quarta-feira, 29 de julho de 2009

Conselhos de Leitura



The Storm of War: A New History of the Second World War - Artigos, ensaios, livros e enciclopédias. Muito já se escreveu sobre a história deste terrível conflito e quase todos os dias nos chegam novos dados que, supostamente, até poderiam ter alterado a rumo do conflito. Novos dados que mostram até que alguns dos "Aliados" utilizavam métodos iguais ou até bem piores do que os utilizados pelos que, supostamente, é que eram "os maus".

Mas falemos um pouco deste livro: a 2 de Agosto de 1944, na sequência da destruição completa do exército Alemão na Bielorússia, Winston Churchill ironizou com Adolf Hitler na Câmara dos Comuns, afirmando que ele tinha alcançado uma classificação semelhante à da Primeira Guerra Mundial.
(…) Porque é que o Eixo perdeu a Segunda Guerra Mundial? No livro anterior de Andrew Roberts, Masters and Commanders, ele estudada a criação da grande estratégia dos Aliados; o tema central de Storm of War é como a estratégia do Eixo evoluiu. Examinando a Segunda Guerra Mundial, em todas as frentes, Roberts questiona se, com um processo diferente de tomada de decisão e uma estratégia também diferente, o Eixo poderia ter ganho. Estariam correctos os generais Alemães, que culparam Hitler de tudo, após a guerra ou estariam eles a arranjar um “bode expiatório” com o seu antigo Fuhrer, uma vez que já o podiam criticar com toda a impunidade?

(…) O livro também apresenta um número importante de documentos até então inéditos, como a carta de Hitler ao director de operações militares explicando o que o Führer estava à espera quando deu a ordem para travar os Panzers fora de Dunquerque.
Esta guerra durou 2174 dias, custou 1,5 triliões de dólares e ceifou a vida a mais de 50 milhões de pessoas. Por que é que levou este rumo? Storm of War faz um sucinto, mas dramático, relato da luta em que mergulhou o mundo entre 1939 e 1945 e, por fim, dá-nos uma resposta convincente para essa questão.
[Podem ler mais sobre este livro e outras obras de Andrew Roberts aqui]

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (X)

(continuação)

Os resultados das perfurações arqueológicas em Belzec (1997-1999)

[Tradução de Waringham e Johnny Drake]


Em 1997, o Museu do Holocausto dos Estados Unidos e uma organização polaca semelhante decidiram empreender perfurações arqueológicas e escavações dentro da área do antigo campo em Belzec. O trabalho foi conduzido por uma equipa de arqueólogos dirigidos pelo Professor Andrzej Kola que publicou o resultado em 2000 [40]. No seu livro supracitado sobre Belzec, Carlo Mattogno elabora uma detalhada análise do relatório de Kola, na qual eu me apoiarei doravante.

Nem é preciso dizer que o único método racional teria consistido em desenterrar toda a zona pertencente ao antigo campo, mas isso foi precisamente o que Kola e a sua equipa não fizeram. Eles fizeram do seguindo modo: a perfuração foi conduzida na área designada em intervalos de 5 m com uma perfuradora manual com 8 m de comprimento e com um diâmetro de 65 mm. Ao todo, foram feitas 2.277 perfurações e foram identificadas 236 sepulturas em massa graças a elas. As amostras de terra recolhidas desta forma foram então analisadas para determinar o seu conteúdo. A pesquisa comprovou a existência de 33 sepulturas em duas áreas separadas do campo, as quais tinham uma superfície total de 5.919 metros quadrados e um volume total de 21.310 metros cúbicos.

Apesar de Kola e da sua equipa terem descoberto não apenas cinzas e fragmentos de ossos humanos, mas também certo número de cadáveres que não tinham sido consumidos pelo fogo, inexplicavelmente, eles falharam no trabalho para os retirarem. O seu livro contém uma documentação fotográfica de objetos encontrados na área do campo. As fotografias mostram apenas coisas insignificantes: ferraduras, chaves e cadeados, potes e tesouras, pentes, moedas e garrafas, mas nem uma única fotografia é capaz de mostrar um cadáver nem parte de um cadáver!

Pelos dados experimentais, a capacidade máxima de uma sepultura em massa pode ser considerada de 8 cadáveres, supondo que um terço seja composto por crianças. Teoricamente, a superfície das sepulturas de Belzec teria assim sido suficiente para enterrar 170.000 cadáveres. Se tivesse sido o caso, os revisionistas teriam sido forçados a admitir que Belzec tinha sido, de fato, um campo de extermínio, pois 170.000 pessoas talvez não poderiam ter morrido de “causas naturais” num campo que existiu só durante nove meses e meio. Por outro lado, Belzec não podia ter sido apenas um campo de extermínio: de acordo com o documento de Höfle, 434.000 pessoas foram deportadas para lá e se 170.000 deles tinham sido aí assassinados, os outros 264.000 teriam deixado o campo vivos.

Aliás, o número de 170.000 cadáveres é baseado em duas suposições inteiramente irreais: um aumento da superfície/volume máximos das sepulturas e da densidade máxima de cadáveres no seu interior. Quanto ao primeiro ponto, Kola referiu:

"Na primeira zona, como podemos supor, foi observada uma ligação entre as menores sepulturas e as maiores devido à destruição das paredes de terra que as separavam. […] Foram encontradas perturbações adicionais nas estruturas arqueológicas devido às escavações intensivas feitas depois do fim da guerra, quando as pessoas daquelas localidades procuravam jóias. Este fato torna difícil para os arqueólogos definir precisamente os limites dos fossos para os enterros. [41]

Já em 1946, o promotor do povoado de Zamosc tinha declarado que o local do campo tinha sido "completamente desenterrado pela população local na sua procura de objetos de valor [42].

Sobre o segundo ponto, das 236 amostras das sepulturas, 99 delas não apresentavam qualquer vestígio humano, enquanto mais da metade das amostras restantes apresentavam somente uma faixa bastante estreita de cinza humana. Carlos Mattogno conclui:

“Embora seja algo impossível determinar o número de mortos, porém, baseado nas duas considerações anteriores, nós podemos formular a hipótese que, com toda certeza, algumas milhares de vidas humanas, possivelmente algumas dezenas de milhares, foram sacrificadas”. [43]

Pessoalmente, eu considero o segundo número (algumas dezenas de milhares) muito improvável, mesmo que eu não o exclua com segurança absoluta. Provavelmente morreram em Belzec alguns milhares de judeus.
(continua)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso (II)


Quando alguém perguntava a Simon Wiesenthal o motivo de ter se dedicado a caça de nazistas, ele respondia:

"Quando morrermos e chegarmos ao outro mundo, os milhões de judeus mortos pelos nazistas nos perguntarão o que fizemos em todo esse tempo que sobrevivemos a eles. Um dirá: 'eu me dediquei à ourivesaria', outro dirá: 'eu construí casas'. Eu lhes direi: não me esqueci de vocês".

O grande Simon apenas esqueceu de dizer "criei o maior negocio milionario, onde difamei, caluniei, destrui vidas de inocentes, extorqui o meu proprio povo, pedindo doações com o pretexto de caçar nazistas. Ganhei dinheiro em cima do sangue e sofrimento do meu próprio povo,vocês".

"Isser Harel, antigo chefe do Mossad:

“Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Algumas das "6 milhões" de mentiras de Simon Wiesenthal "O caçador de nazistas".

Em 14 de Junho de 1967, o jornal paulista O Estado de São Paulo trazia a seguinte matéria: "Wiesenthal mostra a culpa de Cukurs".


O teor da reportagem era o seguinte:

Simon Wiesenthal, o homem que prendeu Eichmann e maior caçador de criminosos de guerra nazistas, declarou em Viena que Herberts Cukurs nunca foi absolvido por ele. Segundo Wiesenthal, Cukurs desempenhou papel importante na solução final do problema judeu no seu pais, a Letónia.
Solução final significava extermínio completo de judeus. Wiesenthal fez essa declaração ao Jornal da Tarde, depois de informado sobre o desejo do filho de Cukurs, que mora em São Paulo, de processar a enciclopédia Barsa por ter incluído num de seus volumes o seguinte verbete:
"Cukurs, responsável pela morte de 30.000 judeus, durante a segunda guerra”.
Ao anunciar seu desejo de processar a Barsa, o filho de Cukurs declarou ainda que nada havia contra seu pai no Tribunal de Nurenberg e que ele tinha sido absolvido até por Simon Wiesenthal.

Nota - Realmente a enciclopédia Barsa foi processada, perdendo a causa na justiça, e tendo que retirar todas enciclopédias vendidas e substituindo-as por outras onde não constava o nome de Cukurs. Quanto a Wiesenthal, nunca se afirmou que Wiesenthal houvera absolvido Cukurs,visto que Wiesenthal, não teria competência nenhuma nem em absolver e muito menos condenar, visto que isso é atributo da justiça e apenas a ela cabe decidir a culpa ou inocência de quem quer que seja.
Mais uma vez os nossos jornalistas se mostraram incompetentes e mal informados, para não dizer “mal intencionados”, como era costume quando o assunto em pauta era Herberts Cukurs.

Disse Wiesenthal: "Cukurs foi responsável pela morte de milhares de judeus na Letônia, especialmente em Riga”. Denunciou ainda Cukurs como participante directo de execuções de judeus em outras partes da Letónia. Wiesenthal contou que localizara Cukurs num campo de concentração de prisioneiros americanos em Hanu, Alemanha Ocidental, em 1946. Antes que pudesse agir Cukurs tinha desaparecido. Um ano depois,Wiesenthal localizou-o em São Paulo. Não conseguiu a sua extradição, por que Cukurs tinha tido um filho, nascido no Brasil. Wiesenthal afirmou que a policia brasileira possuía um sumário das actividades criminosas de Cukurs.
Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:
"Foi morto por causa de rivalidades entre os seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Em 19 de Junho de 1997, o jornal O Estado de São Paulo publica outra matéria onde Gunars Cukurs através de farta documentação desmascara as mentiras desse picareta, que ficou conhecido como o maior caçador de nazistas, mas que na verdade foi um comerciante que usando da boa fé de muitos judeus, lhes estorquiu e continua extorquindo milhões e milhões de dólares com o pretesto de caçar pessoas inocentes, envolvendo-as em mentiras, difamações, destruindo vidas, com único propósito de se promover e ganhar rios de dinheiro, graças ao sangue e sofrimento de seu próprio povo.
Quantos nazistas de verdade esse pilantra caçou em todos esses anos, quantos foram julgados e condenados, para ele desfrutar dessa fama,um ou dois? O repórter logo de inicio caiu em séria contradição, pois iniciava a matéria dizendo que Herberts Cukurs, letão que aderiu ao nazismo, foi considerado figura pouco importante entre os matadores de judeus citados no Tribunal de Nurenberg, (se uma pessoa supostamente responsável directa pela morte de mais de 30.000 judeus não era considerado importante, então quem seria?) não foi incriminado, por que os aliados não sabiam de seu paradeiro, (existem vistos de autoridades Americanas e Francesas dando salvo conduto à pessoa de Herberts Cukurs, que inclusive morou durante certo período na França, após o termino da guerra, onde era figura popular e conhecida, logo não se justifica que não tenha sido localizado) e as informações a cerca de seus crimes constavam nos arquivos alemães (Quais?onde?) e Israelitas, particulares como as Federações israelitas brasileiras.
Segundo a Federação Israelita Cukurs trancou 300 judeus numa sinagoga e a incendiou, em Riga, na Letónia, no dia 14 de Julho de 1941. (Essa mentira está desmascarada, pois, em primeiro lugar, existe farta documentação hoje que comprova que os incêndios foram organizados, com responsabilidade única dos alemães e NENHUM judeu morreu queimado.
Em segundo lugar, recentemente, foram encontrados arquivos militares onde se comprova que, nesse período, Herberts Cukurs estava lutando com partizans, 100 km distante de Riga)

No dia 30 de Novembro de 1941, Cukurs mandou afogar 1200 judeus no Rio de Kuldiga e, segundo “testemunhas oculares", os judeus que não enfiavam suas cabeças na água, para se afogarem eram fuzilados, e o rio ficou vermelho de tanto sangue. (O interessante disso tudo é que não existem registos actuais, em lugar nenhum do mundo, que comprovem terem havido mortes por afogamento em Kuldiga, visto que esse rio apesar de largo em alguns trechos, tem a profundidade máxima que não chega a um metro nas partes mais profundas, portanto outra mentira dos nossos judeus cariocas).

Voltando ao assunto Wiesenthal, o repórter entrevistou o filho mais velho de Cukurs, Gunars Cukurs e perguntou a cerca das afirmações por parte de Wiesenthal, publicadas no Jornal da Tarde de 14 de Junho de 1967, onde o presidente do centro de documentação judaica, Simon Wiesenthal, afirmava que havia localizado Cukurs num campo de prisioneiros em Hanu, Alemanha Ocidental em 1946. Gunars tem provas e documentos contra as declarações de Wiesenthal - considerado o maior caçador de criminosos nazistas da Segunda Guerra.

“Em 1946, meu pai ainda estava na França, de onde veio ao Brasil. Ele saiu da Alemanha no dia 13 de Maio de 1945. Nesse dia recebeu um documento das Forças Aliadas que guardavam a fronteira”.

Gunars tem ainda outros documentos que desmentem as declarações de Wiesenthal. São os seguintes:
16-05-1945 - Documentos do centro de controle de repatriados e refugiados, provando que Cukurs havia entrado na França com a mulher, sogra e três filhos.

De Maio a Outubro de 1945, o controle de repatriados forneceu várias "Autorizações de circulação", passadas na cidade de Dijon, permitindo que Cukurs e sua família circulassem de carro pela região.

20-10-1945 - Ofício enviado a Cukurs pelo Ministério da Economia Nacional da França, dispensando-o de “licenças regulamentares para a importação de dois carros de origem alemã de sua propriedade”.

17-12-1945 - O governo francês em Marselha, expede o “salvo conduto”numero 117, autorizando a viagem de Cukurs e sua família para o Brasil. No dia seguinte, o consulado brasileiro, em Marselha, visa o salvo conduto de Cukurs.

9-01-1946 - O governo português autoriza Cukurs a trazer 48.532 escudos para o Brasil. No dia 25 de Janeiro de 1946, Cukurs obtém o visto das Forças Britânicas de ocupação no porto de Barcelona.

04-03-1946 - Visto de desembarque passado pelo Departamento Nacional de Imigração, no Porto de Rio de Janeiro, Brasil.






Quando Herberts Cukurs chegou ao Brasil tinha três filhos: Gunars, nascido em 7 de Agosto de 1931, Antinea, nascida em 28 de Abril de 1934 e Herberts Cukurs Junior, nascido em 2 de Outubro de 1942. Segundo Simon Wiesenthal, Cukurs foi localizado por ele no Brasil, um ano depois de ter desaparecido do campo de prisioneiros em Hanu. Na época não conseguiu a sua extradição, pois Cukurs tinha um filho brasileiro nascido nessa época. Gunars desmente Wiesenthal, uma vez:

"O único filho brasileiro de meu pai, nasceu em 11 de Julho de 1955, muitos anos depois da vinda de meu pai para o Brasil, e seu nome é Richard Cukurs. Se em 1947 Wiesenthal apresentasse provas concretas que incriminassem meu pai, a extradição seria obtida facilmente”. Reforçando sua documentação, Gunars mostra a carteira Modelo 19 de seu pai, datada de 2 de Abril de 1946, fornecida pelo serviço de Registro de Estrangeiros. Nela está escrito:

"Data de desembarque, 4-03-1946." Mais uma prova apresentada pelo filho de Cukurs,uma declaração do Ministério da Justiça,a respeito do processo aberto por judeus brasileiros em 1951.


Diz a declaração:

"Fica determinado o arquivamento do processo de averigações sobre a permanência de Herberts Cukurs no Brasil, visto que nada de positivo restou contra a legalidade de sua entrada no pais”.

A declaração de 13 de Agosto de 1951, assinada por J.Vieira Coelho - director geral, é encerrada com a afirmação de que o Ministério da Justiça tinha apenas informações de que Cukurs poderia ter sido chefe de guetto, em Riga, mas isso não significaria que fosse um criminoso.

Gunars Cukurs encerra dizendo:

"Meu pai nunca foi chefe de ghetto.”






Nota - De facto, recentemente com a farta documentação hoje existente, após a queda da extinta União Soviética, ficou comprovado que Cukurs também nunca foi chefe de ghetto e muito menos fez parte dos quadros da Gestapo ou de outras repartições do comando alemão.

Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:

"Foi morto por causa de rivalidades entre seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Segundo Wiesenthal, Cukurs teria sido morto pelos nazista, o que anos depois foi desmentido, pelo próprio serviço secreto de Israel, a Mossad, que assumiu a autoria. Uma mentira a mais ou a menos, qual a diferença?

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Foi descoberto o diário pessoal de Simon Wiesenthal onde o autor declara que desde o final dos anos 40 que não usa saboente. O recém-falecido, ex-prisioneiro e eternamente sobrevivente de Auschwitz foi o maior caçador de Nazistas de toda a História, tendo perseguido e levado a tribunal mais de 1000 pessoas acusadas de terem ligações ao demoníaco regime Nazista. Wiesenthal assistiu pessoalmente ao fabrico de milhões de sabões através da gordura obtida dos judeus cremados em Auschwitz. “(…) eles fabricavam todo o tipo de sabão! Os judeus mais velhos eram transformados em sabão rosa que depois era vendido para toda a Europa. O sabão Clarim e o Lux eram obtidos através dos judeus mais novos, porque a gordura era mais cristalina!” – escreve Wiesenthal numa das linhas do seu diário. Deste modo, Wiesenthal ficou transtornadíssimo e nunca mais teve coragem de tomar banho com sabonente, pois trazia-lhe à memória esses acontecimentos tenebrosos que ele presenciou com os seus próprios olhos. Mas a lista de horrores não pára por aqui. Ao que parece, os Nazistas faziam ainda objectos de decoração através da pele removida aos judeus. O sobrevivente descreve o fabrico de uma série de abat-jours, carteiras e muitos outros utensílios, todos fabricados em genuína pele de judeu. Segundo o autor, a cotação dos objectos feitos em pele de judeu ultrapassava largamente a pele de crocodilo, ou até mesmo a pele de marta. Simon Wiesenthal aproveita também para criticar o actual governo Alemão por este nunca ter indemnizado devidamente a comunidade judaica, pelos gigantescos lucros obtidos com a venda de tais artefactos.

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Simon Wiesenthal, anunciou de que estava "100% certo" que Mengele estava vivendo no Paraguai e declarou que a família de Mengele na Alemanha Ocidental sabia exatamente onde. (Newsweek, 20 de Maio de 1985)

Detalhe para a data. Uma caça que tinha durado anos finalmente chegou ao seu fim quando uma equipe internacional de cientistas forenses identificou positivamente os restos mortais do Dr. Josef Mengele exumados a partir de uma sepultura brasileira. Testemunhos de parentes e antigos amigos do médico alemão e uma grande colecção de documentos materiais estabelecem mais adiante que Mengele morreu afogado em um acidente de Fevereiro de 1979.

Fonte: http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p377_Weber.html

Mais mentiras:

"Morreram 89 parentes meus no 'holocausto'

"Ele foi preso pelos alemães em 1941 e passou por 12 campos antes de ser libertado por americanos no campo de Mauthausen, Áustria. Wiesenthal pesava 50 quilos, havia perdido 89 membros da família, mas conseguiu reencontrar a mulher, que escapara fingindo ser católica e não judia.

http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=166502

Continuando com as mentiras: Wiesenthal escapou "milagrosamente" de vários campos de concentração

Algumas fontes dizem que ele passou por 10, outras por 13 e outras ainda por 17 (!!!) campos de EXTERMÍNIO nazistas. Alguns dos campos que Wiesenthal diz ter passado:

Campo de Mauthausen

Campo de Buchenwald

Campo de Janovska

Campo de Auschwitz

Campo de Janwska

Campo de Belzec

Campo de Ostbahn

Campo de Treblinka

Segundo dados da Wikipedia, esses 8 são reconhecidos como de extermínio - e não de trabalhos forçados:

Auschwitz-Birkenau (1.400.000)

Bełżec (600.000)

Chełmno (320.000)

Majdanek (78.000)

Sobibór (250.000)

Treblinka (700.000)

Jasenovac (97,000)

Maly Trostenets (60.000).

Todos eram na Polónia, com excepção dos 2 últimos (Croácia e Bielorússia). Mas que sorte danada! rsrsrsrsrsrsrsr.

Impressões de personalidades acerca de Wiesenthal

Num programa de TV alemã ARD, intitulado Panorama, apresentado no dia 8 de Fevereiro [de 2008], às 21 horas e dedicado a figura de Simon Wiesenthal, diversas opiniões sobre o “famoso caçador de nazistas”, foram expressadas por personalidades do mundo sionista:

Isser Harel, antigo chefe do Mossad: “Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Rafi Eitan, comandante da “Operação Eichmann”: “Não acrescentou nada à operação. Reuniu todas as informações que conseguiu (sobre Eichmann) e escreveu um livro...”

Benjamin Weiser Veron, diplomata Israelita no Paraguai: “A caçada de Wiesenthal a procura de Mengele foi a grande caçada... que não houve. Ele afirmou que Mengele e os outros nazis viviam prosperamente (no Paraguai) e eram multimilionários: tudo histórias da carochinha...”

Neal Sher, chefe do departamento de perseguição a nazistas do Ministério da Justiça dos Estados Unidos: “Seguimos cada passo... totalmente em vão... normalmente identificamos pessoas erradas... nenhuma prova concreta contra as pessoas citadas (por Wiesenthal). No “Caso Waldheim” (ex-secretário-geral da ONU e ex-primeiro ministro da Áustria, acusado de “nazista”) Wiesenthal ligou para nós inúmeras vezes, solicitando reiteradamente que nada fosse feito contra Waldheim, para não prejudicar seus negócios na Áustria...” (O escritório mundial do “famoso caçador de alucinações” fica em Viena).

Élan Steinberg, membro do Congresso Mundial Judaico: “Wiesenthal deve a Israel uma desculpa por proteger Waldheim e arrogar a si o sucesso da “Operação Eichmann”. E acrescentou, para espanto dos telespectadores: “Os alemães deveriam ter ânimo e se preocupar do passado de Wiesenthal (...!) O ex-premiê austríaco, o socialista Bruno Kreisky (1911-1990), que tinha ascendência judaica, acusava Wiesenthal de ter colaborado com a Gestapo quando era interno do campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, além de ser “movido pelo ódio”.

Aparentemente nem seus comparsas conseguem mais conviver com o excesso de mentiras de Wiesenthal... Mentir, para eles, é bom e sempre leva a bons resultados (vide imprensa mundial, cinema, televisão, livros, etc), porém o excesso de mentiras pode levar ao desmascaramento da Grande Mentira. E isso não é bom para o movimento sionista e seu plano de domínio mundial.

Voltando às mentiras: "O Mito do Sabão Judaico"

Não pude deixar de lembrar do "Mito do Sabão" que não foi criado por Wiesenthal, mas se hoje é um conto famoso mundialmente, com certeza devemos isto a esta figura nefasta, que morreu infelizmente sem ser desmascarado publicamente. Simon Wiesenthal circulou e confirmou um dos mais indecentes mitos do Holocausto, a acusação de que os alemães teríam fabricado sabão usando como matéria prima gordura dos cadáveres de judeus assassinados. De acordo com esta lenda as letras "RIF" encontradas em barras de sabão fabricadas pelos Alemães supostamente seríam um acronímio para "Rein judisches Fett" (Pura Gordura Judaica.) Na realidade, o acronímio representava "Reichstelle fur industrielle Fettversorgung" ou "Centro Nacional para a Distibuição de Gordura". Wiesenthal promoveu o mito do "sabão humano" em artigos publicados em 1946 no jornal "Der Neue Weg" ("O Novo Caminho") da comunidade austro-judaica. Em um artigo intitulado "RIF," ele escreveu: "As terríveis palavras 'transporte para o sabão' foram ouvidas pela primeira vez em 1942. Isso ocorreu nas áreas sob controle do "Governo Geral" (terrítório Polaco), a fábrica estava localizada na Galícia, em Belzec. Desde abril de 1942 até Maio de 1943, 900,000 judeus foram usados como materia prima nesta fábrica." Após os cadáveres serem transformados em outro produtos, segundo Wiesenthal, "o resto, o excesso de gordura, era usado para a fabricação de sabão". Ele continuou: "Após 1942, as pessoas na área sob controle do "Governo Geral"sabiam muito bem o que o sabão "RIF" significava. O mundo civilizado não podería sequer imaginar a alegria com o que os Nazis e suas mulheres na área do "Governo General" usavam este sabão. A cada barra de sabão eles imaginavam que um judeu tería sido misturado ali como por mágica, e portanto mais um judeu fora impedido de transformar-se em um segundo Freud, Ehrlich ou Einstein."

"lembrar é viver"

Essa falácia disseminada por Simon Wiesenthal, o "caçador de nazis" mais famoso e homenageado por uma das mais famosas organizações de "estudos" sobre o holocausto do Mundo o "Simon Wiesenthal Center", de Los Angeles, foi desmentida até pelo historiador do Museu do Holocausto em Washington DC, Andrew Hollinger:

"A visão dos estudiosos é baseada em partes na análise de pequenos pedaços de sabão azul-esverdeado colecionados durante anos por sobreviventes do Holocausto, que alegavam que estas barras de sabão teríam sido feita de gordura humana. Aaron Breitbart diz que as barras estão marcadas com as iniciais "R.I.F.," para "Reich Industry Fat", mas que nos campos alguns judeus acreditavam que as iniciais eram um acronimio para "Gorduda Judaica." As análises das barras, porém, nunca revelaram evidência de DNA humano. Andrew Hollinger, um porta voz do [Museu do Holocausto] departamento de relações públicas... forneceu a Moment (revista judaica) um documento escrito pelo historiador do Holocaust Memorial Museum, em Washington DC, que conclui:

"Evidência documental e declarações de testemunhas oculares foram incapazes de corroborar de maneira conclusiva as denuncias que alegavam que os Nacional Socialistas e seus colaboradores utilizaram gordura humana das vítimas dos campos, para a fabricação das barras de sabão." E continua: "rumores que os Alemães fabricavam sabão desde restos humanos tiveram origem em propaganda francesa da Primeira Guerra Mundial."

http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/soap.html

No final do texto podemos ler:

Aaron Breitbart (historiador do Simon Wiesenthal Center) explica porquê tanta apreensão com as análises. "O ponto importante é não proporcionar sequer uma oportunidade aos 'negadores' do holocausto". Ele diz. "A visão dos revisionistas do Holocausto é que se, há claras evidências de uma mentira, tudo podería ser mentira. Então surge uma oportunidade de lançar a dúvida sobre a veracidade histórica dos factos gerais do Holocausto."



[Este texto foi uma adaptação e o original pode ser encontrado aqui]

The Killing Zone

Reportagem Britânica (infelizmente sem estar legendada em Português) sobre a violência Israelita em Gaza contra não apenas os civis Palestinianos, mas também contra voluntários de ajuda internacional e jornalistas estrangeiros.


domingo, 26 de julho de 2009

A Verdade Não Teme a Investigação!



Existem algumas pessoas que insistem que os "factos históricos não podem ser alterados", ou seja, para elas um "facto histórico" é tudo aquilo que "está provado e não há mais nada a dizer" e "quem o procura questionar ou é louco ou defende, directa ou indirectamente, alguma das partes envolvidas".

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que "os Aliados livraram-nos da praga Nazi e dos seus mais acérrimos defensores". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que as SS eram "altos e louros, arianos puros, que seguiam cegamente o seu Fuhrer e todas as suas ordens, defendendo-o até à morte porque estavam a defender também a sua Pátria Alemã" e o bla, bla, bla que todos já conhecemos há muito tempo. Não consigo perceber, então, a quantidade tão variada de nacionalidades que serviram esta unidade...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente, que a CIA tem feito um trabalho extraordinário para que possamos viver num mundo melhor, livre de radicais fanáticos, quer religiosos, quer políticos". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia.

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que o termo "campos de concentração" ou "campos de trabalho" é a forma simpática de esconder os "campos de extermínio", onde de uma forma mais ou menos dissimulada, um Estado se livra rapidamente dos indivíduos mais indesejáveis. Isso, tal como nos ensinaram nas escolas e nas faculdades, foi uma acção desenvolvida especialmente na Alemanha Nazi e que levou ao "documentadíssimo" e "provadíssimo" facto histórico denominado "Holocausto".

O que eu não consigo perceber é como depois aparecem notícias como esta...

Em resumo, trabalhos como o do Revisionismo em Linha acabam por atrapalhar o politicamente instituído sistema de ensino da História, levantando as dúvidas e as questões normais em qualquer sociedade que honre a liberdade de expressão e de pensamento. Coisa que para alguns só existe se ninguém discordar deles. Se isso acontecer, passamos nós a ser "radicais, extremistas, racistas, anti-semitas", etc.

Lembrem-se sempre que A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

"Promoções" de Verão


O Revisionismo em Linha resolveu "reencaminhar" duas excelentes ofertas da AFP - estamos no Verão e é de aproveitar o tempo não apenas para a praia, mas também para colocar a leitura em dia!

O primeiro dos links da AFP é um suplemento sobre saúde, Whole Body Health, que os subscritores pagam com os seus donativos e as suas subscrições. Podem clicar aqui para lerem este suplemento.

O segundo é um pequeno ensaio publicado pela The Barnes Review e que se chama Defend America First - A Compilation of Five Addresses e contém as palavras de Charles A. Lindbergh de outros quatro grandes Americanos. Podem clicar aqui para lerem.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso


Como já referimos várias vezes, sabemos perfeitamente que notícias como esta - ou até esta - não conseguem ser devidamente exploradas sem que o rótulo costumeiro do "anti-semitismo" não apareça pouco depois. E quando o assunto diz respeito ao Holocausto, então as coisas pioram e os rótulos passam a ser ainda mais, na procura desesperada de desviar a atenção do assunto principal.

Serve esta pequena introdução para vos dar a conhecer este escândalo que, perfeitamente explorado e sem os rótulos que o "assunto/facto histórico Holocausto" carrega, poderia ser motivo de imensos debates e questões.

Vejamos:

Simon Wiesenthal, famoso pela sua procura pela justiça, terá apanhado muito menos criminosos de guerra do que aqueles que reivindicou e acabou por fabricar muito da sua própria história de Holocausto

Desde o início dos anos 60 que o nome Simon Wiesenthal se tornou o sinónimo de “caça-Nazis”. A sua posição é semelhante à de um santo secular. Nomeado quatro vezes para o prémio Nobre da Paz, recebeu um título de nobre Britânico, a Medalha Presidencial dos EUA para a Liberdade, o título honorário da Legião Francesa e, pelo menos mais 53 outras distinções, foram-lhe atribuídos cerca de 1.100 "escalpes" Nazis. É lembrado, especialmente, pelos seus esforços para a localização de Adolf Eichmann, um dos criminosos de guerra mais procurados.

Porém, a sua reputação foi construída com areia. Ele foi um mentiroso - e até nisso foi mau. Do final da Segunda Guerra Mundial até ao fim da sua vida, em 2005, iria mentir repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichmann assim como de outras façanhas para caçar Nazis. Ele também confeccionou histórias ultrajantes sobre os seus anos de guerra e fez reivindicações falsas sobre a sua carreira académica. Há tantas inconsistências entre as suas principais três autobiografias e entre essas autobiografias e documentos contemporâneos, que é impossível atribuir-lhe uma narrativa de confiança e de credibilidade.

A notícia pode continuar a ser lida aqui - infelizmente, apenas em Inglês. Estranhamente, o "TimesOnLine" - onde estava a notícia original - deixou de disponibilizar a mesma. O que não é a primeira vez, diga-se. Sempre que os assuntos violam o código do politicamente correcto que protege a indústria do Holocausto, existe a tal coincidência destas coisas... desaparecerem ou deixarem de estar disponíveis.

Mas nós estamos cá para recordar...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Conversa Entre Crentes Afirmacionistas


- Porque é que você passa o seu tempo a falar mal dos revisionistas, a criticar o seu trabalho, as suas habilitações escolares, a sua formação pessoal e profissional, tudo... Quando afinal... você nem escrever sabe???!!!!





- Mas... Você não me está a ver bem??? Olha bem, bem, bem para mim!!! Já olhou?! O que é que eu sou?...

Teoria da Conspiração: O Misterioso Avião no WTC (II)

Conselhos de Leitura


JFK and the Unspeakable - Muitos livros já tentaram explicar porque é que JFK foi assassinado. O recente livro de James Douglass é considerado um dos melhores nesse trabalho. Vejam uma análise ao mesmo aqui. Leiam aqui mais sobre este assunto.




Os Erros de Marx e as Asneiras dos Outros
- Desde há vários anos que o sistema capitalista tem vivido uma longa crise de estagnação. Segundo o autor, para se confirmar este facto, basta comparar-se as estatísticas do crescimento, entre o final da II Guerra Mundial e o início dos anos 70, com as duas últimas décadas.
Guilherme da Fonseca-Statter relata-nos que Karl Marx – visto por muitos apenas como um “profeta maldito” – já tinha alertado para estas possibilidades de uma forma extremamente detalhada, como o relembram vários artigos, ensaios e livros recentemente saídos a público.



O título desta obra - FÓRMULA PARA O CAOS - foi inspirado na expressão que o chefe da estação da CIA em Santiago, Henry Heckscher, usou para designar o conjunto de operações encobertas que culminariam com o golpe de Estado no Chile, em 11/09/1973.O cientista político e historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira não se limitou, porém, a expor e a estudar apenas os factores externos, como as operações encobertas da CIA e o boicote económico e financeiro internacional (bloqueio invisível), que concorreram para desestabilizar o governo do presidente Salvador Allende. O seu esforço consistiu também em identificar e apontar os factores internos, igualmente fundamentais para a eclosão do golpe de Estado em 1973.Para escrever este livro, o autor utilizou os documentos desclassificados nos Estados Unidos (trabalho do professor Peter Kornbluh no National Security Archive da George Washington University) e os documentos desclassificados pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que muito contribuem para a compreensão da queda do presidente Salvador Allende e de outros golpes de Estado ocorridos, na mesma época, na Bolívia, no Uruguai e no Peru.Em 2006, Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira foi eleito Intelectual do Ano de 2005, pela União Brasileira de Escritores (UBE).

O autor também analisa as dificuldades, porventura incontornáveis, que o governo de Salvador Allende defrontava na implementação das profundas reformas políticas, sociais e económicas que anunciava querer fazer para criar o socialismo chileno e as acções violentas de grupos tanto da extrema direita como da extrema esquerda que embaraçavam a actividade legal do governo.

«Vocês pediram-nos para provocar o caos no Chile (....) nós fornecemos uma fórmula para o caos, o qual é improvável que ocorra sem derramamento de sangue. Dissimular o envolvimento dos Estados Unidos será claramente impossível.»
Henry Heckscher, Chefe da estação da CIA em Santiago, 10 de Outubro de 1970

Trabalhar Para a Verdade Histórica!


O padre e cientista brasileiro Roberto Landell de Moura foi o pioneiro mundial das telecomunicações, mas perdeu a batalha de marketing para o italiano Guglielmo Marconi, que colou o seu nome ao da invenção da radiodifusão. Erros históricos também podem ser reparados. É nisso que acredita o Movimento Landell de Moura (MLM), que acabou de colocar no ar o site http://www.mlm.landelldemoura.qsl.br/.

A página tem como objetivo angariar adesões ao abaixo-assinado que pretende o reconhecimento da obra e a inclusão dos feitos científicos de Landell nos livros didáticos do país. Entre suas criações estão o rádio, do qual obteve, inclusive, patentes no Brasil e nos Estados Unidos, além da projeção da TV e do teletipo muitos anos antes do que diz a história oficial, mas o cientista não foi reconhecido em seu tempo. O site do MLM pode ser acessado em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e alemão – e contém dados e documentos relativos às invenções do clérigo, além da bibliografia. O abaixo-assinado digital é uma iniciativa dos radioamadores Alda Niemeyer e Daniel Figueredo, do jornalista e escritor Hamilton Almeida e do professor de matemática e especialista em eletrônica industrial Luiz Netto.

Os fundadores do movimento garantem que ele não tem fins político-partidários, religiosos, financeiros ou de promoção pessoal. 'O intuito é sensibilizar o governo brasileiro para que seja reparada uma injustiça histórica cometida contra um genial inventor brasileiro', explicam.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Teoria da Conspiração: Nós Pousamos Mesmo na Lua? (I)

O escândalo da fraude da viagem do homem à Lua surgiu em 2001, quando a Fox Television fez um programa e mostrou diversas evidências de fraude. O programa foi para o ar com o nome "FOX Special - Conspiracy Theory: DID WE LAND ON THE MOON?"









Após Um Fim-de-Semana Complicado...

... regressa o Revisionismo em Linha com toda a força!!!


Razão têm os crentes afirmacionistas em andar tão preocupados. Vejam como um deles ficou depois de andar o fim-de-semana a carregar com “notícias anti-semitas”…




Naquela carroça aposto que estam notícias como
esta ou esta, exemplos claros que “eles andam aí”…

Saddam Hussein. Ainda se lembram dele? Pois aqui estão algumas das suas "conversas" com representantes do FBI - uma das polícias "aliadas" que tantao lutam para nos libertar destas figuras "opressivas e sinistras" (curiosamente com bigode e com gosto por águias nas bandeiras...). Se estas conversas forem verdadeiras, a teoria de que ele já estaria morto em 1999 cai definitivamente por terra.

Quem pretende também ajudar a fazer cair por terra toda a polémica do "aquecimento global" é Gary North com este seu artigo.

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IX)



Os resultados das escavações em Treblinka (1945)

[Tradução de: Wahringham]


Todos os historiadores concordam que nenhum dos campos da Ação Reinhardt possuía um crematório. Segundo autores do Holocausto, os cadáveres dos judeus gaseados foram primeiramente deixados em covas coletivas, porém, em 1943 eles foram exumados e queimados a céu aberto. Somente isso já basta para deixar a versão oficial parecer inacreditável. Todos os “normais” Campos de Concentração (p. ex. Dachau e Buchenwald) eram equipados com crematórios – por que então os alemães não construíram sequer um crematório nos “Campos de extermínio”, onde eles seriam cem vezes mais necessários?

Apoiado a inúmeros ensaios de queima executados por ele mesmo, Carlo Mattogno chega à conclusão que para a incineração de um cadáver de 45 kg, são necessários 160 kg de madeira [38] Segundo os cálculos de Mattogno, a incineração de 870.000 cadáveres (este é o número de vítimas citado por Arad; partindo-se das 750.000 vítimas de Hilberg, os valores se reduzem respectivamente) teria deixado 1.950 toneladas de cinza humana, assim como 11.100 toneladas de cinza de madeira. Além disso, existiriam miríadas de dentes, ossos e pedaços de ossos, pois dentes e ossos humanos nunca são completamente destruídos por uma queima a céu aberto.

Caso os soviéticos e poloneses tivessem encontrado só 10% de cinzas, dentes e ossos, eles poderiam montar uma acusação extremamente contundente contra os alemães. Eles convocariam uma comissão internacional (assim como os alemães fizeram após a descoberta das covas coletivas de Katyn) e teriam apresentado os resultados da averiguação forense no processo de Nurenberg. Neste caso, eles não teriam sido forçados em Nurenberg a lançar mão de absurdos como a “câmara de vapor”.

Em novembro de 1945, sob direção do juiz Zdzislaw Lukaszkiewicz, uma equipe polonesa conduziu escavações no antigo Campo de Treblinka e redigiu em seguida um relatório, o qual foi publicado trinta anos depois (!!) [39] No primeiro dia, os investigadores encontraram “uma grande quantidade de moedas polonesas, soviéticas, alemãs, austríacas e tchecas, além disso, fragmentos de panelas e frigideiras”, mas nenhum resto humano. No segundo dia, eles encontraram “todo tipo de louça, diferentes peças de casa, trapos de roupas, um grande número de mais ou menos avariados documentos poloneses, uma carteira de identidade bastante avariada de um judeu polonês e mais moedas”. No terceiro dia, eles encontraram “uma quantidade considerável de cinza e restos humanos”. No quarto dia, eles se deparam com “cacos de todo tipo de louça, um grande número de farrapos , moedas gregas, eslovacas e francesas, assim como resto de um passaporte soviético. A 13 de novembro, Lukaszkiewicz ordenou a suspensão das escavações, pois ele considerou “improvável” a descoberta de outras covas.

Como os poloneses encontraram na área do antigo campo restos humanos, não é de forma alguma uma surpresa. Segundo o documento Höfle, foram enviados 713.355 judeus para Treblinka ao longo do ano, e a deportação duraram – mesmo em pequena monta – até cerca de agosto de 1943. Sob estas circunstâncias, deve-se partir do pressuposto que milhares de deportados encontraram a morte no campo.

sábado, 18 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VIII)


A evolução da lenda do extermínio

Quase imediatamente após os três campos de Reinhardt terem começado a funcionar, grupos de Judeus e e de Polacos começaram a espalhar todo tipo de rumores fantásticos sobre assassínios em massa nesses mesmos campos. O conhecimento destas histórias é de vital importância para um entendimento de como apareceu a versão histórica actualmente dominante sobre esses campos e que nível de credibilidade pode ser atribuída a essas histórias.
Vamos começar por Belzec. De acordo com a "testemunha ocular" autodenominada Jan Karski,os Judeus foram exterminados em Belzec com cal viva em comboios [24]. No entanto, a maioria das "testemunhas" mencionaram assassínio através da electricidade. No dia 10 de Julho de 1942, o governo Polaco no exílio em Londres recebeu o seguinte relatório:

"De acordo com a informação de um Alemão que trabalha lá, o lugar de execução está em Belzec, perto da estação. […] Uma vez chegados, os homens entravam num barracão do lado direito e as mulheres num do lado esquerdo, onde ambos se despiam, supostamente para se lavarem. Então os grupos iam juntos para um terceiro barracão com um dispositivo eléctrico, onde a execução ocorria". [25]

Num livro publicado em Estocolmo em 1944 e traduzido para inglês um ano mais tarde, o Judeu Húngaro Stefan Szende descreveu como milhões de Judeus tinham sido mortos em Belzec com electricidade em "premissas subterrâneas construídas para as execuções" :
"Quando chegavam os comboios carregados com Judeus nús, estes eram encaminhados para um grande corredor capaz de suportar vários milhares de pessoas. Este corredor não tinha quaisquer janelas e o chão era em metal. Assim que os Judeus estavam todos lá dentro, o chão afundava-se como um elevador num grande tanque de água que colocava os Judeus com água pela cintura. Então uma poderosa corrente elétrica era enviadapara o fundo em metal e dentro de alguns segundos todos os Judeus, milhares de cada vez, estavam mortos". [26]
No seu relatório oficial sobre os crimes dos Alemães na Polónia, apresentado pelos Soviéticos no julgamento de Nuremberga, o governo Polaco escreveu o seguinte sobre Belzec:

"Nos primeiros meses de 1942, os relatórios vinham com isso sobre esse campo, foram construídas instalações especiais para a execução em massa de Judeus. Sob o pretexto de que eles iam tomar um banho, eram depois completamente despidos e empurrados para o edificio. Uma corrente eléctrica forte atravessava o chão desse edifício". [27]

As histórias de horror sobre Sobibor eram bastante diferentes. Enquanto a testemunha Judia Zelda Metz reivindicou que nesse campo os Judeus "eram asfixiados com ‘clorine’” [28], a testemunha Soviética Alexander Pechersky referiu o suposto assassinato em massa da seguinte forma:

"Logo que todos entravam, as portas eram fechadas com uma forte pancada. Uma substância preta pesada caía aos redemoinhos vinda das aberturas no tecto. Ouviam-se gritos frenéticos, mas não durante muito tempo porque mudavam para respirações ofegantes e convulsões". [29]

O caso de Treblinka é ainda mais instructivo. Enquanto algumas testemunhas anteriores mencionaram, de facto, as câmaras de gás, nenhum deles reivindicou que a arma para o assassínio em massa era um motor a diesel. No dia 17 de Agosto de 1942, o jornal subversivo Polaco Informacja biezaca falou de uma câmara de gás móvel que se movia ao longo das sepulturas em massa[30]. Três semanas mais tarde, a 8 de Setembro, o mesmo jornal descreveu os supostos gaseamentos da seguinte forma: As vítimas foram expostas a um gás com efeito retardado, depois que deixaram as câmaras de gás, andado até sepulturas em massa, desmaiando e caido para dentro das mesmas [31].
No entanto, o principal método retratado pelas testemunhas era o vapor quente. No dia 15 de Novembro de 1942, o Movimento de Resistência do Gueto de Varsóvia publicou um longo relatório em que declarava que entre Julho e princípios de Novembro, dois milhões de Judeus tinham sido exterminados em Treblinka através de câmaras de vapor [32].
Em Agosto de 1944, o Exército Vermelho conquistou a área em redor de Treblinka e uma comissão Soviética interrogou antigos prisioneiros do campo. Que arma para assassinato optaria – gás ou vapor? Na realidade, não escolheram nenhuma, mas reivindicado no seu relatório que três milhões de pessoas tinham sido assassinadas em Treblinka bombeando o ar para fora das câmaras de execução! [33] Em Setembro de 1944, um profissional de propaganda de atrocidades, o Judeu Wassili Grossman, honrou Treblinka com a sua visita. No seu panfleto O Inferno de Treblinka Grossman confirmou o número de três milhões de vítimas; como ele, obviamente, não sabia qual dos três métodos de assassinato (vapor, gás e bombear o ar para fora das câmaras) é que tinha prevalecido, ele mencionou prudentemente todos eles no seu livreto [34].
No julgamento de Nuremberga, os acusadores da Alemanha escolheram a versão do vapor. No dia 14 de Dezembro de 1945, o governo Polaco emitiu um documento que foi apresentado pelos Soviéticos em Nuremberga e que, de acordo com o mesmo, "várias centenas de milhares” de pessoas tinham sido exterminadas em Treblinka por meio de vapor[35]. Mas em 1946, a versão oficial mudou. Como simplesmente não era credível que os Alemães tenham usado toda a espécie de métodos de assassínio completamente diferentes nos três campos de Reinhardt, as câmaras de vapor, instalações elétricas, etc., foram relegadas para o caixote do lixo da história e substituídos pelos motores a diesel.
A razão para esta escolha era, indubitavelmente, o relatório de Gerstein. No início de 1946, este relatório – que décadas mais tarde foi brilhantemente analisado pelo revisionista Francês Henri Roques [36] – tinha monopolizado a atenção dos historiadores e Gerstein, que reivindicou ter testemunhado um ataque com gás a Judeus em Belzec, tinha identificado a arma de assassínio como um motor a diesel. Foi assim que nasceu o mito da câmara de gás a diesel.
Seria bastante interessante saber como o nosso titã intelectual, o ‘blogger S. Romanov, reagiria se lhe apresentassem as declarações de todas estas testemunhas oculares. Provavelmente, ele argumentaria que as testemunhas realmente tinham visto um motor a gasolina, mas infelizmente não conseguiram identificá-lo correctamente.
A primeira testemunha tinha identificado a carruagem do comboio com chão coberto com cal viva, o segundo como um “prato” electrificado numa barraca, o terceiro como um “prato” electrificado numa enorme bacia subterrânea, o quarto como um tecto com aberturas por onde um líquido preto era despejado, o quinto como uma câmara de gás que se movia ao longo das sepulturas em massa, o sexto como uma caldeira que gerava vapor, o sétimo como uma bomba por onde o ar era bombeado para fora das câmaras e o oitavo como um motor a diesel! Mas estas “pequenas” diferenças foram sempre completamente irrelevantes, pois o Holocausto de Aktion Reinhardt era um facto histórico provado!

David Irving sabia destes relatórios de testemunhas oculares? Se ele não leu a literatura revisionista, era impossível conhecê-los, pois os mesmos nunca são mencionados na literatura oficial. No seu "trabalho" sobre os campos de Reinhard, Yitzhak Arad cita uma passagem do relatório do movimento de resistência do Gueto de Varsóvia, mas, de forma desavergonhosa, deturpa o texto, substituindo o embaraoso "câmaras de vapor” por "câmaras de gás”! [37] Se Irving tivesse lido a literatura revisionista, ele teria tomado conhecimento de todas estas histórias ridículas, mas, daquele modo, pouco ele poderia ter dito sobre elas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)








(continuação)


A história da câmara de gás a diesel

De acordo com a literatura oficial do "Holocausto", o (alegado) assassínio em massa em Treblinka, Sobibor e Belzec foi executado com os gases de motores a diesel. Mas tal como o engenheiro Friedrich Berg mostrou no seu trabalho, alvo de uma cuidada pesquisa, "Diesel Gas Chambers: Ideal for Torture, Absurd for Murder" ["Câmaras de Gás a Diesel: O ideal para Tortura, Absurdo para Assassinato"] [19], os motores a diesel são uma arma de assassinato extremamente fraca porque utilizam quantidades muito baixas de CO, mas contêm uma porcentagem consideravelmente alta de oxigénio. Qualquer motor a gasolina seria decididamente mais conveniente para o assassínio em massa do que um a diesel.

Os argumentos do Berg eram tão fortes que o lobby do Holocausto não fez nenhuma tentativa refutá-los. No livro Debating the Holocaust [Debater o Holocausto], Thomas Dalton afirma:"O assunto [do motor a diesel] é quase completamente evitado por qualquer escritor anti-revisionista. […] Isto é o admitir de forma forte e implícita que o tradicionalismo não tem qulquer resposta a Berg e aos revisionistas. [...] Mais recentemente os ‘bloggers’ tentaram abordar esta questão. Depois de admitirem que 'simplesmente não é praticável usar motores a diesel para gaseamentos… quando se pode ter acesso a motores a gasolina, Romanov [20] vem defender que a questão dos motores a diesel é "irrelevante" porque, no seu ponto de vista, qualquer um que reivindique que os motores eram a diesel simplesmente está equivocado. Argumenta que as testemunhas "melhor informadas” mencionaram gasolina, mas só pode citar duas: Fuchs (apenas para Sobibor), e Reder, que disse que o gás vindo dos escapes era lançado ao ar livre"! [21]

Deixem-me acrescentar que o argumento do ridículo blogger S. Romanov ("A questão dos motores a diesel é irrelevante") só demonstra a mentalidade esquisita deste indivíduo: Não existem provas nem documentais nem materiais para o holocausto "Aktion Reinhardt" e não há quaisquer testemunhas credíveis (que crédito podemos nós dar a testemunhas que "simplesmente estão equivocadas" com a arma de assassinato?); e, não obstante, o holocausto de Aktion Reinhardt é um facto provado e incontestável!

Por outras palavras: Os pilares em que o edifício descansava já foram, mas o edifício ainda fica, ou melhor, paira no ar! Um grande milagre!

Poderá David Irving ignorar o absurdo da história de câmara de gás a diesel? Não, não pode. Na conferência revisionista de 1983, que Irving assistiu, Friedrich Berg apresentou um ensaio que já continha quase todos os argumentos do seu outro artigo de 2003[22]. Irving, que fez o seu discurso no mesmo dia de Berg, declarou: "Devo dizer que fiquei profundamente impressionado pelo discurso do Sr. Friedrich Berg no início desta tarde. Achei tudo aquilo que disse muito impressionante". [23] Então logo em 1983, Irving ficou a tomar conhecimento que a história dos gaseamentos por escapes de motores a diesel era um disparate! Essa é a razão pela qual ele agora está obrigado a declarar que não está demonstrado que o (alegado) assassinato em massa foi executado por gás e que esta questão é "altamente controversa".

Conselhos de Leitura



A Guerra de Deus oferece uma nova visão de um dos mais decisivos acontecimentos da história: as Cruzadas. De 1096 a 1500, os Cristãos europeus lutaram para reconquistar a Terra Santa e talhar o Médio Oriente, a Espanha Muçulmana e o Báltico pagão à imagem do seu Deus. As Cruzadas são talvez o fenómeno mais conhecido e ao mesmo tempo mais incompreendido do mundo medieval, e nesta obra Christopher Tyerman procura recrear, desde as origens, séculos de violência exercida enquanto um acto de devoção religiosa.

O resultado é uma incrível reinterpretação das Cruzadas, reveladas quer como acções políticas quer como uma manifestação da crescente identidade da comunidade Cristã. Esta surpreendente narrativa histórica está imbuída de figuras que se tornaram lendas - como Saladino, Ricardo Coração de Leão, ou Filipe II. Mas Tyerman investiga para lá destes líderes, relatando como centenas e centenas de cristãos - desde os Cavaleiros Templários aos mercenários e camponeses - abandonaram os seus lares, em nome do Salvador, para chegar a territórios estrangeiros distantes, e como outros tantos defenderam o seu solo e conseguiram derrotar os invasores. Com ambas as análises, Tyerman explica a mistura contraditória de piedade genuína, ferocidade militar e pura ganância que motivaram gerações de Cruzados. O autor oferece também uma visão única para a maturação de um Cristianismo militante que definiu a identidade europeia e que influenciou decisivamente os antagonismos cíclicos entre os mundos Cristãos e Muçulmanos.

Baseado nos mais recentes estudos e relatado com grande entusiasmo e autoridade, A Guerra de Deus é o relato decisivo de um momento fascinante mas também horroroso da história que continua a ensombrar o mundo contemporâneo.

Aproveitem (se ainda não o fizeram) para ler também estes dois excelentes 'posts' -
aqui e aqui.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Germar Rudolf Está de Volta... Enquanto Alguns se Riem...

Crente afirmacionista fotografado a rir...


Já tínhamos falado disso, mas nunca é demais relembrar as boas notícias!

Está de regresso à sua família o homem que esteve preso 44 meses acusado de crimes de pensamento. Germar Rudolf saiu em liberdade da prisão de Mannheim.
Em 19 de Outubro de 2005, Rudolf foi detido nos Estados Unidos e deportado para a Alemanha. Após a sua chegada, foi detido pelas autoridades e transferido para uma prisão em Stuttgart-Stammheim, em Baden-Württemberg.

Em Março de 2007 de Março, o tribunal de Mannheim sentenciou Rudolf a dois anos e seis meses de prisão por incitar o ódio, menosprezando o mortos e por difamação. Alguns anos turbulentos precederam esta situação. No início dos anos 90, Rudolf fazia pesquisa científica e avaliação s câmaras de gás do complexo de Auschwitz.
Os resultados da sua pesquisa contrastaram e muito com a doutrina comercial e institucionalizada e originou, naturalmente, colisões com as autoridades governamentais. Assim, em Maio de 1995, devido às suas conclusões quanto às câmaras de gás em Auschwitz, o tribunal regional condenou Germar Rudolf a 14 meses de prisão.
Para para escapar a esta condenação, Rudolf fugiu para Espanha em 1996 e daí para a Grã-Bretanha, onde trabalhou jornalisticamente como revisionista publicando material dessa área camuflado pela Fundação Belga Vrij Historisch Onderzoek, VHO (Free Historical Research – Liberdade Para a Pesquisa Histórica).

Durante estas actividades, Rudolf adquiriu um domínio na Internet com o endereço
http://www.vho.org/ que ele ajudou a construir e a transformar num dos maiores sites revisionistas no mundo. Além disso, Rudolf criou a editora revisionista Castle Hill Publishers. Por volta de 2004, Rudolf foi aos EUA onde casou uma cidadã Americana e subsequentemente começou uma família, mas foi-lhe negada uma petição para asilo. Germar Rudolf planeia regressar aos EUA para ir viver com a sua esposa Americana e o filho de quatros. Até que ponto ele possa regressar ao revisionismo ou politicamente activo, fica a incerteza...

Leiam mais aqui e aqui sobre este assunto.

Outro crente afirmacionista apanhado a rir...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VI)


(continuação)

O número de mortos de David Irving para os campos de Reinhardt

No seu trabalho sobre o "Holocausto," Raul Hilberg defende que 750.000 Judeus foram assassinados em Treblinka, 550.000 em Belzec e 200.000 em Sobibor[18], o que significa que de acordo com ele, o número total de mortos para os três campos de Reinhardt foi de 1,5 milhões. Este número é mais baixo cerca de 900.000 do que o defendido por David Irving (1,274 milhões para 1942, mais de um milhão para 1943 = aproximadamente 2,4 milhões).


Mas os absurdos não acabam aqui.

Considerando o seguinte:


- O número de Hilberg de 550.000 vítimas em Belzec é impossível porque, de acordo com o documento de Höfle (que não era conhecido em 1985 quando Hilberg publicou segunda edição "definitiva" do seu livro), 434.508 Judeus foram deportados para Belzec até 31 de Dezembro de 1942. Uma vez que todos concordam que Belzec foi fechado no final de 1942, não podem ter existido quaisquer deportações para este campo em 1943.
- Em virtude deste facto, o total de número de mortos para este campo não pode ter excedido 434.508, mesmo que cada Judeu deportdo para Belzec tenha sido assassinado aí (como tanto Hilberg como Irving supõem).
- Se Irving estiver correcto e se 2,4 milhões de Judeus foram, de facto, exterminados nos três campos de Reinhardt, mas "só" 434.508 deles em Belzec, as restantes 1,965,492 vítimas devem ter sido assassinadas em Treblinka e em Sobibor. Isto quererá dizer que os números combinados de Hilberg para estes dois campos (750.000 + 200.000 = 950.000) é inferior mais de um milhão!
Difficile est satiram non scribere - é difícil não escrever uma sátira!


O caso da ausência da arma assassina


Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving declarou que não está provado que o (alegado) extermínio nos campos de Reinhardt tenha sido executado por meio de gás. Uma vez que Irving não mencionou qualquer método alternativo para o assassínio (por exemplo, fuzilamento), isto implica que a arma assassina simplesmente não é conhecida.
Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Hiroshima e Nagasaki: Foram mortas pela explosão de bombas atómicas ou sucumbiram, mais tarde, devido à radioactividade. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Dresden: Foram queimadas vivas ou sufocaram sob os escombros das suas casas. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Katyn: Foram assassinadas a tiro pelos partidários de Estaline. Nós sabemos exactamente como as vítimas morreram os campos de Eisenhower, no Reno: Eles foram deixados deliberadamente morrer à fome.
De acordo com David Irving, 2,4 milhões de pessoas foram assassinados nos três campos de Reinhardt - muitos mais do que em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Katyn e nos campos do Reno em conjunto. Mas nós não sabemos como foram mortos! Naturalmente, isto implica que não exista uma única testemunha ocular de confiança para o holocausto de Reinhardt, pois se tal testemunha existisse, saberíamos como as vítimas foram exterminadas, ao menos no seu campo.


Vamos resumir: David Irving não consegue apresentar a mais pequena prova documental para o suposto assassínio em massa em Belzec, Sobibor e Treblinka. Ele admite implicitamente que não há uma única testemunha fidedigna. Mas se não há quaisquer documentos e testemunhas fidedignas, sobre que provas são baseadas as suas reivindicações?
Irving defende que há provas forenses, i.e. uma grande quantidade de restos humanos encontrados no local dos três campos de Reinhardt? Não, ele não o faz. Ele nem sequer menciona o relatório de Kola que, de acordo com os historiadores ortodoxos, prova que Belzec era um campo de extermínio. (Discutiremos este relatório mais tarde).


(continua)