rabino Dovid Weiss do Neturei Karta, são acusados e rotulados de “self-haters” e são evitados e vítimas de ostracismo. Até mesmo o Professor Norman Finkelstein, cujos pais foram ambos os sobreviventes do Holocausto e que escreveu o livro The Holocaust Industry [A Indústria de Holocausto], foi rotulado de negacionista do Holocausto.
Mas colocando de lado o ódio viril dirigido contra esses que interrogam a veracidade da narrativa típica do Holocausto, o que é que estas pessoas acreditam e dizem para correrem o risco de serem presas e até vítimas de agressão? Para a maioria dos revisionistas do Holocausto ou negacionistas, se preferirem, os seus argumentos resumem-se a três simples pontos:

1. A “Solução Final” de Hitler foi para ser de limpeza étnica [no sentido de EXPULSÃO da comunidade judaica], não de extermínio.
2. Não existiram quaisquer câmaras de gás homicidas usadas pelo Terceiro Reich.
3. Foram menos de 6 milhões de Judeus dos 55 milhões que morreram na Segunda Guerra Mundial.



São estes argumentos revisionistas assim tão odiosos para causar entre esses que acreditam um sentimento de ultraje, ao ponto de serem agredidos e presos? Mais importante, é possível que as argumentações revisionistas sejam verdadeiras, ou mesmo parte delas, e que eles sejam desprezados porque contradizem a história do Holocausto, uma história qual foi elevado ao nível de uma religião nas centenas de filmes, monumentos, museus e documentários dramáticos?


É sacrílego perguntar, "Se Hitler estava com a intenção de extermínio, como é que Elie Wiesel, o seu pai e duas das suas irmãs sobreviveram ao pior período de encarceramento em Auschwitz"? Wiesel alega que as pessoas eram lançadas vivas para fossas a arder. No entanto, até os guias de Auschwitz formatados por Israel refutam esta afirmação.
É realmente “para além do discurso internacional" interrogar a eficácia e as evidência s forenses da câmaras de gás homicidas? Se outros mitos, como o de fazer sabão de gordura humana, foram considerados como propaganda de guerra, porque é "comportamento inaceitável" questionar se as câmaras de gás em Dachau não foram reconstruídas pelos Americanos uma vez que nenhuma câmara de gás homicida alguma vez foi encontrada e ser usada como prova nos julgamentos de Nuremberga?


Durante mais de cinquenta anos académicos Judeus gastaram centenas de milhares de dólares para documentar cada vítima Judia do Holocausto Nazi. Os Nazis eram Alemães, obcecados com papelada e registos. Mas só 3 milhões de nomes foram encontrados e muitos deles morreram de causas naturais. Então porque é heresia duvidar que menos que 6 milhões de Judeus foram assassinados na Segunda Guerra Mundial?


A "negação do Holocausto" talvez não seja mais excêntrica nem mais criminosa do que alegar que a Terra é plana, excepto que o Holocausto tem sido usado como a espada e escudo na missão construir um Estado Judaico entre o Mar Mediterrâneo e o Rio da Jordânia, onde actualmente metade da população não é Judia.


A narrativa do Holocausto permite a Yad Vashem, o melhor museu do Holocausto no mundo, repetir a “mantra” do "Nunca Esqueceremos" enquanto se senta em terras Árabes roubadas de Ein Karem e supervisionar as sepulturas sem marcas dos Palestinianos chacinados por terroristas Judeus em Deir Yassin. Permite que Elie Wiesel se vanglorie por trabalhar para estes mesmos terroristas (como jornalista, não como lutador) enquanto recusa reconhecer, muito menos pedir desculpas, os crimes de guerra que o seu empregador cometeu. Faz dos Judeus as vítimas finais independentemente de como eles despojam, desumanizam e limpam etnicamente o povo nativo Palestiniano.

A história do Holocausto elimina qualquer comparação com Ketziot ou Gaza com os campos de concentração que, de facto, eles são. Comemora a resistência dos Judeus nos guetos da Europa enquanto nega firmemente qualquer comparação com a resistência dos Palestinianos em Hebron e por toda a Cisjordânia. Permite afirmações com a que o Massacre de Hanukah deste ano em Gaza, com uma relação de mortos 100 para um, foi uma "resposta proporcional" à resistência Palestiniana à ocupação interminável.


O Holocausto é usado para silenciar os críticos de Israel naquilo a que o académico Judeu, Marc Ellis, chamou o acordo ecuménico: vocês Cristãos desviam o olhar enquanto nós espancamos os Palestinianos e construímos o nosso Estado Judeu e nós não nos lembraremos que Hitler era um bom católico bom, um confirmado "soldado de Cristo," muito antes de ser um mau nazi.



A narrativa do Holocausto de extermínio industrializado sistemático foi uma ferramenta neo-conservadora importante para conduzir os Estados Unidos ao Iraque. Os mesmos ideólogos de neo-con, como Norman Podoretz, comparam frequentemente Ahmadinejad a Hitler e o Nazismo com Islamofascismo com a intenção de nos conduzirem ao Irão. O título da recente conferência Israelita em Yad Vashem deixou isso bem evidente: "Negação do Holocausto: Preparar o Caminho para o Genocídio".



"Recordar o Holocausto" será o grito de batalha do próximo grande choque do bem (valores Judeo/Cristãos) e do mal (agressão Islâmica radical) e esses que interrogam devem ser demonizados se não queimados numa estaca.



1.Associated Press, “EU approves criminal measures against Holocaust denial,” Haaretz, 19 de Abril de 2007.
2.Holocaust. Dictionary.com. The American Heritage® New Dictionary of Cultural Literacy, Third Edition. Houghton Mifflin Company, 2005.
3.Declarações da Senadora Hillary Clinton.

[retirado daqui]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

The Last Days of the Big Lie - Documentário Revisionista

Este vídeo já tinha sido colocado no Revisionismo em Linha aqui. Porém, a política do Youtube no que diz respeito à liberdade de informação e de expressão é aquilo que se sabe.

Volto a colocá-lo pela sua importância na minha perspectiva de lutar sempre pela verdade histórica sem censura para quem interpreta e analisa de forma diferente o mesmo facto histórico.

Os vários testemunhos que aparecem no documentário original são COMPLETAMENTE DEMOLIDOS pela confrontação e cruzamento com outros dados, documentos e evidências, tudo ignorado pela historiagrafia oficial e pelo próprio Spielberg. Mais uma vez se percebe o porquê de pretenderem criminalizar o Revisionismo do Holocausto!

domingo, 12 de junho de 2011

Brendon O'Connell - Mais Um Criminoso de Pensamento!

Mais um exemplo que a "liberdade de expressão" é apenas para alguns. Brendon O'Connell atreveu-se a criticar a política de Israel no Médio Oriente (participou inclusivamente numa acção na Palestina em que se opunham à importação de fruta para a Austrália) e colocou um vídeo no Youtube onde apresentava várias frases de extremistas Judeus/Sionistas. O resultado não se fez esperar...

Vejam a seguir um vídeo de Fredrik Töben que explica a situação:



A seguir, o vídeo em que várias figuras judias (sionistas e não só) fazem afirmações radicais que ninguém questiona. O que se questiona é divulgá-las. A "promoção do ódio" está na divulgação do vídeo, segundo os legisladores! VERGONHOSO!

Pedro Varela - O Criminoso de Pensamento!

Cumpriram-se hoje seis meses da prisão e Pedro Varela, um dos mais recentes "criminosos do pensamento - viu negado o pedido de direito de ver a sua Filha e a sua Mãe!

Para Pedro Varela não há "Direitos Humanos", não há "Amnistias", não há "Organizações Humanitárias"! Apenas há ódio para quem pensa de forma diferente e divulga obras literárias que apoiam os seus pontos de vista! Esse é o seu crime!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

John Demjanjuk: Mais Uma Vítima da Moderna Inquisição!



"John Demjanjuk Culpado das Mortes nos Campos de Concentração Nazis", pode-se ler nas manchetes da BBC. E começa assim: "Um tribunal Alemão considerou John Demjanjuk culpado por ter ajudado à morte de mais de 28,000 Judeus no campo da morte Nazi na Polónia". No parágrafo 17 encontramos este facto curioso: "Não foi produzida qualquer prova que demonstre que ele tenha cometido um crime específico". Isso está correcto. Não foi encontrada qualquer prova, não apareceu qualquer testemunha que tivesse visto Demjanjuk ameaçar alguém. E a prova principal que colocou Demjanjuk em Sobibor veio... do KGB. [Podem continuar a ler a notícia aqui]


Podem ver aqui uma entrevista do filho de Demjanjuk, que considera esta decisão judicial "absolutamente vergonhosa".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

sábado, 7 de maio de 2011

O Holocausto de Vicent Reynouard



Esta brochura custou ao seu autor anos de prisão e muitas centenas de euros de multas.


Reynouard nasceu em França, em 1969, e é um qualificado engenheiro químico e graduado no ISMRA (Institute of Sciences of Atomic Matter and Radiation”) em Caen. Ela foi escrita em 2005, em França, e distribuída por um número considerável de locais públicos daquele país. As suas 16 páginas possuem dramáticas (e fáceis de ler) explicações dos argumentos revisionistas, que confrontam as histórias construídas em redor dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial.

Podem ler a brochura aqui.

sábado, 30 de abril de 2011

O Grande Julgamento do Holocausto (The Great Holocaust Trial) 1985 - Vídeo Completo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Off Your Knees, Germany!" - Ernst Zundel 1983-2003

O conteúdo deste documentário está protegido da Censura pela 1ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América e pelo Artigo 19 da Declaração do Direitos Humanos (Qualquer pessoa tem o direito à liberdade de opinião e de expressão; este direito inclui a liberdade de ter opiniões sem qualquer interferência e procurar, receber e conferir informação e ideias através de qualquer meio de comunicação sem ter em conta quaisquer fronteiras).



Nota: Este é apenas o primeiro dos 7 vídeos. Os restantes estão disponiveis também no Youtube. Podem colocar as legendas na opção "CC". Primeiro clicando em "Transcrever Áudio" e depois em "Traduzir Legendas" (procurar entre as opções o "Português").

terça-feira, 22 de março de 2011

Jurista Norueguês Nega a Existência do Holocausto


Anders Mathisen, jurista e membro do Partido Trabalhista da Noruega, declarou a um jornal que o Holocausto nunca aconteceu e desafiou mesmo os leitores a provar que ele está errado. Membros do mesmo partido exigiram a sua demissão depois daquelas declarações.

O legislador de Partido de trabalho Anders Mathisen alegadamente contou o jornal de Finnmarken que o Holocausto nunca aconteceu e desafiou leitores para prová-lo errado.
"Não existem quaisquer provas da existência de câmaras de gás nem de sepulturas em massa, disse ao jornal e de acordo com relatórios. "Respeitáveis historiadores do Holocausto admitiram que tal não pode ser provado”.

Mathisen, alegadamente, passou meses em pesquisas nos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial e defende a revisão dos livros de História, de acordo com o Coordination Forum for Countering Anti-Semitism [Fórum de Coordenação para a Luta Contra o Anti-semitismo]. Ele publicou igualmente as suas conclusões e os seus “resultados” na sua página do Facebook.

Mathisen acusou os sobreviventes do Holocausto de exagerarem nas suas histórias. Ele acrescentou que foi feito ao público uma lavagem cerebral para que todos acreditassem no Holocausto, com filmes como “A Lista do Schindler”.

Leia aqui a notícia na íntegra.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pedro Varela, Criminoso Por Ter Uma Opinião Diferente!

Video de Pedro Varela a entrar para as "masmorras da nova Inquisição" por "crime de pensamento"! (Agradecimento ao Fides pela partilha do vídeo).

O mais curioso de tudo é que as tais pessoas e associações de defesa da "liberdade de expressão e informação e afins" não colocaram lá os pés! Nem lá nem em qualquer meio de comunicação social! Não apareceu nenhum juíz preocupado com valores e humanismo independentemente da data do crime (Garzon o quê???!!!!) ou alguma juíza paladina da democracia ("Esta gente tem que pagar pelo que fizeram ao meu pai!" - 'private joke').

Numa só palavra para não ocupar muito espaço: NOJENTO!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Crimes de Ódio e de Pensamento... Só Para Alguns!


A Comissão Européia rejeitou os pedidos de alguns países da Europa de Leste para que fosse introduzida a denomidada lei de genocídio duplo que iria criminalizar a negação de crimes perpetrados por regimes comunistas, da mesma maneira que muitos países da União Europeia proíbem a negação do Holocausto.

Na semana passada, seis países escreveram a Viviane Reding, a Comissária Europeia da Justiça, exigindo a "condenação da tolerância, negação e trivialização grosseira de crimes totalitários". Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da Lituânia, Letónia, Bulgária, Hungria, Roménia e da República Checa referiram que os crimes comunistas "deveriam ser tratados de acordo com os mesmos padrões como os dos regimes nazis, dotando esses países com leis semelhantes à negação do Holocausto.
[leia a notícia na íntegra]