quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


Durante séculos o poder da magia e o encanto dos mitos, das lendas e mistérios das tradições nórdicas despertaram o interesse de magos e dos que procuravam a espiritualidade de todo o mundo.
Em MISTÉRIOS NÓRDICOS, Mirella Faur aborda a complexidade cosmológica e mágica do universo escandinavo de forma prática e acessível, trazendo à luz a mais completa e bem documentada obra já publicada sobre o tema em língua portuguesa. O leitor, mesmo sem qualquer conhecimento prévio sobre os assuntos tratados, poderá aprender e aplicar - com consciência e responsabilidade - os "mistérios sussurrados" pelos mestres de outrora, a fim de tornar sua vida mais plena e harmoniosa, em perfeito alinhamento e sintonia com as forças cósmicas e telúricas.





Em 1991, Felícia Cabrita foi pela primeira vez a África. Aterrou em Angola e estava longe de imaginar que grande parte da sua carreira como jornalista iria ser dedicada a desbravar o manto de silêncio que escondia os massacres cometidos nas antigas colónias portuguesas durante o Estado Novo.
O seu relato inicia-se na década de 50, com uma página negra da nossa história: os massacres de Batepá, em São Tomé, onde a realidade ultrapassou em muito a ficção. A jornalista segue o rumo da história para relatar os massacres da UPA, em 1961, sobre os colonos portugueses; passa pela luta na Guiné; descobre os sobreviventes do massacre de Wiriyamu, que rouba a vida a centenas de moçambicanos.
Com a saída dos portugueses, a guerra civil continua a fazer as suas vítimas, Sita Valles é uma delas. Eduardo, de catorze anos, outra, morrendo em 2001, no mato, às mãos dos guerrilheiros da UNITA que se sente cada vez mais encurralada. Porque não há guerras santas, a jornalista traz-nos o lado mais sombrio dos homens. «Tentei perceber as minhas personagens individualmente e, uma vez lançadas no mundo, neste caso a guerra, interpretar o seu desempenho no comportamento colectivo. A história tem ciclos, repete-se sem novidades e o homem, seja qual for o continente, é sempre igual nos vários palcos onde o inferno assenta.»
Pode encomendar o livro aqui.






VENCEDOR DO NATIONAL BOOK AWARD 2007
Best-seller do New York Times, do Los Angeles Times e do Washington Post . Um dos 10 melhores livros do ano para a Time Magazine, para o The Washington Post e para a The Economist. Um dos favoritos do ano para os leitores da Amazon.

Nos últimos 60 anos, a CIA tem conseguido manter uma reputação formidável, apesar da sua terrível folha de serviços, escondendo os erros em arquivos ultra-secretos. A sua missão era conhecer o Mundo. Quando não o conseguiu, resolveu mudá-lo. Os falhanços da Agência deixaram-nos, segundo a expressão do presidente Eisenhower, «um legado de cinzas».
Agora, Tim Weiner, vencedor por duas vezes do prémio Pulitzer, oferece-nos a primeira história completa da CIA – onde tudo está registado. História da CIA – Um Legado de Cinzas baseia-se em mais de 50 000 documentos, centenas de entrevistas a veteranos da CIA, incluindo dez directores da Agência. Descreve a história da CIA desde a sua criação após a Segunda Guerra Mundial, as suas batalhas na Guerra-fria e na guerra contra o terrorismo, até ao seu quase colapso após o 11 de Setembro.
Por que razão onze presidentes e três gerações de agentes da CIA não conseguiram compreender o Mundo, porque é que quase todos os directores da CIA deixaram a agência ainda pior do que estava, e por que razão estes falhanços puseram profundamente em risco a segurança nacional dos EUA e do Mundo. Estas são algumas das questões a que esta obra, há muito esperada veio dar resposta. Um livro que foi esplendidamente recebido pela crítica americana e que permanece há vários meses no top de livros mais vendidos do The New York Times.



1 comentários:

Diogo disse...

Não li, ainda, a «História da CIA». Mas o facto de ser tão celebrada e tão premiada, promete muito mais encobrir do que revelar. Deve misturar alguns aspectos repugnantes inevitáveis (para dar credibilidade) com alguma moralidade de fundo. Em suma: “por muitas maldades que faça, sem ela estaríamos pior”.