Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.
O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Jensen é um professor de jornalismo na Universidade do Texas cujo ódio contra os Brancos irradia praticamente pelo seu corpo. Declarou uma vez, no livro Heart of Whiteness: Confronting Race, Racism and White Privilege, que "Penso que os Brancos não deveriam amar a sua brancura. O melhor para todos, penso eu, seria dar-nos um tiro a nós próprios ainda antes de nos odiarmos". Imaginem a reacção se um professor substituísse “brancura” por “negritude”! Jensen continua: "Quero viver num mundo onde eu possa imaginar, ao menos, que um dia consiga deixar de ser Branco”.
Os Judeus possuem um termo para isto: o “self-hating Jew” [Judeu que se odeia a si próprio]. Os Brancos, aparentemente, também possuem um nome para isso: professor de jornalismo estável e intocável.
Como podemos ver no seu site, Jensen não tem qualquer problema em mostrar as suas posições anti-raça branca ou o seu envolvimento político. No entanto, ignoro que tivesse havido algum estudante que o incomodasse nas aulas ou que colegas membros do corpo docente o tenham denunciado.
E qualquer estudante branco que assista às aulas de Jensen terá esta preocupação legítima: será que este tipo vai reprovar-me em nome da punição contra a raça branca?
Portanto, qual é a diferença entre Kevin MacDonald e Robert Jensen? Colocando de lado as qualidades e habilidades pedagógicas, a diferença é que estão em lados opostos no que diz respeito à questão da raça na América. Jensen está no “lado correcto” e poderá sempre dizer o que quer, pois é intocável. MacDonald está no “lado errado” e encontra-se na posição de alvo para inúmeros ataques.
Estudantes do St. Louis Community College-Meramec (STLCC) produziram um documentário exaustivo com o título " The Forgotten Genocide" ["O Genocídio Esquecido"]. O filme examina o sofrimento de todos os indivíduos de descendência Alemã atrás da Cortina de Ferro.
No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética conduziu de forma sistemática os descendentes Alemães da Europa Oriental para campos da morte com o claro objectivo dos levar à extinção, talvez uma forma de responder aos ataques Alemães aos Soviéticos desde o início da Primeira Guerra Mundial.
Examinando as relíquias daquela era e através de entrevistas com sobreviventes que vieram para a América (20 por cento dos quais ficaram em St. Louis), os estudantes de STLCC recuperaram a história deste período triste e "esquecido" da história da humanidade. [leia a notícia na íntegra]
Este documentário dificilmente passará pelas televisões do mundo (se chegar ao Youtube e aguentar uns dias sem ser censurado já será uma vitória...) porque foi um "CRIME DOS BONS"! E "os bons" Aliados, como sempre aprendemos, fizeram tudo para nos salvar...
Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:
“99% dos testemunhos não podem ser comprovados”! “Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia aqui.
Entre os assassinatos a soldo de Israel contam-se uma grande quantidade de militantes pró-Palestinia em Paris, Nicosia, Beirute e Atenas, desenvolvidos como resposta [???!!!] à crise de reféns durante as Olimpíadas de Munique, em 1972, que resultou na morte de 11 Israelitas. Os métodos incluem telefones e camas armadilhadas com bombas e um raide em Beirute durante o qual o actual Ministro da Defesa se vestiu de mulher.
A seguir podem assistir ao registo das imagens compiladas pelas autoridades do Dubai e que mostram como é que o esquadrão Israelita realizou o assassinato daquele comandante do Hamas. As filmagens recolhidas pelas câmaras do hotel, onde o assassinato ocorreu, e pelas câmaras do aeroporto do Dubai, permitiram à polícia daquele país fazer uma cronologia do tempo e da preparação do assassinato pelo esquadrão, assim como a sua fuga.
Uma escultura que traz elementos religiosos católicos, judeus e muçulmanos foi vendida em três minutos na feira de arte contemporânea de Madri, Arco 2010, e se tornou a obra de arte mais polêmica do evento.
Chamada Stairway to Heaven (Escadaria para o Paraíso), a obra do artista espanhol Eugenio Merino retrata três homens rezando, um em cima do outro: um muçulmano, sobre ele um sacerdote católico e acima dos dois um rabino judeu, todos eles segurando os livros sagrados de suas religiões – o Alcorão, a Bíblia e a Torá. A obra foi vendida por 45 mil euros (R$ 112 mil) a um colecionador belga cuja identidade não foi divulgada. A escultura provocou a ira dos fiéis na Espanha e recebeu queixas oficiais. Ao lado dela, aparece outra escultura que une uma metralhadora Uzi com uma menorá (candelabro ritual judaico). [leia a notícia na íntegra]
Tinha falado do assunto aqui e o Vessas teve a amabilidade de fazer uma busca mais apurada e conseguiu apanhar todo o documentário (After The War: Conquering Germany). A ver aqui ou no espaço dele (não deixem de ver este fim-de-semana também este outro documentário:Soviet Subversion of the Free World Press).
Ícone budista é apreendido por apologia ao nazismo - Diz a Wikipédia (enciclopédia livre na internet) que “a suástica ou cruz gamada é um símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes: dos índios hopi aos astecas, dos celtas aos budistas, dos gregos aos hindus”. Quando adotada pelo nazismo no século passado, porém, ela foi invertida e inclinada, adquirindo uma aura maldita. Sexta-feira, a representação gráfica virou o centro de uma polêmica no Shopping da Gávea (Zona Sul), com desdobramentos na 15ª DP.
Policiais civis apreenderam um biombo com cerca de dois metros de altura que traz a figura de um Buda com a cruz suástica (não invertida nem inclinada) no peito, na loja de bijuterias e decoração oriental Cheia de Graça. Atenderam a uma denúncia de que a imagem faz apologia ao nazismo.
– Vamos apurar também junto ao fabricante da peça, no Rio Grande do Sul, se há tentativa de propaganda escamoteada – afirmou o delegado Henrique Pessoa, responsável pelo Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa.
Estupefatos, os proprietários da loja não compreenderam a ação.
– Isso tudo é de uma ignorância sem comentários. Esse símbolo existe na cultura oriental há mais de 5 mil anos, quando o nazismo nem pensava em nascer. Tentei evitar a confusão, mas não teve jeito: a polícia apreendeu o biombo e eu estou nervosa até agora com essas acusações – desabafou a proprietária Samara Nolding. [leia a notícia na íntegra]
COMENTÁRIO: Comentário não há... Só riso. E muito... pois, por vezes, temos mesmo que nos rir da ignorância e da estupidez. lolololololololololololololololol
Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:
Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos. A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.
Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.
Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.
Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.
Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.
Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.
Recebi um e-mail com esta mensagem e não consegui evitar em partilhar com todos.
Esta é uma das maiores verdades que li até hoje!
Dá que pensar!
Deixem-me ver se entendo ...
Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.
MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente...
TERÁS:
Um abrigo...
Um trabalho...
Carta de Condução...
Cartão Europeu de Saúde...
Segurança Social...
Crédito Familiar...
Cartões de Crédito...
Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra...
Escolaridade gratuita...
Serviço Nacional de Saúde gratuito...
Um representante no Parlamento...
Podes votar e até mesmo concorrer a um cargo público...
Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!
E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira...
E SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA!
SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES !!!
A juntar a este tipo de "raciocínio" só encontro a teoria de quem defende a prisão dos revisionistas porque "eles só pretendem branquear a história e um certo movimento político; são racistas e xenófobos; e promovem o ódio e a distorção histórica; e... etc. e tal...".
Os "crimes de pensamento" passaram a constituir, por isso, o maior problema para certas pessoas. Para elas, pior do que ser um assassino ou um pedófilo, é pensar e analisar as coisas de forma diferente.
Afinal, quem promove o ódio?... Talvez os próximos 'posts' possam ajudar...
Com este vídeo fiquei sem perceber se a suposta pandemia do H1N1 faz parte de um plano para um suposto genocídio de parte da humanidade para controlo da humanidade pelos globalistas ou se, afinal, o H1N1 não passa de um embuste do lobby farmaceutico...
Neste vídeo, bastava a Alex Jones substituir o "futebol americano" por "concursos, novelas e futebol" e estaria a falar de Portugal...
Vídeos igualmente divulgados aqui, um EXTRAORDINÁRIO espaço que merece sempre a nossa atenção, respeito e consideração.
Tal como já tantas vezes escrevi, o Revisionismo em Linha não tem, necessáriamente, que concordar com tudo aquilo que aqui é divulgado. Pessoalmente, considero este documentário relativamente interessante. Daí a minha partilha.
Norman Finkelstein tem um novo livro, "This Time We Went Too Far", sobre o ataque militar devastador de Israel contra os Palestinianos na região de Gaza, sobre o que significou e sobre o que podemos fazer. É um trabalho conciso que mistura a raiva a quente com a análise mais fria e a profunda injustiça do ataque Israelita, amplamente reconhecido por inúmeras organizações como sendo impossível de definir como parcial ou extremista. Melhor do que qualquer outro, este livro mostra como a destruição em massa de Gaza não se tratou de um produto acidental da invasão Israelita, mas sim um objectivo mal ocultado. Vejam também o vídeo com o autor da obra.
A seguir podem também assistir a um resumo deste autêntico genocídio.
Peter Calvocoressi, que faleceu a 5 de Fevereiro de 1997, teve uma distinta e variada carreira como decifrador de códigos, durante a Segunda Guerra Mundial, historiador, editor e autor; publicou livros sobre aquela guerra e sobre política mundial desde 1945, assim como estudos sobre África, Médio Oriente, Grã-Bretanha e Europa. Criticou sempre o bombardeamento dos Aliados sobre Dresden, afirmando que Ultra teria avisado os comandantes da Força Aérea que, contrariamente às espectativas, o exército Panzer das SS não regressaria através daquela cidade após a batalha das Ardenas.
“O bombardeamento de Dresden foi terrível", afirmou Calvocoressi algum tempo depois do fim da guerra, “e nunca deveria ter ocorrido.” [leia a notícia na íntegra]
Suspeito de ser um terrorista Judeu, Yaakov (Jack) Teitel confessou, durante o seu interrogatório, que tinha sido um membro activo e operacional do grupo ‘anti-missionário’ Yad L'achim, durante cinco anos, referiu o Haaretz.
O grupo, influenciado pelo ultra-ortodoxo Bnei Brak, ganhou protagonismo nos últimos anos pelas suas acções contra ‘Judeus Messiânicos’, que são acusados de procurarem converter Judeus ao Cristianismo. Aquela organização orgulha-se de “resgatar” mulheres Judias de relacionamentos com Palestinianos e Árabes Israelitas.
Teitel, residente no colunato de Shvut Rachel, foi acusado em Novembro de ser o responsável pelo assassinato de dois Palestinianos e da tentativa de homicídio de outras três pessoas, incluindo o professor da Universidade Hebraica Zeev Sternhell e um adolescente de Ariel, Ami Ortiz. Este, originário de uma família de Judeus Messiânicos, ficou gravemente ferido devido à explosão de uma bomba, em Março de 2008 [alguém ouviu falar disto nos média? NÃO!...].
Falamos dele aqui - "Defamation", um provocante e irreverente documentário realizado pelo Israelita Yoav Shamir sobre o "anti-Semitismo", real e inventado, no mundo actual.
Pretende demonstrar como os Sionistas usam uma narrativa histórica manipulada, especialmente no que diz respeito ao "Holocausto", com o objectivo de colocar no pensamento dos Judeus o sentimento paranóico da vitimização e do medo, ao mesmo tempo de desconsideração e desprezo para todos os outros que não sejam Judeus. O documentário inclui entrevistas com: Abe Foxman, director da Sionista 'Anti-Defamation League'; Norman Finkelstein, autor do livro" The Holocaust Industry" ["A Indústria do Holocausto" - podem descarregá-lo no Revisionismo em Linha] ; Stephen Walt, co-autor de "The Israel Lobby"; Uri Avnery, activista e pacifista Israelita.
Há sete anos atrás - a 5 de Fevereiro de 2003 - Ernst Zundel foi preso na sua residência no Tennessee. Desde então tem estado atrás das grades, primeiro no Canadá e actualmente na Alemanha, tudo por causa de um CRIME DE OPINIÃO: expressão absolutamente pacífica do seu ponto de vista não conformista. Ele é, provavelmente, o mais proeminente "prisioneiro de consciência" do actual mundo ocidental. Agora com 70 anos de vida, está prevista a sua libertação no dia 5 de Março.