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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Katyn e a "Guerra Boa"


(…) Antes, durante e depois dos julgamentos de Nuremberga que condenariam os Nazis por "crimes contra a humanidade," estava a ser cometido um dos maiores crimes de toda a história contra a humanidade. Quinze milhões de Alemães - velhos, mulheres, crianças - foram conduzidos como o gado para fora das suas casas ancestrais na Prússia, Pomerânia, Brandenburg, Silésia e Sudetas (…). A 3 de Setembro de 1939, a Grã-Bretanha e a França declararam guerra a Alemanha para restaurarem a integridade e a independência da Polónia. Para atingirem esta grande meta, eles elaboraram um autêntico choque Germano-Polaco que durou três semanas numa guerra mundial que durou seis anos. E a Polónia foi salva? Não. A Polónia foi crucificada. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 6 de setembro de 2009

Pat Buchanan CENSURADO!


Como tiveram oportunidade de ler, o Revisionismo em Linha realçou aqui o artigo de Pat Buchanan por considerar válida qualquer abordagem que nos possa ajudar a perceber melhor um facto histórico, seja ele qual for, não só porque A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO, mas também porque A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO são valores que defendemos de forma firme e decidida!

Talvez por isso não ficámos surpreendidos com o que aconteceu logo a seguir:

A MSNBC eliminou [POR OUTRAS PALAVRAS, FECHOU, CENSUROU!] a coluna de Pat Buchanan em que este defendia [DEVEM TER LIDO OUTRO ARTIGO, POIS EU NÃO LI QUALQUER "DEFENSA". APENAS UMA ANÁLISE, PELOS VISTOS, INCÓMODA PARA ALGUÉM] as acções de Hitler, horas após o National Jewish Democratic Council [Conselho Nacional Democrático Judeu] ter exigido a remoção do artigo do seu site.

Buchanan, um comentador conservador, tinha alegado que Hitler não queria guerra e que as acções dos Aliados tinham sido desnecessárias [É A OPINIÃO DELE - E DE MUITAS OUTRAS OUTRAS PESSOAS! E APRESENTOU DADOS E SUPOSTAS PROVAS DO QUE DEFENDIA!].

"A MSNBC tomou uma decisão responsável" na remoção da coluna, referiu num comunicado o presidente da NJDC, David Harris. "Nenhuma organização noticiosa digna pode empregar e promover um comentador que defende uma tal vil ficção",acrescentou. "Esse tipo de revisionismo histórico é deplorável." [REPAREM QUE NEM SE PREOCUPAM EM TENTAR CONTRARIAR BUCHANAN. NÃO PRECISAM DE APRESENTAR QUAISQUER PROVAS, DADOS, REGISTOS, TESTEMUNHOS, NADA!!!!, QUE DEMONSTRE QUE BUCHANAN ESTÁ A ENVEREADAR PELA TAL "VIL FICÇÃO".


Como Buchanan já tinha sido acusado de fazer outros comentários "racialmente insensíveis" e "anti-semitas", bastou um saltinho, uma queixinha, um recordar do "passado tenebroso" do comentador politicamente incorrecto, para o banir, sanear (na Europa seria multado e preso!), censurar! A liberdade Sionista é mesmo assim: rápida e eficaz...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Hitler Desejava a Guerra?


Motivos profissionais obrigaram-me a afastar-me mais uns dias e tornou-se complicado a actualização do blogue. Mas estou de volta!

Ao contrário do que defendem os crentes afirmacionistas, tudo em História deve ser questionado e devem ser muito bem vindos todos os novos dados, abordagens, estudos e análises. Isto porque aquilo que hoje se pensa ser um "dado absoluto e inquestionável", amanhã já pode não o ser. A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!
Esta notícia é um exemplo disso. Será este mais um caso e um exemplo de "negacionismo"?

Vamos passar ao tema do 'post' propriamente dito.

A 1 de Setembro de 1939, há cerca de 70 anos, o Exército alemão cruzava a fronteira Polaca. A 3 de Setembro, a Grã-Bretanha declarava-lhe guerra. Seis anos as tarde, 50 milhões de Cristãos e Judeus tinham morrido. A Grã-Bretanha estava destroçada e falida, a Alemanha numa autêntica ruína fumegante. A Europa tinha sido palco do maior local de combate assassino alguma vez conhecido pelo homem e os civis sofreram horrores piores do que os soldados.

Até Maio de 1945, o Exército Vermelho ocupou todas as grandes capitais da Europa Central: Viena, Praga, Budapeste, Berlim. Uma centena de milhões de Cristãos ficaram sob o tacão de uma das tiranias mais bárbaras da história: o regime Bolchevique de um dos maiores terroristas, Joseph Stalin.

Que motivos poderiam justificar tais sacrifícios?

A guerra Germano-Polaca tinha sido originada por uma disputa sobre uma cidade do tamanho de Ocean City, Maryland, no Verão. Danzig, com 95 por cento da população Alemã, tinha sido retirada à Alemanha com o Tratado de Versalhes, em violação do princípio de Woodrow Wilson da auto-determinação. Até mesmo os líderes Britânicos defendiam que Danzig deveria ser devolvida.

Por que é que Varsóvia não negociou com Berlim, que sugeriu uma oferta de compensação no território Eslovaco? Porque os Polacos tinham uma garantia de guerra da Grã-Bretanha que, em caso de ataque da Alemanha, a Grã-Bretanha e o seu império viriam em seu socorro.

Mas por que é que a Grã-Bretanha mantinha uma garantia de guerra não solicitada para com uma junta de coronéis Polacos, dando-lhes o poder de arrastar a Grã-Bretanha para uma segunda guerra com a nação mais poderosa da Europa?

Danzig era merecedora de uma guerra? Ao contrário dos 7 milhões de “Hong Kongese” os quais os Britânicos fizeram renderem-se a Pequim, que não queriam ir, o “Danzigers” estavam a pedir para voltarem para a Alemanha.

Aqui vem a resposta: a garantia de guerra não era sobre Danzig, ou até mesmo sobre a Polónia. Era sobre o imperativo moral e estratégico de "parar Hitler” depois dele ter mostrado, ignorando o pacto de Munique e passando por cima da Checoslováquia, que estava pronto para conquistar o mundo. E esta besta Nazi poderia ser autorizada a fazer isso.

A ser verdade, um ponto justo. Os Americanos, afinal, estavam preparados para utilizar bombas atómicas para manter o Exército Vermelho longe do Canal. Mas onde está a prova de que Adolf Hitler, cujas vítimas, em Março de 1939, eram uma pequena fracção, comparadas com as do general Pinochet ou as de Fidel Castro, e preparava para conquistar o mundo?

Leia o artigo na íntegra
aqui.

Esta análise de Pat Buchanan mostra bem que existem ainda muitos pormenores que escapam à historiografia oficial. Que a análise dos factos históricos está, por vezes, repleta das mais variadas interpretações já nós sabemos -
vejam como aqui os "danos colaterais" podem também ser vistos como uma outra forma de "terrorismo". Resta saber se esse "fechar de olhos" da historiografia oficial a outras interpretações da história defende ou não outros interesses para além da verdade histórica. Os exemplos da censura acontecem todos os dias e é de louvar a coragem de alguns em furar o cerco da nova inquisição.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Mais Duas... Liberdade de Expressão? Só Para Alguns!...


A Anti-Defamation League (ADL) afirmou que o conservador e comentarista político Pat Buchanan "chegou à fossa séptica do extremismo" por ter participado num programa de rádio de um conhecido supremacista branco. No dia 29 de Junho, Buchanan apareceu no "Political Cesspool," um programa de rádio do Tennessee dirigido por James Edwards, para promover o seu livro “Churchill, Hitler, and the Unnecessary War: How Britain Lost Its Empire and the West Lost the World”. Leia mais sobre este assunto aqui.



Um tribunal Russo proibiu um livro sobre Adolf Hitler escrito pelo historiador Britânico Hugh Trevor-Roper, dizendo que existem passagens do mesmo e atribuídas ao líder Alemão que insultam os Russos e os Judeus. Baseado nas leis de anti-extremismo, o tribunal proibiu o livro, escrito em 1953, “Hitler's Table Talk: 1941-1944”, que regista passagens de Hitler por vezes racistas num vasto leque de temas. Trevor-Roper, professor de história na Universidade de Oxford entre 1957 e 1980, escreveu o que é considerado uma das referências clássicas que retratam a queda de Alemanha Nazi: "The Last Days of Hitler". Pode ler a notícia na íntegra aqui.

domingo, 22 de junho de 2008

O Holocausto Foi Inevitável?



Tem sido um dos livros do momento. E já tinhamos feito referência a ele aqui.

Mas achamos por bem voltar a falar dele.


... E a Segunda Guerra Mundial? Seguramente, foi necessária para declarar guerra para impedir Adolf Hitler de conquistar o mundo e conduzir o Holocausto. Mas depois considera... O Holocausto não era uma causa da guerra, mas uma consequência da mesma guerra. Nenhuma guerra, nenhum Holocausto. A Grã-Bretanha entrou em guerra com a Alemanha para poupar a Polónia. Ela não poupou a Polónia. Perdeu o império. E Josef Stalin, cujas vítimas ultrapassaram em número as de Hitler na proporção de 1.000 para 1, uniu-se a Hitler na invasão da Polónia… Pode continuar a ler mais sobre este assunto
aqui. Pode também ver os outros livros de Pat Buchanan aqui.

Sobre o mesmo assunto, pode ler o que
The Telegraph tem a dizer sobre este tema.

Como não podia deixar de ser, Mark Weber dá a sua contribuição
aqui.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Os Disparates de Churchill

A Europa, o “Continente Mãe Homem Ocidental”, hoje envelhece e está moribundo, incapaz de apoiar as natalidades necessárias para se manter realmente vivo ou resistir à conquista de uma invasão imigrante vinda do Terceiro Mundo.
O que aconteceu às nações que há um século há determinavam o rumo do mundo?

No livro Churchill, Hitler and 'The Unnecessary War': How Britain Lost Its Empire and the West Lost the World estão os argumentos deste autor para justificar o que ele considera terem sido os “disparates colossais dos estadistas Britânicos”, sendo o primeiro entre eles Winston Churchill, que transformaram duas guerras europeias em guerras mundiais e que tiveram como consequências feridas mortais ainda por sarar a Ocidente.
O primeiro disparate foi uma decisão secreta de 1906 em enviar o exército Britânico através do Canal para lutar em qualquer Guerra Franco-Alemã. Se o Kaiser tivesse sabido que o Império Britânico lutaria pela França, ter-se-ia movimentado mais decisivamente do que fez para impedir o escalar para a guerra em Julho de 1914. Leia mais sobre este assunto
aqui.