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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Holodomor: O Holocausto Escondido

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no Inverno de 1932-1933.

Sete milhões foram mortos pela fome. A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas. Curiosamente, a historiografia oficial continua a fechar os olhos a este facto histórico. Mais um exemplo dos tais "crimes dos 'bons'" que nunca são condenados nem falados pelos principais meios de comunicação social.

domingo, 17 de julho de 2011

Holodomor - O Genocídio Esquecido

A Ucrânia e as suas comunidades de emigrantes espalhadas pelo Mundo, irão comemorar este ano o 78º aniversário de um dos mais trágicos acontecimentos do século XX: a “Grande Fome de 1932-1933”, também designada de Holodomor.

Morreram entre 3 a 6 milhões de ucranianos - sobretudo camponeses - em consequência de uma fome artificialmente provocada pelo regime soviético dirigido por Estaline. Este genocídio teve como principal objectivo “castigar” os camponeses - a base social da nação ucraniana - devido à sua resistência à colectivização da agricultura e ao apego que manifestavam pela cultura e tradições nacionais.

Numa clara demonstração dos seus intentos criminosos, o Governo da União Soviética executou de forma implacável as seguintes medidas:

• confiscação das colheitas e das reservas alimentares dos camponeses ucranianos, recorrendo a todo o tipo de violências e abusos e colocando em grave risco a sua sobrevivência;

• repressão de qualquer forma de resistência (deportação de populações; detenção em campos de concentração e fuzilamentos);

• encerramento, pela polícia, das fronteiras da Ucrânia, impedindo que os camponeses procurassem alimentos na Rússia e em outras regiões, ou os transportassem para a Ucrânia;

• proibição da venda de bilhetes de comboio e instalação de barreiras policiais nas estações ferroviárias e nas estradas que levavam às cidades. Centenas de milhar de famintos foram assim obrigados a regressar às aldeias, morrendo de fome;

• revogação dos direitos de autonomia cultural, linguística e política da nação ucraniana, incluindo as comunidades que viviam nas outras regiões da União Soviética;

• repressão da elite cultural e política (escritores, sacerdotes, dirigentes políticos, artistas, etc.), sob a acusação de nacionalismo.

O regime soviético, enquanto ia exportando para o estrangeiro milhões de toneladas de cereais, rejeitava as informações transmitidas pela imprensa ocidental, bem como as ofertas de auxílio humanitário.

Durante mais de 50 anos a diáspora ucraniana procurou divulgar a verdade sobre o Holodomor. Com esse objectivo, apoiou a investigação realizada por diversas entidades académicas, tais como a Comissão do Congresso dos Estados Unidos da América, presidida pelo historiador James Mace (1988) e a Comissão Internacional de Inquérito da Fome de 1932-1933 na Ucrânia, dirigida pelo jurista Jacob Sundberg (1990).

Só depois da desagregação da União Soviética e da recuperação da independência nacional ucraniana (1991), é que foi possível romper com o silêncio e a mentira, sendo instituído, no quarto sábado do mês de Novembro, o “Dia da Memória das Vítimas da Fome e das Repressões Políticas” e aprovada uma declaração do Parlamento da Ucrânia.

Em 2003, no âmbito das comemorações dos 70 anos do Holodomor, realizaram-se vários encontros académicos. Na conferência internacional, de Vicenza (Itália), sob o patrocínio do Presidente da República Italiana Carlo Ciampi, foi aprovada uma declaração - subscrita por 28 personalidades académicas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polónia, Canadá e E.U.A. - apelando ao Parlamento italiano, bem como a Silvio Berlusconi, que exercia a presidência rotativa da União Europeia, e a Romano Prodi, Presidente da Comissão Europeia, no sentido de promoverem o reconhecimento internacional do Holodomor como um acto de genocídio.

Em Paris, na Universidade da Sorbonne, também se realizou uma conferência sobre o tema, com a participação de historiadores de diversos países. Nessa ocasião, foi apresentado um apelo, dirigido à Assembleia Nacional francesa e ao Parlamento Europeu, para o reconhecimento da fome de 1932-1933 na Ucrânia, enquanto acto de genocídio.

Em Kiev, na sequência do encontro académico internacional intitulado "É Tempo de Dizer a Verdade", em que estiveram presentes especialistas deste período histórico, bem como deputados, representantes dos meios diplomáticos e da comunicação social, foi igualmente aprovada uma resolução, apelando ao reconhecimento internacional do genocídio Por sua vez, os órgãos de soberania de diversos países (Ucrânia, E.U.A., Canadá, Estónia, Argentina, Austrália, Itália, Hungria, Lituânia, Geórgia ou Polónia) já reconheceram o carácter genocidário do Holodomor.

Na 58.ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (2003) foi elaborada uma declaração, com o apoio de 63 estados-membros, prestando homenagem à tragédia nacional do povo ucraniano.

Mais recentemente, o Presidente Viktor Yuschenko (Novembro de 2005) e os participantes do 4.º Fórum Mundial dos Ucranianos (Agosto de 2006) apelaram à comunidade internacional para reconhecer o Holodomor como um acto de genocídio. Em resposta a esses apelos, foram desenvolvidas diversas iniciativas: propostas de resolução nos parlamentos da Bélgica, França e no Parlamento Europeu; petições no Senado Federal do Brasil e na Assembleia da República Portuguesa; apelos aos parlamentos da Coreia do Sul, Islândia, República Checa, Roménia, Israel, Reino Unido, Espanha, Montenegro, etc."






O mais influente jornal Americano enganou inclusivamente os seus compatriotas sobre os milhões Ucrânianos mortos à fome como consequência do programa de colectivização à força do líder Soviético Estaline no início dos anos 30.



Leiam mais sobre este assunto aqui ou aqui e também aqui.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mulher do Ex-chanceler Alemão Helmut Kohl Violada Com 12 Anos Por Soldados Soviéticos



A mulher do antigo chanceler Alemão Helmut Kohl foi violada com a idade de 12 anos por soldados Soviéticos, revela uma nova biografia.
Hannelore Kohl e a sua mãe foram atacadas pelas tropas do Exército Vermelho depois da derrota Alemã em Maio de 1945.


Ela confessou ao editor Herbert Schwan como é que tinha sido 'lançada como um saco de batatas pela janela do primeiro andar' depois de a terem libertado.
Ela nunca recuperou completamente deste drama do seu passado e ficou sempre traumatizada para o resto da sua vida.

Mrs. Kohl ficou sempre assombrada com o 'cheiro da transpiração dos homens, com o cheiro a aalho, a álcool e até mesmo com a voz da língua Russa'.
Schwan passou a ter acceso ilimitado a ela e transformou-se no seu confidente até à sua morte com a idade de 68 anos, em 2001, de acordo com o Independent.

Ela cometeu suicídio com uma overdose de drogas após ter contraído uma alergia à luz que a fez perder o cabelo. Nem sequer conseguia ver televisão sem ter dores.
[Leia a notícia na íntegra]





Soldados Soviéticos "libertadores" posam para a fotografia depois da derrota da Alemanha Nazi em 1945.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Os Crimes "dos Bons" - Quando os Outros Sobreviventes São Esquecidos


Seria certamente uma excelente prenda de Natal... Caso estivesse traduzido em Português...

Naturalmente que tenho esperança que a tradução se faça. Mas vou esperando bem sentado e o mais confortável possível. Porque nem o livro trata de um "sobrevivente" Judeu ao Holocausto Nazi nem de qualquer outro "sobrevivente" a um ataque "racista ou xenófobo".
Por isso não deverá haver muita pressa em traduzi-lo. O livro chama-se "Um Laço no Bigode de Estaline" [em Inglês, "The Bow on Stalin's Moustache] e fala de
Erika Riemann, uma menina, na altura com 14 anos, que foi prisioneira política nos gulags do Leste da Alemanha devido, literalmente, a uma brincadeira infantil. O crime dela foi ter desenhado um lacinho no bigode de Estaline, cujo retrato estava pendurado no na sala de aula...
Só isso nos leva, realmente, a perceber a verdadeira natureza do período estalinista no comunismo da Europa de Leste depois da II Guerra. Mas, nestes casos, a historiografia perdoa...

Nestes casos, nunca há pressas para denunciar e desmascarar uma das cabeças da besta. A outra, o Capitalismo, anda também por aí. Perfeitamente visível nesta quadra natalícia.

Não é fácil encontrar páginas em Português a Internet sobre o livro e a experiência de Erika.
Mas ainda existem algumas referências.

Sobre este assunto podem ler mais aqui e ficar a saber mais com a leitura desta obra.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Os Verdadeiros Assassinos de Katyn


A câmara baixa do parlamento russo adoptou [no dia 26 de Novembro] uma resolução que reconhece o massacre Katyn, em 1940.

A resolução, há muito reclamada pela Polónia, foi baseada na consulta de documentos, dos arquivos secretos.

Varsóvia mostrou o horror dos corpos sepultados em valas comuns. Mas mesmo depois disso, Moscovo mostrou-se sempre renitente.

Uma comissão parlamentar reconheceu agora a responsabilidade de Staline, concluindo que foi o ditador que, pessoalmente, ordenou o massacre de milhares de oficiais polacos.

Durante muitos anos, a Rússia atribuiu o crime às forças nazis.

Quando, em 1939, as forças soviéticas invadiram algumas regiões da Polónia, 22 mil oficiais polacos foram presos e acabaram por ser sumariamente executados.

Em Abril de 1990, o então presidente da União Soviética, Mikhail Gorbatchev já tinha reconhecido as responsabilidades de Moscovo.

O então presidente polaco, Lech Kaczinsky morreu num desastre de avião, a 10 de Abril deste ano, quando pretendia assinalar os 70 anos do massacre.

[vejam a notícia na íntegra]

ESTA FOI UMA DAS MUITAS VITÓRIAS DO REVISIONISMO HISTÓRICO, MAS NENHUM ORGÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL TEVE CORAGEM PARA FALAR DISSO!

Nada que não estejamos já habituados...


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Mais Uma Vez, os Crimes de Guerra "dos Bons"...

Foi descoberta uma sepultura em massa na Eslovénia do final da Segunda Guerra Mundial.

Com 20 metros de extensão e situada perto da ocalidade de Prevalje, acredita-se que contenha os restos mortais de cerca de 700 homens e mulheres, referiu o representante governamental Marko Strovs.

Algumas das pessoas enterradas nessa sepultura aparentam ter sido fuziladas e outras parecem ter sido enterradas vivas, acrescentou.
Os investigadores acreditam que as vítimas eram suspeitas de terem sido colaboradores dos Nazis que foram mortas por elementos comunistas anti-fascistas.

Pelo calçado encontrado, pensa-se que parte deles eram civis, disse Mr. Strovs, que trabalha para a comissão governamental para a exumação de sepulturas em massa.

As primeiras impressões mostram que as mãos deles estavam atadas atrás das costas.

[leia a notícia na íntegra]





Leiam mais sobre sobre este assunto aqui.

domingo, 23 de maio de 2010

A Morte Por "Fogo Cruzado" ou "Podemos Assassinar Porque Eles São Nazis"...


A Rússia acusou, na última segunda-feira, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de permitir que algumas pessoas reabilitem os Nazis, referindo-se concretamente ao exemplo do que aconteceu na Letónia no caso de um veterano Soviético da Segunda Guerra Mundial. Vasily Kononov, de 87 anos, que conduziu um grupo de resistentes contra a Alemanha Nazi no estado do Báltico durante aquele período, foi preso na Letónia em 1998 depois de ter sido condenado por ter ordenado a morte de nove aldeões em 1944. Ele admitiu o assassinato, mas acrescentou que os mortos eram colaboradores Nazis apanhados no fogo cruzado (...). "A Grande Câmara do Tribunal , na realidade, está na mesma linha daqueles que lutam por rever os resultados da Segunda Guerrra Mundial e a reabilitação dos Nazis e dos seus colaboradores", referiu num depoimento o Ministro dos Negócios Estrangeiros Russo". [leia a notícia na íntegra]

Vamos ver se percebo: existe um grupo de resistentes que DECIDE (não foi nenhum tribunal militar) que os aldeões eram "colaboradores dos Nazis" e assassina-os. Um dos membros confessa o crime... mas "explica" que, afinal, eles terão morrido no "fogo cruzado"... Um político com um alto cargo de responsabilidade aparece em praça pública a criticar os tribunais, a dizer que existe "branqueamento do Nazismo"... Será que estou a ver mal ou existe mesmo aqui uma descarada e vergonhosa hipocrisia, misturada com cinismo e dualidade de critérios???!!!!

É que há bem pouco tempo, um oficial Alemão foi condenado a PRISÃO PERPÉCTUA por ter sido responsável pela morte de 3 Holandeses durante a Segunda Guerra Mundial! Portanto, a morte de civis, para algumas pessoas, só é bem aceite se forem, supostamente, aliados "dos maus"!

Mais um exemplo de que os denominados "direitos humanos" é mesmo algo muito vago e atribuído não a todos, mas apenas aos que convém!

Em duas palavras, TENHAM VERGONHA!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

"Assassínios ao Estilo Checo" - Os "Crimes dos Bons" Sem Castigo!


A televisão pública da República Checa irá passar um documentário com o título "Zabíjení po česku," ou "Assassínio ao Estilo Checo". Trata-se da filmagem de um massacre de mais de 40 pessoas de descendência Alemã em Praga, em Maio de 1945, pouco depois do fim da guerra. Os seus autores dizem que querem chamar a atenção para as atrocidades cometidas contra a população Alemã no pós-guerra na Checoslováquia. Alguns historiadores acreditam que que este crime em particular foi da responsabilidade das tropas Soviéticas! Podem ver o vídeo aqui.

Podem ler mais sobre este assunto aqui.

O Revisionismo em Linha sabe que NUNCA os responsáveis por este crime cobarde serão alguma vez castigados pelos tribunais internacionais. Essencialmente e especialmente porque os criminosos não eram Nazis e porque as vítimas não eram Judias!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Violações Sem Castigo... Porque Foi Um Crime de Guerra "Dos Bons"!



Uma mulher Alemã com 80 anos rompeu agora o tabu antigo do silêncio sobre as violações que ela própria sofreu nas mãos de soldados Soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial com a publicação de um livro onde revela os crimes do Exército Vermelho quando este marchou em direcção a Berlim.


"Why Did I Have To Be A Girl" ["Por Que é Que Eu Haveria de Ser Uma Rapariga?"], de Gabriele Koepp, é o primeiro livro publicado sobre as violações sob o verdadeiro nome da vítima. Mrs. Koepp foi uma dos cerca de dois milhões de vítimas, raparigas e mulheres Alemães, que foram violadas pelos soldados Soviéticos, encorajados pelo seu líder Estaline que via nesse crime uma vingança e um espólio de guerra depois da invasão de Hitler que deixou 26 milhões de mortos Russos. "Frau. Komm" eram as palavras que as mulheres mais temiam ouvir dos soldados do Exército Vermelho. [leiam a notícia na íntegra]
Podem ler outra notícia sobre o mesmo assunto aqui.

O Revisionismo em Linha aguarda (sentado...) a tradução deste livro para Português...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (II)

Crimes de Guerra do Exército Vermelho

[Infelizmente, apenas está disponível no Youtube parte do documentário e nem posso dar a garantia de que a ordem dos vídeos seja esta]










terça-feira, 14 de julho de 2009

O Genocídio Silenciado Pela Grã-Bretanha


Um novo filme relata a terrível história da “Solução Final” de Estaline e a vergonhosa cumplicidade de Churchill

Uma venda é arrancada dos soldado. Olhando em redor para tentar perceber o que está a acontecer, nota que está numa floresta. Olhando para baixo, vê um fundo e longo fosso, repleto de cadáveres com um uniforme ‘cáqui’. Tem apenas segundos de vida. Sente que está perante o seu crucifixo, mas uma bala interrompe a conversa com o seu Criador. O seu cadáver inanimado tomba para o buraco no chão.

Depois dele, outro homem avança e é-lhe retirada a venda. O mesmo ritual. Outra bala assobia por outro cérebro. Depois outro. E outro. O procedimento repulsivo é repetido até que o buraco enche com os corpos de centenas e centenas de homens inocentes.

Isto é a cena angustiante de um devastar nova película, Katyn. O nome vem da aldeia situada na Rússia ocidental onde os corpos de mais de 4.000 prisioneiros de guerra Polacos de guerra desenterrados em 1943. (...)

Ao todo, mais de 22.000 Polacos – aproximadamente dois-terços oficiais e policia, os restantes eram prisioneiros políticos - sofreram o mesmo destino pavoroso: serem executados, sem julgamento ou mesmo aviso, e lançado como carcaças para sepulturas em massa.

Os seus assassinos eram da NKVD, a polícia secreta Soviética. De facto, o principal carrasco do NKVD puxou pessoalmente o gatilho plo menos umas 6.000 vezes somente em 28 dias.

O primeiro genocídio da Segunda Guerra Mundial tornou-se conhecido como o Massacre de Katyn. Aconteceu em Abril de 1940, 21 meses antes do regime Nazi ter decidido a “Solução Final” na conferência de Wannsee em Janeiro de 1942. [Actualmente, não há nenhum historiador sério que defenda haver provas de que naquela conferência se tenha decidido o destino fatal para os Jusdeus].

Podem ler a notícia na íntegra aqui.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ainda Sobre as Declarações Polémicas


Mais uma vez a manipulação mediática e política.

Mais uma vez o jogo de palavras que tem apenas o propósito de esconder a verdade e impedir o diálogo e a liberdade de expressão.

O sacerdote Richard Williamson NÃO NEGOU O HOLOCAUSTO!

Ele referiu, salientou, denunciou – chamem o que quiserem, menos “negar” – que, primeiro, não teriam morrido 6 milhões de Judeus durante o regime Nazi (terão morrido cerca de 300 mil – número, por sinal, muito próximo do apontado pelos dados da Cruz Vermelha); segundo, não terão existido câmaras de gás, para além das de desinfestação.

Portanto, este sacerdote questionou a proporção – exagero do número de mortos - e a existência do método sistemático de eliminação, através de câmaras de gás – tal como defendem os Revisionistas do Holocausto há muitos anos.

Quanto à primeira questão, convinha questionar os escritores da “história oficial”, sobre as constantes alterações do número de mortos nos campos de concentração. Porque, repito, “questionar” não é negar. É caminhar para a verdade histórica!

Quanto à segunda questão, também convinha questionar os escritores da “história oficial dos vencedores” sobre os campos que possuíam essas supostas “câmaras de gás homicidas”: no final da guerra, todos os campos de concentração as possuíam; actualmente, apenas alguns e, curiosamente, do “lado Soviético”… - para estas e outras questõe, leiam isto.

Mais: ainda ninguém conseguiu explicar, se analisarmos a forma como um dos raros países - conheciam este? - do mundo que executava prisioneiros através de câmaras de gás (os EUA) – só ainda à bem pouco tempo o deixou de fazer, como seria possível fazer o mesmo, há mais de 60 anos, nos locais apontados como “câmaras de gás” nazis… Os locais, os isolamentos, as formas de extracção do gás, as consequências e os efeitos secundários do manuseamento directo desse gás… Não são precisos muitos estudos para perceber, logo à primeira vista, que há algo muito estranho em todo este processo.

Em resumo, “questionar” ou “duvidar” do número e da forma como morreram os Judeus nos campos de concentração não, de forma alguma, “negar” o Holocausto. Existiram privações dos mais elementares direitos aos Judeus; houve transportes massivos de populações inteiras para os campos de forma desumana; existiram trabalhos forçados; existiram experiências médicas com reclusos; existiram execuções sumárias, etc. Tudo isto, já por si, é um horror. Sem dúvida. Mas esse horror não é exclusivo dos Nazis. E se houvesse, realmente, liberdade de expressão, todos os "crimes dos bons" seriam também revelados.

O Revisionismo do Holocausto não pretende fazer qualquer branqueamento de figuras históricas ou de qualquer regime. O que se pretende é um diálogo aberto sobre o tema. Se está tudo assim tão provado e documentado, porque é proibido falar do assunto? Porque se refugiam certos grupos no rótulo, já com cheiro a bafio, do "anti-semitismo"?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Alemanha Procura na Rússia Pistas Para Massacre na Segunda Guerra Mundial


Durante décadas os habitantes de Treuenbrietzen mantiveram o seu silêncio sobre aquele massacre durante a Segunda Guerra Mundial. E muitos ainda não têm qualquer desejo em encarar o passado. A violenta morte de cerca de 1000 civis Alemães aconteceu após os soldados do Exército Vermelho Soviético ocuparem o povoado, situado a 40 km de Berlim, em Abril de 1945, nos últimos dias da guerra. Sob regra comunista da Alemanha Oriental não teria sido inteligente referir a questão. Uma petição para colher mais informações foi enviada às autoridades Russas. "É nossa última possibilidade de encontrar os responsáveis. Já percorremos todos os documentos alemães relevantes. Talvez algo possa agora ser encontrado nos arquivos militares Russos... ordens, relatórios ou fotos", referiu Christoph Lange. [leia a notícia na íntegra]

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

O Rescrever da História: A Loucura dos Mitos

Aquilo que você pensa sobre a Segunda Guerra Mundial está errado e este livro [Europe at War: 1939-1945: No Simple Victory] provará isso. Pelo menos, é esse o objectivo de Norman Davies, um historiador Britânico cuja escrita e alcance mordaz, assim como a ambição e conhecimento sobre Europa, são incomparáveis. O seu objectivo nesta nova história da guerra é atacar os mitos confortáveis criados pela combinação da cultura popular (especialmente em filmes) com certas histórias ensinadas em escolas... Os Britânicos e os leitores americanos podem ficar surpreendidos em aprender (embora eles não devessem ficar) que o papel dos seus respectivos países na guerra era muito débil... E que os campos de morte de Estaline mataram mais pessoas que os de Hitler. Pode ler mais sobre este assunto aqui e encomendar o livro aqui.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Olho Por Olho: Os Judeus Que Procuraram Vingança Pelo Holocausto

Aqui está a história pouco conhecida de como as vítimas Judias do Terceiro Reich infligiram um sofrimento igualmente terrível a Alemães inocentes. Em 1945, o novo governo Soviético de ocupação na Polónia recrutava activamente Judeus para o seu Departamento de Segurança do Estado impor uma brutal "des-Nazificação”. Os agentes daquele departamento de Segurança assaltaram lares Alemães, reunindo cerca de 200.000 homens, mulheres e crianças - 99 por cento nem sequer eram combatentes, eram civis inocentes. Encarcerados em porões, em celas e em 1.255 campos de concentração onde a propagação do tifo era muito violenta e onde a tortura era normal, os detidos sobreviviam com rações miseráveis. Neste breve período, morreram entre 60.000 e 80.000 Alemães às mãos daquele departamento. Pode encomendar o livro aqui ou aqui e pode saber mais sobre John Sack no seu site, aqui ou aqui.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Ucrânia Comemora Aniversário da Grande Fome de 1932-33

A Ucrânia relembrou os milhões de pessoas que morreram durante a era Soviética da Grande Fome de 1932-1933 e que permanece um osso duro de roer nesta contenda entre Kiev e Moscovo, com bandeiras a meia haste e com um solene serviço religioso. "Foi um genocídio, uma tentativa de subjugar uma nação, deliberadamente planeado e colocado em acção", acusou o Presidente pró-Ocidental Viktor Yuschenko, num discurso para milhares de pessoas concentradas no centro da capital ... Estima-se que 4 a 10 milhões de pessoas terão morrido à fome na sequência do programa Soviético lançado por Estaline em 1932 e que forçava à colectivização. [leia esta notícia na íntegra]