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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (Conclusão)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XII)


(CONTINUAÇÃO)



Argumento 14: Os Nazis assassinaram cerca de 2,5 milhões de prisioneiros de guerra Soviéticos.

Resposta: A grande maioria dos prisioneiros de guerra Soviéticos que morreram no cativeiros da Alemanha não foram “assassinados”, mas sucumbiram de fome, exaustão e doenças, tal com vasta maioria dos prisioneiros de guerra Alemães que não sobreviveram aos cativeiros Soviéticos.
Não tendo estudado este assunto, somos incapazes de comentar os números mencionados pelo Dr. Karsai, mas realmente todas as fontes registam que a mortalidade entre os prisioneiros de guerra Soviéticos foi extremamente alta. Para esta tragédia existem, basicamente, duas razões: após as rápidas vitórias Alemãs na primeira fase da guerra, milhões de soldados Soviéticos foram feitos prisioneiros. Os Alemães não possuíam comida suficiente para esses prisioneiros. Mas mesmo mais tarde, os prisioneiros de guerra Soviéticos receberam rações de comida insuficientes acabando por morrer em grande quantidade, ao contrário dos prisioneiros de guerra dos países Ocidentais, que foram tratados correctamente. Não pode haver qualquer dúvida que esta política para com os prisioneiros Soviéticos (que Alexander Solzhenitsyn, no livro “The Gulag Archipelag”, explica esse facto por a URSS não ter assinado a Convenção de Genebra) era criminosa. E que o facto de prisioneiros de guerra Alemães em campos Soviéticos terem sido tratados de forma sombria, morrendo igualmente em quantidades enormes, não é justificação, porque um crime não desculpa o outro.


Argumento 15: De acordo com o "Plan Ost", os Nazis planearam assassinar 30 milhões de cidadãos Soviéticos.

Resposta: Essa afirmação é baseada numa declaração de Erich von dem Bach-Zelewski, antigo ‘SS-Obergruppenführer’ e Höherer ‘SS- und Polizeiführer Russland-Mitte‘, durante o julgamento de Nuremberga. Em Nuremberga, von dem Bach-Zelewski afirmou que no início de 1941, Heinrich Himmler referiu em Wewelsburg que o objectivo da campanha que se avizinhava para a Rússia seria a redução da população Eslava para 30 milhões [82]. O problema é que tal declaração feita depois da guerra é totalmente inútil, porque os poderes vencedores poderiam facilmente forçar qualquer Alemão a confessar qualquer coisa. Em muitas ocasiões, as confissões foram extraídas pela tortura. O caso mais famoso foi o de Rudolf Höss, o primeiro comandante de Auschwitz, que declarou no cativeiro britânico que até Novembro de 1943 tinham sido gaseadas no campo Auschwitz cerca de dois milhões e meio de pessoas, enquanto que outras 500.000 teriam desaparecido de fome e de doenças [83]. (Deve ser relembrado que actualmente os “historiadores do Holocausto” reclamam cerca de um milhão de vítimas em Auschwitz, o que continua a ser um exagero insano, uma vez que o real número de pessoas mortas naquele campo, tanto Judeus como não-Judeus, foi de cerca de 135.000 pessoas [84]). No seu livro “Legions of Death” [85], o escritor Britânico Rupert Butler documentou como é que os Britânicos obtiveram a confissão de Höss: eles bateram-lhe sem piedade durante três dias antes dele assinar finalmente o texto que tinham preparado para ele!
Naturalmente, nem todos os réus Alemães foram torturados para que se obtivessem a desejadas confissões. Existiram outros muito mais refinados métodos. Vamos olhar mais atentamente para o destino de ‘Oberstgruppenführer von dem Bach-Zelewski’ [86]. De acordo com a história oficial do “holocausto”, ele foi um dos piores criminosos. É suposto ele ter ordenado o assassinato de 27.800 Judeus perto de Riga e o massacre de dezenas de milhares de civis Soviéticos. Dadas estas circunstâncias, presumimos que ele foi naturalmente levado a tribunal e sentenciado a enforcamento após a guerra, mas isso não aconteceu. No julgamento de Nuremberga, ele foi usado como testemunha pela acusação e depois foi libertado. Obviamente que este tratamento foi a recompensa pelos depoimentos como os que foram referidos atrás e que permitiram aos Aliados acusarem os Alemães de terem planeado não apenas o total extermínio dos Judeus, mas também o horrível genocídio de dezenas de milhões de Eslavos.
É verdade que von dem Bach-Zelewski foi mais tarde julgado pela justiça Ocidental, mas não pelo seu alegado papel no “holocausto” ou o massacre de cidadãos Soviéticos. Ele foi julgado pela acusação de dois assassínios supostamente cometidos em 1934 [87].


Referências:

1 - Communique of the Polish-Soviet Extraordinary Commission for investigating the crimes committed by the Germans in the Majdanek concentration camp, Foreign Language Publishing House, Moscow 1944.
2 - USSR-29.
3 - Zdzislaw Lukaszkiewicz, „Oboz koncentracyjny i zaglady Majdanek“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni Niemieckich w Polsce, Volume 4, Warsaw 1948, p. 63-105.
4 - Czeslaw Rajca, „Problem liczby ofiar w obozu na Majdanku“, in: Zeszyty Majdanka, IV, 1992, p. 122-132.
5 - Tomasz Kranz, „Ewidencja zgonow i smiertelnosc wiezniow KL Lublin“, in: Zeszyty Majdanka, 23 (2005).
6 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998, chapter 4.
7 - Samuel Zylberstztain, „Pamietnik wieznia diesieciu obozow“, in: Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, Nr. 68, Warsaw 1968, p. 53 ff.
8 - Benedikt Kautsky, Teufel und Verdammte, Büchergilde Gutenberg, Zürich 1948.
9 - Staatliches Museum Auschwitz-Birkenau (ed.), Die Sterbebücher von Auschwitz, Saur Verlag, Munich 1995.
10 - Germar Rudolf, Vorlesungen über den Holocaust, Castle Hill Publishes, Hastings 2005, p. 271-273.
11 - Archiwum Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Warsaw, NTN, 134, p. 277 f.
12 - Gosudarstevenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-108-32, p. 76.
13 - Henryk Swiebocki, „Widerstand“, in: Auschwitz. Studien zur Geschichte des Konzentrations- und Vernichtungslagers, Band IV, Verlag des Staatlichen Museums Auschwitz-Birkenau 1999, p 330.
14 - Miklos Nyiszli, Boncoloorvosa voltam az Auschwitz-i krematoriumban, Vilag, Budapest 1946.
15 - Filip Müller, Sonderbehandlung, Verlag Steinhausen, Frankfurt a.M. 1979.
16 - Factors which affect the process of cremation“, in: Annual Cremation Conference Report, Cremation Society of Great Britain, 1975, p. 81.
17 - Georges Wellers, „Essai de détermination du nombre des juifs morts au camp d’Auschwitz“, in: Le Monde Juif, Octobre-Décembre 1983.
18 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt am Main 1997, p. 1000 (Volume 3).
19 - John Ball, Air Photo Evidence, Ball Resource Services, Delta, Canada 1992.
20 - Carlo Mattogno, „Die Leichenkeller der Krematorien von Birkenau im Licht der Dokumente“, in: Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, Nr. 3, 4/2003.
21 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 262, 263.
22 - Rossiskij gosudarstvenny voyenny arkhiv, Moscow, 502-1-170, p. 260.
23 - Danuta Czech, Kalendarium der Ereignisse im Konzentrationslager Auschwitz-Birkenau 1939-1945, Rowolt Verlag, Reinbek bei Hamburg 1989.
24 - Jan Karski, Story of a Secret State, Houghton Mifflin Company, Boston 1944, p. 339 f.
25 - Stefan Szende, Der letzte Jude aus Polen, Europa Verlag, Zürich 1945, p. 290 f.
26 - Alexander Petscherski, „La rivolta di Sobibor“, in: Y. Suhl, Ed essi si ribellarono, Milano 1969, p. 31.
27 - N. Blumental, Dokumenty i Materialy, Lodz 1946, p. 17.
28 - K. Marczewska, W. Wazniewski, „Treblinka w swietle akt Delegatury Rzadu RP na Kraj“, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni przeciwko Narodowi Polskiemu, Volume XIX, Warsaw 1968, p. 137 f.
29 - Ibidem, p. 138 f.
30 - Gosudarstvenny Arkhiv Rossiskoj Federatsii, Moscow, 7021-115-9, p. 108.
31 - K. Marczewska, W. Wazniewski, op. cit. p. 139 f.
32 - A. Kola, „Badania archeologiczne terenu bylego obozu zaglady zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i pamiec. Biuletyn Rady Ochrony Pamieci Walk i Meczenstwa, Nr. 4 (21), 2001.
33 - Julius Schelvis, Vernietigingskamp Sobibor, De Bataafsche Leeuw, Amsterdam 2008, p. 125.
34 - I. Gilead, Y. Haimi, W. Mazurek, „Ecavating Nazi extermination centers“, in: Present Pasts, vol. 1, 2009.
35 - Idem
36 - Amtliches Material zum Massenmord von Katyn, Berlin 1943.
37 - Amtliches Material zum Massenmord von Winniza, Berlin 1944.
38 - Adolf Hitler, Mein Kampf, Franz Eher Verlag, 1933, p. 13, 14.
39 - Max Domarus, Hitlers Reden und Proklamationen 1932-1945, Löwit, Wiesbaden 1973, Band II, p. 1058.
40 - R. G. Reuter, Joseph Goebbels. Tagebücher, Band IV, München 1991.
41 - Magnus Brechtkens, „Madagaskar für die Juden“. Antisemitische Idee und politische Praxis, R. Oldenbourg Verlag, München 1998.
42 - According to the revisionists, Chelmno was a transit camp. See Carlo Mattogno, Il campo di Chelmno tra storia e propaganda, Effepi, Genua 2009.
43 - R. M. Kempner, Eichmann und Komplizen, Europa Verlag, Zürich, Stuttgart, Wien 1961, S. 289, 290.
44 - Idem, p. 290.
45 -Idem, p. 291, facsimile of the document.
46 - Idem, p. 292. Nuremberg document NG-3354.
47 - Idem.
48 - Idem, p. 293.
49 - H. Krausnick, H. H. Wilhelm, Die Truppe des Weltanschauungskrieges, Deutsche Verlags-Anstalt, Stuttgart 1981, p. 621.
50 - Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, p. 409 f.
51 - Patrick Desbois, Porteur de mémoires: Sur la trace de la Shoa par balles, Michel Lafon, Paris 2007.
52 - http://www.stormfront.org/forum/showthread.php?t=578569
53 - Idem.
54 - Gerald Fleming, Hitler und die Endlösung, Limes Verlag, Wiesbaden und München 1982.
55 - http://dss.ucsd.edu/-lzamosc/chelm00.htm
56 - Ingrid Weckert, „The Gas Vans. A critical assessment of the evidence“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
57 - Pierre Marais, Les camions à gas en question, Polémiques, Paris 1994.
58 - Nuremberg document PS-501.
59 - E. Kogon, H. Langbein, A. Rückerl and others, Nationalsozialistische Massentötungen durch Giftgas, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1983.
60 - Bundesarchiv Koblenz, R 58/871.
61 - William B. Lindsay, „Zyklon B, Auschwitz, and the Trial of Dr. Bruno Tesch“, Journal of Historical Review, volume 4, nr. 3, Fall 1983, p. 261 f.
62 - Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, Moscow, 502-1-336, p. 227.
63 - Jean-Claude Pressac, Auschwitz. Technique and Operation of the Gas Chambers, Beate Klarsfeld Foundation, New York 1989, p. 188.
64 - Fred A. Leuchter, An Engineering Report on the alleged „Gas Chambers“ at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988.
65 - Germar Rudolf, The Rudolf Report. Expert Report on Chemical and Technical Aspects of the „Gas Chambers“ of Auschwitz, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
66 - Jürgen Graf und Carlo Mattogno, KL Majdanek. Eine wissenschaftliche und technische Studie, Castle Hill Publishers, Hastings 1998.
67 - Nuremberg document NG-5770.
68 - Jüdisches Historisches Institut Warschau (ed.), Faschismus – Ghetto – Massenmord, Röderberg Verlag, Frankfurt am Main 1981, p. 269 f.
69 Raul Hilberg, Sonderzüge nach Auschwitz, Dumjahn, Munich 1981, p. 181.
70 - Nuremberg document NO-482.
71 - Andrzej Kola, Belzec. The Nazi Camp for Jews in the Light of Archeological Sources. Excavations from 1997 – 2000, Warsaw/Washington 2000. – Andrzej Kola, „Badania Archeologiczne terenu bylego obozu zaglady Zydow w Sobiborze“, in: Przeszlosc i Pamiec, No 4 (21), 2001.
72 - Herman Kruk, The last days of the Jerusalem of Lithuania, Yale University Press, New Haven/London 2002.
73 - Adam Raisky, La presse antiraciste sous l’occupation hitlérienne, Paris 1950, p. 179.
74 - Serge Klarsfeld, Le mémorial de la déportation des juifs de France, Paris 1978.
75 - Walter Sanning, The Dissolution of Eastern European Jewry, IHR. New Port Beach 1983.
76 - Wolfgang Benz (ed.) Dimension des Völkermords, Verlag Oldenbourg, Munich 1991.
77 - Nuremberg document N0-5194.
78 - Germar Rudolf, „Statistisches über die Holocaust-Opfer“, in: Ernst Gauss (Hg.), Grundlagen zur Zeitgeschichte, Grabert Verlag, Tübingen 1983.
79 - Jürgen Graf, „National Socialist Concentration Camps. Legends and Reality“, in: Germar Rudolf (ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertation Press, Chicago 2003.
80 - Einsatzgruppe A. Tätigkeitsbericht für den Zeitraum vom 16. Oktober 1941 bis zum 31. Januar 1942. Rossiskij Gosudarstvenny Vojenny Arkhiv, 500-4-92, p. 57 f.
81 - Vilnius Ghetto: List of prisoners, Volume 1, Vilnius 1996.
82 - Internationales Militärgericht (IMG), Band IV, p. 535/536.
83 - Nuremberg document 3868-PS.
84 - Carlo Mattogno, „Franciszek Piper und die Zahl der Opfer von Auschwitz“, Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung 1/2003.
85 - Rupert Butler, Legions of Death, Arrow Books Ltd., London 1986, p. 235 f.
86 - http://de.wikipedia.org/wiki/Erich_von_dem_Bach-Zelewski
87 - Idem.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XII)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)



Argumento 13: O que aconteceu aos judeus se não foram gaseados? Depois da guerra, a maioria dos judeus europeus tinham desaparecido.

Resposta: Apenas existem dois estudos detalhados sobre as perdas da população judaica durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1983, o revisionista Walter Sanning escreveu a obra The Dissolution of Eastern European Jewry [75] a qual chegou à conclusão de que o número de vítimas judias foi de cerca de 300.000. Oito anos mais tarde, Walter Benz editou um volume de vários autores com o título Dimension des Völkermords [76]; de acordo com as suas estatísticas, terão morrido entre 5,29 e 6,01 milhões de judeus como resultado da perseguição Nacional Socialista.
O livro de Sanningk está longe de ser perfeito. Ele ignora um documento vital Alemão o relatório Korherr [77], e deposita demasiada confiança nos depoimentos do propagandista Soviético Judaico, David Bergelson, que defendia que 80% dos Judeus do território Soviético conquistados mais tarde pelos Alemães tinham sido evacuados e, deste modo, “salvos”. O número real de evacuados foi, provavelmente, muito mais baixo. Os próprios números de Sanning de 300.000 vítimas Judaicas é demasiado baixo. Apesar dessas falhas óbvias, o livro de Sanning continua a ser o mais credível sobre esta questão, enquanto que o livro de Benz é completamente fraudulento.


Num artigo, onde se compara Sanning e Benz [78], Germar Rudolf mostrou os métodos usados pelo vigarista Benz e pela sua equipa para corroborar com a estatística oficial de "holocausto":

a) Para Benz e para a sua equipa, todos os Judeus que morreram na Segunda Guerra Mundial são “vítimas do Holocausto”. Deste modo, se um soldado judeu do Exército Vermelho foi morto em combate ou se um judeu evacuado para a Sibéria antes da chegada das tropas alemãs morrer de frio ou de fome, ele foi uma vítima do racismo Nacional Socialista!

b) Como toda a gente sabe, inúmeros territórios da Europa de Leste mudaram de ‘donos’ durante a Segunda Guerra Mundial. Na maioria dos casos, Benz e a sua equipa contabilizam a dobrar os judeus que (realmente ou alegadamente) desapareceram nestes territórios, como cidadãos de estado A e cidadãos de estado B! Graças a este truque barato, Benz obtém mais de 500.000 "judeus exterminados".

c) Benz ignora virtualmente a larga emigração judaica do pós-guerra para a Palestina, para os EUA e para numerosos outros países (o contrário de Sanning, que trata esta questão fundamental com grande detalhe).

O facto da maioria dos judeus terem desaparecido da Europa de Leste não foi devido apenas à guerra, perseguição e emigração. Muitos polacos, soviéticos, etc., judeus desapareceram nas estatísticas. Nos anos a seguir ao fim da Segunda Guerra Mundial assistiu-se a uma rápida assimilação dos judeus. Na URSS, qualquer cidadão poderia escolher a nacionalidade que quisesse, por isso, no ‘census’ do pós-guerra, muitos judeus, que não possuíam quaisquer laços emocionais com a doutrina dos seus antepassados, chamavam-se a si próprios de “Russos”, "Ucranianos”, etc. Como podemos observar, a definição da palavra “judeu” varia muito.
Por esta simples razão, as estatísticas oficiais sobre a população não nos podem ajudar na verificação da magnitude real das perdas Judias. Um método mais racional consiste em calcular quantos judeus morreram em consequência de actos concretos de perseguição. O que diz respeito aos judeus que morreram nos campos de concentração Nacional Socialistas, o número pode ser estabelecido com alguma exactidão, porque grande parte dos documentos alemães pertencentes aos campos sobreviveram. O número aproximado é de 340,000.[79].

Por outro lado, é impossível determinar quantos judeus foram mortos a tiro na frente Oriental. Para provar a suposta chacina cometida pelas tropas alemãs, especialmente o "Einsatzgruppen", assim chamado porque a sua tarefa principal era a luta contra os ’partisans’, os historiadores do "holocausto" citam com regularidade os relatórios dos “Einsatzgruppen”, que foram encontrados no ‘Reichskanzlei’ em 1945 (porque é que os Alemães não destruíram estes documentos incriminatórios???).

Porém, os relatórios são altamente duvidosos para duas razões:

a) O seu conteúdo não está confirmado por provas forenses.

b) Contém anomalias óbvias e entram e contradição com outros documentos.

Um exemplo bastará para ilustrar o segundo ponto. De acordo com um relatório dos ‘Einsatzgruppe’ A de Fevereiro de 1942, existiam 153,743 judeus na Lituânia antes do começo da guerra Germano-Soviética. Desde aí, 136,421 tinham sido mortos e 34,500 ainda viviam em guetos [80]. Uma simples observação destes dados mostra que algo está errado. Mas isto não é a única coisa inexplicável. Os alemães ao permitirem que uma fracção de judeus lituanos tivesse sobrevivido, explica que isso se deveu ao facto dos alemães quererem usá-los como trabalho barato e escravo; então era esperado que só os judeus robustos fossem poupados. No entanto, em finais de Maio de 1942 14,545 judeus viviam no gueto de Vilnius, 3.693 dos quais crianças com menos de 16 anos. Havia também muitas pessoas idosas entre eles; a mais velha, uma mulher, tinham nascido em 1852 [81]. Depois de analisar estes factos, cada historiador digno e credível deverá tratar os relatórios ‘Einsatzgruppen’ com muito mais cuidado. Os dois últimos argumentos do Dr. Karsai não têm nada a ver com o suposto extermínio dos judeus, mas nós iremos responder na mesma.


[CONTINUA]


terça-feira, 7 de setembro de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (XI)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)



Argumento 12: Um grande número de Judeus foram mandados para os campos de Belzec, Sobibor e Treblinka. Onde é que estão esses Judeus se não foram gaseados?

Resposta: Após a liderança Alemã ter abandonado o plano de Madagáscar, passou para uma nova política: os Judeus Europeus deveriam colonizar novamente os territórios Soviéticos ocupados. A 10 de Fevereiro de 1942, Franz Rademacher escreveu uma carta ao enviado do Ministérios dos Negócios Estrangeiros, Harald Bielfeld , na qual dizia:

"A guerra contra a União Soviética abriu, entretanto, a possibilidade de providenciar outros países para a solução final. O Führer decidiu, como consequência disso, que os Judeus não iriam ser deportados para Madagáscar, mas sim para Leste. Deste modo, Madagáscar já não será considerada hipótese para a solução final". [67]

Isto mostra, claramente, que a “solução final” era uma solução territorial!

A construção dos campos de trânsito de Belzec, Treblinka e de Sobibor deve ser vista neste contexto:

a) A 17 de Março de 1942, Fritz Reuter, um funcionário do Departamento para os Assuntos Populacionais do escritório do Governador do distrito de Lublin, escreveu um memorando de uma conversa que ele tinha tido no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Julius Höfle. De acordo com este memorando, Höfle tinha explicado que "os Judeus incapazes de trabalhar" seriam levados para Belzec, "o ocal mais afastado do condado de Zamosc“. Quatro a cinco transportes com 1,000 Judeus cada seriam feitos “através da fronteira e jamais regressariam ao Governo General”. [68];

b) A 13 de Agosto de 1942, o general das SS Karl Wolff escreveu a Albert Ganzenmüller do Reichsbahn, que o informou previamente de que desde 22 de Julho havia um comboio diário com cerca de 5,000 Judeus de Varsóvia para Treblinka, que estava muito contente por saber que os Alemães eram agora capazes “de acelerar esta transferência populacional”. [69];

c) A 5 de Julho de 1943, Himmler ordenou que o “campo de trânsito de Sobibor” fosse convertido num campo de concentração [70].

Os historiadores do “holocausto” esperam que nós acreditemos que a liderança Nacional Socialista usou uma “linguagem em código” mesmo na sua correspondência privada, e que expressões como "ser levado para além da fronteira”, “campo de trânsito” e “transferência de população” eram eufemismos para “extermínio físico”. Esta afirmação é tão ridícula que nem merecia comentários. Para apoiar as suas fantasias monstruosas sobre matadores químicos onde inúmeros judeus foram gaseados (no caso de Belzec e Treblinka, com escapes a diesel, apesar de ser do conhecimento geral que este contém uma grande quantidade de oxigénio e pouca quantidade de monóxido de carbono, sendo relativamente inofensivo), estes historiadores não conseguem arranjar melhor prova do que um grotesco “testemunho”. Que os testemunhos se contradigam uns aos outros em quase tudo e que o relatórios estejam repletos de absurdo não parece incomodar estes fantásticos académicos.

Toda a história dos gaseamentos assenta na existência de câmaras de gás descritos pelos denominadas “testemunhas”. Entre 1997 e 2000, um qualificado arqueólogo Polaco, o Prof. Andrzej Kola, realizou extensas escavações e perfurações no território dos antigos campos de Belzec e Sobibor [71]. Ele foi incapaz de encontrar o menor traço das alegadas câmaras de gás, o que encerra definitivamente o assunto.

Os autores do já mencionado livro Sobibor, Holocaust Propaganda and Reality apresentam provas sólidas da presença de judeus de Leste franceses, belgas, holandeses e de outros judeus de Leste nos territórios ocupados [a Leste] durante a guerra.. Dois exemplos bastam:

Durante a ocupação da Lituânia pela Alemanha durante a guerra, o judeu Herman Kruk manteve um diário em Yiddish o qual foi traduzido para Inglês [72]. A sua entrada de 16 de Abril de 1943, Kruk menciona a presença de 19.000 judeus holandeses na cidade Lituana de Vievis. A 20 de Abril de 1943, ele escreveu que mobília pertencente a judeus holandeses tinha sido trazida para lojas locais para serem arranjadas e que tinham sido encontrados documentos holandeses nas gavetas. Uma vez que não existe qualquer razão plausível para que Kruk pudesse ter inventado esta história, isto prova que os judeus holandeses que, alegadamente, tinham sido gaseados em Auschwitz e Sobibor, foram transferidos para a Lituânia (a literatura do “holocausto” não sabe nada sobre os judeus holandeses nos territórios de Leste).
Em Abril de 1944, o jornal clandestino comunista francês Notre Voix revelava que 8,000 judeus de Paris teriam sido “resgatados” pelo Exército Vermelho na Ucrânia [73]. De acordo com a literatura do “holocausto”, os únicos judeus franceses alguma vez deportados para Leste foram para a Estónia e para a Lituânia em Maio de 1944 [74], daí que os judeus parisienses encontrados na Ucrânia em Abril de 1944 teriam que, necessariamente, ido para ali via Auschwitz. Nas estatísticas do “holocausto”, eles figuram nas “pessoas gaseadas”.
Agora os defensores da história ortodoxa do “holocausto” irão perguntar porque é que não existem documentos alemães sobre o transporte em comboios desses judeus para os territórios ocupados a Leste e sobre os judeus alojados no Leste. Além disso, eles perguntarão o que aconteceu a esses judeus deportados que sobreviveram às duras condições do tempo de guerra. A estas questões, os revisionistas apenas podem opor hipóteses, mas razoáveis e bem fundamentadas.

Por várias razões, os aliados vitoriosos decidiram continuar a espalhar a história do extermínio dos judeus depois da guerra. Primeiro de tudo, isso permite desculpar os seus próprios crimes, tais como os terríveis bombardeamentos de cidades alemãs ou a desumana expulsão de mais de 15 mil Alemães de Leste e dos Sudetas, acusando os vencidos das mais horríveis das atrocidades. Mas existiram outras e talvez mais importantes razões. Ao acusarem a Alemanha de um crime sem paralelo, os vencedores esperavam esmagar o espírito nacional do povo Alemão e prevenir qualquer ressurgimento do nacionalismo alemão. Finalmente, a história do “holocausto” preparou o terreno para a fundação do Estado de Israel, que tanto os EUA como a União Soviética apoiaram sem reservas. (Devido às simpatias comunistas de muitos judeus, Estaline esperava, sem dúvida, que Israel se tornasse um baluarte Soviético no Médio Oriente; como se viu nos desenvolvimentos seguintes, esta esperança era uma ilusão). Agora, como a história do extermínio dos judeus era para ser credível, os documentos sobre a transferência dos judeus para Leste tiveram que desaparecer. Para as potências vitoriosas, não foi difícil de destruir ou esconder algumas pilhas de papel.

O número de judeus transferidos para os territórios ocupados pelos Soviéticos foi aproximadamente 1,9 milhões (para mais detalhes ver o livro Sobibor, Holocaust Propaganda and Reality). A grande maioria deles eram judeus polacos. Os autores do livro presumem que os Soviéticos providenciaram aos deportados que tinham sobrevivido às severas condições da guerra o retorno às suas casas depois de 1945.

(CONTINUA)


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)



Argumento 10: O Relatório Leuchter contém inúmeros erros. O facto de Leuchter não ter encontrado concentrações significativas de ferrocianetos nas paredes das câmaras de gás de Auschwitz é irrelevante porque os ferrocianetos dissolvem-se com a chuva, neve, vento, etc..

Resposta: Sim, o Relatório Leuchter [64] contém, realmente, uma série de erros. Podem ser parcialmente explicados pelo facto de Leuchter ter escrito o relatório muito à pressa. Ele tinha que ser apresentado no julgamento de Ernst Zündel em Toronto e, naquela altura, (Abril de 1988) estava a aproximar-se do fim. Mas as conclusões de Leuchter foram completamente confirmadas por Germar Rudolf num estudo muito mais científico [65].

A afirmação do Dr. Karsai de que os ferrocianetos se dissolvem com a chuva, neve, vento, etc., não está correcta. No referido relatório, Rudolf utiliza literatura especializada que prova que os cianetos são conhecidos pela sua extraordinária estabilidade. Eles dissolvem-se tão lentamente como as paredes que os contêm. Aconselhamos o Dr. Karsai a dar uma olhadela às câmaras de gás de Majdanek (que eram autênticas câmaras de gás com Zyklon B, mas que apenas foram usadas para a erradicação de insectos, tal como os investigadores revisionistas Carlo Mattogno e Jürgen Graf demonstraram no seu livro sobre o campo de Majdanek [66]). As paredes dessas salas ainda estão cobertas por manchas azuis. O mesmo acontece nas câmaras de desinfestação de Bauwerk 5a de Auschwitz-Birkenau. (Ninguém alegou alguma vez que seres humanos tenha sido gaseados neste edifício.) Por outro lado, não existem quaisquer manchas azuis nem nada parecido nas paredes das alegadas câmaras de gás homicidas de Auschwitz I (a morgue do Crematório I) e Birkenau ( morgue do Crematório II).


Argumento 11: Os Nazis assassinaram mais de 200.000 pessoas com perturbações mentais através da sua acção de "Eutanásia”, o que prova que eles não hesitavam em praticar assassínios em massa. Muitos dos homens que participaram no programa de eutanásia foram, mais tarde, empregados no campos de Belzec, Sobibor e Treblinka. Isto é uma forte prova de que esses campos eram fábricas da morte.

Resposta: Enquanto o número de 200.000 vítimas de eutanásia está, certamente, inflacionado, o programa de eutanásia em si próprio é um facto indiscutível. No livro Sobibor: Holocaust Propaganda and Reality, uma obra de Jürgen Graf, Thomas Kues e Carlo Mattogno e que estava para sair nos EUA em Maio ou Junho de 2010, a questão do porquê de certos homens que estiveram envolvidos no programa de eutanásia terem ido, mais tarde, para os referidos três campos está analisada detalhadamente. Apesar de não conseguirem apresentar qualquer prova documental, os autores pensam que um determinado número de Judeus (os doentes mentais e outras pessoas com doenças infecto-contagiosas) foram mortos nesses três campos, provavelmente com o método da injecção letal. Na Alemanha, a eutanásia tinha sido suspensa depois do bispo Católico Clemens von Galen e do bispo Luterano Theophil Wurm terem protestado contra a sua prática, mas na Polónia ocupada, as autoridades Alemãs não tiveram que ter em conta possíveis protestos por parte da Igreja ou de outras instituições. Do ponto de vista Nacional Socialista, não faria qualquer sentido mandar Judeus doentes mentais ou Judeus com doenças infecciosas, para territórios a Este, tal como os Alemães fizeram com os outros Judeus deportados para Belzec, Sobibor e Treblinka. (Por acaso, estes três campos eram campos de trânsito; ver a questão seguinte.)


[CONTINUAÇÃO]



domingo, 1 de agosto de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)

(CONTINUAÇÃO)


O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 8: Os ‘Einsatzgruppen’ usaram camiões onde os gases de combustão saídos dos mesmos assassinaram uma grande quantidade de Judeus na Frente Leste.

Resposta: Ninguém alguma vez conseguiu provar que uma única pessoa, Judia ou não-Judia, tenha sido assassinada pelos Alemães daquela forma. Não foi encontrado alguma vez algum veículo com aquelas características. O enorme corpo da literatura do “holocausto” não contém uma única fotografia ou desenho desse veículo. (A única excepção é o livro de Gerald Fleming, “Hitler und die Endlösung” [54], que mostra um desenho de um camião alegadamente usado como ‘camião de gás’. Mas como referiu um investigador anti-revisionista, Jerzy Halberstadt, o veículo mostrado por Fleming foi encontrado em Novembro de 1945, numa fábrica em território Polaco, e depois examinado por uma comissão Polaca para crimes de guerra, que chegou à conclusão que ele não tinha sido usado com propósitos homicidas, mas apenas para transportar mobílias [55].)
Os historiadores do “holocausto” apresentam normalmente dois documentos que, alegadamente, provam o uso de ‘camiões de gás’ para o assassinato de Judeus. Tal como o alemão Ingrid Weckert[56] e o francês Pierre Marais[57] demonstraram, estes documentos não passam de falsificações grotescas. De acordo com o primeiro deles, o “Documento Becker”[58], estes veículos apenas poderiam circular com bom tempo e tornavam-se absolutamente inúteis quando começava a chover! O alegado autor deste documento ridículo, supostamente um oficial Alemão, descreve como ele teve que subornar outros alemães para obter as peças sobressalentes necessárias para estes veículos assassinos! Neste caso, a falsificação é tão descarada que E. Kogon, H. Langbein e A. Rückerl não se atreveram a incluir este exemplo de “prova” na sua conhecida “documentação” Nationalsozialistische Massentötungen durch Giftgas [59] ("Assassinatos em Massa Nacional Socialistas Com Gás Venenso”). Mas a segunda “prova documental”, o “Documento Just” [60], o qual está cheio de absurdos técnicos, é igualmente patético.
Se o Dr. Karsai persistir no seu argumento de que os Alemães usaram veículos homicidas com gás para o assassinato de Judeus, pensamos que é sua obrigação dizer-nos onde é que podemos ver um desses veículos. Se ele não conseguir fazer isso, deixemos, pelo menos, que ele nos mostre uma impressão digital, dessa altura. de um Alemão ou um documento que prove o uso desses veículos – um documento genuíno, por favor, e não uma vulgaríssima falsificação!


Argumento 9: A quantidade de Zyclon B entregue em Auschwitz era demasiado elevada para ser usada exclusivamente em acções de desinfestação.

Resposta: Não, não era. Em 1942, foram entregues em Auschwitz cerca de 7,500 kg de Zyklon B e em 1943 cerca de 12,000 kg [61]. (A quantidade para 1944 não é conhecida). Auschwitz foi infestada por piolhos, que dão origem a altas e perigosas febres, as quais foram a causa principal para a alta mortalidade no campo. Centenas de barracões e um grande número de oficinas tiveram que ser desinfestadas regularmente e Auschwitz tinha cerca de 30 campos satélites.
Um relatório escrito a 22 de Julho de 1943 pelo SS-Untersturmführer Johann Schwarzhuber, Schutzhaftlagerführer da secção masculina do campo de Birkenau, demonstra a extensão do uso de Zyklon B para a desinfestação:


"A meio de Maio de 1943, o antigo campo masculino de Birkenau, B 1 b, estava quase livre de piolhos e – com algumas poucas excepções – também livre das febres altas. Isto apenas foi alcançado pelo uso diário das instalações de desinfestação. Começando a meio de Maio, todo o campo de ciganos, mais os sacos de palha, cobertores, roupas, assim como o campo feminino, foram desinfestados." [62]


A propósito, Jean-Claude Pressac, que chegou a ser reconhecido pelos média como o principal especialista de Auschwitz, escreveu que 97 a 98% do Zyclon B entregue naquele campo foi usado para procedimentos de desinfestação e que apenas 2 a 3% para gaseamentos homicidas [63]. Tendo em conta que a diferença entre 100% e 97-98% não é estatisticamente significativa, mesmo de acordo com Pressac, a quantia de Zyklon B entregue nos campos Auschwitz não prova que ele tenha sido usado para matar seres humanos.


(CONTINUA)




terça-feira, 6 de julho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 5: Paul Wurm escreveu uma carta a Franz Rademacher na qual declarava que os Judeus seriam assassinados “com métodos especiais”.

Resposta: A 23 de Outubro de 1941, Paul Wurm, membro da Anti-Jewish World League [Liga Mundial Anti-Judaica], escreveu a Franz Rademacher: "Na minha viagem de regresso a Berlim, conheci um antigo camarada de partido que estava a trabalhar na solução para a questão Judaica a Leste. Num futuro próximo, muitos dos vermes dos Judeus serão aniquilados através de métodos especiais" ("In nächster Zeit wird von dem jüdischen Ungeziefer durch besondere Massnahmen manches vernichtet werden").
Deve ser referido que este não é um documento oficial. Paul Wurm, que era um completa nulidade e que não tinha qualquer influência na política de liderança Alemã, nem sequer mencionou o nome do “antigo camarada de partido” a quem ele dirigia esta mesma informação! Dadas estas circunstâncias, a sua carta prova muito pouco.
É evidente que isso não significa que nenhum Judeu tenha sido morto na Frente Leste; nenhum revisionista alguma vez fez tal absurda afirmação. Os revisionistas, basicamente, contestam duas coisas:

1) Que existiu uma política para assassinar todos os Judeus por causa da sua raça e/ou religião.

2) Que o número de Judeus assassinados a Leste tivesse sido tão elevado como os historiadores do “holocausto” referem (2,2 milhões, de acordo com H. Krausnick e H. H. Wilhelm[49], 1,3 milhões de acordo com R. Hilberg[50]). Uma vez que não existem documentos credíveis (como veremos mais tarde, os relatórios Einsatzgruppen são altamente suspeitos), o número real não pode ser determinado sem que apareçam novas provas.


Argumento 6: Por que é que a emigração Judaica nos países controlados pela Alemanha foi proibida passou a ser proibida em Outubro de 1941? Obviamente porque os Nazis pretendiam exterminar os Judeus!

Resposta: Se os Judeus fossem autorizados a emigrar naturalmente que eles iriam apoiar o esforço de guerra dos Aliados como soldados, técnicos e cientistas. Esse foi principalmente o objectivo dos Alemães.


Argumento 7: O padre francês Patrick Desbois localizou mais de 600 sepulturas em massa com Judeus assassinados na Ucrânia. Isto é uma forte prova da realidade do Holocausto.

Resposta: No sentido de avaliar o livro de Patrick Desbois sobre o “holocausto através das balas” [51], não podemos fazer mais do que referir aquilo que dois revisionistas franceses, Vincent Reynourd e o Prof. Robert Faurisson, escreveram sobre este assunto com o título "Father Desbois is one hell of a prankster" [“O Padre Desbois é um travesso dos Diabos”] :
Vincent Reynouard: “As alegadas sepulturas em massa não foram escavadas nem nunca o virão a ser. […] As pessoas que dizem ter descoberto as ‘sepulturas em massa’ não efectuaram, na realidade, quaisquer escavações e, deste modo, não existe nenhum inventório dos restos mortais, nenhuma verificação, certificação ou forense ou física ou material, realizada em inquérito após esta descoberta a um único cadáver ou esqueleto. Nenhum polícia ou oficial de justiça esteve em algum dos locais para fazer um exame sequer. […] Duas associações Judaicas […] trataram de arranjar ‘testemunhos’ […] Aldeões ucranianos, juntos para a ocasião, são filmados a darem os seus relatos sobre o assunto. Como consequência disto, apenas as partes desses relatos que interessam serão escolhidas . […] Mas, voltando às alegadas sepulturas em massa, como é o valor de um testemunho pode ser avaliado se a realidade material dos factos não foi estabelecida de antemão”. [52]

Robert Faurisson: "Estas supostas sepulturas em massa não serão abertas; não serão no disinternment ou qualquer material de verificação será utilizados, tudo sobre a pretence de que a religião Judaica proíbe que se toque nos cadáveres de Judeus; no entanto, basta olharmos para a Enciclopédia Judaica (1978) na entrada ‘Autópsias’ (plural) e ‘Dissecação’ (Singular) para ver que não existe qualquer proibição." [53]


(CONTINUA)




quarta-feira, 16 de junho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 3: No dia 27 de Março de 1942, Joseph Goebbels escreveu no seu diário que “métodos bárbaros”, que ele preferia não descrever, eram usados contra os Judeus e que 60% dos mesmos seriam aniquilados; os restantes 40% seriam utilizados para trabalhar.

Resposta: Nenhum revisionista foi alguma vez capaz de fornecer uma explicação satisfatória para esta passagem. Mas vamos comparar com aquilo que Goebbels escreveu no mesmo diário apenas 20 dias antes, precisamente no dia 7 de Março de 1942: “Existem cerca de 11 milhões de Judeus na Europa [um número altamente exagerado!]. Mais tarde será necessário concentrá-los a Leste. Após a guerra, alguma ilha, como Madagáscar, poderá servir para eles”. [40]
A deportação dos Judeus Europeus para Madagáscar não foi uma ideia original do Dr. Dr. Goebbels. O denominado “plano Madagáscar” foi tomado muito a sério pelos líderes Nacional Socialistas, mas foi abandonado porque era impraticável [41]. Os historiadores do "holocausto" podem argumentar que o governo Alemão abandonou este plano entre 7 a 27 de Março e que decidiram antes exterminar os Judeus; isso explicaria a discrepância entre as duas entradas do diário. No entanto, este argumento é insustentável pela seguinte razão: de acordo com a história do Holocausto, o primeiro “campo de extermínio”, Chelmno, começou a funcionar nos inícios de Dezembro de 1941. Uma vez que é impensável que o comandante local tenha montado um “campo de extermínio” sem uma ordem vinda das autoridades superiores, teria que ter existido uma política de extermínio em finais de 1941, se as afirmações sobre Chelmno estiverem correctas (o que os revisionistas contestam [42]). Sendo uma das figuras de topo do Terceiro Reich, o Dr. Goebbels teria que ter conhecimento dessa política de extermínio. Por isso, como é que os historiadores do “holocausto” explicam o facto dele ter falado da concentração de Judeus a Leste e defendido o seu envio para Madagáscar (ou outra ilha) a 7 de Março de 1942?
Vamos resumir: enquanto que os revisionistas são incapazes de explicar a segunda entrada do diário de Goebbels, os historiadores do “holocausto” também não explicam a primeira! É improvável que este mistério alguma vez seja resolvido.


Argumento 4: Numa endereçada a Franz Rademacher, o chefe do "Judenreferat" do Ministério dos Negócios Estrangeiros Alemão, Adolf Eichmann escreveu que os Judeus Sérvios deveriam ser abatidos.

Resposta: Na Sérvia, o movimento guerrilheiro (‘partizans’) era muito activo; isso criava muitos problemas às potências ocupantes (Alemanha e Itália). Como represália pelos ataques efectuados pelos guerrilheiros, o exército Alemão e Italiano fuzilava, com frequência, reféns, entre os quais muitos Judeus (porque a percentagem de Judeus no movimento de resistência era particularmente elevado).
A 8 de Setembro de1941, o embaixador Alemão em Belgrada, Felix Benzler, madou um telegrama ao Ministro dos Negócios estrangeiros no qual afirmava que os Judeus Sérvios estavam envolvidos em numerosos actos de sabotagem e de revolução. Por essa razão, era necessária a “remoção” (Entfernung) desse mal Judaico (cerca de 8,000). Era aconselhável deportá-los para uma ilha no Delta do Danúbio, no território Romeno [43].
A 11 de Setembro de 1941, Martin Luther dos Ministério dos Negócios Estrangeiros respondeu que a expulsão dos Judeus para a Roménia não era desejável. Benzler teria que tomar as medidas necessárias para esses Judeus fossem internados em campos de trabalho [44]. No dia seguinte, Benzler mandou outro telegrama para Berlim, no qual se opunha a essa solução, pois não era viável por razões de segurança, uma vez que os campos de trabalho constituíam uma ameaça para as tropas Alemãs. Por essa razão, o campo de trabalho de Sabac teria que ser dissolvido, pois estava situado numa zona de combate e cercado por milhares de rebeldes. No caso do seu pedido de deportar os Judeus para a Roménia ser outra vez rejeitado, teriam que ser expulsos para o “General Government” [parte do território Polaco dominado pelos Alemães] ou para a Rússia [45].
Franz Rademacher, chefe do "Judenreferat" no Ministério dos Negócios Estrangeiros chamou então Eichmann e pediu-lhe um conselho, tendo depois resumido os resultados da sua discussão: de acordo com Eichmann, a deportação dos Judeus para o “General Governement” ou para a Rússia era impossível; Eichmann sugeriu abatê-los a tiro [46]. A 2 de Outubro, Joachim Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros, decidiu contactar Himmler no sentido de verificar se ele poderia tratar dos 8.000 Judeus Sérvios, deportá-los para a zona Leste da Polónia ou para outro sítio qualquer [47]. A 25 de Outubro, Rademacher resumiu as negociações que tinha seguido: o mal Judaico seria abatido. No que dizia respeito aos restantes 20.000 Judeus Sérvios (mulheres, crianças e idosos), seriam evacuados por navio para os campos situados a Leste ("auf dem Wasserwege in die Auffanglager im Osten abgeschoben") [48].

Que conclusões podemos tirar destes factos documentados?

a) Na Sérvio um grande número de Judeus foram, realmente, abatidos a tiro.

b) Que essas mortes não fizeram parte de qualquer política que tivesse como objectivo a total destruição dos Judeus por causa da sua raça e/ou religião, mas sim de uma brutal e excessiva reacção à actividade dos ‘partizans’, entre os quais estavam numerosos Judeus.

c) A “abatimento do mal dos Judeus Sérvios” foi precedido de longas discussões, durante as quais medidas menos brutais foram sugeridas (e, no final, rejeitadas).

d) Mulheres e crianças Judias, assim como Judeus idosos, não foram mortos.


(CONTINUA)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)




O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)


(CONTINUAÇÃO)

Respostas aos argumentos do Dr. Laszlo Karsai


Argumento 1: Historiadores sérios não aceitam os argumentos revisionistas. Eles olham-nos como um absurdo.

Resposta: Na Áustria, o poeta revisionista Gerd Honsik foi sentenciado a 5 anos de prisão, o engenheiro revisionista Wolfgang Fröhlich (que se especializou no uso de gás para erradicar vermes e micróbios e que repetidamente apontou para a impossibilidade técnica do alegado gaseamento em massa com Zyklon B) 6 anos. Na Alemanha, o professor Günter Deckert passou 5 anos atrás das grades, o escritor Udo Walendy mais de 2 anos, o químico Germar Rudolf 3 anos e 6 meses, o activista revisionista Ernst Zündel 5 anos. A advogada revisionista Sylvia Stark apanhou 3 nos e 3 meses, Horst Mahler foi sentenciado a quase 13 anos de cadeia pelos seus escritos revisionistas e pelos seus discursos. Quantos historiadores estão preparados para arriscarem não apenas o fim brusco da sua carreira, mas também penas de prisão, em nome da verdade histórica? Na realidade, muito poucos!
É verdade que em muitos países, tais como os EUA e a Grã-Bretanha, não existem leis anti-revisionistas, mas mesmo aí um professor revisionista que ensine numa universidade ou numa escola irá imediatamente ser alvo da fúria dos Judeus e das organizações de Esquerda, mais ainda com os média e, provavelmente, irá perder o seu trabalho.

O facto dos defensores da história oficial do “holocausto” dependerem de leis repressivas, censura e intimidação para defenderem a sua versão dos acontecimentos demonstra claramente que estas pessoas têm alguma coisa a esconder. Apenas um debate livre poderá mostrar de que lado está a verdade (ou, pelo menos, mais perto da verdade). No entanto, os historiadores do “holocausto” e os média evitam essa discussão. Na Hungria, o Dr. Laszlo Karsai, que foi o primeiro a aceitar um debate com o revisionista Otto Perge, atirou imediatamente a toalha ao chão depois de receber as questões de Mr. Perge. A propósito, ninguém poderia ter feito melhor do que o Dr. Karsai. Se o consagrado historiador Judeu do “holocausto” Raul Hilberg, que faleceu em 2008, ainda fosse vivo, também não poderia responder a estas questões, essencialmente porque elas são baseadas em factos sólidos. Como diz um antigo ditado: os factos são tiranos, eles não toleram qualquer dissidente.


Argumento 2: Num discurso dirigido ao Reichstag, a 30 de Janeiro de 1939, Adolf Hitler afirmou que a consequência da nova guerra seria a aniquilação da raça Judaica.

Resposta: Na linguagem actual, “aniquilação” é sinónimo de “liquidação física”. Mas se analisarmos os escritos e os discursos de Hitler, descobrimos que ele usa com frequência a palavra “aniquilação” ("Vernichtung"), assim como a palavra “extermínio” ("Ausrottung"), no sentido de “desprover o poder a alguém”. Um exemplo do Mein Kampf ilustra claramente este ponto. No seu livro, Hitler escreve que na monarquia Hapsburg, a população Alemã tinha sido ameaçada por “langsame Ausrottung” ("extermínio lento”)[38]. Será que Hitler estava a insinuar que o imperador Austríaco Franz Josef planeava gasear ou fuzilar todos os 10 milhões de Austríacos de nacionalidade Alemã? Claro que não; ele apenas receava que o império multinacional Hapsburg iria, gradualmente, fazer perder a sua posição dominante perante os Eslavos.
O discurso de Hitler de 30 de Janeiro de 1939 é, normalmente, referenciado na literatura do “holocausto”, por isso não surpreende que o Dr. Karsai o use como “prova” de que Hitler pretendia o extermínio dos Judeus. Os historiadores do “holocausto”, infelizmente, “esquecem-se” de referir a continuação do discurso de Hitler e o Dr. Karsai não é excepção. Por isso, nós vamos fazê-lo nós próprios:: "Os tempos em que s povos não-Judeus estavam indefesos no campo da propaganda já passaram. A Alemanha Nacional Socialista e a Itália Fascista têm agora instituições que, em caso de necessidade, dá-lhes a capacidade de esclarecer o mundo sobre a essência de uma questão de que muitas pessoas estão instintivamente conscientes, mas que carece conhecimento científico.”[39]
Por isso, a “aniquilação” dos Judeus apenas significa o esclarecimento das nações não-judias para o perigo dos Judeus!

(CONTINUA)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)


Fotografia RARAMENTE DIVULGADA de prisioneiros de Buchenwald após a libertação.

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)


(CONTINUAÇÃO)


12) A 27 de Janeiro de 1945, Auschwitz foi libertado pelo Exército Vermelho. Os soldados Soviéticos encontraram 8.000 prisioneiros que tinham sido deixados pelos Alemães porque estavam demasiado fracos para serem evacuados com os outros. A 2 de Fevereiro, o Pravda publicou um artigo pelo conhecido correspondente de guerra Soviético, o Judeu Boris Polevoi, com o título "The Death Factory at Auschwitz" [A Fábrica de Morte de Auschwitz]. Nesse artigo, Polevoi falou de uma espécie de esteira de transporte em que prisioneiros eram mortos através de corrente eléctrica. Este método nunca mais voltou a ser falado. Polevoi também mencionou “câmaras de gás”, mas localizava-as não em Birkenau, nem no principal campo de Auschwitz I, mas a “Este” de Auschwitz, onde ninguém mais as localizou nem antes ou nem depois dele. Como é que pode explicar isto:

a) Os Alemães não terem morto estes 8000 prisioneiros fracos, uma vez que eram autênticas “bocas inúteis”;

b) Os Alemães, que alegadamente destruíram as provas dos seus crimes de genocídio, terem permitido que 8000 testemunhas sobrevivessem para que pudessem contar ao mundo o que eles tinham visto;

c) Que as testemunhas não contassem a Polevoi os crimes que eles tinham visto, mas crimes que eles não poderiam ter visto, uma vez que não existiu nem uma “esteira de transporte” electrificada em Auschwitz, nem câmaras de gás no sector oriental do campo?


13) Pode apresentar alguma prova documental que demonstre que, nem que seja apenas um único Judeu, tenha sido assassinado numa câmara de gás em qualquer campo de concentração Nacional Socialista? Se a resposta for sim, por favor, apresente esse documento e publique uma cópia na Internet para que a possamos analisar em conjunto.


14) Está preparado para assinar uma petição para que uma comissão internacional de especialistas, composta por historiadores, arquitectos, engenheiros, químicos, peritos em cremações e especialistas em fotografias aéreas, possa avaliar as provas dos alegados assassínios em massa em Auschwitz e que publique os seus resultados num relatório detalhado? Se a sua resposta for sim, deixe que formulemos o texto deste apelo em conjunto!


15) De acordo com a versão oficial dos eventos, Belzec, Sobibor e Treblinka foram campos de extermínio onde uma grande quantidade de Judeus foram mortos com o auxílio de motores de exaustão. Mas durante a guerra e no período imediato do pós-guerra, foram difundidos relatórios completamente diferentes sobre o que se teria passado nesses campos. A seguir está uma concisa (e incompleta) lista das técnicas de extermínio alegadamente usadas nesses campos:
Belzec: Cal viva em comboios [24]; Um prato electrificado numa enorme tigela subaquática [25].

Sobibor: Uma substância preta despejada numa câmara através de buracos no tecto [26]; Cloro [27].

Treblinka: Uma câmara de gás qu se movia ao longo das sepulturas em massa e descarregava os cadáveres nessas sepulturas [28]; Gases letais com um efeito retardado que permitia que as vítimas andassem até às sepulturas em massa antes de desmaiarem e cairem lá para dentro [29]: Sucção do ar de dentro das câmaras [30]; Vapor [31].

Algum comentário? (Por favor, não argumente que durante a guerra era impossível determinar como as vítimas eram mortas; o mais tardar em Dezembro de 1945, mais meio ano após o fim da guerra, foi dito no julgamento de Nuremberga que tinha sido utilizado vapor em Treblinka para matar “centenas de milhar” de Judeus[32].)


16) De acordo com a literatura do “Holocausto”, o “campo de extermínio” de Sobibor tinha um “edifício de gaseamento” que possuía inicialmente três e depois seis câmaras de gás. Este edifício tinha cerca de 18 m de comprimento e era feito de cimento [33]. Como é que explica que duas equipas de qualificados arqueólogos, a primeira liderada pelo Prof. Andrzej Kola da Universidade de Torun [34], a segunda pelos arqueólogos Israelitas I. Gilead e Y. Haimi e pelo Polaco W. Mazurek [35], foram incapazes de encontrar qualquer traço deste edifício apesar das extensivas escavações e drilling no território do antigo campo de Sobibor?


17) Quando os Alemães descobriram os corpos de mais de 4.000 oficiais Polacos assassinados pelos Soviéticos em Katyn, convidaram especialistas de diversos países para inspeccionarem o local do crime e fazerem as autópsias. Publicaram depois um detalhado relatório forense sobre o massacre [36]. Eles fizeram a mesma coisa depois da descoberta dos cadáveres de mais de 8.000 Ucranianos abatidos pelos Bolchevistas em Winnitza antes da guerra [37]. Conhece algum outro relatório forense similar publicado pelos Soviéticos sobre sepulturas em massa contendo cadáveres de Judeus que tenham sido assassinados pelos Alemães na Frente Oriental? (Não digo que esse relatório não possa existir. Simplesmente, não conheço nenhum e gostaria que me ajudasse. Nos seus enormes três volumes do estudo The Destruction of the European Jews {A Destruição dos Judeus Europeus], Raul Hilberg não se refere a nenhum desses relatórios, o que nos leva, no mínimo, a pensar um pouco.)


(CONTINUA)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A Demolição da Casa de Mentiras de Elie Wiesel


O investigador independente Carlo Mattogno descobriu documentos que provam que o denominado “sobrevivente de Auschwitz” Elie Wiesel, conselheiro dos presidentes Americanos nos assuntos relacionados com o Holocausto, nunca esteve em Auschwitz! Mentiras com contornos inimagináveis são agora expostas. Estaremos nós a chegar ao chamado “Fim do Tempo”? O trabalho completo de Carlo ainda está por sair, mas iremos levantar um pouco o véu…

Será Elie Wiesel "A Mais Credível Testemunha Viva do Holocausto?"

Por Carlo Mattogno


No dia 27 de Janeiro de 2010, no décimo “Dia da Recordação do Holocausto”, Elie Wiesel foi convidado para o Montecoitorio Hall, a Câmara da Casa dos Representantes (‘Lower House‘) na Itália, onde foi convidado a fazer um curto discurso. O Presidente da Câmara, Gianfranco Fini, apresentou-o como a “mais credível testemunha viva dos horrores do Holocausto entre os sobreviventes dos campos de concentração Nazis”.

Mas: será Elie Wiesel realmente uma testemunha? Ou será um charlatão, um mentiroso?

No dia 3 de Março de 2009, um site Húngaro publicou um artigo com o título TITEL MÉG MINDIG KISÉRTI A HALÁTÁBOR (O CAMPO DE EXTREMÍNIO CONTINUA ENCANTADO). O artigo apresentava grandes e significantes revelações de Miklos Gruner, um antigo prisioneiro de Auschwitz (se souberem Húngaro, podem ler, on-line,
aqui.

O artigo foi traduzido para Alemão e para Inglês e apareceu depois com o título “Sobrevivente de Auschwitz Afirma Que Elie Wiesel é um Impostor”. O artigo encontra-se
aqui.

E diz o seguinte:

Em Maio de 1944, quando Miklos Gruner tinha 15 anos, foi deportado da Hungria para Auschwitz-Birkenau juntamente com a sua mãe, o seu pai, um irmão mais novo e um irmão mais velho. Ele afirma que a mãe e o irmão mais novo foram “gaseados” imediatamente após a sua chegada, podendo-se ler depois:

O seu irmão mais velho e o seu pai tinham números de prisioneiros tatuados nos braços e foram mandados para trabalhos forçados numa das fábricas IG Farben que produziam combustível sintético, onde o seu pai acabaria por morrer seis meses depois. O seu irmão mais velho foi, então, mandado para Mauthausen, enquanto ele, deixado sozinho, ficou sob a protecção de dois detidos Judeus Húngaros mais velhos e que eram amigos do seu pai. Eles eram os irmãos Lazar e Abraham Wiesel.

Nos meses que se seguiram, Miklos Gruner e os irmãos Wiesel ficaram amigos chegados. Miklos nunca esqueceu os números que os Nazis tatuaram no braço de Lazar: A-7713. Lazar tinha 31 anos em 1944. Em Janeiro de 1945, o Exército Vermelho aproximava-se e os detidos foram transferidos para Buchenwald. Durante a marcha de 10 dias, que foi realizada maioritariamente a pé, metade dos prisioneiros morreu inclusivamente o irmão mais velho, Abraham Lazar. A 8 de Abril, o Exército Americano libertou Buchenwald e Miklos e Lazar estavam entre os sobreviventes. Uma vez que Miklos tinha apanhado tuberculose, foi enviado para uma clínica na Suiça e separado de Lazar. Após a recuperação, Miklos imigrou para a Austrália enquanto o seu irmão mais velho, que também tinha sobrevivido à Guerra, foi para a Suécia.

Anos mais tarde, em 1986, Miklos foi contactado por alguém da revista Sueca SYDSVENSKA DAGBLADET, em Malmo, que o convidou a encontrar-se com "um antigo amigo seu" chamado Elie Wiesel. Quando Miklos respondeu que não conhecia ninguém com esse nome, disseram-lhe que Elie Wiesel era a pessoa que Miklos tinha conhecido nos campos de concentração pelo nome de Lazar Wiesel e que tinha tatuado no braço o número A-7713. Como Miklos se recordava deste número e estava convencido que iria reencontrar o seu antigo amigo, aceitou com muito agrado o convite para se encontrarem no Hotel Savoy, em Estocolmo, a 14 de Dezembro de 1986.
Miklos recorda: "A expectativa de me encontrar com Lazar deixou-me muito feliz, mas quando encarei com Elie Wiesel, fiquei muito surpreendido em ver um homem que não reconhecia de todo. Ele nem sequer falava Húngaro ou Yiddish! Em vez disso, falava Inglês com um forte sotaque Francês. Por este motivo, o nosso encontro apenas durou dez minutos. Como prenda, ofereceu-me uma cópia do seu livro NIGHT, dizendo que ele era o autor. Aceitei o livro, o qual não conhecia, mas disse a toda a gente que estava presente que ele não era a pessoa que dizia ser"! Miklos recorda que durante o encontro Elie Wiesel recusou mostrar-lhe o número tatuado no seu braço, argumentando que “não gostava de expor o seu corpo".

Acrescentou que Elie Wiesel tinha uma vez mostrado a sua tatuagem a um jornalista Israelita, que depois se encontrou com Miklos. O jornalista disse-lhe que não tinha conseguido ler o número e que não acreditava que aquilo fosse uma verdadeira tatuagem.
Palavras de Miklos: "Depois daquele encontro com 'Elie Wiesel', passei 20 anos a pesquisar sobre a sua história e descobri que este homem que se chamava a ele próprio por aquele nome nunca tinha estado num campo de concentração Nazi, uma vez que o seu nome não se encontrava em nenhuma lista de detidos".

Miklos descobriu também que o livro que "Elie Wiesel" dizia ter escrito em 1986, tinha sido, na realidade, escrito em Húngaro, em 1955. Tinha sido escrito de forma abreviada em Paris com o título "UN DI VELT HOT GESVIGEN" (em Yiddish, "E o Mundo Manteve-se em Silêncio"). O livro abreviado foi traduzido para Francês e para Inglês e foi depois publicado com o título "LA NUIT" e "NIGHT."

A pessoa que diz chamar-se "Elie Wiesel" vendeu cerca de dez milhões de cópias deste livro por todo o mundo - e ainda recebeu o Prémio Nobel da Paz, enquanto que o verdadeiro autor, Lazar Wiesel, desapareceu misteriosamente. Esta pessoa nunca mais quererá volta a encontrar-se comigo. Transformou-se numa pessoa muito bem sucedida, recebendo cerca de 25,000 dólares por 45 minutos de discursos sobre o Holocausto. Informei o FBI em Los Angeles deste roubo de identidade de Lazar Wiesel e preenchi queixas contra ele nos Estados Unidos e na Suécia, mas sem sucesso.

Recebi chamadas telefónicas a avisar-me que eu levaria um tiro se não calasse a boca, mas eu não tenho medo da morte. Coloquei cópias dos meus dossiers em quatro países diferentes e se eu morrer subitamente, eles serão tornados públicos. O mundo tem que saber que Elie Wiesel é um impostor e estou a trabalhar para que isso possa ser revelado. Estou a escrever a verdade num livro que terá como título "STOLEN IDENTITY A7713." [IDENTIDADE ROUBADA A7713].

As revelações de Miklos Gruner estão a circular pela Internet, mas ainda não atingiram a magnitude desejada pelos seus esforços. Não será muito difícil de perceber porquê…

terça-feira, 25 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)



Fotografia de Dachau, na altura da libertação



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


(CONTINUAÇÃO)


8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?


9) De acordo com o Judeu Francês Georges Wellers, o número de Judeus Húngaros gaseados em Birkenau entre Maio e Julho de 1944 atingiu o total de 409.640 [17], enquanto que o proeminente historiador Judeu do Holocausto Raul Hilberg se contenta com “mais de 180.000” [18].
Onde estarão os restos mortais das vítimas cremadas? No sentido de esclarecer esta questão, temos que ter em consideração os seguintes factos:

a) Na altura, existiam quatro crematórios em Birkenau (Krema II, III, IV e V; o Crematório I no campo principal de Auschwitz I esteva inactivo desde Julho de 1943).

b) O Crematório II e III tinha 15 fornalhas cada, o Crematório IV e V tinha 8 fornalhas cada. Por isso, os 4 crematórios tinham 46 fornalhas na totalidade.

c) Se tivermos em conta que a incineração de um corpo leva 60 minutos, que o crematório estava activo 20 horas por dia e que eles funcionaram perfeitamente durante todo esse período, (uma completa e irrealista presunção!), eles cremariam cerca de 920 corpos por dia. Com a presença de corpos de crianças, iremos aumentar esse número para 1000.

d) Nos 55 dias entre 15 de Maio e 9 de Julho, o crematório incineraria, teoricamente, 55.000 cadáveres. Se os números de Wellers sobre os Judeus Húngaros estiverem correctos, existirão (409.000 – 55.000 =) 354.000 cadáveres por cremar em Birkenau depois de 9 de Julho. Se os números de Hilberg estiverem correctos, existirão, mesmo assim, (180.000 – 55.000 =) 125.000 cadáveres por cremar. Os historiadores do “Holocausto” não podem argumentar que estes corpos foram incinerados depois de 9 de Julho porque, segundo eles, os gaseamentos continuaram o mais tardar até Outubro de 1944, embora numa escala inferior. Mais ainda, os corpos dos prisioneiros que morreram de causas naturais em Auschwitz-Birkenau tinham que ser também incinerados. Como é que os Alemães fizeram desaparecer essas montanhas de cadáveres?


10) Baseado nas declarações de “testemunhas”, tais como Filip Müller e Szlama Dragon, os historiadores do “Holocausto” defendem que os cadáveres dos Judeus Húngaros foram parcialmente queimados em grandes fossas perto do crematório. Durante o período crítico, Birkenau foi fotografado várias vezes por aviões aliados. Nenhuma dessas fotografias mostram quaisquer "fossas de incineração" ou grandes fogueiras [19]. Como se explica este facto?


11) Dois documentos Alemães do tempo da guerra analisados por Carlo Mattogno num dos seus artigos [20] provam, de forma inequívoca, que as morgues do crematório de Birkenau não foram usadas como câmaras de gás homicidas, tal como defendem os historiadores oficiais. No dia 20 de Julho de 1943, o Dr. Wirths, médico das SS, pediu ao Departamento Central de Construções de Auschwitz para a construção de morgues provisórias em vários pontos de do campo de Birkenau. Naquela altura, os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido eram guardados em barracões de madeira antes de serem levados para o crematório. Como Birkenau estava infestado de ratos, estes roedores foram atraídos pelos corpos e serviram-lhes de banquetes. Nessa carta, o Dr. Wirths afirmou que os ratos eram os responsáveis pelo alastramento de pragas e uma epidemia de doenças teria consequências terríveis para o pessoal e para os prisioneiros. A 4 de Agosto de 1943, Karl Bischoff, chefe dos Departamento Central de Construções, respondeu que não eram necessárias morgues provisórias, pois os cadáveres dos prisioneiros falecidos passariam a ir para os crematórios duas vezes por dia [21]. Isto prova que as morgues do crematório poderiam ser usadas a qualquer altura e que não foram usadas como câmaras de gás homicidas. Em Maio de 1944, o problema apareceu novamente. No dia 22 desse mês, o novo chefe do Departamento Central de Construções de Auschwitz, Jothann, escreveu uma carta na qual realçou que os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido no campo seriam removidos todas as manhãs, por isso não havia necessidade de da construção de morgues provisórias [22]. Jothann não especificou que os cadáveres seriam levados para o crematório, mas o contexto não nos pode dar outra explicação. A data desta carta é particularmente importante. De acordo com o “Danuta Czech’s Kalendarium” [23], 62.000 Judeus Húngaros foram deportados para Auschwitz-Birkenau, entre 17 e 22 de Maio de 1944, 41.000 dos quais “gaseados sem registo”, o que significa que as morgues do crematório teriam que ser usadas como câmaras de gás dia e noite durante todo o período. Como é que os cadáveres dos prisioneiros que morreram de causas naturais durante o mesmo período poderiam ter sido guardados nas mesmas morgues?

(CONTINUA)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

Câmara de gás com... uma porta de MADEIRA???!!!
Para acabar a anedota,
só falta um forno com uma porta de papel!

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)


(CONTINUAÇÃO)

6) A 27 de Julho de 1944, a administração do campo de Auschwitz elaborou uma compilação de estatísticas sobre os prisioneiros "temporariamente aquartelados no campo dos Judeus Húngaros". O documento mostra que, até àquela data, 3.138 Judeus Húngaros tinham recebido tratamento médico no hospital do campo, 1.426 dos quais com difíceis operações cirúrgicas [12]. De acordo com a história do “Holocausto”, um grande número de Judeus Húngaros foram gaseados em Auschwitz, entre 15 de Maio e 9 de Julho de 1944. Enquanto que nem um único destes alegados homicídios numa câmara de gás está confirmado em algum documento Alemão, o tratamento médico de 3.138 Judeus Húngaros em Auschwitz até 27 de Julho está, realmente, documentado. Quais as conclusões a que uma pessoa com um pensamento lógico poderá chegar após estes factos?

7) Henryk Swiebocki , historiador Polaco, registou e documentou 11.246 prisioneiros sujeitos a intervenções cirúrgicas em Auschwitz, entre Setembro de 1942 e 23 de Fevereiro de 1944 [13]. Que tipo de “campo de extermínio” foi aquele onde mais de 11.000 prisioneiros não apenas não foram exterminados, como também foram operados no mesmo, num período de apenas 18 meses?

8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?
(CONTINUA)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)


(CONTINUAÇÃO)

2) Na sua edição em Inglês, o jornal Israelita Ha’aretz referiu, no dia 18 de Abril de 2004, que os 687.000 Judeus que tinham vivido nos países sob o controlo da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial ainda estavam vivos naquele momento. Como consequência, deveriam ter existido vários milhões de Judeus nesses mesmos países em Maio de 1945. Como é que estes números encaixam na política de extermínio?

3) Se os Nacional Socialistas tivessem, realmente, a intenção de exterminar os Judeus, praticamente nenhum deles teria sobrevivido nos campos de concentração. Mas os “relatos dos sobreviventes” enchem quase todas as livrarias. Muitos desses antigos prisioneiros Judeus foram transferidos de campo para campo sem terem sido exterminados. Um caso extremo é o do Judeu Polaco Samuel Zylberstztain, que sobreviveu a dez campos: ao “campo de extermínio” de Majdanek, ao "campo de extermínio" de Auschwitz e a mais oito "campos de concentração normais" [7]. O Judeu Socialista Austríaco Benedikt Kautsky passou seis anos nos campos (Dachau, Buchenwald, Auschwitz e, novamente, Buchenwald) antes de ser libertado na Primavera de 1945 [8]. O Judeu e resistente anti-Nazi Arno Lustiger é um “sobrevivente dos campos de concentração e de extermínio”" (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 27 de Abril de 1995). O jornal não revela em quais “campos de extermínio” foi Lustiger internado, mas ele não foi exterminado em nenhum deles porque encontrava-se em perfeita saúde em 1995. Estes exemplos podem ser multiplicados. Onde é que isto se enquadra na afirmação de que os líderes da Alemanha pretendiam a eliminação física dos Judeus?

4) De acordo com a história do “Holocausto”, a partir da Primavera de 1942, em Auschwitz, todos os Judeus incapazes de trabalhar eram gaseados logo após a sua chegada, sem qualquer registo prévio. Se esta afirmação fosse verdadeira, não existiriam nomes de Judeus idosos ou crianças Judias nos registos de ‘Sterbebücher’, em Auschwitz. Mas um estudo desses documentos, que foram publicados em 1995 [9], revela que muitos Judeus idosos, assim como idosos, foram registados em Auschwitz:

- 2 Judeus com mais de 90 anos de idade;
- 73 Judeus entre os 80 e 90 anos de idade;
- 482 Judeus dos 70 aos 80 anos de idade;
- 2.083 Judeus dos 60 aos 70 anos de idade;
- 2.584 Judeus dos 0 aos 10 anos de idade [10].

Se considerarmos estas estatísticas, como é que alguém pode, com seriedade, afirmar que os Judeus incapazes de trabalhar eram imediatamente gaseados sem qualquer registo em Auschwitz?

5) Os documentos administrativos do campo de Auschwitz mostram que, a 31 de Dezembro de 1943, encontravam-se 85.298 detidos no campo de concentração Auschwitz-Birkenau. Menos de 19.699, ou seja, mais de 20%, pertencia à categoria dos “incapazes de trabalhar” [11]. Por que é que estas “bocas inúteis” não foram exterminadas, como defende a lenda do Holocausto”?


(CONTINUA)