Com a cortesia do Stefano, que nos enviou este vídeo.
André Zucca tirou fotografias para a Alemanha durante a ocupação Nazi da França. Essas fotografias mostram uma realidade "cor-de-rosa" de uma Paris da Segunda Guerra Mundial nada parecida com aquela que os livros de História nos pretendem mostrar. Não existem cruzes amarelas nas roupas dos Judeus e a vida dos cidadãos decorre normalmente e com uma calma espectacular. Isso irritou muita gente que logo se colocaram em bicos dos pés a exigir o fim da exposição. "Propaganda de guerra", gritaram logo! Uma coisa é certa, meus amigos, de propaganda de guerra percebem eles MUITO BEM!
Também achei curioso e interessante estes dois comentários:
"Comparem estas fotografias com a Paris actual. Paris com os Nazis era uma cidade livre. Uma cidade de Europeus, sem a pressão dos Afroasiáticos. A Paris actual é uma cidade onde os Europeus são reprimidos e aterrorizados pelos Afroasiáticos.
A resistência apenas existiu por parte dos Judeus que eram os Afroasiáticos da altura, ou seja, os inimigos do povo europeu."
"Os franceses renderam-se passado apenas 5 semanas porque pensaram que o NAcional Socialismo era uma boa ideia. Não exitiu realmente uma resistÊncia. O que nos é dito hoje são apenas mentiras."
Fica ao vosso critério os comentários ao vídeo e a estas opiniões.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Propaganda de Guerra ou Realidade?
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sábado, 17 de abril de 2010
Nem Cães, Nem Chineses, Nem Sinal... Apenas Propaganda de Guerra e de Ódio!

O sinal apenas pode ser visto na cena do filme "Fist of Fury, com Bruce Lee...
Durante muitos anos foi considerado um dos melhores exemplos para demonstrar a forma racista como os Chineses eram tratados no seu próprio país durante o início do século passado. Numa altura em que os Europeus, e especialmente os Britânicos, dominavam grande parte da China, um sinal à entrada do Huangpu Park, em Shanghai avisava (supostamente): "Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses”.
Durante décadas esta história foi amplamente divulgada. Está citada em numerosos livros, inclusivamente nos escritos do primeiro presidente republicano Chinês, Sun Yat-Sen. John K. Fairbank, historiador da Universidade de Harvard, refere-se, no seu estudo de 1986, The Great Chinese Revolution (p. 147) ao “muito mencionado (mas nunca fotografado?) sinal no Jardim Público de Shanghai, 'Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses'”.
Mais: parece que não existe qualquer registo de alguém que tenha visto o sinal infame e que a origem precisa dessa história foi sempre obscura.
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terça-feira, 20 de maio de 2008
A Psicologia da Propaganda e o Controlo da Elite nos EUA
O uso da propaganda tem sido, historicamente, associada aos regimes comunistas. Actualmente, o ataque ao Rev. Jeremiah Wright, o Senador Obama e a Igreja Negra demonstra que essa máquina de propaganda da América trabalha em manipular as massas para que estas aceitem as regras dos elitistas. As elites usam a psicologia, os meios de comunicação e as sondagens pseudo-científicas para manipular e tirar proveito sobre uns cidadãos menos iluminados. [leia a notícia na íntegra]
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