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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro (Final)




As Questões de Santomauro


As Questões de Santomauro (II)


As Questões de Santomauro (III)


As Questões de Santomauro (IV)


As Questões de Santomauro (V)



(Continuação)


23) Todos os campos libertados estavam cobertos de cadáveres; porque é que não existe um único relatório de autópsia ou qualquer outra evidência forense que prove que uma única destas mortes foi em consequência de gás tóxico?


24) A número de mortos no Holocausto conta exclusivamente com estatísticas de população fornecidas por fontes Judias; existe algum estudo demográfico independente que mostre que, aproximadamente, seis milhões de judeus "desapareceram" no fim da guerra?


25) Por que é que os relatórios de inspecção durante a guerra em campos de concentração feitos pela Cruz Vermelha Internacional não contêm nenhumas referências a execuções em massa? Esforça-se por dar credibilidade a que tais crimes monumentais pudessem ser ocultados. As únicas explicações para isso são que ou estes crimes não ocorreram ou que a Cruz Vermelha foi cúmplice no seu encobrimento.


26) Por que é que não houve qualquer esforço para responder ao “Relatório Leuchter”?


27) "O Holocausto foi tecnológico possível porque aconteceu". Por que é que este argumento intelectualmente falido, que é uma autêntica ofensa à nossa inteligência e que é considerado pelos promotores do Holocausto como verdade histórica, é considerado uma resposta suficiente às provas apresentadas pelos Revisionistas?


28) Que outras verdades históricas, para além do Holocausto, assentam apenas nos depoimentos das denominadas "testemunhas oculares" - e porque é que nenhum desses testemunhos já algum vez foi examinado?


29) De acordo com a versão oficial do Holocausto, os judeus ignoravam o seu destino mesmo até ao fim, tão hábil eram os seus assassinos nazis em enganar as suas vítimas. Como é que podemos aceitar esta ignorância se os judeus, historicamente, foram sempre o grupo das pessoas mais alfabetizadas e altamente informadas do planeta, com acesso lendário aos escalões mais altos do governo?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro (V)


















(Continuação)


18) Por que é que o Revisionismo do Holocausto foi criminalizado pelo menos em onze países - que outra verdade histórica necessita que a ameaça de prisão ou a destruição de uma carreira se mantenha? Deverá alguém ser enviado para a prisão pelo cepticismo expresso sobre a afirmação oficial chinesa de que eles sofreram trinta e cinco milhões e mortos na Segunda Guerra Mundial?


19) Por que é que os historiadores insistem que "negar o Holocausto" é como negar a escravidão ou dizer que a Terra é plana quando não se trata de nada disso? Os principais revisionistas são académicos de primeira que possuem graus avançados das principais universidades do mundo. Há algum entre eles que algum que defenda que o mundo é plano ou que escravidão nunca existiu?


20) Os promotores do Holocausto expressaram as suas preocupações sobre a recordação do holocausto uma vez que os últimos sobreviventes estão a morrer. Por que é que os historiadores da Guerra Civil não expressaram preocupações semelhantes desde que o último sobrevivente desse conflito morreu em 1959?


21) Os sobreviventes do Holocausto testemunharam que saía fumo dos crematórios enquanto eles consumiam os corpos das vítimas assassinadas - alguns testemunhas oculares alegaram mesmo elas podiam detectar as suas origens pela cor do fumo. Como é que isto pode ter credibilidade se é um facto que os crematórios em funcionamento não produzem fumo de nenhuma cor?


22) De acordo com a versão oficial do Holocausto, centenas de milhares de Judeus Húngaros foram concentrados a meio de 1944 e enviados para Auschwitz onde a maioria foi gaseada logo à chegada e os seus corpos colocados em enormes fossas a arder a céu aberto usando laços da via férrea e gasolina. Por que é que não há nenhuma evidência dessas enormes piras funerárias nas fotografias de vigilância e de alta resolução tiradas pelos aviões Aliados que sobrevoavam os campos quase diariamente durante este período de tempo? Além do mais, por que é que não foram encontrados quaisquer corpos, uma vez que as fossas a céu aberto, mesmo quando é usado gasolina, não geram calor suficiente para consumir totalmente um corpo?


(Continua)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro (IV)








(Continuação)


13) Quantas pessoas saberão que em Nuremberga os alemães foram acusados, juntamente com a morte de cerca de seis milhões de judeus, de terem:
- vaporizado 20.000 judeus perto de Auschwitz com energia atómica";
- morto 840.000 prisioneiros de guerra russos num campo de concentração de Sachsenhausen, colocando-os depois em crematórios celulares;
- torturado e morto prisioneiros Judeus ao ritmo do "Tango da Morte" em Lvov;
- cozinhado em vapor judeus como se fossem lagostas em Treblinka;
- electrocutando-os em massa em Belzec;
- feito não apenas candeeiros e sabão, mas também bolsas, luvas, encadernações, selas, calções de montar, chinelos, etc. dos restos das suas vítimas;
- morto prisioneiros nos campos de concentração pelos motivos mais fúteis?


14) Elie Wiesel tem sido descrito como o “Apóstolo da Recordação". No entanto, na sua autobiografia, Night, que retrata a sua estada em Auschwitz, ele não faz nenhuma referência às infames câmaras de gás homicidas. Isto não é um pouco como um dos Evangelhos não fazerem qualquer menção da Cruz?


15) Praticamente cada sobrevivente que foi examinado em Auschwitz diz que ele ou ela foram examinados pelo infame Dr. Mengele.


16) De acordo com o testemunho de sobreviventes, centenas de milhares de judeus foram executados em Treblinka e enterrados em sepulturas em massa nas áreas adjacentes. Por que é que extensas investigações a esses cemitérios com sonares revelaram que este legado descanso final para as vítimas do Holocausto permanece intocável desde, pelo menos, a última era glacial?


17) As “provas” do Holocausto assentam principalmente em testemunhos de sobreviventes; existem poucas, se é que existem , provas fortes. As melhores foram descritas por Jean-Claude Pressac como meros "vestígios criminosos”. Até mesmo o Juiz Grey que presidiu ao Julgamento de Irving-Lipstadt comentou que ele tinha ficado surpreendido com as provas que apontavam para o Holocausto serem "extremamente d poucas". Parafraseando Arthur Butz, "um crime desta magnitude teria deixado uma montanha de provas" - onde é que elas estão? Existiam muito mais provas contra OJ Simpson no seu julgamento, e ele FOI CONSIDERADO INOCENTE!


(Continua)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro (III)









(Continuação)



8) O nível hidrostático em Auschwitz está a umas meras 18 polegadas abaixo da superfície, o que faz insustentáveis as afirmações de enormes fossas a arder para a eliminação de dezenas de milhares de vítimas.


9) Inicialmente, foram feitas afirmações de que tinham acontecido execuções em massa em câmaras de gás homicidas em campos localizados dentro do Antigo Reich, como por exemplo, em Dachau e em Bergen-Belsen. As "provas" para esse efeito era eram semelhantes às que nos tinham oferecido para os outros campos, localizados na Polónia ocupada. Porém, sem qualquer explicação, nos anos sessenta cedo passou a ser dito que afinal não era o caso e que todos os “campos da morte” estavam localizados a Leste, ou seja, na Polónia, fora (alguns diriam de forma conveniente) dos olhos dos investigadores ocidentais.


10) Ainda ninguém foi capaz reconciliar as afirmações das testemunhas oculares que entraram nas câmaras de gás e lá estiveram vinte minutos sem qualquer aparelho protector com o facto do Zyklon B ser um fumegante “temporal" que teria tido uma capacidade letal pelo menos para mais vinte e quatro horas. E mesmo depois das vinte e quatro horas, os cadáveres teriam permanecido suficientemente contaminados pelo gás de cianeto de hidrogénio que teriam tido a capacidade de matar qualquer um que os tocasse e que não usasse qualquer protecção.


11) Por que é que deixámos de ouvir as afirmações de que os alemães manufacturaram sabão e candeeiros dos corpos de judeus mortos - poderá ser porque à luz dos modernos testes forenses e ADN estas afirmações são totalmente insustentáveis?


12) Por que é que já não ouvimos as afirmações de que um elevado número de judeus foram exterminados em câmaras de vapor ou electrocutado em grades especiais - foram apresentadas "provas" disto em Nuremberga - evidências que chegaram a enviar homens para a forca.


(Continua)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro (II)



(Continuação)



4) Porque iriam os Alemães reunir Judeus nos confins do seu império, envolvendo uma tão grande quantidade de pessoal e material, lutando uma guerra mundial em duas frentes, e entregar essas pessoas em “campos da morte”, a centenas de milhas de distância e que, supostamente, algumas eram executadas logo à chegada - uma bala logo no início não teria apelado ao lendário sentido alemão de eficiência?


5) Por que é que após sessenta anos, os historiadores ainda não conseguiram encontrar um único documento alemão que aponte para o Holocausto? Devemos acreditar em pessoas como Raul Hildberg que defendem que, em vez de ordens escritas, havia um "incrível encontro de mentes” que levou a que, literalmente, dezenas de milhares de pessoas coordenassem as suas acções para desenvolver um empreendimento desta magnitude?


6) Como é possível que se insista no número de seis milhões de Judeus mortos quando o número oficial de Judeus mortos em Auschwitz, o principal gulag do Holocausto, foi reduzido do número imediato após o fim da guerra - 3 milhões - para um número que se situa abaixo de um milhão? Por que é que muitas pessoas respondem a esta observação dizendo, "qual é a diferença se são seis milhões ou se é um milhão". A resposta é que a diferença são cinco milhões. Outra diferença é que dizendo isso, podemos apanhar três anos numa cadeia Austríaca… basta perguntarem a David Irving!


7) Todos os códigos de guerra da Alemanha foram identificados, inclusivamente aqueles usados para enviar os relatórios diários de Auschwitz para Berlim. As cópias destas mensagens não fazem qualquer menção a execuções em massa nem mesmo remotamente sugerem qualquer programa de genocídio em progresso. Além do mais, insiste-se que os alemães usaram um tipo de código eufemista para discutir o seu programa de extermínio dos judeus, como por exemplo solução final, tratamento especial, restabelecimento, etc. Por que é que seria necessário eles usarem um tal eufemismo codificado para conversarem entre si, a menos que eles pensassem que os seus códigos tinham sido descobertos pelos Aliados?



(Continua)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

As Questões de Santomauro



O Revisionismo em Linha decidiu pegar em algumas das questões levantadas Michael Santomauro sobre alguns "problemas" que tanto ele como nós temos com o facto histórico denominado “Holocausto”.


Estas questões deveriam já ter sido esclarecidas há muito tempo para que qualquer pessoa pudesse aceitar a “versão oficial”. Acrescente-se que elas não estão em nenhuma ordem em particular.



1) Por que é que Elie Wiesel e inúmeros outros Judeus sobreviveram ao Holocausto se era intenção do Terceiro Reich eliminar cada um dos Judeus que eles receberam nas suas mãos?Elie foi prisioneiro durante vários anos; outros Judeus sobreviveram ainda mais tempo. A maioria destes "sobreviventes" eram pessoas normais que não tinham qualquer perícia rara que os Alemães pudessem ter explorado para o seu esforço de guerra. Não havia nenhuma razão lógica para eles ser mantidos vivos. A existência de mais de um milhão de sobreviventes nos dias de hoje, aproximadamente sessenta anos depois, contradiz um dos componentes básicos do holocausto, isto é, que os Alemães tiveram uma política de eliminar cada Judeu que eles recebiam nas suas mãos.


2) Porque não há nenhuma menção ao Holocausto nos seis volumes de História escritos por Churchill sobre a Segunda Guerra Mundial nem nas memórias de guerra de De Gaulle ou de Eisenhower nem em qualquer dos outros intervenientes menores que escreveram sobre aquele conflito? Lembrem-se que todos eles foram escritos anos depois da guerra ter acabado e também depois do Holocausto ter sido supostamente provado nos Julgamentos de Nuremberga. No que diz respeito ao Holocausto, o silêncio quanto a esta questão é ensurdecedora!


3) O que é que uma enfermaria para os prisioneiros (e um bordel) estavam a fazer em Auschwitz se aquilo era, realmente, um campo da morte?


(Continua)

domingo, 2 de outubro de 2011

O Holocausto e os Horrores?

Suprimir a discussão livre e aberta sobre qualquer assunto é tão ruim quanto contar mentiras, e conscientemente suprimir a verdade é a maior mentira de todas, porque é baseada, não num erro ou num erro genuíno, mas de uma intenção deliberada de enganar.

Tendo sido torturado, Rudolf Höss, que era o comandante de Auschwitz, de 1940 a 1943, certamente mentiu para salvar a vida da sua esposa e dos filhos. Mesmo que a tortura e coação não possa ser provada, a razão para reconhecer a falsidade absoluta da confissão de Höss é que o método de gaseamento que ele descreveu não foi cientificamente plausível.

No entanto, a condenação de Höss tem ficado, por inferência, como uma prova da crueldade dos alemães em geral, desde que ele foi julgado em Nuremberga, em 1947 e, posteriormente, enforcado em 16 de Abril de 1947, na Polónia.

Com grande respeito por aqueles que têm tentado - embora perseguidos, punidos, multados, presos e abusados de outra forma - contar como realmente aconteceu: Arthur R. Butz, Robert Faurisson, Paul Grubach, Gerd Honsik, David Irving, Kevin Kather, Nicholas Kollerstrom, Fred Leuchter, Horst Mahler, Ingrid Rimland, Germar Rudolf, Bradley Smith, Sylvia Stolz, Fredrick Tobin, Ernst Zündel e muitos outros.






quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Um Embuste Chamado Herman Rosenblat

Como o Revisionismo em Linha não vive apenas dos acontecimentos de 11 de Setembro, recordamos aqui um outro embuste "sobrevivente".

- "Porque é que você contou uma mentira tão grande e durante tanto tempo?"

- "Não foi uma mentira. Foi a minha imaginação."

O QUÊ???!!! Um sobrevivente do Holocausto que utiliza a sua "imaginação" para INVENTAR algo que nunca aconteceu?!!!

Quantas histórias semelhantes a estas terão sido consideradas "provas"?!!
É por isso que existiu a necessidade de punir quem questiona o facto histórico denominado Holocausto! De outra forma, há muito tempo que a VERDADE seria conhecida: o plano da Alemanha Nazi era o de EXPULSÃO dos Judeus do seu espaço territorial. Só assim se explica as inúmeras reuniões de Nazis com emissários Sionistas. Mas isso não interessa à historiografia exterminacionista!


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Deborah Lipstadt - Mais Uma Criação da Indústria do Holocausto!




segunda-feira, 18 de julho de 2011

Auschwitz - A Comédia

Apresentamos um novo vídeo com cerca de 20 minutos do mesmo autor de "One third of the Holocaust".

Podemos assistir aqui ao exame de algumas das fábulas inconsistentes e ilógicas do crematório/câmara de gás de Auschwitz.

Este vídeo é dedicado a Bradley Smith.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A Mentira de Buchenwald

The Buchenwald Hoax - By Anonymous from Anonymous Uploads on Vimeo.

sábado, 9 de julho de 2011

"O Holocausto é Uma Mentira!", Afirma Líder de Partido Egípcio



O líder de um dos principais partidos do Egipto comentou que os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 foram "feitos nos EUA", que "o Holocausto era uma mentira" e que as memórias de Anne Frank são uma "falsificação" - comentários esses que seguramente irão criar mais uma revolução no debate político no país árabe mais populoso do mundo.

Ahmed Ezz El-Arab, vice-presidente do Partido Egípcio Wafd, fez estas declarações numa entrevista exclusiva ao The Washington Times a semana passada, na capital Húngara, durante a Conferência Para a Democracia e Direitos Humanos.

Ele negou que os Nazis tivessem morto 6 milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
"O Holocausto é uma mentira", referiu Ezz El-Arab. "Os Judeus, durante a ocupação Alemã, eram cerca de 2,4 milhões. Então se eles foram todos exterminados, de onde é que vieram os restantes 3,6 milhões?"

Ezz El-Arab disse que aceita que os Nazis tenham morto "centenas de milhares de Judeus. Mas câmaras de gás e retirar-lhes a pele vivos e coisas assim? Histórias extravagantes", acrescentou.

Ezz El-Arab também atacou a autenticidade do "Diário de Anne Frank," o qual ele disse ter analisado como estudante de doutoramento em Estocolmo. "Poderia jurar por Deus que é falso", referiu o líder do Wafd. "A rapariga este lá, mas as suas memórias são falsas."

[Leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 6 de julho de 2011

David Cole e Mark Weber no Montel Williams Show

Debate já antigo, mas que não deixa de ser importante. Especialmente para ajudar a esclarecer o que é e o que não é o Revisionismo do Holocausto.









quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Que Significa a Negação do Holocausto?




Em Abril de 2007, a União Europeia concordou em condenar até três anos de cadeia todos aqueles que negam ou banalizam o Holocausto.1 Mais recentemente, em resposta às observações de Bispo Richard Williamson, o Papa proclamou que a negação do Holocausto é "intolerável e completamente inaceitável". Mas o que a Negação do Holocausto realmente quer dizer?



Comece com a palavra Holocausto. O Holocausto 2 (soletra-se com um “H” maiúsculo) refere-se à morte de seis milhões de Judeus pelos Nazis durante Segunda Guerra Mundial. É suposto ser "Solução Final" Alemã para o problema Judaico. Muito do extermínio sistemático terá acontecido em campos de concentração através de fuzilamentos, gaseamentos e vítimas inocentes Judias queimadas vivas durante o Terceiro Reich.


Pessoas como Germar Rudolf, Ernst Zundel e o Bispo Williamson que não acreditam nesta versão dos acontecimentos e que se atrevem a dizê-lo em público são ultrajados como fanáticos, anti-semitas, racistas ou ainda pior. Os seus cenários históricos alternativos não são denominados apenas como revisionistas, mas são rebaixados como negação do Holocausto. Rudolf e Zundel foram autenticamente despachados para a Alemanha onde foram julgados, condenados e sentenciados a três e cinco anos, respectivamente. Williamson poderá não ficar muito atrás.

Os políticos zombam do papel dos revisionistas do Holocausto e as suas conferências são vistas como um "inaceitáveis como discurso e comportamento internacional”. 3 Judeus não-Sionistas que participam em tal revisionismo, como o Rabino Dovid Weiss do Neturei Karta, são acusados e rotulados de “self-haters” e são evitados e vítimas de ostracismo. Até mesmo o Professor Norman Finkelstein, cujos pais foram ambos os sobreviventes do Holocausto e que escreveu o livro The Holocaust Industry [A Indústria de Holocausto], foi rotulado de negacionista do Holocausto.
Mas colocando de lado o ódio viril dirigido contra esses que interrogam a veracidade da narrativa típica do Holocausto, o que é que estas pessoas acreditam e dizem para correrem o risco de serem presas e até vítimas de agressão? Para a maioria dos revisionistas do Holocausto ou negacionistas, se preferirem, os seus argumentos resumem-se a três simples pontos:

1. A “Solução Final” de Hitler foi para ser de limpeza étnica [no sentido de EXPULSÃO da comunidade judaica], não de extermínio.
2. Não existiram quaisquer câmaras de gás homicidas usadas pelo Terceiro Reich.
3. Foram menos de 6 milhões de Judeus dos 55 milhões que morreram na Segunda Guerra Mundial.



São estes argumentos revisionistas assim tão odiosos para causar entre esses que acreditam um sentimento de ultraje, ao ponto de serem agredidos e presos? Mais importante, é possível que as argumentações revisionistas sejam verdadeiras, ou mesmo parte delas, e que eles sejam desprezados porque contradizem a história do Holocausto, uma história qual foi elevado ao nível de uma religião nas centenas de filmes, monumentos, museus e documentários dramáticos?


É sacrílego perguntar, "Se Hitler estava com a intenção de extermínio, como é que Elie Wiesel, o seu pai e duas das suas irmãs sobreviveram ao pior período de encarceramento em Auschwitz"? Wiesel alega que as pessoas eram lançadas vivas para fossas a arder. No entanto, até os guias de Auschwitz formatados por Israel refutam esta afirmação.
É realmente “para além do discurso internacional" interrogar a eficácia e as evidência s forenses da câmaras de gás homicidas? Se outros mitos, como o de fazer sabão de gordura humana, foram considerados como propaganda de guerra, porque é "comportamento inaceitável" questionar se as câmaras de gás em Dachau não foram reconstruídas pelos Americanos uma vez que nenhuma câmara de gás homicida alguma vez foi encontrada e ser usada como prova nos julgamentos de Nuremberga?


Durante mais de cinquenta anos académicos Judeus gastaram centenas de milhares de dólares para documentar cada vítima Judia do Holocausto Nazi. Os Nazis eram Alemães, obcecados com papelada e registos. Mas só 3 milhões de nomes foram encontrados e muitos deles morreram de causas naturais. Então porque é heresia duvidar que menos que 6 milhões de Judeus foram assassinados na Segunda Guerra Mundial?


A "negação do Holocausto" talvez não seja mais excêntrica nem mais criminosa do que alegar que a Terra é plana, excepto que o Holocausto tem sido usado como a espada e escudo na missão construir um Estado Judaico entre o Mar Mediterrâneo e o Rio da Jordânia, onde actualmente metade da população não é Judia.


A narrativa do Holocausto permite a Yad Vashem, o melhor museu do Holocausto no mundo, repetir a “mantra” do "Nunca Esqueceremos" enquanto se senta em terras Árabes roubadas de Ein Karem e supervisionar as sepulturas sem marcas dos Palestinianos chacinados por terroristas Judeus em Deir Yassin. Permite que Elie Wiesel se vanglorie por trabalhar para estes mesmos terroristas (como jornalista, não como lutador) enquanto recusa reconhecer, muito menos pedir desculpas, os crimes de guerra que o seu empregador cometeu. Faz dos Judeus as vítimas finais independentemente de como eles despojam, desumanizam e limpam etnicamente o povo nativo Palestiniano.

A história do Holocausto elimina qualquer comparação com Ketziot ou Gaza com os campos de concentração que, de facto, eles são. Comemora a resistência dos Judeus nos guetos da Europa enquanto nega firmemente qualquer comparação com a resistência dos Palestinianos em Hebron e por toda a Cisjordânia. Permite afirmações com a que o Massacre de Hanukah deste ano em Gaza, com uma relação de mortos 100 para um, foi uma "resposta proporcional" à resistência Palestiniana à ocupação interminável.


O Holocausto é usado para silenciar os críticos de Israel naquilo a que o académico Judeu, Marc Ellis, chamou o acordo ecuménico: vocês Cristãos desviam o olhar enquanto nós espancamos os Palestinianos e construímos o nosso Estado Judeu e nós não nos lembraremos que Hitler era um bom católico bom, um confirmado "soldado de Cristo," muito antes de ser um mau nazi.



A narrativa do Holocausto de extermínio industrializado sistemático foi uma ferramenta neo-conservadora importante para conduzir os Estados Unidos ao Iraque. Os mesmos ideólogos de neo-con, como Norman Podoretz, comparam frequentemente Ahmadinejad a Hitler e o Nazismo com Islamofascismo com a intenção de nos conduzirem ao Irão. O título da recente conferência Israelita em Yad Vashem deixou isso bem evidente: "Negação do Holocausto: Preparar o Caminho para o Genocídio".



"Recordar o Holocausto" será o grito de batalha do próximo grande choque do bem (valores Judeo/Cristãos) e do mal (agressão Islâmica radical) e esses que interrogam devem ser demonizados se não queimados numa estaca.



1.Associated Press, “EU approves criminal measures against Holocaust denial,” Haaretz, 19 de Abril de 2007.
2.Holocaust. Dictionary.com. The American Heritage® New Dictionary of Cultural Literacy, Third Edition. Houghton Mifflin Company, 2005.
3.Declarações da Senadora Hillary Clinton.

[retirado daqui]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

The Last Days of the Big Lie - Documentário Revisionista

Este vídeo já tinha sido colocado no Revisionismo em Linha aqui. Porém, a política do Youtube no que diz respeito à liberdade de informação e de expressão é aquilo que se sabe.

Volto a colocá-lo pela sua importância na minha perspectiva de lutar sempre pela verdade histórica sem censura para quem interpreta e analisa de forma diferente o mesmo facto histórico.

Os vários testemunhos que aparecem no documentário original são COMPLETAMENTE DEMOLIDOS pela confrontação e cruzamento com outros dados, documentos e evidências, tudo ignorado pela historiagrafia oficial e pelo próprio Spielberg. Mais uma vez se percebe o porquê de pretenderem criminalizar o Revisionismo do Holocausto!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

John Demjanjuk: Mais Uma Vítima da Moderna Inquisição!



"John Demjanjuk Culpado das Mortes nos Campos de Concentração Nazis", pode-se ler nas manchetes da BBC. E começa assim: "Um tribunal Alemão considerou John Demjanjuk culpado por ter ajudado à morte de mais de 28,000 Judeus no campo da morte Nazi na Polónia". No parágrafo 17 encontramos este facto curioso: "Não foi produzida qualquer prova que demonstre que ele tenha cometido um crime específico". Isso está correcto. Não foi encontrada qualquer prova, não apareceu qualquer testemunha que tivesse visto Demjanjuk ameaçar alguém. E a prova principal que colocou Demjanjuk em Sobibor veio... do KGB. [Podem continuar a ler a notícia aqui]


Podem ver aqui uma entrevista do filho de Demjanjuk, que considera esta decisão judicial "absolutamente vergonhosa".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

sábado, 7 de maio de 2011

O Holocausto de Vicent Reynouard



Esta brochura custou ao seu autor anos de prisão e muitas centenas de euros de multas.


Reynouard nasceu em França, em 1969, e é um qualificado engenheiro químico e graduado no ISMRA (Institute of Sciences of Atomic Matter and Radiation”) em Caen. Ela foi escrita em 2005, em França, e distribuída por um número considerável de locais públicos daquele país. As suas 16 páginas possuem dramáticas (e fáceis de ler) explicações dos argumentos revisionistas, que confrontam as histórias construídas em redor dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial.

Podem ler a brochura aqui.

sábado, 30 de abril de 2011

O Grande Julgamento do Holocausto (The Great Holocaust Trial) 1985 - Vídeo Completo

sexta-feira, 15 de abril de 2011

John Demjanjuk - Mais Uma Vítima dos Soviéticos!



Um relatório do FBI mantido secreto durante mais de 25 anos, afirma que a União Soviética "fabricou de forma deliberada" provas evidentes para a acusação de John Demjanjuk - uma revelação que pode ajudar a defesa e as declarações finais no julgamento deste homem acusado de crimes de guerra durante o período da Alemanha Nazi.



Este novo documento do FBI, obtido pela Associated Press, levanta dúvidas sobre a autenticidade do cartão de identificação Nazi que constitui a peça principal de prova contra Demjanjuk de que ele serviu como guarda no campo de morte de Sobibor na Polónia ocupada. Podem ler a notícia na íntegra aqui e ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os Últimos Dias da Grande Mentira!

"The Last Days of the Big Lie" é um documentário que desmascara as nojentas mentiras glorificadas como vítimas e heróis no "documentário de ficção" com o título "The Last Days" produzido por Steven Spielberg e que obteve um óscar pela Academia Americana.