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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A Farsa de Aristides de Sousa Mendes

Retirado daqui.




Entrevista de José Hermano Saraiva à revista Tabú (n.º 162 de 16 de Outubro) do jornal semanário Sol.
Mais sobre Aristides de Sousa Mendes, o Justo:
Gostava de saber porque não são levadas mais a sério pelos historiadores e analistas da especialidade estas declarações de José Hermano Saraiva. Afinal, não é ele um "testemunho", um "sobrevivente" daquela época, daquele tempo?... Afinal, não é ele uma "prova viva" de que Sousa Mendes não fez nada daquilo que hoje dizem?...

domingo, 2 de novembro de 2008

Embaixador Hall Themido Acusa: Aristides de Sousa Mendes é um "Mito Criado Por Judeus"


O embaixador João Hall Themido escreveu as suas memórias, sobre meio século da diplomacia portuguesa. No livro, o diplomata recorda que Kissinger considerava Mário Soares "um tonto", diz que a princesa Diana não sabia dançar e que Aristides de Sousa Mendes é um "mito criado por judeus". (...)

Um dos capítulos do livro, porventura o mais polémico, chama-se "A mitificação de Aristides de Sousa Mendes". O embaixador acusa o cônsul de "actuação irregular". "De forma totalmente irrealista, fala-se em 30 mil" o número de vistos "concedidos em apenas alguns poucos dias pelo cônsul e seus familiares, de forma cega, no consulado e até nos cafés da vizinhança". Themido sublinha "a necessidade de manter disciplina nos serviços que de forma directa ou indirecta pudessem, com a sua actuação, afectar o estatuto de neutralidade" do país. Para o embaixador, Aristides foi um "mito criado por judeus e pelas forças democráticas saídas do 25 de Abril". E mais à frente: "quando a família" do cônsul, "grupos judaicos e forças da esquerda ressuscitaram o assunto, procurei saber mais sobre o ocorrido". Observa que Aristides apenas "pertencia à carreira consular, considerada carreira menor em relação à carreira diplomática". Por outro lado, o processo disciplinar ao cônsul em Bordéus "foi o último de vários de que foi alvo ao longo da carreira, quase sempre por abandono do posto ou concussão". Nota que a maioria dos processos "desapareceu misteriosamente" do MNE e que o de Bordéus está "incompleto". Assim, considera "incompreensível criticar" o Ministério, "incluindo o ministro, por ter aplicado a lei nas circunstâncias da época". [leia a notícia na íntegra]