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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Mais Um Depoimento Extraordinário



Desconhecemos se Moshe Peer alguma vez terá ido ao Entroncamento, mas realmente este jovem foi um fenómeno! O que ele não explicou foi como sobreviveu SEIS VEZES. Mas nós sabemos: NÃO EXISTIRAM CÂMARAS DE GÁS NAQUELE CAMPO! Actualmente, todos os historiadores já sabem isso. Porém, mais fantástica ainda é a resposta dos senhores da Nizkor:

“Se Peer está a mentir ou se é somente um homem idoso e louco, deixo essas especulações para outros. Não considero qualquer exemplo de um homem velho louco nem qualquer recolha de mentiras nem de homens velhos loucos serem uma base adequada e credível para negar a historicidade do Holocausto. Com tantos casos que ocorreram em milhares de situações, envolvendo milhões de pessoas, e que foram acontecendo durante anos, corre-se o risco de acontecerem casos como o de Peer. Qualquer um que pense que coleccionar tais exemplos, enquanto ignora outros tipos de evidências, não tem nenhuma concepção de como história é feita.”


Portanto, desvalorizam mais um depoimento "supostamente" falso porque... "há muitos outros verdadeiros"!

O que eles não dizem é que este depoimento, como muitos outros, ATÉ SER DESMASCARADO, foi tido como "verdadeiro" e constituia parte das tais "provas" históricas!

terça-feira, 3 de junho de 2008

"Eu Vi as Fotografias"!...


Detesto “verdades históricas” e todo o tipo de “factos provados, comprovados e ‘recomprovados’”… Detesto os “testemunhos evidentes” e afins…

E detesto especialmente aquelas pessoas que se julgam muito bem informadas porque “leram um artigo numa revista” ou “viram no Canal História” qualquer coisa que passou por verdade absoluta e inquestionável”.

O Diogo, tal como eu e muitas outras pessoas, recebeu, nestas últimas semanas, o mesmo e-mail acerca dos campos de extermínio nazis (o e-mail está a ser enviado como uma corrente, em memória dos 6 milhões de Judeus que, supostamente, foram exterminados nos campos de concentração), com várias fotografias das vítimas dos campos e com a declaração do General D. Dwight Eisenhower: "Fotografem, façam filmes, reúnam testemunhos. Em algum ponto da História um idiota vai erguer-se e dizer que isto nunca aconteceu".

Não vou acrescentar mais nada, porque aqui podem ler tudo.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

O Campo de Bergen-Belsen

Desta vez, o campo de Bergen-Belsen... Duas notícias, duas abordagens. Cabe ao leitor perceber que nada deve estar fechado. Muito menos a liberdade de expressão. Muito menos a liberdade de poder SABER E CONHECER TUDO.
Vejamos a primeira notícia:

1945: As tropas Britânicas libertam o campo de Bergen-Belsen.
Dentro do acampamento, os soldados, horrorizados, encontraram pilhas de cadáveres que apodreciam e milhares de prisioneiros doentes e famintos que eram mantidos em locais superlotados e sujos. Belsen, próximo de Hanover, na Alemanha, é o primeiro campo de concentração ser libertado pelos Britânicos. Os detalhes das condições encontradas horrorizavam um público que até que agora só tinha ouvido descrições limitadas dos campos na Polónia libertados pelo Exército Vermelho. Os primeiros soldados Britânicos que entraram em Bergen-Belsen descreveram pilhas enormes de corpos nus de mulheres mortas à vista de várias centenas de crianças que também estavam no campo. [leia a notícia na íntegra]

O Revisionismo em Linha considera importante "equilibrar" novamente a balança.
Mark Weber pode ajudar-nos com o seu texto "O Campo de Bergen-Belsen: A História Escondida".

No dia 15 de Abril de 1945, as tropas Britânicas libertaram o campo de concentração de Bergen-Belsen. O aniversário foi amplamente relembrado em cerimónias oficiais e em artigos de jornais, assim como em várias exposições, mas que deturpam a verdadeira história do campo... Foram registadas imagens horríveis por fotógrafos Aliados em Belsen em meados de Abril de 1945 e foi reproduzidas em grande quantidade, contribuindo para que a reputação do campo passasse por um notório centro de extermínio. Na realidade, os mortos em Bergen-Belsen eram, sobretudo, vítimas infelizes da guerra e não, necessariamente, por motivos políticos.

Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.